Exército Brasileiro

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1470 em: Outubro 27, 2018, 05:57:27 pm »
lol  ;D ;D

https://www.forte.jor.br/2018/10/25/haddad-diz-que-a-venezuela-tem-condicoes-belicas-superiores-a-do-brasil/?fbclid=IwAR2HJdT0FHJdjBIJrQu4s-QwnwPc26JlzcHc7uIozqbpWGYAsv0Ar7yUIoU
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Oficiais generais presentes à cerimônia do Dia do Aviador, realizada na Base Aérea de Brasília, nesta terça-feira (23) se disseram “desrespeitados” com declarações do candidato petista
Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite de segunda-feira (22), o presidenciável Fernando Haddad (PT) foi questionado se não via como um erro colocar o seu partido como uma única opção para a democracia.

O petista rebateu dizendo que seu adversário “incita a morte de pessoas” e acrescentou:

O filho dele (Eduardo Bolsonaro), na Avenida Paulista, disse que vai declarar guerra à Venezuela. Ele nem conhece a situação das Forças Armadas. A Venezuela tem condições bélicas superiores a do Brasil.

E acrescentou:

Para o Brasil declarar guerra e mandar jovens brasileiros morrer na fronteira com a Venezuela ou pede ajuda para um império internacional, provavelmente os americanos, para quem ele bate continência, ou nós vamos mandar jovens brasileiros pobres provavelmente para morrer em um conflito que não é o nosso.

Os militares presentes na cerimônia, que preferiram falar na condição de anonimato à revista ISTOÉ, disseram se sentir “ofendidos” e “desrespeitados” com a fala do candidato do PT.

Segundo eles, Haddad “não conhece nada das nossas Forças Armadas” e está “menosprezando” a formação dos militares brasileiros. Criticaram ainda a forma que o petista lida com uma questão delicada ao citar de forma irresponsável sobre declarar guerra ao país vizinho com apoio dos Estados Unidos.

Na manhã de segunda-feira (22), o candidato do PT também criticou a suposta intimidação das Forças Armadas contra as instituições democráticas do país.





Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1471 em: Novembro 01, 2018, 01:45:55 pm »
Fonix. Um armário com rodas...  ;D :jok:

http://tecnodefesa.com.br/novo-blindado-do-exercito-brasileiro-na-intervencao-federal-gif/?fbclid=IwAR0AXIGCCsdFD73BNWU6bq6gu9LBXjbeZdAMP_Al8WUwnLrh4LCih003D_E

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Na manhã de 29 de outubro, no que seria mais uma ocorrência policial na Intervenção Federal do Rio de Janeiro, uma moto colidiu com um veículo do Exército Brasileiro (EB) no Jardim Catarina.

Um dos ocupantes da motocicleta acabou detido pelo porte proibido de uma pistola.

A ocorrência acabou gerando uma grande movimentação de militares e viaturas.

Presente na cena da ação, o fotógrafo Filipi Castro flagrou, pela primeira vez, o Blindado VEsPa 1 operando nas cores do EB.

As fotos, divulgadas pelas redes sociais e pelo Portal de Notícias O Fluminense, demandou uma apuração mais direcionada, e assim a redação de T&D, através de seu especialista em blindados, Paulo Roberto Bastos, identificou corretamente o veículo como o protótipo do VEsPa 1.

Segundos fontes consultadas pela publicação, mais um protótipo da família de blindados leves desenvolvidos pelo CTEx (existem dois) foi colocado a disposição do Gabinete de Intervenção Federal do Rio de Janeiro, e deverá começar a participar das ações em breve.





Cumprimentos

"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1472 em: Novembro 01, 2018, 02:03:46 pm »
Fonix. Um armário com rodas...  ;D :jok:

http://tecnodefesa.com.br/novo-blindado-do-exercito-brasileiro-na-intervencao-federal-gif/?fbclid=IwAR0AXIGCCsdFD73BNWU6bq6gu9LBXjbeZdAMP_Al8WUwnLrh4LCih003D_E

Citar
Na manhã de 29 de outubro, no que seria mais uma ocorrência policial na Intervenção Federal do Rio de Janeiro, uma moto colidiu com um veículo do Exército Brasileiro (EB) no Jardim Catarina.

Um dos ocupantes da motocicleta acabou detido pelo porte proibido de uma pistola.

A ocorrência acabou gerando uma grande movimentação de militares e viaturas.

Presente na cena da ação, o fotógrafo Filipi Castro flagrou, pela primeira vez, o Blindado VEsPa 1 operando nas cores do EB.

As fotos, divulgadas pelas redes sociais e pelo Portal de Notícias O Fluminense, demandou uma apuração mais direcionada, e assim a redação de T&D, através de seu especialista em blindados, Paulo Roberto Bastos, identificou corretamente o veículo como o protótipo do VEsPa 1.

Segundos fontes consultadas pela publicação, mais um protótipo da família de blindados leves desenvolvidos pelo CTEx (existem dois) foi colocado a disposição do Gabinete de Intervenção Federal do Rio de Janeiro, e deverá começar a participar das ações em breve.





Cumprimentos

O VEsPa 1, não é o melhor veículo blindado do mundo, mas diante da precariedade é melhor do que as Agrale Marruá sem proteção balística.

 ;)
« Última modificação: Novembro 01, 2018, 02:30:10 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1473 em: Novembro 01, 2018, 02:55:08 pm »
“Novo” blindado do Exército Brasileiro na Intervenção Federal no Rio de Janeiro

Com capacidade para transportar cinco policiais na célula á frente e até seis presos no habitáculo da parte traseira, o VEsPa 1 é estreito, leve e ágil, permitindo manobras e incursões em locais de difícil acesso.

PAULO ROBERTO BASTOS

Na manhã de 29 de outubro, no que seria mais uma ocorrência policial na Intervenção Federal do Rio de Janeiro, uma moto colidiu com um veículo do Exército Brasileiro (EB) no Jardim Catarina.

Um dos ocupantes da motocicleta acabou detido pelo porte proibido de uma pistola.

A ocorrência acabou gerando uma grande movimentação de militares e viaturas.

Presente na cena da ação, o fotógrafo Filipi Castro flagrou, pela primeira vez, o Blindado VEsPa 1 operando nas cores do EB.

As fotos, divulgadas pelas redes sociais e pelo Portal de Notícias O Fluminense, demandou uma apuração mais direcionada, e assim a redação de T&D, através de seu especialista em blindados, Paulo Roberto Bastos, identificou corretamente o veículo como o protótipo do VEsPa 1.

Segundos fontes consultadas pela publicação, mais um protótipo da família de blindados leves desenvolvidos pelo CTEx (existem dois) foi colocado a disposição do Gabinete de Intervenção Federal do Rio de Janeiro, e deverá começar a participar das ações em breve.

A família de Blindados Médios do CTEx

O Centro Tecnológico do Exército (CTEx), órgão do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), tem como missão a pesquisa e desenvolvimento de materiais de emprego militar (MEM) de interesse do Exército Brasileiro (EB).


Em 2008, em um convênio com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, o órgão desenvolveu um veículo com requisitos apresentados pela Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro (SESEG), recursos  da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), e participação direta das empresas AGRALE, responsável pelo chassi, e AUTOLIFE BLINDAGENS, responsável pela carroceria.

Dessa forma surgiu o protótipo da Viatura Especial de Patrulhamento (VEsPa), flagrada hoje no Rio.


Esse protótipo utiliza um chassi Agrale modelo MA 6.0, especialmente desenvolvido para a aplicação, e um motor eletrônico MWM-International 4.07 TCE de 140 cvde potência a 3.500 rpm.

Com capacidade para transportar cinco policiais na célula á frente e até seis presos no habitáculo da parte traseira, o veículo é estreito, leve e ágil, permitindo manobras e incursões em locais de difícil acesso, e o patrulhamento ostensivo nas vias expressas do Rio de Janeiro.



Após os testes efetuadas pelas polícias civis e militares do Estado, diversas melhorias foram sugeridas e, novamente com recursos da FAPERJ, um novo veículo blindado multiuso e com muito mais capacidade foi desenvolvido, o VEsPa 2, que  também objetivava a aplicação por parte das forças policiais, e que foi apresentado na LAAD 2011.





Já em 2012, aproveitando a experiência adquirida anteriormente com o programa VEsPa e com o objetivo de atender à crescente demanda de utilização de blindados em ambientes urbanos, seja em Operações de Manutenção da Paz sob a égide da ONU ou em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), surge o terceiro protótipo de blindado policial do CTEx, a Viatura Blindada de Patrulhamento de Emprego Dual (VBPED), cujo os Requisitos Operacionais Básicos (ROB) priorizavam a proteção balística, mobilidade e logística.


Com capacidade e de transporte de sete militares (motorista, chefe de viatura/comandante e cinco fuzileiros) e sempre privilegiando o uso de componentes comerciais nacionais, foi montado sobre o chassi Agrale MA 9.2 e foi equipado com um motor MWM Acteon 4.12 TCE com 150hp a 2200 rpm, com caixa automática Allison LTC 2000.

Possui Blindagem Nível III PA2, da Norma NBR 15000, resistente a disparos de calibres 7,62x51mm e 5,56×45 mm, escotilhas e seteiras para disparos.

É equipado com uma torreta mecânica para metralhadora leve, mas está sendo idealizado para utilizar um sistema de armas remotamente controlado, como o reparo REMAX.


Fotos: CTEx, via acervo Paulo Roberto Bastos

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/novo-blindado-do-exercito-brasileiro-na-intervencao-federal-gif/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1474 em: Novembro 01, 2018, 03:02:53 pm »
Embaixador da Alemanha visita a Guarnição de Santa Maria (Centro de Instrução de Blindados)


Santa Maria (RS) – Nos dias 29 e 30 de outubro, o Embaixador da República Federal da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, esteve em visita oficial à Guarnição de Santa Maria, com vistas a conhecer a estrutura do Exército Brasileiro em relação às tropas blindadas, atendendo convite do Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas.


O Embaixador esteve acompanhado do Adido de Defesa da Embaixada da República Federal da Alemanha no Brasil, Capitão-de-Mar-e-Guerra Volker Fritz Martin, e foi recepcionado pelo Comandante da 6ª Brigada de Infantaria Blindada, General de Brigada Giovany Carrião de Freitas, e pelo Chefe da Assessoria de Relações Institucionais da 3ª Divisão de Exército, Coronel André Portela Batista.


A visita iniciou no Centro de Adestramento Sul, quando foi apresentada a estrutura existente na "Capital dos Blindados" no que tange ao treinamento das tropas com emprego das três simulações (viva, virtual e construtiva), conceitos, estruturas e sua visão de futuro.



No Centro de Instrução de Blindados, conheceu seus recursos pessoais, pedagógicos e infraestrutura voltada ao treinamento técnico das guarnições dos blindados e dos mecânicos responsáveis pela manutenção da frota de blindados do Exército Brasileiro.



Já no 1º Regimento de Carros de Combate, manteve contato com a metodologia e particularidades atinentes ao treinamento das guarnições dos carros de combate em uma organização militar do Exército Brasileiro.



Encerrando as atividades, a comitiva deslocou-se para a empresa KMW do Brasil Sistemas de Defesa Ltda. Na fábrica, os seus diretores apresentaram as instalações, principais atividades realizadas em proveito do Exército Brasileiro e visão prospectiva da empresa no Brasil.

Ao final, o Embaixador Georg Witschel relatou sua satisfação em conhecer dois centros de excelência do Exército Brasileiro em tropas blindadas, bem como o alto nível técnico evidenciado pelos profissionais de ambos centros.


« Última modificação: Novembro 01, 2018, 03:04:35 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1475 em: Novembro 02, 2018, 05:37:48 pm »
17º RC Mec coopera na instrução de cadetes da AMAN


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Amambai (MS) – No período de 21 a 24 de outubro, o 17º Regimento de Cavalaria Mecanizado recebeu os Cadetes do 2º e 4º Anos do Curso de Cavalaria da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), cumprindo um Pedido de Cooperação de Instrução (PCI).

Na oportunidade, os cadetes visitaram as instalações do Regimento, onde puderam conhecer a Seção de Instrução de Blindados (S I Bld), o Centro de Operações (COP) e os materiais do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON).

Tiveram também instruções técnicas sobre as viaturas e equipamentos do Pelotão de Cavalaria Mecanizado (Pel C Mec) e realizaram um exercício de adestramento em defesa externa, ocasião em que ocuparam uma Zona de Reunião.

Logo após, realizaram um Reconhecimento de Eixo, Área e Zona e, ao final da missão, conquistaram e mantiveram uma Posição de Bloqueio.

Finalizando as atividades, os cadetes participaram de uma solenidade militar, ocasião em que os cadetes do 2º ano da AMAN receberam a boina preta, símbolo do combatente blindado e mecanizado.

FONTE: https://www.forte.jor.br/2018/11/01/17o-rc-mec-coopera-na-instrucao-de-cadetes-da-aman/





 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1476 em: Novembro 04, 2018, 01:44:15 pm »
Exército brasileiro lança edital para aquisição de protótipos de novos uniformes


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O Exército brasileiro deverá dar um importante salto tecnológico na indumentária da tropa, a partir de 2019. A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) lançou o edital de concurso para a aquisição de três protótipos de uniformes inteligentes, que deverão ser compostos por camiseta manga curta, meias, cinto, gandola camuflada e calça camuflada de combate.

O protótipo a ser desenvolvido deverá ser operacional para forças terrestres com vistas a atender ao mercado nacional e internacional, incluindo a possibilidade de aplicação dual, mediante a incorporação de tecnologias inovadoras em design, produtos têxteis, novos materiais e eletrônica embarcada.

As inscrições devem ser feitas até o dia 7 de novembro e podem participar pessoas físicas ou jurídicas que atendam integralmente às exigências do edital, publicado no site da ABDI. A premiação, no valor total de R$ 120 mil, será entregue no dia 27 de novembro para o 1º lugar (R$ 50 mil), 2º lugar (R$ 40 mil) e 3º lugar (R$ 30 mil), e os protótipos serão entregues à ABDI até o dia 18 de dezembro.

Os protótipos dos uniformes deverão ser entregues até o dia 18 de dezembro. No primeiro trimestre de 2019, a ABDI deverá agregar as especificações contidas no projeto executivo dos protótipos com as especificações do Exército Brasileiro e encaminhar para a produção de um lote piloto com outros parceiros para que possam ser utilizados para testes militares. Para mais informações sobre o edital de Uniformes Inteligentes clique aqui.

Segundo a Agência, o conhecimento adquirido a partir do projeto piloto dos uniformes inteligentes tende a ser transversal. O principal objetivo do concurso é agregar tecnologias do setor têxtil com as inovações em wearables.

O Exército já realizou outras iniciativas de uniformes inteligentes para as tropas, mas nenhuma ação previu a prototipação e a produção do lote inicial.

Fonte: TI inside / http://www.planobrazil.com/exercito-brasileiro-lanca-edital-para-aquisicao-de-prototipos-de-novos-uniformes/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1477 em: Novembro 04, 2018, 01:58:01 pm »









 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1478 em: Novembro 04, 2018, 02:01:20 pm »



 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1479 em: Novembro 06, 2018, 04:50:54 pm »
Comando de Operações Especiais do Exército contará com novas estruturas


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Goiânia, 05/11/2018 - O Comando de Operações Especiais (COPESP), do Exército Brasileiro, com sede em Goiânia, abrigará a partir do ano que vem um Complexo de Tiro para adestramento e emprego de tropas de ação rápida. O comandante do COPESP, general Mário Fernandes, fez uma apresentação nesta segunda-feira (05), ao ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, sobre a nova estrutura, que contará com dois estandes de tiro de 100 e 200 metros, um cenário urbano e uma torre para técnicas verticais.

Durante a visita do ministro da Defesa ao COPESP, o general Mário Fernandes enfatizou as principais peculiaridades das Operações Especiais: a flexibilidade, a capacidade de proficiência no emprego e a dissuasão. "Esta tropa, de forma integrada com as demais Forças, tem sido empregada nos mais longínquos rincões do território brasileiro e no exterior (Missões de Paz), onde é ou seja necessária, com todas as áreas de interesse estratégico da nação", disse o comandante.

Em mensagem à tropa de elite do Exército, o ministro Silva e Luna destacou as capacidades dos militares na condução e execução de guerra irregular, contraterrorismo, fuga e evasão, inteligência de combate, contraguerrilha, guerra de resistência, operações psicológicas, reconhecimento estratégico, busca, localização e ataques a alvos estratégicos, entre tantas outras. "As operações que vocês conduzem caracterizam-se por sua acentuada mobilidade estratégica, alto grau de sigilo, e considerável grau de risco, já que, em geral, são executadas em território hostil. Por isso vocês são militares especiais, com missões especiais", destacou o ministro.

Ainda se dirigindo aos integrantes do COPESP, Silva e Luna falou sobre a defesa da Pátria. "O inopinado das missões exige determinação, elevados níveis de treinamento, de capacitação, de condições para atuar em terra, ar, mar, cyber espaço, corações e mentes. Vocês optaram por defender a Pátria, indo além do dever, enfrentar graves adversidades, superar os próprios limites, buscar o erro zero. E arriscar a própria vida por um bem maior. Vocês são a personificação de que o maior patrimônio do nosso Exército é a nossa gente", disse.

O ministro Silva e Luna esteve na sala de Simulação de Tiro, onde, este ano, já foram treinadas tropas das Polícias Militares dos estados de Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, além de equipes da Polícia Federal. Em um outro momento, Silva e Luna acompanhou as atividades do Destacamento de Contraterrorismo e no Simulador de Queda Livre.

O COPESP possui parcerias com outros países como Estados Unidos, Inglaterra e Canadá.

Comando de Operações Especiais

Com sede na capital do estado de Goiás, o COPESP, atualmente, tem cerca de 900 militares. O tempo médio dos militares em missões é 150 dias.

A organização do Exército completou 61 anos e é subordinada ao Comando Militar do Planalto (CMP), e vinculado, para fins de preparo e emprego, ao Comando de Operações Terrestres (COTER).

Suas Organizações Militares orgânicas integram a Força de Ação Rápida Estratégica e apoiam as operações de todos os Comandos Militares de Área do Exército.

O COPESP é estruturado pelas seguintes unidades subordinadas: 1º Batalhão de Forças Especiais (1º BFEsp); 1º Batalhão de Ações de Comandos (1º BAC); 1º Batalhão de Operações de Apoio à Informações (1º BOAI); Batalhão de Apoio às Operações Especiais (B Ap Op Esp); Base Administrativa do Comando de Operações Especiais (B Adm C Op Esp); Companhia de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (Cia DQBRN); e 6º Pelotão de Polícia do Exército (6º Pel PE), todas localizadas em Goiânia. E ainda conta com o Centro de Instrução de Operações Especiais (C I Op Esp), localizado no Forte Imbuy, em Niterói (RJ) e a 3ª Companhia de Forças Especiais (3ª Cia F Esp), em Manaus.

FONTE: https://www.defesa.gov.br/component/content/article/333-notic%C3%ADas/49294-comando-de-opera%C3%A7%C3%B5es-especiais-do-ex%C3%A9rcito-contar%C3%A1-com-novas-estruturas?Itemid=101
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1480 em: Novembro 07, 2018, 04:40:00 pm »
MANOBRA ESCOLAR 2018: Operacionalidade, segurança e muito trabalho em favor da formação de profissionais militares brasileiros


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Resende (RJ) – Teve início, no dia 6 de novembro, as atividades conjuntas da Manobra Escolar 2018 na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), com um painel de ambientação e caracterização do exercício militar.

A manobra escolar reúne 4.300 militares, mais de 500 veículos e 10 aeronaves, no período de 5 a 16 de novembro. Organizada pelo Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), é uma das mais importantes atividades de combate simulado do Exército Brasileiro. Ela emprega os equipamentos e armamentos mais modernos disponíveis, além de contemplar diversos aspectos da guerra moderna, como o combate a forças irregulares e o enfrentamento em ambiente humanizado. Nesse período, os moradores da cidade de Resende e região presenciam uma grande movimentação de militares, aeronaves e viaturas pelos municípios e também pela Rodovia Presidente Dutra.

Paralelo aos exercícios tipicamente militares, também são realizadas ações cívico-sociais, nas quais o Exército tem a oportunidade de prestar diversos serviços à população, como atendimento médico-odontológico e ambulatorial, além de reforçar a integração da Força Terrestre com as comunidades. Serão visitadas as comunidades de Nossa Senhora do Amparo, em Barra Mansa, nos dias 8 e 9 de novembro; Quatis, nos dias 10 e 11 de novembro; Falcão, em Resende, no dia 11 de novembro; e Porto Real no dia 12 de novembro. Os atendimentos serão realizados das 8 h às 12 h e das 13 h às 17 h, nos postos de saúde de cada comunidade. Para serem atendidos, os interessados devem realizar o agendamento, no posto de saúde mais próximo da sua residência.

Para recepcionar os componentes de diferentes equipes e ambientá-los quanto às atividades operacionais, o Subcomandante da AMAN, Coronel Paulo Roberto Coriolano, fez a abertura da atividade no Teatro Acadêmico. Nela, procedeu-se a um pequeno histórico do exercício: “A manobra escolar da AMAN mudou muito dos anos 1980 para a que estamos realizando hoje. De um evento interno da AMAN, envolvendo os cadetes no treinamento e na execução naqueles anos, chegamos a um exercício que envolve diversos estabelecimentos de ensino vinculados ao DECEx, no qual participam cerca de 4.300 militares. Esse conjunto de atividades é impactado por duas equações: a do tempo e a da segurança, no que diz respeito a seu nível de realismo”, explicou o Subcomandante. Ele continuou sua explanação ressaltando aspectos garantidores de sucesso para o evento: “a equação do tempo, porque não é possível um planejamento que supere o período da própria manobra e a equação da segurança, porque não é possível praticar ações militares deixando à parte a gestão dos riscos”, destacou o Subcomandante da AMAN. Encerrou a sua fala com um chamamento a todos quanto às suas responsabilidades do princípio ao fim da exercício. “Há três fatores que proporcionam a segurança em operações: o primeiro é o próprio militar que é responsável pela sua integridade física; o segundo é o militar que o acompanha, uma vez que todas as atividades são realizadas com o mínimo de dois militares; e o terceiro é a responsabilidade do planejamento da operação”, concluiu.

A mais alta autoridade presente no painel de abertura foi o Comandante de Aviação do Exército, General de Brigada Carlos Waldyr Aguiar. Além da AMAN, participam da Manobra Escolar 2018 o DECEx; a Diretoria de Educação Superior Militar; o Comando de Operações Terrestres; o Centro de Comunicação Social do Exército; o Centro de Estudo de Pessoal e Forte Duque de Caxias; a Escola de Inteligência Militar do Exército; o 1º Batalhão de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear; o Comando de Aviação do Exército; o 1º Batalhão de Operações Psicológicas; o Centro de Adestramento Leste; o Hospital Militar de Resende; o 6º Grupo de Mísseis e Foguetes; o 6º Batalhão de Inteligência Militar; o 1º Batalhão de Guerra Eletrônica; o Centro de Instrução de Guerra Eletrônica; o Instituto Militar de Engenharia; o Hospital de Campanha; a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército; a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais; a Escola de Formação Complementar do Exército; a Escola de Saúde do Exército; a Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos; a Escola de Sargentos de Logística; a Escola de Instrução Especializada; a Escola de Sargentos das Armas; o Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército; e o Centro de Instrução de Artilharia, Mísseis e Foguetes.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/manobra-2018-operacionalidade-seguranca-e-integracao











 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1481 em: Novembro 08, 2018, 11:53:52 am »
Como será o Governo Bolsonaro para as Forças Armadas Brasileiras?


Sinalizações positivas, contradições e múltiplos desafios dominam nova área de Defesa

Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres


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“As Forças Armadas farão parte da política de governo; não serão deixadas em segundo plano como aconteceu no governo Fernando Henrique e no governo do Lula”.

Essa declaração – não provocada – do presidente eleito Jair Bolsonaro, durante uma entrevista coletiva em sua residência do Rio, na tarde da última quinta-feira (01.11), foi, até agora, a sinalização mais clara – e de mais alto nível – de que os militares brasileiros podem aguardar uma fase de prestígio renovado – leia-se, de maiores recursos.

Mas há controvérsias.

Quarenta e oito horas antes da coletiva, o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, chegou à casa de Bolsonaro dizendo para os jornalistas que não haverá “dinheiro extra” para os militares.

O blog Forças Terrestres apurou que Mourão jogou essa ducha de água fria repetindo um mantra do economista Paulo Guedes, especialista escolhido por Bolsonaro para ser o xerife da área econômica no governo que emergiu das urnas. Como todos os seus pares, historicamente, Guedes, na seara das Forças Armadas, quer “cortar”, não quer “prestigiar”.

A diferença dele para os ministros da Fazenda que o antecederam, é que, agora, o economista-chefe terá um “patrão” militar (na verdade, dois, se considerarmos Mourão) que compreende, melhor do que qualquer chefe de governo dos últimos 35 anos, a importância de um país com as dimensões, riquezas e responsabilidades do Brasil, dispor de um aparato de Defesa minimamente preparado para responder a uma ameaça.

Embraer-Boeing – No pequeno conjunto de sinalizações positivas para os militares que viscejam nessa fase pós-vitória na eleição, é de se notar, também, o interesse manifesto do presidente eleito por aproximar seu futuro governo da tecnologia israelense.

Move Bolsonaro, a princípio, o desejo de trazer para o Brasil as técnicas desenvolvidas em Israel para o aproveitamento do potencial agrícola de regiões áridas. Mas há poucas dúvidas: daí ao chefe da Nação se interessar pela cooperação na área militar é só um pulinho.

E como alguns militares brasileiros lembraram ao Forças Terrestres, quando se fala em tecnologia militar de Israel, se está falando, implicitamente, em tecnologia militar americana.

Essa aproximação “por tabela” e a admiração confessa de Bolsonaro pelos Estados Unidos, deve dar rumos definitivos à Base Espacial de Alcântara, no Maranhão, e, possivelmente, à associação da Embraer com a Boeing – negociação que o Ministério da Defesa, em Brasília, percebe como de enorme potencial para as Forças Armadas mas, aparentemente, desinteressada de fortalecer a área militar brasileira.

De resto, é preciso dizer que há um rol enorme de dúvidas, incertezas e desafios na nova área de Defesa.

A começar de quem mandará em quem.

Parece certo que, eleito comandante-em-chefe das Forças Armadas aos 63 anos de idade, o capitão da reserva Bolsonaro terá o controle do setor militar, mas há dúvidas sobre a autonomia (e a vitalidade) do ministro escolhido para a Pasta da Defesa, general Augusto Heleno Ribeiro Pereira – de 71 anos completados nesta última segunda-feira, 29.

Especialmente em face da mania do seu colega mais moderno, general Hamilton Mourão, novo vice-presidente, de distribuir “pitacos” sobre quaisquer assuntos.

Heleno já terá problemas suficientes, para ainda ter que se preocupar com os incômodos produzidos pelos rompantes do vice.

MPA – Nesse capítulo dos desafios, o general precisará prover sustentação financeira (a) ao programa de submarinos da Marinha, (b) à construção de uma flotilha de escoltas (novos e de 2ª mão), (c) à importação de caças suecos Gripen, (d) à entrada em operação dos primeiros jatos de transporte KC-390, (e) à modernização da frota de turboélices Tucano do 1º Esquadrão de Instrução Aérea (Avançada) da Academia da Força Aérea, (f) à consolidação do projeto de Artilharia Astros 2020 e (g) à expansão do SISFRON (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) – onde ainda faltam muitos sensores, veículos dedicados e sistemas de comunicação sofisticados.

O Exército Brasileiro optou por ser uma Força leve e de alta mobilidade, que só fará a revitalização dos seus Regimentos de Cavalaria Blindada – por meio da compra de carros de combate alemães Leopard 2 A4 (ou A6) usadosno ano de 2027.

Uma Força leve e livre das conhecidas brigadas de Infantaria Motorizada (onde os infantes são transportados a bordo de caminhões), resquício de uma estrutura que remonta à sua organização pós-2ª Guerra Mundial.

Mas a Força Terrestre sofre de um mal invisível e cruel: a imprevisibilidade, que deixa os seus projetos sem prazo, e o seu funcionamento de eficiência incerta.

A criação da Aviação de Asa Fixa da Força Terrestre vem sendo estudada e providenciada há mais de dez anos, e agora está prevista para se tornar uma realidade no ano de 2021. O programa de obtenção de um blindado de combate sobre rodas (8×8) foi interrompido devido à falta de sustentação financeira. A implantação de uma unidade de helicópteros de ataque, que deveria acontecer até o fim de 2019, também depende de uma liberação de verbas que, hoje, não existem.

Há outras questões não resolvidas igualmente importantes, ainda que de menor apelo de publicidade na mídia dita “especializada”. Uma delas, o debate em torno do que já pode ser feito para garantir às Forças Armadas, no futuro (a partir da década de 2030), um mínimo de capacidade de Patrulha Marítima.

O Forças Terrestres apurou que a Embraer até aceita pensar no desenvolvimento de uma versão de reconhecimento marítimo para os seus jatos E-190 e KC-390, desde que a Força Aérea Brasileira (FAB) pague por esse trabalho, é claro.

Como nos próximos anos a FAB estará às voltas com a quitação dos 36 caças Gripen comprados ao grupo SAAB, o mais provável é que o Ministério da Defesa se veja forçado a abandonar o discurso nacionalista da construção da aeronave de patrulha no país, e opte por uma solução bem mais rápida e menos complicada: a aquisição do bimotor Airbus CN-235 MPA (Maritime Patrol Aircraft) – de 40 e poucos milhões de dólares a unidade –, já adotado por vários países.

FONTE: https://www.forte.jor.br/2018/11/05/como-sera-o-governo-bolsonaro-para-as-forcas-armadas/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1482 em: Novembro 08, 2018, 11:57:13 am »
Bolsonaro promete que não haverá contingenciamento para Forças Armadas Brasileiras


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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse hoje (6), na porta do Ministério da Defesa, que não haverá contingenciamento de recursos para as Forças Armadas. Perguntado, ele disse que essa definição caberá ao futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. “Paulo Guedes disse que não [haverá cortes nos recursos para as Forças Armadas]. Nada mais justo. É um reconhecimento às Forças Armadas, mas é Paulo Guedes quem manda na economia”, afirmou Bolsonaro antes de participar de um almoço com o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna.

O presidente eleito disse ainda que espera concluir a composição dos ministérios até o fim do mês.

Após o almoço, o ministro da Defesa disse que o compromisso apresentado pelo futuro governo vai garantir a continuidade de projetos estratégicos. O general reconheceu que todas as pastas do governo precisam se adaptar a ajustes diante da atual situação do país, mas é preciso garantir que o orçamento compatibilizado seja assegurado até o fim do ano. “O que é ruim é planejar uma despesa e ver ela sendo restringida ao longo do ano”, disse Joaquim Silva e Luna.

No início da tarde, ao chegar para reunião com o comandante da Marinha, Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, Bolsonaro voltou a dizer que as Forças Armadas terão destaque em seu governo e que nunca deveriam ter deixado de ter prestígio e importância. “As Forças Armadas são as guardiãs da nossa Constituição. As Forças Armadas ocuparão lugar de destaque e voltarão a fazer parte da mesa ministerial, mesmo na informalidade se for o caso”, disse.

FONTE: Agência Brasil / https://www.forte.jor.br/2018/11/07/bolsonaro-promete-que-nao-havera-contingenciamento-para-forcas-armadas/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1483 em: Novembro 09, 2018, 11:21:48 am »
Manobra escolar 2018: Instrução de "Fast Rope"


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Resende (RJ) – A fim de aperfeiçoar as técnicas de infiltração em terreno hostil, foi executada, na manhã de quarta-feira, 7 de novembro, a instrução de fast rope, ou corda rápida, para cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e alunos da Escola de Sargentos das Armas (ESA), ministrada pelos militares do Comando de Aviação do Exército.

Ao contrário de outras técnicas de descida utilizando cordas, como o Rapel, na técnica do fast rope os equipamentos como o freio em “8”, mosquetões e o boldrier são dispensados. O militar utiliza apenas luvas e a fricção do calçado contra a corda para uma descida rápida e segura. Outra particularidade quanto aos equipamentos fast rope são as cordas utilizadas para descida, que são de diâmetro maior, cerda de 40 mm, e de material especial, a fim de permitir uma descida suave.

A técnica é particularmente útil para o desembarque de elementos ou pequenas frações em locais onde a aeronave não consegue pousar ou, principalmente, quando o desembarque necessita ser feito de forma rápida, reduzindo o tempo de exposição da aeronave.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/9373076






 

 

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