Unir os Pontos

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #75 em: Junho 17, 2011, 01:20:31 am »
 

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #76 em: Junho 17, 2011, 09:16:14 pm »
The first thing to be borne in mind is that negative, unintelligent Mediumship and psychism reduces its exponent to the level of an automaton; it is dangerous and inadvisable because it deprives man of his free will and his positivity, and militates against his acting as a free intelligent human being. The man is not acting in these cases as a channel for his own soul, but is little better than an instinctual animal, if he is not literally an empty shell, which an obsessing entity can occupy and use.
http://www.bibliotecapleyades.net/socio ... tents.html
 

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #77 em: Junho 23, 2011, 05:21:49 pm »
Mais uma aula para quem quiser sair da gruta.
William Cooper (Mystery Babylon) Maitreya 1/4
 

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #78 em: Julho 29, 2011, 07:55:09 pm »
And what is "mindwar?"
For Aquino, "mindwar" is a permanent state of strategic psychological warfare against the populations of friend and foe nations alike. "In its strategic context, mindwar must reach out to friends, enemies and neutrals alike across the globe ... through the media possessed by the United States which have the capabilities to reach virtually all people on the face of the Earth. These media are, of course, the electronic media-television and radio. State of the art developments in satellite communication, video recording techniques, and laser and optical transmission of broadcasts make possible a penetration of the minds of the world such as would have been inconceivable just a few years ago." Above all else, Aquino argues, mindwar must target the population of the United States, "by denying enemy propaganda access to our people, and by explaining and emphasizing to our people the rationale for our national interest. ... Rather it states a whole truth that, if it does not now exist, will be forced into existence by the will of the United States."
http://www.theforbiddenknowledge.com/ha ... ersion.htm
É debaixo disto descrito que existimos.

Roman Empire Rules Today 3
 

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papatango

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Re: Unir os Pontos
« Responder #79 em: Julho 29, 2011, 11:18:56 pm »
Mas na Noruega deixam-no aceder à internet ?  :shock:
 

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Duarte

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Re: Unir os Pontos
« Responder #80 em: Julho 29, 2011, 11:29:43 pm »
Papatango, vêm-me à cabeça duas palavras: esquizofrenia galopante .  :roll:
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«Os chamados partidos políticos, por definição e exigências da sua vida própria, não representam nem podem servir a unidade nacional» Salazar
 

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #81 em: Agosto 03, 2011, 10:39:28 am »
We never won the war
Porque quem a provocou ficou com o controlo aumentado no fim.
 

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #82 em: Agosto 24, 2011, 12:59:52 am »
Mentiras globais deliberadamente propagadas para a máfia nos proteger delas.
http://globalfire.tv/nj/11en/politics/c ... l_lies.htm

""All parties of industrialized nations, whether right or left, are adopting the theory of the Carbon-induced global warming. It is the unique opportunity to tax the very air we breathe, as politicians are even being applauded for supposedly preventing the world from suffocating from excess heat. No party can possibly resist this temptation.""

E justificar a nossa destruição.

"Let us not forget the World wide robbery instituted in the so-called financial crisis. This is especially with regard to the supposed saving of the Euro, all of which is based on lies and could never have happened without the original lie which the enemies of mankind utilised to gain their all-embracing immunity from harm. We have to focus on these facts: The enemies of humanity triumph by Lies and die with the Truth."
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Unir os Pontos
« Responder #83 em: Setembro 07, 2011, 03:50:22 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Vicente de Lisboa

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Re: Unir os Pontos
« Responder #84 em: Setembro 08, 2011, 12:55:09 am »
Ia dizer que finalmente os crazies tinham postado algo de jeito, mas não... foi o nosso Martelo.

Já tinha ouvido essa discussão, e deveras é bem possível que o Huxley tenha acertado. Mas then again, embora hoje em dia estas coisas estejam exageradas, elas sempre existiram, pelo que se calhar é possível que se esteja a ser pessimista sem razão.
 

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Luso

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Re: Unir os Pontos
« Responder #85 em: Setembro 08, 2011, 11:15:46 am »
"Crazies"...
 :mrgreen:  :mrgreen:
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #86 em: Setembro 08, 2011, 12:07:16 pm »
O Huxley dizia que 20% das pessoas são facilmente hipnotizadas e não conseguem pensar, e o bush dizia que era nessas pessoas que ele se tinha de focar!
 

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Luso

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Re: Unir os Pontos
« Responder #87 em: Setembro 10, 2011, 11:22:07 pm »
Outra dos "crazies": http://www.eubusiness.com/news-eu/poland-politics.c3p

Que ideia tão boa e tão oportuna! :wink:
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Unir os Pontos
« Responder #88 em: Setembro 13, 2011, 01:37:25 pm »
Ah pois é... mas não se passa nada.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Luso

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Re: Unir os Pontos
« Responder #89 em: Setembro 16, 2011, 10:10:09 pm »
http://oinsurgente.org/

Lesa-Pátria

Filed under: Diversos — Ricardo Arroja @ 11:03

“O preço da electricidade para as famílias portuguesas promete registar, no próximo ano, um aumento sem precedentes. As estimativas preliminares da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), segundo o Diário Económico apurou, apontam para um agravamento que andará na casa dos 30% (…) A justificar esta escalada dos preços da electricidade, que vai ainda ter de incorporar o agravamento da carga fiscal, derivado da subida do IVA de 6 para 23%, a partir de 1 de Outubro, está, não só os custos com a produção de energia, mas acima de tudo os encargos com os chamados custos de interesse económico. Este pacote inclui um vasto conjunto de medidas que derivam de opções de política energética, levadas a cabo nos últimos anos. É o caso dos encargos com as energias renováveis e a cogeração, a garantia de potência, assim como os custos de manutenção do equilíbrio contratual (CMEC) ou as rendas entregues aos municípios (…) à luz das regras em vigor, as centrais da EDP que antes da liberalização total do sector possuíam contratos de aquisição de energia com a REN, garantindo-lhes a compra de toda a produção, são compensadas pela cessação dos mesmos. Esta compensação resulta da diferença entre as receitas líquidas obtidas pela venda de electricidade em mercado e aquelas que resultariam do quadro contratualmente estabelecido nos contratos de aquisição de energia (…) Pressionado pela troika, que exige uma revisão deste mecanismo, o qual contou com o aval do anterior Governo, o Executivo de Passos Coelho não conseguiu convencer a EDP a abrir mão de um compromisso contratual, que no final do primeiro semestre, atingia 1.056 milhões de euros”, na edição de hoje do Diário Económico (páginas 4 e 5).
 
A peça do Diário Económico é esclarecedora: 1) a chamada “liberalização total” do sector foi uma farsa porquanto a EDP, ainda o principal player no mercado residencial, foi blindada através de uma renda bilionária que foi estipulada vigorar até 2017; 2) Portugal que, incluindo todos os custos sobre a electricidade, de acordo com o Eurostat, já exibe preços ajustados pelo poder de compra bem acima da média europeia, arrisca-se agora a estourar em definitivo com a escala e; 3) o Governo, que tanto fala numa agenda de competitividade, continua a percorrer o caminho contrário ao que seria desejável.
 
Enfim, há muito que o diagnóstico está feito (ler Vítor Bento em “Perceber a crise para encontrar o caminho”): em Portugal, os preços dos bens e serviços regulados, protegidos da concorrência, como a electricidade, têm evoluído nas últimas décadas a um ritmo excessivo quando comparados com a evolução dos preços de bens e serviços não regulados e sujeitos a verdadeiros ambientes concorrenciais (e não ao simulacro concorrencial que, internamente, serve os interesses da EDP). É, portanto, sobre estes interesses especiais, que capturam o Estado e aprisionam os cidadãos, que é crucial actuar.
 
Ora, nos últimos anos, parece ter existido no nosso País uma especial determinação em executar contratos lesa-Pátria. Assim, o mínimo que se deve exigir é que este tipo de contratos, como os CMEC e afins bem como a generalidade das PPP’s, sejam imediatamente revogados, sem mais. Trata-se de um caminho estreito e repleto de perigos, nomeadamente o perigo de se resvalar para exageros e para caças às bruxas (embora as pessoas, cujos nomes e assinaturas constam de muitos desses contratos, devessem ser, pelo menos, acossadas…), porém, do mesmo modo que certos interesses se aproveitaram da inércia do Estado, abusando da sua incapacidade, também agora o Estado tem de responder na mesma moeda. Repito, o caminho é estreito e repleto de perigos, mas não é aceitável que tantos interesses privados se tenham sentado à mesa do Orçamento com o simples propósito de comer e beber à grande sem incorrerem num só risco. Enfim, ganhar dinheiro assim é fácil. Mas não é aceitável.
 
Portanto, regressando à EDP (uma empresa detida maioritariamente por accionistas privados), rasgue-se essa treta dos CMEC’s e criem-se condições, através da regulação, para que o sector, efectivamente, se abra à real concorrência entre operadores, pois só assim é que os cidadãos e empresas poderão beneficiar de melhor serviço e menor preço. E se a EDP é realmente essa máquina super eficiente que o talented Mr. Mexia tanto publicita, então, há-de se safar e continuar, sem ajudas, a prosperar.



Não sei se vale a pena fazer algum comentário.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...