Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1170 em: Dezembro 16, 2018, 03:36:28 pm »
Exército Brasileiro procura substituto para seus obuses rebocados de 105 mm


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Por Victor Barreira

O Exército Brasileiro está procurando substituir seu inventário de obuseiros rebocados de 105 mm para uma única linha do sistema BAE Systems M119 Light Gun 105 mm, que recentemente foi relatado a Jane. Como parte do subprograma do Programa de Artilharia de Campo do Programa Estratégico do Exército para  obtenção de Capacidade Operacional Plena’, o esforço é planejado para reestruturar o portfólio de artilharia de campo e fornecer tropas terrestres com poder de fogo adequado e preciso até 2031.

O EB possui atualmente 134 M101s, 67 obuses de M101A1s, 60 M56s e 40 L118 Light Gun. Ao colocar em campo um único sistema, o Exército está procurando aprimorar o treinamento, a operação e a logística, além de fornecer maior mobilidade.

O M119 é um obuseiro leve que utiliza munições L20A1. Pode ser rebocado por um caminhão ou transportado como uma carga suspensa por helicóptero. Ele dispara munição padrão da OTAN de 105 mm e inclui a possibilidade de incorporar sistemas de controle de fogo digitais e automatizados, radar de velocidade e um sensor eletroóptico compacto.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: DAN / FONTE: Jane’s Defence Weekly

 :arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/exercito-brasileiro-procura-substituto-para-seus-obuses-rebocados-de-105-mm/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1171 em: Janeiro 13, 2019, 03:38:47 pm »
General Leal Pujol recebe o Comando do Exército do Gen Villas Bôas


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Brasília, 11/01/2019 – Em cerimônia emocionante, o general Eduardo Villas Bôas passou o comando do Exército para o general Edson Leal Pujol, na manhã desta sexta-feira (11). A solenidade ocorreu no Clube de Exército, sede Lago, onde cerca de duas mil pessoas presenciaram a transmissão de cargo. Estiveram presentes o presidente da República, Jair Bolsonaro, o vice-presidente, Hamilton Mourão, o presidente do Superior Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e demais ministros, comandantes de Forças e oficiais generais do Alto Comando.

Ao iniciar o discurso, o general Villas Bôas afirmou que nunca havia visto o salão nobre do Clube do Exército “tão lotado”. Saudou as autoridades e, especialmente, os companheiros da turma 1973 e os cadetes que formou. Após quatro anos, ele deixa o comando com 52 anos de carreira militar. “O cumprimento de minha missão só foi possível pelo desvelo desses oficiais e praças, que se multiplicaram em atenções e providências criativas”, destacou. Villas Bôas admitiu sentir-se extremamente feliz, “pela circunstância de estar passando o comando do Exército de Caxias a um profissional que elevará os níveis de desempenho da Força Terrestre”.


Ao general Leal Pujol, ele desejou absoluto êxito em sua gestão e muitas felicidades. “Que meu último ato como comandante seja um abraço de gratidão em cada integrante do Exército de Caxias. Levo como principal legado a saudade, porque, na minha alma, permanecerá esse vínculo com todos aqueles que comigo ombrearam nesses 52 anos de caserna, eternizado em cada sorriso e continência que me prestaram”, destacou o general Villas Bôas. Após o fim do discurso, todos os presentes ficaram de pé e marcaram o momento com uma longa salva de palmas que emocionou o general.


O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, afirmou que a passagem do general Villas Bôas foi marcada pela liderança conciliadora em que pautou o comando, baseado na legalidade, na estabilidade e na legitimidade, com o foco na manutenção da paz e no respeito à democracia. “Manteve a ética como parceira do cotidiano militar, e induziu a disciplina consciente como modelo de comportamento.   Fez do Exército solução, não parte do problema”, ressaltou.

Ao novo comandante, Leal Pujol, o ministro da Defesa considerou um momento de renovação, “tão própria da democracia”. “   O General Leal Pujol assume enorme responsabilidade de conduzir o Exército Brasileiro, uma instituição permanente e não pode oscilar com modismos ou desviar os olhos da razão da sua existência – o nosso Brasil”, discursou.

Na solenidade, o presidente da República, Jair Bolsonaro, recebeu a Ordem do Mérito Militar no grau de grã-cruz.

Perfil do comandante

General de Exército Edson Leal Pujol nasceu em janeiro de 1955, em Dom Pedrito (RS). Ingressou no Exército em 1º de março de 1971, na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, e concluiu a Academia Militar das Agulhas Negras em 15 de dezembro de 1977, tendo sido declarado aspirante a oficial da Arma de Cavalaria. Foi promovido ao posto atual em 31 de março de 2015.

No Exterior, exerceu as funções de Observador Militar das Nações Unidas em El Salvador (ONUSAL), na América Central; e de Adido de Defesa, Naval e do Exército junto à Embaixada Brasileira no Suriname, América do Sul.

Comandou a Escola de Administração do Exército e Colégio Militar de Salvador, na Bahia, a 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, em Santiago (RS), e a Academia Militar das Agulhas Negras em Resende (RJ). Foi Chefe do Centro de Inteligência do Exército; Comandante das Forças de Paz da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH) e Secretário-Executivo do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República em Brasília (DF).

O general Leal Pujol exerceu, até 18 de dezembro de 2018, a função de Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia em Brasília (DF). Durante os 48 anos de serviço ativo, foi agraciado com 59 medalhas nacionais e 10 condecorações internacionais, além de outros títulos e prêmios.

Por Júlia Campos

Fotos:Tereza Sobreira/MD

FONTE: https://www.defesa.gov.br/noticias/51525-general-leal-pujol-recebe-o-comando-do-exercito-do-gen-villas-boas
« Última modificação: Janeiro 13, 2019, 03:39:35 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1172 em: Janeiro 13, 2019, 03:51:03 pm »








 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1173 em: Janeiro 14, 2019, 04:03:12 pm »
 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1174 em: Janeiro 17, 2019, 01:24:21 pm »
Saab assina contrato com o Exército Brasileiro para fornecimento do RBS 70 NG


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A Saab assinou um contrato com o Exército Brasileiro para fornecimento do RBS 70 NG – a nova geração do Sistema Míssil de Baixa Altura Telecomandado RBS 70.
 
Além do posto de tiro, o pedido também inclui simuladores para adestramento do atirador e outros acessórios. Este é o primeiro pedido do Exército Brasileiro da nova versão do RBS 70 e representa um incremento significativo na capacidade de defesa antiaérea. O RBS 70 dota a artilharia antiaérea do Exército Brasileiro desde 2014 e desempenhou um papel de destaque em 2016, ao integrar a defesa antiaérea das Olimpíadas ocorridas naquele ano, no Rio de Janeiro.

“É com grande prazer que recebemos o Exército Brasileiro como nosso mais novo cliente do RBS 70 NG. Vemos a decisão de continuar a utilizar nosso sistema como uma prova clara de sua confiança na solução de defesa antiaérea de última geração da Saab. O RBS 70 NG oferece capacidade operacional diurna/noturna, guiamento laser imune a interferências e função ‘acompanhamento automático do alvo’ que aumenta a precisão do engajamento”, diz Görgen Johansson, Head da área de negócios Dynamics da Saab.

O portfólio de sistemas de mísseis de baixa altura telecomandados da Saab inclui o RBS 70 e a sua nova versão, o RBS 70 NG. O RBS 70 possui um histórico impressionante no mercado internacional, com mais de 1.600 postos de tiro e mais de 17.000 mísseis entregues para dezenove países.

Essa encomenda foi feita durante o quarto trimestre de 2018.

DIVULGAÇÃO: MSLGROUP/Publicis Consultants

FONTE:  https://www.forte.jor.br/2019/01/14/saab-assina-contrato-com-o-exercito-brasileiro-para-fornecimento-do-rbs-70-ng/
 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1175 em: Janeiro 23, 2019, 06:38:13 pm »
Oportunidade: EUA oferecem ao Brasil tanques, jipes e helicópteros


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Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres


Tanques M1 Abrams para turbinar o Batalhão de Blindados do CFN (Corpo de Fuzileiros Navais)?

Utilitários Humvee para garantir a mobilidade de tropas terrestres em companha?

Pois essas são apenas duas das várias possibilidades abertas, no fim do ano passado, pela correspondência recebida de Washington com uma lista de material militar usado, formalmente oferecido ao Ministério da Defesa do Brasil.

Os diferentes itens dessa relação são, tecnicamente, considerados “excedentes” das Forças Armadas dos Estados Unidos, e podem ser adquiridos, via Foreign Military Sales (FMS), a preços facilitados, por nações consideradas “amigas” dos EUA (e, em alguns casos, também por doação pura e simples).

As exigências para a transferência desses itens são poucas, e uma das principais é de que o país candidato ao equipamento, caso deseje modernizá-lo, contrate o serviço em território americano.

O Forças Terrestres pôde identificar parte dos armamentos que compõem a lista – fornecida com as quantidades máximas disponíveis para cada item.

As estrelas desse elenco de produtos de 2ª mão são, sem dúvida, os carros de combate M1 Abrams, de 54 toneladas e canhão de 105 mm (atualização: outra fonte indica que a versão ofertada é a M1A1 com canhão de 120 mm), fabricados na metade inicial da década de 1980 no estado americano de Ohio.

Fonte do Ministério da Defesa ouvida por este blog assinala: os blindados tanto poderiam ser comprados pela Cavalaria Blindada do Exército, como pela Marinha – nesse caso, para potencializar a tropa blindada do CFN, hoje concentrada no Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais (BtlBldFuzNav), sediado no Rio de Janeiro.

O Batalhão possui uma Companhia de Carros de Combate (CiaCC) dotada dos pequenos e leves tanques austríacos SK 105A2S Kuerassier, de 17,5 toneladas. No próximo dia 26 de março a unidade comemora o seu 16º aniversário de criação.

Outros itens ofertados pelos EUA:

Fragatas de mísseis guiados Oliver Hazard Perry (OHP), de 136 m de comprimento e 4.200 toneladas de deslocamento. Haveria ao menos uma dezena delas, desativadas nos últimos quatro anos e meio, que estariam, ainda, disponíveis;

Helicópteros Sikorsky Black Hawk passíveis de serem operados pela Força Aérea Brasileira (FAB) ou pela Aviação do Exército;
Helicópteros Bell AH-1 Cobra propostos para o Exército brasileiro;
Veículos leves utilitários Humvee, aptos a serem empregados pelo Exército brasileiro ou pelos Fuzileiros Navais;
Fuzis de assalto M-16;
Carabinas M-4, entre outros equipamentos.

Até onde se sabe, o Ministério da Defesa ainda não respondeu ao oferecimento dos americanos. A lista que veio de Washington foi repassada a cada uma das Forças, para que elas se manifestem. Mas essa reação, se é que já aconteceu, permanece desconhecida.

Avanço – Diferentes oferecimentos de Washington têm chegado à América do Sul. As Forças Armadas argentinas, por exemplo – que lidam com fortíssimas restrições orçamentárias –, se interessaram pelas viaturas Humvee.

No Brasil, na hipótese de vir a acontecer, a eventual aceitação desses equipamentos de 2ª mão será, forçosamente , pontual.

Desde 2013, em ao menos três oportunidades a Marinha do Brasil dispensou as ofertas de navios da Classe OHP, considerados muito desgastados e de propulsão (por turbinas a gás) problemática.

Inovação real para as Forças Armadas brasileiras representaria o M1 Abrams, ainda que a versão oferecida seja extremamente antiquada, e dotada de um armamento principal – canhão M-68A1,de 105 mm –, que não representa vantagem significativa sobre o poder de fogo do Leopard 1A5 BR, que o Exército brasileiro já opera.

Mas em pelo menos dois cenários o Abrams representaria um avanço para os militares brasileiros: (1) ele é uma evolução importante sobre o M-60 A3TTS (adquirido na década de 1990, durante a Era Fernando Henrique Cardoso), que conforma a dotação do 20º Regimento de Cavalaria Blindado, sediado em Campo Grande (MS) – defronte à fronteira com o Paraguai –, e (2) significaria um salto de qualidade (poder de choque+mobilidade+desempenho) para a tropa blindada dos Fuzileiros Navais.

Nesse último caso seria, contudo, preciso ver como os Fuzileiros levariam os seus Abrams do mar para a terra.

Na MB, atualmente, esse serviço só poderia ser feito pelo navio de desembarque de carros de combate Garcia D’Avila (G29), de 8.571 toneladas (a plena carga), que serviu na Marinha Real sob o nome de Sir Galahad (homenagem ao navio de desembarque logístico afundado pela Aviação Argentina durante a Guerra das Malvinas).

A manutenção e eventuais serviços de modernização representariam o grande problema de qualquer Instituição Militar brasileira que opte pelo M1.

Quase toda a força blindada nacional sobre lagartas segue a linha alemã, apoiada nas oficinas da empresa KMW, da cidade de Santa Maria (RS) — que, inclusive, já se ofereceu (em 2017) para desenvolver um tanque de esteiras no Brasil.

O M1 precisaria ser, periodicamente, conservado e modernizado em arsenais americanos.

FONTE: https://www.forte.jor.br/2019/01/21/oportunidade-eua-oferecem-ao-brasil-tanques-jipes-e-helicopteros/
 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1176 em: Janeiro 23, 2019, 06:53:13 pm »
Militares brasileiros ajudam na revisão do Manual do Batalhão de Infantaria da ONU


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O workshop da Organização das Nações Unidas reuniu oficiais com grande experiência em missões de paz para atualizar o manual, de acordo com as mudanças tecnológicas.

Nelza Oliveira/Diálogo

Militares das Forças Armadas do Brasil participaram em Salvador, Bahia, de 5 a 9 de novembro de 2018, do 4° Workshop da Organização das Nações Unidas (ONU) para a revisão do Manual do Batalhão de Infantaria (UNIBAM, em inglês), coordenado pela Subchefia de Operações de Paz do Ministério da Defesa do Brasil. O workshop contou ainda com a presença de representantes da ONU e de países membros, tais como: Bangladesh, Camboja, Estados Unidos, Finlândia, Holanda, Marrocos, Nigéria e Paquistão. Foram no total 19 participantes.

O UNIBAM foi lançado em 2012 pelo Departamento de Operações de Manutenção da Paz (DPKO, em inglês) e de Apoio de Campo da ONU, com o objetivo de melhorar o desempenho das forças militares de paz. A publicação descreve padrões, tarefas, estruturas, requisitos de equipamentos e ferramentas de autoavaliação para componentes de infantaria em operações desse tipo, para aprimorar o desempenho das tropas. O documento foi desenvolvido com contribuições dos Estados membros, ex-comandantes de batalhão, praticantes de manutenção da paz, especialistas em treinamento, entre outros.

A Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa explicou à Diálogo que a revisão está prevista para ser feita a cada cinco anos, por conta das mudanças tecnológicas, e nos diversos ambientes operacionais em que as tropas da ONU atuam. O workshop realizado no Brasil foi o quarto e último da primeira revisão do UNIBAM. Foram realizados dois workshops anteriores em Bangladesh, em fevereiro e outubro de 2018, e um na Nigéria, também em outubro de 2018. O próximo passo será preparar pacotes de adestramento das tropas da ONU, que serão enviados para os centros de treinamento das tropas de operações de paz de cada país que contribui com tropas para a organização, para que possam preparar seus contingentes de acordo com a nova doutrina.

O Brasil foi selecionado para participar da revisão do UNIBAM por sua ampla participação nas operações de paz da ONU. O país já participou de aproximadamente 50 missões da ONU e liderou os 13 anos de Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti, uma das mais longas da história, com a participação total de mais de 37.000 militares.

“A oportunidade de contribuir para a revisão do manual acontece em função do excelente desempenho do Brasil em missões de paz. Nossa atuação nos habilita a opinar em diversos capítulos do manual e, com isto, contribui para a possibilidade de participação do Brasil em futuras missões”, disse o General de Exército José Eduardo Pereira, vice-chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa do Brasil. “O fato de organizar um evento como esse nos dá a oportunidade de divulgar essa capacidade a outros países. A capacidade de planejamento dos brasileiros foi provada no apoio a eventos como a Copa do Mundo, as Olimpíadas e os Jogos Mundiais Militares.”

Etapas até a publicação

A revisão do UNIBAM durante o workshop teve início após as discussões dos capítulos pelos subgrupos de trabalho. As propostas são apreciadas pelo Coronel do Exército Brasileiro (EB) Ulisses de Mesquita Gomes, chefe da Divisão de Política, Doutrina e Treinamento do Escritório de Assuntos Militares do DPKO, que é responsável pela produção dos manuais e pela montagem dos pacotes de treinamento das tropas da ONU.

O Cel Ulisses concorreu com 134 oficiais de diversos países para ocupar esse cargo. O oficial considera que sua aprovação se deu, entre outros fatores, devido ao rigor da seleção do EB e da sua preparação no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil, com sede no Rio de Janeiro, que desde 2010 treina militares brasileiros e estrangeiros que irão compor as missões de paz da ONU. “Atualmente, além da revisão em andamento, estão previstas as revisões dos manuais de aviação e de engenharia, bem como a criação do curso para comandantes de batalhões de infantaria da ONU, projeto dos quais o Brasil também participa”, afirmou o Cel Ulisses.

Depois da aprovação do oficial, as propostas seguem para análise na ONU, quanto ao enquadramento às normas já existentes e especialmente em relação aos pontos apresentados no Relatório Cruz, criado sob a coordenação do General de Divisão do EB Carlos Alberto dos Santos Cruz, que foi secretário nacional de Segurança Pública e comandante das forças de paz no Haiti e na República Democrática do Congo para a ONU. O Relatório Cruz tem por objetivo diminuir as baixas de capacetes azuis em missões de paz. O UNIBAM será publicado e suas orientações serão cumpridas por todos os componentes das missões de paz.​​​​​​​

Dividindo experiência

O workshop reuniu oficiais com grande experiência em missões de paz. Muitos militares aproveitaram o evento para dividir suas experiências em missões de paz, como o Capitão de Mar e Guerra (FN) do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil Alexandre Mariano Feitosa, oficial que participou da missão no Haiti e serviu no DPKO, em Nova Iorque, como responsável pelo planejamento das missões no Oriente Médio.

“A reunião de revisão do manual materializa o respeito e a atenção que o Brasil tem no cenário internacional, fruto do desempenho brasileiro em operações de paz”, disse o CMG Feitosa. “Sinto-me orgulhoso por poder representar o Corpo de Fuzileiros Navais, a Marinha e o Brasil, em um trabalho tão relevante.”

Já o Tenente-Coronel do EB José Paulino Sobrinho Junior fez sua preparação para missões de paz em Kingston, no Canadá, antes de ser observador por dois anos no Saara Ocidental. Ele chegou a comandar um destacamento composto por 15 a 20 militares internacionais, fazendo o monitoramento do cessar fogo na região. “Deixei a região com o sentimento de orgulho por perceber o quanto o Brasil é valorizado e, principalmente, por contribuir para a paz mundial”, afirmou o Ten Cel Paulino.

Fonte: Dialogo Americas - http://www.planobrazil.com/militares-brasileiros-ajudam-na-revisao-do-manual-do-batalhao-de-infantaria-da-onu/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1177 em: Janeiro 23, 2019, 08:06:49 pm »
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Exército Brasileiro procura novos helicópteros


 :arrow:  http://www.cavok.com.br/blog/exercito-brasileiro-procura-novos-helicopteros/
 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1178 em: Janeiro 23, 2019, 08:08:05 pm »
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Exército Brasileiro perto de adquirir helicópteros leves de ataque


O Exército Brasileiro está considerando a vir obter, helicópteros de médio porte de ataque, para atender a dois requisitos de seu Programa Estratégico de Aviação do Exército (PEE Av Ex). Os testes, com as aeronaves de alguma das empresas candidatas, foram conduzidas pelo Grupo de Testes e Avaliações (GEA) do Comando de Aviação do Exército (CAvEx), e os resultados estão sendo analisados.

O programa PEE Av Ex, que foi implementado em 2017 a um custo de U$S 1,3 bilhão (R$ 4,9 bilhões), está programado para ser concluído em 2039. O projeto ‘Obtenção de Capacidade de Ataque’ envolve a aquisição de 12 a 24 helicópteros de ataques/assalto a partir de 2021, em vez de 2031, como era previsto inicialmente.

 :arrow:  https://www.defesa.tv.br/exercito-brasileiro-perto-de-adquirir-helicopteros-leves-de-ataque/
 
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Lusitano89

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1179 em: Janeiro 27, 2019, 12:11:32 pm »
 

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jpthiran

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1180 em: Janeiro 27, 2019, 01:07:45 pm »
acho que os EUA estão a preparar as coisas para por o Brasil e a Colômbia a meter pressão sobre a Venezuela...
cheira-me que a coisa vai-se complicar...
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1181 em: Janeiro 29, 2019, 12:24:09 pm »
Exército Brasileiro apoia, junto às demais Forças, as equipes de busca e salvamento na região de Brumadinho


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As Forças Armadas prosseguem atuando no transporte aéreo das diversas equipes de busca e salvamento dos órgãos do Governo de Minas Gerais. Também vêm sendo prestados assessoramentos em termos de comunicações satelitais e rastreamento, além da montagem e manutenção de instalações móveis para facilitar o trabalho de identificação dos corpos.


 
Além disso, desde a noite desse domingo, 27 de janeiro, o Comando Militar do Leste, por intermédio da 4ª Região Militar, sediada em Belo Horizonte (MG), vem prestando apoio logístico aos militares israelenses que chegaram à região para trabalhos de busca e salvamento. Esse apoio inclui:

emprego de cinco helicópteros da Aviação do Exército, de modelos variados, para utilização pelas equipes de buscas;
alojamento e alimentação para cerca de 130 pessoas;
alojamento, alimentação e apoio veterinário para cães farejadores;
transporte e acondicionamento de todo o equipamento (aproximadamente 16 toneladas), por meio da montagem de um depósito de campanha em Brumadinho;
Instalação de cozinha de campanha para a confecção de alimentação na área de Brumadinho;
alojamento e alimentação aos intérpretes designados.




FONTE: https://www.forte.jor.br/2019/01/28/exercito-brasileiro-apoia-junto-as-demais-forcas-as-equipes-de-busca-e-salvamento-na-regiao-de-brumadinho/

 

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« Responder #1182 em: Janeiro 31, 2019, 11:07:49 am »
Itália propõe vender ao Brasil cerca de 200 caça-tanques Centauro


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Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres


O governo da Itália está oferecendo ao Brasil cerca de 200 blindados de combate 8×8 Centauro B1 em disponibilidade nos estoques do seu Exército.

Dotados de canhão de 105 mm, os carros custariam, aproximadamente, 100 milhões de euros – equivalentes a 100,14 milhões de dólares, ou a 372,5 milhões de Reais.

Não é a primeira vez que essa oferta é feita.

No primeiro semestre de 2001, um Centauro foi transportado até o Rio de Janeiro, para ser avaliado, na Restinga da Marambaia, por especialistas do Centro de Instrução de Blindados (que, atualmente, funciona na cidade gaúcha de Santa Maria).

Aquela época, o valor unitário de um Centauro (com armamento completo) estava na faixa dos 2,5 milhões de dólares, mas, dependendo de sua configuração, poderia chegar até os 3,5 milhões de dólares.

Como em qualquer operação comercial, a eventual importação dos Centauros pelo Exército Brasileiro (EB) traria aspectos positivos e negativos.

O blindado italiano é tido (inclusive nos Estados Unidos) como um dos melhores veículos em sua categoria. E de desempenho comprovado em teatros de operações considerados “quentes”, como Iraque, Somália (onde operou com reforços de blindagem que aumentaram seu peso para 28/29 toneladas), Líbano e a antiga Iugoslávia.

Uma viatura que se desloca à velocidade máxima de 108 km/h, carregando em seu interior 40 projetis de 105 mm: 14 alojados na torre e 26 encaixados em prateleiras verticais junto aos casco.


Nações Unidas – Com ele em seus Regimentos de Cavalaria Mecanizada (hoje equipados com viaturas de reconhecimento Cascavel e de transporte de tropa Urutu), a Força Terrestre estaria apta a montar uma tropa de Força de Paz à altura de outras, fornecidas por países-membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que atendem, rotineiramente, as necessidades do Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas.

Há, contudo, alguns aspectos que figuram como entraves, além do valor a ser desembolsado pelo Tesouro.

Em 2017 o EB, devido a uma crítica falta de recursos, interrompeu o seu próprio planejamento de obtenção de uma viatura blindada de combate, tração 8×8.

O programa ganhou impulso após o bem-sucedido desenvolvimento do blindado 6×6 Guarani, fabricado pela Iveco italiana em Minas Gerais. Diante da decisão de usar o chassis de um Guarani no veículo, os militares brasileiros passaram a examinar as diferentes torres de blindados sobre rodas disponíveis no mercado. Foi, porém, nesse estágio, que os trabalhos precisaram ser desacelerados.


Calibre – O projeto brasileiro prevê um blindado equipado com canhão de105 mm.

Sete meses atrás, o Exército italiano encomendou à sua indústria um pequeno lote de veículos Centauro II, de 30 toneladas, que vão ostentar canhão de 120 mm, encaixado em uma torre redesenhada (mais larga mas de menor altura que a do Centauro B1).

Na última semana de julho de 2018, o portal de notícias militares Defense News divulgou que os generais da Itália definiram em 136 o número total de viaturas a ser adquirido.

Os russos já experimentam canhões de 125 mm em seus blindados rápidos, sobre rodas.

A empresa francesa Nexter admitiu que testa um canhão de 140 mm no carro de combate AMX-56 Leclerc, de 54,5 toneladas,e a alemã Krauss Maffei Wegmann estaria avaliando a conveniência de testar uma arma de 130 mm em seus carros de combate Leopard 2.

FONTE:  https://www.forte.jor.br/2019/01/30/italia-propoe-vender-ao-brasil-cerca-de-200-caca-tanques-centauro/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1183 em: Fevereiro 13, 2019, 10:09:12 pm »
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General brasileiro fará parte de comando militar americano pela primeira vez

Em negociação que vinha do governo Temer mas que se encaixa com diretriz de Bolsonaro, oficial irá substituir chileno em função de cooperação

 :arrow: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/02/general-brasileiro-fara-parte-de-comando-militar-americano-pela-primeira-vez.shtml
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1184 em: Fevereiro 13, 2019, 10:12:05 pm »
Comando Sul (SouthCom) dos EUA terá general brasileiro


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Um general brasileiro passará a integrar, ainda este ano, o Comando Sul (SouthCom) das Forças Armadas americanas. A informação foi dada pelo almirante Craig Faller, que comanda divisão voltada à segurança americana na América Central, Caribe e a América do Sul. Faller falou à Comissão de Forças Armadas do Senado dos Estados Unidos no dia 7 de fevereiro.

Em seu depoimento, o Brasil aparece, ao lado do Chile e da Colômbia, como países com os quais os EUA mais têm incrementado parceria. Depois de relatar o Brasil como primeiro signatário da América Latina do acordo para uso pacífico do espaço (“Space Situational Awareness Agreement”), a Colômbia como primeiro parceiro latino-americano na Otan e o Chile como parte do maior exercício de guerra marítima do mundo (“Rim of the Pacific”), o comandante informou: “Até o fim do ano o Brasil enviará um general para servir como vice-comandante de interoperabilidade do Comando Sul”.

Em seu depoimento, o almirante valoriza a parceria como fundamental para a política de segurança americana: “Queremos inimigos que nos temam e amigos que façam parceria conosco”. Seis países são listados como ameaças aos interesses americanos: Rússia, China, Irã e seus “aliados autoritários” Cuba, Nicarágua e Venezuela.

Craig Faller descreve a Rússia como responsável pela disseminação de desinformação e demonstra preocupação com os exercícios nucleares na Venezuela como sinal de apoio ao regime de Nicolás Maduro e de ameaça aos Estados Unidos. Acusa ainda os russos de enviarem navios à região para mapear cabos submarinos que eventualmente podem vir a ser inabilitados “em crises futuras”.


A China aparece como usuária das mesmas “práticas predatórias”. O depoimento menciona empréstimos de R$ 150 bilhões a países do hemisfério com o objetivo de controlar seus portos e fortalecer sua presença, especialmente na infraestrutura associada ao canal do Panamá. Cita ainda a inserção de empresas chinesas como a Huawei na região como ameaça à propriedade intelectual, a informações privadas e a segredos governamentais. “Se governos da América Latina e do Caribe continuarem a usar sistemas chineses de informação, nossa habilidade e capacidade de compartilhar informações em rede será afetada”.

Numa fala destinada a justificar os custos dos programas de parceria com os vizinhos do Sul, o almirante americano fez ainda uma longa descrição das ameaças de um cenário em que o Exército Islâmico estabeleça vinculações com narcotraficantes da região. “Isso continua uma potencial vulnerabilidade que observamos da maneira mais próxima possível”.

Por meio de assessoria, o Ministério da Defesa confirmou não apenas a presença brasileira na estrutura do comando sul do exército americano como o ineditismo da posição. O Brasil participa de intercâmbios com vários países e com forças multilaterais mas não integra o comando de nenhum outro exército nacional. Setores do Itamaraty demonstram preocupação com a possibilidade de uma posição brasileira na hierarquia das Forças Armadas dos Estados Unidos venha a legitimar eventual intervenção militar na região.

No depoimento, o almirante diz que as Forças Armadas americanas desenvolvem com os parceiros forças que possam responder em momentos de crise. A concepção dessa colaboração que os americanos agora dizem ter ficado mais estreita com o Brasil é, no entendimento do MD, restrita ao “intercâmbio operacional e técnico”. Por meio de assessoria, o ministro Fernando Azevedo descartou que a posição brasileira resulte numa adesão a uma ação militar na Venezuela, ainda que humanitária.

Os pressupostos que guiam o esforço americano em engajar o Brasil, no entanto, colidem com documentos aprovados pelo Congresso que delineiam as diretrizes nacionais que privilegiam a atuação multilateral das Forças Armadas sem prevalência de uma única nação (Política Nacional de Defesa, Estratégia Nacional de Defesa e Livro Branco de Defesa Nacional).

FONTE: Valor Econômico - https://www.forte.jor.br/2019/02/13/comando-sul-southcom-dos-eua-tera-general-brasileiro/
 

 

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