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André

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« Responder #15 em: Abril 20, 2009, 05:22:45 pm »
Citação de: "Jorge Pereira"
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"E não se ria: a uma dada altura eles conseguiram construir um império que se estendeu do Brasil às Filipinas" à custa do desenrascanço, sublinham os autores, terminando o texto:


Foi mais do Brasil à China ...  :lol:  :lol:

 

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TOMSK

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« Responder #16 em: Abril 20, 2009, 07:17:06 pm »
Citação de: "Jorge Pereira"
Eles acreditam que esta capacidade tem sido a chave da sua sobrevivência durante séculos".


Não haja dúvidas!
 

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André

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« Responder #17 em: Abril 20, 2009, 10:27:16 pm »
Droga e prostituição vão ser contabilizadas no PIB


A Comissão Europeia quer que as actividades ilegais também contem no apuramento do produto interno bruto. A data definitiva para a entrada em vigor das novas regras ainda não está definida.

Espingardas e manteiga. É desta forma que os manuais de economia costumam dar um exemplo daquilo que se inclui no cálculo do produto interno bruto (PIB). Um exemplo simplista, mas que capta bem a essência daquilo que o conceito tenta representar: o total da riqueza criada por cada país durante um ano, desde o armamento à alimentação, passando pelos transportes e material informático.

Os futuros manuais vão, contudo, ter um leque de exemplos ainda mais alargado. Isto porque a Comissão Europeia tem, desde 1999, um projecto para incluir a economia paralela na contabilização do PIB, o que vai fazer com que actividades como a prostituição ilegal, o tráfico de droga, o jogo clandestino e o contrabando passem a contar como riqueza.

"O SEC [Sistema Europeu de Contas, que harmoniza a contabilidade europeia] prevê a inclusão das actividades ilegais - no fundo, de toda a actividade - no PIB", explica fonte do INE. "Todavia", continua, "nenhum país inclui ainda explicitamente qualquer estimativa para estas actividades. Não existe uma data definida para a inclusão das actividades ilegais, mas é previsível que dentro de poucos anos tal venha a acontecer".

A questão ganhou um novo impulso em 2006, quando a Grécia, com um procedimento por défices excessivos, decidiu rever as Contas Nacionais de forma a incluir várias actividades informais ou mesmo ilegais. O resultado foi um crescimento de 25% do PIB, que diluiu o défice e fez as delícias da imprensa internacional. O britânico Guardian ironizava com a situação dizendo que "O PIB grego sobe 25% - com uma ajudinha das prostitutas". O Eurostat acabou por validar as contas.

O problema é que o apuramento do PIB é em parte feito por métodos indirectos, o que faz com que algumas destas actividades estejam já incluídas na contabilização. Isto acontece, por exemplo, na utilização de indicadores como as vendas de cimento, que servem para avaliar as construções, legais ou ilegais.

As Contas Nacionais têm, aliás, métodos para estimar grande parte da actividade informal, como gorjetas, por exemplo. "No sector da restauração e bebidas, é comum os trabalhadores não só receberem gratificações dos clientes, mas também terem refeições gratuitas, que fazem parte implícita da remuneração. Ora, as Contas Nacionais estimam a sua magnitude", explica fonte do INE.

Qual é o impacto da medida? É difícil dizer. Isto porque não há estimativas precisas quanto ao peso destas actividades no total do PIB. Alguns estudos apontam para cerca de 1%, sendo que em muitos casos pode ser apenas de 0,5%. O valor, contudo, varia muito consoante os países.

Diário Económico

 

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Chicken_Bone

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« Responder #18 em: Abril 23, 2009, 07:14:13 am »
O artigo tb fala das Portuguesas/ses

French women, thinnest in Europe, think they're fat

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PARIS (AFP) – France has by far the highest proportion of clinically underweight women in Europe, but only half of them think they are too thin, according to a new study.

In other European countries the opposite is true: the number of women in Britain, Spain and Portugal, for example, who see themselves as seriously skinny easily outstrips the number who actually are.

"This shows that what people consider an ideal weight in France is lower than in other countries," said the study's author Thibaut de Saint Pol, a researcher at France's National Institute of Demographic studies, which published the study Wednesday.

"If a French person who feels fat were to go to the United States," -- which has much higher rate of obesity -- "he probably wouldn't feel fat anymore," he told AFP in an interview.

The study also reveals a big gap, both objective and subjective, between sexes.

In western Europe, the mean weight of men in every country except France and The Netherlands tips the scales into the "overweight" category, according to World Health Organisation (WHO) standards.

By contrast, in only three nations do women join the menfolk in crossing that line: Britain, Greece and Portugal. And only among the Dutch does one find more overweight women than men.

France is the one country in which both sexes are solidly in the "normal" weight bracket, and the only one in which more than five percent of women are offically "underweight".

The universal standard introduced by the WHO for assessing weight is the Body-Mass Index (BMI): one's weight in kilogrammes divided by the square of one's height in meters.

A BMI of 25-to-30 indicates being overweight, while above 30 means one is obese. The range of normal weight is 18.5-to-24.9. (BMI calculators can easily be found on the Internet.)

Men and women don't perceive their own deficient or excess weight in the same way either, the study found.

"Men denigrate their own bodies when they are underweight, but when they are overweight, they often don't see a problem," said de Saint Pol, adding that outright obesity was another story.

"When women are underweight, they do not devalue that at all. But as soon as they cross the line into overweight, they find that unacceptable."

While particularly striking in France, this axiom held true across all 15 of the European countries covered in the study.

De Saint Pol pointed to powerful cultural symbols that reinforced these different attitudes, though it is hard to tell whether they are more cause or effect.

For women, he said, the body is related to beauty, and beauty to being thin.

For men, however, carrying weight is felt in oneself and perceived in others -- consciously or not -- as projecting strength.

"This is especially true the further down one goes on the socioeconomic ladder," he said.


http://news.yahoo.com/s/afp/20090423/ts ... itainwomen
"Ask DNA"
 

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André

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« Responder #19 em: Maio 01, 2009, 05:00:10 pm »
UK: Recluso português e guarda prisional tiveram um filho


Um recluso português no Reino Unido foi pai de uma criança na sequência de uma relação com uma guarda prisional, que entretanto se demitiu, confirmou a agência Lusa junto de fontes oficiais.

Os dois conheceram-se no Instituto de Jovens Deliquentes de Aylesbury, que abriga alguns dos mais perigosos jovens criminosos do país.

Foi neste estabelecimento, a cerca de 70 quilómetros a Noroeste de Londres, que o português foi encarcerado por ser considerado perigoso.

Na altura com 18 anos, foi considerado, pelo tribunal de Bournemouth, em Novembro de 2006, culpado de um ataque a um casal, com uma faca e uma garrafa de vidro, praticado sob a influência de drogas e álcool.

O juíz qualificou-o de «perigoso» para o público e condenou-o a uma pena de prisão indefinida, com um período mínimo de 32 meses até poder pedir liberdade condicional, prazo que termina em Julho.

Mas o cadastro não impediu o jovem português de se envolver e engravidar uma guarda prisional, que deu à luz um rapaz a 20 de Fevereiro, a quem deu o apelido do pai.

Os factos, relatados pelo diário Daily Mail, foram confirmados à agência Lusa por um porta-voz do Ministério britânico da Justiça.

O director do estabelecimento prisional em Aylesbury, David Kennedy, reprovou as relações «inapropriadas» entre guardas e reclusos, que representam «uma infracção à segurança».

«Neste caso, um membro do pessoal é suspeito de ter violado a segurança ao ter uma relação com um preso, tendo sido suspenso para as alegações serem investigadas», relatou, em comunicado enviado à agência Lusa.

«Durante o período de suspensão, o indivíduo [a guarda prisional] decidiu demitir-se», acrescenta o comunicado, lamentando a má-fama que este comportamento dá aos serviços prisionais e aos seus profissionais.

O caso foi alvo de um inquérito mas foi arquivado após a demissão da jovem inglesa.

O português continua detido mas foi entranto transferido para outro estabelecimento, 150 quilómetros mais a Norte, no Condado de Staffordshire.

Lusa

 

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comanche

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« Responder #20 em: Maio 01, 2009, 07:35:08 pm »
Portugal em 6º lugar nos cuidados na primeira infância


2009-04-23


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Portugal ocupa a 6.ª posição no conjunto de 25 países analisados num estudo da Unicef.

O estudo "A Transição dos Cuidados na Primeira Infância" foi esta quinta-feira apresentado em Lisboa, na Conferência Nacional de Educação de Infância.

Este trabalho apresenta uma tabela comparativa da situação dos serviços de educação e apoio à primeira infância nos 25 países economicamente mais avançados, desenvolvida à luz de um conjunto de dez indicadores de referência.

Entre esses dez indicadores estão as licenças parentais de, pelo menos, um ano com 50 por cento do salário, formação e qualificação adequadas do pessoal, e uma percentagem adequada do PIB gasto em serviços para a primeira infância.

A Suécia está no topo da tabela, cumprindo os 10 indicadores, seguida de perto pelos países do Norte da Europa e pela França.

Estes são também os países que têm identificado o investimento na primeira infância como uma prioridade constante da sua agenda política, claramente reflectida nos orçamentos nacionais, segundo o estudo.

Portugal ocupa a 6.ª posição juntamente com a Alemanha, a Itália, o Japão e a República da Coreia, cumprindo quatro dos dez indicadores.

Os indicadores de referência propostos pelo estudo do Centro de Pesquisa Innocenti da UNICEF constituem um primeiro passo para promover e aferir os resultados alcançados pelas políticas públicas no domínio da primeira infância.

"Um número cada vez maior de crianças, cada vez mais pequenas e por um período cada vez mais longo está a ser confiado a serviços de educação e apoio à primeria infância," afirmou Marta Santos Pais, directora daquele Centro da UNICEF, sedeado em Florença.

Segundo o estudo, oito em casa dez crianças dos países ricos estão inseridas nalgum tipo de estrutura de cuidados e educação infantis.

Para as crianças com menos de três anos, a proporção é de 25 por cento, chegando a mais de 50 por cento em alguns países da OCDE como a Dinamarca e a Islândia.

Na última década começou a verificar-se em muitos países um aumento significativo do número de crianças que passa uma larga parte dos primeiros anos de vida numa estrutura de apoio à infância, fora do seio da família.

Esta mudança nas práticas de guarda das crianças mais pequenas, segundo a Unicef, reflecte alterações de carácter sociológico, tais como o acesso cada vez mais generalizado das mulheres ao mercado de trabalho.  

Nos países da OCDE, mais de dois terços das mulheres em idade activa têm um emprego fora de casa. Em Portugal a percentagem de mulheres com filhos menores de três anos que trabalham fora de casa atinge quase 70 por cento.

A evolução, refere a Unicef, é positiva na medida em que acompanha a emancipação das mulheres, mas traduz, igualmente, uma pressão económica crescente sobre as famílias, especialmente sobre as mais pobres, no sentido de retomarem rapidamente a sua actividade profissional após o nascimento de um filho.  

Apesar dos esforços desenvolvidos até agora nos vários países, a Unicef considera necessário investir mais decisivamente na educação e no apoio à primeira infância.



http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Socieda ... id=1210417
 

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comanche

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« Responder #21 em: Maio 01, 2009, 07:37:36 pm »
Vaticano considerou mudar-se para Portugal
2009-04-22

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Planos da Santa Sé à data da 2ª Guerra Mundial, caso Hitler cumprisse a ameaça de raptar Pio XI.

A notícia foi avançada pelo jornal britânico Daily Telegraph, que cita documentos dos Arquivos Secretos do Vaticano. Com base num serviço do correspondente em Roma, refere que Pio XII disse à Cúria que a sua captura pelos nazis implicaria a sua resignação imediata, abrindo caminho à eleição de um sucessor.

Nessa eventualidade, os prelados teriam de se refugiar num país seguro e neutro, provavelmente Portugal, onde iriam restabelecer a liderança da Igreja Católica Romana e eleger um novo Papa, escreve o jornal.  

Já estava documentado que Adolf Hitler admitia a hipótese de raptar o Papa, mas é a primeira vez que aparecem pormenores sobre a estratégia a seguir pelo Vaticano no caso dos nazis porem em prática esse plano.

"Pio disse que se o quisessem prender teriam de o arrastar do Vaticano" afirmou Peter Gumpel, o padre jesuíta alemão encarregado de investigar a possível santificação desse Papa, tendo por isso acesso aos arquivos secretos do Vaticano.

Pio, que foi Papa durante a guerra, disse aos seus conselheiros que "a pessoa que sair nessas condições não será Pio XII mas Eugénio Pacelli", o seu nome antes de ser eleito pontífice, dando assim luz verde para a eleição de um novo Papa, acrescentou.

"Teria sido desastroso se a Igreja tivesse ficado sem um chefe com autoridade", sublinhou o padre Gumpel.

Disse ainda que Pio XII, apesar de ter sido convidado reiteradamente para ir para Portugal, Espanha ou os Estados Unidos, não sairia do Vaticano de livre vontade mas sentia que não poderia deixar o Vaticano sob aquelas graves e trágicas circunstâncias.

Os documentos do Vaticano, que permanecerão secretos, parecem provar que Pio XII tinha conhecimento do plano formulado por Hitler em Julho de 1943 para ocupar o Vaticano e prender o Papa e os seus principais cardeais.

Em Setembro de 1943 - dias depois da Itália ter assinado a 03 de Setembro o armistício com os Aliados e das tropas alemãs terem ocupado Roma - Pio XII disse aos seus adjuntos que acreditava na sua captura iminente.

O general Karl Otto Wolff, das SS, recebeu ordem para "ocupar o mais rapidamente possível o Vaticano, garantir a segurança dos arquivos e dos tesouros artísticos, e transferir o Papa, juntamente com a Cúria, para que não caíssem nas mãos dos Aliados e exercessem influência política.

De acordo com historiadores, Hitler ordenou a operação por temer que Pio XII continuasse a criticar o tratamento dos judeus pelos nazis e que a sua oposição inspirasse resistência aos alemães em Itália e noutros países católicos.

Estas revelações, segundo o Daily Telegraph, são interpretadas por alguns analistas como uma tentativa do Vaticano para fazer avançar o processo de santificação de Pio XII.

Pio XII foi acusado de anti-semitismo e de alguma simpatia pelo regime nazi, nomeadamente por John Cornwell no seu livro de 1999 "Hitler's Pope", mas outros historiadores católicos e judeus contrapõem que o Papa enfureceu os nazis por ter condenado o Holocausto e por ter desenvolvido diligências para salvar judeus italianos que de outro modo teriam sido enviados para os campos de extermínio.  


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Socieda ... id=1208638
 

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André

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« Responder #22 em: Maio 01, 2009, 07:39:43 pm »
Citação de: "comanche"
Vaticano considerou mudar-se para Portugal
2009-04-22

Citar
Planos da Santa Sé à data da 2ª Guerra Mundial, caso Hitler cumprisse a ameaça de raptar Pio XI.

A notícia foi avançada pelo jornal britânico Daily Telegraph, que cita documentos dos Arquivos Secretos do Vaticano. Com base num serviço do correspondente em Roma, refere que Pio XII disse à Cúria que a sua captura pelos nazis implicaria a sua resignação imediata, abrindo caminho à eleição de um sucessor.

Nessa eventualidade, os prelados teriam de se refugiar num país seguro e neutro, provavelmente Portugal, onde iriam restabelecer a liderança da Igreja Católica Romana e eleger um novo Papa, escreve o jornal.  

Já estava documentado que Adolf Hitler admitia a hipótese de raptar o Papa, mas é a primeira vez que aparecem pormenores sobre a estratégia a seguir pelo Vaticano no caso dos nazis porem em prática esse plano.

"Pio disse que se o quisessem prender teriam de o arrastar do Vaticano" afirmou Peter Gumpel, o padre jesuíta alemão encarregado de investigar a possível santificação desse Papa, tendo por isso acesso aos arquivos secretos do Vaticano.

Pio, que foi Papa durante a guerra, disse aos seus conselheiros que "a pessoa que sair nessas condições não será Pio XII mas Eugénio Pacelli", o seu nome antes de ser eleito pontífice, dando assim luz verde para a eleição de um novo Papa, acrescentou.

"Teria sido desastroso se a Igreja tivesse ficado sem um chefe com autoridade", sublinhou o padre Gumpel.

Disse ainda que Pio XII, apesar de ter sido convidado reiteradamente para ir para Portugal, Espanha ou os Estados Unidos, não sairia do Vaticano de livre vontade mas sentia que não poderia deixar o Vaticano sob aquelas graves e trágicas circunstâncias.

Os documentos do Vaticano, que permanecerão secretos, parecem provar que Pio XII tinha conhecimento do plano formulado por Hitler em Julho de 1943 para ocupar o Vaticano e prender o Papa e os seus principais cardeais.

Em Setembro de 1943 - dias depois da Itália ter assinado a 03 de Setembro o armistício com os Aliados e das tropas alemãs terem ocupado Roma - Pio XII disse aos seus adjuntos que acreditava na sua captura iminente.

O general Karl Otto Wolff, das SS, recebeu ordem para "ocupar o mais rapidamente possível o Vaticano, garantir a segurança dos arquivos e dos tesouros artísticos, e transferir o Papa, juntamente com a Cúria, para que não caíssem nas mãos dos Aliados e exercessem influência política.

De acordo com historiadores, Hitler ordenou a operação por temer que Pio XII continuasse a criticar o tratamento dos judeus pelos nazis e que a sua oposição inspirasse resistência aos alemães em Itália e noutros países católicos.

Estas revelações, segundo o Daily Telegraph, são interpretadas por alguns analistas como uma tentativa do Vaticano para fazer avançar o processo de santificação de Pio XII.

Pio XII foi acusado de anti-semitismo e de alguma simpatia pelo regime nazi, nomeadamente por John Cornwell no seu livro de 1999 "Hitler's Pope", mas outros historiadores católicos e judeus contrapõem que o Papa enfureceu os nazis por ter condenado o Holocausto e por ter desenvolvido diligências para salvar judeus italianos que de outro modo teriam sido enviados para os campos de extermínio.  

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REPOST ... !!!!!

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comanche

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« Responder #23 em: Maio 01, 2009, 07:48:04 pm »
Citação de: "André"
Citação de: "comanche"
Vaticano considerou mudar-se para Portugal
2009-04-22

Citar
Planos da Santa Sé à data da 2ª Guerra Mundial, caso Hitler cumprisse a ameaça de raptar Pio XI.

A notícia foi avançada pelo jornal britânico Daily Telegraph, que cita documentos dos Arquivos Secretos do Vaticano. Com base num serviço do correspondente em Roma, refere que Pio XII disse à Cúria que a sua captura pelos nazis implicaria a sua resignação imediata, abrindo caminho à eleição de um sucessor.

Nessa eventualidade, os prelados teriam de se refugiar num país seguro e neutro, provavelmente Portugal, onde iriam restabelecer a liderança da Igreja Católica Romana e eleger um novo Papa, escreve o jornal.  

Já estava documentado que Adolf Hitler admitia a hipótese de raptar o Papa, mas é a primeira vez que aparecem pormenores sobre a estratégia a seguir pelo Vaticano no caso dos nazis porem em prática esse plano.

"Pio disse que se o quisessem prender teriam de o arrastar do Vaticano" afirmou Peter Gumpel, o padre jesuíta alemão encarregado de investigar a possível santificação desse Papa, tendo por isso acesso aos arquivos secretos do Vaticano.

Pio, que foi Papa durante a guerra, disse aos seus conselheiros que "a pessoa que sair nessas condições não será Pio XII mas Eugénio Pacelli", o seu nome antes de ser eleito pontífice, dando assim luz verde para a eleição de um novo Papa, acrescentou.

"Teria sido desastroso se a Igreja tivesse ficado sem um chefe com autoridade", sublinhou o padre Gumpel.

Disse ainda que Pio XII, apesar de ter sido convidado reiteradamente para ir para Portugal, Espanha ou os Estados Unidos, não sairia do Vaticano de livre vontade mas sentia que não poderia deixar o Vaticano sob aquelas graves e trágicas circunstâncias.

Os documentos do Vaticano, que permanecerão secretos, parecem provar que Pio XII tinha conhecimento do plano formulado por Hitler em Julho de 1943 para ocupar o Vaticano e prender o Papa e os seus principais cardeais.

Em Setembro de 1943 - dias depois da Itália ter assinado a 03 de Setembro o armistício com os Aliados e das tropas alemãs terem ocupado Roma - Pio XII disse aos seus adjuntos que acreditava na sua captura iminente.

O general Karl Otto Wolff, das SS, recebeu ordem para "ocupar o mais rapidamente possível o Vaticano, garantir a segurança dos arquivos e dos tesouros artísticos, e transferir o Papa, juntamente com a Cúria, para que não caíssem nas mãos dos Aliados e exercessem influência política.

De acordo com historiadores, Hitler ordenou a operação por temer que Pio XII continuasse a criticar o tratamento dos judeus pelos nazis e que a sua oposição inspirasse resistência aos alemães em Itália e noutros países católicos.

Estas revelações, segundo o Daily Telegraph, são interpretadas por alguns analistas como uma tentativa do Vaticano para fazer avançar o processo de santificação de Pio XII.

Pio XII foi acusado de anti-semitismo e de alguma simpatia pelo regime nazi, nomeadamente por John Cornwell no seu livro de 1999 "Hitler's Pope", mas outros historiadores católicos e judeus contrapõem que o Papa enfureceu os nazis por ter condenado o Holocausto e por ter desenvolvido diligências para salvar judeus italianos que de outro modo teriam sido enviados para os campos de extermínio.  

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REPOST ... !!!!!

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Não tinha lido esse tópico André

Cumprimentos
 

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Chicken_Bone

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« Responder #24 em: Maio 01, 2009, 08:18:34 pm »
Bem fixe, essa história!

O que será que teria acontecido ao Regime?
"Ask DNA"
 

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André

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« Responder #25 em: Maio 01, 2009, 09:16:52 pm »
Citação de: "Chicken_Bone"
Bem fixe, essa história!


E a história do recluso tuga in UK também não é fixe ...  :lol:

 

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André

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« Responder #26 em: Maio 03, 2009, 02:16:23 pm »
Sri Lanka - dos tempos da canela à nova base da marinha chinesa


Alguns dos locais onde a guerrilha tâmil e o exército do Sri Lanka travam os últimos combates de uma guerra civil com mais de 30 anos testemunham ainda hoje a presença portuguesa na ilha.

Uma presença que se fez sentir no início do século XVI, indica Luís Filipe Thomaz, referindo fontes portuguesas em que se define a ilha como "cousa tão rica e tão principal", por se situar "perto de Malaca e do Golfão de Bengala". Hoje, uma nova potência cobiça o Sri Lanka: a China, que financia a construção de um porto no Sul, em Hambantota.

E se no século XVI era referido o valor da localização do Ceilão, como a ilha era designada, esta localização mantém toda a importância nos jogos da actual geopolítica asiática. E estes jogos estão a reflectir-se na evolução do conflito entre Colombo e a guerrilha dos Tigres de Libertação do Eelam Tamil (TLET). O The Times escrevia na edição de ontem que Pequim financia a construção de Hambantota, que planeia usar como ponto de abastecimento para a sua marinha de guerra em patrulha às rotas comerciais do Golfo Pérsico à China.

Este porto no Sri Lanka vai integrar o "colar de pérolas" estratégico criado pela China do Sudeste Asiático até ao Paquistão, representando a base indispensável junto às costas do seu rival indiano.

A presença portuguesa fez-se sentir, por exemplo, em todo o Norte da ilha, sobrevivendo algumas muralhas ou outros vestígios de fortificações, por exemplo, na península de Jafna, na região de Mannar ou na enseada de Trincomalee. Áreas onde três séculos mais tarde, os tâmiles reivindicam a criação de um Estado autónomo, afirmando-se discriminados numa sociedade onde 74% da população é cingalesa.

Quando os portugueses chegaram ao Ceilão, a ilha estava dividida em vários reinos daquelas duas etnias, que mantêm relações complexas entre si e com os vizinhos indianos, escreve Amita Shastri em Government Policy and the Ethnic Crisis in Sri Lanka (1997), em que comércio, diplomacia e guerra se alternam. É este cenário que os portugueses vão encontrar, conseguindo forjar alianças com alguns reinos, que convertem ao cristianismo e aos quais vão cobrar "páreas" (tributo) em canela. Especiaria que se vai converter no grande interesse comercial luso na ilha.

A presença portuguesa mantém-se até ao século XVII, com o seu centro político-administrativo em Colombo, a actual capital, onde permanecem vestígios desta época, como igrejas e edifícios públicos. A cidade assistiu, em 1630, a um episódio que revela a importância do mar como elemento estratégico nos conflitos no Sri Lanka. Uma realidade que não escapou ao Presidente Mahinda Rajapakse na campanha que prossegue contra a guerrilha tâmil. No século XVII, o rei cingalês Senarat ataca os portugueses em Colombo e, após um cerco de três meses, só não obtém a vitória, porque não controlava os mares.

O mar é agora a derradeira linha de fuga para o líder dos TLET, Vellupillai Prabhakaran, depois do ministro da Defesa cingalês ter anunciado sexta-feira o cerco total à guerrilha.

A derrota militar dos TLET constitui um sucesso pessoal e político do Presidente Rajapakse, em parte resultado da cooperação militar chinesa. Um desenvolvimento facilitado a partir dos anos 90, quando o Ocidente impõe embargos à venda de armas a Colombo numa tentativa de forçar uma solução negociada do conflito.

Assim, a China ficou com o caminho aberto para os negócios, que vão da venda de aviões de combate a munições, sublinhava ontem o The Times. Em simultâneo, Pequim, prosseguindo a estratégia de cultivar laços com Estados ou regimes isolados internacionalmente, transformou-se num importante aliado diplomático de Colombo, a que não é indiferente a sua presença como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.

A China é hoje o principal doador do Sri Lanka, com mais de mil milhões de dólares em 2008. Verbas relevantes na estratégia de Rajapakse e nos resultados que têm obtido contra os TLET. Mas a vitória do líder cingalês não assinalará o fim do conflito. As raízes deste assentam em clivagens anteriores à independência (1948), e agravadas nos anos 50, com as estratégias nacionalistas cingalesas de transformar o Ceilão num estado budista e hegemonizado por esta etnia.

A decisão tomada no pós-independência de transferir populações rurais - pondo em causa a maioria dos tâmiles nas suas regiões de origem, onde surgem importantes minorias cingalesas - vai revelar-se outro dos argumentos para fundamentar as reivindicações de autonomia tâmil. Nos anos 70, esta comunidade considera esgotado o caminho da negociação política e adere à luta armada para criar um estado independente no Norte e Nordeste da ilha.

Em 1976, surge uma primeira formação comprometida com a luta armada, mas será com os TLET e a sua estratégia de intimidação do restante campo político tâmil, numa primeira fase, e de acções violentas contra os seus adversários, que as tensões entre cingaleses e tâmiles atingem o ponto de não retorno.

Hoje, como no passado, os conflitos internos no Ceilão/Sri Lanka estão a ser usados por potências externas para favorecer os seus objectivos; no século XVI, foram as estratégias de evangelização e comércio portuguesas; no século XXI, são os interesses geopolíticos e económicos da China.

DN

 

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André

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« Responder #27 em: Maio 05, 2009, 12:23:23 pm »
Portugueses são os mais tristes da Europa - The Economist


Os portugueses são dos cidadãos mais tristes e desmotivados da Europa e só os povos de leste da Hungria e Bulgária têm valores semelhantes. Tudo isto porque Portugal já foi, em termos de crescimento, ultrapassado por todos os países da Europa, segundo o britânico The Economist.

De acordo com uma sondagem publicada, hoje, no jornal inglês The Economist, 92 por cento dos portugueses vêem a situação económica como má, 95 por cento estão deprimidos e mais de metade estão descontentes com a vida que levam.

Portugal não sentiu um “boom” económico como aconteceu em Espanha e na Irlanda mas existem algumas razões para estarem mais animados. Os exportadores portugueses estão a apostar em novos mercados com especial incidência em Angola, onde um crescimento por ano superior a 10 por cento garante aos investidores portugueses boas perspectivas de negócio.

Além disso, a maioria das instituições financeiras portuguesas evitou activos tóxicos o que lhes permite agora não estar dependente de apoios do Estado.

Por último, Portugal está na vanguarda da produção de energias renováveis. Investimentos na ordem dos 14 mil milhões de euros vão criar 22 mil empregos até 2020, altura em que o país será capaz de produzir mais de 60 por cento da sua electricidade através de energia limpa.

Tudo isto não é, no entanto, suficiente para estimular um povo que assiste a um péssimo desempenho da economia ano após ano. As previsões económicas para este ano, actualizadas ontem pela União Europeia, apontam para um défice orçamental de 6,5 por cento e uma taxa de desemprego superior a 9 por cento, valores que sobem para 6,7 por cento e 9,8 por cento respectivamente em 2010.

Para piorar a situação, o país teve, durante a última década, um crescimento muito abaixo da média europeia: longe de uma aproximação aos países de referência, Portugal já foi ultrapassado por todos os países da Europa.

Segundo o jornal inglês, os problemas do país são, na sua génese, domésticos e não globais. Assim, para melhorar o seu desempenho, Portugal precisaria de leis do trabalho mais flexíveis, menos burocracia, uma força de trabalho mais qualificada e maior competitividade. Não obstante todos os problemas, segundo a mesma publicação, José Sócrates vai continuar no poder ainda que venha a perder a maioria absoluta.

O actual primeiro-ministro também tem as suas razões para não estar feliz. O “Caso Freeport”, escândalo de corrupção no licenciamento de um centro comercial na altura em que Sócrates era Ministro do Ambiente, teve igualmente as suas repercussões nos índices de intenção de voto. A morosidade da investigação, iniciada em 2005, é, para o The Economist, mais um problema do país – a ineficácia e os atrasos do sistema judicial português.

DN

 

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André

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« Responder #28 em: Maio 06, 2009, 05:14:06 pm »
Especialista admite «pequenas cidades no mar» dentro de 30 a 40 anos


O presidente da Companhia Portuguesa de Culturas Marinhas (NECTON), Vítor Verdelho Vieira, defendeu hoje que dentro de 30 a 40 anos vai haver «cidades no mar», tanto em Portugal como noutros países do mundo.

«Essas cidades surgirão obrigatoriamente, face à necessidade de proteger os oceanos, que é um desígnio do planeta. E para os proteger vai ser preciso ter alguém lá. Daqui a 30 ou 40 anos, ou mesmo antes, não tenhamos dúvidas de que vai haver cidades no mar», afirmou o responsável, em declarações à agência Lusa.

Vítor Vieira acrescentou que o timing da criação das cidades no mar depende apenas da decisão política.

«Mas quanto mais cedo, melhor. Os milhares de barcos que passam ao longo da costa e poluem as águas, ou a pesca desenfreada, sem qualquer controlo, são algumas das grandes ameaças para o mar. Há que pôr lá gente, em permanência, a proteger os nossos oceanos, antes que seja demasiado tarde», sustentou.

Vítor Vieira já se tinha referido à criação de «cidades oceânicas» na sessão do Fórum Portugal de Verdade, promovido pelo PSD, que decorreu segunda-feira em Viana do Castelo, sob o tema "O mar: desafio estratégico para Portugal" e em que esteve presente Manuela Ferreira Leite.

Segundo Vítor Vieira, em Portugal «há condições» para criar oito cidades no mar, em zonas onde existem portos.

«No início, vão ser zonas francas», explicou o responsável, acrescentando que posteriormente «vão ter que ter carta de foral», para se assumirem como cidades.

Disse ainda que essas cidades serão auto-suficientes em termos energéticos, aproveitando a energia eólica, solar e termodinâmica e terão uma ligação a terra por fibra óptica, através de cabo submarino.

Para a criação destas cidades em Portugal, Vítor Vieira considerou ser indispensável que «as dez maiores empresas nacionais estejam envolvidas» no projecto.

O deputado do PSD José Eduardo Martins questionou a oportunidade de criação destas cidades no mar, considerando que elas poderão contribuir para a total desertificação do interior, mas Vítor Vieira desdramatizou.

«Não vão ser megacidades. Serão cidades pequenas, com mais ou menos 8000 habitantes. Serão quase pólos tecnológicos, para estudar e proteger os recursos marinhos de uma determinada região», sustentou.

Lusa

 

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Chicken_Bone

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(sem assunto)
« Responder #29 em: Maio 06, 2009, 08:37:26 pm »
q gaja boa.....:D

Here she comes: Saudi's Miss Beautiful Morals

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RIYADH, Saudi Arabia – Sukaina al-Zayer is an unlikely beauty queen hopeful. She covers her face and body in black robes and an Islamic veil, so no one can tell what she looks like. She also admits she's a little on the plump side.

But at Saudi Arabia's only beauty pageant, the judges don't care about a perfect figure or face. What they're looking for in the quest for "Miss Beautiful Morals" is the contestant who shows the most devotion and respect for her parents.

"The idea of the pageant is to measure the contestants' commitment to Islamic morals... It's an alternative to the calls for decadence in the other beauty contests that only take into account a woman's body and looks," said pageant founder Khadra al-Mubarak.

"The winner won't necessarily be pretty," she added. "We care about the beauty of the soul and the morals."

So after the pageant opens Saturday, the nearly 200 contestants will spend the next 10 weeks attending classes and being quizzed on themes including "Discovering your inner strength," "The making of leaders" and "Mom, paradise is at your feet" — a saying attributed to Islam's Prophet Muhammad to underline that respect for parents is among the faith's most important tenets.

Pageant hopefuls will also spend a day at a country house with their mothers, where they will be observed by female judges and graded on how they interact with their mothers, al-Mubarak said. Since the pageant is not televised and no men are involved, contestants can take off the veils and black figure-hiding abayas they always wear in public.

The Miss Beautiful Morals pageant is the latest example of conservative Muslims co-opting Western-style formats to spread their message in the face of the onslaught of foreign influences flooding the region through the Internet and satellite television.

A newly created Islamic music channel owned by an Egyptian businessman aired an "American Idol"-style contest for religious-themed singers this month. And several Muslim preachers have become talk-show celebrities by adopting an informal, almost Oprah-like television style, in contrast to the solemn clerics who traditionally appear in the media.

Now in its second year, the number of pageant contestants has nearly tripled from the 75 women who participated in 2008. The pageant is open to women between 15 and 25. The winner and two runners up will be announced in July, with the queen taking home $2,600 and other prizes. The runners up get $1,300 each.

Last year's winner, Zahra al-Shurafa, said the contest gives an incentive to young women and teens to show more consideration toward their parents.

"I tell this year's contestants that winning is not important," said al-Shurafa, a 21-year-old English major. "What is important is obeying your parents."

There are few beauty pageants in the largely conservative Arab world. The most dazzling is in Lebanon, the region's most liberal country, where contestants appear on TV in one-piece swimsuits and glamorous evening gowns and answer questions that test their confidence and general knowledge.

There are no such displays in ultra-strict Saudi Arabia, where until Miss Beautiful Morals was inaugurated last year, the only pageants were for goats, sheep, camels and other animals, aimed at encouraging livestock breeding.

This year's event kicks off Saturday in the mainly Shiite Muslim town of Safwa, and mostly draws local Shiite contestants. But it's open to anyone — and this year, 15 Sunni Muslims are participating, al-Mubarak said. "This is a beautiful thing," she added.

There have long been tensions between the two sects in the kingdom. Hard-liners in the Sunni majority consider Shiites infidels, and the Shiites often complain of discrimination and greater levels of poverty.

Al-Zayer, a 24-year-old international management student, said she signed up because she is the "spitting image" of her mother. "I'm proud of my devotion to my parents," she said.

What does she think of Lebanon's beauty contests?

"It's a matter of cultural differences," she said. "In Saudi Arabia, they are Islamically unacceptable."

Awsaf al-Mislim, another contestant, said if she does not win the crown, she will have won something more important.

"I will be proud to show everyone that I competed with the others over my devotion to my parents," the 24-year-old said.


http://news.yahoo.com/s/ap/20090506/ap_ ... ful_morals
"Ask DNA"
 

 

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