Indústria Automóvel

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miguelbud

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #60 em: Dezembro 12, 2011, 10:19:04 pm »
Autoeuropa: produção cresce 38,5% até Novembro

A produção da fábrica de automóveis Autoeuropa aumentou 38,5 por cento de Janeiro a Novembro deste ano, face a igual período de 2010, ficando a menos de 4 mil carros da meta dos 130 mil novos veículos.

Nos primeiros 11 meses deste ano, a Autoeuropa produziu um total de 126.256 viaturas, uma subida de 38,5 por cento face aos 91.190 veículos produzidos no mesmo período de 2010.

Este valor está próximo da meta de 130.000 veículos definida para este ano pelo director-geral da fábrica de Palmela, António de Melo Pires, escreve a agência Lusa.
Dos quatro modelos produzidos na fábrica da Volkswagen de Palmela, três registaram aumentos na produção (Sharan, Seat Alhambra e Eos) e um registou um decréscimo (Scirocco).

A maior subida na produção pertenceu à Volkswagen Sharan, com 47.483 viaturas produzidas, mais 147 por cento do que as 19.210 produzidas entre janeiro e novembro de 2010.
Segue-se o Seat Alhambra, com 16.003 viaturas produzidas, mais 73 por cento em relação às 9.250 do ano passado.

A produção do Volkswagen Eos registou um crescimento de 12 por cento nos primeiros 11 meses deste ano, fixando-se em 21.907 viaturas, contra 19.500 em 2010.

Já o Volkswagen Scirocco contrariou esta tendência, tendo a sua produção recuado cinco por cento, passado de 43.230 para 40.863 viaturas este ano.
Nascida há 20 anos, a Autoeuropa continua a ser a maior fábrica de automóveis de Portugal, sendo reconhecida como uma das melhores do grupo alemão Volkswagen.
Com mais de 3.000 trabalhadores (a que se juntam muitos mais que trabalham para dezenas de empresas fornecedoras instaladas no parque industrial anexo) a Autoeuropa representa quase um por cento do Produto Interno Bruto (PIB) português, exporta 99 por cento da produção, principalmente para a Europa, com grande destaque para o mercado alemão, Estados Unidos e China.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/emp ... -1728.html
 

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Malagueta

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #61 em: Dezembro 13, 2011, 09:23:50 am »
infelizmente uma má noticia.


A Nissan vai suspender a fábrica de baterias em Aveiro para os seus carros elétricos, um dos últimos investimentos estrangeiros anunciados pelo ex-primeiro-ministro José Sócrates.

Em declarações à Lusa, o porta-voz da Nissan, António Pereira-Joaquim, disse que a administração da aliança Renault-Nissan "decidiu suspender a fábrica de baterias elétricas em Portugal porque, após análise detalhada do plano de negócios, chegou à conclusão que as quatro fábricas espalhadas por todo o mundo seriam suficientes para os objetivos ".

O anterior primeiro-ministro José Sócrates tinha lançado a 11 de fevereiro a primeira pedra da fábrica de baterias para carros elétricos da Nissan em Cacia, Aveiro, que representaria um investimento de 156 milhões de euros e a criação de 200 postos de trabalho.



Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/renault-nissan ... z1gPAmiSGh
 

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nelson38899

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #62 em: Dezembro 13, 2011, 10:55:12 am »
O que mais me chateou, nesta noticia, foi o facto de haver um Português, que está em terceiro lugar abaixo do CEO da renault, não ter feito nada para manter esta empresa em Portugal.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Malagueta

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #63 em: Dezembro 13, 2011, 11:19:17 am »
boas,

Até compreendo, mas também não sabemos se ele fez ou não de tudo, pelo que li é uma opcção estrategica da empresa, dado que os carros electricos não estão a ter as vendas que eles esperavam, pelo que abrir a 5 fabrica neste momento não fazia sentido.
 

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Malagueta

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #64 em: Dezembro 13, 2011, 02:02:32 pm »
"O mundo mudou muito depressa e a Nissan teve de tomar uma decisão rápida sobre o investimento que estava a fazer em Aveiro, na fábrica que ia produzir baterias: há quinze dias confirmou-se a inviabilidade da fábrica de Aveiro fornecer as baterias às fábricas da Turquia, de Inglaterra, de Barcelona e dos EUA, porque já são abastecidas por outras fábricas de baterias da Nissan que estão a produzir em grande cadência", explicou ao Expresso a fonte oficial da Nissan em Portugal.

Um dos problemas do investimento da Nissan em Portugal é que não estava associado a uma unidade que fabrica veículos elétricos, exportando toda a sua produção. "Como o Japão está a produzir muito mais baterias do que inicialmente se previu, tem capacidade para abastecer a nossa atual produção de veículos elétricos, o que inviabiliza os projectos como o da fábrica de Aveiro", explica a fonte da Nissan.

Nissan só vendeu 92 carros elétricos em 2011


Entre janeiro e novembro a Nissan vendeu 92 veículos elétricos Leaf, num mercado onde tem uma quota de aproximadamente 60%. Metade destas viaturas foram compradas por empresas. "As pessoas contavam com os incentivos públicos que inicialmente foram propostos para a compra de veículos elétricos mas cujos pagamentos demoraram bastante a ser feitos", refere a fonte da Nissan.



O Governo espera que a estratégia da Nissan volte a passar por Portugal, depois de a empresa ter suspendido a fábrica de baterias em Aveiro para carros elétricos, disse à Lusa fonte oficial do ministério da Economia.

Admitindo que ficou a saber da decisão da empresa na segunda-feira - dia em que a Nissan anunciou a suspensão do investimento em Portugal - a mesma fonte adiantou que o ministério está "a acompanhar a situação", mas sublinhou tratar-se de uma "decisão do investidor".

A Nissan vai suspender a fábrica de baterias em Aveiro para os seus carros elétricos, um dos últimos investimentos estrangeiros anunciados pelo ex-primeiro-ministro José Sócrates.

Em declarações à Lusa, o porta-voz da Nissan, António Pereira-Joaquim, disse que a administração da aliança Renault-Nissan "decidiu suspender a fábrica de baterias elétricas em Portugal porque, após análise detalhada do plano de negócios, chegou à conclusão que as quatro fábricas espalhadas por todo o mundo seriam suficientes para os objetivos".



Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/governo-espera ... z1gQJ4d3cg

Sem incentivos, um Nissan Leaf custa 35.850 euros em Portugal, o que o coloca num segmento pouco acessível à generalidade dos agregados familiares portugueses. Por outro lado, a circulação destas viaturas exige a instalação de uma rede mínima de postos de abastecimento rápidos, que tem demorado a ser criada. "Faltam instalar 50 postos de abastecimento rápidos que era suposto estarem já operacionais", comenta a fonte da Nissan.

Até hoje, a Nissan contruiu a infraestrutura que iria servir para a fábrica de baterias. "A nave está construída e agora vamos ver a utilização que lhe vai ser dada", refere ainda a mesma fonte.



Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/nissan-decidiu ... z1gQD3ZinQ
 

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Malagueta

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #65 em: Dezembro 14, 2011, 10:45:56 am »
Como nem tudo são mas noticias aqui vao duas... o que me intriga é a grande ofensiva alema na nossa economia na fase actual, não sou nas electiricade, como estas duas empresas a anunciar investimentos, como os bancos alemães aumentaram a exposição a nossa dividas ( quantos todos os outro diminuiram )

Automóvel
VW investe 200 milhões de euros na Autoeuropa em 2012
Sara Piteira Mota  
14/12/11 00:05

   

 1º
.O investimento será para modernizar as instalações.

A Volkswagen (VW) prepara-se para investir, no próximo ano, mais 200 milhões de euros na modernização da Autoeuropa, a fábrica que o grupo detém em Palmela. A garantia foi dada pelo membro do conselho de administração da empresa alemã, Hubert Waltl, que ontem esteve em Palmela com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, para assinalar os 20 anos do início da construção daquela unidade.

"Vamos investir nas instalações da fábrica de Palmela, na pintura e nas diferentes estações para a modernizar", assegurou o gestor germânico.

Pedro Passos Coelho aproveitou a cerimónia para realçar a importância desta aposta na fábrica portuguesa. "É um investimento que ajuda bastante a nossa balança externa e, sobretudo, mostra que há grupos externos que consideram importante investir em Portugal", explicou o líder do Governo nacional.

Na cerimónia foi ainda anunciada a promoção do actual director-geral da Autoeuropa, António de Melo Pires, para o grupo de altos quadros da empresa germânica, que integra apenas 250 pessoas



Continental avança com novo investimento que pode chegar aos 140 milhões


Multinacional alemã arrancou com uma nova fase de expansão da fábrica de Famalicão, que está orçada em 70 milhões de euros, e estuda replicar o investimento para produzir mais de 20 milhões de pneus anuais.
.
A expansão na Continental Mabor, subsidiária portuguesa da gigante mundial de pneus, é uma constante: quando aprova um piano, um outro fica logo a marcar vez. "A 'casa-mãe' já aprovou um novo investimento, na casa dos 70 milhões de euros, e está em discussão um outro, da mesma ordem de grandeza, cuja aprovação só deverá acontecer em 2013", revelou ao Negócios António Lopes Seabra, presidente do grupo alemão em Portugal.

 

Ambos os projectos visam reforçar, mais uma vez, a produção de pneus de topo de gama (alta performance) da fábrica de Lousado, Famalicão. "O primeiro tem como objectivo chegarmos próximos dos 18 milhões de pneus anuais em 2014, enquanto o segundo pretende elevar a capacidade de produção para mais de 20 milhões de pneus", adiantou o mesmo gestor, que está de saída da Continental Mabor para assumir o cargo de vice-presidente do grupo germânico para a região da Ásia e Pacífico.

 

Para corporizar o novo ciclo de investimento em Lousado, a empresa adquiriu uns terrenos circundantes da actual unidade industrial, com uma área que ronda os 25 mil metros quadrados, onde em tempos laborou a Tribor, uma indústria de borracha que faliu em 2000. "Este investimento na antiga Tribor será concluído no final de 2013. Contamos em 2012 chegar à casa dos 16,7 milhões de pneus, contra os 16,3 milhões em 2011. Em 2014 já deveremos estar a utilizar a capacidade toda instalada, para atingir os 18 milhões", frisou o mesmo gestor.

 

Investimento nos 500 milhões

 

E caso se concretize a fase subsequente de expansão, sustentou, "ficará uma mega-fábrica com uma dimensão semelhante à da unidade do grupo na República Checa, cuja produção ronda os 20 milhões de pneus anuais". A Continental Mabor é a segunda maior fábrica da multinacional na Europa, a seguir à checa, mas é a melhor do grupo em termos de produtividade.

 

Desde que entrou na fábrica de Lousado, em 1989, a Continental já investiu nesta unidade cerca de 420 milhões de euros, tendo agora em fase de arranque a aplicação de mais 70 milhões. De partida para Xangai, António Lopes Seabra deixa uma empresa com um volume de negócios que ultrapassa os 600 milhões de euros e um efectivo superior a 1.600 trabalhadores, elevando-a à categoria de quarta maior exportadora portuguesa.

 

Além da Continental Mabor, o grupo alemão detém em Portugal mais quatro empresas - ainda em Lousado, a Continental Pneus, que se dedica à comercialização de pneus e facturou 47 milhões de euros em 2010, e a Indústria Têxtil do Ave (ITA), que fabrica telas têxteis e que teve vendas de 60,5 milhões de euros no ano passado; e em Palmela, a Continental Teves Portugal -Sistemas de Travagem, com vendas de 25 milhões de euros, e a Continental Lemmerz, especialista na montagem de rodas, que facturou 2,7 milhões em 2010. Em termos agregados, a Continental fechou o último exercício em Portugal, onde emprega 2.140 pessoas, com vendas de 802 milhões de euros.

 

Quarta maior exportadora com novo líder em 2012

Após 11 anos de liderança do grupo Continental em Portugal, António Lopes Seabra vai deixar o país natal e partir para Xangai, já no primeiro fim-de-semana do próximo ano, onde vai assumir o cargo de executivo responsável do grupo alemão pela região da Ásia e Pacífico de pneus para viaturas de passageiros e comerciais ligeiros. A mudança foi publicamente anunciada no dia 23 do mês passado. Ao Negócios, Seabra, de 60 anos, confidenciou que tem uma filha que é arquitecta em Macau, antigo território português que o gestor bem conhece. É que foi precisamente nesta terra que trabalhou durante três anos, entre 1984 e 1987, ao serviço da Companhia de Electricidade de Macau (CEM), naquela que foi a sua única experiência profissional no estrangeiro. Até agora.


2011-12-14 08:15
Rui Neves, Jornal de Negócios .
 

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miguelbud

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #66 em: Dezembro 14, 2011, 11:58:15 am »
Olá Malagueta,

Neste link http://miew.com.pt/testdrive/outubro/#/2/ , partir da página 43 tens uma entrevista com o embaixador alemao e com o presidente (creio) da camara do comercio e industria luso-alema que explica as relaçoes economicas entre os 2 países.
 

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Malagueta

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #67 em: Dezembro 14, 2011, 01:44:55 pm »
obrigado miguel.

De qualquer das formas é muito polido ( alias como devem ser este tipo de entrevistas ), mas que derepente temos um avanlache de novos investimentos alemães é curioso, quando os mesmos se tinham retraido nestes ultimos anos.
 

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miguelbud

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #68 em: Dezembro 14, 2011, 07:33:25 pm »
Boas Malagueta,

Também concordo com o facto destas entrevistas serem semore politicamente correcto, no entanto revela alguns factos que (pelo menos eu) desconhecia em relaçao ás trocas económicas entre os 2 países. Confesso também que esta avalanche investidora alema me causa desconfiança, mas se olharmos para os ultimos anos (durante um periodo em que só tinhamos as 3 grandes prioridades espanha, Espanha e ESPANHA  :twisted: )houve muitas empresa alemas que reforçaram a sua presença em Portugal. A autoeuropa recebeu mais modelos para construir, a Bosh (grande empregador em Portugal) nao transferiu nenhuma das 3 ou 4 fábricas em Portugal; creio que a Enercom (actualmente um dos maiores empregadores no distrito de Viana do Castelo) começou a produçao em 2007 ou 2008.

O certo é que Portugal dentro da europa tem grandes vantagens para empresas alemas cuja sua dimensao é mundial e os seus produtos reconhecidos em qualquer lado.
*baixos salários por mao de obra qualificada;
*vantagem da qualidade "Made in EU";
*Excelente posiçao geográfica dentro da economia global;

e uma muito imporante que injustamente nao é reconhecida por portugueses

*Os tugas dao o litro "A Continental Mabor é a segunda maior fábrica da multinacional na Europa, a seguir à checa, mas é a melhor do grupo em termos de produtividade."
 

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Malagueta

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #69 em: Dezembro 14, 2011, 08:36:31 pm »
boas novamente miguel

encontrei este inquerito de 2008 as empresas alemas em portugal, que dá para ter mais alguma noção.
http://www.ccila-portugal.com/fileadmin ... gal_01.pdf

Relativamente aos trabalhadores portugues, sei que lá fora como cá dentro, desde que bem enquadrados são dos mais produtivos e com uma grande capacidade ( alias é mencionado no estudo em epígrafe ) de resolução de problemas e flexibilidade entre muitas outras coisas.

E o problema nem passa por chefias, ou direcçoes porque algumas destas empresas tem como directores Portugueses,
o da Auto Europa foi agora admito do clube dos 250 quadros de topo do grupo e o da Continental Europa, foi promivido a responsavel por todas as operaçoes da Asia.

E claro tambem existe boas empresas Portuguesas, com CEO de Portugueses.

O nosso problemas normalmente é a organizaçao, e o compradio, o "bedelho do estado " etc., e o que se ve na maoria destas empresas referidas é a promoção pelo merito, e a colocação das pessoas certas nos locais certos.

Sobre o rol de investimentos alemão, neste periodo de crise, e quando quase todos querem é fugir, sinceramente fiquei um bocado espantando ( dado que na Grecia eles não estão a fazer o mesmo ) e o que mais me espantou foi o aumento da exposição à divida portuguesa por parte dos bancos alemâes.

Sinceramente os alemaês não são burros, e tambem não dão nada de graça, se eles vem potencial no nosso pais deve haver umas dezenas de razões que os outros não veem e nos tambem não, e é interessante tentar perceber, até para aprendemos.

E isto apesar de eu ser meio "euroceptico" em termos estrategicos para portugal, e como costumo dizer o velho ditado de espanha nem bons ventos nem bons casamentos, normalmente devia aplicar não só a espanha mas a tudo o que vem do lado leste de Portugal normalmente não é bom para nós, e a historia confirma que a maioria dos nos problemas economicos, entre outros vieram sempre em periodos que Portugal se "voltou" mais para Europa.

PS:
E como ontem vi um comentador a dizer e é bom que nós começemos a pensar diferente:

"Portugal não é uma pais da Europa do Sul, é uma pais atlântico"
 

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miguelbud

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #70 em: Dezembro 15, 2011, 01:28:01 pm »
Olá Malagueta,

infelizmente nao consigo abrir esse link que colocaste  :twisted:  :twisted:  Obviamente tem de ser feita através da boa vontade alema que acredita em Portugal que já se distanciou da Grécia blá blá blá (caso contrário seria um caso de polícia).
 

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miguelbud

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #71 em: Dezembro 23, 2011, 10:29:22 am »
O grupo portugues será certamente o Salvador Caetano, agora quem é que será o grupo chines? Será uma marca chinesa que quer entrar no mercado europeu?

Citar
Marques Mendes diz que chineses vão instalar fábrica de automóveis em Portugal

Luís Marques Mendes disse ontem, em entrevista à TVI, que o grupo chinês que concretizou negócio com a EDP pretende instalar uma fábrica de automóveis em Portugal.

“Um grupo português com um grupo chinês, vão ter aqui uma parceria para avançar neste seguinte sentido. O grupo chinês instalará uma importante fábrica de automóveis aqui em Portugal, e o grupo português instalará uma fábrica para construção de autocarros eléctricos na China”, revelou Marques Mendes.

“E estamos a falar de volumes financeiros muito e muito significativos”, adiantou o político.

Marques Mendes elogiou a escolha portuguesa da venda da participação estatal na EDP à China Three Gorges.

“E mais, julgo saber, embora não é por aí que eu o saiba, que o ministro da Economia teve um papel importante aqui a juntar as pontas, e para o exterior fica a seguinte ideia: atenção, eles são um pequeno país, eles até podiam estar dependentes dos alemães porque os alemães é que os estão a financiar com o acordo de ajuda externa, mas não, atenção, eles portugueses decidiram na base da racionalidade”, disse Marques Mendes.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=527345
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #72 em: Dezembro 23, 2011, 12:54:12 pm »
Do Jornal de Negócios:

Citar
É assim mesmo. Uma vez ajudamos os Chineses a expulsar os piratas dos mares da China e eles deram-nos Macau. Agora são eles a darem uma ajuda à economia portuguesa. Acredito que este é um dos muitos investimentos que os chineses vão fazer em Portugal. Diversificação de investimentos precisava-se! É uma lufada de ar fresco, para a nossa economia. Não podia-mos estar só dependentes de Alemães, Franceses ou Americanos.

Citar
Porto de Sines com ligação ferroviária em bitola europeia, JÁ!

Aposta estratégica no Porto de Sines, mais uma linha férrea em bitola europeia URGE cada vez mais, para ligação de mercadorias entre China, Canal do Panamá, Portugal e Europa - ligação mais económica e com largas vantagens para Portugal!!!  Portugal de periférico, pode saltar para a centralidade desta rota de mercadorias!!!
"you're either with us, or you're with the terrorists."
 
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Re: Indústria Automóvel
« Responder #73 em: Janeiro 11, 2012, 07:10:27 pm »
Fábrica da Mitsubishi recebe 36,7 milhões de €€ em apoios à inovação


A fábrica da Mitsubishi Fuso Truck Europe, situada no Tramagal, vai receber incentivos à inovação no valor de 36,7 milhões de euros. Os incentivos surgem depois do Ministério da Economia a ter declarado de interesse estratégico.

O investimento visa a expansão e diversificação da unidade industrial para a produção do novo modelo do Canter, o modelo LIFT, mais moderno e tecnologicamente mais avançado, que substituirá o anterior. Através dos investimentos, a MFTE irá ainda desenvolver um segmento de negócio complementar que consiste na exportação para vários países fora da Europa de conjuntos de partes automóveis para posterior montagem em veículos nas fábricas receptoras, os denominados CKD-Kits.

Além disso, está ainda prevista a duplicação do número de postos de trabalho da empresa em Portugal, através da criação de 353 novos postos e da manutenção dos actuais 322. A fábrica deverá registar um volume de vendas de 3,3 mil milhões de euros, em valores acumulados de 2011 a 2020.

Segundo informação publicada em Diário da República e assinada pelos secretários de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional e pelo secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, António Henriques e Carlos Oliveira, respectivamente, o projecto apresenta um "elevado contributo para a economia nacional", com impactos na diminuição das assimetrias regionais.

A MFTE, do grupo alemão Daimler, fabrica na sua unidade industrial do Tramagal o modelo Canter, camião ligeiro que é exportado para mais de 30 países na Europa.

Segundo informação publicada em Diário da República e assinada pelos secretários de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional e pelo secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, António Henriques e Carlos Oliveira, respetivamente, o projecto apresenta um "elevado contributo para a economia nacional", com impactos na diminuição das assimetrias regionais.

Diário Económico
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #74 em: Janeiro 19, 2012, 12:23:14 am »
Autoeuropa e PSA salvam produção automóvel em 2011


No ano passado, saíram das linhas das cinco fábricas portuguesas 192.242 veículos, o que representa um crescimento de 21,1%.

As duas maiores fábricas de automóveis em Portugal - a Volkswagen Autoeuropa e a Peugeot Citroën (PSA) - foram o pilar de crescimento das fábricas de automóveis, em 2011. No total, a produção anual nas cinco unidades portuguesas cresceu 21,1%, de acordo com os dados divulgados ontem pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP).

Só estas duas fábricas foram responsáveis por 95% das 192.242 viaturas produzidas em Portugal, no ano passado. A Autoeuropa foi, no entanto, a unidade que mais cresceu, ao registar um aumento de produção de 31,4% em relação a 2010. A maior fábrica portuguesa, que produz os modelos VW Sharan, Seat Alhambra, VW Scirocco e VW Eos, teve em 2011 o melhor ano desde 1997. Mais de 90% dos carros produzidos em Palmela foram exportados. França, Alemanha, Reino Unido e Ásia foram os principais destinos. Apesar dos bons resultados anuais, em Dezembro a produção da Autoeuropa caiu 32,3% devido à falta de componentes automóveis. Situação que levou a algumas suspensões de sábados de trabalho extraordinário e à não concretização da meta de produção dos 134 mil carros, anunciada no início de 2011.

A PSA, segunda maior fábrica portuguesa, produziu mais 6,1%, o equivalente a 50.290 unidades. Um número que prevê manter para 2012. A totalidade da produção da PSA destina-se ao mercado francês.

Diário Económico
 

 

Grupo Vangest investe 3,2 milhões em fábrica para indústria

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