Grande Guerra 1914-1918

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HSMW

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #15 em: Julho 25, 2014, 09:18:51 pm »
Citação de: "PereiraMarques"
Realmente  :evil:  :evil:

E porque é o porta-guião um Militar da Armada?
É por ser o ramo mais antigo das FA?

Os militares a enviar deveriam ser das unidades herdeiras daquelas que participaram na 1ªGM.
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mafets

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #16 em: Julho 28, 2014, 10:33:53 am »
http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/pai-e-filho-foram-a-duas-guerras-1664243
Citar
Quando, em 1964, António Espadinha Monte foi chamado a ir para a Guerra Colonial parecia que a história se estava a repetir. Ele, tal como o pai, também era o único filho homem e, tal como tinha acontecido com o pai na Primeira Guerra Mundial, era chamado a ir defender os interesses de Portugal, lá longe. Cada um a seu tempo, tiveram que deixar para trás a aldeia alentejana de Peroguarda para partirem do mesmo cais, em Lisboa. António Espadinha para passar dois anos da sua vida na cidade moçambicana de Tete, de 1964 a 1965, o pai, José Manuel do Monte, para rumar até Brest, França, em 1917.
Entrevista ao tio da minha esposa, sobre a participação do pai (bisavô) na Primeira Guerra Mundial a propósito das comemorações do seu centenário.


Saudações
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Clausewitz

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #17 em: Julho 28, 2014, 05:06:17 pm »
O Público publicou uma reportagem interessante sobre a I Guerra Mundial em Moçambique. É lamentável como algumas coisas não mudaram muito... De resto,
recordar o enorme sacrifício que os nossos soldados e a população moçambicana passaram.

http://www.publico.pt/culturaipsilon/no ... er-1664212
 

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papatango

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #18 em: Julho 31, 2014, 04:58:29 pm »
Passou nos últimos dias na SIC notícias, uma minissérie, que creios ser de apenas 3 episódios (transmitidos 2ª 3ª e 4ª) sobre os trinta e poucos dias que antecederam a I guerra mundial.

É uma série muito interessante que gravarei quando encontrar uma maneira de gravar as coisas no meu PC  :mrgreen:

No entanto, mesmo a 100 anos de distância, devemos sempre olhar para as coisas com uma ponta de espirito crítico.
A série, apresenta os ministros austríacos como um bando de incompetentes inseguros, que não sabe o que está a fazer.
O Kaiser, é um tipo maneta, que não está minimamente interessado na situação, que manda os seus ministros forçar a Áustria a invadir a Sérvia, que entretanto vai de férias para a Noruega e só quando chega é que fica irritado porque os seus ministros nao fizeram o que ele mandou.

A culpa da guerra, segundo os ingleses, ficará assim no general Molkte, o líder militar alemão que forçou a nota, forçando a declaração de guerra à França e arrastando assim a Grã Bretanha para a guerra.

Algo que merece um estudo continuo. Há muita coisa escrita e muitas responsabilidades que ainda hoje não foram atribuidas.
 

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HSMW

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #19 em: Agosto 01, 2014, 11:11:34 pm »
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Carlos Rendel

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)-Batalha da Jutlândia
« Responder #20 em: Agosto 22, 2014, 07:32:12 pm »
Agora que se comemora  o eclodir da Iª  Grande  Guerra  há  cem  anos  vem a propósito  lembrar  a única  batalha
marítima  travada no âmbito da guerra de  14-18. A Royal Navy  tinha  uma superioridade de  sete  para  quatro  em navios
de guerra  sobre  a Marinha de  Guerra  Alemã. No almirantado  em  Londres  o  pessoal  estava  de  semblante carregado,
ao  decifrar  uma mensagem,cujo  código , conhecido  dos  britânicos,  ordenava  peparação  para  combate.A proporção  de
navios  de    guerra  jogava  a favor dos  britânicos,ia por-se em disputa  quem alcançaria a vitória  na unica  batalha navaI Grande Guerra.Na verdade,havia uma certa  semelhança  no  destino  destes adversários,os  alemães petendiam evitar  o reabastecimento  do Reino Unido  com  matérias primas  dos aliados- daí  a importancia  da arma  submarina, enquanto os envoltos  em nações adversas,dependiam  do  mar para os  reabastecimentos.
O almirante Reinhart Scheer.novo comandante da frota,tem  como  objectivo  atraír  navios britânicos a   uma cilada,de imediato,ao largo da Noruega,uma  operação  de controle da marinha mercante.
Pelas escutas do IN,parece  que o navio "Hipper"irá  para o mar alto  nove horas antes da saída da frota (Scheer).O vice-
- almirante Sir  David  Beatty  ignora  que o Hipper  não está  a nove horas,mas  apenas a hora e meia da frota alemã.A  31 de Maio de 1916  os britanicos dão o "Alto" a  um navio mercante,quando se ouvem os disparos do "Galatea"."O  Von der Tann",com disparos colocados no "Indefatigable"  de cerca de mil homens,morrem  quase todos afogados.Passados dez minutos, o "Seydlitz e o "Derfflinger" bombardeiam o "Queen Mary"onde  irrompe o fogo.De 1 264 homens só  sobreviveram nove.Nesta batalha ainda há a registar o afundamento do  "Wiesbaden", o  "Lutzau" e o "Defflinger"atacam  o cruzador
"Defence",até este explodir (900 mortos) ,o "Lutzau" também afunda, arrastando consigo largas centenas de tripulantes.
Jellicoe aplica a manobra "Crossing the  T" para  detruir o adversário. Scheer ordena  a manobra em  180  graus e con-
segue  escapar à armadilha,voltando  para  casa.
Resumindo,quer política quer militarmente  ficou tudo na mesma (excepto os 8 648  desaparecidos). Hoje admite-se
para este combate naval na Jutlândia,uma indefenição,como  tão  comum  foi na frente ocidental.
CR
 

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Lightning

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)-Batalha da Jutlândia
« Responder #21 em: Agosto 22, 2014, 11:20:22 pm »
Citação de: "Carlos Rendel"
Agora que se comemora  o eclodir da Iª  Grande  Guerra  há  cem  anos  vem a propósito  lembrar  a única  batalha
marítima  travada no âmbito da guerra de  14-18.

Foi muitas coisas, mas única não.
http://en.wikipedia.org/wiki/Naval_warf ... I#Theaters
 

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Lusitano89

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #22 em: Setembro 02, 2014, 08:10:09 pm »
Investigadores procuram navio afundado por submarino ao largo de Sagres durante a I Guerra Mundial


Uma equipa do Centro de Investigação Naval da Marinha Portuguesa (CINAV) está a tentar localizar o veleiro italiano "Bienaimé Prof. Luigi", afundado pelo submarino alemão U-35 ao largo de Sagres, em abril de 1917, em plena 1.ª Guerra Mundial.

Os trabalhos de arqueologia naval que decorrem junto à costa algarvia são coordenados pelo comandante Augusto Salgado e pelo historiador Jorge Russo e comparticipados em 15 mil euros pela Câmara de Vila do Bispo. A vereadora com o pelouro da Cultura, Rute Silva, disse à agência Lusa que a comparticipação financeira é justificada “com a importância que os trabalhos representam, porque está a ser feito o registo arqueológico subaquático".

"A localização do veleiro italiano e a sinalização de vários navios e aviões afundados junto a Sagres permitirão catalogar e elaborar um roteiro com o objetivo de colocar a zona costeira nos mapas da primeira Guerra Mundial e promover o turismo de mergulho no concelho", indicou Rute Silva.
Os termos do apoio vão ser oficializados na quarta-feira, através de um protocolo que vai ser assinado entre a Câmara de Vila do Bispo e a Escola Naval da Marinha Portuguesa.

A viagem do veleiro italiano entre o Reino Unido e Génova (Itália) terminou no mar de Sagres, em 24 de abril de 1917, sendo um dos quatro navios afundados naquele dia pelo submarino alemão na costa portuguesa. De acordo com os historiadores, o U-35, um submarino imperial alemão comandado por Lothar von Arnauld de la Perière, já tinha afundado os navios Nordsöen, Torvore e Vilhelm Krag.

O historiador Paulo Costa relacionou alguns destroços encontrados no mar de Sagres com os dos navios, mas essa relação ainda não foi comprovada. O veleiro italiano continua com paradeiro desconhecido, indicando o diário de bordo do submarino alemão U-35 o seu afundamento numa posição a grande profundidade. Em 28 de maio, resultou infrutífera uma tentativa dos investigadores para localizar o navio a mais de 650 metros de profundidade, apesar de terem sido utilizados sondadores multifeixe e um 'ROV', um veículo subaquático controlado remotamente e que permite a observação do fundo do mar e de estruturas submarinas, utilizado pela primeira vez na arqueologia portuguesa.

Está previsto que os trabalhos para localizar os destroços do "Bienaimé Prof. Luigi" decorram até domingo.

Lusa
 

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Carlos Rendel

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #23 em: Setembro 08, 2014, 07:48:23 pm »
Caros foristas,

As águas de Sagres são profundíssimas e só para atingir o submarino  será  necessária  uma fortuna
que passará  pela  união  de esforços da comunidade  internacional.E, será  imprescindível que
haja pleno acordo, senão,não...  Já agora  faço  uma  pergunta  sem  malícia, o  que  esperam
os  nossos  cientistas  encontrar  nas  profundezas  que justifique  tal  dispêndio  de meios  e
tantos  riscos? Está  bem,sei  que vão  falar  na arqueologia  submarina,em  meia dúzia  de cacos
e  "c'est  tout". De resto não  creio  que o submersível comportasse  uma das armas  secretas de
Hitler para ganhar a guerra  no mar.E pronto. Aguardo  que surjam  mais elementos  que nos
desmintam,mas  a dúvida, ela aí  está , lançada ao  vento.

                                                                                                                                                cr
CR
 

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PereiraMarques

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #24 em: Setembro 08, 2014, 09:07:14 pm »
Citação de: "Carlos Rendel"
De resto não  creio  que o submersível comportasse  uma das armas  secretas de
Hitler para ganhar a guerra  no mar.

 :mrgreen:  O afundamento data de 1917!
 
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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #25 em: Setembro 08, 2014, 09:53:12 pm »
Citação de: "Carlos Rendel"
Caros foristas,

As águas de Sagres são profundíssimas e só para atingir o submarino  será  necessária  uma fortuna
que passará  pela  união  de esforços da comunidade  internacional.E, será  imprescindível que
haja pleno acordo, senão,não...  Já agora  faço  uma  pergunta  sem  malícia, o  que  esperam
os  nossos  cientistas  encontrar  nas  profundezas  que justifique  tal  dispêndio  de meios  e
tantos  riscos? Está  bem,sei  que vão  falar  na arqueologia  submarina,em  meia dúzia  de cacos
e  "c'est  tout". De resto não  creio  que o submersível comportasse  uma das armas  secretas de
Hitler para ganhar a guerra  no mar.E pronto. Aguardo  que surjam  mais elementos  que nos
desmintam,mas  a dúvida, ela aí  está , lançada ao  vento.

                                                                                                                                                cr
A equipa tenta localizar um dos 4 navios afundados pelo u-35 e catalogar outros destro¢os que se encontrem na area. O submarino referido foi o que mais sucesso teve na primeira guerra mundial da kiserliche marine e rendeu-se aos aliados em 26 de novembro de 1918. http://pt.m.wikipedia.org/wiki/SM_U-35


Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Carlos Rendel

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #26 em: Setembro 09, 2014, 12:06:48 pm »
Caros companheiros,lamento o lapso  em que incorri,de que peço desculpa.

     O que não significa  que para lá da  porta dos fundos  não existissem armas novas em  prepa-
     ração, de imediato  confiscadas pelos Aliados.Possívelmente davam matéria  para outro livro.
     Não sei se repararam  que desde cedo,as Forças Armadas do Reich  trabalharam  em novos
     projectos  em cooperação  com as Universidades o que torna mais explícita  a designação de
     Novas Armas.Veja-se a evolução rápida  da aviação, dos submersíveis,e da metralhadora.
     Cadernos de encargo elaborados no E.M. eram  facultados aos construtores  e depois seleccio
     nados.O professor  Messerschmidt  criou  o primeiro  caça a jacto, o Me-262,embora nesta
     tecnologia houvesse  outro  concorrente de peso  construído na fábrica da BMW em Berlim.


Cumprimentos aceites e devolvidos.cr
CR
 

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Alvalade

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #27 em: Dezembro 04, 2014, 05:47:49 pm »


Capitão Óscar Monteiro Torres com o seu Nieuport 17 na Escola de Aviação de Pau. As cocares do avião foram alterados (provavelmente para as cores nacionais).

Nieuport 17 com as cores francesas



Imagem tirada de http://www.portugal1914.org
 

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Alvalade

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #28 em: Fevereiro 01, 2015, 12:25:10 am »
 

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Lusitano89

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Re: Grande Guerra 1914-1918 (I) e (II)
« Responder #29 em: Fevereiro 16, 2015, 07:12:27 pm »
China não combateu na Grande Guerra mas a Flandres está cheia de cemitérios chineses




Já o armistício fora assinado e as armas se tinham calado e os trabalhadores chineses continuavam a morrer na Europa, a limpar os campos de batalha. É essa história que Luís Cunha conta.

É de acreditar que o assassínio do arquiduque Francisco Fernando, em Sarajevo, no início do verão de 1914, não tenha chegado aos ouvidos dos 140 mil trabalhadores chineses que tempos depois vieram para a Europa ajudar a produzir munições durante a Grande Guerra. Afinal, a Bósnia ficava longe e a morte do herdeiro do Império Austro-Húngaro um assunto de escassa importância para a jovem república chinesa, ameaçada pela guerra civil.

Talvez em Shandong, possessão alemã a sudeste de Pequim, fosse um pouco diferente, até porque não tardou a que o Japão, ao lado da Entente, ali atacasse os germânicos, aliados dos austríacos, ajudando a que um tiro disparado nos Balcãs se tornasse a Primeira Guerra Mundial. É do papel da China nesse conflito que fala este livro de Luís Cunha, investigador do Instituto do Oriente (ISCSP/UL).

Intitulado China na Grande Guerra, o estudo mostra como o gigante asiático, apesar de ter estado ao lado da Grã-Bretanha e da França contra as potências centrais, foi maltratado na Conferência de Versalhes, onde o Japão recebeu todas as atenções dos líderes ocidentais.

Foi preciso esperar até 1917 para a China declarar guerra à Alemanha, mas era uma neutralidade cooperante com a Entente aquela que os líderes republicanos tinham adotado desde o primeiro momento. Tanto os britânicos como os franceses, com falta de mão-de-obra por causa dos milhões de homens enviados para a frente, recrutaram logo trabalhadores chineses. Mas se eram úteis, e tiveram um papel digno no esforço de guerra, mesmo assim esses trabalhadores chineses, chamados de coolies, não deixaram de sofrer humilhações, como, depois de atravessar o Pacífico, terem de cruzar o Canadá em vagões fechados a caminho da costa atlântica. Era uma época marcada pelo fantasma do perigo amarelo, que levara até os Estados Unidos a excluir a imigração chinesa. Mesmo já na Europa, o racismo mantinha-se, apesar de ser menos notório da parte dos franceses.

DN
 

 

"Memórias da Guerra - 1961-1974"

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