Indústria Automóvel

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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #30 em: Janeiro 13, 2011, 12:39:53 am »
Autoeuropa ultrapassou os 100 mil veículos em 2010


A Autoeuropa produziu um total de 101.284 veículos em 2010 e prevê um aumento da produção em 2011 com a entrada do modelo Volkswagen Sharan no mercado chinês, disse esta quarta-feira o director-geral da empresa, António Melo Pires.

O responsável da fábrica de Palmela, que falava no habitual encontro com jornalistas no início de cada ano, explicou os resultados alcançados em 2010 com a "melhoria do mercado alemão", principal destino das exportações da Autoeuropa, e com a "entrada em força do grupo alemão no mercado chinês". As perspectivas para 2011 "são bastante positivas, uma vez que temos três produtos em fase de juventude, com mercados muito fortes com apetência por esses produtos", disse, sublinhando a importância do mercado alemão para a Volkswagen Sharan.

"No caso da China, vamos continuar uma recuperação muito forte do Scirocco e vamos introduzir o Volkswagen Sharan, o que nos faz esperar que o mercado chinês seja um dos principais no próximo ano", acrescentou. António Melo Pires referiu ainda que a principal preocupação da empresa em 2011 passa por "garantir os níveis de produtividade e de qualidade dos produtos" da fábrica de Palmela, aumento de eficiência do sistema logístico e pela redução de custos dos transportes, bem como o reforço da rede de fornecedores em Portugal.

Ao nível dos transportes, António Melo Pires salientou a importância do transporte ferroviário, lembrando que a empresa tem montado um sistema de transporte por comboio até Barcelona, que já está a ser utilizado e que permite reduzir o transporte rodoviário de e para a Autoeuropa. "A nossa equipa estabeleceu uma meta de redução de custos de transportes de 25 por cento, em relação àquilo que pagamos hoje", disse o responsável da fábrica de Palmela.

DN
 

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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #31 em: Janeiro 19, 2011, 11:25:16 pm »
Produção de automóveis em Portugal cresceu 26% em 2010


As fábricas portuguesas produziram 158.723 automóveis em 2010, mais 26% que em 2009, revelam dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP).
Em comunicado, a associação revela que na fábrica da Autoeuropa, em Palmela, a produção aumentou 17,8%, mas que todas as cinco unidades a operar em Portugal «apresentaram taxas de crescimento homólogas muito significativas em 2010».

O crescimento da Autoeuropa foi, aliás, o menos expressivo. O maior coube à VN Automóveis (mais 129,3%), seguido da Mitsubishi (mais 108,8%), da Peugeot Citroën (37,3%), e por fim da Toyota Caetano (29,8%).

A grande maioria dos automóveis que saíram das linhas de fábricas portuguesas (97,4%) destina-se à exportação, sendo que apenas os restantes 2,6% ficam para o mercado nacional.

No que se refere às exportações, a União Europeia absorve 83,8% do total, com destaque para a França e Alemanha (36,6% e 19,1%, respectivamente).

«Estes números vêm confirmar o importante contributo do sector da indústria automóvel para as exportações do país. E isto num momento em que é fundamental aumentar as nossas exportações», escreve a ACAP no comunicado.

Lusa
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #32 em: Fevereiro 12, 2011, 01:03:31 am »
Produção automóvel sobe 49% em Janeiro


Em Janeiro produziram-se 17.303 veículos em Portugal, mais 49,3% do que no mesmo mês de 2009, revelou a ACAP.

Segundo um relatório hoje divulgado pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP), todos os segmentos aumentaram a produção no mês passado, sendo de destacar o sector de ligeiros de passageiros, com mais de 12 mil unidades fabricadas, o que corresponde a uma subida homóloga de 54% face a Janeiro de 2010.

Os mesmos dados mostram que do total de veículos produzidos em Janeiro, 17.067 veículos destinaram-se à exportação, o que representa 98,6% da produção nacional, e mais 52% do que as exportações registadas há um ano.

Já os dados das vendas do sector no mês passado não foram tão animadores. A ACAP anunciou no início do mês, que foram vendidos 16.096 veículos em Portugal durante o mês de Janeiro, menos 9,7% do que em igual período de 2010. Contudo, a associação salvaguardou que esta contracção foi menor do que o previsto, dado terem sido matriculados nesse mês cerca de três mil veículos referentes a processos de Dezembro, no âmbito do programa de incentivos ao abate de veículo, os quais foram despachados apenas em Janeiro.

A ACAP apresentou esta quarta-feira, em conferência de imprensa, o balanço do sector automóvel em Portugal em 2010 e as previsões para 2011. O mercado de ligeiros de passageiros encerrou o ano de 2010 com 223.464 unidades comercializadas, mais 38,8% do que no ano anterior. Para este resultado contribuiu sobretudo a forte procura observada no final do ano, em virtude da extinção do programa de incentivos ao abate de veículos em fim de vida, a 31 de Dezembro último

Diário Económico
 

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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #33 em: Fevereiro 12, 2011, 05:36:21 pm »
Presidente alemão quer que a Autoeuropa venda mais carros em Portugal


O presidente da Alemanha desafiou hoje a Autoeuropa e as autoridades portuguesas a desenvolverem esforços para que a empresa consiga colocar cerca de 20% da produção no País.

"Esperava que no futuro mais carros que fossem produzidos na Autoeuropa ficassem em Portugal", disse Christian Wulff, presidente da Alemanha, durante uma visita à fábrica de Palmela.

Actualmente 95% da produção total da Autoeuropa destina-se a exportações, e o presidente alemão considera que era importante que 20% da produção total da fábrica de Palmela ficasse no País.

Christian Wulff sugeriu mesmo a Cavaco Silva que as autoridades portuguesas trabalhassem em conjunto com as alemãs e se empenhassem no projecto para que no futuro mais carros alemães produzidos na fábrica portuguesa circulassem nas estradas.

O Presidente português Cavaco Silva salientou, por seu turno, que a VW Autoeuropa é um caso de sucesso que é apresentado muitas vezes no resto do mundo como um exemplo de investimento que Portugal pode receber, e reforçou que a captação de investimento estrangeiro para o País tem de continuar.

António Chora, coordenador da Comissão de Trabalhadores (CT) da Autoeuropa, disse ao Económico que esta é uma visita importante para reforçar as relações entre os dois países mas também com a casa mãe e salientou que tem que se diminuir os custos a nível de logística

Diário Económico
 

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nelson38899

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #34 em: Fevereiro 15, 2011, 01:18:54 pm »
Citar
Nissan a lancé vendredi la construction d’une usine de batteries lithium-ion à Cacia au Portugal. Cette usine, construite sur le site Renault de l’usine d’assemblage de boîtes de vitesses, sera opérationnelle en décembre 2012. Elle produira jusqu’à 50 000 batteries par an pour les véhicules de l’Alliance.

Ainsi fin 2012, Cacia, fera partie, aux côtés de Nissan Sunderland (opérationnelle début 2012 pour une capacité de 60 000 unités par an) et de Flins ( avec une capacité annuelle de 100000 unités), des trois sites européens de fabrication de batteries de l’Alliance.

« Grâce à ces trois centres de fabrication, l’Alliance pourra déployer ses véhicules électriques en Europe à une dimension sans précédent, nous rapprochant ainsi d’un avenir zéro émission. » a déclaré Toshiyuki Shiga lors de la cérémonie.

Philippe Klein également présent a indiqué que Cacia fournirait les batteries d’un des véhicules de la gamme Renault, Fluence Z.E., qui sera commercialisé dès l’automne 2011.

L’usine, située à 244 km au nord de Lisbonne, a été choisie comme site de production de batterie de par sa situation géographique optimale : bonne accessibilité par la route, par le train et par les transports maritimes et aériens. Le projet dans lequel l’Alliance a investit 156 millions d’euros a également bénéficié d’un soutien important du gouvernement portugais.

Nous vous tiendrons « au courant » dans de prochains billets de l’évolution de ce projet électrique
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #35 em: Março 16, 2011, 01:02:44 pm »
Autoeuropa vai fabricar para a Porsche


Fábrica de Palmela vai criar ferramentas e peças para a Porsche até ao final do ano. Unidade de negócio deverá faturar €11 milhões em 2011

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O aumento da produção de veículos na Autoeuropa - mais 56,29% em janeiro de 2011 em termos homólogos - não é o único indicador que mede o sucesso da fábrica de Palmela. Porque esta fábrica não se limita a produzir os monovolumes Sharan e Alhambra, o descapotável Eos e o coupé Scirocco.

 

Na realidade, também produz ferramentas e peças para as principais marcas do grupo Volkswagen (VW), onde se inclui a própria VW, a Seat, a Audi e, até ao final do ano, também para a Porsche.

 

Isso acontece porque dentro dos 900 mil metros quadrados do seu parque industrial há uma unidade que não tem parado de crescer e que foi autonomizada da própria Autoeuropa. Trata-se da área de "cunhos e cortantes", que, dentro do universo da Volkswagen, conquistou o estatuto de Centro de Competência Mundial para fabricar capôs e para-lamas.

 

Esta unidade de "cunhos e cortantes" foi separada das instalações centrais (a Autoeuropa fez-lhe o que tecnicamente é designado por spin-off). Na prática, funciona como uma fábrica exportadora que produz dentro do recinto industrial que o grupo alemão tem em Palmela.

 

Vendas aumentam para €11 milhões

 

No ano passado, este centro registou vendas no valor de €8,5 milhões. Para 2011 o diretor-geral da Autoeuropa, António de Melo Pires, espera que as vendas desta unidade aumentem para €11 milhões.

 

Esta área é designada no sector automóvel pelo termo 'ferramentaria'. Do seu nível tecnológico depende a agilidade de produção de um modelo. Segundo reconhece que a 'ferramentaria' disponível na Autoeuropa tem tecnologia que facilita a criação de novas ferramentas destinadas a cortar chapa e moldar as peças necessárias à montagem de um automóvel.

 

"Várias peças para modelos da VW, da Seat e da Audi são produzidas com ferramentas feitas nesta unidade do parque industrial da Autoeuropa", explica, referindo que "neste momento está a ser desenvolvida uma ferramenta para a Porsche que deverá estar pronta antes do fim do ano para lhe ser entregue é começar a fabricar a peça pretendida". Melo Pires não detalha o tipo de peça em causa, garantindo que, a curto prazo, haverá modelos Porsche com peças produzidas por ferramentas fabricadas em Palmela.

 

Esta realidade demonstra que a flexibilidade de produção da unidade de Palmela é a chave do seu sucesso industrial. É que a 'ferramentaria' da Autoeuropa estava claramente sobredimensionada, mas a equipa de gestão e os representantes dos trabalhadores tiveram capacidade de diálogo para transformar um problema num fator de competitividade que potência o aumento das vendas.

 

Concorrência no grupo

 

"Depois de ser transformada numa unidade de negócio - uma business unit - a 'ferramentaria' de Palmela teve de competir com todas as 'ferramentarias' das fábricas do grupo VW, quer em qualidade de produção quer com um preço competitivo, para ganhar encomendas e aumentar o seu nível de produção", diz Melo Pires. Atualmente a Autoeuropa é uma das unidades industriais portuguesas de maior sucesso, capaz de avançar com aumentos salariais. Em 2009, assegurava 3207 empregos diretos e mais 2000 postos de trabalho no seu parque industrial. Ao todo, já foram investidos na Autoeuropa - inaugurada em 26 de abril de 1995 - cerca de €19/0 milhões, dos quais €1282 milhões na implantação da unidade fabril, mais €479 milhões no desenvolvimento de produtos e €209 milhões em formação. A idade média dos colaboradores da Autoeuropa é de 38 anos. Apenas 9,8% dos trabalhadores são mulheres.


2011-02-26 10:43
J.F. Palma-Ferreira, Expresso .
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #36 em: Abril 12, 2011, 04:53:35 pm »
Mobilidade eléctrica portuguesa procura mercado nos EUA


Oito empresas e centros de investigação do sector automóvel, a maioria ligada ao projecto da mobilidade eléctrica, compõem a primeira comitiva portuguesa ao congresso de engenheiros automóveis de Detroit, em busca de oportunidades de mercado nos Estados Unidos.
«Só há um país que se reuniu em torno de si e que está a apresentar um sistema integrado de valências [de mobilidade eléctrica] que não existem noutros sítios», disse à Lusa o delegado do AICEP para a América do Norte, Rui Boavista Marques, que organizou a participação portuguesa, ao longo desta semana.

«Portugal disponibilizou-se para ser um grande laboratório para teste de novos produtos relacionados com carros eléctricos», envolvendo a multinacional Nissan, adianta.

Na primeira missão empresarial ao abrigo da nova campanha do AICEP para o mercado norte-americano - 'Portugal, Innovate With Us (Portugal, Inove Connosco'), irão estar em Detroit o Gabinete para a Mobilidade Eléctrica em Portugal (MOBI-E) e um projecto paralelo do Massachussetts Institute of Technology e Universidade do Minho - MOBI-MPP.

O resto da comitiva é composto pela Sodecia, Efacec, TMG-Automotive, Novabase, Martifer e o Centro de Excelência e Inovação na Industria Automóvel (CEIIA).

A abertura oficial do primeiro stand de Portugal na conferência da Society of Automotive Engineers decorre hoje, com as presenças do embaixador de Portugal em Washington, Nuno Brito, e do coordenador do Mobi-E, João Dias, além do director do AICEP.

Para Rui Boavista Marques, o objectivo a curto prazo é apresentar o modelo integrado português a Estados norte-americanos, estando agendados contactos com a imprensa especializada e com os governos estaduais da Carolina do Norte, Carolina do Sul, Califórnia, Tennessee e Colorado.

Em contactos agendados com potenciais fornecedores, as empresas participantes vão também promover as soluções tecnológicas que desenvolveram para o projecto MOBI-E.

Este é o caso da Efacec, que desenvolveu um modelo de ponto de carregamento de carros eléctricos, da Novabase e o seu software smart grid e também da Martifer, com um novo tipo de carregador.

Segundo Boavista Marques, os potenciais parceiros norte-americanos mostram-se «surpreendidos» com a «dimensão da aposta» de Portugal na mobilidade eléctrica, que faz com que o país seja dos que tem mais postos de carregamento projectados a nível internacional.

«Não existe nenhum outro país que tenha esta ambição», diz Boavista Marques.

Os Estados Unidos tornam-se assim na mais recente frente que a MOBI-E pretende abrir para a comercialização das soluções desenvolvidas em Portugal.

Boavista Marques acredita que, mesmo estando numa fase inicial, a abordagem ao mercado pode abrir uma nova frente de exportação, e acredita que o actual cenário de contenção orçamental em Portugal não venha a ter impacto sobre o projecto.

«Este programa é muito conduzido pelas empresas. Elas é que têm o projecto, têm o produto. Julgo que não tem risco» de ser afectado pelos cortes, afirma.

Com o tema "Charging Forward Together", a edição deste ano da conferência dará destaque aos últimos avanços no campo da mobilidade eléctrica, terminando na sexta feira.

Em Detroit estarão também dois investigadores da Universidade do Minho, Francisco Brito e Jorge Martins.

Lusa
 

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Malagueta

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #37 em: Maio 27, 2011, 10:29:08 am »
A CaetanoBus, do grupo Salvador Caetano, vai investir cerca de 15 milhões de euros em duas fábricas de autocarros na China e na América Latina com o objectivo de ser mais competitiva e conquistar novos mercados.

 

"Estamos a estudar a instalação de duas fábricas para avançar em 2012 e começar a produzir no ano seguinte. Uma será na China e a segunda na América Latina, no Brasil ou na Colômbia", disse à Lusa José Ramos, presidente da fabricante de autocarros.

O investimento vai permitir à CaetanoBus "reduzir custos com o aumento de produção, uma vez que os gastos de projecto são diluídos por mais unidades, e com a redução das despesas de logística". Segundo o administrador da Salvador Caetano, "o cérebro da empresa continuará a estar em Gaia", a sede da empresa, cuja produção ficará vocacionada para a Europa.

Nos novos mercados, a CaetanoBus quer entrar "de preferência sozinha", com a estratégia de "trabalhar nichos de mercado", nomeadamente com o fabrico de autocarros de aeroporto COBUS, autocarros turísticos e os autocarros eléctricos, que estão actualmente em fase de testes.
 

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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #38 em: Junho 15, 2011, 01:12:25 pm »
VW Autoeuropa volta a sustentar aumento da produção automóvel


Produção cresceu 30% até Maio e ACAP prevê que crescimento se mantenha até ao final do ano.

A fábrica Volkswagen (VW) Autoeuropa continua a ser o pilar da produção automóvel no País. A unidade de Palmela foi a que mais cresceu até Maio, registando um aumento de 41,7% face a 2010, para um total de 57.049 viaturas produzidas.

"No global do ano, todas as fábricas tiveram um crescimento significativo, mas a Autoeuropa é aquela que se destaca", confirma Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), ao Diário Económico. A Autoeuropa prevê produzir 133 mil unidades este ano, o que representa um aumento de mais de 20% na produção.

Até ao final de Maio saíram das cinco fábricas portuguesas 84.454 viaturas, mais 30,4% face ao mesmo período do ano passado. A contribuir para este aumento generalizado estão sobretudo as unidades de produção de ligeiros de passageiros que saem das linhas de montagem da VW Autoeuropa e Peugeot Citroën (PSA). Já o segmento das viaturas pesadas sai penalizado. "É um mercado que não descola, muito em consequência da actividade económica. Mas também é o que tem menor expressão em Portugal", comenta Hélder Pedro.

Diário Económico
 

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Malagueta

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #39 em: Julho 14, 2011, 12:24:52 pm »
boa noticia.

" Fábricas portuguesas cresceram quase 47% na sua produção em Junho, suportadas por um reforço de produção de mais de 60% na Autoeuropa, segundo os dados hoje revelados pela ACAP.
A produção de automóveis em Portugal disparou no mês de Junho, alavancada por um “forte crescimento” no segmento de veículos ligeiros. Segundo a ACAP – Associação Automóvel de Portugal, a produção automóvel no mês passado somou 16.882 unidades, mais 46,8% que em igual período de 2010.

O fabrico de ligeiros de passageiros cresceu 54% em Junho, para 12.746 unidades, tendo a produção de comerciais ligeiros subido 29,7%, para 3.741 viaturas, e a de pesados aumentado 16,9%, para 395 veículos, de acordo com os números da ACAP.

Graças ao desempenho de Junho, as fábricas portuguesas encerraram o primeiro semestre do ano com um crescimento de 33,2% face ao período homólogo do ano passado, num total de 101.636 veículos produzidos. Destes 75.598 foram ligeiros de passageiros (crescimento de 39,3%), 23.798 foram comerciais (20,3% a mais que em 2010) e 2.240 foram pesados (subida de 1,7%).

“Do total da produção acumulada nos primeiros seis meses do ano, 99.979 veículos foram exportados, o que representa um acréscimo de cerca de 35% face ao número de veículos exportados no mesmo período do ano anterior”, nota a ACAP.

Autoeuropa cresce mais de 60%

O principal factor de crescimento da produção automóvel voltou a ser, como noutros meses, a fábrica da Volkswagen em Portugal. A Autoeuropa produziu 11.847 carros em Junho, mais 61,8% que no ano passado, indicam os dados da ACAP.

Assim, a fábrica de Palmela concluiu o primeiro semestre com uma produção de 68.896 veículos e um crescimento face ao ano passado de 44,8%, que é o maior entre as unidades de produção instaladas em Portugal.

A Peugeot Citroën, segunda maior fábrica por número de veículos produzidos, montou 4.401 unidades em Junho, crescendo 28,4% em termos homólogos, e somou no primeiro semestre uma produção de cerca de 28 mil veículos, mais 18,5% que em 2010.

A Mitsubishi Fuso Truck Europe, de Abrantes, por seu lado, registou um crescimento de 34,3% na produção de Junho e de 6,4% na actividade do primeiro semestre. Já a Toyota Caetano, de Ovar, e a VN Automóveis, de Vendas Novas, fecharam o primeiro semestre com quebras superiores a 20% na sua produção. "

Jornal de Negocios
 

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HSMW

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #40 em: Julho 14, 2011, 01:52:11 pm »
http://v6.cache4.c.bigcache.googleapis. ... _counter=2
Não conhecia essa VN automóveis. Parece que monta viaturas para a ISUZU.
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

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Malagueta

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #41 em: Julho 14, 2011, 02:23:49 pm »
boas,

E vai montar também este veículo electrico em 2012, está previsto a construção de no 1º ano de 350 veículos deste tipo.

"Produção do carro eléctrico português arranca em 2012

O carro eléctrico português deverá começar a ser produzido no segundo semestre de 2012, segundo Manuel Oliveira, director de prototipagem do CEIIA (Centro de Engenharia e Inovação para a Indústria Automóvel).

"Sabemos que vai ser um carro de três lugares, 100% eléctrico, com uma autonomia alvo de 100 quilómetros e uma velocidade máxima de 80 quilómetros/hora. E numa primeira fase será um carro L7 (matrícula amarela), categoria abaixo da M1 (à qual corresponde a matricula branca normal)", completou o mesmo responsável.

O carro também terá "tracção traseira, entre 2,50 e 3,10 metros, ou seja semelhante a um Smart mas mais pequeno. Um carro exclusivamente de cidade, pela autonomia e pela interdição de rolar nas auto-estradas, como todos os L7".

De momento não tem outro nome se não "Mobicar" - já que entra na lógica do consórcio constituído para a mobilidade eléctrica em Portugal, a Mobi-e, mas poderá chegar ao mercado com outra denominação.

O CEIIA prevê projectar um "chassis modular comum a várias plataformas (passageiros, carga)" e apesar de ainda não estar preocupado com as questões de engenharia, admite que "numa primeira fase caberá à indústria portuguesa fornecer as peças para o carro".

O responsável avança que não há ainda preços definidos, apenas um calendário até ao primeiro carro rolar.

"Entre Outubro e o final do ano deveremos ter o carro zero, o primeiro protótipo funcional, que será apresentado, e até Março, meados do próximo ano dez protótipos que poderão ser distribuídos pelo consórcio para apresentações. Depois será o início de produção", disse Manuel Oliveira.

A empresa que fará a montagem em série do carro vai ser a VN Automóveis.

No entanto, os 15 engenheiros que estão a trabalhar no projecto já têm um concorrente directo.

"Na Noruega já existe um carro (L7) exclusivamente eléctrico em cuja concepção o CEEIA também esteve envolvido, o Buddy. Está a rodar, a ser vendido e funciona. A maior parte das peças do Buddy são produzidas em Portugal, foi desenvolvido pelo CEEIA, integra indústria portuguesa e é montado na Noruega", acrescentou.

Outra questão é competir com todas as propostas da indústria automóvel para o sector eléctrico. Uma tarefa que Manuel Oliveira diz que "não será fácil".
 

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HSMW

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #42 em: Julho 14, 2011, 03:01:32 pm »
Mas serão assim tantas as propostas eléctricas?
É que eu conheço muito poucas, e híbridos que gastam mais que um Diesel também não me interessa...

Industria automóvel que queira sobreviver num futuro de escassez de combustível é nesta área que deve investir.
Mas que não desenhem aberrações como os actuais eléctricos e de preferência que tenha um painel fotovoltaico no tejadilho para dar carga às baterias!!
Custa assim tanto!?  :twisted:
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

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Malagueta

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #43 em: Julho 14, 2011, 03:15:55 pm »
boas novamente,

Não sou especialista, posso te dar uma opinião, e pelo que tenho lido sobre o assunto.

Neste momento, o maior problema destes veículos electricos é as baterias, que tem pouca autonomia, o veículos que tem saido pelo que li, o maximo é 160 km.

Outro problema é que o facto de aumentar o numero de baterias não resolve nada, dado que aumentas o peso do veículo,
pelo que vai aumentar o consumo de energia.

Pelo que só daqui a 10 anos poderás ter alguma maturidade neste tipo de veículos, e Portugal tem estado a investir nessa área, que penso que va dar alguns resultados, não só na poupança de consumo de combustives fosseis ( que não temos ), e por todos os investimentos efectuado na eólica e hídrica, fazendo que os veículos electricos sejam uma forma de armazenagem da energia eolica, nomeadamente a que se produz a noite.

Outra vantagem neste momento do investimento feito, é que estas já com proposta de exportação de equipamentos de carregamento dos veículos, que são fabricados também pela efacec.


Um projecto interessante, é o da Salvador Caetano, Autocarros Electricos, que já estão em testes uma em Vila Nova de Gaia e o outro na Alemanha, mas tem um preço de 500 mil euros, no inicio serão para ser usados nos aeroportos, prevendo a Salvador Caetano fabricar 50 destes Autocarros por ano numa fase inicial.

Sobre o painel fotovotaico, ainda esta tudo numa fase inicial, na aplicação em centrais, quando mais num veículo, que iria exigir um equipamento muito pesado na carroçaria do veículo, para a energia que produz.

Recomendo estes artigos, para quem tiver interessado:
http://www.afia.pt/index.php?option=com ... lang=pt_PT
http://www.eficiencia-energetica.com/html/ve/ve.htm
http://www.g-sat.net/energias-alternati ... 13236.html

Por ultimo já me dou por contente, haver este projecto de construção de um veículo eléctrico, com base tecnológica Portuguesa, numa fabrica Nacional, e com a maioria dos componentes também fabricados cá.
 

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miguelbud

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #44 em: Julho 14, 2011, 03:54:51 pm »
Citação de: "HSMW"
e de preferência que tenha um painel fotovoltaico no tejadilho para dar carga às baterias!!

Para vir uma chuvada de granizo e dar um prejuízo do catano   :rir:

Citação de: "Malagueta"
Neste momento, o maior problema destes veículos electricos é as baterias, que tem pouca autonomia, o veículos que tem saido pelo que li, o maximo é 160 km.

160km a electricidade é uma excelente autonomia. Se olharmos para uma grande cidade como Los Angeles onde as filas de transito fazem parecer o IC19 uma anedota e isso porque a maioria das pessoas apenas faz 80km diários (40 para irem para o trabalho e 40 para regressarem a casa) isto é um excelente veículo.

A soluçao para o recarregamento das baterias nao passa por instalar os paineis nos veículos em si, mas criar uma estrutura de estacionamento com paines solares que recarreguem as baterias. Imaginem, voces vao trabalhar, chegam ao escritório, estacionam o carro este fica a carregar e quando saírem está a 100%.

Vejam este exemplo, que apesar de nao recarregar os carros produz energia de uma forma útil e sem esforço. Daí a instalar tomadas para recarregar o veículo nao custa nada.
http://arteco40.blogspot.com/2011/05/zo ... gerar.html
 

 

Grupo Vangest investe 3,2 milhões em fábrica para indústria

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