Do futuro de Portugal

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FoxTroop

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« Responder #45 em: Março 17, 2009, 07:19:08 pm »
Isso de a guerra ter sido perdida nos bastidores faz-me lembrar o Adolfo quando dizia que tinha perdido a guerra por ter sido traído. Ou então os "amaricados" que sobre o Vietname, também dizem que foram os políticos que perderam a guerra porque eles ganhavam as batalhas e os tovarich Popovas lá no Afeganistão também foram traídos.....

Enfim.... :roll:  :roll:
 

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Lightning

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« Responder #46 em: Março 17, 2009, 10:05:19 pm »
Citação de: "TOMSK"
O que o Tenente-Coronel refere, é que teoricamente, a guerra em termos gerais estava a ser ganha pelos nossos militares.Ela foi perdida isso sim, nos bastidores...
E depois, não vejo no texto referência da guerra como algo positivo ou relacionado com o número de analfabetos...


A guerra estava a ser aguentada, tal como o Spinola disse "uma guerra subversiva não pode ser ganha militarmente, mas sim politicamente, o que os militares podem fazer é não perder a guerra, para dar tempo ao poder politico para a ganhar."

E o poder politico não queria saber disso...

Em Angola a nossa sorte foi que os primeiros anos os guerrilheiros nem armas de fogo tinham, era catanas e armas artesanais e mesmo mais tarde certas facções dos guerrilheiros estavam mais interessadas em combater entre elas do que contra os portugueses.

Em Moçambique a situação estava relativamente controlada... mas até quando, é que os guerrilheiros recebiam cada vez mais apoio externo (instrução, armas, etc) ao contrário de Portugal que estava cada vez mais isolado, mais tarde ou mais cedo eles teriam a vantagem.

Na Guiné esse ponto já tinha sido atingido, as forças regulares já nem punham um pé fora dos quarteis fortificados, os quarteis junto das fronteiras era levar com artilharia em cima dia sim, dia não, a Força Aérea já nem lá ia porque o PAIGC nos ultimos anos da guerra abateu vários Fiat G91 com misseis SAM, e as tropas especiais não são tantas para ir a todo o lado, o quartel de Guilege no sul da Guiné levou tanta porrada que os seus efectivos fizeram as malas e bazaram para o quartel mais próximo que era em Gadamael, e para que em Gadamael não acontecesse o mesmo mandaram para lá um Batalhão inteiro de Pára-quedistas para aguentar aquilo.
No norte também havia um quartel portugues em risco de cair, que era em Guidaje, aguentaram porque enviaram um Batalhão de Comandos ao Senegal destruir a base de onde os guerrilheiros operavam.

PS: Deixei-me levar  :lol: , guerra colonial não é neste tópico.
 

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Lightning

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« Responder #47 em: Março 17, 2009, 10:27:41 pm »
Voltando ao texto :wink: .

Citar
O Poder criado, a doutrina que o enformava e a vontade que o servia, permitiram levantar o País, influenciar a nosso favor a Guerra Civil de Espanha

A nosso favor??? Talvez porque Franco e Salazar eram os dois anti-comunistas, porque acho que Franco não tinha grande amizade a Portugal.

Citar
manter a neutralidade na Segunda Guerra Mundial

Foi verdade, parcialmente, porque autorizamos os aliados a usar os Açores.

Citar
combater vitoriosamente em três teatros de operações distintos a milhares de quilómetros da base logística principal, durante 14 anos. E tudo isto apenas com recursos próprios e sem generais ou almirantes importados!


Esta parte é que eu acho que está a enaltecer a Guerra Colonial como se fosse a Batalha de Aljubarrota ou as Invasões Francesas, isto é, uma luta pela liberdade, na verdade foi o oposto, é que apesar das centenas de milhar de portugueses que foram enviados para Africa para combater nunca lá terem posto os pés, nem nunca terem feito mal a um africano, os africanos durante toda a época colonial foram escravizados, massacrados, etc, pelos colonos e pelo poder administrativo colonial, eles é que combatiam pela liberdade, não eramos nós...

Eu falei no numero de analfabetos como exemplo de uma coisa em que estavamos mal.
 

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Rui Conceicao

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« Responder #48 em: Março 18, 2009, 12:01:15 am »
Lightning é por pessoas como você que eu evito vir a este fórum, porque nada sabem e quando falam é só asneira.
Se fomos tão maus porque estamos a regressar a Angola ?
Quem tem explorado Angola estes anos todos, ai tem a resposta de quem queria a saída dos Portugueses.
Antes de falar em escravidão informe-se primeiro quem foi o pais que a aboliu  primeiro.
Hoje dia 12 de Junho de 2006, dois F 18 Espanhois
faziam exercicios sobre territorio Portugues(concelho de Mértola, entre 8am e 9am)
 

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TOMSK

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« Responder #49 em: Março 18, 2009, 12:49:20 am »
Leiam que vale a pena!
Mesmo muito!

Porque devemos sair da União Europeia?



 João José Brandão Ferreira
TCor.PilAv.(ref.)

“A Pátria não se escolhe, acontece. Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la. Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela. A Pátria não é um estribo. A Pátria não é uma ocasião. A Pátria não é um estorvo. A Pátria não é um peso. A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber.”

Adriano Moreira, in O Novíssimo Príncipe

Quando se construíram os mísseis com ogivas nucleares, por ex., nunca ninguém se lembrou que um dia se poderia chegar a acordo em destruí-los. Parte deles, entenda-se. Verificou-se, então, que desmantelá-los era uma operação complexa e que exigia recursos financeiros elevados.

De modo semelhante, quando se “inventou” a Comunidade Económica Europeia (CEE), em1957, e passados estes anos todos, também ainda ninguém se interrogou sobre o que fazer se algum estado membro quisesse abandonar a União. Está na altura de o fazerem.

Portugal entrou mal para a então Comunidade europeia (CE) (em 1/1/86): entrou sem estar preparado; em condições materiais e anímicas débeis; sem pesar as consequências e sem as assumir explicitamente, perante a Nação.

Em súmula (isto daria pano para mangas…), atirámo-nos de cabeça para uma coisa como se tal fosse irreversível. Em termos político-estratégicos, fazemos o gravíssimo erro de assumir a CEE como um Objectivo Nacional Permanente Histórico – que ela não é –, em vez de a entender como um Objectivo Nacional Importante, mas transitório, que é o que tal adesão devia representar. A diferença dos termos é de substância e por isso a postura deveria ser diferenciada.

Ainda por cima a esmagadora maioria da população não acompanhou as “elites” políticas nesta assumpção. E tem de tudo isto uma ideia pouco menos que clara.

Como entrámos diminuídos material e psicologicamente – é bom recordar que tínhamos em 1974/75 virado costas vergonhosamente a seis séculos de História, com uma Descolonização traumática, perdendo cerca de 95% do território e 60% da população e tendo evitado, a custo, uma guerra civil no território europeu que nos restava –, resolvemos portarmo-nos como os melhores alunos. Tal teve funestas consequências: baixámos as guardas; não acautelámos interesses, deixámos cair todas as barreiras administrativas, não meditámos consequências nem avaliámos custos. Ficámos euforicamente tolos.

Depois, em vez de estudarmos cuidadosamente onde aplicar os fundos de coesão que nos começaram a jorrar por (aparentemente) desinteressadas torneiras e fazê-lo com parcimónia e método, embandeirámos em arco, distribuímos prebendas, ajudámos os amigos, e milhões de euros esfumaram-se (nunca ninguém apresentou contas dos fundos recebidos da UE!) em centenas de cursos fantasmas; subsídios a fundo perdido; indemnizações para destruir coisas; fundos de apoio para remodelar nada que se viesse a ver e no muito que se destinava a arrancar vinha para plantar oliveira, arrancar oliveira para plantar milho, milho para plantar vinha; vinha para dar de comer à vaca, abater a vaca pois já dava leite a mais, etc., etc.. Sendo que uma quantidade nunca contabilizável  de meios financeiros saíram deste circuito para cevarem os apetites cada vez maiores em Mercedes, Jeeps de alta cilindrada, barcos de recreio e casa de férias a serem utilizadas uma vez por ano, mas com impacto na especulação imobiliária. Engordaram-se as cliques partidárias e as autarquias fizeram muitas rotundas. Ou seja o país corrompeu-se.

Quando, finalmente, nos apercebemos de que os fundos de coesão eram finitos e teríamos que passar daí a pouco a ser contribuintes líquidos, constatámos que não acrescentámos quase nenhumas mais valias que nos servissem no futuro: nem em educação e preparação técnica; escolha de nichos de mercado, aposta em investigação que nos favorecesse ou individualizasse; indústria ou serviços competitivos. Deixámos destruir a agricultura e a pesca; parte da pequena indústria e comércio e como achámos que todos eram nossos amigos e nós éramos amigos de todos rapidamente alienámos capacidades no âmbito da soberania – leis, justiça, segurança, etc. –, bem como nas Forças Armadas e na Diplomacia. Sempre com ufania.

Mesmo assim, não nos querendo dar conta da grandiosidade do sinistro futuro, a única coisa que nos lembrámos de fazer foi um novo aeroporto desproporcionadamente caro e cheio de condicionalismos técnicos e um TGV para servir os interesses espanhóis. Pouco a pouco o desemprego aumenta e a inflação segue-lhe os passos. E para esta não aumentar, cresce continuadamente a taxa de juro o que vai fazer implodir o endividamento familiar, que disparou com a pornográfica propaganda do compre agora e pague depois o que tem ajudado os grupos financeiros a acumular lucros tais, que nem sabem o que fazer com eles. E o que resta do estado, ainda menos.

Já me esquecia, de tudo o que se passou nestes 20 anos ficam visíveis as auto-estradas. Só que, sendo duvidoso que o comum dos portugueses vá poder usufruir delas por não terem dinheiro para as pagar, as mesmas vão servir justamente os estrangeiros. Como nós não exportamos por elas – porque produção já vimos que temos pouca –, os nossos concorrentes conseguem pôr os seus produtos cá mais depressa, logo mais barato, ajudando assim a arruinar o que vai restando. Eis a quadratura do círculo no seu esplendor.

Portanto, tirando uns pouco milhares de eurocratas – que andam obviamente muito contentes com tudo isto – o que se augura no futuro a massa de totós de serviço, que somos todos nós (a não ser os que emigram), é a de andar de guardanapo no braço a servir os turistas que por cá ainda quiserem vir.

E como as iluminadas mentes que nos têm conduzido ainda acham que lhes devemos estar agradecidos pelos seus esforços homéricos em nos proporcionarem o Bem Estar que idealizam – mesmo que tal seja conseguido à custa da sobrevivência do Estado e da Nação Portuguesa –, tomam o ónus de assumirem sozinhos todas as decisões capitais no processo, aliviando a maçada de informarem as populações do que está em jogo e de permitirem que estas se pronunciem sobre aspectos fundamentais que influenciarão o presente e o futuro da comunidade!

Um dia destes a palavra “referendo” será banida do vocabulário político e saneada do ensino da língua …

Ultimamente dois casos ocorreram que tornam urgente que preparemos a nossa saída da União Europeia: aproveitando a presidência alemã da UE, a Chanceler Merkel decidiu “alargar” aos restantes membros da UE parcialmente (para já!...), a lei de delito de opinião, relativamente a quem possa pôr em causa o que os vencedores na Segunda Guerra Mundial, decretaram como verdade oficial, nomeadamente no que diz respeito ao nazismo, holocausto e similares.

Por causa desta lei e já depois da queda do muro de Berlim, foram condenados até hoje, mais de 108.000 cidadãos alemães.

(Por causa do conflito que sustenta relativamente à entrada da Turquia na UE, a França, fez aprovar há poucos meses, uma lei que incrimina quem puser em causa o genocídio dos Arménios…)

Deste modo, foi assinado em 28 de Maio de 2007, no Luxemburgo, por todos os Ministros da Justiça da União, uma Lei que proíbe a expressão de dúvidas sobre o Holocausto. Uma ressalva foi no entanto prevista: só é punido quem incentivar ódios ou provocar uso de violência. Até ver.

O segundo caso mexe com a Zona Económica Exclusiva (ZEE). São conhecidas as apetências de várias potências em disporem das nossas águas (e sobre estas existem ainda as regiões de informação de voo [FIR] de Lisboa e S. Maria) que representam 14 vezes o território nacional e configuram a maior ZEE da UE. Ora o Direito Comunitário tem vindo a ser trabalhado para mudar o “status quo” – obviamente em detrimento dos interesses portugueses –, permanecendo as autoridades portuguesas estranhamente distraídas de tão relevante facto e a opinião pública convenientemente formatada em ignorância.

Ora o anterior projecto de constituição previa no seu artigo 13, que a gestão dos recursos vivos dos oceanos, no âmbito da política comunitária sobre o mar passariam para a responsabilidade de Bruxelas. Ora isto é pôr em comum aquilo que, no nosso caso, nos pertencia e que implicaria consequências num número alargado de outras competências.

Não se sabe o que sobre isto ficou acordado nesta última maratona sobre o futuro tratado constitucional em que se deram quatro passos à retaguarda para se poder dar um para a frente, mas não deve ser difícil adivinhar o que naquele âmbito ficará decidido.

Devem ser os “Ventos da História”, actuais…

Ou seja, estas duas medidas configuram, por um lado, uma intromissão inadmissível ao cerne da nossa consciência e, por outro, um esbulho ao âmago dos nossos haveres.

Por isso devemos preparar desde já a nossa saída da UE.

Como isto não pode ser feito de um dia para o outro, sob pena de passarmos mal e ocorrerem conflitos graves que, eventualmente, não possamos controlar, é imperioso parar desde já o desmantelamento do potencial nacional, material, cultural e anímico, única medida em que os políticos portugueses das últimas décadas se têm mostrado diligentes e até – pasmem à vontade –, muito competentes.

Depois é preciso preparar alternativas – que as há –, estabelecer uma estratégia e trabalhar muito para a concretizar. Coisa que, lamentavelmente, nos desabituamos de fazer.

Uma aliança, um pacto, etc., até uma família, só se sustém enquanto for útil às partes que a constituem. De contrário é melhor romper. Enquanto é tempo.

É o caso da permanência de Portugal na UE. A UE, melhor dizendo a CEE, foi útil enquanto espaço de concórdia e Paz; proporcionou uma melhoria das condições de vida e da justiça social, etc. Era uma associação de estados-nações livres.

Quando querem que tal evolua para uma federação de contornos obscuros em que fatalmente a individualidade e identidade nacional se dilui, deixa de ser aceitável e devemos dizer não, obrigado.

Quando, ainda por cima, tal caminho se pretende fazer, liderado por um bando de iluminados; por eventuais organizações transversais, poderosas, mas não representativas de nenhum grupo social, região ou comunidade, que fazem do segredo a sua base de actuação e perseguem objectivos de Poder pouco claros, devemos dizer não, obrigado; Quando caminhamos alegremente para a babilónia governativa, que representam os 27 estados membros (a crescer), devemos dizer não, obrigado; quando esta miríade de estados, populações, interesses, credos, culturas, etc., leva a ressuscitar a velha questão da hierarquia das potências, levando à classificação dos diferentes estados em “A”, “B”, ou “C”, devemos dizer não, obrigado; quando a mais provável implosão futura da UE levar a uma fragmentação mais ou menos anárquica, Portugal ver-se-á asfixiado pela União Ibérica, que a força das coisas e da geografia, espartilham e a débil Aliança Inglesa (único bordão que nos resta), dificilmente poderá contrariar. Devemos dizer não, obrigado. Quando nos querem confrontar com factos consumados, à revelia das devoções democráticas com que nos matracam os ouvidos, devemos dizer não, obrigado. Quando nos impõem políticas monetárias e temos de enviar cada vez mais contingentes militares (e estamos a caminhar para o mercenarismo e para a privatização da segurança!...), para combater nas guerras dos outros, sem que tenhamos hipóteses de influenciar as decisões, devemos dizer não, obrigado.

Que objectivos persegue a “Europa” se nem conseguimos definir uma matriz que constitua um mínimo divisor comum?

Caros compatriotas, que se dane a Europa. Prefiro ser um português pobre, mas inteiro do que um europeu perdido, formiga obreira de interesses que não entendo, nem aceito, mas que me manipulam. Não, obrigado.

Não desejo trocar o Afonso Henriques pelo Carlos Magno, o queijo da serra por um qualquer camembert esterilizado; o Direito português pelo Direito de Bruxelas; a NATO pelo… vazio; não quero os espanhóis a mandarem nos noticiários da TVI, etc. Um etc. longo e que cada vez será mais doloroso.

E, sobretudo, ainda prefiro o Prof. Cavaco Silva, o Dr. Jorge Sampaio ou o Dr. Mário Soares (vejam a que ponto desço!), à simpática majestade do senhor D. Juan Carlos. Ponto final.


 ys7x9  
Saúdo o Tenente-Coronel!
 

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Daniel

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« Responder #50 em: Março 18, 2009, 08:39:17 am »
Caro TOMSK, esse senhor é filiado em algum partido político, já o ouvi várias vezes  falar, acho bastante lúcido e sabe o que diz, muito bom artigo. c34x
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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manuel liste

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« Responder #51 em: Março 18, 2009, 09:29:43 am »
A porta está aberta, ninguém obriga a pertencer à UE

Acho que o senhor oficial está muito virado para posições extremas. A súa defesa dos que negam o Holocausto judeu é reveladora
 

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TOMSK

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« Responder #52 em: Março 18, 2009, 09:40:13 am »
Citação de: "Daniel"
Caro TOMSK, esse senhor é filiado em algum partido político, já o ouvi várias vezes  falar, acho bastante lúcido e sabe o que diz, muito bom artigo. :P  :P
 

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Lightning

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« Responder #53 em: Março 18, 2009, 09:45:22 am »
Citação de: "Rui Conceicao"
Lightning é por pessoas como você que eu evito vir a este fórum, porque nada sabem e quando falam é só asneira.

Que asneiras é que eu disse? Já agora corrija-me que é para eu não voltar a repetir os mesmo erros.

Citar
Se fomos tão maus porque estamos a regressar a Angola?

Estamos a voltar como investidores e mão-de-obra qualificada, não me lembro do governo de Angola propor a Portugal serem uma região autonoma.

Citar
Quem tem explorado Angola estes anos todos, ai tem a resposta de quem queria a saída dos Portugueses.

Investir, é o que eu respondi anteriormente.

Citar
Antes de falar em escravidão informe-se primeiro quem foi o pais que a aboliu  primeiro.


Não eram escravos mas muitos eram tratados como tal, com direito a chicotadas, não pelo governo mas pelos grandes proprietarios de plantações de algodão e de café, e a administração local fechava os olhos, mas já sei que eu só digo asneiras.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #54 em: Março 18, 2009, 10:37:52 am »
Recomendo o livro "Equador", apesar de ser um romance, demonstra o quanto os poderes coloniais (Portugueses e das outras potências europeias) eram cinicas. Uma coisa é o que era a lei, outra coisa era a realidade.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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teXou

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« Responder #55 em: Março 18, 2009, 09:31:37 pm »
Citação de: "manuel liste"
...
Acho que o senhor oficial está muito virado para posições extremas. A súa defesa dos que negam o Holocausto judeu é reveladora

Certamente !
Mas é precisamente estas posições extremas que agradam a alguns aqui. Não é necessário perguntar porque.  :evil:
"Obviamente, demito-o".

H. Delgado 10/05/1958
-------------------------------------------------------
" Não Apaguem a Memória! "

http://maismemoria.org
 

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Sintra

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« Responder #56 em: Março 19, 2009, 11:37:52 am »
Citação de: "TOMSK"

Porque devemos sair da União Europeia?



 João José Brandão Ferreira
TCor.PilAv.(ref.)

“A Pátria não se escolhe, acontece. Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la. Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela. A Pátria não é um estribo. A Pátria não é uma ocasião. A Pátria não é um estorvo. A Pátria não é um peso. A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber.”

Adriano Moreira, in O Novíssimo Príncipe

Quando se construíram os mísseis com ogivas nucleares, por ex., nunca ninguém se lembrou que um dia se poderia chegar a acordo em destruí-los. Parte deles, entenda-se. Verificou-se, então, que desmantelá-los era uma operação complexa e que exigia recursos financeiros elevados.

De modo semelhante, quando se “inventou” a Comunidade Económica Europeia (CEE), em1957, e passados estes anos todos, também ainda ninguém se interrogou sobre o que fazer se algum estado membro quisesse abandonar a União. Está na altura de o fazerem.

Portugal entrou mal para a então Comunidade europeia (CE) (em 1/1/86): entrou sem estar preparado; em condições materiais e anímicas débeis; sem pesar as consequências e sem as assumir explicitamente, perante a Nação.

Em súmula (isto daria pano para mangas…), atirámo-nos de cabeça para uma coisa como se tal fosse irreversível. Em termos político-estratégicos, fazemos o gravíssimo erro de assumir a CEE como um Objectivo Nacional Permanente Histórico – que ela não é –, em vez de a entender como um Objectivo Nacional Importante, mas transitório, que é o que tal adesão devia representar. A diferença dos termos é de substância e por isso a postura deveria ser diferenciada.

Ainda por cima a esmagadora maioria da população não acompanhou as “elites” políticas nesta assumpção. E tem de tudo isto uma ideia pouco menos que clara.

Como entrámos diminuídos material e psicologicamente – é bom recordar que tínhamos em 1974/75 virado costas vergonhosamente a seis séculos de História, com uma Descolonização traumática, perdendo cerca de 95% do território e 60% da população e tendo evitado, a custo, uma guerra civil no território europeu que nos restava –, resolvemos portarmo-nos como os melhores alunos. Tal teve funestas consequências: baixámos as guardas; não acautelámos interesses, deixámos cair todas as barreiras administrativas, não meditámos consequências nem avaliámos custos. Ficámos euforicamente tolos.

Depois, em vez de estudarmos cuidadosamente onde aplicar os fundos de coesão que nos começaram a jorrar por (aparentemente) desinteressadas torneiras e fazê-lo com parcimónia e método, embandeirámos em arco, distribuímos prebendas, ajudámos os amigos, e milhões de euros esfumaram-se (nunca ninguém apresentou contas dos fundos recebidos da UE!) em centenas de cursos fantasmas; subsídios a fundo perdido; indemnizações para destruir coisas; fundos de apoio para remodelar nada que se viesse a ver e no muito que se destinava a arrancar vinha para plantar oliveira, arrancar oliveira para plantar milho, milho para plantar vinha; vinha para dar de comer à vaca, abater a vaca pois já dava leite a mais, etc., etc.. Sendo que uma quantidade nunca contabilizável  de meios financeiros saíram deste circuito para cevarem os apetites cada vez maiores em Mercedes, Jeeps de alta cilindrada, barcos de recreio e casa de férias a serem utilizadas uma vez por ano, mas com impacto na especulação imobiliária. Engordaram-se as cliques partidárias e as autarquias fizeram muitas rotundas. Ou seja o país corrompeu-se.

Quando, finalmente, nos apercebemos de que os fundos de coesão eram finitos e teríamos que passar daí a pouco a ser contribuintes líquidos, constatámos que não acrescentámos quase nenhumas mais valias que nos servissem no futuro: nem em educação e preparação técnica; escolha de nichos de mercado, aposta em investigação que nos favorecesse ou individualizasse; indústria ou serviços competitivos. Deixámos destruir a agricultura e a pesca; parte da pequena indústria e comércio e como achámos que todos eram nossos amigos e nós éramos amigos de todos rapidamente alienámos capacidades no âmbito da soberania – leis, justiça, segurança, etc. –, bem como nas Forças Armadas e na Diplomacia. Sempre com ufania.

Mesmo assim, não nos querendo dar conta da grandiosidade do sinistro futuro, a única coisa que nos lembrámos de fazer foi um novo aeroporto desproporcionadamente caro e cheio de condicionalismos técnicos e um TGV para servir os interesses espanhóis. Pouco a pouco o desemprego aumenta e a inflação segue-lhe os passos. E para esta não aumentar, cresce continuadamente a taxa de juro o que vai fazer implodir o endividamento familiar, que disparou com a pornográfica propaganda do compre agora e pague depois o que tem ajudado os grupos financeiros a acumular lucros tais, que nem sabem o que fazer com eles. E o que resta do estado, ainda menos.

Já me esquecia, de tudo o que se passou nestes 20 anos ficam visíveis as auto-estradas. Só que, sendo duvidoso que o comum dos portugueses vá poder usufruir delas por não terem dinheiro para as pagar, as mesmas vão servir justamente os estrangeiros. Como nós não exportamos por elas – porque produção já vimos que temos pouca –, os nossos concorrentes conseguem pôr os seus produtos cá mais depressa, logo mais barato, ajudando assim a arruinar o que vai restando. Eis a quadratura do círculo no seu esplendor.

Portanto, tirando uns pouco milhares de eurocratas – que andam obviamente muito contentes com tudo isto – o que se augura no futuro a massa de totós de serviço, que somos todos nós (a não ser os que emigram), é a de andar de guardanapo no braço a servir os turistas que por cá ainda quiserem vir.

E como as iluminadas mentes que nos têm conduzido ainda acham que lhes devemos estar agradecidos pelos seus esforços homéricos em nos proporcionarem o Bem Estar que idealizam – mesmo que tal seja conseguido à custa da sobrevivência do Estado e da Nação Portuguesa –, tomam o ónus de assumirem sozinhos todas as decisões capitais no processo, aliviando a maçada de informarem as populações do que está em jogo e de permitirem que estas se pronunciem sobre aspectos fundamentais que influenciarão o presente e o futuro da comunidade!

Um dia destes a palavra “referendo” será banida do vocabulário político e saneada do ensino da língua …

Ultimamente dois casos ocorreram que tornam urgente que preparemos a nossa saída da União Europeia: aproveitando a presidência alemã da UE, a Chanceler Merkel decidiu “alargar” aos restantes membros da UE parcialmente (para já!...), a lei de delito de opinião, relativamente a quem possa pôr em causa o que os vencedores na Segunda Guerra Mundial, decretaram como verdade oficial, nomeadamente no que diz respeito ao nazismo, holocausto e similares.

Por causa desta lei e já depois da queda do muro de Berlim, foram condenados até hoje, mais de 108.000 cidadãos alemães.

(Por causa do conflito que sustenta relativamente à entrada da Turquia na UE, a França, fez aprovar há poucos meses, uma lei que incrimina quem puser em causa o genocídio dos Arménios…)

Deste modo, foi assinado em 28 de Maio de 2007, no Luxemburgo, por todos os Ministros da Justiça da União, uma Lei que proíbe a expressão de dúvidas sobre o Holocausto. Uma ressalva foi no entanto prevista: só é punido quem incentivar ódios ou provocar uso de violência. Até ver.

O segundo caso mexe com a Zona Económica Exclusiva (ZEE). São conhecidas as apetências de várias potências em disporem das nossas águas (e sobre estas existem ainda as regiões de informação de voo [FIR] de Lisboa e S. Maria) que representam 14 vezes o território nacional e configuram a maior ZEE da UE. Ora o Direito Comunitário tem vindo a ser trabalhado para mudar o “status quo” – obviamente em detrimento dos interesses portugueses –, permanecendo as autoridades portuguesas estranhamente distraídas de tão relevante facto e a opinião pública convenientemente formatada em ignorância.

Ora o anterior projecto de constituição previa no seu artigo 13, que a gestão dos recursos vivos dos oceanos, no âmbito da política comunitária sobre o mar passariam para a responsabilidade de Bruxelas. Ora isto é pôr em comum aquilo que, no nosso caso, nos pertencia e que implicaria consequências num número alargado de outras competências.

Não se sabe o que sobre isto ficou acordado nesta última maratona sobre o futuro tratado constitucional em que se deram quatro passos à retaguarda para se poder dar um para a frente, mas não deve ser difícil adivinhar o que naquele âmbito ficará decidido.

Devem ser os “Ventos da História”, actuais…

Ou seja, estas duas medidas configuram, por um lado, uma intromissão inadmissível ao cerne da nossa consciência e, por outro, um esbulho ao âmago dos nossos haveres.

Por isso devemos preparar desde já a nossa saída da UE.

Como isto não pode ser feito de um dia para o outro, sob pena de passarmos mal e ocorrerem conflitos graves que, eventualmente, não possamos controlar, é imperioso parar desde já o desmantelamento do potencial nacional, material, cultural e anímico, única medida em que os políticos portugueses das últimas décadas se têm mostrado diligentes e até – pasmem à vontade –, muito competentes.

Depois é preciso preparar alternativas – que as há –, estabelecer uma estratégia e trabalhar muito para a concretizar. Coisa que, lamentavelmente, nos desabituamos de fazer.

Uma aliança, um pacto, etc., até uma família, só se sustém enquanto for útil às partes que a constituem. De contrário é melhor romper. Enquanto é tempo.

É o caso da permanência de Portugal na UE. A UE, melhor dizendo a CEE, foi útil enquanto espaço de concórdia e Paz; proporcionou uma melhoria das condições de vida e da justiça social, etc. Era uma associação de estados-nações livres.

Quando querem que tal evolua para uma federação de contornos obscuros em que fatalmente a individualidade e identidade nacional se dilui, deixa de ser aceitável e devemos dizer não, obrigado.

Quando, ainda por cima, tal caminho se pretende fazer, liderado por um bando de iluminados; por eventuais organizações transversais, poderosas, mas não representativas de nenhum grupo social, região ou comunidade, que fazem do segredo a sua base de actuação e perseguem objectivos de Poder pouco claros, devemos dizer não, obrigado; Quando caminhamos alegremente para a babilónia governativa, que representam os 27 estados membros (a crescer), devemos dizer não, obrigado; quando esta miríade de estados, populações, interesses, credos, culturas, etc., leva a ressuscitar a velha questão da hierarquia das potências, levando à classificação dos diferentes estados em “A”, “B”, ou “C”, devemos dizer não, obrigado; quando a mais provável implosão futura da UE levar a uma fragmentação mais ou menos anárquica, Portugal ver-se-á asfixiado pela União Ibérica, que a força das coisas e da geografia, espartilham e a débil Aliança Inglesa (único bordão que nos resta), dificilmente poderá contrariar. Devemos dizer não, obrigado. Quando nos querem confrontar com factos consumados, à revelia das devoções democráticas com que nos matracam os ouvidos, devemos dizer não, obrigado. Quando nos impõem políticas monetárias e temos de enviar cada vez mais contingentes militares (e estamos a caminhar para o mercenarismo e para a privatização da segurança!...), para combater nas guerras dos outros, sem que tenhamos hipóteses de influenciar as decisões, devemos dizer não, obrigado.

Que objectivos persegue a “Europa” se nem conseguimos definir uma matriz que constitua um mínimo divisor comum?

Caros compatriotas, que se dane a Europa. Prefiro ser um português pobre, mas inteiro do que um europeu perdido, formiga obreira de interesses que não entendo, nem aceito, mas que me manipulam. Não, obrigado.

Não desejo trocar o Afonso Henriques pelo Carlos Magno, o queijo da serra por um qualquer camembert esterilizado; o Direito português pelo Direito de Bruxelas; a NATO pelo… vazio; não quero os espanhóis a mandarem nos noticiários da TVI, etc. Um etc. longo e que cada vez será mais doloroso.

E, sobretudo, ainda prefiro o Prof. Cavaco Silva, o Dr. Jorge Sampaio ou o Dr. Mário Soares (vejam a que ponto desço!), à simpática majestade do senhor D. Juan Carlos. Ponto final.




 Portanto, um negacionista histórico e um saudoso dos "bons velhos tempos coloniais"...   :?
 Ok, a liberdade de expressão é uma coisa porreira e ainda bem que assim é.
 

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Duarte

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« Responder #57 em: Março 19, 2009, 04:50:09 pm »
ys7x9

Eu não acho justo estarem a atacar TCor. Brandão Ferreira por negar o holocausto. Não foi isso que ele fez. Ele está a criticar a criação de leis que criminalizam a opinião, o livre pensamento. Acho mais que aparente. Qualquer pessoa com dois dedos de testa consegue compreender isto.

Tenho uma dúvida.. já que parece haver por aqui alguns que são a favor de leis deste género. Como diferem estas leis em comparação com a falta de liberdade de expressão, imprensa censurada, etc.. em regimes autoritários?

Ou existe liberdade de expressão, ou não existe. Eu posso não concordar com tudo o que alguém possa dizer ou escrever, até sinto repugnância pelos que negam o holocausto, mas sinto muito mais pelos que o fizeram. Mas também não posso deixar de repúdiar aqueles que me querem impor a sua visão política.

Como é que reconciliam estas ideias contraditórias? Não é uma incoerência vir para aqui crticar um regime autoritário, e badalar sobre a as liberdades de Abril, e a seguir propor leis que limitam o livre pensamento, a livre expressão de ideias? o livre debate?

Se querem viver assim, posso sugerir Cuba, ou a Coreia do Norte, como destinos.


 :roll:
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«Os chamados partidos políticos, por definição e exigências da sua vida própria, não representam nem podem servir a unidade nacional» Salazar
 

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Luso

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« Responder #58 em: Março 19, 2009, 05:37:53 pm »
Deixa, Duarte.
Não vale a pena. A resposta emocial será sempre superior (e mais cómoda) ao esforço do raciocínio que quase sempre se traduz numa redução do radicalismo e da superficialidade de adolescente.

Com reflexos pavlovianos não há nada a fazer.
A porra é que a ignorância cultivada com entusiasmo acaba por nos vir bater à porta.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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FoxTroop

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« Responder #59 em: Março 19, 2009, 08:10:04 pm »
Como já disse noutro tópico, são muitos os países que têm esse tipo de leis e estou a falar de países democráticos. Eu sou contra qualquer lei contra o livre pensamento e liberdade de expressão e ainda bem que não existem em Portugal.

 
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Se querem viver assim, posso sugerir Cuba, ou a Coreia do Norte, como destinos

Sem dúvida sr. Duarte e o sr. como defensor do pilar dos direitos e liberdades que era o Estado Novo, certamente nesse países acima citados sentir-se-a em casa. Isto porque eu na minha ignorância ainda não descortinei bem a diferença entre uma ditadura de direita e uma de esquerda, mas isto sou eu.


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Com reflexos pavlovianos não há nada a fazer.
A porra é que a ignorância cultivada com entusiasmo acaba por nos vir bater à porta


Não tenha a mínima dúvida caro Luso. É que ela bate mesmo à nossa porta ou pior, instala-se insidiosamente dentro das nossas casas. Instala-se de tal modo que em vez de se olhar para a frente, passa-se a olhar para trás, por cima do ombro, olhando para o que foi e fazendo belas prosas cor-de-rosa sobre fundos negros e incapacitando-nos de realmente resolver o presente. Mas não me alongo mais.....
 

 

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