Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1395 em: Maio 15, 2018, 02:14:01 pm »
Festa Nacional da Cavalaria 2018

 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1396 em: Maio 17, 2018, 03:33:15 pm »
 

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mafets

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1397 em: Maio 18, 2018, 09:57:53 am »
MBT Osório (Exercito Brasileiro)












Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 
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Cabeça de Martelo

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7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1399 em: Maio 22, 2018, 12:30:06 pm »
Paraquedistas do EB participam do Lone Paratrooper 2018 da OTAN


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León (Espanha) – No período de 3 a 11 de maio, na cidader de León, no Reino da Espanha, a Companhia de Precursores Paraquedista (Cia Prec Pqdt) participou do Exercício OTAN Lone Paratrooper 2018. O Exercício consiste em um intercâmbio de táticas, técnicas e procedimentos de Salto Livre Operacional à Grande Altitude (HAHO – HALO).

Neste ano, participaram Unidades Operacionais da Brasil, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália e Portugal, realizando saltos a 12.000, 18.000 e 24.000 pés, a partir de aeronaves C-295 e C-130 espanholas e um C-130 do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América. Ao término do Exercício, as equipes participantes tiveram a oportunidade de atualizar seus conhecimentos e empregar materiais de última geração nesse tipo de infiltração.

A Equipe brasileira foi composta pelo Major Rafael de Oliveira Penteado, Comandante da Cia Prec Pqdt; do Major Flávio Sentone Júnior, do Centro de Instrução Pára-quedista General Penha Brasil; e dos Segundo-Sargentos Anderson Luis Cordeiro e Alexandre Cordeiro Santos, ambos da Cia Prec Pqdt.




FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/05/19/paraquedistas-do-eb-participam-do-lone-paratrooper-2018-da-otan/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1400 em: Maio 22, 2018, 12:36:10 pm »
Cooperação Brasil-Indonésia: estágio internacional de operação e manutenção de sistema de mísseis e foguetes


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Formosa (GO) – O Comando do Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes (CI Art Msl Fgt) realizou, no dia 18 de maio, uma solenidade de encerramento do Estágio Internacional de Operação e Manutenção do Sistema de Mísseis e Foguetes para militares do Exército da Indonésia. O estágio proporcionou aos militares de ambos os países, o intercâmbio de conhecimento técnico-operacional do Sistema Astros.

A atividade simboliza o primeiro Estágio Internacional realizado nas novas instalações do Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes. Dentre os assuntos abordados, destacam-se a operação e a manutenção do Sistema ASTROS, além do emprego tático de Grupo de Mísseis e Foguetes.

O Primeiro-Tenente Muhammad Rashid Karami, do Exército da Indonésia, destacou que “o Estágio no Sistema ASTROS foi muito importante para o Exército da Indonésia. Pudemos adquirir novos conhecimentos e experiências sobre o sistema que não possuíamos. A doutrina, teoria e prática com o Exército Brasileiro aumentou as nossas habilidades para lidar com esse moderno material na Indonésia. Esperamos que o programa de estágios internacionais no CI Art Msl Fgt seja mantido, com maior carga-horária e alunos”.

Participaram do evento, o Coronel Valério Luiz Lange, Chefe do Centro de Estudos Estratégicos do Exército; o Coronel Budhi Achmadí, Adido Militar da Indonésia no Brasil; e o Senhor Genivaldo Pimenta dos Santos, Supervisor do suporte e treinamento ao cliente na Indústria AVIBRAS.








FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/8886530
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1401 em: Maio 23, 2018, 01:29:48 pm »
Chefe do EPEx conhece capacidade tecnológica e produtiva da Avibras


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No último dia 12, a Avibras recebeu a visita do General-de-Brigada Ivan Ferreira Neiva Filho, Chefe do Escritório de Projetos do Exército (EPEx) e do General-de-Brigada R/1 (Reserva) José Júlio Dias Barreto, Gerente do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020. O objetivo foi conhecer a capacidade tecnológica e produtiva da Avibras, além de acompanhar a evolução dos contratos relacionados ao Programa ASTROS 2020.

“O que mais me impressiona na Avibras é o seu senso de compromisso. Muito mais do que entregar um produto de Defesa à sociedade Brasileira, a empresa entrega tecnologia, defesa, dissuasão, mostrando a Bandeira do Brasil ao mundo”, destacou General Neiva.

Hoje o EB tem 16 Programas Estratégicos nas mais diversas áreas. Segundo ele, existe uma gama imensa de possibilidades para a Avibras, que nascem da parceria entre indústria, academia e governo.

O General Barreto, Gerente do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020, disse que a cada visita na Avibras ele fica mais satisfeito e orgulhoso de ser brasileiro. “Tivemos a oportunidade de ver a evolução dos equipamentos que farão parte do túnel de jato livre e a parte de integração de todo o trabalho de desenvolvimento do Míssil Tático de Cruzeiro. Isso nos dá muita satisfação e segurança”, disse.

FONTE: https://www.avibras.com.br/site/midia/noticias/261-chefe-do-epex-conhece-capacidade-tecnologica-e-produtiva-da-avibras.html

 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1402 em: Julho 07, 2018, 02:46:45 am »
Academia Militar das Agulhas Negras ajuda na formação dos futuros oficiais de nações amigas


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A Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), instituição de ensino superior responsável pela formação dos oficiais do Exército Brasileiro, com sede na cidade de Resende (RJ), também é responsável em formar oficiais estrangeiros de nações amigas. Os cadetes buscam na bicentenária academia militar brasileira, a graduação como bacharéis em ciências militares, nas especialidades da linha de ensino militar bélica do EB: Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia, Intendência, Comunicações e Material Bélico. Em 2018, 48 cadetes de 17 diferentes países estudam em um dos quatro anos da AMAN, 10 deles no primeiro ano. Países como Angola, Guiana, Guiné-Bissau, Honduras, Moçambique, Paraguai, Peru, São Tomé e Príncipe, Suriname e Vietnã enviaram representantes. A AMAN recebe cadetes de nações parceiras desde 1946. Ao longo dos anos, mais de 200 oficiais estrangeiros já foram formados pela academia do EB. Segundo o General de Brigada Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves, comandante da academia, o interesse dos estrangeiros em estudar na academia é justificado pela tradição da academia em preparar líderes e na manutenção dos valores da força terrestre.

“Aqui, além das disciplinas acadêmicas e militares, os cadetes têm as melhores condições para se aperfeiçoarem física, intelectual e moralmente, com o intuito de tornarem-se aptos a liderar seus futuros subordinados”, destacou. Para o comandante, o intercâmbio com cadetes de nações amigas proporciona um importante ganho cultural aos brasileiros por meio da troca de experiências profissionais e pessoais. “É uma oportunidade de mostrar o elevado nível de profissionalismo e capacitação do militar do Exército Brasileiro e divulgar as boas práticas executadas na AMAN (…) Fortalecendo ainda mais os laços de amizade entre nossas nações e aumenta a nossa credibilidade no cenário internacional “, disse o Gen Costa Neves. Os protocolos e as tratativas entre os países para viabilizar o intercâmbio são estabelecidos pelo Ministério da Defesa e pelo EB, de acordo com os objetivos estratégicos de cada uma das nações. O comando da AMAN recebe as informações necessárias à matrícula do aluno estrangeiro no ano anterior ao início do intercâmbio. “Os países selecionam os melhores cadetes para realizarem cursos no Brasil, que, ao final dos quatro anos, retornam como oficiais aos seus países para atuarem em seus respectivos exércitos”, ressaltou o Gen Bda Costa Neves.

Mesma rotina dos cadetes brasileiros

Ao ingressar na AMAN, o cadete estrangeiro vivencia um período de adaptação que o familiariza com a cultura brasileira, os regulamentos e as tradições do Exército Brasileiro, além de uma preparação de ordem unida e esclarecimentos inerentes ao curso. A partir daí o aluno é incorporado ao corpo de cadetes e passa a cumprir a rotina acadêmica, frequentando normalmente as aulas e instruções militares previstas. “Da alvorada ao toque de silêncio, o cadete, seja ele brasileiro ou estrangeiro, é constantemente desafiado a buscar conhecimentos técnico-profissionais, a superar dificuldades, a vencer seus próprios limites, a desenvolver camaradagem e espírito de corpo e a cultuar, incessantemente, a verdade, a lealdade, a probidade e a responsabilidade”, disse o Gen Bda Costa Neves. A AMAN oferece todas as oportunidades para que sejam vivenciados, internalizados e praticados os valores que balizarão todas as atitudes do futuro oficial ao longo da carreira militar, onde a escolha da especialidade do aluno ocorre no final do primeiro ano. “Alguns países determinam em qual a arma, o quadro ou o serviço militar o cadete deve prosseguir na sua formação. Já outras nações oferecem a oportunidade para que cada um opte pela especialidade que melhor lhe convier”, explicou o Gen Bda Costa Neves.

Experiência é destacada por estrangeiros

O Cadete Kevveon Travis Lewis, natural da Guiana, está cursando o 4.º ano de Engenharia na AMAN. Para ele, a experiência na academia brasileira tem sido fundamental, principalmente no que diz respeito ao conhecimento técnico-profissional. “Vou ter capacidade de contribuir na reestruturação do ensino e no treinamento da instrução militar do meu país (...) A escolha do Brasil para realizar o intercâmbio foi motivada pelo interesse de poder estudar na AMAN. Para a seleção foram consideradas a classificação na escola em que cursava na Guiana e o conhecimento básico da língua portuguesa. Dominar o português é uma das grandes dificuldades para todos nós, cadetes estrangeiros”, revelou o Cadete Kevveon. Dentre as principais diferenças entre a formação militar dos dois países está a complexidade do treinamento realizado no Brasil. “Na Guiana, a instrução militar é puramente física e baseada na doutrina militar; na AMAN, no entanto, o treinamento inclui treinamento físico, doutrina militar e estudos gerais”, contou o Cadete.

O programa de ensino desenvolvido no Brasil também foi apontado como diferencial pelo Cadete Luciano Coutinho, natural do Suriname, que está cursando o 4.º ano do Curso de Infantaria. “No meu país, apenas as instruções eminentemente práticas têm uma carga horária mais elevada (...) O programa de ensino da AMAN requer muita dedicação por parte dos alunos. O bom relacionamento com os cadetes e com os instrutores brasileiros foi ressaltado pelos estrangeiros. Estou tendo a oportunidade de fazer amizades verdadeiras e duradouras”, falou o Cadete Luciano. Aprendo muito com eles. Há muita camaradagem e troca de experiências, destacou o Cadete Kevveon. Segundo o Cadete Luciano, o intercâmbio está aprimorando seus conhecimentos na área militar e desenvolvendo competências profissionais e socio-emocionais. “Na AMAN aprendi a liderar, a ensinar e a guiar os meus subordinados, para o melhor caminho em busca do cumprimento da missão”, disse. “Os valores que vou levar dessa experiência influenciarão positivamente nas futuras relações entre o Brasil e o Suriname, principalmente, na área militar”, concluiu o Cadete.
FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com/2018/07/academia-militar-das-agulhas-negras.html
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1403 em: Julho 07, 2018, 03:04:26 am »
Unidades do Exército Brasileiro recebem Monóculos de Visão Noturna


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No mês de junho, a Seção de Optrônica do Arsenal de Guerra do Rio (AGR) enviou ao Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento (BMSA), 33 Monóculos de Visão Noturna modelo Loris, para serem distribuídos às diversas organizações militares operacionais do Exército Brasileiro.

O Monóculo de Visão Noturna Loris é um equipamento de origem belga que utiliza a tecnologia de amplificação da luz residual, praticamente imperceptível ao olho humano, possibilitando realizar operações em ambientes escuros. Eles são adquiridos por meio da Comissão do Exército Brasileiro em Washington (CEBW) e entregues ao AGR pelo BMSA completamente desmontados, em um processo conhecido como Completely Knock-Down (CKD).

Coube à Seção de Optrônica do AGR a montagem e os testes do material, a fim de torná-los disponíveis para serem disponibilizados às organizações militares da Força Terrestre, aumentando significativamente a capacidade operativa da tropa. Tais equipamentos possibilitam desenvolver atividades peculiares em ambientes privados de iluminação adequada, tornando o uso desse equipamento um diferencial para o sucesso das missões.


FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/06/24/unidades-do-exercito-brasileiro-recebem-monoculos-de-visao-noturna/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1404 em: Julho 07, 2018, 10:09:12 pm »
Exército Brasileiro confirma compra de 10 veículos Oshkosh


Conforme anunciado em primeira mão por T&D em artigo do especialista em blindados Paulo Bastos, publicado em 19 de junho, saiu a confirmação através de Boletim do Exército relativa a aquisição de 10 veículos especializados socorro OSHKOSH HEMTT M984 ao custo de US$ 9,2 milhões de dólares americanos.



Com a aquisição dos HEMTT M984, o EB poderá colocar em prática aquilo que se espera de suas forças mecanizadas por tempo suficiente para que os 8×8 importados possam ser substituídos futuramente por um veículo nacional.

FONTEhttp://tecnodefesa.com.br/exercito-confirma-compra-de-10-veiculos-oshkosh-conforme-anunciado-em-1a-mao-por-td/

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A opção nacional

A proposta inicial era de mobiliar as forças mecanizadas com uma versão 8×8 do blindado Guarani especialmente projetado para essa função.

Viatura de socorro, 8×8, do Sistema ASTROS II da AVIBRAS

Devido aos constantes cortes nos recursos destinados à área da defesa, o projeto da versão 8×8, que também contemplava um veículo de reconhecimento munido de um canhão de 105 mm, acabou paralisado por prazo indeterminado.

Isso obrigou o EB a buscar outras alternativas, dentre elas uma versão socorro, 8×8, do caminhão do sistema ASTROS II Mk.5 da AVIBRAS.

Esta opção não vingou, tanto devido a falta de recursos quanto pelo custo de aquisição desse tipo de equipamento, de alto custo unitário.

Caso a aquisição dos HEMTT M984 se concretize, ele permitirá a força, colocar em prática aquilo que se espera de suas forças mecanizadas por tempo suficiente para que possa ser substituído futuramente por um veículo nacional.

Com essas aquisições de grande efetividade e baixo custo total, o Exército Brasileiro demonstra mais uma vez seu pragmatismo perante a crise econômica que assola o país, ao modernizar e ampliar suas forças Mecanizadas e Blindadas mesmo em um viés de crise orçamentária.

FONTE:   http://tecnodefesa.com.br/exercito-brasileiro-negocia-a-compra-de-veiculos-oshkosh-hemtt-m984/
« Última modificação: Julho 07, 2018, 10:26:58 pm por Vitor Santos »
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1405 em: Julho 07, 2018, 10:17:35 pm »
Guarani 6×6 com torre UT30 BR e equipado com kit de flutuação chega ao C I Bld

O 6x6 Iveco Guarani armado com o canhão de 30 mm UT-30BR montado em torreta chegou ao CIBld, unidade referência sediada em Santa Maria (RS).

Citar
O Exército Brasileiro, através do Centro de Instrução de Blindados (CIBld), avança na preparação das forças blindadas equipadas com as viaturas do PEE Guarani em suas diferentes versões.

O 6×6 Iveco Guarani armado com o canhão de 30 mm UT-30BR montado em torreta faz parte do acervo do CIBld, unidade escola referência sediada em Santa Maria (RS).

Equipes de instrução e alunos alocados aquele estabelecimento de ensino militar poderão aprender todos os segredos sobre essa versão do carro e seu poderoso armamento, e como reconfigurá-lo rapidamente, de acordo com a necessidade de momento.

Para a transposição de cursos dágua (rios, lagos, etc), o Guarani armado com a torre UT-30 BR precisa receber uma modificação de campo de rápida instalação, na forma de um kit de flutuabilidade afixado ao chassis do veículo.

Esse equipamento de segurança é necessário devido ao peso extra do armamento.

O Guarani e a torre UT-30BR juntos, mais a munição deste último, representam 19 toneladas e uma mudança considerável no centro de gravidade (CG) do veículo, que possui uma silhueta tida como alta.

Como o motor do Guarani fica disposto a frente no chassis, deslocado a direita, o carro quando navegando, sem emprego de kit de flutuabilidade, apresenta uma tendência de inclinar-se para a direita, o que reduz a velocidade do deslocamento.

Para corrigir essa tendência e dar maior condição de navegabilidade ao Guarani armado com a UT-30 BR, faz-se necessário o emprego do kit de flutuação específico dessa versão, afixado ao chassis do blindado, nas laterais do mesmo.

Sem a necessidade de ferramentas especiais, e aproveitando pontos de fixação previamente existentes no chassis do 6×6, é possível instalar o kit de flutuação em menos de 15 minutos, permitindo assim uma rápida transposição de obstáculos pela infantaria mecanizada e cavalaria.

Esse kit de flutuabilidade foi testado pela primeira vez (com sucesso), dentro do processo de experimentação doutrinária da Infantaria Mecanizada colocado em prática pela 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada – Brigada Guarani, em novembro de 2017, no açude Tuiuti, em Rosário do Sul (RS).





FONTE: http://tecnodefesa.com.br/guarani-6x6-com-torre-ut30-br-e-equipado-com-kit-de-flutuacao-chega-ao-c-i-blnd-rs/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1406 em: Julho 07, 2018, 10:21:10 pm »
Operação Atlântico V: transporte por ferrovia do VBTP-MR 6×6 Guarani é testado


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Cascavel (PR) – A 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada (15ª Bda Inf Mec) realizou, em 4 de julho de 2018, o teste do embarque em composição ferroviária da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal Média sobre Rodas (VBTP-MSR) Guarani.

O procedimento de embarque aconteceu no Terminal da Ferroeste de Cascavel (PR) e contou com a participação de militares do Comando da Brigada, do 33º Batalhão de Infantaria Mecanizado e do 15º Batalhão Logístico.





FONTE: http://tecnodefesa.com.br/operacao-atlantico-v-transporte-por-ferrovia-do-vbtp-mr-6x6-guarani-e-testado/
 

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Lusitano89

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1407 em: Julho 09, 2018, 03:20:24 pm »
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1408 em: Julho 10, 2018, 02:46:30 pm »
Comando Militar do Sudeste (CMSE) - Dia da Infantaria no 4º Batalhão de Infantaria Leve (BIL)












 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1409 em: Julho 12, 2018, 02:46:51 pm »
General Dynamics European Land Systems vai fornecer ponte flutuante ao Exército Brasileiro


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KAISERSLAUTERN, Alemanha — A General Dynamics European Land Systems assinou um contrato com a Comissão do Exército Brasileiro para a produção e entrega de sua Improved Ribbon Bridge (IRB).

Além da IRB, a empresa entregará caminhões, paletes de adaptador de ponte, um barco de montagem de ponte, bem como Suporte de Logística Integrado (ILS). A entrega do primeiro sistema está prevista para 2019.

O Exército Brasileiro é um usuário existente da Floating Support Bridge (FSB) da empresa. Os sistemas FSB e IRB são interoperáveis ​​e oferecem recursos essenciais para forças armadas em todo o mundo.

A IRB pode ser operada como uma balsa de vários compartimentos, bem como uma ponte flutuante. Ela fornece uma ampla capacidade de cruzamento de rios para cargas até MLC 80 sobre lagartas/MCL 96 sobre rodas.

“Esta nova aquisição do IRB demonstra a alta confiança e satisfação do Exército Brasileiro no desempenho de nossos avançados sistemas de pontes”, disse Thomas Kauffmann, vice-presidente de Sistemas e Negócios Internacionais da General Dynamics.

A Improved Ribbon Bridge está em serviço em todo o mundo e apoiou as operações de teatro e de manutenção da paz, bem como missões humanitárias e ambientais. A IRB é totalmente interoperável com os sistemas legados de pontes flutuantes da General Dynamics European Land Systems, incluindo a Ponte de Suporte Flutuante, a Standard Ribbon Bridge (SRB) e a Ponte Anfíbia M3 e o Sistema de Balsas.

A General Dynamics European Land Systems, com sede em Madri, na Espanha, é uma unidade de negócios da General Dynamics e conduz seus negócios por meio de cinco instalações operacionais europeus localizados na Áustria, República Tcheca, Alemanha, Espanha e Suíça. Com cerca de 2.200 funcionários técnicos altamente qualificados, as empresas projetam, fabricam e fornecem sistemas, incluindo veículos com rodas, sobre lagartas e anfíbios, sistemas de pontes, armamentos e munições para os clientes globais.

DIVULGAÇÃO: General Dynamics European Land Systems / http://www.forte.jor.br/2018/06/26/general-dynamics-european-land-systems-vai-fornecer-ponte-flutuante-ao-exercito-brasileiro/
 

 

"O motor no Exercito"

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Unidades do Exército a "criar"

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High Tech "Battlelab" para o Exército Britânico

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