LPD- Navio Polivalente Logístico

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papatango

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« Responder #60 em: Novembro 27, 2008, 11:30:59 pm »
Parece que já não precisamos:

 

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luis filipe silva

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« Responder #61 em: Novembro 27, 2008, 11:41:38 pm »
Pelo menos esses podem levar os Pandur e duzentos passageiros sentados. O francês NÃO PODE levar viaturas e tem acomodações para 50 soldados.
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Luis Filipe Silva
 

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P44

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« Responder #62 em: Novembro 28, 2008, 08:34:39 am »
E quantas viaturas leva uma folha de papel?  :twisted:
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-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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luis filipe silva

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« Responder #63 em: Novembro 28, 2008, 10:24:16 am »
P 44 escreveu:
Citar
E quantas viaturas leva uma folha de papel?

Tantas quanto um navio que até é oferecido (não a Portugal).
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SSK

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« Responder #64 em: Novembro 28, 2008, 06:56:34 pm »
Para já não há estrutura na Marinha para um NPL. Se nem o Bérrio navega imaginem um navio para ser usado como que só serve para exercícios de envergadura considerável e conjunto. Sim, o Bérrio é um navio que devia andar sempre, sim sempre, no mar. É o reabastecedor da esquadra e os treinos de reabastecimento com o Bérrio é feito de 2 em 2 anos e é quando é. A maior parte das vezes é entre corvetas ou fragatas,só umas aproximações e está feito.
Agora podem imaginar um NPL que tem uma guarnição maior. Não há dinheiro para suplemento de embarque, não há navegações.
É uma verdade dura...
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
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cromwell

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« Responder #65 em: Novembro 28, 2008, 06:56:37 pm »
Será que o modelo do navio vai continuar a ser igual aos navios Rotterdam/Galicia?
Eu gostava que a marinha escolhesse o MRD 15000.

http://img.photobucket.com/albums/v734/ ... 1500-1.jpg
 :wink:
"A Patria não caiu, a Pátria não cairá!"- Cromwell, membro do ForumDefesa
 

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emarques

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« Responder #66 em: Novembro 28, 2008, 07:05:00 pm »
Citação de: "cromwell"
Será que o modelo do navio vai continuar a ser igual aos navios Rotterdam/Galicia?
Eu gostava que a marinha escolhesse o MRD 15000.

http://img.photobucket.com/albums/v734/ ... 1500-1.jpg
 :wink:

Esse não é do consórcio que nos vendeu os submarinos (e que, como parte do contrato, tem que fornecer também o projecto para o NAVPOL)? Se sim, então esse suponho que seria mais provável do que o Rotterdam, se as chefias da marinha fossem capazes de mudar de ideias.
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Daniel

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« Responder #67 em: Novembro 28, 2008, 07:38:12 pm »
SSK
Citar
Para já não há estrutura na Marinha para um NPL. Se nem o Bérrio navega imaginem um navio para ser usado como que só serve para exercícios de envergadura considerável e conjunto. Sim, o Bérrio é um navio que devia andar sempre, sim sempre, no mar. É o reabastecedor da esquadra e os treinos de reabastecimento com o Bérrio é feito de 2 em 2 anos e é quando é. A maior parte das vezes é entre corvetas ou fragatas,só umas aproximações e está feito.
Agora podem imaginar um NPL que tem uma guarnição maior. Não há dinheiro para suplemento de embarque, não há navegações.
É uma verdade dura...


Uma grande verdade, nua e crua, falta de estrutura na marinha, que a meu ver, passa tambem pelos outros dois ramos das FAP
o que adiante comprar material mas ficar parado, não ter nem dinheiro, nem pessoal para os por a navegar, digamos diariamente, precisamos de mais meios, com certeza, mas tambem precisamos aumentar o pessoal, e isso não estou  a ver que vanha a acontecer, pelo menos para  breve, triste mas veradade. c34x
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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luis filipe silva

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« Responder #68 em: Novembro 28, 2008, 08:43:20 pm »
O maior problema não é aumentar o pessoal, mas sim o orçamento.
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Luis Filipe Silva
 

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tgcastilho

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« Responder #69 em: Novembro 28, 2008, 09:13:57 pm »
Citação de: "luis filipe silva"
O maior problema não é aumentar o pessoal, mas sim o orçamento.


Pois,é que o desenrasca,não faz tudo.E Provavelmente é devido a ele que a frota ainda navega(penso eu de que).
 

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Leonidas

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« Responder #70 em: Novembro 29, 2008, 01:44:04 am »
Há medida que o tempo passa o LPD deixa de ser uma prioridade para que outros problemas mais graves se coloquem a uma marinha com o título de credível num pais como o nosso. Mesmo que  um dia haja  um governo que seja sensivel a estas questões, dúvido que o LPD seja construído para dar lugar á substituição das corvetas, se é que alguma vez irão ser substituidas condignamente. E, da maneira como isto está, já nem me atrevo a falar em mais nada, se é que já não falei demais.

Com uma lentidão mais que desesperante na renovação de meios a começar com as coisas mais básicas, como uns simples patrulhas, a tarefa de levantar tudo de novo não poderá ser assim tão imediata quanto se desejaria. No entanto, isso não irá retirar a utilidade de termos um navio LPD no caso da FAP não tiver os meios necessários para que Portugal por si próprio consiga deslocar um força.  

Cumprimentos
 

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luis filipe silva

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« Responder #71 em: Novembro 29, 2008, 04:56:36 am »
Leonidas escreveu:
Citar
Há medida que o tempo passa o LPD deixa de ser uma prioridade para que outros problemas mais graves se coloquem a uma marinha com o título de credível num pais como o nosso. Mesmo que um dia haja um governo que seja sensivel a estas questões, dúvido que o LPD seja construído para dar lugar á substituição das corvetas, se é que alguma vez irão ser substituidas condignamente. E, da maneira como isto está, já nem me atrevo a falar em mais nada, se é que já não falei demais.

Caro Leonidas.
Como já deve saber as despesas com as Forças Armadas são agora contabilizadas para efeitos de déficit no ano em que um equipamento é entregue, e não diluido pelo pagamento das prestações. Assim, quando a Bartolomeu Dias é entregue à Armada, são contabilizados 135 milhões de Euros nesse ano, em vez da prestação que na realidade é paga. Isso veio baralhar as contas do ministério da defesa. Só depois de entregues os submarinos, os outros programas avançarão com maior ritmo, podendo haver cortes devido à crise mundial.
No tocante às corvetas, essas serão substituidas pelos NPO, e ponto final. Como navios de combate elas estavam a mais desde 1975. Os patrulhas Cacine serão substituidos por 8 Navios de Patrulha Costeira. O LPD e o AOR estão no ultimo lugar das prioridades.
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Luis Filipe Silva
 

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SSK

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« Responder #72 em: Novembro 29, 2008, 09:47:10 am »
Quanto ao AOR, temos de ser práticos, qualquer navio civil pode ser fretado em caso de necessidade. Será sempre mais fácil e barato fretá-lo em caso de necessidade, coisa que na realidade é muito raro.
O equipamento necessário para que seja possível efectuar um reabastecimento no mar não é assim tanto que justifique ter um navio da nossa Marinha equipado somente para essa função. Ter que ter guarnição dedicada e manutenção associada, mais a mais com um Arsenal do Alfeite S.A..

Sejam práticos e percam os preconceitos. Qualquer civil consegue dirigir operações de reabastecimento no mar, enquanto reabastecedor.

Olhem aos preços e à nossa realidade!!!
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« Responder #73 em: Novembro 29, 2008, 10:08:54 am »
Citação de: "emarques"
Citação de: "cromwell"
Será que o modelo do navio vai continuar a ser igual aos navios Rotterdam/Galicia?
Eu gostava que a marinha escolhesse o MRD 15000.

http://img.photobucket.com/albums/v734/ ... 1500-1.jpg
 :wink:
Esse não é do consórcio que nos vendeu os submarinos (e que, como parte do contrato, tem que fornecer também o projecto para o NAVPOL)? Se sim, então esse suponho que seria mais provável do que o Rotterdam, se as chefias da marinha fossem capazes de mudar de ideias.

sim, supostamente esse foi o projecto de 15 milhões de Euros que a HDW ofereceu a Portugal...
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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João Oliveira Silva

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« Responder #74 em: Novembro 29, 2008, 05:15:47 pm »
Citar
Quanto ao AOR, temos de ser práticos, qualquer navio civil pode ser fretado em caso de necessidade. Será sempre mais fácil e barato fretá-lo em caso de necessidade, coisa que na realidade é muito raro.
O equipamento necessário para que seja possível efectuar um reabastecimento no mar não é assim tanto que justifique ter um navio da nossa Marinha equipado somente para essa função. Ter que ter guarnição dedicada e manutenção associada, mais a mais com um Arsenal do Alfeite S.A..

Sejam práticos e percam os preconceitos. Qualquer civil consegue dirigir operações de reabastecimento no mar, enquanto reabastecedor.

Olhem aos preços e à nossa realidade!!!

De vez em quando convém descer à terra, deixar as nuvens lá em cima, ser pragmático e, sobretudo, sensato.
Apreciei a opinião.
Se o principio fosse estendido à actividade do País, Portugal estaria incomparávelmente melhor.
Neste País poucos são os que têm o sentido prático que caracteriza, por exemplo, os alemães. Complicar e burocratizar é o desporto de eleição dos Portugueses,  se possível acrescentando uma pitada de inveja para que o caldo seja perfeito.
À parte não se pensa as coisas sob o prisma da racionalidade, na relação custo/benefício, e olhando para o sentido económico.
Cumprimentos,
 

 

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