Indústria Automóvel

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« Responder #15 em: Julho 31, 2009, 06:02:41 pm »
Se não me engano tivemos um designer português que venceu um concurso internacional de desenho de um automóvel para uma marca de carros internacional (Peugeot?) e não arranjamos ninguém que desenhe algo melhor?



Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Chicken_Bone

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« Responder #16 em: Julho 31, 2009, 06:14:18 pm »
É verdade. :D ) que ganharam um concurso há 1 ano, acho que da Autodesk porque desenharam um Ferrari inteiro.

Mas já o Vinci GT é bastante feio. Parece que o CEIIA e empresas associadas não primam pela estética.
http://ceiia.com/

De certeza que os alunos de Engenharia Automóvel (ou algo similar) de Leiria já desenharam algo com  mais pinta.
"Ask DNA"
 

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nelson38899

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #17 em: Outubro 10, 2009, 06:35:13 pm »
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Para integrar plataforma inovadora de mobilidade urbana
Retroconcept fabrica veículo eléctrico inteligente   22-07-2009
A Retroconcept, empresa nacional que opera na área da concepção e engenharia automóvel, vai produzir o veículo eléctrico inteligente que integra o projecto inovador de mobilidade urbana que está a ser desenvolvido pela Living PlanIT para a cidade do Porto. A Retroconcept é um dos parceiros da PlanIT Mobile (unidade de negócios da Living PlanIT para a área da mobilidade) para este projecto, entre os quais se contam também a Cisco, a Siemens, a McLaren Electronics, a Edigma.com e a NDrive.

Para além da construção do veículo, a Retroconcept tem a seu cargo a integração de toda a engenharia necessária para a comunicação do veículo com a nova plataforma de mobilidade. Para isso, a Retroconcept está a criar directamente acordos específicos de colaboração com outros parceiros tecnológicos que possam concentrar a sua colaboração para a fase de infraestruturação do veículo, como é o caso da Efacec, para o desenvolvimento de tecnologia ao nível da energia renovável, da Cisco, no desenvolvimento das ferramentas de comunicação no interior do veículo, da Sunviauto, no desenvolvimento de tecnologias para os interiores, e, ainda, a EVIberia, um dos possíveis fornecedores da plataforma do veículo eléctrico.
Outros parceiros deverão ainda aderir ao projecto, em áreas como a electrónica, tecnologia de sensores e entretenimento, de modo a adequar todas as soluções aos serviços e funcionalidades que o veículo vai oferecer aos seus utilizadores, sob a plataforma de mobilidade.
Os vários parceiros vão trabalhar conjuntamente nas fases de investigação e desenvolvimento no Centro de Integração que a Living PlanIT criou para o efeito, na Maia. Já a fase de produção, por seu lado, será realizada numa unidade que a Retroconcept vai implementar em Paredes, onde será instalado o centro de excelência para a produção do veículo e dos equipamentos electrónicos.
Para além disso, o investimento futuro da Retroconcept prevê ainda a instalação de um centro de Investigação e Desenvolvimento no PlanIT Valley, a cidade inteligente que vai nascer em Paredes e cujo arranque está previsto para o final do ano corrente.

A Retroconcept é uma empresa participada pela Living Planit, sendo, assim, um Parceiro Platina no universo de parceiros do Planit Valley. De acordo com Miguel Rodrigues, CEO da Retroconcept, o objectivo é que a empresa “venha a produzir engenharia em todo o tipo de veículos inteligentes e eléctricos para operar sob a plataforma de mobilidade que está ser desenvolvida pela PlanIT Mobile”. Nesse sentido, a empresa assinou também um acordo de cooperação com a AJP Motos, fabricante português de motociclos, para produzir um protótipo de um motociclo eléctrico com engenharia necessária para integrar esta plataforma de mobilidade. Este veículo será estruturado numa fase inicial para operar em serviços municipais de manutenção, polícia municipal ou outros, onde a sua funcionalidade como veículo inteligente possa acrescentar valor.

Vinci GT será também um veículo inteligente
A Retroconcept pretende igualmente abordar outras áreas tecnológicas ao nível, por exemplo, do sistema de recuperação de energia e do desenvolvimento de caixas de comunicação inteligente para instalar em veículos de combustão interna, para que estes possam funcionar sob a mesma plataforma de mobilidade. Para isso, a Retroconcept irá basear-se em todo o trabalho de engenharia já desenvolvido para o Vinci GT, um protótipo funcional que a empresa lançou em 2007, utilizando processos de engenharia avançados num espaço de tempo de apenas seis meses, em colaboração com o Centro de Excelência para a Inovação na Indústria Automóvel - CEIIA.
O Vinci GT constituirá, assim, uma importante ferramenta de marketing para a Retroconcept, pois neste veículo funcionará o primeiro chassis onde será produzido um test bed para desenvolvimento de toda a engenharia a instalar no futuro em veículos de combustão interna para operar na plataforma de mobilidade. “O Vinci GT vai ser o primeiro veículo inteligente com todas as funcionalidades integradas, incluindo um sistema avançado de som desenvolvido pela ESARC. O Vinci GT será mesmo o primeiro automóvel do mundo a ter este sistema revolucionário instalado, assim como outros aplicativos como tablier interactivo, internet, comando de voz e outras funcionalidades a desenvolver nos veículos eléctricos e inteligentes ”, acrescenta Miguel Rodrigues.
Também nos objectivos futuros da Retroconcept está a criação de acordos de cooperação com a comunidade científica e tecnológica nacional e internacional, que reúnam as condições tecnológicas adequadas para os grandes desafios a que a empresa se propõe, no âmbito da sua actividade tecnológica na área da mobilidade e dos veículos inteligentes.

Sobre a Retroconcept
A Retroconcept - Concepção e Engenharia, Lda. é uma empresa portuguesa de capital privado, participada pela Living PlanIT. A empresa dedica-se ao desenvolvimento e produção de veículos eléctricos inteligentes e outras formas de engenharia na área automotive. A empresa foi responsável pela concepção e desenvolvimento dos protótipos do Vinci GT, Vinci Sport e Eco Vinci, apresentados publicamente em 2007.Sobre a Living PlanITA Living PlanIT é uma empresa que se dedica ao desenvolvimento de projectos sustentáveis à escala urbana a nível global. A Living PlanIT é uma empresa de capitais privados, fundada e liderada por especialistas no desenvolvimento económico e social com base nas mais avançadas tecnologias. A empresa está sedeada em Nyon, na Suíça, e possui representações em Portugal, Singapura, Estados Unidos da América, Inglaterra e Austrália.
http://www.testdrive.pt/comercio_e_indu ... hp?Id=3159
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Chicken_Bone

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #18 em: Outubro 12, 2009, 11:31:44 am »
Ja que pouco depois da sua fundacao comecaram com projectos noutras areas, tinham dado um nome de jeito e apropriado ao CEIIA.

Seria fixe que quem conseguisse informacoes sobre estas iniciativas, as colocasse aqui, porque, infelizmente marketing nao parece ser algo que os envolvidos tenham pensado.

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Cluster junta veículos eléctricos e aeronáutica
CEIIA quer assumir-se na vanguarda do desenvolvimento de novas soluções de mobilidade
00h00m
ANA PAULA LIMA

 
O Cluster da Mobilidade envolve projectos a três anos que contemplam um investimento total superior a 56 milhões de euros.

O objectivo é fazer de Portugal uma referência nos sectores automóvel, aeronáutico e ferroviário.

O Cluster, que é um dos pólos de competitividade reconhecidos pelo Governo no âmbito das Estratégias de Eficiência Colectiva, é promovido pelo Centro para a Excelência e Inovação da Indústria Automóvel (CEIIA), que nos últimos anos apostou na diversificação da actividade para novas áreas, além do sector automóvel.

"O CEIIA surgiu para a indústria automóvel e tem vindo a evoluir para o que nós denominamos como indústria da mobilidade", explica José Rui Felizardo, administrador do centro.

O Cluster da Mobilidade tem traçado um plano de acção com sete projectos-âncora e uma série de iniciativas complementares, que se enquadram no programa Compete, definido no âmbito do Quadro de Referência Estaratégica Nacional (QREN), que vão desde o desenvolvimento de uma infra-estrutura de concepção e construção de veículos eléctricos e da respectiva rede de postos de abastecimento deste tipo de carros, até à fabricação de componentes para a aeronáutica na indústria nacional.

"Um dos eixos estratégicos do CEIIA prende-se com a diversificação para sectores que se cruzem com as cadeias de fornecimento da indústria automóvel. Estamos a falar das indústrias aeronáutica e ferroviária", salienta José Rui Felizardo. Segundo o administrador, a aposta na ferrovia ainda é uma "intenção", devido à indefinição do projecto da Alta Velocidade em Portugal, enquanto a aeronáutica já é uma realidade. O CEIIA tem uma parceria com a construtora de helicópetros Agusta Westland, que envolve um investimento privado de 38 milhões de euros, refere o administrador. Este projecto integra "a formação em ambiente de trabalho de 40 engenheiros" e um outro que prevê a participação da indústria nacional. "30% do contrato com a Agusta é para a participação da indústria nacional. Vamos envolver empresas e universidades até ao final do ano", diz o responsável.

Avançada está a aposta nos veículos eléctricos. "Vamos ter carros em 2010. Entre o projecto MobiGreenCar, com a Galiza, e o Metro Buddy (ler caixa), estou convencido que no final do próximo ano vamos ter carros. Portugal começa a ter condições para ser dos primeiros países da Europa a ter produção de veículos alternativos", defende o administrador.

Do P3 com os italianos ao Metro Buddy com os noruegueses

Na origem do Centro para a Excelência Inovação da Indústria Automóvel, há quase dez anos, esteve uma parceria com os italianos da Pininfarina, para o desenvolvimento de um veículo citadino inovador, o P3.

Esse projecto foi entretanto extinto, mas deixou as bases para o trabalho actual do centro de engenharia do CEIIA. "O projecto P3 com a Pininfarina partia de uma tendência em que poucos acreditavam em 2001 e isso condicionou de certa forma o nosso trabalho, mas permitiu-nos adquirir conteúdos que nos colocou no mercado com alguns avanços em relação aos nossos concorrentes", defende o administrador do CEIIA, José Rui Felizardo. As competências adquiridas com o P3, refere o responsável, "estão a ser usadas noutros projectos", como no 'Mobi Green Car'. Uma iniciativa, anunciada em 2007, em cooperação com o Centro Tecnológico da Automoción de Galicia (CTAG) para o desenvolvimento de competências em veículos eléctricos, desde a concepção até à produção. Este projecto levou até ao CEIIA os noruegueses da Elbil Norge, para quem o centro desenvolveu o Metro Buddy, um carro eléctrico citadino com capacidade para três pessoas que inicialmente será construído e comercializado na Noruega, mas que José Rui Felizardo espera trazer para Portugal. "Neste projecto o nosso grande desafio é conseguir trazer uma parte da produção do veículo para Portugal. A Eldil perspectiva localizar uma unidade de produção fora da Noruega e nós faremos todos os esforços para que possa ser em Portugal", diz o administrador do CEIIA.


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economi ... id=1387559
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Re: Indústria Automóvel
« Responder #19 em: Outubro 29, 2009, 04:11:51 pm »
Se pensassem mas é em banir o IVA e IA extremo que Portugal tem sob os automóveis, talvez se vendessem mais e não havia tanto lay-off, é que assim, as marcas vendiam, logo ganhavam, mas o estado perdia. Assim, poucos compram carro novo e não ganha nem o estado nem os fabricantes, e os poucos que compram lá se endividam por 10 anos porque os preços são demasiado altos(mas tb há quem queira viver só para as aparencias), sorte têm as marcas de luxo que estão a subir nas vendas, vá-se lá saber porquê...
 

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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #20 em: Dezembro 25, 2009, 04:09:11 pm »
GM adia carro a hidrogénio por falta de abastecimento


Uma década após ter apontado 2010 como o ano do lançamento comercial do primeiro carro a hidrogénio, a General Motors investiu mais de mil milhões de euros no protótipo, mas não o vai comercializar porque não há onde o abastecer.

«Não serve de nada um construtor automóvel ter a tecnologia pronta, como a nossa está, e passá-la ao mercado para ser comercializada quando o utilizador dos automóveis a hidrogénio não terá qualquer possibilidade de o abastecer de combustível», afirmou o director de comunicação e assuntos institucionais da General Motors (GM) Portugal, em entrevista à agência Lusa.

Segundo Miguel Tomé, o adiamento da comercialização do primeiro carro a hidrogénio da GM não significa, por isso, uma «alteração de planos» por parte da empresa, mas antes a resposta à «mudança na forma como o mercado automóvel encara os próximos anos em termos de mobilidade».

«Não há, nem pensar, em parte alguma do mundo uma rede completa [de abastecimento de automóveis a hidrogénio]. Em Portugal, por exemplo, não existe um único posto», salientou.

Ainda assim, a GM continua «a ter o hidrogénio como visão de futuro para a mobilidade automóvel individual» - até agora já investiu «bastante, acima de mil milhões de euros», no desenvolvimento da tecnologia -, mas encara-o agora como uma solução «a médio/longo prazo, mais para longo do que para médio».

«Até lá, continuaremos a investir na tecnologia dos automóveis a hidrogénio», garante Miguel Tomé.

Conforme explicou à Lusa, o hidrogénio é uma área «onde vários 'stakeholders' e parceiros têm que intervir», para além dos construtores automóveis propriamente ditos.

«Nós temos a tecnologia pronta para passar ao mercado. Agora é uma questão de os outros participantes nesta equação do hidrogénio - designadamente as empresas de energia - fazerem, eles próprios, os seus investimentos», sustentou.

Os elevados investimentos necessários são, na sua opinião, o que tem travado o avanço do hidrogénio e determinado a aposta feita nos automóveis eléctricos.

«O hidrogénio enquanto solução de mobilidade não é simples de implementar. Estamos a falar de mudar o paradigma ao ponto de, nos postos de abastecimento, deixar de existir gasolina e gasóleo e passar a existir hidrogénio, que tem uma série de exigências ao nível da distribuição e armazenamento que implicam investimento», explicou Miguel Tomé.

Este investimento, disse, seria mais facilmente desbloqueado «se o preço dos combustíveis convencionais (gasolina e gasóleo) fosse o dobro ou o triplo do actual».

Neste caso, «o hidrogénio já teria dado muitos mais passos em termos de rede de abastecimento».

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #21 em: Janeiro 14, 2010, 12:20:45 am »
Empresas portuguesas criam solução para ligar carro eléctrico ao telemóvel


O sistema está ser devenvolvido pela Novabase, Efacec e Critical Software.

"Triimm". É o som de uma nova mensagem que chegou ao seu telemóvel enviada pelo seu carro eléctrico a avisar que o seu carro eléctrico só tem energia disponível para efectuar 40 quilómetros. Parece-lhe uma cena saída de um filme futurista mas no próximo ano será uma realidade.

A solução tecnológica que irá permitir "ligar" os carros eléctricos aos telemóveis estará pronta a entrar em acção no final deste ano. "No futuro, este projecto permitirá consultar através de dispositivos ligados à Internet informação relativa ao veículo como por exemplo o estado das baterias", explica ao Diário Económico Luísa Goulão, directora da Critical Move, empresa do universo da Critical Software (CS).

O objectivo do Governo português é que em 2011 haja uma rede de 1.350 postos de abastecimento para carros eléctricos distribuída pelo país. Este é o primeiro passo para que o carro eléctrico passe a ser considerado uma opção de mobilidade para os portugueses. Além da rede de abastecimento e dos incentivos fiscais que o governo pretende disponibilizar, cabe aos construtores de carros fornecer os veículos em massa. Renault, Nissan, Mitsubishi, PSA, Audi, VW são alguns dos fabricantes que já apresentaram protótipos. Mas para que os carros eléctricos e a rede de abastecimento funcionem em perfeita harmonia é necessário que haja uma plataforma tecnológica que administre todo o processo de forma eficiente.

Diário Económico
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #22 em: Março 10, 2010, 11:40:28 pm »
Citroen de Mangualde vai expandir-se até ao final do ano



O secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, anunciou hoje que a Citroen de Mangualde vai expandir-se até ao final do ano, o que permitirá a manutenção de todos os postos de trabalho.

De acordo com José Junqueiro, a PSA de Mangualde vai alargar a sua área útil, “cobrindo toda a estrada que deixará de existir” em frente à fábrica (EN16).

“Teremos de fazer um esforço, criando um novo corredor, que já está aberto, mas que precisa de ser infraestruturado”, revelou.

Para o governante, que durante a tarde de hoje visitou as instalações da PSA de Mangualde, “este processo de consolidação e expansão marca uma hora muito feliz para toda a região”.

“Dá como adquirida a manutenção de todos os postos de trabalho e a progressão da empresa”, sublinhou, avançando que espera que este processo seja concluído até ao final do ano.

O presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Basílio Horta, que durante a tarde de hoje teve a oportunidade de ver o novo modelo que a PSA de Mangualde está a fabricar, sustentou que “os sobressaltos fazem parte do passado”.

A Citroen “não só fica em Mangualde, como reforça a produção”, alegou.

Basílio Horta deixou a garantia de que será feito “tudo o que o Estado puder fazer através da AICEP para alargar o âmbito da fábrica e trazer mais trabalho para esta zona e para o país”.

O presidente da autarquia de Mangualde, João Azevedo, revelou aos jornalistas que “está a ser preparado um caderno de encargos, no sentido de resolver as alternativas à expansão da fábrica”.

“Só depois de concretizarmos a candidatura é que poderei dizer como serão as variáveis do investimento e da expansão”, acrescentou, explicando que a candidatura será feita “junto da tutela e ao QREN [Quadro de Referência Estratégico Nacional]”.

O autarca socialista sustenta que “primeiro é preciso facilitar a possibilidade da Citroen ter mais segurança, estacionamento e capacidade de se ampliar”.

“Estes são os pontos fundamentais para a negociação entre a Câmara, a Citroen, o Governo e a AICEP e, a partir daí, desenhar rapidamente o projeto. Estou em crer que durante este ano a situação vai ser resolvida”, concluiu.

Ionline
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #23 em: Março 27, 2010, 06:10:55 pm »
Empresa inglesa aposta em Portugal para construir carros desportivos e eléctricos


O primeiro carro desportivo ‘made in Algarve’, baptizado de wildcat, deverá estar pronto para entrega no próximo verão, um negócio da empresa Al Melling Sports Cars, que funciona junto ao Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

Construir automóveis desportivos e veículos eléctricos são objectivos da empresa Al Melling Sports Cars, e o primeiro carro deverá estar pronto em Agosto, disse à agência Lusa o designer e consultor.

Al Melling passou a exercer as funções de designer e consultor depois de ter vendido a empresa a Dillys Wilkinson, que agora tenta em Portugal relançar a venda de automóveis desportivos, atualmente em queda em Inglaterra, país de onde a empresa emigrou para o Algarve.

«Nós tínhamos a fábrica em Inglaterra, mas como lá já é muito difícil vender carros desportivos e encontrar pessoas para trabalhar na indústria automóvel, olhámos para os mercados disponíveis e vimos que em Portugal havia procura para estes veículos», explicou Al Melling.

Com uma longa experiência na indústria automóvel britânica, Melling adiantou que «o primeiro carro desportivo estará pronto para entrega em Agosto e as perspectivas passam por vender 40 a 50 automóveis nos primeiros 12 meses».

«O custo unitário do carro desportivo, que se chama Wildcat, depende de vários factores, como o tipo de motor escolhido, mas em média anda à volta dos 40 a 45 mil euros», precisou.

Al Melling sublinhou, no entanto, que a empresa consegue vender o automóvel a metade do preço se o comprador o adquirir em blocos, que depois «pode montar facilmente em casa».

«Pode inicialmente comprar o chassis, depois o motor e um mês mais tarde a transmissão. Quando estiver completo, pode montá-lo em casa. É um trabalho que pode ser feito por qualquer pessoa e que reduz o preço do carro para os 22 mil euros», garantiu, sublinhando que «dois homens conseguem montá-lo num fim-de-semana».

Melling acrescentou ainda que os planos de Willys Dilkinson prevêem que a produção do carro desportivo «empregue 30 a 35 pessoas» na fábrica de Portimão, mas esse número «pode passar para os 200 empregados quando o carro eléctrico estiver a ser comercializado».

«Nós também já estamos a trabalhar no carro eléctrico, que é um veículo com preocupações ambientais e energéticas, mas que só estará pronto para comercialização dentro de cinco anos», explicou.

O designer e consultor da Al Melling Sport Cars acrescentou que os responsáveis da empresa estão a tentar obter apoios para este projecto junto do Governo português, mas lamentou a lentidão com que tudo se processa e o fraco incentivo conseguido até agora.

Al Melling disse ainda que «já se realizaram reuniões com o presidente da Câmara de Portimão, Manuel da Luz», e o autarca «prometeu ajudar a empresa, procurando sensibilizar o governo para a valia deste projecto».

«Estamos concentrados nisso, mas ainda há muito trabalho a fazer», reconheceu.

Lusa
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #24 em: Junho 17, 2010, 10:53:06 pm »
Produção de comerciais ligeiros cresce 140% em Portugal


Portugal produziu em Maio deste ano 13.640 automóveis, um aumento de 20,1 por cento em comparação com maio de 2009, com o fabrico de comerciais ligeiros a subir 140 por cento, disse hoje a ACAP - Associação Automóvel de Portugal.

Para além do salto nos comerciais ligeiros, a subida de 2,7 por cento no fabrico de automóveis ligeiros de passageiros impulsionou também o crescimento na produção portuguesa, segundo os dados da ACAP.

«Quanto à produção por fábricas, todas as unidades a operar em Portugal registaram crescimentos do número de unidades produzidas» em Maio, diz a ACAP em comunicado.

A produção de veículos pesados baixou 4,8%, segundo os dados da associação, que demonstram ainda que a quase totalidade - 97,3% - dos veículos que saíram das fábricas portuguesas em Maio de 2010 teve como destino a exportação, mais 20,5% que os veículos exportados em Maio de 2009.

"Esta evolução tão positiva que agora se constata deve-se ao facto de a comparação estar a ser feita com valores da produção anormalmente baixos no ano anterior. Se compararmos a produção do ano em curso com a média dos últimos cinco anos, temos que em termos mensais a produção está 14,2% abaixo da média e que em termos acumulados está 12,2% abaixo da média", frisa no entanto a ACAP.

Entre Janeiro e Maio deste ano, a produção automóvel portuguesa subiu 24,2%, com crescimento em todos os tipos de veículos.

Nos primeiros cinco meses do ano, segundo a ACAP, o fabrico de ligeiros de passageiros subiu 10,9%, o de comerciais ligeiros cresceu 79,8% e a produção de veículos pesados aumentou 45,2%.

Lusa
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #25 em: Julho 01, 2010, 09:46:00 pm »
Fábrica da Autoeuropa foi a segunda maior exportadora em 2009


A Autoeuropa, que foi a segunda maior exportadora em 2009 e tem um peso de 0,8 por cento no PIB, quer aumentar a produção em 20 por cento este ano e produzir mais de 100 mil automóveis.

A fábrica da Volkswagen em Palmela ocupa o segundo lugar no ‘ranking’ das 10 principais empresas exportadoras do ano passado, atrás da Petrogal e à frente da Soporcel, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

No ano passado, a Autoeuropa registou um volume de vendas de 1.307 milhões de euros, abaixo dos 1.553 milhões de euros registados em 2008, de acordo com dados do Gabinete de Relações Públicas e Assuntos Governamentais da fábrica enviados à Lusa.

De acordo com os dados, atualizados em abril deste ano, o valor do volume de vendas registado no ano passado foi o terceiro mais baixo desde 1995, enquanto o valor mais elevado foi registado em 2001, quando o volume de vendas da Autoeuropa ascendeu a 2.273 milhões de euros.

O impacto da Autoeuropa nas exportações nacionais, que já chegou a ter um peso de 12 por cento (em 1996 e 1997), foi de 3,9 por cento em 2009.

A fábrica de Palmela, que empregava 2.992 trabalhadores (diretos) no ano passado, representou 0,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).

No entanto, a Autoeuropa já chegou a representar mais de dois por cento do PIB (de 1996 a 1999) e empregar mais de 4.000 trabalhadores (em 1997 e 2000).

No ano passado a fábrica de Palmela, que produz os Volkswagen Sharan, Eos e Scirocco e o Seat Alhambra, produziu 86.008 veículos, uma quebra face aos 94.100 veículos produzidos em 2008.

Da produção do ano passado, 98,7 por cento teve como destino a exportação, enquanto 1,3 por cento teve como destino o mercado nacional.

Aliás, desde que começou a produzir, em 1995, mais de 98 por cento da produção da Autoeuropa foi para exportação.

Este ano, a Autoeuropa quer aumentar a produção em 20 por cento e produzir mais de 100 mil automóveis, atingindo assim os valores de volume de produção registados entre 1996 e 2003.

A fábrica da Volkswagen, que representa um investimento total de 1.970 milhões de euros, é visitada sexta feira pelo primeiro ministro, José Sócrates.

Lusa
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #26 em: Julho 20, 2010, 01:10:07 pm »
Nissan: construção da fábrica de Cacia avança até final do ano


Um ano depois de a Nissan ter escolhido Portugal para instalar uma fábrica de baterias para carros elétricos, a fabricante automóvel diz que mantém os planos de começar a construção em Cacia até final do ano.

A nova fábrica - em dezembro último ficou a saber-se que vai ficar em Cacia (Aveiro) - terá vinte mil metros quadrados e deverá criar 200 postos de trabalho diretos. A fabricante de automóveis estima que o investimento, que corre paralelamente à fábrica-mãe que será aberta no Reino Unido - será de quase 200 milhões de euros.

O porta-voz oficial da marca em Portugal disse à Lusa que tudo está a correr como o planeado.

"As coisas estão a correr como planeado, estamos numa fase de licenciamentos e autorizações com várias entidades, desde o Ambiente a processos de câmara e registos prediais. Toda a parte burocrática", disse António Pereira Joaquim.

"A ideia é arrancar com a construção até ao final do ano. Temos o target de outubro, novembro. O que anunciamos é que o início de produção será em 2012", acrescentou.

O mesmo porta-voz salientou que a construção da fábrica em Cacia está "coordenada" com a construção da fábrica-mãe de baterias em Sunderland (Reino Unido).

"A outra já começou [a ser construída]. Essa é a fábrica-mãe e começa primeiro para fazer todos os testes e a de Portugal começa seis meses depois, que é aquilo que estava planeado", referiu.

As fábricas de baterias para carros elétricos de Cacia - que deverá ter uma capacidade anual de produção de 60 mil unidades - e a de Sunderland servirão para abastecer os veículos exclusivamente elétricos que são uma das principais apostas da aliança Renault-Nissan.

Além da componente da produção de baterias, a fábrica de Sunderland ficará ainda com a responsabilidade de produzir os carros elétricos de modelo Leaf. Em 2013, Sunderland deverá arrancar a produção destes carros com capacidade inicial de 50 mil unidades/ano.

O governo português, através do ministro da Economia, Vieira da Silva, já garantiu que o Estado irá apoiar financeiramente o projecto de construção da nova fábrica de baterias da Renault/Nissan em Cacia, ou fiscais ou em apoios do QREN [Quadro de Referência Estratégico Nacional].

O diretor de Marketing da Nissan para o Leaf considerou em maio que Portugal foi escolhido para ser um dos primeiros países europeus onde o modelo vai chegar.

Lusa
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #27 em: Julho 21, 2010, 06:52:01 pm »
Citroën de Mangualde vai criar mais 300 postos de trabalho


A Peugeot Citroën (PSA) de Mangualde anunciou hoje o arranque de uma terceira equipa de trabalho a partir de Novembro, o que fará com que sejam criados 300 novos postos.

De acordo com a direcção do Centro de Produção de Mangualde do Grupo PSA, o terceiro turno arrancará a partir de Novembro por um período mínimo de seis meses, "de forma a responder à previsão das encomendas".

"Serão criados aproximadamente 300 novos postos de trabalho, passando a empresa a empregar cerca de 1.200 colaboradores e a ter como referência uma produção de 260 veículos por dia", acrescenta.

Em comunicado emitido durante a tarde de hoje, a Citroën de Mangualde informa que "o recrutamento começará de imediato", decorrendo a formação durante os meses de Setembro e Outubro.

A normal laboração da equipa está prevista para "os princípios de Novembro".

A decisão de criação de mais um turno "foi tomada no dia 19 de Julho, com base nas perspectivas de evolução do mercado dos modelos fabricados em Mangualde, particularmente os modelos Berlingo First e Peugeot Partner".

Já há dois meses atrás o director financeiro, Elísio Oliveira, fez saber que a PSA de Mangualde atravessa agora "um período de grande estabilidade, mantendo um nível de emprego de aproximadamente 900 pessoas".

Em 2009, para responder aos efeitos da crise mundial no sector automóvel, a PSA de Mangualde tomou várias medidas, como a não renovação de contratos, a criação de uma bolsa de horas, a passagem de três para dois turnos, a diminuição da cadência de produção horária, a abertura de um plano voluntário de saídas e a antecipação de férias.

Deixaram a empresa perto de 500 trabalhadores da fábrica, cerca de 400 contratados e temporários que não viram os seus contratos renovados e 80 efectivos que aceitaram uma rescisão amigável.

Lusa
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #28 em: Setembro 17, 2010, 05:09:44 pm »
Produção automóvel em Portugal sobe 25,4% em Agosto


A produção automóvel em Portugal aumentou 25,4% em Agosto, em termos homólogos, atingindo os 5.076 veículos produzidos, indicou esta sexta-feira a Associação Automóvel de Portugal (ACAP).
A ACAP destaca o crescimento de 200,8% na produção de veículos comerciais, enquanto nos ligeiros de passageiros registou-se um incremento de 6,9%.

Do total de veículos produzido em Agosto, 5.011 destinaram-se à exportação, ou seja, 98,7% da produção nacional, o que traduz um crescimento homólogo de 24,9% no número de viaturas exportadas.

Em termos acumulados, nos primeiros oito meses do ano a produção cresceu 19%, com aumentos em todos os segmentos: ligeiros de passageiros (5,4%), comerciais ligeiros (80,9%) e veículos pesados (74,8%).

«Se compararmos a produção do ano em curso com a média dos últimos cinco anos (incluindo o ano de 2010), temos que a produção observada em Agosto de 2010 está 18,9% abaixo da média dos cinco anos e que a produção acumulada, está 14,4% abaixo», sublinha, contudo, a ACAP.

Quanto à produção por fábricas, exceptuando a Toyota Caetano que não produz em Agosto, as restantes unidades a operar em Portugal registaram uma subida na produção.

Lusa
 

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Re: Indústria Automóvel
« Responder #29 em: Novembro 19, 2010, 12:47:20 am »
Fábrica da Renault em Cacia contrata 100 pessoas e reforça produção


O volume de negócios da unidade de Aveiro cresceu 18,64% com o aumento das vendas mundiais do grupo francês. A unidade teve de reforçar os quadros.

O aumento da produção na fábrica portuguesa da Renault de Cacia, em Aveiro, levou à criação de mais 100 postos de trabalho, durante este ano. "O número de colaboradores aumentou de 1.000 situando-se, actualmente, em cerca de 1.100", avança o site oficial da Renault Portugal. A fabricante automóvel acredita que os próximos anos serão, sobretudo, "anos de estabilização."

O volume de negócios gerado pela fábrica, até ao final do ano, deverá atingir os 230 milhões de euros, um aumento de 18,64% face aos 194 milhões de euros registados em 2009. "Como as vendas do grupo automóvel francês cresceram, a actividade de Cacia beneficiou", explica a mesma fonte.

No ano passado, a fábrica de Cacia, no distrito de Aveiro, chegou a parar a produção vários dias devido à quebra das vendas mundiais de automóveis. "Depois do difícil período no final de 2008 e de todo o ano de 2009 - que relembramos apenas teve a ver com a conjuntura global do mercado automóvel mundial - o ano de 2010 foi um ano de recuperação", acrescenta a mesma fonte. Por essa razão não houve necessidade de recorrer à suspensão da produção em Cacia.

Diário Económico
 

 

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