SOLO HAY QUE FIJARSE EN UNA COSA.

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Carlos Rendel

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Re: Guerra das Malvinas
« Responder #120 em: Abril 25, 2011, 01:26:56 pm »
Poderá questionar-se o porquê de os britânicos não descolonizarem as ilhas Malvinas.Estas ilhas situam-se aparentemente longe das áreas de interesse estratégico da Inglaterra.Será porque a ideia fora de moda do imperialismo continua a fazer carreira em Londres,e as riquezas naturais destas ilhas também não garantem a prosperidade,além de que a população indígena,além de pouca,é não ilustrada.Estranho,não é?

Pois bem, as Malvinas são um porta-aviões particularmente bem localizado para relançar a exploração do 6º continente--- a Antártica----cujas riquezas ainda dormitam.

À espera de descobrimento.No fundo é  um continente ainda por desbravar,que seja minérios,petróleo,gás natural,isto sem falar do mar ainda não exaurido.

Estou apenas a fazer uma chamada de atenção para melhor compreensão da tal guerra feroz que ,na altura,tanta gente não compreendeu.
CR
 

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HaDeS

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Re: Guerra das Malvinas
« Responder #121 em: Junho 16, 2011, 04:56:07 am »
Citar
‘O Reino Unido não poderá fazer nada caso a Argentina retome as Falklands’
O comandante da Força-Tarefa britânica durante a guerra das Falklands/Malvinas alertou que os cortes no Ministério da Defesa do Reino Unido farão com que o país não possa responder em caso de retomada do arquipélago pelos argentinos
Thomas Harding

O almirante Sir John “Sandy” Woodward disse também que os Estados Unidos da América já tinham pouco interesse em apoiar a Grã-Bretanha em qualquer conflito uma vez que uma Argentina mais estável seria mais importante para o Departamento de Estado dos EUA.

Em uma carta ao jornal ‘The Daily Telegraph’, Woodward disse que Washington estava pressionando para o estabelecimento de negociações sobre a soberania das ilhas e que “elas já são chamadas de Malvinas pelos EUA”.

Com o fim da Guerra Fria e a emergência de potências asiáticas, a OTAN e a Grã-Bretanha não são tão importantes para Washington, que em 1982 desempenhou um papel importante no fornecimento de informações de satélites e mísseis para as forças britânicas.

“Não podemos mais contar com o apoio do Pentágono para ajudar-nos a manter a soberania dos territórios britânicos e defender os seus cidadãos”, escreveu ele.

Se forem confirmadas as prováveis reservas de petróleo ao redor das ilhas, então a pressão da Argentina em partilhar as riquezas será imensa.

Os EUA apoiariam uma “acomodação” da Argentina, pois está em acordo com os seus interesses nacionais e contribui para a estabilidade na região. “Isso nos diz muito claramente que lado o vento está soprando”. A Organização dos Estados Americanos (OEA), um espaço de debate para o norte e sul-americanos, na semana passada aprovou uma declaração pedindo a retomada das negociações entre o Reino Unido e a Argentina sobre a “soberania” das Ilhas Malvinas.

A administração do presidente Barack Obama também deixou claro no início de 2010 que iria apoiar as chamadas para as conversações sobre as ilhas, quando a comissão da OEA aprovou a utilização do termo “Malvinas”, em vez de “Falklands”.

Woodward disse que com as Forças Armadas já “bastante comprometidas” no Afeganistão e na Líbia e a Marinha drasticamente enfraquecida depois da revisão do ano passado, “a resposta parece ser que nós não podemos fazer absolutamente nada em ceder às pressões dos EUA”.

O almirante de 79 anos, comandou uma força-tarefa composta por dois porta-aviões, uma dúzia de fragatas e destróieres, quatro submarinos e um total de 100 navios de superfície, juntamente com 25 mil soldados para retomar as Ilhas Malvinas em 1982.

Mas a Royal Navy não tem mais porta-aviões, perdeu sua força de jatos Harrier e viu sua frota de navios de guerra cortada pela metade na última década.

As ilhas estão protegidas por uma força de mais de 1.000 soldados com uma companhia de infantaria blindada e quatro caças Typhoon e uma única fragata. No entanto, os Typhoon não tem capacidade anti-navio ou anti-submarino.

Em carta obtida pelo ‘The Daily Telegraph’ no ano passado Liam Fox, o secretário de Defesa, advertiu o primeiro-ministro de que as defesas da ilha se tornariam frágeis, tendo em vista os cortes previstos pelo Strategic Defence and Security Review (SDSR).

Ele disse que a retirada dos Nimrod MRA4, aviões de reconhecimento marítimo, poderá “limitar a nossa capacidade de implantar rapidamente forças marítimas em zonas de grande ameaça, e excluir um elemento do nosso plano de reforço das Malvinas”.

O último dos Nimrods foi destruído em Março passado, após a revisão do orçamento.

Um porta-voz do Ministério da Defesa disse: “As afirmações de que as Ilhas Malvinas poderiam ser tomada sem uma luta são completamente infundadas. A guarnição corrente nas Ilhas Malvinas é muito maior em escala e tem uma maior capacidade do que em 1982 e juntamente com nossa capacidade de transporte aéreo. ela pode ser reforçada rapidamente. ”

FONTE: The Telegraph tradução podernaval


 

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brunopinto90

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Re: Guerra das Malvinas
« Responder #122 em: Março 23, 2012, 05:57:52 pm »
Li este artigo na terça e fiquei supreendido como os Americanos já chamam ao arquipélago de Malvinas! :shock:
 

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Lusitano89

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Re: Guerra das Malvinas
« Responder #123 em: Março 29, 2012, 09:08:46 pm »
"Argentina não tem capacidade militar para novo conflito" diz Ministro da Defesa britânico


O ministro da Defesa britânico, Philip Hammond, afirmou que a Argentina não tem desejo nem capacidade militar para iniciar, como fez em 1982, outra guerra pela soberania das Malvinas, noticiou hoje o jornal The Times.

As declarações de Hammond ao jornal surgem poucos dias antes do 30.º aniversário do início do conflito que opôs Argentina e Reino Unido no Atlântico Sul.

"Não temos nenhuma prova que sugira que os argentinos têm disposição ou capacidade para uma intervenção militar nas Falklands (Malvinas)", afirmou o ministro. "Não temos razão para supor que haja uma ameaça militar às Falklands", sublinhou, acrescentando que a Argentina não comprou aviões de combate desde 1982. "Nós temos nas Falklands os Typhoon, aviões de combate de poderosa superioridade aérea e sem dúvida os mais avançados do mundo", exemplificou.

O ministro referiu que o Reino Unido está disposto a reforçar a presença militar no arquipélago se for necessário.

Os 30 anos da guerra das Malvinas, que começou a 2 de abril de 1982, têm sido antecedidos por uma escalada na tensão entre o Reino Unido e a Argentina, com Buenos Aires a insistir em negociar a soberania das ilhas, sob domínio britânico desde 1833.

A tensão agravou-se em 2011 com os países do Mercosul (Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil) a firmarem um acordo para impedir a entrada nos seus portos de navios com bandeira das Malvinas.

No mês passado, o Reino Unido anunciou o envio para o arquipélago do contratorpedeiro "HMS Dauntless", equipado com mísseis nucleares, o que levou a Argentina a acusar Buenos Aires de militarizar o Atlântico Sul, tendo apresentado uma queixa na ONU.

A guerra das Malvinas terminou a 14 de junho de 1982 com a rendição argentina.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Guerra das Malvinas
« Responder #124 em: Abril 01, 2012, 05:42:52 pm »
Malvinas: guerra foi há 30 anos, mas diferendo continua




Há 30 anos, a 2 de abril de 1982, começou a guerra das Malvinas que opôs a Argentina e o Reino Unido, um diferendo que ainda não está resolvido, com Buenos Aires a reivindicar a soberania das ilhas. O conflito conduziria ao fim da ditadura argentina e levaria a um aumento de popularidade da primeira-ministra britânica de então, Margaret Thatcher.

O ditador argentino Leopoldo Galtieri, que enfrentava uma grave crise económica, enviou uma força anfíbia para ocupar as ilhas na madrugada de 2 de abril. As Malvinas estavam sob domínio britânico desde 1833.

O anúncio do desembarque no arquipélago situado no Atlântico Sul deixou o país eufórico. Estudantes manifestaram-se e uma multidão invadiu a praça central de Buenos Aires.

A junta militar no poder desde 1976, aliada dos Estados Unidos na luta contra a guerrilha na América Central em plena guerra fria, acreditava na neutralidade de Washington de forma a permitir que fosse encontrada uma saída diplomática para a crise com a intervenção da ONU.

Mas, Margaret Thatcher afastou qualquer hipótese de negociação e enviou uma frota para recuperar as ilhas, obrigando Washington a apoiar o seu aliado britânico.

O "relatório Rattenbach", nome do general argentino que conduziu o inquérito para a sua elaboração, considera o conflito "uma aventura militar" sem "preparação nem organização". A atual presidente argentina, Cristina Kirchner, desclassificou recentemente o documento.

"O plano era atacar as ilhas entre 25 de maio e 9 de julho de 1982, mas a agitação social crescente (na Argentina) precipitou as coisas", explicou à agência France Press o historiador Felipe Pigna.

No Reino Unido, o apoio popular foi para as forças que partiam em defesa da população das ilhas, refém de uma ditadura.

Apanhada de surpresa pela reação britânica e sem "plano B", a junta militar teve de improvisar os preparativos de uma guerra que não previra.

As forças armadas argentinas, especializadas na repressão (o inimigo interno), não estavam preparadas para combater forças profissionais e bem equipadas.

Trinta anos depois, alguns dos soldados argentinos de então apresentaram queixa para que os seus superiores sejam julgados, acusando-os de maus-tratos.

O "General Belgrano", um cruzador argentino do tempo da Segunda Guerra Mundial, foi afundado por um submarino britânico e 323 membros da tripulação morreram.

Thatcher, que deu a ordem, pôs assim fim a qualquer tentativa diplomática encorajada pela junta. A resposta veio da aviação argentina que atacou vários navios britânicos. Mas, o desembarque britânico, na baía de San Carlos, não foi impedido.

Duros combates foram travados em Darwin, Mount Longdon e Tumbledown entre 29 de maio e 13 de junho. O general argentino Benjamin Menendez rendeu-se a 14 junho.

A guerra, que deixou 649 mortos argentinos e 255 britânicos, abriu caminho ao regresso da democracia na Argentina, no ano seguinte, e permitiu a Thatcher aumentar a sua popularidade, ficando como primeira-ministra até 1990.

Lusa
 

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jopeg

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Re: Guerra das Malvinas
« Responder #125 em: Abril 02, 2012, 09:52:44 am »
Caros,

In BBC Brasil:

Malvinas ou Falklands, a visão de Argentina e Grã-Bretanha

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... enda.shtml

Um abraço,

Jopeg
 

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jopeg

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Re: Guerra das Malvinas
« Responder #126 em: Abril 02, 2012, 09:57:16 am »
Caros,

In BBC Brasil:
Citar

Veteranos argentinos das Malvinas relatam torturas que sofreram de seus superiores

Vladimir Hernández
Da BBC Mundo na Argentina
Atualizado em  2 de abril, 2012 - 05:37 (Brasília) 08:37 GMT

 
Pablo de Benedetti teve medo de perder as pernas. Na época, ele era um jovem de 19 anos que participava com o Exército argentino da Guerra das Malvinas (Falklands, para os britânicos). No entanto, não imaginou que seu próprio grupo seria responsável por seus ferimentos.

Benedetti é um dos mais de 100 veteranos da guerra de 1982 com a Grã-Bretanha que afirmam terem sido torturados por seus superiores.

O caso - que reúne dezenas de denúncias de ex-combatentes - está na Corte Suprema de Justiça argentina, que determinará se os atos podem ser classificados como delitos cometidos contra a humanidade, como querem os veteranos.
"Nas Malvinas, fizemos poços de cerca de 1,60 metro de profundidade, que por causa do tempo ficavam cheios de água da chuva. Me colocaram diversas vezes dentro desses poços, que estavam praticamente congelados por causa do frio que fazia, como castigo a supostos erros meus", disse Benedetti à BBC Mundo.
"Passávamos horas ali, até que o sargento decidisse que a punição havia terminado."
Segundo o veterano da guerra das Malvinas, os castigos dos oficiais acontecia pela suposta indisciplina dos soldados em meio às operações.
De acordo com a documentação do Centro de Ex-combatentes das Ilhas Malvinas (CECIM), entre as punições comuns que os soldados sofreram estão a restrição a alimentos e um "estacamento", castigo que consiste em amarrar pés e mãos de uma pessoa em estacas fincadas no solo.
Muitos dos que foram punidos com o "estacamento" teriam sido amarrados no chão completamente nus, em meio às temperaturas baixas do inverno da região.

Dor

Este não foi a única punição sofrida por Benedetti.
Ele foi obrigado a passar por campos minados, onde as minas haviam sido colocadas por ele próprio. Nenhuma das minas explodiu durante a punição, mas ele lembra que o medo era constante.
Os castigos deixaram marcas permanentes em Benedetti.
"Depois de tantas vezes receber o castigo, o médico da companhia me visitou, porque eu estava com os pés inchados e passava muito mal. Me recomendou colocá-los em água quente e me deu uma medicação. Mas quando voltei ao pelotão, o suboficial me tirou o medicamento e mandou que eu voltasse ao poço de água fria, dizendo que era para 'me curar'", lembra o veterano de guerra.
"Em 1º de junho, eu tinha que me arrastar, porque não conseguia caminhar, até o acampamento médico de novo. Tiveram que cortar as minhas meias e botas, porque meus pés estavam tão inchados que eu não conseguia retirá-las. De imediato, me mandaram de volta ao continente. Os médicos achavam que eu perderia os movimentos nas pernas."
Hoje em dia, ele toma remédios por causa das sequelas.
Os pés ficam dormentes com frequência, o que impede que ele dirija veículos, e a temperatura do seu corpo varia bastante.

Tribunais

"Há mais de cem denúncias deste tipo no Tribunal Federal (da Província) de Rio Grande. Isso inclui três mortes por fome e assassinato de um soldado por parte de um suboficial do Exército", disse à BBC o presidente da Cecim, Ernesto Alonso.
"Agora eu participo deste processo judicial não por vingança, mas sim para que isto não volte a acontecer. Não há nada que justifique a tortura, nem sequer a defesa da soberania."
Pablo de Benedetti, veterano da guerra das Malvinas
Dois tribunais argentinos determinaram que os abusos cometidos podem ser classificados como crimes contra a humanidade, e por isso ainda não prescreveram.
No entanto, os militares acusados apelaram na Justiça, que reverteu a decisão - classificando os delitos como "crimes comuns" e já prescritos.
A questão foi levada adiante por um novo recurso do Ministério Público e do Cecim. Caberá à Suprema Corte do país a palavra final. A Cecim espera uma decisão favorável à sua causa, em especial pelo interesse despertado na Argentina pelo 30º aniversário do conflito.
"A sociedade argentina deve saber o que se passou nas Malvinas com seus soldados por parte de Forças Armadas que não representavam os interesses populares", diz Alonso.

Investigados

Alguns dos militares que participaram da guerra contra a Grã-Bretanha foram posteriormente investigados e até condenados pela Justiça argentina por crimes contra a humanidade durante o período da junta militar, de 1976 a 1983.
Um dos casos é o de Carlos Büsser, que comandou o ataque às Ilhas no dia 2 de abril de 1982. Atualmente, ele é investigado por seu papel como oficial de inteligência em 1977. Alfredo Astiz, conhecido como "Anjo da Morte", também é investigado. Uma força-tarefa à qual ele integrava levou 5 mil pessoas ao prédio da Escola de Mecânica da Armada. A maioria dessas pessoas nunca mais foi vista.
"Agora eu participo deste processo judicial não por vingança, mas sim para que isto não volte a acontecer. Não há nada que justifique a tortura, nem sequer a defesa da soberania", diz Benedetti.
O aniversário do conflito fez com que ele revisitasse seus arquivos do tempo de combatente.
"Novamente estou tendo sonhos com a guerra. O sonho é sempre igual. Eu volto aos lugares onde estive nas Malvinas, mas desta vez não me torturam. Acho que meu inconsciente está tentando me dizer que é assim que deveria ter sido a minha estadia por lá."


Jopeg
 

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jopeg

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Re: Guerra das Malvinas
« Responder #127 em: Abril 02, 2012, 10:19:16 am »
Caros,

Deixo aqui uma foto minha, tirada em 2009, quando estive na "vizinha" cidade de Ushuaia e que ainda mostra a tensão existente na área:



Hoje a líder do governo argentino, Cristina Kirchner, estará nesta cidade para assinalar a data.

Cumps,

Jopeg
 

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Lusitano89

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Re: Guerra das Malvinas
« Responder #128 em: Maio 20, 2012, 05:17:14 pm »
Reino Unido inaugura monumento aos britânicos falecidos nas Malvinas


Mais de 600 ex-combatentes britânicos e familiares de vítimas da Guerra das Malvinas assistiram este domingo no condado inglês de Staffordshire a uma cerimónia em memória aos 255 britânicos falecidos no conflito, acto que teve a inauguração de um monumento. O reverendo David Cooper oficiou um serviço religioso no National Memorial Arboretum, lugar de tributo às vítimas das guerras britânicas.

O monumento erigido nos jardins do Arboretum consiste numa parede curvada de pedra procedente de Cotswold (Inglaterra), desenhada para lembrar a paisagem das Malvinas, ao lado da qual foram colocados dois bancos de rocha e várias placas, uma delas com os nomes de três ilhéus que morreram no conflito de 1982.

Durante a cerimónia, que durou cerca de 45 minutos e concluiu com uma apresentação de voos aéreos, a filha de um militar britânico falecido na guerra fez uma interpretação musical solo em homenagem às vítimas.

No dia 2 de Abril passado, lembrou-se o 30º aniversário do início da Guerra das Malvinas, coincidindo com um momento de crescente tensão entre os governos do Reino Unido e da Argentina devido ao litígio da soberania das ilhas no Pacífico Sul.

O conflito bélico de 1982, no qual morreram 255 militares britânicos e 650 argentinos, começou quando a então junta militar argentina ocupou o arquipélago no dia 2 de Abril daquele ano e terminou com a vitória do Reino Unido no dia 14 de Junho seguinte.

Lusa
 

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Re: Guerra das Malvinas
« Responder #129 em: Março 28, 2014, 01:00:37 pm »
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