Grande Guerra 1914-1918

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #75 em: Maio 07, 2017, 12:40:38 am »
Algumas fotos do Exército Português durante a 1ªGG. A maior parte são digitalizações de fotografias que se encontravam em molduras ou álbuns.













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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #76 em: Maio 07, 2017, 02:00:52 pm »




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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #77 em: Maio 07, 2017, 02:49:50 pm »




Esta não me parece ser da 1a Guerra.

O uniforme e os pneus parecem ser de mais tarde. 
 
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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #78 em: Maio 07, 2017, 06:15:56 pm »
É provável. Se alguém conseguir identificar a viatura...  ::)
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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #79 em: Maio 11, 2017, 06:01:21 pm »
 

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #80 em: Maio 22, 2017, 10:10:00 am »
Recordar a homenagem a Lello Portela. o quase ás português.  ;)
Citar
O arranque da aviação militar Portuguesa teve lugar em plena Primeira Guerra Mundial, com todas as consequências de falta de apoio aliado que a época implicava. A aviação militar Portuguesa não conseguia obter as aeronaves de combate que necessitava, pela que a solução foi de incorporar aviadores nas esquadrilhas Francesas.

O Alferes Alberto Lello Portela, em 1916, fez parte do pequeno grupo inicial de militares portugueses que foram a Inglaterra triar o brevet de piloto militar. Seguidamente, Lello Portela seguiu para França onde incorporou a esquadrilha SPA-124, “Jeanne d’Arc”, antiga esquadrilha “Lafayette”, com Base em La Noblette, voando um avião de combate Spad 13-C1.
Para exteriorizar o seu patriotismo, Lello Portela pintou a fuselagem do seu Spad com uma larga lista diagonal branca, onde inseriu as cores Nacionais e, no dorso da aeronave, exibia as cinco quinas. Combateu durante um ano, onde fez 22 missões e obteve 3 vitórias confirmadas em combates aéreos e 1 balão inimigo abatido.

Após o Governo Português ter decido retirar as Forças Portuguesas do conflito, os 31 aviadores Portugueses destacados em França receberam ordens para regressar a Portugal. Contudo, 13 deles decidiram continuar a combater sob o estatuto de voluntários.

Já no final da Guerra, Lello Portela foi o último aviador Português a regressar à Pátria. Foi promovido a capitão por mérito, obteve 3 citações do Exército Francês, entre as quais uma em Ordem do IV Exército, e recebeu a condecoração francesa de Legião de Honra. Anos mais tarde, retirado da vida militar, Lello Portela foi Governador Civil de Lisboa.

Numa altura em que se comemora o Centenário da Aviação Militar Portuguesa, fica a homenagem a um grande aviador Luso, que combateu voando na Flandres com as cores de Portugal. Sobreviveu a um dos piores conflitos, onde a expectativa média de vida para um piloto eram 93 horas de voo.

Paulo Gonçalves, 28JUN2015


http://www.operacional.pt/homenagem-a-lello-portela/



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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #81 em: Junho 28, 2017, 10:12:33 am »
https://www.warhistoryonline.com/world-war-i/battle-jutland-pyrrhic-victory-germany-mm.html
Citar
Even though Imperial German Navy was a well-prepared force during WWI, with a considerable amount of powerful vessels, it was still no match for the traditional European naval superpower – Great Britain. That is why the Germans hoped to lure a large portion of the British Grand Fleet near the coast of Jutland Peninsula, gaining slight tactical advantage through entrapment.

The Battle of Jutland, which took place on May 31st and lasted for one day, has often been cited as one of the greatest naval battles of WWI.

Citar
A battleship squadron of the German High Seas Fleet.

Citar
SMS Seydlitz was heavily damaged in the battle, hit by twenty-one main calibre shells, several secondary calibre and one torpedo. 98 men were killed and 55 injured.

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #82 em: Julho 25, 2017, 09:04:07 pm »
Roberto Ivens: 100 anos do naufrágio do caça-minas à entrada de Lisboa





Na quarta-feira assinalam-se os cem anos do afundamento do navio caça-minas Roberto Ivens que explodiu ao embater numa mina colocada por um submarino alemão à entrada de Lisboa, tendo morrido 15 dos 22 tripulantes que se encontravam a bordo. Os destroços do navio, naufragado em 1917, ficam protegidos pela convenção da UNESCO sobre património subaquático.

“O interesse deste naufrágio que vai fazer 100 anos na quarta-feira tem um interesse simbólico e legal. A partir do dia 26 de julho fica sob a proteção da Convenção da UNESCO sobre Património Cultural Subaquático. Portugal subscreveu a convenção para proteger todos os naufrágios, tenham ou não tesouros a bordo, porque pretende privilegiar o naufrágio como um testemunho”, disse à Lusa Alexandre Monteiro, um dos investigadores que localizou o navio caça-minas à entrada do Tejo, em 2015.

Analisar diários de guerra para encontrar destroços

O caça-minas Roberto Ivens naufragou ao embater, “pelas 15:15” de 26 de julho de 1917, numa mina lançada por um submarino alemão a quatro milhas náuticas a sul do forte do Bugio, "à entrada" de Lisboa.

“Há naufrágios que são praticamente anónimos, com história desconhecida, mas neste caso, temos o caso inverso do que é costume em Portugal, onde os naufrágios são encontrados de uma forma inopinada ou em contexto de obra. Neste caso, partimos de investigação em arquivo e fomos à procura do destroço”, disse o arqueólogo.

A localização do navio foi durante muitas décadas assunto de debate entre investigadores, marinheiros e pescadores, apesar da versão oficial que situava o local do naufrágio a 12 milhas náuticas ao largo de Cascais.

“Chegou a pensar-se que o destroço era de uma traineira (Maria Eduarda), de madeira, que naufragou nos anos 1950 e que na verdade está perto, mas foi só quando nós nos apercebemos de que o que ali estava era um navio de ferro com um motor a vapor é que começamos a duvidar”, recorda Alexandre Monteiro acrescentando que a existência de minas inimigas às portas da capital foram um "assunto sensível" para o poder político.

“Há um logro que o governo de então fez passar para a opinião pública para encobrir a falta de preparação para enfrentar a nova ameaça dos submarinos e das minas”, admite o arqueólogo que participou na investigação.

A posição exata dos destroços do caça-minas ocorreu em 2015 tendo o Instituto Hidrográfico da Marinha colaborado com os trabalhos de investigação do arqueólogo Alexandre Monteiro, do Instituto de Arqueologia e Paleociências e do investigador Paulo Costa, do Instituto de História Contemporânea, da Universidade Nova de Lisboa.

Uma das fontes decisivas para detetar o Roberto Ivens foi a descoberta e a análise do diário de guerra do submarino alemão UC54 que lançou as várias minas a apenas quatro milhas náuticas a sul do forte do Bugio, na foz do rio Tejo.

A versão oficial, logo após a explosão, indicava que o campo de minas alemão estava mais afastado, a cerca de 12 milhas náuticas ao largo de Cascais.

O diário de bordo do Bérrio, o outro navio que participa na mesma operação de desminagem e que recolheu os sete sobreviventes do Roberto Ivens na tarde de 19 de julho de 1917, desapareceu apesar do relato de um dos tripulantes.

“Este naufrágio atirou o navio para o fundo. Parte da popa foi volatizada na explosão e, por isso, é que só temos a casa das máquinas, incluindo a câmara dos oficiais que está no local, além de vários destroços espalhados à volta”, relata Alexandre Monteiro que conhece os destroços do caça minas, atualmente uma sepultura de guerra da Marinha.

“As sepulturas de guerra têm um estatuto especial. Não é por estar no fundo que o Roberto Ivens não deixa de ser uma unidade da Marinha de Guerra Portuguesa”, frisa o arqueólogo,

No passado dia 19 de julho o funeral militar dos tripulantes do Roberto Ivens tombados num ato de guerra - morreram 15 dos 22 tripulantes - realizou-se a bordo da fragata Bartolomeu Dias, na presença de descendentes, com deposição de flores no local do afundamento e disparos de tiros de salva efetuados pela corveta João Roby.

“Foi importante do ponto de vista simbólico porque foi o último grande conflito internacional em que Portugal participou de forma ativa e numa altura em que se assinala o centenário da entrada de Portugal na Grande Guerra (1914-1918)”, frisa Alexandre Monteiro.

O Augusto Castilho foi o outro navio da Marinha portuguesa afundado durante I Guerra Mundial, após um combate com um submarino alemão ao largo dos Açores, em 1918, tendo morrido o comandante, o primeiro-tenente Carvalho Araújo e cinco membros da guarnição.

Neta do comandante do Roberto Ivens diz que Portugal lida mal com tragédias


“Portugal está como estava há cem anos e não lida bem com estas coisas estranhas do ‘inimigo às portas’, como aconteceu com o submarino que pôs bombas à porta de Lisboa. O que quiseram fazer foi não criar pânico. Não deixar saber-se …”, disse Maria Fernanda Gargaté Cascais, neta mais velha do primeiro-tenente Raul Cascais, que comandava o caça-minas que naufragou ao colidir com uma mina alemã.

“A minha mãe tinha seis anos quando o meu avô morreu. O meu avô era muito novo, tinha 36 anos. O corpo nunca foi encontrado e quando faleceu deixou seis filhos: o mais velho teria oito anos e a mais nova tinha poucos meses”, conta a neta mais velha do comandante Raul Cascais.

“A minha mãe lembrava-se do pai e fazia muita questão de dizer o que lhe tinha acontecido. Tinha a farda do meu avô que sempre nos mostrou. Fui criada com a fotografia do meu avô e que esteve sempre presente na sala dos meus pais e com os meus tios sempre a falarem do Roberto Ivens”, recorda Maria Fernanda Cascais.

“Eu tinha uma carta de um dos marinheiros (o então grumete Tiago Gil) e que pedia uma homenagem aos mortos. Ele bateu-se a vida toda, para se fazer isto que se fez agora”, conta Maria Teresa Cascais, referindo-se ao funeral militar organizado pela Marinha no passado dia 19 de julho.

Um século após o afundamento, realizou-se o funeral militar. “Nunca pensei assistir ao funeral do meu avô e dos outros marinheiros. Estou muito grata para com a Marinha e para com os investigadores. A minha mãe morreu há dez anos. Teria sido uma grande uma emoção para ela, como foi para nós”, disse referindo-se ao funeral militar que considera inédito.

“O país ainda não está muito preparado para fazer estas homenagens e há tanta gente que morre ingloriamente”, afirma frisando o “sofrimento” das famílias das vítimas.

“Eu sei o que a minha avó passou e não sei se os portugueses não continuam a passar pelo mesmo. Muito morrem a defender a população, sejam eles bombeiros, polícias, médicos ou militares. Sabemos que as dificuldades que os familiares enfrentam são muito grandes e nisso ainda estamos aquém do que devíamos estar. É o que temos”, conclui.

Um naufrágio que dá origem a uma tese


O investigador Paulo Costa, que participou na localização do navio caça-minas Roberto Ivens prepara uma tese de mestrado sobre o naufrágio provocado por uma mina alemã na barra do Tejo, em 1917, e em plena crise política e social.

“A minha tese de mestrado conclui que o caça-minas Roberto Ivens não está onde se pensava e é contextualizada no ambiente que se vivia em julho de 1917, um mês complicadíssimo para o governo de Afonso Costa, em Lisboa” explica o historiador, um dos responsáveis pela localização exata dos destroços do navio da Marinha Portuguesa durante a Grande Guerra.

O historiador recorda que no mês de julho de 1917 decorrem sessões secretas no Parlamento, “porque havia muitas complicações na gestão de Portugal” e com a oposição a pedir também satisfações ao governo sobre o Corpo Expedicionário Português em França.

No mesmo mês verificam-se “revoltas em Lisboa e há fome”.

No Parlamento há sessões à porta fechada em que participa como membro do Partido Democrático (oposição) o comandante Leote do Rego, da Divisão da Marinha, ocorrendo uma “guerra de tinteiros” e insultos entre os deputados.

No dia 25 de julho de 1917 a oposição abandona o parlamento criticando a falta de diálogo do governo e no dia 26 de julho o caça minas Roberto Ivens afunda-se às portas de Lisboa.

“Foi a pior altura possível. Os jornais da época dizem-nos que Leote do Rego foi imediatamente à Rocha do Conde de Óbidos, em Alcântara, receber os sobreviventes. No mesmo dia sai uma nota da Marinha que diz que o afundamento ocorreu ‘a 12 milhas ao sul de Cascais, um pouco ao norte do Cabo Espichel’”, sublinha Paulo Costa.

Na tarde do dia 26 de julho, o Roberto Ivens estava a navegar com o rebocador Bérrio, porque nas operações de desminagem participavam sempre dois navios, mas o diário de bordo não existe.

“Do Bérrio, existem os diários anteriores e os posteriores, mas o diário do dia da explosão da mina alemã não existe. Nunca entrou no arquivo histórico”, sublinha o autor do estudo.

“Eu penso que era muito complicado assumir-se perante o público e a oposição que submarinos alemães tinham entrado no Tejo, até ao Bugio. A informação foi ocultada e se lermos os diários de guerra dos submarinos alemães ficamos a saber que o inimigo navega à superfície e à vista de terra”, diz Paulo Costa acrescentando que o “assunto Roberto Ivens” acaba por cair no esquecimento com o passar do tempo.

“Dificilmente haverá outro episódio que possa ter tantos aspetos diferentes: História da Grande Guerra (1914-1918); História da Primeira República (1910-1926); destroços; património cultural subaquático; arqueologia subaquática; investigação em arquivo; memória, tradição oral da comunidade piscatória. Tudo no mesmo tema. Não sei se nos voltamos a cruzar com uma história desta dimensão”, refere o historiador que defende igualmente o estudo da memória dos factos junto dos descendentes.

“Há muito trabalho a fazer a esse nível: um sobrinho de um dos sargentos com quem já falei várias vezes conta que o tio morreu uma semana antes do casamento. Foi esta a memória que ficou na família: a noiva que ficou viúva antes de se casar. Espero desenvolver os aspetos relacionados com as memórias das famílias”, diz Paulo Costa acrescentando que os investigadores foram convidados pela Marinha a publicar uma monografia sobre o Roberto Ivens, em 2018.


>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/roberto-ivens-100-anos-do-naufragio-do-caca-minas-a-entrada-de-lisboa
 

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Lusitano89

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #83 em: Julho 31, 2017, 08:45:44 pm »
Passchaendale: o marco dos horrores da I Guerra Mundial


 

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #84 em: Agosto 17, 2017, 01:40:51 pm »

Citar
A group of Portuguese pilots and ground crewman on the grounds of the ‘Château de la Morande’, France, June 1917.

The third man from the left is Lieutenant (later Captain) Óscar Monteiro Torres: the first pilot in the history of Portuguese Aviation to shoot down an enemy aircraft, and also the only Portuguese pilot to be shot down and die in aerial combat.

With the formation of a Portuguese Flying Corps suffering constant delays, Óscar Monteiro, together with two other pilots, moved to Great Britain in February 1916, where he attended a flying school at Hendon and later Northold.

After returning from Great Britain in June of the same year, he was sent to France were he first flew with a British Squadron, later joining the French Escadrille SPA 65, based at Soissons.

On November 19, 1917, while on patrol with another Portuguese pilot, Captain Lamy, they were attacked by two German aircraft between Dames and Laon. Captain Lamy, more experienced, managed to outmaneuver the attackers, but Monteiro was unable to evade the German airplanes and ended up being chased into German held territory.

In a combat witnessed by the people of Laon, Captain Monteiro engaged his pursuers, and making the most of his SPAD S.VII, managed to shoot down both: first a Halberstadt reconnaissance aircraft, and next a Fokker fighter. Moments later he is himself shot down by German ace Rudolf Windisch from Jasta 32, in what was Windisch’s sixth victory of the war.

Monteiro survived the forced landing but died from his wounds the next day, being later buried by the Germans with full military honors. It is believed that his SPAD was salvaged, repaired, and later flown by Windisch himself, although some doubts remain as to whether he flew it on operations.

From left to right: Chief-mechanic Alferes (Second Lieutenant) João Branco, followed by 4 pilots, Lieutenant António Maya, Lieutenant Monteiro Torres, Alferes Portela and Lieutenant Barbosa Leite. The remaining men are unknown mechanics and ground crewmen.

Original: Fond des Albums Valois (VAL 312/118)

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #85 em: Setembro 03, 2017, 10:15:46 pm »
Fala-se pouco disto mas aconteceu em plena primeira grande guerra.  :-[ https://incrivelhistoria.com.br/guerras/massacres-e-genocidios/genocidio-armenio-1915/
Citar
Durante a comemoração da Páscoa de 1915, o Império Turco-Otomano abriu as fervorosas portas do Século da Violência, quando deu início ao pouco conhecido Genocídio Armênio — onde mais de 1,5 milhão de pessoas (de uma população de apenas 2 milhões) foram mortas. O mundo, infelizmente, voltava seus olhos para a Primeira Guerra Mundial e Adolf Hitler, poucos anos depois, teria dito: “Afinal, quem ainda ouve falar sobre o extermínio dos armênios?”. Ainda hoje o governo turco nega o fato e proíbe qualquer manifestação a respeito.

Citar
Mulheres crucificadas durante o Genocídio Armênio. Créditos: autoria desconhecida.

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #86 em: Setembro 05, 2017, 07:23:04 pm »
Fala-se pouco disto mas aconteceu em plena primeira grande guerra.  :-[ https://incrivelhistoria.com.br/guerras/massacres-e-genocidios/genocidio-armenio-1915/
Citar
Durante a comemoração da Páscoa de 1915, o Império Turco-Otomano abriu as fervorosas portas do Século da Violência, quando deu início ao pouco conhecido Genocídio Armênio — onde mais de 1,5 milhão de pessoas (de uma população de apenas 2 milhões) foram mortas. O mundo, infelizmente, voltava seus olhos para a Primeira Guerra Mundial e Adolf Hitler, poucos anos depois, teria dito: “Afinal, quem ainda ouve falar sobre o extermínio dos armênios?”. Ainda hoje o governo turco nega o fato e proíbe qualquer manifestação a respeito.

Citar
Mulheres crucificadas durante o Genocídio Armênio. Créditos: autoria desconhecida.

Cumprimentos

Nunca tinha abordado este assunto desde que passei a abordar a história numa perspectiva mais rigorosa e, confirmando as espectactivas resultantes do conhecimento prévio dos fins e dos métodos e dos meios,  meios, passei a conhecer isto:
Emmanuel Carasso: https://en.wikipedia.org/wiki/Emmanuel_Carasso
http://www.hellinon.net/NeesSelides/sephardic_jews.htm.

Digamos que é uma perspectiva... "diferente" da narrativa habitual que merece um outro olhar.

Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #87 em: Setembro 15, 2017, 11:50:47 pm »
https://www.facebook.com/LeFanaDelAviationMagazine/?hc_ref=ARQeH9y_GvrK5TV7k4TnZmWgTl2819KGwEX4cyGPYKBchcRjWBA5i11WW1nf5cS2ynI&pnref=story
Citar
Guynemer - 11 septembre 1917.
Pour marquer les 100 ans de la disparition en combat du plus célèbre as français de la Première Guerre mondiale, voici son Spad VII N°254 Vieux Charles exposé au Musée de l'Air et de l'Espace. 19 victoire homologuées à son bord.
Hommage à celui dont la devise "Faire Face" est toujours forte dans l'armée de l'Air.





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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #88 em: Setembro 19, 2017, 08:25:00 pm »
Descoberto submarino da 1ª Guerra Mundial com tripulantes a bordo


 
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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #89 em: Outubro 31, 2017, 01:05:36 pm »
Brasil na Primeira Guerra Mundial | Nerdologia 280


 

 

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