Revolta no Mundo Árabe

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Duarte

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #15 em: Janeiro 31, 2011, 09:07:24 pm »
Citação de: "FoxTroop"
Os juros da tretas e canalhices da admistração dos neocons/GWB estão agora a ser bem pagos e somos nós aqui, na Europa, que estamos na cara do "bicho".

:conf:

Que tem uma coisa a ver com a outra?
 

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Vital

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #16 em: Janeiro 31, 2011, 09:21:05 pm »
Também imaginei que fosse por questões legais, pois de outro modo, muito provavelmente seriam enviados militares especializados de algum ramo das FA.
 

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Desertas

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #17 em: Fevereiro 01, 2011, 11:30:25 am »
Algumas notícias da RR.

Citar
Nunca antes do meio-dia (10h00 em Lisboa). O embaixador português no Cairo, Aristides Vieira, considera que só a partir dessa hora os portugueses que se encontram no Egipto serão levados para o aeroporto.


 
Portugueses já começaram a chegar à embaixada
À embaixada, já começaram a chegar os cidadãos que querem voltar para Portugal. “As pessoas irão chegando pelos próprios meios e depois será a embaixada a providenciar o transporte até ao aeroporto”, conta António Neves, jornalista da agência Lusa no Egipto, em serviço especial para a Renascença.

“Esta viagem poderá demorar bastante tempo, porque a estrada fica bastante congestionada com todo o tráfego carros, táxis, autocarros a caminho do aeroporto, de pessoas que tentam partir do Cairo para outros destinos”, adianta, explicando ainda que, “devido ao recolher obrigatório, há uma janela de cerca de seis horas durante a qual todo o tráfego aéreo do dia terá que se resolver.

A hora exacta de partida do C-130 que trará os portugueses para Lisboa não está, portanto, definida.

Ontem, o secretário de Estado das Comunidades, António Braga, garantia que, se necessário, se realizará na quarta-feira um segundo voo de repatriamento.

Citar
Um segundo C-130 da Força Aérea Portuguesa está já em Creta, na Grécia, pronto para repatriar mais cidadãos portugueses retidos no Egipto.

A Renascença sabe que este segundo aparelho saiu ontem de Portugal e que aguarda apenas por ordem do Ministério dos Negócios Estrangeiros para se dirigir para o Cairo.

A caminho da capital egípcia está já um outro aparelho da Força Aérea, para repatriar um primeiro grupo de cidadãos portugueses.

Este C-130 está preparado para transportar até 70 pessoas, que seguem a esta hora em dois autocarros para o aeroporto – uma viagem demorada, já que milhares de cidadãos tentam deixar o Cairo e, devido ao recolher obrigatório, só durante cerca de seis horas é que se fazem partidas e chegadas de aviões a este aeroporto.

À principal praça do Cairo continuam a chegar milhares de egípcios para um protesto contra o regime de Hosni Mubarak. A oposição espera reunir um milhão de pessoas.

http://www.rr.pt/informacao_detalhe.asp ... did=140129

Um Abraço
God and the soldier all men adore
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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #18 em: Fevereiro 01, 2011, 11:37:15 am »
Citação de: "Vital"
Alguém me esclarece, o porque de ser o GOE da PSP, a unidade escolhida para embarcar na aeronave da FAP que efectuará o repatriamento de portugueses no Egipto?
Cumprimentos

Porque se não estou em erro os mesmos vão ficar no Cairo a garantir a segurança da embaixada . Tarefa essa que normalmente é exercida pelo GOE, por vezes com o apoio do Corpo de Intervenção como aconteceu em Bagdad e Dili.

Um Abraço
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Cunha

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #19 em: Fevereiro 01, 2011, 08:43:34 pm »
Há quem defenda, e não obstante o facto de Persas Xiitas e Arabés Sunitas não se morderem desde a sucessão de Máomé, que estas revoltas em parte estão a ser fomentadas pelo Irão Xiita de modo a fazer cair os regimes Sunitas pró-EUA e pró-Israel tanto na Peninsula Arábica/Médio Oriente como no Norte de Africa.

O que é certo, é que os paises com problemas foram apenas aqueles que têm boas relações com os EUA, caso da Tunisia, Iémen e Egipto que é talvez o maior aliado dos EUA e de Israel no médio Oriente, e o fio da balança, juntamente com a Arábia Saudita.

Na Libia nada, se bem que o regime lá é muito mais opressivo como já foi dito e bem.

Pois bem se a queda de Mubarak representar uma transição por exemplo para um moderado como El-Baradei penso que os EUA/Israel não terão que se preocupar. A grande questão que se poe aqui, é se isto não será apenas um ponto de passagem para a instauração de regimes radicais islamicos no norte de África e no Médio Oriente, e ai as coisas complicam-se.

O próprio ayatola Khatami já se saiu com está.

Citar
Revolta no mundo árabe é repetição da Revolução Iraniana, diz aiatolá Ahmad Khatami
Publicada em 28/01/2011 às 11h23m
O Globo

TEERÃ - A queda do ex-ditador da Tunísia Zine al-Abidine Ben Ali e os protestos que se espalham por países como o Egito e o Iêmen são uma demonstração de que a Revolução Iraniana está sendo repetida, afirmou nesta sexta-feira o aiatolá Ahmad Khatami. O movimento derrubou a monarquia no Irã, em 1979, e passou o poder para os aiatolás. Até agora, as manifestações não assumiram caráter religioso nos países que enfrentam protestos.

- Um Oriente Médio Islâmico está tomando forma - disse Khatami durante seu sermão na reza de sexta-feira. - Um novo Oriente Médio está emergindo com base no Islã, (...) baseado na democracia religiosa.

O aiatolá afirmou que o ex-presidente da Tunísia, deposto em dezembro por uma revolta popular, copiou as políticas de xás iranianos que comandaram o país até a Revolução e teve um destino semelhante ao deles. A TV estatal iraniana tem veiculado uma extensa cobertura dos protestos em países árabes.

- Isso é tradição de Deus: aqueles que enfrentam a religião estão fadados ao fracasso - afirmou o religioso.

http://extra.globo.com/noticias/mundo/r ... 55163.html
Saudações Patrióticas.
 

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #20 em: Fevereiro 01, 2011, 09:01:08 pm »
Ainda vão chorar muito, pelo Mubarak  :twisted:
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Lusitano89

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #21 em: Fevereiro 01, 2011, 09:20:13 pm »
A contagem já começou
José Eduardo Moniz




O Norte de África está a ameaçar converter-se num anel de imprevisibilidade, mesmo às portas da Europa.

Foi em Nova Iorque, vestida de branco e cercada por um impenetrável abraço gelado, que acompanhei o eclodir da situação no Egipto. Aquilo que, no Ocidente, mais se receava está a acontecer. Depois da Tunísia, o país das pirâmides, das múmias e das esfinges está a ser abalado por ondas de contestação que varrem as ruas. Apear Mubarak da presidência e implantar um modelo assente em pressupostos democráticos parecem constituir os objectivos primordiais da agitação que tomou conta do Cairo e das principais cidades.

Ninguém arrisca um prognóstico sobre o que irá passar-se, mas todos sabem que, muito mais preocupante do que os actos de vandalismo que já se registaram, é não se saber prever o que resultará de tudo isso. O fantasma do fundamentalismo alastra na região e gera grossas nuvens de apreensão.

Quem se seguirá ao Egipto? A Argélia, já com a instabilidade a inflamar ainda mais as debilidades do sistema? A Líbia, controlada com mão de ferro por Kahdafi, um ditador no poder, há anos e anos? Marrocos, com instituições políticas igualmente frágeis?

O Norte de África está a ameaçar converter-se num anel de imprevisibilidade, mesmo às portas da Europa. Os ventos que por lá sopram apontam para mudanças dramáticas. Os tumultos que abalam o Egipto são consequência natural da falta de visão que circunscreveu o sistema político a um modelo autocrático e ferreamente controlado. Mais uma vez, a História se encarrega de demonstrar que nem tudo se controla pela força e que a lei da bala não substitui a capacidade de agir antecipando cenários. Eram muitos os sinais que deixavam transparecer um panorama explosivo.

O descontentamento das populações, nomeadamente, dos mais jovens, com a falta de perspectivas e de emprego, com a corrupção e o nepotismo, permitia perceber que o caldeirão em que o país se transformara acabaria por rebentar. Não tendo actuado de modo a condicionar e conduzir, ele próprio, a mudança que se antevia como inevitável, Mubarak é empurrado pela dinâmica das ruas para ajustamentos que se revelam insuficientes perante as circunstâncias. Em vez de reformar, o que se lhe depara é o caminho da reforma forçada. A preocupação que assola Washington e as capitais europeias tem razão de ser, em função dos interesses geopolíticos e do peso específico da região na economia mundial

Diário Económico
 

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cromwell

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #22 em: Fevereiro 01, 2011, 10:17:28 pm »
Citação de: "P44"
Ainda vão chorar muito, pelo Mubarak  :roll:
"A Patria não caiu, a Pátria não cairá!"- Cromwell, membro do ForumDefesa
 

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Lusitano89

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #23 em: Fevereiro 01, 2011, 10:49:35 pm »
Egipto. O que está à vista? Mudança de liderança ou de regime? (Actualização 1)
Alexandre Reis Rodrigues
 

 
Até há nove dias atrás - ainda não tinham começado as manifestações de protesto - a grande prioridade da comunidade ocidental era a preservação da estabilidade no Egipto. O tempo de alguma pressão sobre Mubarak para “abrir” o regime, de que Bush foi um dos protagonistas, não resistiu ao desfecho das eleições na Palestina que deu a vitória ao Hamas. Acabaram por prevalecer as preocupações sobre a segurança de Israel, de que o Egipto se tinha tornado pedra-chave em 1978, data do Acordo de Paz, a prioridade do combate ao terrorismo e islamismo radical, e a segurança das fontes de abastecimento de petróleo na região.

Agora pretende-se uma transição ordeira para um regime democrático, uma «verdadeira democracia e um diálogo nacional», para usar as próprias palavras da Secretária de Estado americana; mas com uma ressalva: a de que não resulte daí um «regime que fomente a violência e o caos», acrescentou depois Hilary Clinton. Faz sentido a preocupação mas não se sabe como isso poderá ser garantido, quando a principal força da oposição é a Irmandade Muçulmana que não dá essa garantia e não se vêm outros movimentos políticos com força suficiente para evitar esse desfecho de uma forma democrática.

Mubarack, entretanto, deu mais uma contribuição para evitar que a oposição se una, encarregando o recentemente nomeado Vice-Presidente (Suleiman) de vir a público para mostrar disponibilidade do regime para falar com a oposição e prometer a repetição das eleições de Novembro para o Parlamento em todos os distritos onde os tribunais reconheceram ter havido fraudes. Recorde-se que o Partido de Mubarack garantiu então a ocupação de 209 dos 211 lugares possíveis no Parlamento. A facção pragmática da oposição verá aqui uma saída da crise mas as outras continuarão, muito provavelmente, a insistir que só aceitam negociar directamente com os militares.

A divisão da oposição pode interessar directamente a Mubarak mas dificilmente interessará ao País. A Mubarak pode vir a permitir-lhe ter argumentos, em face da continuação prolongada do caos de que a população não gosta (principalmente quando o pão aumentou quatro vezes de preço nos últimos dias), para actuar ao seu estilo contra os que não se mostrem disponíveis para entrar em acordos. Ao País em geral e em particular para os que desejam voltar ao seu dia a dia tão cedo quanto possível não interessa porque a falta de um representante único dos descontentes vai prolongar o impasse em que o País se encontra. Mubarack pode ter a expectativa de que o prolongamento da situação vai cansar os que protestam e a seu tempo causar baixas por desistência mas pode acontecer exactamente o contrário: aumentar a impaciência e agravar-se o conflito.

Estará o Exército à altura de conter a crise? Para já contenta-se em manter uma estabilidade mínima marcando claras linhas vermelhas de protecção das instituições. Não contando com a polícia para o primeiro controlo da segurança do país e não desejando pôr em causa o crédito de prestígio de que desfruta na população, não lhe resta senão tentar contemporizar o mais possível. Até quando? Provavelmente até ao momento que se sentir que a sua autoridade fica irremediavelmente em causa.
 
Jornal Defesa
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #24 em: Fevereiro 02, 2011, 10:39:35 am »
Citação de: "Duarte"
Citação de: "FoxTroop"
Os juros da tretas e canalhices da admistração dos neocons/GWB estão agora a ser bem pagos e somos nós aqui, na Europa, que estamos na cara do "bicho".

:conf:

Que tem uma coisa a ver com a outra?

Está tudo relacionado.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #25 em: Fevereiro 02, 2011, 05:19:04 pm »
Citação de: "cromwell"
Citação de: "P44"
Ainda vão chorar muito, pelo Mubarak  :roll:


Se o Norte de África cair nas mãos dos fundamentalistas...
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #26 em: Fevereiro 02, 2011, 05:58:49 pm »
Gás lacrimogéneo e "cocktail molotov" em confrontos entre manifestantes
02 de Fevereiro de 2011, 17:18

O discurso de ontem do presidente egípcio Hosni Mubarak parece ter incendiado os ânimos nas ruas do Cairo. Granadas de gás lacrimogéneo e bombas incendiárias improvisadas foram hoje lançados na zona dos confrontos entre manifestantes contra e pró-Hosni Mubarak. Há pelo menos 500 feridos.



A praça Tahrir, no Cairo, tem sido o epicentro das manifestações contra o regime e é hoje palco de uma onda de violência entre manifestantes pró e contra Mubarak.

Após terem sido ouvidos disparos tornou-se visível uma nuvem branca de gás lacrimogéneo na zona da batalha campal em que manifestantes que apoiam o presidente egípcio tentam forçar a entrada na Praça Tahrir envolvendo-se em confrontos com manifestantes anti-regime que lhes impedem a passagem.

Testemunhas indicaram à Agência Lusa que terão também sido lançados "cocktail molotov" na zona dos confrontos, onde os manifestantes dos dois lados lançam pedras uns contra os outros.

Pelo menos 500 pessoas ficaram feridas, informaram fontes médicas à AFP.

A Agência France Press (AFP) dá conta de centenas de pessoas que protestavam contra o presidente Hosni Mubarak que ficaram feridas a pedradas em confrontos com partidários do regime.

Uma equipa de reportagem da CNN foi também agredida ao ficar retida entre os dois grupos opositores.

Os correspondentes da AFP no local relataram ainda que partidários do presidente egípcio Hosni Mubarak atiravam blocos de pedra sobre os manifestantes da oposição, do telhado de prédios que dão para a praça, que se tornou nesta quarta-feira um campo de batalha entre os dois lados.

Os apoiantes de Mubarak foram também avistados em cima de cavalos e camelos a agredir os protestantes anti-governo.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, já veio condenar a violência, considerando "inaceitável" qualquer ataque contra manifestantes pacíficos no Egipto. "Estou profundamente preocupado com a violência contínua no Egipto", declarou Ban, que está em Londres.

"Qualquer ataque contra os manifestantes pacíficos é inaceitável e eu condeno-o energicamente", acrescentou, pedindo "moderação" a todas as partes envolvidas.

@AFP

http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1126639.html
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Cunha

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #27 em: Fevereiro 03, 2011, 01:42:37 am »
Saudações Patrióticas.
 

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Cunha

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #28 em: Fevereiro 03, 2011, 01:44:08 am »
Saudações Patrióticas.
 

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Miguel

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Re: Revolta no Mundo Árabe
« Responder #29 em: Fevereiro 03, 2011, 06:13:10 pm »
Por volta do 20 deste mes, inicia as manifestaçoes em Marrocos.

Alguem se lembra quando cerca de 6/8 anos eu tinha previsto estes acontecimentos no Norte de Africa? Ate tinha feito uma ficçao Tempestade Dom Sebastiao  :mrgreen:
 

 

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