Espaço

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Re: Espaço
« Responder #45 em: Junho 29, 2010, 11:06:42 pm »
Vénus poderá ter sido um planeta habitável




A missão da Agência Espacial Europeia (ESA), Venus Express, está a ajudar os cientistas a investigar a possibilidade de Vénus ter tido oceanos. Caso se confirme, a história do astro até pode ter começado num planeta habitável, semelhante à Terra.

Actualmente, ambos são completamente diferentes: a Terra é um mundo luxuriante, onde a vida abunda, enquanto Vénus é infernal, com a sua superfície a ferver a temperaturas superiores às de um forno da cozinha. Apesar das diferenças, “partilham inúmeras semelhanças” – têm praticamente o mesmo tamanho e agora, com a nave da ESA Venus Express, os cientistas planetários verificam que existem outras semelhanças também –, disse Håkan Svedhem, cientista do projecto da Venus Express .

Mas, Vénus tem muito pouca água e se a dos oceanos terrestres fosse espalhada uniformemente pela superfície da Terra, formaria uma camada com três quilómetros de profundidade. Se condensássemos o vapor de água presente na atmosfera de Vénus, formar-se ia um pântano com três centímetros.

Contudo, há milhares de milhões de anos, Vénus tinha provavelmente muito mais água; já que se confirmou que o planeta perdeu uma grande quantidade para o espaço – porque a radiação ultravioleta do Sol atravessa a atmosfera de Vénus separando as moléculas de água em dois átomos: dois de hidrogénio e um de oxigénio. E estes acabam por se escapar para o espaço.

A Venus Express mediu a taxa a que estes gases se escapam e confirmou que para o hidrogénio a taxa é duas vezes superior à do oxigénio. Acredita-se, por isso, que a água é a fonte destes iões que se evadem. Verificou-se também que uma forma de hidrogénio pesado, chamado deutério, está a ser enriquecido progressivamente nas camadas mais elevadas da atmosfera de Vénus, já que para o hidrogénio pesado não é tão fácil escapar.

“Tudo indica que tenha havido grandes quantidades de água em Vénus, no passado”, diz Colin Wilson, da Universidade de Oxford, Reino Unido. Mas isto não significa, necessariamente, que tenha havido oceanos na superfície do planeta.

Modelo de Chassefière

Eric Chassefière, da Universidade Paris-Sud, França, desenvolveu um modelo computacional que sugere que a água tenha existido sobretudo na atmosfera, em tempos muito primitivos, quando a superfície estava totalmente fundida. À medida que as moléculas de água se separavam em átomos, pela acção da luz do sol, e escapavam para o espaço, a consequente descida na temperatura desencadeou provavelmente a solidificação da superfície.

Apesar de ser difícil testar esta hipótese, esta é uma questão que impera. Se Vénus alguma vez tivesse tido água à superfície, seria possível que o planeta tivesse passado por uma fase inicial de habitabilidade. Mesmo correcto, o modelo de Chassefière não exclui a hipótese de os cometas que colidem com o planeta tenham trazido água adicional depois da superfície ter cristalizado, criando zonas com água em que vida tivesse tido condições para se formar.

Há muitas questões em aberto. “São precisos modelos mais extensos do sistema magma oceano e atmosfera e da sua evolução para que se perceba a evolução do jovem planeta Vénus”, sustentou Chassefière. Criados estes modelos computacionais, os dados fornecidos pela Vénus Express revelar-se-ão cruciais.

Ciência Hoje
 

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Re: Espaço
« Responder #46 em: Julho 12, 2010, 07:25:15 pm »
Estudar o solo de Marte com os pés bem assentes na Terra



Projecto pioneiro realizado por investigadores portugueses analisa semelhanças entre terrenos poligonais terrestres e marcianos.

As formas de relevo comuns entre Marte e a Terra, nomeadamente os solos poligonais, que no planeta vermelho foram detectados através de satélite, deram azo ao ANAPOLIS, um projecto pioneiro neste campo financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) que tem como objectivo principal fazer a análise deste tipo de terrenos em Marte com base em análogos terrestres.

Pedro Pina, coordenador do projecto, explicou ao Ciência Hoje que a investigação em ciências planetárias com recurso a análogos terrestres é uma área que tem vindo a ganhar um interesse redobrado por parte de toda a comunidade científica internacional e em que a contribuição portuguesa está a ter um destaque e participação activa cada vez maior.

“A integração de equipas nacionais com experiências e competências complementares, nomeadamente das Ciências Polares na Terra, em projectos comuns que contam também com a colaboração de colegas estrangeiros, é a forma adequada para se fazer ciência de qualidade medida por padrões de exigência internacionais”, enfatiza o investigador do Centro de Recursos Naturais e Ambiente, do Instituto Superior Técnico, entidade que coordena o projecto.

Neste domínio dos solos poligonais, nunca tinha sido feita uma campanha na Terra com um levantamento tão sistemático e minucioso deste tipo de terrenos como o que feito pela equipa do projecto ANAPOLIS­, nem com o objectivo adicional de posteriormente efectuar comparações quantitativas tão exaustivas com análogos marcianos.

Solos poligonais de Marte podem ser indicador de água no subsolo

Os solos poligonais de Marte, que podem ser estudados através do terreno nas regiões polares terrestres, “são muito frequentes e formam redes de grandes extensões e características diversas, o que pode ser um indicador da existência de água no seu subsolo”, explica Pedro Pina.

Segundo este investigador, na Terra, os ambientes onde ocorrem polígonos semelhantes aos de Marte, centram-se nas regiões com permafrost, característica omnipresente em Marte, sendo  Svalbard, um arquipélago situado no Árctico, uma área excelente para estudar os análogos marcianos.

Neste sentido, durante o mês de Junho foi realizada uma campanha de investigação que pretendeu caracterizar em detalhe as redes poligonais neste arquipélago. “Foi muito intensa e correu muitíssimo bem” salientou Pedro Pina, acrescentando que  “foram obtidas uma grande quantidade e diversidade de dados, havendo por isso elevadas expectativas na obtenção de resultados científicos relevantes após o processamento e integração dessa informação”.

De acordo com o investigador, algumas conclusões demorarão algum tempo a serem obtidas, mas “espera-se que se comece a perceber porque é que as redes poligonais têm características distintas e quais são os processos responsáveis pelas diferentes evoluções”.

Apesar de as redes poligonais de Marte serem “muito mais extensas e variadas do que as existem na Terra” e de não se poder “actualmente afirmar com segurança qual é a origem ou o processo que levou à sua formação e evolução”, os investigadores estão na expectativa de que “a análise comparativa e quantitativa das características medidas no campo e nas imagens das redes de Svalbard com as das redes marcianas somente medidas nas imagens de detecção remota, ajude a perceber o tipo e origem das redes marcianas”.

A campanha ANAPOLIS contou com a colaboração do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa, do Centrode Geofísica da Universidade de Coimbra e  (Teresa Barata) e da University Centre in Svalbard (UNIS). Integrou 14 elementos, alguns dos quais presentes no arquipélago antes do início da expedição “para antecipadamente  se organizar melhor a campanha”, salientou Pedro Pina.

Ciência Hoje
 

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« Responder #47 em: Julho 19, 2010, 09:05:26 pm »
Putin anuncia investimento de 620 M€ em nova base aeroespacial


O primeiro ministro da Rússia, Vladimir Putin, anunciou hoje que o seu governo vai investir cerca de 800 milhões de dólares (620 milhões de euros) nos próximos três anos na construção de uma nova base aeroespacial no extremo oriente do país.
 
"Espero que a base Vostochny se converta na primeira base nacional civil e que garanta à Rússia a sua independência em matéria espacial”, afirmou o primeiro ministro russo, durante uma visita de inspeção à sede da corporação aeroespacial Energuia, no Norte de Moscovo.

De acordo com Putin, a nova base aeroespacial, que será menor do que a de Baikonur, no Cazaquistão – de onde atualmente é lançada a maior parte dos satélites russos e estrangeiros –, será um passo importante para atingir as metas traçadas pela Rússia neste setor.

“A nossa meta é garantir os interesses nacionais no espaço e reforçar seriamente as posições da Rússia no mercado global para os serviços espaciais", precisou.

O governo russo disponibilizou este ano cerca de 3,3 mil milhões de dólares (2,55 mil milhões de euros) para o setor do espaço.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #48 em: Julho 26, 2010, 08:36:43 pm »
Rússia alarga Estação Espacial Internacional




Dois astronautas russos, Fiodor Iurtchikhin e Mikhail Kornienko, sairão esta terça feira da Estação Espacial Internacional para juntar o novo módulo “Rassvet” ao segmento russo dessa estação.
A saída está prevista para as 04:45 de Lisboa e o módulo, com um comprimento de seis e um diâmetro de 2,2 metros, servirá como laboratório para a realização de experiências de biologia e de novos materiais.

A fim de saírem para o Espaço, os astronautas vestirão escafandros “Orlan-MK”, os primeiros escafandros russos computorizados, que não só controlarão o estado de saúde dos cosmonautas, mas também, através de um computador, dir-lhes-ão as operações a realizar e as falhas.

Esta saída dos astronautas realiza-se um dia após a celebração do 10.º aniversário da entrada em funcionamento da Estação Espacial Internacional (EEI).

A EEI, que veio substituir a estação espacial soviética “Mir”, é composta por módulos fabricados pela Rússia, Estados Unidos, Agência Especial Europeia e Japão. Neste projeto, já foram investidos mais de mil milhões de euros.

Konstantin Bogdanov, especialista em programas espaciais, escreve que a Rússia limita-se apenas a garantir as infraestruturas da EEI e que esta “já deu o que tinha a dar”, defendendo que a Agência Espacial da Rússia (Roskomos) deve elaborar um programa mais ambicioso de exploração do Espaço, incluindo voos interplanetários.

Lusa
 

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« Responder #49 em: Julho 27, 2010, 06:10:09 pm »
Novo dispositivo para rastrear lixo espacial


O problema do lixo espacial pode ter uma solução à vista. Estes desperdícios de objectos enviados para o Espaço são considerados pela Agência Espacial Europeia (ESA) uma ameaça permanente, pois podem chocar com naves e satélites que orbitam a Terra.

Segundo os cálculos dos astrónomos estão em órbita 200 mil objectos de menos de um centímetro de diâmetro e mais 500 mil com maiores dimensões. Os sistemas actuais de radar não conseguem detectar objectos pequenos. Agora, uma empresa australiana desenvolveu um sistema de rastreamento a laser para evitar acidentes.

Craig Smith, director da companhia australiana Electro Optic Systems, diz ter encontrado uma solução para o problema. O sistema utiliza o mesmo princípio dos radares mas é muito mais exacto e pode detectar objectos de todos os tamanhos.

Em Terra, o dispositivo dispara raios laser para o espaço. Depois, mede o tempo no qual o sinal luminoso demora a fazer a viagem até ao objecto e do objecto novamente à Terra. Multiplica esse tempo pela velocidade da luz e obtém a distância exacta.

A empresa tem previsto colocar o primeiro telescópio na estação de Mount Stromlo, perto de Camberra. Quer depois ampliar a sua rede de lasers ao resto da Austrália e a todo o mundo.

O objectivo é distribuí-los de forma estratégica em dez lugares de ambos os hemisférios para que não haja falhas na localização dos objectos.

Ciência Hoje
 

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« Responder #50 em: Julho 29, 2010, 02:55:33 pm »
Bactérias de rio espanhol podem viver em Marte


Uma investigação, publicada no Icarus, do Centro de Astrobiologia de Madrid, que colabora com a NASA, demonstrou que as bactérias que vivem no Rio Tinto, em Huelva, no sudoeste espanhol, são capazes de viver em Marte.

“Não esperávamos que sobrevivesse nem uma”, afirma Felipe Gómez, que liderou a investigação. “Os resultados mostram que a vida em Marte é mais viável do que se pensava”, realça.

As margens do Rio Tinto são um dos lugares na Terra mais parecidos com Marte. Os investigadores recolheram do solo bactérias quimiolitotróficas que se alimentam da oxidação dos minerais e, até agora, acreditava-se que eram incapazes de sobreviver fora do seu ambiente.

A equipa de Gómez introduzir as bactérias nuns cilindros da altura de uma pessoa. Dentro desses tubos simulou Marte: baixou a pressão a sete milibares, aumentou a radiação ultravioleta e desceu a temperatura até aos -120º. “Dependendo do lugar e da época do ano, a temperatura em Marte oscila entre os - 170º e os 25º”, comenta Gómez. “Queríamos testar quase a pior das situações para observar se seriam ou não capazes de resistir”, acrescenta.

Cobriu-se cada população com um capa fina mineral de dois milímetros e outra de cinco e mantiveram-nas fechadas por 24 horas. “A estas condições, o volume de radiação que recebem equivale a vários dias marcianos”, explica o investigador. Nas populações mais fortes, até 50 por cento das bactérias sobreviveriam um dia em Marte.

Pode existir vida em Marte?

Com isto, levanta-se a questão: Será possível reproduzir estas bactérias ou outras semelhantes para que haja uma forma de vida contínua?

Tudo depende se, como já confirmaram vários estudos, exista água na superfície do planeta vermelho.

“Se houver água, poderia haver reprodução”, afirma Gómez.

Este trabalho é parte dos preparativos do Mars Science Laboratory da NASA.

Em 2011, uma sonda vai levar até Marte o veículo de exploração Curiosity, com o objectivo de procurar vida em todo o planeta.

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« Responder #51 em: Agosto 05, 2010, 11:28:49 pm »
Investigação conclui que não há água na Lua



Os cientistas têm procurado por vestígios de água na Lua. Mas uma investigação publicada na revista Science contraria esta teoria, garantindo que a Lua pode ser bastante seca.

Um estudo de investigadores norte-americanos, coordenado por Zachary Sharp, da Universidade do Novo México, analisou isótopos de cloro das amostras mais estudadas trazidas para Terra pelas missões espaciais Apollo.

Os cientistas descobriram que não há hidrogénio no magma oceânico ou que há em muito pouca quantidade durante a formação lunar, o que significa que o satélite natural da Terra pode ter sido sempre demasiado seco para suportar vida, concluiu o estudo, citado pela edição online da BBC.

De acordo com uma das teorias da formação da Lua, um objeto do tamanho de Marte colidiu com a Terra há biliões de anos. A consequência foi a formação do satélite da Terra, a Lua, que cristalizou e arrefeceu pouco depois, há cerca 4,5 mil milhões de anos.

Antes de arrefecer, existia aquilo a que se chamou magma oceânico na superfície da Lua, rochas derretidas capazes de reter grandes quantidades de água.

“Como a Terra arrefeceu e cristalizou, houve gases libertados de vulcões que estavam à superfície e o fumo terá provavelmente formado a maioria dos oceanos. Os nossos oceanos vieram de água derretida nas rochas”, afirmou Sharp.

“A mesma coisa deve ter acontecido na Lua, exceto o facto de a Lua ser muito pequena, a gravidade demasiado fraca para reter esta água, pelo que ela deve ter-se perdido no espaço”, argumentou Zachary Sharp.

Na sua procura por água no satélite da Terra, os investigadores basearam o estudo nas análises das rochas lunares que as missões espaciais norte-americanas Apollo trouxeram para a Terra no fim da década de 1960 e início da seguinte.

O grupo de Zachary Sharp decidiu analisar um elemento das amostras, o cloro, que é um indicador muito sensível dos níveis de hidrogénio, cuja presença significa existência de água.

“O cloro adora água. E queríamos ver se o rácio de cloro 37 para cloro 35 era semelhante ao da Terra ou não”, afirmou Sharp.

“Ficámos muito chocados quando descobrimos que não só não é similar como, ao contrário da Terra, onde cada amostra é essencialmente igual, aqui estamos a detetar grandes diferenças. Eram tão grandes que primeiro pensámos que devia haver algum erro de análise, que estávamos a fazer alguma coisa errada”, admitiu.

“Era inédito, era inexplicável. Voltámos atrás [na investigação], reanalisámos as coisas e verificámos que estava tudo bem”, disse.

Zachary Sharp explicou que na Terra o rácio de cloro 37 para cloro 35 é muito constante, variando apenas em cerca de 0,1 por cento.

Os investigadores afirmaram inicialmente que existia “magma oceânico” na Lua mas esta equipa concluiu que na Lua existe cerca de 25 vezes o rácio de isótopos de cloro terrestres.

Lusa
 

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« Responder #52 em: Agosto 10, 2010, 08:30:25 pm »
"É preciso abandonar a Terra e colonizar o Espaço" diz Stephen Hawking



Stephen Hawking continua a fazer declarações surpreendentes. Na última entrevista à Big Think, o cientista afirmou que ou se coloniza o espaço durante este milénio ou será o fim da humanidade.

Hawking considera que nos próximos mil anos vamos fazer com o que o nosso planeta seja inabitável.

O cientista explica ainda que faltam mil milhões de anos que faltam para o Sol consiga o mesmo objectivo por si próprio e que será muito provável que um asteróide, um buraco negro ou uma supernova nos eliminem da Terra.

No entanto, e apesar de parecer o contrário, Hawking mostra-se optimista: “Se pudermos evitar o desastre nos próximos séculos, a nossa espécie permanecerá”.

O cientista assegura ainda que “temos de começar a pensar seriamente como nos vamos libertar dos limites deste planeta agonizante” mas adianta que é complicado encontrar outro local habitável para a raça humana.

Para Hawking, os instintos egoístas e agressivos dos seres humanos unidos às nossas novas capacidades podem muito provavelmente provocar “um desastre nos próximos cem anos, para não falar dos próximos mil ou um milhão”.

Além disso, há outro risco: "Se os extraterrestres nos visitassem agora, o resultado seria muito parecido com o que aconteceu quando Cristovão Colombo chegou à América: nada bom para os povos nativos".

"Esses seres avançados talvez sejam nómadas, com o objectivo de colonizar quaisquer planetas que consigam alcançar", afirma o cientista.

Perante esta situação, o físico da Universidade de Cambridge afirma: “A nossa única oportunidade de sobrevivência a longo prazo, não deve permanecer fechada no planeta Terra, mas sim para nos difundirmos no espaço”.

Expansão da espécie

Segundo o responsável do Big Think, Andrew Dermont, o nosso futuro apresenta-se igualmente desolador. “A raça humana não deveria ter todos os ovos num só ninho, ou num planeta”.

O responsável pela página on-line acrescenta ainda que o aquecimento global e o crescimento da população mundial deve levar-nos a procurar alternativas.

Para Hawking a conclusão é clara: “Chegou o momento de nos libertarmos da Mãe Terra”.

Ciência Hoje
 

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Re: Espaço
« Responder #53 em: Agosto 21, 2010, 04:31:21 pm »
Nasa adianta que a Lua está a diminuir


Fotografias tiradas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), enviada pela Agência Espacial Americana – NASA, ao satélite, para investigar a órbita da Lua, revelaram que a circunferência da superfície lunar contraiu pelo menos cem metros, nos últimos mil milhões de anos. A descoberta foi relatada pelo cientista Thomas Watters, do Centro de Estudos Planetários, num artigo publicado pela revista especializada Science.

As imagens revelaram 14 novas escarpas lobulares — pequenas formações que, até agora, acreditava-se terem sido originadas por falhas tectónicas. São as mais jovens formações do satélite e, de acordo com Watters, provavelmente estão presentes em toda a Lua. A análise sugere que as escarpas se formaram durante um período de contracção, quando a Lua congelou e encolheu. A lua formou-se num ambiente caótico, cheio de asteróides e meteoritos, explica a NASA na página oficial.

As várias colisões fizeram com que a lua se fosse deformando e os elementos radioactivos tornaram-na mais quente. Contudo, foi arrefecendo com o tempo, e os cientistas atribuem a contracção à sua refrigeração. Novos estudos revelam uma actividade tectónica recente ligada ao arrefecimento de longa duração e associada a contracção do interior lunar.

Antes das imagens tiradas pela LRO, as escarpas tinham sido identificadas pelas câmaras das missões Apollo 15, 16 e 17, que só conseguiram registar 20 por cento da superfície do satélite natural. Por causa da limitação, acreditava-se que as escarpas estavam restritas à região do equador lunar. Segundo o artigo de Watters, estão presentes em toda a Lua.

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Re: Espaço
« Responder #54 em: Agosto 26, 2010, 02:53:13 pm »
Portugueses desenvolvem equipamento a instalar na ISS



Uma equipa de investigadores portugueses do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP) colabora há mais de dez anos no desenvolvimento de um equipamento que será colocado na Estação Espacial Internacional (ISS, do acrónimo em inglês) em 2011.

Fernando Barão, investigador do LIP e docente do Instituto Superior Técnico, em Lisboa, explicou, em declarações à Lusa que, desde finais de 1997, uma equipa desta instituição participou diretamente na conceção, construção e avaliação de desempenho de um equipamento, designado por detetor de Cherenkov, que se destina a medir a velocidade das partículas que o atravessam.

Este detetor está integrado no espectrómetro magnético Alpha (AMS-02), que vai ser instalado na Estação Espacial Internacional em 2011, com o objetivo de ajudar a compreender as origens do universo.

O também responsável pela equipa portuguesa envolvida neste projeto detalhou que os investigadores nacionais continuam envolvidos na experiência, agora na “fase de recolha de dados e análise desses resultados”.

O espectrómetro magnético Alpha (AMS-02) é uma experiência de física de partículas que agrega 56 institutos de 16 países de três continentes (América do Norte, Europa e Ásia), cujo objetivo é detetar raios cósmicos.

Identificados há 99 anos (em 2011 assinala-se o centenário da sua descoberta pelo físico austríaco Victor Hess), os raios cósmicos transportam um conjunto de partículas que apenas são acessíveis, no seu estado original, no espaço.

“Esta radiação, quando chega à Terra interage” com atmosfera terrestre e “de alguma maneira desintegra-se”, explicou Fernando Barão.

Por isso, adiantou, um detetor colocado no espaço permite, ao ser atravessado por várias partículas, identificar as suas características o que “poderá ser muito importante para lançar luz sobre algumas questões fundamentais da física atual, como é, por exemplo, a matéria escura”, matéria não detetável cuja presença é inferida pelo seu efeito gravitacional e que se pressupõe que seja dominante na constituição do Universo.

Fernando Brandão acrescentou que a velocidade a que movem estas partículas, no espaço, tornam impossível a sua reprodução na Terra.

“O maior acelerador é o Universo. Há partículas que atravessam o cosmos com energias tais que não se conseguem obter" em Terra, explicitou o investigador, aludindo ao Large Hadron Collider (LHC), o maior acelerador de partículas do mundo, localizado no CERN (Laboratório Europeu de Física de Partículas) e que, desde março, procura recriar a origem do Universo.

O espectrómetro magnético Alpha (AMS-02) é transportado hoje da Agência Espacial Europeia para o Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral (Florida, EUA), onde permanecerá até ao lançamento, que terá lugar no próximo ano, informou a NASA.

Com 6,7 toneladas e um consumo elétrico de entre 2000 e 2500 quilowatts, o aparelho tem como principal componente um íman supercondutor que, na sua posição privilegiada (instalado no módulo S3 Truss da Estação Espacial Internacional), terá por função procurar antimatéria e matéria escura, bem como medir os raios cósmicos.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #55 em: Setembro 02, 2010, 06:45:33 pm »
Stephen Hawking exclui Deus como criador do Universo


O cientista britânico Stephen Hawking anunciou hoje a publicação de um novo livro no qual exclui a possibilidade de Deus ser o criador do Universo, ao contrário daquilo que defendia numa teoria anterior.
Da mesma forma que o darwinismo já tinha, no passado, rejeitado a necessidade de um criador no campo da biologia, também o conhecido astrofísico britânico argumenta agora - numa obra que em breve estará nas bancas - que as mais recentes teorias científicas rejeitam o papel de um criador do Universo.

Stephen Hawking afirma que o Big Bang – a grande explosão que originou o mundo – terá sido uma consequência inevitável das leis da física, o que contradiz a teoria que o cientista tinha defendido no passado, no livro “Uma Breve História do Tempo”, publicado em 1998 e rapidamente transformado num êxito de vendas.

Nessa obra, Hawking sugeria que não existia qualquer incompatibilidade entre a existência de um Deus criador e a compreensão científica do Universo, chegando mesmo a afirmar que se a comunidade científica chegasse a descobrir a teoria completa, tal “seria o triunfo definitivo da razão humana” já que, nesse altura, “seria possível conhecer a mente de Deus”.

No novo livro, intitulado “O Grande Desígnio” e que estará à venda a partir de 09 de setembro, precisamente uma semana antes da visita do papa Bento XVI à Grã-Bretanha, o astrofísico sustenta que a ciência moderna não deixa lugar à existência de um Deus criador do Universo.

O cientista considera que a prova que sustenta o seu argumento é o facto de ter sido observado, em 1992, um planeta que girava em torno de uma estrela distinta do sol.

Hawking alega que essa observação comprova a possibilidade de existirem outros planetas e universos o que significa, em seu entender, que se a intenção de Deus seria criar o Homem, estão os restantes universos seriam redundantes.

O conhecido biólogo ateu Richard Dawkins felicitou já o astrofísico britânico pelas conclusões, dizendo que a opinião de Hawking é partilhada por uma grande parte da comunidade científica.

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« Última modificação: Setembro 13, 2010, 01:17:05 pm por Lusitano89 »
 

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« Responder #56 em: Setembro 06, 2010, 06:28:30 pm »
NASA quer enviar sonda ao Sol em 2018


A Agência Espacial Norte-Americana NASA começou esta semana a desenvolver uma missão para estudar e visitar o Sol, com a maior proximidade de sempre. Será projectada uma pequena nave espacial que, em 2018, irá cair directamente na atmosfera solar, a 6,5 milhões de quilómetros da superfície da maior estrela do sistema planetário terrestre.

Com esta tentativa de aproximação do Sol, a agência espacial quer aprofundar o estudo sobre elementos que não puderam ser investigados até agora.

As experiências planeadas para a nave solar Probe Plus foram desenhadas para resolver a duas questões específicas da física solar. Quer-se perceber por que a atmosfera exterior solar é muito mais quente do que a superfície visível do Sol e de que forma o vento solar afecta a Terra e o sistema solar.

A nave será composta por um escudo térmico de carbono que lhe permitirá suportar temperaturas superiores a 1400 graus centígrados e explosões de radiação intensas. A NASA convocou, o ano passado, cientistas de todo o mundo para apresentarem propostas sobre novas investigações em torno do Sol.

Está previsto atribuir a cinco dos projectos seleccionados 180 milhões de dólares (140 milhões de euros). Os diferentes grupos de cientistas estudarão, entre outros aspectos, as partículas do Sol (protões, electrões e iões), as fotografias em três dimensões (3D) que serão proporcionadas pelo potente telescópio que levará a nave, bem como as emissões magnéticas que irradia o Sol.

Para a NASA, trata-se de ter um melhor conhecimento do Sol, permitindo inclusive prever o ambiente criado pelas radiações para não surpreender os futuros exploradores do espaço.

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« Responder #57 em: Setembro 13, 2010, 01:13:13 pm »
Gregos terão visto o Cometa Halley em 466 a. C.


Astrónomos gregos terão visto o cometa Halley 226 anos antes dos chineses, segundo documentos antigos agora revelados

A observação de um cometa feita pelos gregos em 466 antes de Cristo (a. C.) poderá ser o mais antigo avistamento do cometa Halley documentado até hoje, de acordo com a tese de um grupo de investigadores agora divulgada pela revista New Scientist.

O Norte da Grécia terá sido atingido por um meteorito no período temporal entre os anos de 466 e 468 a. C. e, segundo um artigo publicado no Journal of Cosmology pelo filósofo Daniel Graham e o astrónomo Eric Hintz, ambos da Universidade Brigham Young (EUA), documentos antigos de astrónomos gregos referem a existência de um cometa no céu quando o meteorito caiu.

Este detalhe não tinha merecido grande destaque até ao momento, mas, segundo o artigo do Journal of Cosmology, citado pela revista New Scientist, o cometa teria sido visível durante cerca de 80 dias em 466 a. C., na região de Hellespon, no Norte da Grécia.

Se as novas descobertas forem confirmadas, os investigadores vão fazer recuar a data da primeira observação documentada do Halley em 226 anos. Até à data, o registo mais antigo que existia era referente a um visionamento datado do ano 240 a. C. feito por astrónomos chineses.

Os relatos feitos nos documentos dos antigos gregos falam sobre a queda de uma rocha do espaço durante o dia e, pelas descrições, com o tamanho aproximado de uma carruagem de mercadorias. O objecto, descrito como tendo uma cor "queimada", tornou-se numa atracção turística durante mais de 500 anos.

Para conferir um mínimo de credibilidade aos relatos feitos pelos documentos gregos, Eric Hintz e Daniel Graham reconstituíram a rota mais provável do cometa Halley, de modo a tentar perceber se ele coincidia com as observações efectuadas. Segundo os cálculos feitos pelos dois investigadores, o Halley pode ter sido visível durante cerca de 80 dias entre o início de Junho e final de Agosto do ano 466 antes de Cristo, dependendo das condições atmosféricas e da escuridão do céu.

Os dois investigadores frisam que "é difícil voltar tão atrás no tempo". "Não é como um eclipse, que é muito previsível", salienta Eric Hintz à BBC News. Frisando, no entanto, que a equipa se sente bastante confiante sobre as suas conclusões. "Se a observação de 240 a. C. foi aceite, esta também tem possibilidades bastante sólidas para o ser." Acrescentando que, se esta teoria for aceite, ela terá ocorrido "três órbitas antes da observação feita pelos chineses".

Questionado se é possível que a queda do meteorito e a passagem do cometa Halley estejam relacionadas, Eric Hintz mostra-se céptico. "Seria realmente interessante se estivessem ligados, se fosse um pedaço do Halley que caiu. Mas a nossa impressão é que se trata apenas de uma curiosa coincidência", sublinha o investigador.

DN
 

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Re: Espaço
« Responder #58 em: Setembro 17, 2010, 06:14:42 pm »
Mars500: 105 dias de Isolamento



A percorrer o espaço interplanetário, numa simulação de viagem ao Planeta Vermelho, a tripulação da Mars500 entrou agora numa nova fase do seu isolamento. A missão anterior teve a duração de 105 dias, em 2009, e a partir de agora tudo é novidade nesta experiência.

As seis pessoas da Mars500, fechadas em segurança nas instalações em Moscovo, têm estado a viajar virtualmente em direcção a Marte desde o dia 14 de Junho, quando a missão deixou a órbita da Terra. O lançamento foi a 3 do mesmo mês, quando a porta da nave foi fechada. Desde então, a tripulação tem seguido a agenda, reproduzindo com a precisão possível uma potencial missão ao planeta vizinho, o que inclui atrasos nas comunicações e uma rotina diária semelhante à viagem espacial real.

Neste momento, o atraso nas comunicações – que representa a distância da nave à Terra – é de dois minutos em cada direcção, tornando impossíveis as comunicações directas. À medida que a simulação avança o atraso atinge os 20 minutos. A próxima etapa ficará marcada pela aterragem em Marte, planeada para 10 de Fevereiro de 2011. Ao todo, irá durar 520 dias, com o regresso à Terra previsto para o início de Novembro de 2011.

“É difícil pensar que daqui a um ano ainda estaremos aqui nestes módulos”, diz Romain Charles, um dos elementos da tripulação da Agência Espacial Europeia (ESA). “Vivemos o dia-a-dia, tentando tirar o melhor partido disso. O que tem funcionado nestes primeiros 105 dias, e resultará para os mais de 400 que faltam”.

Com mais de cem experiências científicas a seu cargo, a tripulação da Mars500 não corre o risco de se entediar. O tempo da tripulação distribui-se entre o entretenimento e os projectos pessoais, além das operações de manutenção e das tarefas diárias da nave. A equipa também pratica exercício físico várias horas por dia, para compensar a falta de actividade física.

“Já passou muito tempo e nesta fase a equipa anterior já estava entusiasmada, uma vez que o período de isolamento estava a terminar”, brinca Diego Urbina, outro europeu a bordo. “Não nos podemos dar a este luxo. Temos de manter a mente tão equilibrada quanto possível – por um longo período de tempo”.

Tempo a passar

Cyrille Fournier, outro membro, diz que “a motivação é a questão chave. Também é importante mantermo-nos ocupados. Eu tinha muito que fazer nas instalações – não tinha tempo para andar a vaguear e a ver o tempo passar. Outra coisa importante é a rotina diária. Cumprindo isto, pode-se basicamente continuar quase indefinidamente”.

“É claro que tivemos altos e baixos durante a missão”, continua Oliver Knickel, outro dos tripulantes europeus da missão de 105 dias. “No princípio estávamos muito entusiasmados e depois novamente no final, quando faltavam apenas alguns dias”.

Os momentos mais difíceis aconteceram a meio da missão, seis a oito semanas depois de ter começado. “Só conseguimos ultrapassar estas fases mais difíceis funcionando como equipa. Daí que o meu conselho à tripulação actual seja simplesmente: pensa no que podes fazer pelos teus parceiros”, diz Oliver. A tripulação criou laços de amizade e avançou estar a ter uma excelente experiência.

Ciência Hoje
 

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Re: Espaço
« Responder #59 em: Setembro 21, 2010, 11:22:45 pm »
NASA testa veículo para explorar Marte no Arizona



Uma equipa de engenheiros e cientistas da NASA (agência espacial norte-americana) passou duas semanas no deserto do Arizona, nos Estados Unidos, simulando a superfície árida de asteróides e planetas distantes.

Durante estes dias, os investigadores testaram o protótipo do Athlete (All-Terrain Hex-Limbed Extra-Terrestrial Explorer, em inglês), veículo desenvolvido para exploração lunar com planos de, no futuro, ser usado para vasculhar a superfície de Marte.

Com uma cabine acoplada a uma estrutura de seis «pernas», o Athlete deve ser usado para o transporte de cargas pesadas.

O cientista Aaron Hulse, de 29 anos, que passou sete dias no deserto a testar o veículo, disse ter gostado da experiência.

Hulse e uma equipa de especialistas da NASA passaram dias a testar o veículo e outros protótipos em condições similares aos ambientes inóspitos do espaço. A maratona acontece todos os anos é uma das principais oportunidades da equipa testar na prática as deduções feitas em laboratório.

Um dos destaques dos testes foi o Robonaut, um robô humanóide desenvolvido pela agência espacial que vai auxiliar os membros da tripulação em futuras missões.

Lusa
 

 

Astrónomos captam sinal alienígena do espaço

Iniciado por Ricardo Nunes

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Última mensagem Setembro 18, 2004, 11:44:45 am
por Luso