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Deve-se encontrar novas formas de melhorar a forma fisica dos militares?

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Votação encerrada: Setembro 19, 2010, 05:36:31 pm

Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões

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sergio21699

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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #15 em: Setembro 08, 2010, 11:41:04 am »
Typhonman aquilo é mesmo a sério? É que já li em muitos lados a dizer q aquilo é muita fantochada...
-Meu General, estamos cercados...
-Óptimo! Isso quer dizer que podemos atacar em qualquer direcção!
 

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sergio21699

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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #16 em: Setembro 08, 2010, 11:44:29 am »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "sergio21699"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Mais umas idéias:

Defesa pessoal/artes marciais como parte integrante da formação dada a TODOS os militares. A razão é muito simples, quem não tem a agressividade necessária para estar nas Forças Armadas (especialmente no Exército), não deve continuar. Também serve para melhorar a forma fisica.


Isso eu concordo, até porque num conflito pode ocorrer casos de ser necessaria luta corpo-a-corpo

Cada vez menos.

Sim, mas em combates urbanos, os mais frequentes actualmente, pode haver situações em que seja necessário recorrer a luta corpo-a-corpo, além disso, como o cabeça disse tambem melhora a forma fisica e é simples e barato.
-Meu General, estamos cercados...
-Óptimo! Isso quer dizer que podemos atacar em qualquer direcção!
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #17 em: Setembro 08, 2010, 03:40:50 pm »
Outras soluções possíveis, a Ginástica de Aplicação Militar (GAM) é algo que pessoalmente acredito que pode ser perfeitamente eliminado da formação militar. Passo a explicar, no meu tempo de tropa, as GAM era apenas aquecimento para o que vinha depois, ou seja, o rastejar, reptar, brincadeiras como carregar o camarada que tem 20 kg a mais, etc. Na prática suávamos mais com as praxes a seguir do que com as GAM em si. Se acho que deve ser substituído então tenho que apresentar uma alternativa. Pois bem, da instrução militar que tive, o período em que senti que eu estava realmente a ser preparado fisicamente para melhorar as minhas performances e não só meramente praxado, foi durante o Curso de Pára-quedismo. Toda a componente física do Curso é muito à frente de tudo o resto que se faz nas Forças Armadas. A pista em circuito é excelente, as calistenias a mesma coisa, a pista de cordas é tecnicamente difícil e fisicamente é de um nível muito razoável (muito superior à pista de obstáculos). O próprio aquecimento, que se fazia antes de iniciarmos a instrução propriamente dita, era também ela muito superior às GAM. A única coisa que não recomendo, são as sessões de toros. É que os militares mais baixos e altos de cada toro é que dão o litro (quem passou por isso sabe o que eu estou a falar).
Que treino físico se faz durante a formação militar? Crosses (por mim continua), GAM (substituía-se pelas calistenias), pista de obstáculos (tem que ser uma pista estimulante como são as pistas vermelhas ou a de cordas e não esta porcaria) e a pista em circuito (que é excelente. Antes de se fazer qualquer destes treinos fazia-se o mesmo aquecimento que se faz nos Cursos de Pára-quedismo.





7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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mccormick

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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #18 em: Setembro 08, 2010, 04:30:48 pm »
Relativamente à GAM, acho que existem coisas boas e más, sendo que depende de quem as dá. Como mero exercicio de treino fisico existem outros muito melhores, mas poucos desenvolvem ao mesmo tempo a capacidade muscular, a rusticidade e o espirito de sacrifico. Os jogos, como a luta de galos, o carrinho de mão, etc ajudam a incrementar a camaradagem e o espirito de corpo. A GAM não deve ser vista apenas como treino fisico porque não o é apenas.
 

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Crixus

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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #19 em: Setembro 08, 2010, 06:19:09 pm »
Na minha passagem pelas forcas armadas todas as gam que fiz e vi fazer a impressao de que fiquei era de consuante a vontade (e disposicao) do instructor assim era a gam, e que era nada mais do que uma boa opurtunidade para praxar o pessoal ,mas que havia coisas bem piores havia.....
« Última modificação: Setembro 08, 2010, 10:33:08 pm por Crixus »
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #20 em: Setembro 08, 2010, 09:29:01 pm »
Mccormick eu sei disso, mas se queres saber, os momentos onde nós sentiamos um espirito de camaradagem e de corpo era nas marchas(marcor e marfor), era quando iamos a marchar à Pára-quedista e a cantar a caminho das messes, não era nas GAM.

Crixus sem dúvida alguma que dependia muito do instrutor, eu tive GAM que eram quase descanso e tive outras que até passei-me, lembro-me de uma em que o frio era tanto que ao mesmo tempo que estava a transpirar (foi muito longa) não era capaz de agarrar na G-3, é que as mãos estavam congeladas. :shock:

Outra coisa, na minha tropa as marchas são práticamente todas à noite. As marchas eram sempre depois da 3ª refeição, por vezes passava da meia noite. Para vocês é uma boa ou má decisão?
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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #21 em: Março 03, 2011, 11:43:35 am »
Stars and Stripes reporter gets physical with combat fitness test

By Jeff Schogol
Stars and Stripes
Published: March 1, 2011
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Army's fitness testing plans include combat obstacle course
Can nylon stockings prevent blisters on marches?
 
Stars and Stripes reporter Jeff Schogol undergoes the new Army Physical Readiness Test Tuesday at Fort Jackson, S.C.
Joe Gromelski/Stars and Stripes
Buy a printFORT JACKSON, S.C. — Staff Sgt. David L. Rispress has seen all kinds of out-of-shape recruits during his two years as a drill sergeant.

Then he met me.

On Tuesday, the Army unveiled two new proposed tests to measure soldiers’ physical fitness and combat readiness. If approved by the Army chief of staff, they would replace the current Army physical fitness test.

My job was to see how tough these exercises are, not an easy feat considering that when I did physical therapy for my legs growing up, I felt most comfortable working out with stroke victims because we ran about the same pace.

Throwing caution to the wind, I showed up at Fort Jackson in my cargo pants and wicker shirt that leaves far too little to the imagination.

First, drill sergeants demonstrated the physical fitness test, going from the shuttle run to the long jump, and knocking out push-ups seemingly effortlessly. Then two soldiers ran through the combat test, which includes an obstacle course.

It all looked so easy, until — when my media colleagues were distracted — I tried it myself.

Rispress was patient and kind as he walked me through the exercises.

AdvertisementTo my great relief, I did not throw up when I did the shuttle run, colorfully known in the sports world as a “suicide.” I managed to run a total of 60 yards in 20 seconds, and I had figured it would take me a week.

And I successfully avoided ripping an Achilles tendon on the long jump, even though I stumbled back so far on my first attempt that I ended up practically at the starting line.

I also managed to drag a sled with 180 pounds of weight on it, giving me the confidence that if push comes to shove, I could haul roughly half of my own weight.

Trying to balance on a board while carrying two ammunition cans proved more difficult. I looked like a drunk trying to pass a sobriety test on St. Patrick’s Day.

But there was one exercise that nearly did me in: “the rower.”

The exercise requires you to lay flat on the ground and then do a sit-up while raising your legs toward your chest. It was probably designed by the inquisitor-general to extract confessions from accused heretics.

A drill sergeant who had demonstrated the exercise managed to do 38 reps within a minute. But when it was my turn, nothing quite worked right. While I was able to contort my body into a sitting position, I didn’t manage to do a single one correctly.

When it was over, I asked Rispress how I ranked among the less stellar recruits he has seen.

“I’ve never seen them not be able to do ‘the rower,’” he said. “I’m trying to be as polite as possible. ... So, I’ll leave it at that.”

Com o video das provas:

 :arrow: http://news.yahoo.com/nphotos/Army-new- ... 918d8d23c4
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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #22 em: Setembro 07, 2013, 12:43:08 pm »
CrossFit study

 :arrow: http://www.25idl.army.mil/47857C3A-3478 ... 0Study.pdf

Há alguém que tenha experimentado o CrossFit?

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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #23 em: Setembro 07, 2013, 02:48:38 pm »
O crossfit é muito hardcore. Mas uma excelente evolução do treino de base e ginástica de aptidão militar.
Antes de fazer um programa desses o pessoal vai passando por outros sem aparelhos como o insanity, PX90, T25...
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #24 em: Setembro 07, 2013, 04:02:15 pm »
Eu tenho os videos do George St-Pierre, tenho é que arranjar tempo para começar. :oops:

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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #25 em: Setembro 07, 2013, 04:23:11 pm »
Arranja primeiro tempo para fazer uns exercícios simples, flexões, abdominais e pernas.
Só custa até entrar na rotina porque depois é só adaptar o tempo aos exercícios. Meia hora por dia é suficiente.
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Re: Fazer soldados estarem aptos para lutar sem flexões
« Responder #29 em: Outubro 20, 2017, 06:08:27 pm »
The Finnish Model
To Improve Europe’s Militaries, Look North

By Elisabeth Braw

When Mikael Granlund was called up for service in Finland’s military seven years ago, he could have tried to get an exemption. For an elite ice hockey player such as Granlund, who now plays for the National Hockey League team Minnesota Wild, a year in the armed forces can bring serious athletic setbacks. But Granlund didn’t try to be exempted.

“For a Finn, it’s an honor to do military service,” the 25-year-old Granlund said this month. “It’s just something you do if you want your country to stay independent.” What about athletes? “Professional athletes do it, too,” Granlund added. “It’s just something you want to do.”

Granlund is not alone. Each year, several of Finland’s top athletes join the Finnish Defence Forces as conscripts. So do music stars, who could similarly try to be exempted. Though the FDF—like most armed forces—exempts would-be conscripts only for health-related reasons, in many countries young men fake illnesses in order to avoid service. And young star athletes and artists would, one might think, have a good reason to avoid the draft, as their careers could suffer irreparably from a year away from the limelight. (Next year’s cohort of conscripts will include one of the country’s biggest pop stars, Robin, who will enter the navy.)

Indeed, as Granlund’s and Robin’s enlistments show, the FDF has managed a feat that other armed forces could learn from: it has made itself an attractive destination for conscripts and professional troops alike. This helps explain why the armed forces routinely have more applicants than openings for noncommissioned officer positions. According to a May Eurobarometer poll, 95 percent of Finns trust their army, a higher rate than anywhere else in the European Union. (In Germany, 66 percent trust the army; across the EU, the average is 75 percent.)

Granlund and many other Finns may consider conscription a patriotic duty, but militaries cannot count on citizens’ love 87 percent of the country’s citizens support President Vladimir Putin’s handling of foreign affairs, only around 37 percent of its young men perform military service, which in theory is mandatory for everyone.

The appeal of Finland’s military extends beyond patriotism and depends partly on its willingness to listen to its soldiers. In 2002, the FDF introduced a system that tracks and evaluates soldiers’ and officers’ experiences. “It has changed how we treat our soldiers and how soldiers view the FDF,” said Brigadier General Jukka Sonninen, the FDF’s head of training.

Under this system, which the FDF calls “Transformational Leadership,” Finland’s military regularly polls soldiers throughout their service on matters such as sleeping arrangements, superiors’ leadership, stress management, unit cohesion, and communications from central offices. The FDF carries out the survey at every level, too: group, company, battalion, and brigade.

Sonninen’s unit tracks and evaluates the results, paying particular attention to changes in scores. “The point is not that we conduct surveys and score well and say, ‘That’s great; they love us,’” Sonninen told me. “The point is that we analyze the results and then look for the root reason: Has a certain event caused a particular score? A certain person? Certain processes such as health care? When people figure out that the process works, it dramatically changes their attitude.”

Finnish troops, in other words, know that they don’t have to call a hot line or contact a superior to talk about their problems. Sonninen’s staff will regularly come to them and follow up on the results.

This fall, soldiers gave the cohesion of their units an average score of 4.2 out of 5 and gave the officers in charge of their training the same rating. Those scores and all others have improved over the last 15 years. In a survey of conscripts also conducted this fall, 66 percent rated their military service positively; in 2002, less than half did.

FDF officers’ leadership abilities have quickly improved thanks to the scheme. Although Finnish officers never treated their soldiers brutally, they mostly relied on their authority to get things done. Now, Sonninen told me, success is based on a mutual bond of trust between commanders and subordinates. The well-being of Finnish soldiers has also grown. “The bond between the soldier and the commander can’t just be about authority,” Sonninen said. “You don’t shout to your subordinates; you talk just like you talk to a normal person. Listen to the people you lead; don’t just give commands.”

Finland has shown that the secret to making the armed forces popular is ensuring that the low-ranking soldiers and noncommissioned officers who make up most of the ranks are content.


That approach is working. In the most recent survey of graduating conscripts, conducted this fall, 80 percent supported maintaining conscription; 42 percent said that they would serve even if conscription were not mandatory; and 22 percent were neutral. Only 36 percent said they would not serve. If Finns forced to serve say they would have done so even if they did not have to, then the FDF has managed a feat from which other countries can learn. Charly Salonius-Pasternak, a security analyst at the Finnish Institute of International Affairs (who also served as a conscript), argued that there is plenty that other countries can replicate. “Don’t oversell,” he said. “You can’t have cool videos of soldiers jumping out of airplanes if you can’t deliver. But equally, don’t undersell.” Once troops are enlisted, militaries must make their service worthwhile. “Keep them learning skills that they can also use elsewhere,” Salonius-Pasternak said. “There’s a difference between getting people and motivating them. This way you get the best people instead of a large percentage who couldn’t find any other work.” (The U.S. Army has struggled with recruits who fail their training since it relaxed its admission standards.)

Armed forces elsewhere have commanders who treat their subordinates with respect, inspire them, and help them develop. Finland has excelled by systematizing those virtues.

Although polling troops may seem like a soft-glove approach not suitable for a fighting force, it is in fact a clever way of incentivizing the enlisted to give their best. As militaries in Europe and North America seek to expand their ranks, keeping morale high will be crucial to their ability to recruit and retain troops. They should note Finland’s example.

https://www.foreignaffairs.com/articles/finland/2017-10-09/finnish-model
« Última modificação: Outubro 20, 2017, 06:12:20 pm por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

 

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