Portugal vai ter meios modernos para combate a catástrofes

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Fábio G.

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Portugal vai ter meios modernos para combate a catástrofes
« em: Agosto 03, 2004, 11:01:40 am »
DD

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Portugal vai ter meios modernos para combate a catástrofes

Portugal vai passar a dispor, já a partir de 2006, de equipamentos dos mais potentes e modernos para intervenções de emergência e socorro em situações de desastre e grandes catástrofes. A notícia é avançada na edição desta terça-feira do jornal Diário de Notícias.



A iniciativa parte de uma entidade privada sem fins lucrativos, a Fundação de Ensino e Resposta a Desastres (FERD), a qual pretende estacionar no aeródromo da Covilhã dois aviões anfíbios multimissões, capazes de reunir cada um a capacidade de quatro Cannadair no combate a incêndios florestais, além de cinco helicópteros pesados multifunções e dois planadores topo de gama para vigilância aérea.
A revelação foi feita ao DN pelo secretário executivo da FERD, Miguel Antunes, o qual anunciou ainda a construção de um campo de treino, já em 2005, no Biscainho, em Coruche, distrito de Santarém, onde existirão meios específicos de socorro, alguns vocacionados para situações de inundação – muito frequentes naquela região -, como lanchas rápidas, uma máquina de encher sacos com areia para travar as inundações e superbombas de água.

Para além destes meios, no campo de treinos, com uma área de 100 mil metros quadrados, existirá uma unidade táctica com lagartas – semelhante a um tanque de guerra – para combater incêndios florestais em zonas sem acessos. O veículo possui uma pá de abrir terreno à frente, para além de lançar jactos de água até 80 metros.

A frota incluirá ainda seis veículos anfíbios multifunções com tracção 8x8, hovercrafts e barcos pneumáticos para 30 pessoas, sendo que no campo será criado igualmente um centro de logística com equipamentos e bens para ajudas humanitárias e apoio a desastres, como cobertores, tendas, alimentos, água, sanitários, roupa e colchões.

Será também nesta infraestrutura que a fundação pretende desenvolver outra faceta da sua missão, as acções de formação, nas quais o secretário executivo da FERD espera ter «seis mil alunos anualmente», cumprindo cursos que serão pagos.

Segundo Miguel Antunes, a FERD, fundação que já está registada e será em breve oficialmente constituída, ficará incluída numa plataforma a nível mundial que integra entidades congéneres nos cinco continentes, às quais os governo poderão recorrer, sempre que necessário, pagando pelos seus serviços.

O projecto passa pela troca de informação, experiências e partilha de meios e equipamentos entre todas as fundações da plataforma, no sentido de se complementarem umas às outras a nível internacional. Porque «todos estes equipamentos são muito caros, é preciso rentabilizá-los e não os deixar sem funcionar», recorda o secretário-executivo da FERD.

03-08-2004 10:52:06
 

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Fábio G.

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(sem assunto)
« Responder #1 em: Agosto 03, 2004, 11:13:29 am »
DN

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Resposta a catástrofes mais rápida em 2006
DANIEL LAM
A partir de 2006, Portugal vai ter, sedeados em Coruche e na Covilhã, equipamentos dos mais potentes e modernos para intervenções de emergência e socorro em situações de desastre e grandes catástrofes. Daqui a dois anos, se se repetirem os incêndios florestais, já não será necessário ficar à espera que cheguem meios aéreos de outros países. Para fazer face às inundações que se repetem todos o anos na zona de Santarém também haverá respostas mais eficazes.

No aeródromo da Covilhã ficarão estacionados dois aviões anfíbios multimissões, reunindo cada um a capacidade de quatro Canadair no combate a incêndios florestais, além de cinco helicópteros pesados multifunções e dois planadores topo de gama para vigilância aérea, revelou ao DN o secretário executivo da Fundação de Ensino e Resposta a Desastres (FERD), Miguel Antunes, entidade privada que detém e gere estes meios a nível mundial.

A fundação, que já está registada e em breve será oficialmente constituída (ver texto em baixo), ficará incluída numa plataforma a nível mundial que integra entidades congéneres nos cinco continentes. O projecto defende a troca de informações e experiências e a partilha dos meios e equipamentos entre todas as fundações desta plataforma, no sentido de se complementarem umas às outras a nível internacional.

E porque os acidentes e catástrofes são cada vez mais violentos, não se pode, por exemplo, continuar a combater os incêndios florestais com os meios tradicionais. É preciso «atacá-los» com equipamentos muito mais potentes e pesados. Por isso mesmo, a FERD - tal como as suas congéneres - aposta em «tudo o que há de melhor e mais eficiente», diz o mesmo responsável.

Segundo explicou, porque todos estes equipamentos «são muito caros, é preciso rentabilizá-los e não os deixar sem funcionar». A título de exemplo, lembrou que «os grandes incêndios na América Latina ocorrem quando na Europa é Inverno, pelo que os meios de combate a fogos existentes nas fundações europeias podem ser mobilizados para operar lá. Assim, os equipamentos não ficam parados e estão sempre a trabalhar».

No campo de treino que, já em 2005, começa a ser construído numa área de cem mil metros quadrados no Biscainho, em Coruche, distrito de Santarém, haverá meios específicos de socorro, alguns vocacionados para situações de inundação - muito habituais naquela região -, como lanchas rápidas, uma máquina de encher sacos com areia para travar o avanço da água e superbombas de água.

Além disso, neste campo também haverá uma unidade táctica com lagartas - semelhante a um tanque de guerra - para combater incêndios florestais em zonas sem acessos. Tem uma pá à frente para abrir terreno e poder avançar, lançando água até 80 metros.

A frota inclui ainda seis veículos anfíbios multifunções com tracção 8X8, hovercrafts e barcos pneumáticos para 30 pessoas.

No mesmo campo será criado um centro de logística com equipamentos e bens para ajudas humanitárias e apoio a desastres, como cobertores, tendas, alimentos, água, sanitários, roupa e colchões.

No aeródromo da Covilhã, a pista vai ser ampliada cerca de 200 metros para fazer parte da «plataforma internacional de resposta aérea a emergências e desastres, com especial relevância para aviões e helicópteros pesados», disse Miguel Antunes, adiantando que esta «infra-estrutura é fundamental para trabalho de apoio e manutenção e para o treino de pilotos».
 

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Tiger22

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« Responder #2 em: Agosto 03, 2004, 11:14:33 am »
São os Thunderbirds e afinal são portugueses :)
"you're either with us, or you're with the terrorists."
 
-George W. Bush-
 

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« Responder #3 em: Agosto 03, 2004, 03:35:58 pm »
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No aeródromo da Covilhã ficarão estacionados dois aviões anfíbios multimissões, reunindo cada um a capacidade de quatro Canadair no combate a incêndios florestais


Beriev?  :?:
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

 

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