Fogos Florestais

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Lusitano89

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Re: Fogos Florestais
« Responder #795 em: Junho 01, 2019, 05:03:37 pm »
Câmara de Seia pede reunião urgente a Eduardo Cabrita sobre meios aéreos


A Câmara Municipal de Seia anunciou hoje ter pedido uma reunião com caráter de urgência ao ministro da Administração Interna, face à eventualidade de os meios aéreos pesados de combate a incêndios saírem do aeródromo local.

A autarquia presidida por Carlos Filipe Camelo (PS) refere, em comunicado hoje enviado à agência Lusa, que "embora não disponha de qualquer informação oficial", questionou o Governo sobre a retirada dos meios aéreos pesados de combate a incêndios do Aeródromo Municipal da Serra da Estrela, "por alegada falta de condições de segurança, denunciadas pelo operador".

O autarca enviou na sexta-feira uma carta ao ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, a quem "solicitou uma audiência com caráter de urgência" e a desmentir "a existência de quaisquer anomalias" que impeçam a presença dos meios aéreos em Seia.

"A sua deslocalização, a acontecer, terá a nossa firme oposição, pois tal não coincide com os compromissos assumidos pelo Governo e com o discurso que tem mantido relativamente à valorização do interior, para além de constituir um mau exemplo de gestão dos dinheiros públicos, considerando o investimento municipal ali efetuado", garante o autarca.

Na nota enviada à Lusa, o município esclarece que, "com os aviões já estacionados e a operar a partir de Seia, a Câmara Municipal recebeu, no dia 24 de maio, o segundo Comandante Operacional Distrital da Guarda" que informou "que a empresa operadora dos meios aéreos, a Babcock International, alegava um conjunto de inconformidades que comprometiam a segurança da operação".

Segundo a nota, as inconformidades estão relacionadas com a "perda de certificação em 2014", um argumento que a autarquia considera "muito pouco consistente, porquanto o Aeródromo dispõe de autorização, há diversos anos, para operações de proteção civil, combate a incêndios e emergência médica, pelo que a ausência de certificação nunca foi um obstáculo".

Outra denúncia, relacionada com a existência de obstáculos "a curta distância da pista e danos na vedação", são argumentos que também "não colhem" junto do município de Seia.

Já sobre a inexistência de um Serviço de Luta Contra Incêndios, esclarece que, "por se tratar de uma infraestrutura aeronáutica não certificada, mas autorizada para operações de proteção civil, combate a incêndios e emergência médica, não dispõe de meios próprios de extinção de incêndios em aeronaves, nem equipas preparadas para o fazer".

A Norma Operacional Permanente 5201|2014 da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) "é muito clara, imputando aos respetivos CODIS [Comandantes Distritais] que assegurem os planos e os meios locais de combate em caso de incêndio nos meios aéreos", aponta.

Por último, segundo a fonte, a empresa denuncia a "suposta existência de um ‘buraco' na pista".

O município de Seia explica que "não existe qualquer ‘buraco’, mas sim um assentamento que se verifica há vários anos e que já havia sido observado pela Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) quando efetuou uma inspeção ao aeródromo em agosto de 2011".


 :arrow:  https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/incendios-camara-de-seia-pede-reuniao-urgente-a-eduardo-cabrita-sobre-meios-aereos
 

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HSMW

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Lusitano89

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Re: Fogos Florestais
« Responder #797 em: Junho 08, 2019, 01:47:37 pm »
Governo Regional da Madeira investe 1,1 milhões de euros no plano operacional de combate a incêndios


O Plano Operacional de Combate aos Incêndios Florestais (POCIF) da Madeira, que entra em vigor em 15 de junho, representa um investimento do Governo Regional de 1,1 milhões de euros, 600 mil dos quais adstritos ao meio aéreo.

Entre os principais objetivos do plano encontram-se a garantia permanente da segurança dos cidadãos, a salvaguarda dos seus bens, do património e do ambiente e o de continuar a preservar o espaço florestal, de modo a potenciar a sua renovação natural e permitir a sua utilização por parte de toda a população residente e visitante.

O POCIF vai vigorar entre 15 de junho e 15 de outubro, com um dispositivo de intervenção permanente, podendo vir a ser reforçado, prolongado ou antecipado caso se justifique.

O plano contará, pelo segundo ano consecutivo, com a utilização de um meio aéreo – um helicóptero de ataque inicial (HEATI), com a respetiva equipa.

A utilização do HEATI decorrerá a expensas do Orçamento Regional (à semelhança do que aconteceu em 2018), apesar de o Governo Regional defender que esta deveria ser uma responsabilidade do Estado.

“Esta velha questão [financiamento da operacionalidade do helicóptero] continua, mas nós, como estamos preocupados com a nossa população e somos responsáveis, naturalmente não podemos ficar dependentes dessa resposta da República”, disse à agência Lusa o secretário regional da Saúde, que detém a pasta da Proteção Civil, Pedro Ramos, salientando que, no orçamento da Proteção Civil para este ano, já estava contemplada uma verba de 600 mil euros, acordada com a Força Aérea, para esse fim.

“Nós continuamos a dizer que, provavelmente, a responsabilidade da cobertura de defesa do território nacional e, neste caso, da Região Autónoma da Madeira – que também faz parte do território nacional – devia ser da responsabilidade do Governo da República”, sublinhou.

Pedro Ramos comentou que, “se calhar, se mudar a cor política” – na Madeira governa o PSD, no continente o PS — “mudam-se as vontades e as tendências, e a forma como se vai olhar para a Região Autónoma da Madeira”.

O governante entende que a falta de apoio não tem justificação e está enquadrada “no facto de a Madeira ser uma região autónoma com uma cor política diferente” do Governo da República.

Na semana passada já foi recebido o visto do Tribunal de Contas para o recurso ao meio aéreo e a sua utilização pode ser prorrogada até 15 de novembro, caso seja necessário.

“Esperamos que o POCIF consiga e continue a dar este ano a resposta que nós estamos à espera e, para isso, aumentámos o número de equipas, melhorámos as condições dos nossos profissionais para que a qualidade da nossa resposta seja igual ou melhor em relação a anos anteriores”, concluiu.

Além dos 600 mil euros do meio aéreo, o plano operacional da região envolve um investimento de 500 mil euros em “recursos humanos e custos associados”.

O POCIF 2019 implica, por exemplo, o reforço do pagamento por quilómetro a cada operacional das Equipas de Combate a Incêndios Florestais (ECIF), bem como a criação de mais uma ECIF nos Bombeiros Voluntários Madeirenses, de mais uma Equipa Logística de Apoio ao Combate e de uma estrutura de Comando de Coordenação e Controlo de Responsabilidade.

Desde 20 de abril de 2015, data da tomada de posse do XII Governo Regional, o executivo investiu, na Proteção Civil, 10 milhões de euros em recursos humanos e materiais (veículos de combate a fogos florestais, ambulâncias, equipamentos de proteção individual e técnico de apoio e formação profissional).

Segundo o Governo Regional, desde 2015, ano do início do Plano Operacional de Combate a Incêndios Florestais, a região tem reduzido “significativamente” o número de ignições e área ardida.

“Mas o risco para acidentes não é zero, temos de estar preparados para quando acontecer e não para se acontecer”, alertou Pedro Ramos.


 :arrow:  https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/governo-da-madeira-investe-11-milhoes-de-euros-no-plano-operacional-de-combate-a-incendios
 

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PereiraMarques

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Re: Fogos Florestais
« Responder #798 em: Junho 17, 2019, 09:44:36 am »
Autorização para o CEMA desencadear os procedimentos de contratação...

Despacho n.º 5709/2019 - Diário da República n.º 114/2019, Série II de 2019-06-17 122568685
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Aquisição de Serviços de Disponibilização e Locação de Helicópteros Ligeiros para o DECIR

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/122568685/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=122568681
 

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Lusitano89

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Re: Fogos Florestais
« Responder #799 em: Junho 17, 2019, 12:19:52 pm »
Pedrógão Grande dois anos depois da tragédia




« Última modificação: Junho 17, 2019, 12:20:19 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Fogos Florestais
« Responder #800 em: Junho 18, 2019, 12:14:23 am »
O risco de Pedrógão Grande continua



 

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NVF

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Re: Fogos Florestais
« Responder #801 em: Junho 20, 2019, 05:51:47 pm »
Entretanto em países civilizados...

Indonesian MoD to acquire amphibious aircraft from Viking Air

https://www.janes.com/article/89396/indonesian-mod-to-acquire-amphibious-aircraft-from-viking-air

Citar
Canada-based utility aircraft manufacturer Viking Air announced on 18 June that it has been awarded a contract to supply six new Viking Canadair CL-515 and one upgraded Canadair CL-415EAF amphibious aircraft to Indonesia's Ministry of Defence (MoD).

Four of the CL-515 twin-turboprop aircraft will be delivered in "first responder" multi-mission configuration, while the remaining two will be handed over "in optimised aerial firefighter configuration", said the company in a statement.

It also pointed out that, due to its flexible architecture, the CL-515 is capable of integrating mission equipment for a variety of roles, including aerial firefighting, maritime patrol, surveillance, medevac, environmental monitoring, insect control, oil spill detection and dispersal.

The deal, the value of which was not disclosed, also includes a Canadair CL-415EAF aircraft converted from a Canadair CL-215 to Enhanced Aerial Firefighter (EAF) standard by Longview Aviation Services.

Viking Air, which is a subsidiary of Longview Aviation Capital, pointed out that while the deal is a "firm commitment", it is conditional on Longview Aviation Capital's board of directors approving the production launch programme.

"We are very well advanced in all aspects of programme planning, including our supply chain, and we are nearing a final decision on manufacturing and final assembly sites. We expect to complete the remaining programme milestones in the near future, and deliver the first new CL-515 on schedule in 2024," said David Curtis, chairman and chief executive officer of Longview Aviation Capital.


A Viking Canadair CL-515 amphibious aircraft is seen here in aerial firefighting configuration. The Indonesian MoD has signed a contract with Viking Air for six new CL-515s and one upgraded Canadair CL-415EAF amphibious aircraft. Source: Viking Air
Everyone you will ever meet knows something that you don't.
- Bill Nye
 

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Lusitano89

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Re: Fogos Florestais
« Responder #802 em: Junho 24, 2019, 11:09:50 am »
“Cabras sapadoras” acusadas de destruir pomares e culturas


Vários proprietários têm-se queixado de estragos feitos em pomares e terrenos por “cabras sapadoras”. O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, responsável pelo projecto-piloto, diz não ter “conhecimento de prejuízos causados”.

Têm por missão limpar os terrenos como forma de combate aos incêndios, mas têm sido alvo de queixas de proprietários que acusam as “cabras sapadoras” de destruírem pomares e outras culturas. Há duas semanas, a Associação de Protecção e Socorro recebeu quatro queixas, de acordo com o presidente João Paulo Saraiva. Mas, desde 2018, já lhes foram apresentados 18 casos.

Maria Helena de 70 anos, da povoação do Sail (Arganil), foi uma das visadas. Tem um terreno com cerca de 100 árvores de fruto, mas 80 delas foram estragadas pelas cabras sapadoras. “Algumas das árvores até já estavam a dar cerejas… Fomos plantando o terreno porque sobreviveu ao fogo, não queríamos que ficasse com mato. Tivemos tanto trabalho e agora deparo-me com tudo destruído”, conta ao PÚBLICO.

Também António Armando de 63 anos, do Vale do Espinho (Arganil), se queixa de árvores de fruto e videiras destruídas. Constatou por si próprio que tinham sido as cabras a causar os estragos. “Já as vi no meu terreno. Até na estrada as encontro. Uma vez, uma dessas cabras saltou para a frente do meu carro. Só não tive um acidente porque não calhou”, explica António Armando.

Quando questionado pelo PÚBLICO, o ICNF afirmou não ter “conhecimento de prejuízos causados por efectivos abrangidos pelo programa, sendo que, caso ocorram, são da responsabilidade do gestor do efectivo, tal como ocorre com os prejuízos causados a terceiros por qualquer outro tipo de actividade”.

Dos cinco proprietários entrevistados, todos afirmaram que as cabras não são supervisionadas por nenhum pastor. No entanto, segundo o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural “o controlo dos animais é assegurado pelo respectivo proprietário [das cabras] através dos meios que considere mais adequados para a realidade do seu território”, devendo ainda estar “obrigados a cumprir a normas de identificação de cada animal que decorrem do Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA)”.

O certo é que estes, e muitos outros terrenos, não estão vedados. Das cinco pessoas contactadas pelo PÚBLICO, todas afirmaram que não lhes compensa, ou que não têm dinheiro para construir vedações. Também João Paulo Saraiva dá conta desta realidade: “Tivemos um senhor de 93 anos que o que recebe mal dá para pagar medicamentos, nem sequer tem água canalizada em casa. Como é que ele vai pagar uma vedação?”, questiona.


 :arrow: https://www.publico.pt/2019/06/24/sociedade/noticia/cabras-sapadoras-tornamse-praga-proprietarios-agricolas-1877334?fbclid=IwAR1NikSCP6bcrk7y6iEEtpI_-1DQE-2WwL0xI6PZCRwkNp3P9bjP886f5Aw
 

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raphael

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Re: Fogos Florestais
« Responder #803 em: Junho 24, 2019, 11:42:01 am »
Se as cabras estão a dar prejuizo resolve-se com umas chanfanas...já equilibram a coisa.
Um abraço
Raphael
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mafets

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Re: Fogos Florestais
« Responder #804 em: Julho 01, 2019, 11:21:46 am »
Era falta de treino...  :mrgreen: :mrgreen:

http://www.vidadebombeiro.com.pt/2019/06/governo-vai-treinar-cabras-sapadoras.html?m=1&fbclid=IwAR0Dt1KsrY7Ne83TJZ1-J0JneMQ3mlLd7okIdj1dEZUF7TcDliOz3rIBGbo

Citar
O Governo vai apostar na criação de “cabras sapadoras” para ajudar a limpar as florestas. Os rebanhos vão dedicar-se à gestão de combustível florestal na rede primária.

“A questão silvo-pastoril é essencial, por isso vamos fazer projetos-piloto este ano de chamadas ‘cabras sapadoras’”, declarou Miguel Freitas, explicando que o Governo vai intervir na rede primária através da componente mecânica com o fogo controlado e através da componente biológica com silvo-pastorícia.

O governante referiu ainda que o país vai ter uma diretiva única de prevenção e combate aos fogos.

“Pela primeira vez em Portugal, vamos ter uma diretiva operacional que mostra bem aquilo que se vai fazer quer em combate quer em prevenção. Até agora, a diretiva operacional era apenas de combate”, declarou o secretário de Estado das Florestas.

Resta saber sobre quem recairão as responsabilidades no caso das cabras se sentirem cansadas e não efectuarem o seu “trabalho” na perfeição.

Fonte: Semanário Extra



Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 
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Re: Fogos Florestais
« Responder #805 em: Julho 02, 2019, 03:39:52 pm »
Esta ainda pega fogo à trança ...  ::)



https://www.emgfa.pt/pt/noticias/1395
 

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tenente

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Re: Fogos Florestais
« Responder #806 em: Julho 02, 2019, 05:59:11 pm »
Esta ainda pega fogo à trança ...  ::)



https://www.emgfa.pt/pt/noticias/1395

Epá pensava que Inf1 já não tinha efectivos no terreno, mas enganei-me pelo menos conseguem empenhar dois militares, ou será que a Furriel também será de lá ? :o
Passei por lá há dias e na Porta D'armas, nada nem ninguém, também nem é preciso estar lá ninguém, para guardar o quê???
Pelo que sei a Unidade terá cerca de 100/150 efectivos, mas tem um Coronel como Cmdt. :mrgreen:

https://www.exercito.pt/pt/quem-somos/organizacao/ceme/cft/brigrr/ri1

MISSÃO

Apoia o treino operacional de Unidades da componente operacional

MISSÂO RESTABELECIDA

O Regimento de Infantaria nº 1 apoia o aprontamento e o treino operacional de unidades da componente Operacional e outras Forças conforme lhe for determinado. Apronta o Pelotão de Segurança da Brigada de Reação Rápida e apoia as populações e instituições civis no âmbito das outras missões de interesse público. Constitui-se como polo de Formação e ministra formação de acordo com o encargo que lhe for atribuído. Constitui-se Centro de Divulgação da Defesa Nacional e efetua ações no âmbito do recrutamento.

PS : impressionante, é o que eu digo !!

Abraços
« Última modificação: Julho 02, 2019, 06:06:54 pm por tenente »
 

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tenente

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Re: Fogos Florestais
« Responder #807 em: Julho 03, 2019, 06:57:21 pm »
Avião de combate a incêndios cai em Ferreira do Zêzere. Piloto está bem

Um avião de combate a incêndios caiu ao rio, na zona de Dornes, concelho de Ferreira do Zêzere, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém. Apesar do susto, o piloto conseguiu ejetar-se e está bem.

O avião - um Alfa 8 - estava estacionado em Ponte de Sor, distrito de Portalegre, e dirigia-se para o combate a um incêndio rural em Pombal, no distrito de Leiria. O alerta foi dado às 16h46 por um cidadão.

Segundo fontes do município e da Proteção Civil, o avião amarou na barragem de Castelo de Bode, estando o piloto consciente e a ser assistido pelos bombeiros.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém especificou, em declarações à agência Lusa, que o avião amarou em Ponta de Vale da Ursa, junto a Dornes, e que o piloto "está consciente, orientado, e já está em terra a ser assistido pelos bombeiros".

O presidente da Câmara de Ferreira de Zêzere, Jacinto Lopes, assegura que o avião "não bateu em nada" e que o acidente ocorreu durante uma manobra de recolha de água.

O autarca, que se deslocou ao local do acidente, explicou que o avião permanece à superfície.
Quanto ao estado de saúde do piloto, e segundo fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), disse estar "sem queixas" e recusou o transporte para uma unidade hospitalar.

Para o local, de acordo com o CDOS, foram mobilizadas as corporações de bombeiros de Ferreira do Zêzere e Cernache do Bonjardim (concelho de Sertã, distrito de Castelo Branco), com sete veículos, um bote e 17 operacionais.

O avião tinha sido mobilizado para o combate a um fogo rural no concelho de Pombal, no vizinho distrito de Leiria.

A Proteção Civil recebeu às 16h46 a informação, dada por um cidadão, de que o avião tinha caído, desconhecendo-se então se a aeronave se encontrava em terra ou na barragem de Castelo de Bode. O avião tinha partido de Ponte de Sor, no distrito de Portalegre.
 
Pelas 18h00, o combate ao incêndio no concelho de Pombal, na freguesia de Abiúl, mobilizava 219 operacionais, 62 viaturas e seis meios aéreos, segundo informação da Proteção Civil. O alerta para este fogo, em povoamento florestal, foi dado às 15h52.


https://www.noticiasaominuto.com/pais/1281541/aviao-de-combate-a-incendios-cai-em-ferreira-do-zezere

Abraços
 

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PereiraMarques

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Re: Fogos Florestais
« Responder #808 em: Julho 03, 2019, 09:38:14 pm »
 :mrgreen: c56x1 :-P :N-icon-Axe:

 

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Lightning

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Re: Fogos Florestais
« Responder #809 em: Julho 03, 2019, 10:14:38 pm »
Que modelo é um Alfa 8? :mrgreen: