Actividade Operacional/Exercícios

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Pedro Monteiro

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #165 em: Abril 15, 2015, 12:43:51 am »
Versão com radar de vigilância, sim. Basicamente vão todas as versões do ERec incluindo posto de comando, vigilância de campo de batalha, socorro, ICV com Browning 12.7mm em reparo manual e remoto, IFV com torre SP30 e ambulância. Como falta capacidade de tiro curvo com a Pandur pois não receberemos os porta-morteiro, vão três Chaimite com morteiro de 81mm. A capacidade anti-carro é assegurada com o sistema Milan transportado a bordo do da ICV-RCWS.

Citar
• Os meios projetados para esta operação pela Recce Coy foram os seguintes: 41 viaturas militares, 10 atrelados e 15 contentores, das quais 23 viaturas blindadas PANDUR II 8x8 (06 Infantry Fighting Vehicle; 06 Infantry Carrier Vehicle; 04 Infantry Carrier Vehicle Remote Weapon System; 03 Reconnaissance Vehicle; 02 Command Post Vehicle; 01 Medical Evacuation e 01 Recovery Vehicle), 03 VBR CHAIMITE V600 Porta-Morteiros e 15 viaturas táticas não blindadas (ligeiras, médias e pesadas).
• As atividades iniciaram-se por volta das 04h00 do dia 23 de março, no Regimento Cavalaria nº6 (RC6), com o deslocamento de três unidades de marcha e chegada ao Porto de Leixões pelas 06h00. No cais de embarque, as viaturas foram organizadas de acordo com o plano de carregamento do navio, tendo os trabalhos de estiva sido iniciados por volta das 08h00. As viaturas e os atrelados foram içados individualmente e acondicionados no porão do navio, tendo esta tarefa terminado pelas 20h00. Os contentores com o restante material foram embarcados, durante a manhã de 24 de março. O acompanhamento do material é feito por dois militares da Recce Coy que se encontram a bordo do navio.
• Após ter terminado a operação de embarque de todo o material no navio, este zarpou pelas 12h45 do Porto de Leixões em direção ao Porto de Klaipeda na Lituânia, onde se prevê a sua chegada em 01 de abril.

Cumprimentos. Pedro Monteiro
 
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #166 em: Abril 16, 2015, 10:15:58 pm »
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Militares portugueses vão ajudar no combate ao Estado Islâmico
António Mateus/ Osvaldo Simões


Os Estados Unidos consideram decisiva a participação dos militares portugueses para ajudar no combate ao Estado Islâmico. Em entrevista à RTP, o representante especial de Barack Obama para a coligação internacional explicou o que se espera de Portugal na formação das tropas iraquianas. 30 militares portugueses vão partir em breve para o Iraque.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=820707&tm=9&layout=122&visual=61
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #167 em: Abril 18, 2015, 02:57:34 pm »
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EXERCÍCIOS MILITARES “MARTE/SATURNO15”
O acantonamento dos militares que integram os exercícios em título ficou hoje concluído.
Os 800 militares e 160 viaturas, estão distribuídas pelo concelho, podendo ser vistos em:
- Junto ao Estádio Municipal;
- No campo de futebol do Espinho e o Comando junto do Club Recreativo, ambos em São Joaninho;
- No campo de futebol e no Club Recreativo de Treixedo, e
- No campo de futebol do União Desportivo da Cancela.
É destes postos de comando e observação que partirão os soldados e veículos para os vários exercícios a desenvolver no nosso concelho.
Dos exercícios a desenvolver, destaque para as obras de reabilitação externa do mercado municipal e de dois estradões de acesso à Ecopista, sendo um em Treixedo e o outro em Nagosela.









Fonte: www.facebook.com/cmscdao?pnref=story
 

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nelson38899

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #168 em: Abril 18, 2015, 03:11:21 pm »
Diz que a casa começa-se pelas fundações e uma dessas fundações no exercito são os seus veículos tacticos, como os camiões de transporte e esses na minha opinião já estão na hora de serem mudados.

por este Renault Kerax 410



ou este da mercedes



ou este que foi utilizado por nós no afeganistão

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #169 em: Abril 21, 2015, 02:52:45 pm »
Citar
Revelação foi feita pelo embaixador dos EUA que é representante adjunto do presidente Barack Obama para a coligação internacional. Portugal decidiu em dezembro, mas mantinha a operação em segredo.
Os portugueses sabiam desde dezembro que o país iria apoiar a coligação internacional que vai combater o chamado Estado Islâmico. Mas não como, quando, onde, com quem e por quanto tempo. Descobriram agora, numa entrevista dada em Lisboa pelo representante adjunto do presidente Barack Obama para a coligação internacional contra o chamado Estado Islâmico.
Segundo o embaixador Brett McGurk, numa entrevista que a RTP1 divulgou parcialmente na passada quinta-feira, "a iniciativa de treino em que Portugal vai participar é muito importante porque as forças de segurança iraquianas entraram em colapso no verão passado".
Ora o Conselho Superiro de Defesa Nacional (CSDN), de acordo com o comunicado da reunião de dezembro passado, apenas "analisou e deu parecer favorável [...] à possibilidade de participação na coligação multilateral no Iraque, no quadro da formação e treino militar".
Na reunião seguinte, a 12 de março, o CSDN comunicou que "deu parecer favorável às seguintes propostas do Governo: participação de oito militares, durante um ano, na operação da UE na República Centro Africana, para apoio às autoridades deste país nos setores da segurança e da gestão das suas forças armadas; participação adicional de um navio Patrulha Oceânico, no âmbito da missão no Golfo da Guiné, aprovada na anterior sessão do Conselho."
Nada sobre a missão em concreto para o Iraque e com quantos militares. Acresce que também não consta da agenda da reunião de quarta-feira do CSDN, segundo diferentes fontes ouvidas pelo DN.
Segundo os dados obtidos pelo DN, há "30 militares do Exército" prontos a ir para o Iraque, por um período inicial de seis meses e para ficarem aquartelados na área de Bagdade. A sua segurança e dos militares dos outros países está a cargo dos EUA e da Espanha, as nações que lideram o grupo onde Portugal se integra.
Os militares aguardam apenas as autorizações de sobrevoo dos países em rota para partir, em princípio numa aeronave militar C-295 da Força Aérea - o que significa que as Forças Armadas receberam instruções para avançar do Governo e que este teve luz verde do CSDN e do Comandante Supremo das Forças Armadas, Cavaco Silva.
Recorde-se que o CSDN reúne esta quarta-feira para autorizar o envio de caças F-16 para uma missão da NATO na Roménia, anunciada pelas autoridades de Bucareste uma semana antes da reunião de março do Conselho - quando o Presidente da República ainda desconhecia a sua realização e qual a composição dessa nova força nacional destacada, o que originou um enorme mal-estar entre Belém e São Bento.
O DN não obteve até agora respostas da Presidência da República nem do Ministério da Defesa sobre a posição do CSDN em relação a esta missão do Iraque.
"Acho muito estranho que essa missão não seja divulgada. É inédito, porque o CSDN divulga sempre" o envio das missões militares para o estrangeiro, comentou ao DN o tenente-coronel paraquedista Miguel Machado, autor do site Operacional, especializado em matérias de Defesa.
"Deve haver uma atitude de transparência e a população tem de ser informada sobre o que as Forças Armadas fazem. Aqui não parece haver questões de segurança, pois é uma missão igual a tantas outras e onde todos os países que participam têm divulgado", observou Miguel Machado.
O apoio de Portugal à coligação internacional, que o embaixador norte-americano Brett McGurk disse já envolver mais de 60 países, foi assumido pelo governo no verão passado. Estando por analisar e decidir os termos dessa participação, foi afastada a possibilidade de envolvimento dos militares portugueses em operações de combate.

dn.pt
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Alvalade

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #170 em: Abril 21, 2015, 03:32:21 pm »
CEMGFA:

Contingente de 30 militares que vai dar apoio e treino às forças iraquianas num complexo espanhol em Bagdad.
 

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Menacho

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #171 em: Abril 21, 2015, 08:58:11 pm »
Citação de: "Alvalade"
CEMGFA:

Contingente de 30 militares que vai dar apoio e treino às forças iraquianas num complexo espanhol em Bagdad.


ASI ES LA BASE ESPAÑOLA GRAN CAPITAN.

Citar
El trabajo continuado, desde hace dos meses, de los setenta efectivos de Ingenieros, de la Unidad de Apoyo al Despliegue en Iraq, está dando su fruto y, sobreponiéndose a las dificultades que conlleva la ejecución de un proyecto de esta envergadura tan lejos de España, la Base Gran Capitán ya empieza a ser una realidad.

Planificada sobre una superficie de unos 45.000 metros cuadrados, la Base ha sido diseñada para albergar a unas 450 personas, con una infraestructura final que ha de cumplir todos los requisitos de seguridad, vida y trabajo, para el cumplimiento de la misión.



Localizada en las proximidades de la localidad iraquí de Besmayah, a unos 60 kilómetros al sur de Bagdad y situada en el interior de una importante zona de adiestramiento militar, diseñada en su momento por militares estadounidenses, la Base Gran Capitán se encuentra contigua a una base militar iraquí, en las cercanías del área de vida y adiestramiento del personal a instruir, y a no mucha distancia de la base americana, Fob Hammer... En principio la base española está situada en una “zona segura” en la que, para acceder a ella, hay que superar un gran número de controles, “check point”, y vigilancias de zona, cuyo propósito es el de disuadir, detectar y dificultar, en lo posible, la infiltración y el avance hasta el área de habitabilidad de cualquier elemento hostil.

No obstante y aun disfrutando de una situación de normalidad, teniendo en cuenta el escenario en el que viven y trabajan los soldados españoles, la construcción de instalaciones de seguridad y protección del personal, han ocupado el 85% del tiempo de trabajo del equipo de Ingenieros y de los recursos invertidos hasta el momento. Entre esas medidas destaca la demarcación de todo el perímetro de las instalaciones españolas con los famosos “T walls”, unos bloques de hormigón con una base en forma de “T” y que, colocados en vertical, miden casi cuatro metros de altura… A esto hay que añadir la instalación de torres de vigilancia, también de hormigón, distribuidas por todo el contorno.

También, en el interior del recinto, los “T walls” delimitan las diferentes zonas y compartimentan los espacios dando protección a cada edificio, construcción o habitáculo de campaña… Además, repartidos por toda la Base, los refugios para personal, fabricados con hormigón armado, y planificados para aguantar un eventual ataque con granadas o morteros, completan las instalaciones destinadas a proporcionar seguridad a los soldados españoles.



En palabras del teniente coronel César De Cea, Jefe de la Unidad de Apoyo al Despliegue y, por ello, responsable del equipo de Ingenieros que está llevando a cabo el esfuerzo principal en la construcción y el acondicionamiento de la Base, “después de dos meses de duro trabajo, las instalaciones están ahora mismo a casi un cuarenta por ciento y calculamos que nuestra tarea podría estar concluida dentro de otros tres meses”…

Aunque de momento ha primado la seguridad sobre todo lo demás, lo cierto es que el proyecto urbanístico de la Base recoge varias zonas claramente diferenciadas, como son la de mando y control, seguridad, vida y servicios… Un área logística que incluye zonas de abastecimiento y mantenimiento… Una zona de alimentación… Y un área de recreo que incluiría, entre otras instalaciones, un gimnasio, un locutorio de internet, una tienda, una biblioteca y un bar/cafetería…

Entre las muchas dificultades que ha habido que ir salvando durante estos dos meses, el tcol. De Cea destaca la escasez de materiales disponibles en zona y lo problemático que resulta conseguir lo necesario, con los parámetros de calidad exigibles, en cada momento.

Debido a las condiciones de calor extremo en donde se ubica la Base, una zona predesértica muy árida, el tcol. De Cea considera como el factor de planeamiento más importante, el de asegurar el adecuado suministro de energía eléctrica que permita atender holgadamente, entre otras necesidades, la climatización de todas las áreas y zonas de la Base. En principio esta necesidad quedará cubierta mediante la instalación y puesta en marcha de ocho potentes generadores. Además, para garantizar las condiciones de salubridad del agua que se destine a uso sanitario, la Base dispondrá en breve de una planta potabilizadora propia.

Comparada con otras bases españolas en el exterior, se podría decir que la Base Gran Capitán es de las más pequeñas en cuanto a la proporción entre personal que la habita y extensión de terreno disponible… Puede que, precisamente, ese sea su mayor inconveniente. Además de los soldados españoles allí desplegados, cuyo número ronda los trescientos, también allí, dentro de poco tiempo, deberán de alojarse unos cincuenta soldados estadounidenses y otros cuarenta soldados portugueses… Pero para contrarrestar su mayor inconveniente, el teniente coronel De Cea destaca, a su juicio, la mayor virtud de la Base: “Es una base muy funcional, construida con un coste mínimo y máximo aprovechamiento del espacio”.

La Unidad de Apoyo al Despliegue

El principal activo de esta Unidad es la polivalencia y calidad profesional de su personal. Formada sobre la base del Regimiento de Especialidades de Ingenieros nº 11 de Salamanca (de hecho 67 de sus 70 componentes proceden de esta Unidad), el personal que la integra atesora una dilatada experiencia en misiones internacionales, habiendo desplegado en todas las que ha participado España en los últimos veinte años. En la Unidad ahora desplegada en Iraq, hay miembros que acumulan hasta diez misiones internacionales.

En cuanto a capacidades, la Unidad puede redactar y controlar los proyectos de obra, incluyendo el control de trabajos y dirección técnica de empresas y trabajadores civiles, y también, la ejecución de trabajos de construcción, instalaciones de fontanería y saneamiento, o instalaciones eléctricas.



Fuente:emad.mde.es


Sean bemvidos... :G-beer2:
 
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #172 em: Abril 25, 2015, 02:03:04 pm »


Citar
Lithuanian Defense Minister Juozas Olekas (4th R) talks with soldiers participating in the "Flaming Thunder 2015" international artillery drill in Pabrade, Lithuania, on April 22, 2015.
The two-week long "Flaming Thunder 2015" international artillery drill kicked off on April 13, attracting Lithuania, the United States, Portugal and Poland. (Xinhua/Alfredas Pliadis)

 :arrow: http://www.militaryphotos.net/forums/sh ... ost7634800
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #173 em: Abril 25, 2015, 06:02:32 pm »
Descobri um vídeo:


A bela V-600 a partir dos 1:25.
 :G-beer2:
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #174 em: Maio 01, 2015, 04:46:55 pm »
onde estão os MILAN  não percebi?
 

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Pedro Monteiro

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #175 em: Maio 01, 2015, 07:18:21 pm »
Citação de: "diogo13350"
onde estão os MILAN  não percebi?

São transportados a bordo dos ICV-RCWS. Cumprimentos. Pedro Monteiro
 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #176 em: Maio 06, 2015, 05:00:42 pm »
Militares que vão combater grupo Estado Islâmico partem na quarta-feira para o Iraque


 :arrow: http://www.sapo.pt/noticias/militares-q ... 972d5e7c7a
Citar
Os 30 militares do Exército que vão para o Iraque colaborar no combate ao movimento extremista Estado Islâmico (EI) partem na quarta-feira do aeródromo de Figo Maduro, anunciou hoje o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).


Partiam... Fica para amanhã à mesma hora.
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nelson38899

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #177 em: Maio 06, 2015, 10:30:26 pm »
Citar
Os trinta operacionais, entre oficiais, sargentos e praças, partiram hoje.

O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) admitiu hoje riscos na operação que trinta militares do Exército português vão desempenhar no Iraque, colaborando no combate ao movimento extremista Estado Islâmico (EI), mas assumiu confiança no desempenho.

"Não há nenhuma missão militar isenta de riscos. Basta olhar para o ambiente que se vive naquela região e naturalmente que é uma missão de risco", disse o general Pina Monteiro, questionado pela Lusa, em Luanda, à margem da reunião das chefias militares dos países lusófonos.

Os trinta operacionais, entre oficiais, sargentos e praças, partiram hoje de Portugal e a missão do contingente nacional, de formação, insere-se na coligação internacional de combate ao EI, tendo uma "duração prevista de um ano", segundo informação do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).

"Para eles, a mensagem é de que acredito neles, na sua capacidade, na sua competência, e vão com certeza honrar o nome de Portugal e das Forças Armadas Portuguesas", sublinhou o general Pina Monteiro.

Os militares portugueses irão apoiar a formação e treino das forças armadas iraquianas, em conjunto com uma força de Espanha.

"É naturalmente uma missão arriscada, como muitas outras, mas em função disso é que vão militares e não vão outros cidadãos, que não usam uniforme", enfatizou o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas.

"O risco está acautelado, o risco está ponderado e vão trabalhar em condições que à partida oferecem as condições para cumprirem a sua missão", concluiu o general Pina Monteiro.

O ministro dos Negócios Estrangeiros português Rui Machete confirmou no passado dia 21 de abril esta operação, mas a decisão sobre o envio de militares portugueses para o Iraque foi tomada na reunião de 16 de dezembro de 2014 do Conselho Superior de Defesa Nacional.

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=4552463&page=-1
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #178 em: Maio 08, 2015, 04:30:20 pm »
Besmayah. Conheça a base iraquiana para onde seguiram 30 militares portugueses

 Numa zona semidesértica próxima de Bagdade, os espanhóis estão a construir uma base que também serve de abrigo aos 30 militares do Exército que seguiram esta semana para o Iraque.

Carlos Abreu

Pó e calor. Muito. Mesmo muito. Foi isto que os 30 militares do Exército que seguiram esta quinta-feira para Bagdade tinham à sua espera. A base onde ajudarão a formar, durante um ano, os operacionais iraquianos que hão de combater o autodenominado Estado Islâmico (Daesh), fica situada numa zona semidesértica, junto à localidade de Besmayah, a sueste da capital, Bagdade. Temperatura máxima prevista para esta sexta-feira: 40 graus Celsius. E não há sombras para ninguém.

Para além do pó e do calor, os portugueses também tinham à sua espera os militares espanhóis. Desde finais de janeiro que por aqui estão a construir, numa área equivalente a 4,5 campos de futebol, as instalações com capacidade para acolher, em segurança e com o conforto possível, 450 homens e mulheres.

Em bom rigor, a base espanhola fica no interior de um vasto centro de instrução militar, concebido pelos militares norte-americanos durante a Guerra do Iraque (2003-2011). Nas proximidades situa-se o quartel que abriga os instruendos iraquianos. Os americanos também estão de volta e a sua base, Fob Hammer, não fica longe.

A primeira unidade iraquiana, a Brigada 75 do Exército, concluiu as seis semanas de instrução, ministrada por americanos e espanhóis, a 5 de março. Nove dias depois, a 14, um sábado, entraram em cena, durante sete semanas, 1200 homens da Brigada 92. Até ao verão, os 208 legionários do Exército espanhol em Besmayah, apoiados pelos 30 portugueses, deverão instruir 5000 soldados iraquianos, revela o site “The Diplomat in Spain”, fazendo eco dos planos do Ministério da Defesa em Madrid.

Para chegar até à base espanhola, informa o Estado-Maior-General das Forças Armadas do país vizinho, “é preciso transpor um grande número de postos de controlo que pretendem dissuadir, detetar e dificultar, na medida do possível, a infiltração e o avanço até estas zonas de qualquer elemento hostil”.

Na quarta-feira, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas reconheceu que os portugueses estariam em risco. “É naturalmente uma missão arriscada, como muitas outras, mas em função disso é que vão militares e não vão outros cidadãos, que não usam uniforme”, disse à Lusa, em Luanda, o general Pina Monteiro. "O risco está acautelado, o risco está ponderado e vão trabalhar em condições que à partida permitem cumprir a sua missão", concluiu. Mas voltemos a Besmayah.
Betão e mais betão, à prova de morteiros e granadas

Durante os primeiros dois meses de construção, os aspetos relativos à segurança ocuparam cerca de 85% do tempo de trabalho dos cerca de 70 militares do Regimento de Engenharia n.º 11, de Salamanca. O perímetro começou a ser delimitado com os conhecidos “T walls” – blocos de betão em forma de “T” que colocados na vertical medem quatro metros de altura. Para vigiar e prevenir eventuais ataques do exterior foram erigidas, em betão, claro, várias torres de vigia.

No interior do recinto, também foram utilizadas “T walls” para proteger diferentes zonas, aumentado a segurança dos edifícios, tendas de campanha ou equipamentos aí instalados. Por toda a base, foram ainda construídos diversos abrigos, também em betão, à prova de morteiros e granadas, informa o Estado-Maior-General espanhol.

Em meados de abril, o tenente-coronel César de Cea, comandante da Unidade de Apoio ao Destacamento e principal responsável pelos militares do Regimento de Engenharia n.º 11, esclarecia que apesar das dificuldades sentidas para encontrar alguns materiais de construção 45% o projeto estava feito e que para concluí-lo precisaria de mais três meses. Tempo para pôr de pé as zonas de abastecimento, manutenção, alimentação e uma área de recreio com um ginásio, um ponto de acesso à internet, uma loja, uma biblioteca e uma cafetaria.

Produzir energia elétrica para alimentar e climatizar as diversas instalações e água potável para beber e cozinhar eram, nessa altura, as maiores preocupações do tenente-coronel César de Cea. Oito potentes geradores deveriam produzir a energia necessária para alimentar os aparelhos de ar condicionado e uma unidade purificadora de água garantiria a segurança do precioso líquido.

Num vídeo divulgado no YouTube há cerca de um mês, onde é possível ver os norte-americanos e espanhóis a treinarem os homens da Brigada 92, os militares iraquianos entoam, a certa altura, um cântico do Real Madrid. Sendo pública e notória a capacidade de bom relacionamento dos militares portugueses além-fronteiras, é bem provável que os nossos militares ponham também os seus instruendos a cantar: "SLB, SLB... glorioso SLB."

 :twisted:  :mrgreen:

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
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« Responder #179 em: Maio 08, 2015, 10:17:41 pm »
Mas querem treinar os militares ou fazê-los desertar para o estado islâmico ? Existem limites para o mau gosto
 

 

Chaimite no "Operacional"

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