Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1155 em: Novembro 08, 2018, 11:53:52 am »
Como será o Governo Bolsonaro para as Forças Armadas Brasileiras?


Sinalizações positivas, contradições e múltiplos desafios dominam nova área de Defesa

Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres


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“As Forças Armadas farão parte da política de governo; não serão deixadas em segundo plano como aconteceu no governo Fernando Henrique e no governo do Lula”.

Essa declaração – não provocada – do presidente eleito Jair Bolsonaro, durante uma entrevista coletiva em sua residência do Rio, na tarde da última quinta-feira (01.11), foi, até agora, a sinalização mais clara – e de mais alto nível – de que os militares brasileiros podem aguardar uma fase de prestígio renovado – leia-se, de maiores recursos.

Mas há controvérsias.

Quarenta e oito horas antes da coletiva, o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, chegou à casa de Bolsonaro dizendo para os jornalistas que não haverá “dinheiro extra” para os militares.

O blog Forças Terrestres apurou que Mourão jogou essa ducha de água fria repetindo um mantra do economista Paulo Guedes, especialista escolhido por Bolsonaro para ser o xerife da área econômica no governo que emergiu das urnas. Como todos os seus pares, historicamente, Guedes, na seara das Forças Armadas, quer “cortar”, não quer “prestigiar”.

A diferença dele para os ministros da Fazenda que o antecederam, é que, agora, o economista-chefe terá um “patrão” militar (na verdade, dois, se considerarmos Mourão) que compreende, melhor do que qualquer chefe de governo dos últimos 35 anos, a importância de um país com as dimensões, riquezas e responsabilidades do Brasil, dispor de um aparato de Defesa minimamente preparado para responder a uma ameaça.

Embraer-Boeing – No pequeno conjunto de sinalizações positivas para os militares que viscejam nessa fase pós-vitória na eleição, é de se notar, também, o interesse manifesto do presidente eleito por aproximar seu futuro governo da tecnologia israelense.

Move Bolsonaro, a princípio, o desejo de trazer para o Brasil as técnicas desenvolvidas em Israel para o aproveitamento do potencial agrícola de regiões áridas. Mas há poucas dúvidas: daí ao chefe da Nação se interessar pela cooperação na área militar é só um pulinho.

E como alguns militares brasileiros lembraram ao Forças Terrestres, quando se fala em tecnologia militar de Israel, se está falando, implicitamente, em tecnologia militar americana.

Essa aproximação “por tabela” e a admiração confessa de Bolsonaro pelos Estados Unidos, deve dar rumos definitivos à Base Espacial de Alcântara, no Maranhão, e, possivelmente, à associação da Embraer com a Boeing – negociação que o Ministério da Defesa, em Brasília, percebe como de enorme potencial para as Forças Armadas mas, aparentemente, desinteressada de fortalecer a área militar brasileira.

De resto, é preciso dizer que há um rol enorme de dúvidas, incertezas e desafios na nova área de Defesa.

A começar de quem mandará em quem.

Parece certo que, eleito comandante-em-chefe das Forças Armadas aos 63 anos de idade, o capitão da reserva Bolsonaro terá o controle do setor militar, mas há dúvidas sobre a autonomia (e a vitalidade) do ministro escolhido para a Pasta da Defesa, general Augusto Heleno Ribeiro Pereira – de 71 anos completados nesta última segunda-feira, 29.

Especialmente em face da mania do seu colega mais moderno, general Hamilton Mourão, novo vice-presidente, de distribuir “pitacos” sobre quaisquer assuntos.

Heleno já terá problemas suficientes, para ainda ter que se preocupar com os incômodos produzidos pelos rompantes do vice.

MPA – Nesse capítulo dos desafios, o general precisará prover sustentação financeira (a) ao programa de submarinos da Marinha, (b) à construção de uma flotilha de escoltas (novos e de 2ª mão), (c) à importação de caças suecos Gripen, (d) à entrada em operação dos primeiros jatos de transporte KC-390, (e) à modernização da frota de turboélices Tucano do 1º Esquadrão de Instrução Aérea (Avançada) da Academia da Força Aérea, (f) à consolidação do projeto de Artilharia Astros 2020 e (g) à expansão do SISFRON (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) – onde ainda faltam muitos sensores, veículos dedicados e sistemas de comunicação sofisticados.

O Exército Brasileiro optou por ser uma Força leve e de alta mobilidade, que só fará a revitalização dos seus Regimentos de Cavalaria Blindada – por meio da compra de carros de combate alemães Leopard 2 A4 (ou A6) usadosno ano de 2027.

Uma Força leve e livre das conhecidas brigadas de Infantaria Motorizada (onde os infantes são transportados a bordo de caminhões), resquício de uma estrutura que remonta à sua organização pós-2ª Guerra Mundial.

Mas a Força Terrestre sofre de um mal invisível e cruel: a imprevisibilidade, que deixa os seus projetos sem prazo, e o seu funcionamento de eficiência incerta.

A criação da Aviação de Asa Fixa da Força Terrestre vem sendo estudada e providenciada há mais de dez anos, e agora está prevista para se tornar uma realidade no ano de 2021. O programa de obtenção de um blindado de combate sobre rodas (8×8) foi interrompido devido à falta de sustentação financeira. A implantação de uma unidade de helicópteros de ataque, que deveria acontecer até o fim de 2019, também depende de uma liberação de verbas que, hoje, não existem.

Há outras questões não resolvidas igualmente importantes, ainda que de menor apelo de publicidade na mídia dita “especializada”. Uma delas, o debate em torno do que já pode ser feito para garantir às Forças Armadas, no futuro (a partir da década de 2030), um mínimo de capacidade de Patrulha Marítima.

O Forças Terrestres apurou que a Embraer até aceita pensar no desenvolvimento de uma versão de reconhecimento marítimo para os seus jatos E-190 e KC-390, desde que a Força Aérea Brasileira (FAB) pague por esse trabalho, é claro.

Como nos próximos anos a FAB estará às voltas com a quitação dos 36 caças Gripen comprados ao grupo SAAB, o mais provável é que o Ministério da Defesa se veja forçado a abandonar o discurso nacionalista da construção da aeronave de patrulha no país, e opte por uma solução bem mais rápida e menos complicada: a aquisição do bimotor Airbus CN-235 MPA (Maritime Patrol Aircraft) – de 40 e poucos milhões de dólares a unidade –, já adotado por vários países.

FONTE: https://www.forte.jor.br/2018/11/05/como-sera-o-governo-bolsonaro-para-as-forcas-armadas/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1156 em: Novembro 08, 2018, 11:57:13 am »
Bolsonaro promete que não haverá contingenciamento para Forças Armadas Brasileiras


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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse hoje (6), na porta do Ministério da Defesa, que não haverá contingenciamento de recursos para as Forças Armadas. Perguntado, ele disse que essa definição caberá ao futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. “Paulo Guedes disse que não [haverá cortes nos recursos para as Forças Armadas]. Nada mais justo. É um reconhecimento às Forças Armadas, mas é Paulo Guedes quem manda na economia”, afirmou Bolsonaro antes de participar de um almoço com o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna.

O presidente eleito disse ainda que espera concluir a composição dos ministérios até o fim do mês.

Após o almoço, o ministro da Defesa disse que o compromisso apresentado pelo futuro governo vai garantir a continuidade de projetos estratégicos. O general reconheceu que todas as pastas do governo precisam se adaptar a ajustes diante da atual situação do país, mas é preciso garantir que o orçamento compatibilizado seja assegurado até o fim do ano. “O que é ruim é planejar uma despesa e ver ela sendo restringida ao longo do ano”, disse Joaquim Silva e Luna.

No início da tarde, ao chegar para reunião com o comandante da Marinha, Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, Bolsonaro voltou a dizer que as Forças Armadas terão destaque em seu governo e que nunca deveriam ter deixado de ter prestígio e importância. “As Forças Armadas são as guardiãs da nossa Constituição. As Forças Armadas ocuparão lugar de destaque e voltarão a fazer parte da mesa ministerial, mesmo na informalidade se for o caso”, disse.

FONTE: Agência Brasil / https://www.forte.jor.br/2018/11/07/bolsonaro-promete-que-nao-havera-contingenciamento-para-forcas-armadas/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1157 em: Novembro 09, 2018, 11:21:48 am »
Manobra escolar 2018: Instrução de "Fast Rope"


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Resende (RJ) – A fim de aperfeiçoar as técnicas de infiltração em terreno hostil, foi executada, na manhã de quarta-feira, 7 de novembro, a instrução de fast rope, ou corda rápida, para cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e alunos da Escola de Sargentos das Armas (ESA), ministrada pelos militares do Comando de Aviação do Exército.

Ao contrário de outras técnicas de descida utilizando cordas, como o Rapel, na técnica do fast rope os equipamentos como o freio em “8”, mosquetões e o boldrier são dispensados. O militar utiliza apenas luvas e a fricção do calçado contra a corda para uma descida rápida e segura. Outra particularidade quanto aos equipamentos fast rope são as cordas utilizadas para descida, que são de diâmetro maior, cerda de 40 mm, e de material especial, a fim de permitir uma descida suave.

A técnica é particularmente útil para o desembarque de elementos ou pequenas frações em locais onde a aeronave não consegue pousar ou, principalmente, quando o desembarque necessita ser feito de forma rápida, reduzindo o tempo de exposição da aeronave.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/9373076






 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1158 em: Novembro 14, 2018, 12:49:33 pm »
Cerca de 4.300 militares ocupam posições no terreno para início da manobra escolar 2018


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Resende (RJ) – Cerca de 4.300 militares ocuparam suas posições no terreno para o início da atividade de combate simulado durante a Manobra Escolar 2018. Sob forte chuva, o apronto operacional foi realizado na região dos Parques dos Cursos, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Veículos, armamentos, apoio de saúde e diversos outros meios para o cumprimento das missões do exercício foram inspecionados e iniciaram o deslocamento para o terreno.

Além da AMAN, participaram da atividade diversas escolas do sistema DECEx (Departamento de Educação e Cultura do Exército), como a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, a Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos, a Escola de Sargentos das Armas – todas colocando seus alunos nas funções que estão sendo preparados para exercer. A partir da quinta-feira, as tropas iniciarão as atividades simuladas de imposição da paz, estabilização e assistência humanitária, conforme proposto pelo exercício.

Os estudantes de jornalismo que participam do Estágio para Correspondentes em Assuntos Militares acompanharam a atividade e tiveram a oportunidade de entrevistar os comandantes de frações, no contexto da simulação. Além disso, uma comitiva de militares do Exército dos Estados Unidos visitaram o apronto operacional, estreitando os laços entre as Forças Armadas de Nações Amigas.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/9375242







 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1159 em: Novembro 25, 2018, 08:30:13 pm »
MANOBRA ESCOLAR 2018: Além de aprendizado, integração entre escolas e unidades apoiadoras


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Resende (RJ) – Foram 12 dias de intensas atividades operacionais na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), que se iniciaram com o planejamento realizado pelos alunos concludentes do Curso de Comando e Estado-Maior do Exército há 40 dias, seguindo diretrizes do Departamento de Ensino e Cultura do Exército (DECEx) com a participação do Comando de Operações Terrestres (COTER) e de organizações e agências apoiadoras.

As ações de combate chamaram a atenção pelo seu gigantismo, pelo número de militares envolvidos e pelo movimento constante de viaturas operacionais. No entanto esse exercício foi muito além do movimento de tropas, dos tiros e das ações de comando em todos os seus diferentes níveis. Houve apoio às comunidades dos municípios da região de Resende com o Hospital de Campanha e com as ações cívico-sociais (ACISO), tendo-se realizado cerca de 1.300 atendimentos médicos em 15 especialidades.

A demonstração de tiro coletivo das armas da Força-Tarefa Azul foi uma das últimas atividades desse período. Nela, o General de Divisão Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves recebeu do Chefe do DECEx, General de Exército Mauro César Lorena Cid, mais alta autoridade presente ao evento, a deferência de poder comandar o fogo na demonstração. Em seguida, o General Cid explicou: “A Manobra Escolar 2018 praticamente encerra o ano de instrução. Ela é a última entrega que produzimos para o Exército. Todas as nossas escolas integradas e produzindo, é disso que a Força precisa. É o conhecimento saindo das salas de aula para o terreno”.

A AMAN passou vários dias com intensos movimentos de tropa e com realização de tiros em diversas oportunidades. Isso requer cuidados especiais com todos os detalhes, sendo o principal deles a segurança. “A segurança para nós é imprescindível, nós temos o máximo cuidado para que possamos fazer um exercício dessa magnitude sem nenhum acidente. Nós estamos falando de 14 escolas, de 4.300 homens e mulheres desenvolvendo e praticando aquilo que aprenderam nas suas instruções. Logo, nós temos uma verdadeira obsessão por segurança para que o nosso aprendizado e nossas competências sejam desenvolvidos num correto e aplicado ambiente operacional,” afirmou o General Costa Neves.

Segundo o aluno da ECEME, Major José Ferreira Araújo Neto, participar do planejamento desse conjunto de ações militares teve um sabor especial, porque teve a oportunidade de enfrentar os desafios e colocar em prática em uma operação, desde o nível estratégico até o operacional. Para ele, o terreno exige adaptações do que foi planejado, dependendo da realidade dos fatos. O Major Araújo acredita que depois desse evento estará em melhores condições de contribuir com o Exército Brasileiro em qualquer organização militar para a qual venha a ser designado.

A Tenente-Aluna Médica Lúcia Tereza Mascarenhas Freire Oliveira, da Escola de Saúde do Exército (EsSEx), atuou nas ações cívico-sociais atendendo à população da cidade de Quatis (RJ), que fica próximo a Resende (RJ). Para ela, ser uma ferramenta propiciadora da interação do Exército com as comunidades locais, respeitando a cultura da região, foi uma oportunidade especial. A aluna considera que foi muito bom colocar em prática os conhecimentos médicos adquiridos na universidade e os militares recebidos no curso de oficial médica na EsSEx. Segundo a tenente, encontrar os alunos da Escola de Sargentos de Logística (EsSLog) serviu para formar laços de amizades e para fortalecer a Família Verde-Oliva, que agora todos passam a integrar.

A Manobra Escolar 2018 serviu, ainda, para que fosse observado o emprego dos produtos dos Programas Estratégicos do Exército, conforme se pode verificar nas fotos da atividade que acompanha essa reportagem.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/9395826
 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1160 em: Novembro 30, 2018, 10:48:52 am »
Com participação de 471 viaturas, cerca de 2 mil militares da 3ª Divisão de Exército promove exercício no terreno


Rosário do Sul (RS) – No período de 22 a 30 de novembro, a 3ª Divisão de Exército (3ª DE), por intermédio da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada (3ª Bda C Mec), está realizando a Operação Ibicuí, englobando os municípios de Santana do Livramento, Rosário do Sul e Cacequi.

O Exercício, dirigido pelo Comandante da 3ª Bda C Mec, General de Brigada Carlos Augusto Ramires Teixeira, buscou a certificação do Estado-Maior das Unidades componentes da Brigada FORSUL, tropa de pronto emprego na defesa externa da 3ª DE.

Além da certificação do Estado-Maior, a Operação Ibicuí serviu para o adestramento de 2.000 militares com o emprego de 471 viaturas, através de manobra de dupla ação em operações ofensivas e defensivas, aprimorando as técnicas e procedimentos da tropa nas funções de combate, movimento e manobra, comando e controle, inteligência, fogos, logística e proteção.

O destaque da Operação foi a realização do tiro com a utilização dos Blindados Leopard 1A5, que se constituem no que há de mais moderno em termos de carro de combate no Brasil, e das Viaturas Blindadas de Reconhecimento Cascavel, ocorrido no dia 27 de novembro, na região do Barro Vermelho. O evento contou com a presença do General de Divisão Mauro Sinott Lopes, Comandante da 3ª DE, e de Comandantes das Grandes Unidades subordinadas.

Participaram do Exercício a 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada (Bagé), a 6ª Brigada de Infantaria Blindada (Santa Maria), a 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada (Santiago), a 2ª Brigada de Cavalaria Mecanizada (Uruguaiana), o 19º Batalhão de Infantaria Motorizado (São Leopoldo) e o 1° Batalhão de Comunicações (Santo Ângelo).










 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1161 em: Dezembro 10, 2018, 11:06:03 am »
Exército Brasileiro realiza doação de carros de combate M41 ao Exército uruguaio


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Santana do Livramento (RS) – Na manhã de 7 de dezembro, o Exército Brasileiro realizou a entrega de 25 viaturas blindadas de combate M41 ao Exército Uruguaio. As viaturas são de fabricação americana e a doação foi aprovada pelo Poder Executivo em razão de um acordo entre os dois países. A solenidade aconteceu no 7º Regimento de Cavalaria Mecanizado, em Santana do Livramento, fronteira entre o Brasil e o Uruguai. A cerimônia contou com a presença do Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas e do Comandante do Exército Nacional Uruguaio, General Manini Ríos.

Antes da entrega, militares uruguaios passaram por um Estágio de Operação, conduzido pelo Centro de Instrução de Blindados, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, onde foram capacitados a operar as viaturas. No Parque Regional de Manutenção da 3a Região Militar, os mecânicos aprenderam técnicas de reparo e conservação dos M41.

A doação aconteceu porque, no Brasil, os equipamentos foram substituídos por outros modelos de viaturas e no início dessas substituições, o Exército Uruguaio demonstrou interesse em receber os blindados M41.

Em 2011, já havia acontecido doação semelhante.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/9435837


 

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« Responder #1162 em: Dezembro 10, 2018, 11:19:23 am »
 

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« Responder #1163 em: Dezembro 13, 2018, 07:15:25 pm »
 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1164 em: Dezembro 16, 2018, 03:36:28 pm »
Exército Brasileiro procura substituto para seus obuses rebocados de 105 mm


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Por Victor Barreira

O Exército Brasileiro está procurando substituir seu inventário de obuseiros rebocados de 105 mm para uma única linha do sistema BAE Systems M119 Light Gun 105 mm, que recentemente foi relatado a Jane. Como parte do subprograma do Programa de Artilharia de Campo do Programa Estratégico do Exército para  obtenção de Capacidade Operacional Plena’, o esforço é planejado para reestruturar o portfólio de artilharia de campo e fornecer tropas terrestres com poder de fogo adequado e preciso até 2031.

O EB possui atualmente 134 M101s, 67 obuses de M101A1s, 60 M56s e 40 L118 Light Gun. Ao colocar em campo um único sistema, o Exército está procurando aprimorar o treinamento, a operação e a logística, além de fornecer maior mobilidade.

O M119 é um obuseiro leve que utiliza munições L20A1. Pode ser rebocado por um caminhão ou transportado como uma carga suspensa por helicóptero. Ele dispara munição padrão da OTAN de 105 mm e inclui a possibilidade de incorporar sistemas de controle de fogo digitais e automatizados, radar de velocidade e um sensor eletroóptico compacto.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: DAN / FONTE: Jane’s Defence Weekly

 :arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/exercito-brasileiro-procura-substituto-para-seus-obuses-rebocados-de-105-mm/
 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1165 em: Janeiro 13, 2019, 03:38:47 pm »
General Leal Pujol recebe o Comando do Exército do Gen Villas Bôas


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Brasília, 11/01/2019 – Em cerimônia emocionante, o general Eduardo Villas Bôas passou o comando do Exército para o general Edson Leal Pujol, na manhã desta sexta-feira (11). A solenidade ocorreu no Clube de Exército, sede Lago, onde cerca de duas mil pessoas presenciaram a transmissão de cargo. Estiveram presentes o presidente da República, Jair Bolsonaro, o vice-presidente, Hamilton Mourão, o presidente do Superior Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e demais ministros, comandantes de Forças e oficiais generais do Alto Comando.

Ao iniciar o discurso, o general Villas Bôas afirmou que nunca havia visto o salão nobre do Clube do Exército “tão lotado”. Saudou as autoridades e, especialmente, os companheiros da turma 1973 e os cadetes que formou. Após quatro anos, ele deixa o comando com 52 anos de carreira militar. “O cumprimento de minha missão só foi possível pelo desvelo desses oficiais e praças, que se multiplicaram em atenções e providências criativas”, destacou. Villas Bôas admitiu sentir-se extremamente feliz, “pela circunstância de estar passando o comando do Exército de Caxias a um profissional que elevará os níveis de desempenho da Força Terrestre”.


Ao general Leal Pujol, ele desejou absoluto êxito em sua gestão e muitas felicidades. “Que meu último ato como comandante seja um abraço de gratidão em cada integrante do Exército de Caxias. Levo como principal legado a saudade, porque, na minha alma, permanecerá esse vínculo com todos aqueles que comigo ombrearam nesses 52 anos de caserna, eternizado em cada sorriso e continência que me prestaram”, destacou o general Villas Bôas. Após o fim do discurso, todos os presentes ficaram de pé e marcaram o momento com uma longa salva de palmas que emocionou o general.


O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, afirmou que a passagem do general Villas Bôas foi marcada pela liderança conciliadora em que pautou o comando, baseado na legalidade, na estabilidade e na legitimidade, com o foco na manutenção da paz e no respeito à democracia. “Manteve a ética como parceira do cotidiano militar, e induziu a disciplina consciente como modelo de comportamento.   Fez do Exército solução, não parte do problema”, ressaltou.

Ao novo comandante, Leal Pujol, o ministro da Defesa considerou um momento de renovação, “tão própria da democracia”. “   O General Leal Pujol assume enorme responsabilidade de conduzir o Exército Brasileiro, uma instituição permanente e não pode oscilar com modismos ou desviar os olhos da razão da sua existência – o nosso Brasil”, discursou.

Na solenidade, o presidente da República, Jair Bolsonaro, recebeu a Ordem do Mérito Militar no grau de grã-cruz.

Perfil do comandante

General de Exército Edson Leal Pujol nasceu em janeiro de 1955, em Dom Pedrito (RS). Ingressou no Exército em 1º de março de 1971, na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, e concluiu a Academia Militar das Agulhas Negras em 15 de dezembro de 1977, tendo sido declarado aspirante a oficial da Arma de Cavalaria. Foi promovido ao posto atual em 31 de março de 2015.

No Exterior, exerceu as funções de Observador Militar das Nações Unidas em El Salvador (ONUSAL), na América Central; e de Adido de Defesa, Naval e do Exército junto à Embaixada Brasileira no Suriname, América do Sul.

Comandou a Escola de Administração do Exército e Colégio Militar de Salvador, na Bahia, a 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, em Santiago (RS), e a Academia Militar das Agulhas Negras em Resende (RJ). Foi Chefe do Centro de Inteligência do Exército; Comandante das Forças de Paz da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH) e Secretário-Executivo do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República em Brasília (DF).

O general Leal Pujol exerceu, até 18 de dezembro de 2018, a função de Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia em Brasília (DF). Durante os 48 anos de serviço ativo, foi agraciado com 59 medalhas nacionais e 10 condecorações internacionais, além de outros títulos e prêmios.

Por Júlia Campos

Fotos:Tereza Sobreira/MD

FONTE: https://www.defesa.gov.br/noticias/51525-general-leal-pujol-recebe-o-comando-do-exercito-do-gen-villas-boas
« Última modificação: Janeiro 13, 2019, 03:39:35 pm por Vitor Santos »
 

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« Responder #1166 em: Janeiro 13, 2019, 03:51:03 pm »








 

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« Responder #1167 em: Janeiro 14, 2019, 04:03:12 pm »
 

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« Responder #1168 em: Janeiro 17, 2019, 01:24:21 pm »
Saab assina contrato com o Exército Brasileiro para fornecimento do RBS 70 NG


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A Saab assinou um contrato com o Exército Brasileiro para fornecimento do RBS 70 NG – a nova geração do Sistema Míssil de Baixa Altura Telecomandado RBS 70.
 
Além do posto de tiro, o pedido também inclui simuladores para adestramento do atirador e outros acessórios. Este é o primeiro pedido do Exército Brasileiro da nova versão do RBS 70 e representa um incremento significativo na capacidade de defesa antiaérea. O RBS 70 dota a artilharia antiaérea do Exército Brasileiro desde 2014 e desempenhou um papel de destaque em 2016, ao integrar a defesa antiaérea das Olimpíadas ocorridas naquele ano, no Rio de Janeiro.

“É com grande prazer que recebemos o Exército Brasileiro como nosso mais novo cliente do RBS 70 NG. Vemos a decisão de continuar a utilizar nosso sistema como uma prova clara de sua confiança na solução de defesa antiaérea de última geração da Saab. O RBS 70 NG oferece capacidade operacional diurna/noturna, guiamento laser imune a interferências e função ‘acompanhamento automático do alvo’ que aumenta a precisão do engajamento”, diz Görgen Johansson, Head da área de negócios Dynamics da Saab.

O portfólio de sistemas de mísseis de baixa altura telecomandados da Saab inclui o RBS 70 e a sua nova versão, o RBS 70 NG. O RBS 70 possui um histórico impressionante no mercado internacional, com mais de 1.600 postos de tiro e mais de 17.000 mísseis entregues para dezenove países.

Essa encomenda foi feita durante o quarto trimestre de 2018.

DIVULGAÇÃO: MSLGROUP/Publicis Consultants

FONTE:  https://www.forte.jor.br/2019/01/14/saab-assina-contrato-com-o-exercito-brasileiro-para-fornecimento-do-rbs-70-ng/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1169 em: Janeiro 23, 2019, 06:38:13 pm »
Oportunidade: EUA oferecem ao Brasil tanques, jipes e helicópteros


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Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres


Tanques M1 Abrams para turbinar o Batalhão de Blindados do CFN (Corpo de Fuzileiros Navais)?

Utilitários Humvee para garantir a mobilidade de tropas terrestres em companha?

Pois essas são apenas duas das várias possibilidades abertas, no fim do ano passado, pela correspondência recebida de Washington com uma lista de material militar usado, formalmente oferecido ao Ministério da Defesa do Brasil.

Os diferentes itens dessa relação são, tecnicamente, considerados “excedentes” das Forças Armadas dos Estados Unidos, e podem ser adquiridos, via Foreign Military Sales (FMS), a preços facilitados, por nações consideradas “amigas” dos EUA (e, em alguns casos, também por doação pura e simples).

As exigências para a transferência desses itens são poucas, e uma das principais é de que o país candidato ao equipamento, caso deseje modernizá-lo, contrate o serviço em território americano.

O Forças Terrestres pôde identificar parte dos armamentos que compõem a lista – fornecida com as quantidades máximas disponíveis para cada item.

As estrelas desse elenco de produtos de 2ª mão são, sem dúvida, os carros de combate M1 Abrams, de 54 toneladas e canhão de 105 mm (atualização: outra fonte indica que a versão ofertada é a M1A1 com canhão de 120 mm), fabricados na metade inicial da década de 1980 no estado americano de Ohio.

Fonte do Ministério da Defesa ouvida por este blog assinala: os blindados tanto poderiam ser comprados pela Cavalaria Blindada do Exército, como pela Marinha – nesse caso, para potencializar a tropa blindada do CFN, hoje concentrada no Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais (BtlBldFuzNav), sediado no Rio de Janeiro.

O Batalhão possui uma Companhia de Carros de Combate (CiaCC) dotada dos pequenos e leves tanques austríacos SK 105A2S Kuerassier, de 17,5 toneladas. No próximo dia 26 de março a unidade comemora o seu 16º aniversário de criação.

Outros itens ofertados pelos EUA:

Fragatas de mísseis guiados Oliver Hazard Perry (OHP), de 136 m de comprimento e 4.200 toneladas de deslocamento. Haveria ao menos uma dezena delas, desativadas nos últimos quatro anos e meio, que estariam, ainda, disponíveis;

Helicópteros Sikorsky Black Hawk passíveis de serem operados pela Força Aérea Brasileira (FAB) ou pela Aviação do Exército;
Helicópteros Bell AH-1 Cobra propostos para o Exército brasileiro;
Veículos leves utilitários Humvee, aptos a serem empregados pelo Exército brasileiro ou pelos Fuzileiros Navais;
Fuzis de assalto M-16;
Carabinas M-4, entre outros equipamentos.

Até onde se sabe, o Ministério da Defesa ainda não respondeu ao oferecimento dos americanos. A lista que veio de Washington foi repassada a cada uma das Forças, para que elas se manifestem. Mas essa reação, se é que já aconteceu, permanece desconhecida.

Avanço – Diferentes oferecimentos de Washington têm chegado à América do Sul. As Forças Armadas argentinas, por exemplo – que lidam com fortíssimas restrições orçamentárias –, se interessaram pelas viaturas Humvee.

No Brasil, na hipótese de vir a acontecer, a eventual aceitação desses equipamentos de 2ª mão será, forçosamente , pontual.

Desde 2013, em ao menos três oportunidades a Marinha do Brasil dispensou as ofertas de navios da Classe OHP, considerados muito desgastados e de propulsão (por turbinas a gás) problemática.

Inovação real para as Forças Armadas brasileiras representaria o M1 Abrams, ainda que a versão oferecida seja extremamente antiquada, e dotada de um armamento principal – canhão M-68A1,de 105 mm –, que não representa vantagem significativa sobre o poder de fogo do Leopard 1A5 BR, que o Exército brasileiro já opera.

Mas em pelo menos dois cenários o Abrams representaria um avanço para os militares brasileiros: (1) ele é uma evolução importante sobre o M-60 A3TTS (adquirido na década de 1990, durante a Era Fernando Henrique Cardoso), que conforma a dotação do 20º Regimento de Cavalaria Blindado, sediado em Campo Grande (MS) – defronte à fronteira com o Paraguai –, e (2) significaria um salto de qualidade (poder de choque+mobilidade+desempenho) para a tropa blindada dos Fuzileiros Navais.

Nesse último caso seria, contudo, preciso ver como os Fuzileiros levariam os seus Abrams do mar para a terra.

Na MB, atualmente, esse serviço só poderia ser feito pelo navio de desembarque de carros de combate Garcia D’Avila (G29), de 8.571 toneladas (a plena carga), que serviu na Marinha Real sob o nome de Sir Galahad (homenagem ao navio de desembarque logístico afundado pela Aviação Argentina durante a Guerra das Malvinas).

A manutenção e eventuais serviços de modernização representariam o grande problema de qualquer Instituição Militar brasileira que opte pelo M1.

Quase toda a força blindada nacional sobre lagartas segue a linha alemã, apoiada nas oficinas da empresa KMW, da cidade de Santa Maria (RS) — que, inclusive, já se ofereceu (em 2017) para desenvolver um tanque de esteiras no Brasil.

O M1 precisaria ser, periodicamente, conservado e modernizado em arsenais americanos.

FONTE: https://www.forte.jor.br/2019/01/21/oportunidade-eua-oferecem-ao-brasil-tanques-jipes-e-helicopteros/
 

 

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