Espaço

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Cabeça de Martelo

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Re: Espaço
« Responder #1095 em: Abril 28, 2018, 12:25:04 pm »
NASA põe termo ao desenvolvimento do seu único veículo lunar

A NASA anunciou sexta-feira ter posto termo ao seu único programa de desenvolvimento de um veículo lunar, apesar das declarações em finais do ano passado do Presidente norte-americano, Donald Trump, de que queria voltar a enviar astronautas à Lua.

O anúncio, feito no site da agência espacial, apanhou de surpresa os próprios cientistas envolvidos no programa, denominado “Resource Prospector” (RP), que deveria conduzir à construção de um veículo robotizado destinado a explorar as regiões polares da Lua.

Segundo a France Press, os cientistas enviaram uma carta à NASA onde exprimem a sua estupefação pela decisão tomada.

“Tomámos agora conhecimento de que o RP foi suspenso a 23 de abril de 2018 e que a missão terá fim até final de maio”, referem os membros do “Lunar Exploration Analysis Group (LEAG) no correio eletrónico enviado a Jim Bridenstine, que lidera a agência, e publicado no site “NASAWatch.com”.

Os cientistas sublinham a “incredulidade e consternação” com que a notícia foi recebida na sua comunidade.

O robot lunar, cuja construção foi iniciada há cerca de dez anos, deveria ser o único do mundo capaz de explorar as regiões polares da Lua.

Seria ainda o primeiro módulo lunar norte-americano depois do Apollo 17, de 1972, e o primeiro veículo autónomo dos Estados Unidos sobre a Lua, com lançamento previsto para 2022.

A NASA indicou, em comunicado emitido na sexta-feira, que certos instrumentos do programa RP serão utilizados em futuros projetos da agência espacial, até porque diz ter prevista uma série de “missões robóticas graduais na superfície lunar”, sem fazer referência específica à anulação do programa RP.

A agência procura “evoluir progressivamente no sentido de veículos de aterragem maiores, capazes eventualmente de ser habitados”, indica apenas o comunicado.

Jim Bridenstine, confirmado esta semana na liderança da NASA, assegurou no Twitter que está empenhado na exploração lunar.

O Presidente dos Estados Unidos confirmou em dezembro do ano passado a vontade dos Estados Unidos de voltar a enviar astronautas para a Lua pela primeira vez desde 1972, a fim de preparar uma missão habitada em direção a Marte.

“Desta vez, não se trata apenas de colocar a nossa bandeira e de deixar as nossas pegadas. Estabeleceremos uma base para uma missão a Marte e talvez um dia mais além”, declarou Trump numa cerimónia na Casa Branca.

 :arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/nasa-poe-termo-ao-desenvolvimento-do-seu-unico-veiculo-lunar   :shock:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: Espaço
« Responder #1096 em: Maio 04, 2018, 09:52:04 pm »
Missão "Insight" pronta a descolar este sábado para Marte


 

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Re: Espaço
« Responder #1097 em: Maio 05, 2018, 11:13:53 pm »

Missão "InSight" arranca com destino a Marte
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Re: Espaço
« Responder #1098 em: Maio 07, 2018, 09:49:14 pm »
Juno: Making Solar Power History



Alguma da ciência obtida com esta missão.

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Re: Espaço
« Responder #1099 em: Maio 12, 2018, 04:34:00 pm »
SpaceX lança foguetão Block-5


 

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Re: Espaço
« Responder #1100 em: Maio 21, 2018, 12:01:16 am »
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Re: Espaço
« Responder #1101 em: Maio 24, 2018, 12:35:05 pm »
 

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mafets

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Re: Espaço
« Responder #1102 em: Julho 09, 2018, 10:22:12 am »
http://www.physics-astronomy.com/2017/05/nasas-juno-spacecraft-beams-back.html#.W0Mot9JKjIU

Citar
NASA’S JUNO SPACECRAFT BEAMS BACK THE SHARPEST IMAGES OF JUPITER—EVER

Juno flew by Jupiter in March of 2017 skimming 2,700 miles (4,400 kilometers) above Jupiter’s cloud tops while traveling about 129,000 mph (208,000 km/h) relative to the planet, NASA officials said.  Hold my coffee, I can’t stop staring at the images. Is that even real?

NASA’s Juno spacecraft is the first solar-powered space probe sent out to study our solar system’s largest planet—Jupiter. Juno’s mission is to orbit the gas giant in polar orbit and study its structure while mapping its gravity and magnetic field. Studying Jupiter will allow experts to better understand large planets discovered across the cosmos.





Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Lusitano89

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Re: Espaço
« Responder #1103 em: Julho 21, 2018, 07:50:19 pm »
Ilha de Santa Maria confirmada como bom local para lançar foguetões na Europa


Relatório elaborado para a Agência Espacial Europeia conclui que uma base de lançamento de pequenos satélites nos Açores é viável do ponto de vista técnico e económico. Do meio do Atlântico poderão vir a fazer-se cerca de 12 lançamentos por ano, estimam os especialistas, que esperam por apoio institucional que coloque Portugal no clube exclusivo das oito nações mundiais com acesso ao espaço.

É já o segundo relatório que aponta para a ilha de Santa Maria, nos Açores, como um local privilegiado para lançar pequenos foguetões que levem para o espaço (também pequenos) satélites. Se o primeiro estudo tinha sido encomendado pelo Ministério da Ciência português à Universidade do Texas, em Austin (EUA), o novo relatório resultou de um concurso lançado pela Agência Espacial Europeia (ESA) para análise da viabilidade técnico-económica de pequenos foguetões na Europa. Elaborado pela empresa portuguesa Deimos Engenharia, em parceria com a Orbex, empresa com sede no Reino Unido que está a desenvolver um pequeno foguetão, o novo relatório confirma a ilha de Santa Maria como um sítio favorável para este tipo de operações na Europa. E até já propõe que descole dos Açores o foguetão que a Orbex está a desenvolver – o Prime.

Mais exactamente, o novo relatório, tal como o anterior, propõe o sítio de Malbusca como local para um centro de descolagens espaciais nos Açores.

“Este local é viável do ponto de vista técnico e económico”, começa por dizer ao PÚBLICO Nuno Ávila, director-geral da Deimos Engenharia. “Apresenta condições climáticas muito favoráveis face a outras alternativas na Europa – na Noruega, Suécia e na Escócia. Do ponto de vista da segurança, também tem condições excepcionais: os lançamentos seriam para sul, onde só temos oceano. Na Noruega e Suécia tem de se sobrevoar território onde há população. E na Escócia tem de haver manobras para se evitarem as ilhas Faroé”, acrescenta Nuno Ávila. “Do ponto de vista logístico, a ilha de Santa Maria é muito boa, tem acessibilidades por mar e pelo ar. Tem uma pista com três quilómetros e tal, tem um porto de mar gigantesco. Têm de transportar partes dos foguetões, para serem montados localmente, e os satélites e os combustíveis também têm de chegar aí.”

Estas conclusões resumidas por Nuno Ávila constam de um sumário-executivo do relatório, que se pode consultar agora em papel nos escritórios em Lisboa da Deimos Engenharia – mas o próprio relatório, de mais de mil páginas, é confidencial e foi entregue esta semana à ESA. Foi um dos cinco estudos que decorreram em paralelo no concurso lançado pela ESA para analisar a viabilidade técnica e económica de levar a cabo lançamentos de pequenos foguetões na Europa. E, no seu caso, olhou em detalhe para a ilha de Santa Maria e o sítio de Malbusca. “Este local oferece condições muito atractivas a nível europeu. Na Europa não há muitos sítios para se fazerem lançamentos”, nota ainda Nuno Ávila, dizendo que a sua empresa já estuda a ilha de Santa Maria há alguns anos.

Estamos a falar do lançamento de foguetões (ou lançadores, na gíria aeroespacial) que transportam satélites até 200 quilos, para órbitas baixas, abaixo dos 500 quilómetros da Terra. “Estes pequenos lançadores são de baixo custo, os próprios satélites são de baixo custo. É a grande tendência do mercado”, diz Nuno Ávila. Um mercado que, segundo o sumário-executivo, em 2017 atingiu um número recorde de 328 pequenos satélites lançados.

Neste estudo, a Deimos Engenharia e a Orbex olharam para a procura mundial dos serviços de pequenos foguetões, para lançar pequenos satélites, a concorrência existente e as condições logísticas e de segurança, entre outras. Partindo daí, e traçando cenários para a evolução deste mercado, uns mais optimistas, outros mais pessimistas, chegaram a uma estimativa de quantos lançamentos poderão vir a fazer-se por ano dos Açores – cerca de 12. “Fez-se uma avaliação ao mercado global e um filtro para o que é realista lançar-se dos Açores (do ponto de vista técnico, político, etc.). Em seguida, avaliou-se a concorrência (…) e conclui-se que existem boas possibilidades de negócio.”

Neste momento, o processo mais avançado para fazer lançamentos de pequenos foguetões do continente europeu é o da Escócia, na península de A'Mhoine. A Orbex acaba de vencer um prémio (tal como a Lockeed Martin) para desenvolver um foguetão, neste caso o Prime, no contexto da criação de um porto espacial na Escócia, refere um comunicado da empresa portuguesa. E a Deimos, acrescenta Nuno Ávila, já é também um dos investidores da Orbex.

Para fazer os lançamentos espaciais da Europa, o sítio mais perto fica actualmente em Kourou, na Guiana Francesa, na América do Sul. O foguetão mais pequeno da Europa em operação hoje é o Vega, que transporta 1500 quilos, enquanto o Ariane 5, também da Europa, já é um grande foguetão, capaz de levar lá para cima 15.000 quilos. Além disso, os satélites pequenos têm de ficar à espera de “boleia” em foguetões grandes de agências espaciais, como a NASA e a ESA e das suas congéneres russas, chinesas, indianas ou japonesas.

“Os satélites tornaram-se mais pequenos, mas os veículos de lançamento não. Por isso, os operadores de pequenos satélites têm de esperar por uma vaga conveniente num veículo grande ou arranjar um lançamento partilhado com muitos outros satélites pequenos”, lê-se no sumário do relatório. “São lançados quando é possível, nas órbitas possíveis e por preços por vezes demasiado altos – nada disto é compatível com as necessidades destes pequenos satélites. Isto abre um novo mercado, em que os satélites pequenos são lançados em lançadores pequenos, quando querem, na órbita pretendida e por um preço adequado a este mercado”, sublinha-se por sua vez no comunicado.

Deimos chega-se à frente

“Um dos objectivos da Deimos é criar condições para a operação de lançadores que queiram tirar partido da região, propondo para os Açores um ‘porto espacial’ pequeno, limpo e seguro. A combinação do lugar da Malbusca com lançadores de dimensões e tecnologias de propulsão limpas, como é o caso do Prime, e outros da mesma natureza, é ideal”, refere ainda o comunicado. “Este porto espacial colocará Portugal no clube exclusivo das oito nações mundiais com acesso ao espaço, e será o único porto espacial da União Europeia a menos de 1500 quilómetros da Europa continental (Kourou, o actual centro de lançamentos da ESA, está a mais de 7000 quilómetros de Paris).”

No entanto, o estudo aponta que Malbusca como local candidato a lançamentos espaciais tem “dimensões limitadas”. Anda assim, é considerado claramente suficiente para ter uma rampa de lançamento. “Mas uma rampa pode comportar mais do que um foguetão. É possível operar dois ou mais lançadores em sequência, desde que a calendarização seja bem gerida”, responde Nuno Ávila.

E como o espaço é limitado, a segurança, frisa o sumário do relatório, é da máxima importância. “Foi realizada uma avaliação minuciosa com um painel externo independente para o caso do lançador da Orbex. Concluiu-se que no pior cenário credível não haveria qualquer impacto na população local, que está concentrada a 1,3 quilómetros do local candidato a lançamentos”, lê-se.

A segurança já era um dos aspectos tidos em conta no relatório da Universidade do Texas, divulgado em Fevereiro deste ano. Entre os quatro locais com melhor pontuação para receber um centro espacial – Fajã Lopo Vaz (na ilha das Flores), sítio de Ponta Delgada (na ilha das Flores), Estação Loran da NATO (na ilha de Santa Maria) e lugar da Malbusca –, ganhou Malbusca. Além das condições de segurança, destacava-se a amplitude e orientação do seu “corredor de lançamento”, considerando que Malbusca era “tecnicamente viável”, ainda que se ressalvasse a necessidade de mais estudos centrados em questões específicas como a viabilidade financeira do projecto, a própria segurança ou o impacto ambiental.

Para Nuno Ávila, a Europa irá ter rapidamente pequenos foguetões, para se manter competitiva em relação aos Estados Unidos  e à China. “Esses lançadores requerem uma base de lançamento na Europa, que todos os países querem ter, porque lhe confere soberania de acesso ao espaço”, considera, citado no comunicado, o responsável da Deimos Engenharia. “Portugal tem uma rara geografia que reúne condições para este tipo de actividade – há mais um ou dois locais na Europa que podem ser considerados. É uma corrida.”

E, em seguida, Nuno Ávila deixa a propósito desta corrida alguns avisos à navegação política em Portugal sobre o espaço. “É de todo interesse agir já, com passos consistentes e coordenados entre a indústria e as instituições, e estabelecer rapidamente a posição nacional através dos primeiros interessados, se queremos estar a voar em três anos.”

Também Chris Larmour, director-executivo da Orbex, deixa claro as intenções para os Açores e nota que, antes de mais, é uma questão política. “Os Açores são o complemento ideal ao Reino Unido, onde o estabelecimento do porto espacial está mais avançado. Não só haverá clientes com preferência pelos Açores, como permitirá gerir os lançamentos que a empresa conta fazer à medida que a procura aumenta”, refere este responsável. “É importante que, tal como no Reino Unido, os apoios institucionais surjam atempadamente e que a regulamentação espacial portuguesa seja competitiva, como apontado no estudo para a ESA. A Orbex sempre considerou operar a partir de dois locais.  A razão por que Escócia acontece primeiro é muito devido à rapidez dos apoios institucionais.”

Ainda está a ser desenvolvido, mas o Prime terá cerca de 17 metros de altura, com dois andares, transportará cargas de até 200 quilos e, como dizem a Deimos Engenharia e a Orbex, poderia descolar tanto da Escócia como dos Açores. Está a considerar-se, segundo Nuno Ávila, fazer o primeiro voo deste foguetão daqui a três ou quatro anos – ou seja, lá para 2021 ou 2022. “Usa combustível líquido, fácil de transportar e compatível com o ambiente pristino dos Açores”, assinala ainda o sumário, acrescentando que neste estudo considerou-se uma variedade de aspectos ambientais, como as espécies protegidas, a contaminação, a água ou áreas geológicas protegidas, “e todas as conclusões foram positivas”.

Em suma, começam a aparecer os estudos sobre um centro espacial nos Açores, há foguetões a serem desenvolvidos, o que terá de se seguir é uma decisão política, seja ela qual for, e claro o dinheiro.


:arrow: https://www.publico.pt/2018/07/21/ciencia/noticia/ilha-de-santa-maria-confirmada-como-local-privilegiado-para-lancamentos-espaciais-na-europa-1838678
« Última modificação: Julho 22, 2018, 11:58:09 am por Lusitano89 »
 

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« Responder #1104 em: Julho 25, 2018, 03:33:59 pm »
Lançados novos satélites do sistema de navegação europeu


« Última modificação: Julho 25, 2018, 04:14:40 pm por Lusitano89 »
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #1105 em: Julho 25, 2018, 04:18:27 pm »
Four huge rockets are due to debut in 2020—will any make it?
Ariane 6, Space Launch System, New Glenn, and Vulcan all have 2020 launch dates


The Falcon Heavy is just the beginning of big rocket debuts ...

Rocket enthusiasts are lucky to see the debut of a handful of large, powerful rockets per decade. For example, during the last 10 years, just three rockets with a capacity of 25 tons or more to low-Earth orbit have made their debuts: the Russian Angara A5 flew in 2014, the Chinese Long March 5 in 2016, and the SpaceX Falcon Heavy earlier this year.

However, there is now a chance that up to four large and powerful rockets will make their debuts during a single year, as four boosters have maiden launches scheduled for 2020. Of course, there is also a chance that none of them will fly. Delays seem inevitable in the launch industry, especially with such large and in some ways unprecedented boosters. But given the uncertainty and the unprecedented potential, we thought it might be fun to assess whether any or all of them might make it.

Ars reached out to several launch industry experts and colleagues in aerospace journalism to gauge opinions on the viability of these launch dates. To be perfectly clear: the "confidence" in achieving a 2020 launch—and "estimated launch dates" below are at best educated guesses—is a reflection of what these informed people think may happen. Keep in mind that there are many, many variables that go into an actual launch date: funding, hardware readiness, component testing, integrated testing, software, ground systems readiness, and so much more. So caveat emptor.

Finally, as ardent fans of rockets—and seeing stuff actually getting done in space—we're rooting for all of these vehicles to make it in 2020. If you don't like these predictions, please prove us wrong.

Ariane 6



Capacity to LEO: 22 tons
Current launch date: Mid-2020
Confidence: Medium to high
Our estimated launch date: 4Q 2020
We have the highest confidence in this rocket because its various components are well into development, it is fully funded, and the rocket builds upon the existing heritage of the Ariane 5 booster. The French space agency, CNES, should complete structural work on the Ariane 6 launch site this year. Arianegroup has been hot-fire testing an updated engine for the rocket, the Vulcain 2.1, since January. And just this month, the new P120C boosters that will power the rocket off the launch pad were successfully tested for the first time.


Because of all these factors, along with a sense of urgency in Europe about the need to begin flying the Ariane 6 to become more competitive with the likes of SpaceX, we have highest confidence in the maiden launch of this vehicle in 2020. Don't book your tickets to French Guiana just yet, but maybe pencil the Ariane 6 launch onto your calendar with a modicum of confidence.

Space Launch System


NASA is making progress on building components of its Space Launch System rocket. Here, it has completed welding of a liquid oxygen tank.


Capacity to LEO: 70+ tons
Current launch date: December 2019-June 2020
Confidence: Medium
Our estimated launch date: 2Q 2021
Yes, the Space Launch System has already slipped a lot. Work on the vehicle began back in 2011, and at the time we were told that the use of space-shuttle heritage components such as side-mounted solid rocket boosters and the shuttle's main engine would help streamline development of the world's largest rocket.

However, despite NASA's extraordinary expenditure of $2 billion annually to develop the SLS rocket, it has faced technical problems and delays from its initial launch date of November 2017. The prime contractor for the core stage, Boeing, has now begun to produce fuel tanks for the massive core stage of the rocket, but an all-up test of the core stage integrated with its four main engines won't occur until some time next year.

Experienced rocket scientists often say that the most challenging part of a rocket's development comes during this integration (when the various pieces of the core stage are assembled) and test phase. For this reason, we don't have too much confidence in a launch less than two years from now. A successful core stage test firing next year would change that.

New Glenn


Blue Origin's concept art for a New Glenn rocket launch ascending to orbit.

Capacity to LEO: 45 tons
Current launch date: 2020
Confidence: Low to medium
Our estimated launch date: 2Q 2021
Blue Origin, backed by Amazon founder Jeff Bezos, certainly has plenty of money. It also has a huge new rocket factory in Florida to assemble the New Glenn booster, and the first stage engine, the BE-4, continues to undergo a rigorous testing plan in West Texas.

But despite these resources and a tremendous team of engineers assembled by Bezos, it nonetheless is a huge leap for the company to go from the single-engine New Shepard launch system, with 110,000 pounds of thrust, to the New Glenn booster, with seven much larger engines and its nearly four million pounds of thrust at liftoff.

Do we think Blue Origin will get there? Absolutely. Do we think it will happen in 2020? Well ... we hope it does.

Vulcan


Concept art of a Vulcan rocket lifting off.


Capacity to LEO: 35 tons
Current launch date: Mid-2020
Confidence: Low
Our estimated launch date: 1Q 2022
Like ArianeGroup, United Launch Alliance (ULA) has developed a new rocket with the intention to compete with SpaceX. The company also was told by the US Congress to stop using Russian engines, and so it has to move on from the proven Atlas V rocket. (By the way, don't confuse the Vulcan rocket with the Ariane 6's Vulcain engine. They're totally different. And the Europeans will tell you they chose the name first.)

One problem with Vulcan is that it is not at all clear that the parent companies of ULA, Lockheed Martin and Boeing, have fully committed the resources needed to complete development of Vulcan. Instead, before finalizing the Vulcan rocket, ULA could be waiting for the US Department of Defense to announce the next round of Launch Service Agreement contracts. That should happen some time this summer. This may help explain why company officials always say "soon" when asked about selecting an engine for Vulcan.

The rocket also has one very prominent skeptic—Elon Musk of SpaceX. Famously, Musk has said, "I will seriously eat my hat with a side of mustard if that rocket flies a national security spacecraft before 2023." Presumably, Vulcan would need to fly a couple of missions before becoming certified for a national security launch, but even so, 2023 for a third mission does not engender confidence about a maiden launch in 2020.

More rockets still

The fun doesn't stop with these four titanic boosters. Northrop Grumman Innovation Systems (formerly Orbital ATK) is developing the large Omega rocket for a possible launch in 2021, although like the Vulcan this could be dependent upon funding from the DOD's Launch Services Agreement to reach completion.

Then there is SpaceX's Big Falcon Rocket. This would be the most ambitious rocket ever built, requiring several technical miracles before it rolls to a launch pad. Beyond that, there are serious questions about the funding needed to see through development of the super-massive rocket and a maiden launch in the early 2020s. With that said, Musk and SpaceX President Gwynne Shotwell are completely committed to the BFR. So we expect to see it some day—the sooner the better.

https://arstechnica.com/science/2018/07/the-year-2020-could-see-the-unheard-of-debut-of-four-big-rockets-or-not/
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« Responder #1106 em: Julho 25, 2018, 05:28:53 pm »
Marte. Encontrado lago de água em estado líquido

Foi encontrado o primeiro lago de água em estado líquido em Marte, anunciou a revista 'Science' esta quarta-feira. A massa de água tem condições adversas ao desenvolvimento de vida, pelos elevados níveis de sais, mas a descoberta levanta a hipótese de serem encontrados outros lagos e, possivelmente, vida, dizem os cientistas.

O lago tem 20 quilómetros de extensão e encontra-se debaixo de uma camada de gelo, a 1,5 quilómetros de profundidade, na zona polar sul do "planeta vermelho", relata a equipa de cientistas italianos.

“Se a vida em Marte for como a vida no planeta Terra, esta água é demasiado fria e demasiado salgada", afirmou à 'Science' o geofísico David Stillman do Southwest Research Institute, no Colorado, que não esteve envolvido no estudo.

A descoberta foi feita por um radar da sonda europeia Mars Express, que se encontra em órbita e tem a capacidade de penetrar nas camadas de gelo. Os registos dizem respeito ao período compreendido entre 2012 e 2015.

O lago é muito semelhante aos grandes lagos de água líquida encontrados debaixo do gelo da Antártida e da Gronelândia.

"Este é um resultado surpreendente que sugere que a água em Marte é uma massa persistente que cria condições para a existência de vida durante longos períodos de tempo", ao contrário do que se pensava, disse Alan Duffy, professor associado da Universidade Swinburne na Austrália, que também não fez parte do estudo.

Em 2007, a sonda Mars Express já tinha confirmado a existência de água em Marte, perto do pólo sul.

Os cientistas acreditam que há mil milhões de anos Marte tenha tido água líquida, quando a atmosfera do planeta era mais quente e densa. Hoje em dia, o planeta é frio, árido e deserto, fazendo com que a água só exista em estado sólido nas calotas polares e em depósitos de gelo subterrâneos.

Apesar de inóspito, Marte é considerado o planeta do sistema solar mais parecido com a Terra.

 :arrow: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/marte-encontrado-lago-de-agua-em-estado-liquido

 :o
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« Responder #1107 em: Julho 26, 2018, 02:38:25 pm »
Água em Marte? NASA mostra postura cautelosa depois de anúncio de investigadores italianos


Uma equipa de cientistas italianos divulgou um estudo que indica que Marte pode ter um vasto lago de água salgada escondido sob uma camada de gelo no Polo Sul. Apesar de considerar a descoberta intrigante, a NASA quer mais provas.

A procura de água naquele que é considerado o planeta do Sistema Solar mais parecido com a Terra tem sido uma demanda por parte da comunidade científica, mas, após muitos anos de dúvidas, a confirmação da existência de água líquida no planeta vermelho parece ter chegado pelo radar da sonda europeia Mars Express.

Investigadores italianos divulgaram na revista científica Science o resultado de sinais recolhidos durante três anos e que indicam que Marte pode ter um lago de água salgada de 20 quilómetros de largura no sub-solo, o qual é similar  aos grandes lagos de água líquida encontrados debaixo do gelo da Antártida e da Gronelândia.

No entanto e embora considere que o “ponto brilhante visto nos dados do MARSIS (Mars Advanced Radar for Subsurface and Ionosphere Sounding) é uma caraterística incomum e extremamente intrigante”, a NASA preferiu adotar uma postura mais contida em relação à suposta descoberta.

A agência norte-americana defende que são necessários mais dados que comprovem a interpretação que a equipa italiana do MARSIS deu ao “ponto brilhante detetado por sinais de radar a cerca de 1,5 quilómetros  abaixo da superfície da calota de gelo da região de Planum Australe”, o pólo sul do planeta Marte.

Jim Green, cientista-chefe da NASA, afirmou que se deverá usar outros instrumentos para estudar aquilo que os autores do estudo interpretaram como água líquida.

Um desses instrumentos, o módulo InSight da NASA, estará no planeta vermelho já no fim deste ano e vai incluir uma sonda térmica que escavará até cinco metros abaixo da superfície de Marte. A sonda, construída pelo Centro Aeroespacial Alemão (DLR), fornecerá dados cruciais sobre a quantidade de calor que escapa do planeta e onde poderá existir água líquida perto da superfície.

Recorde-se que, em 2016, investigadores da Universidade do Texas descobriram depósitos de gelo sob a superfície rochosa de Marte que podem funcionar como um reservatório de água para os futuros colonizadores humanos.

No entanto, a descoberta do lago de água salgada a 1,5 quilómetros da superfície e com 20 quilómetros de diâmetro “traz novas possibilidades para a busca de micro-organismos no ambiente marciano", disse Elena Pettinelli, investigadora da Universidade de Roma, citada pelo jornal La Vangardia.


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Re: Espaço
« Responder #1109 em: Julho 27, 2018, 03:16:08 pm »
The Rocket for America’s Next Space Plane Just Fired 10 Times in 10 Days


Aerojet Rocketdyne

By 2021, the Phantom Express is slated to carry new satellites to orbit on a daily basis.

The Pentagon’s research arm has test-fired a new rocket engine 10 times in as many days, a critical step toward a space plane that can put satellites in orbit on a daily basis, project officials said.

The successful trial comes as the U.S. Defense Department looks for new ways to beef up and protect its orbiting constellations amid a growing space race with China and Russia.

“What we’re really trying to do is develop a next generation of launch vehicles that are able to support this new paradigm,” Scott Wierzbanowski, the engineer running the project for the Defense Advanced Research Projects Agency, told reporters during a Tuesday conference call. “We want affordability, flexibility and responsiveness is important to us and it’s going to be essential in order to have a tactical space-lift capability.”

Starting on June 26, Aerojet Rocketdyne fired its AR-22 engine an average of once every 18.5 hours, Jeff Haynes, the rocket firm’s program manager, said on Tuesday’s conference call. The 10th firing wrapped up with 68 minutes to spare, Haynes said.

“This engine is robust enough to handle the demands of frequent cycling like we did with 24-hour turnaround,” he said.

The liquid-oxygen, liquid-hydrogen-powered AR-22 engine will boost a new space plane to be built by Boeing.

“The idea of how we fly airplanes today is how we would like to … operate space-lift vehicles in the future,” Wierzbanowski said.

Dubbed the Phantom Express, the plane is being designed to carry a 3,000-pound satellite to orbit for less than $5 million.

“For this program, what we really wanted to do was design a system that was able to fly 10 times in 10 days,” Wierzbanowski said. “This really takes off the table the concern that a reusable space plane or a reusable booster can’t inherently be operable.”

The successful completion of the rocket test firings allow the program move ahead. The goal is to fly the space plane in 2021.

The plane itself — being built by Boeing’s Phantom Works advanced projects business — is being designed in a manner similar to how the firm builds commercial airplanes, Steve Johnston, Boeing program manager, said on the call.

The plane will be about 100 feet long, with a 62-foot wingspan, Johnston said. Fully fueled, the plane will weigh 240,000 pounds. It is being designed to reach Mach 10, or 10 times faster than the speed of sound.

“The series of tests that we just completed last week was a huge milestone in terms of burning down risk and our ability to turn the system around rapidly,” Johnston said.

 :arrow: https://www.defenseone.com/technology/2018/07/rocket-americas-next-space-plane-just-fired-10-times-10-days/149592/?oref=d-channelriver
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

 

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