Espaço

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Cabeça de Martelo

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Re: Espaço
« Responder #1095 em: Abril 28, 2018, 12:25:04 pm »
NASA põe termo ao desenvolvimento do seu único veículo lunar

A NASA anunciou sexta-feira ter posto termo ao seu único programa de desenvolvimento de um veículo lunar, apesar das declarações em finais do ano passado do Presidente norte-americano, Donald Trump, de que queria voltar a enviar astronautas à Lua.

O anúncio, feito no site da agência espacial, apanhou de surpresa os próprios cientistas envolvidos no programa, denominado “Resource Prospector” (RP), que deveria conduzir à construção de um veículo robotizado destinado a explorar as regiões polares da Lua.

Segundo a France Press, os cientistas enviaram uma carta à NASA onde exprimem a sua estupefação pela decisão tomada.

“Tomámos agora conhecimento de que o RP foi suspenso a 23 de abril de 2018 e que a missão terá fim até final de maio”, referem os membros do “Lunar Exploration Analysis Group (LEAG) no correio eletrónico enviado a Jim Bridenstine, que lidera a agência, e publicado no site “NASAWatch.com”.

Os cientistas sublinham a “incredulidade e consternação” com que a notícia foi recebida na sua comunidade.

O robot lunar, cuja construção foi iniciada há cerca de dez anos, deveria ser o único do mundo capaz de explorar as regiões polares da Lua.

Seria ainda o primeiro módulo lunar norte-americano depois do Apollo 17, de 1972, e o primeiro veículo autónomo dos Estados Unidos sobre a Lua, com lançamento previsto para 2022.

A NASA indicou, em comunicado emitido na sexta-feira, que certos instrumentos do programa RP serão utilizados em futuros projetos da agência espacial, até porque diz ter prevista uma série de “missões robóticas graduais na superfície lunar”, sem fazer referência específica à anulação do programa RP.

A agência procura “evoluir progressivamente no sentido de veículos de aterragem maiores, capazes eventualmente de ser habitados”, indica apenas o comunicado.

Jim Bridenstine, confirmado esta semana na liderança da NASA, assegurou no Twitter que está empenhado na exploração lunar.

O Presidente dos Estados Unidos confirmou em dezembro do ano passado a vontade dos Estados Unidos de voltar a enviar astronautas para a Lua pela primeira vez desde 1972, a fim de preparar uma missão habitada em direção a Marte.

“Desta vez, não se trata apenas de colocar a nossa bandeira e de deixar as nossas pegadas. Estabeleceremos uma base para uma missão a Marte e talvez um dia mais além”, declarou Trump numa cerimónia na Casa Branca.

 :arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/nasa-poe-termo-ao-desenvolvimento-do-seu-unico-veiculo-lunar   :shock:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: Espaço
« Responder #1096 em: Maio 04, 2018, 09:52:04 pm »
Missão "Insight" pronta a descolar este sábado para Marte


 

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HSMW

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Re: Espaço
« Responder #1097 em: Maio 05, 2018, 11:13:53 pm »

Missão "InSight" arranca com destino a Marte
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Re: Espaço
« Responder #1098 em: Maio 07, 2018, 09:49:14 pm »
Juno: Making Solar Power History



Alguma da ciência obtida com esta missão.

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Lusitano89

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Re: Espaço
« Responder #1099 em: Maio 12, 2018, 04:34:00 pm »
SpaceX lança foguetão Block-5


 

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Re: Espaço
« Responder #1100 em: Maio 21, 2018, 12:01:16 am »
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Re: Espaço
« Responder #1101 em: Maio 24, 2018, 12:35:05 pm »
 

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mafets

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Re: Espaço
« Responder #1102 em: Julho 09, 2018, 10:22:12 am »
http://www.physics-astronomy.com/2017/05/nasas-juno-spacecraft-beams-back.html#.W0Mot9JKjIU

Citar
NASA’S JUNO SPACECRAFT BEAMS BACK THE SHARPEST IMAGES OF JUPITER—EVER

Juno flew by Jupiter in March of 2017 skimming 2,700 miles (4,400 kilometers) above Jupiter’s cloud tops while traveling about 129,000 mph (208,000 km/h) relative to the planet, NASA officials said.  Hold my coffee, I can’t stop staring at the images. Is that even real?

NASA’s Juno spacecraft is the first solar-powered space probe sent out to study our solar system’s largest planet—Jupiter. Juno’s mission is to orbit the gas giant in polar orbit and study its structure while mapping its gravity and magnetic field. Studying Jupiter will allow experts to better understand large planets discovered across the cosmos.





Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Lusitano89

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Re: Espaço Novo
« Responder #1103 em: Julho 21, 2018, 07:50:19 pm »
Ilha de Santa Maria confirmada como bom local para lançar foguetões na Europa


Relatório elaborado para a Agência Espacial Europeia conclui que uma base de lançamento de pequenos satélites nos Açores é viável do ponto de vista técnico e económico. Do meio do Atlântico poderão vir a fazer-se cerca de 12 lançamentos por ano, estimam os especialistas, que esperam por apoio institucional que coloque Portugal no clube exclusivo das oito nações mundiais com acesso ao espaço.

É já o segundo relatório que aponta para a ilha de Santa Maria, nos Açores, como um local privilegiado para lançar pequenos foguetões que levem para o espaço (também pequenos) satélites. Se o primeiro estudo tinha sido encomendado pelo Ministério da Ciência português à Universidade do Texas, em Austin (EUA), o novo relatório resultou de um concurso lançado pela Agência Espacial Europeia (ESA) para análise da viabilidade técnico-económica de pequenos foguetões na Europa. Elaborado pela empresa portuguesa Deimos Engenharia, em parceria com a Orbex, empresa com sede no Reino Unido que está a desenvolver um pequeno foguetão, o novo relatório confirma a ilha de Santa Maria como um sítio favorável para este tipo de operações na Europa. E até já propõe que descole dos Açores o foguetão que a Orbex está a desenvolver – o Prime.

Mais exactamente, o novo relatório, tal como o anterior, propõe o sítio de Malbusca como local para um centro de descolagens espaciais nos Açores.

“Este local é viável do ponto de vista técnico e económico”, começa por dizer ao PÚBLICO Nuno Ávila, director-geral da Deimos Engenharia. “Apresenta condições climáticas muito favoráveis face a outras alternativas na Europa – na Noruega, Suécia e na Escócia. Do ponto de vista da segurança, também tem condições excepcionais: os lançamentos seriam para sul, onde só temos oceano. Na Noruega e Suécia tem de se sobrevoar território onde há população. E na Escócia tem de haver manobras para se evitarem as ilhas Faroé”, acrescenta Nuno Ávila. “Do ponto de vista logístico, a ilha de Santa Maria é muito boa, tem acessibilidades por mar e pelo ar. Tem uma pista com três quilómetros e tal, tem um porto de mar gigantesco. Têm de transportar partes dos foguetões, para serem montados localmente, e os satélites e os combustíveis também têm de chegar aí.”

Estas conclusões resumidas por Nuno Ávila constam de um sumário-executivo do relatório, que se pode consultar agora em papel nos escritórios em Lisboa da Deimos Engenharia – mas o próprio relatório, de mais de mil páginas, é confidencial e foi entregue esta semana à ESA. Foi um dos cinco estudos que decorreram em paralelo no concurso lançado pela ESA para analisar a viabilidade técnica e económica de levar a cabo lançamentos de pequenos foguetões na Europa. E, no seu caso, olhou em detalhe para a ilha de Santa Maria e o sítio de Malbusca. “Este local oferece condições muito atractivas a nível europeu. Na Europa não há muitos sítios para se fazerem lançamentos”, nota ainda Nuno Ávila, dizendo que a sua empresa já estuda a ilha de Santa Maria há alguns anos.

Estamos a falar do lançamento de foguetões (ou lançadores, na gíria aeroespacial) que transportam satélites até 200 quilos, para órbitas baixas, abaixo dos 500 quilómetros da Terra. “Estes pequenos lançadores são de baixo custo, os próprios satélites são de baixo custo. É a grande tendência do mercado”, diz Nuno Ávila. Um mercado que, segundo o sumário-executivo, em 2017 atingiu um número recorde de 328 pequenos satélites lançados.

Neste estudo, a Deimos Engenharia e a Orbex olharam para a procura mundial dos serviços de pequenos foguetões, para lançar pequenos satélites, a concorrência existente e as condições logísticas e de segurança, entre outras. Partindo daí, e traçando cenários para a evolução deste mercado, uns mais optimistas, outros mais pessimistas, chegaram a uma estimativa de quantos lançamentos poderão vir a fazer-se por ano dos Açores – cerca de 12. “Fez-se uma avaliação ao mercado global e um filtro para o que é realista lançar-se dos Açores (do ponto de vista técnico, político, etc.). Em seguida, avaliou-se a concorrência (…) e conclui-se que existem boas possibilidades de negócio.”

Neste momento, o processo mais avançado para fazer lançamentos de pequenos foguetões do continente europeu é o da Escócia, na península de A'Mhoine. A Orbex acaba de vencer um prémio (tal como a Lockeed Martin) para desenvolver um foguetão, neste caso o Prime, no contexto da criação de um porto espacial na Escócia, refere um comunicado da empresa portuguesa. E a Deimos, acrescenta Nuno Ávila, já é também um dos investidores da Orbex.

Para fazer os lançamentos espaciais da Europa, o sítio mais perto fica actualmente em Kourou, na Guiana Francesa, na América do Sul. O foguetão mais pequeno da Europa em operação hoje é o Vega, que transporta 1500 quilos, enquanto o Ariane 5, também da Europa, já é um grande foguetão, capaz de levar lá para cima 15.000 quilos. Além disso, os satélites pequenos têm de ficar à espera de “boleia” em foguetões grandes de agências espaciais, como a NASA e a ESA e das suas congéneres russas, chinesas, indianas ou japonesas.

“Os satélites tornaram-se mais pequenos, mas os veículos de lançamento não. Por isso, os operadores de pequenos satélites têm de esperar por uma vaga conveniente num veículo grande ou arranjar um lançamento partilhado com muitos outros satélites pequenos”, lê-se no sumário do relatório. “São lançados quando é possível, nas órbitas possíveis e por preços por vezes demasiado altos – nada disto é compatível com as necessidades destes pequenos satélites. Isto abre um novo mercado, em que os satélites pequenos são lançados em lançadores pequenos, quando querem, na órbita pretendida e por um preço adequado a este mercado”, sublinha-se por sua vez no comunicado.

Deimos chega-se à frente

“Um dos objectivos da Deimos é criar condições para a operação de lançadores que queiram tirar partido da região, propondo para os Açores um ‘porto espacial’ pequeno, limpo e seguro. A combinação do lugar da Malbusca com lançadores de dimensões e tecnologias de propulsão limpas, como é o caso do Prime, e outros da mesma natureza, é ideal”, refere ainda o comunicado. “Este porto espacial colocará Portugal no clube exclusivo das oito nações mundiais com acesso ao espaço, e será o único porto espacial da União Europeia a menos de 1500 quilómetros da Europa continental (Kourou, o actual centro de lançamentos da ESA, está a mais de 7000 quilómetros de Paris).”

No entanto, o estudo aponta que Malbusca como local candidato a lançamentos espaciais tem “dimensões limitadas”. Anda assim, é considerado claramente suficiente para ter uma rampa de lançamento. “Mas uma rampa pode comportar mais do que um foguetão. É possível operar dois ou mais lançadores em sequência, desde que a calendarização seja bem gerida”, responde Nuno Ávila.

E como o espaço é limitado, a segurança, frisa o sumário do relatório, é da máxima importância. “Foi realizada uma avaliação minuciosa com um painel externo independente para o caso do lançador da Orbex. Concluiu-se que no pior cenário credível não haveria qualquer impacto na população local, que está concentrada a 1,3 quilómetros do local candidato a lançamentos”, lê-se.

A segurança já era um dos aspectos tidos em conta no relatório da Universidade do Texas, divulgado em Fevereiro deste ano. Entre os quatro locais com melhor pontuação para receber um centro espacial – Fajã Lopo Vaz (na ilha das Flores), sítio de Ponta Delgada (na ilha das Flores), Estação Loran da NATO (na ilha de Santa Maria) e lugar da Malbusca –, ganhou Malbusca. Além das condições de segurança, destacava-se a amplitude e orientação do seu “corredor de lançamento”, considerando que Malbusca era “tecnicamente viável”, ainda que se ressalvasse a necessidade de mais estudos centrados em questões específicas como a viabilidade financeira do projecto, a própria segurança ou o impacto ambiental.

Para Nuno Ávila, a Europa irá ter rapidamente pequenos foguetões, para se manter competitiva em relação aos Estados Unidos  e à China. “Esses lançadores requerem uma base de lançamento na Europa, que todos os países querem ter, porque lhe confere soberania de acesso ao espaço”, considera, citado no comunicado, o responsável da Deimos Engenharia. “Portugal tem uma rara geografia que reúne condições para este tipo de actividade – há mais um ou dois locais na Europa que podem ser considerados. É uma corrida.”

E, em seguida, Nuno Ávila deixa a propósito desta corrida alguns avisos à navegação política em Portugal sobre o espaço. “É de todo interesse agir já, com passos consistentes e coordenados entre a indústria e as instituições, e estabelecer rapidamente a posição nacional através dos primeiros interessados, se queremos estar a voar em três anos.”

Também Chris Larmour, director-executivo da Orbex, deixa claro as intenções para os Açores e nota que, antes de mais, é uma questão política. “Os Açores são o complemento ideal ao Reino Unido, onde o estabelecimento do porto espacial está mais avançado. Não só haverá clientes com preferência pelos Açores, como permitirá gerir os lançamentos que a empresa conta fazer à medida que a procura aumenta”, refere este responsável. “É importante que, tal como no Reino Unido, os apoios institucionais surjam atempadamente e que a regulamentação espacial portuguesa seja competitiva, como apontado no estudo para a ESA. A Orbex sempre considerou operar a partir de dois locais.  A razão por que Escócia acontece primeiro é muito devido à rapidez dos apoios institucionais.”

Ainda está a ser desenvolvido, mas o Prime terá cerca de 17 metros de altura, com dois andares, transportará cargas de até 200 quilos e, como dizem a Deimos Engenharia e a Orbex, poderia descolar tanto da Escócia como dos Açores. Está a considerar-se, segundo Nuno Ávila, fazer o primeiro voo deste foguetão daqui a três ou quatro anos – ou seja, lá para 2021 ou 2022. “Usa combustível líquido, fácil de transportar e compatível com o ambiente pristino dos Açores”, assinala ainda o sumário, acrescentando que neste estudo considerou-se uma variedade de aspectos ambientais, como as espécies protegidas, a contaminação, a água ou áreas geológicas protegidas, “e todas as conclusões foram positivas”.

Em suma, começam a aparecer os estudos sobre um centro espacial nos Açores, há foguetões a serem desenvolvidos, o que terá de se seguir é uma decisão política, seja ela qual for, e claro o dinheiro.


:arrow: https://www.publico.pt/2018/07/21/ciencia/noticia/ilha-de-santa-maria-confirmada-como-local-privilegiado-para-lancamentos-espaciais-na-europa-1838678
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