Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1080 em: Fevereiro 28, 2018, 02:12:54 am »
EB estuda proteção blindada das tropas de Paz que atuarão na África


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O Forças Terrestres traz para seus leitores o trecho central do artigo intitulado “Rompendo a LP”, de autoria do Tenente-Coronel Carlos Alexandre Geovanini dos Santos, comandante do Centro de Instrução de Blindados General Walter Pires, sediado na cidade gaúcha de Santa Maria.

Os parágrafos que publicamos dão bem a ideia das prioridades da Arma Blindada brasileira.

A Trilogia Forças de Defesa cumprimenta o coronel Geovanini por suas colocações objetivas e bastante pertinentes em relação às demandas atuais da Força Terrestre brasileira.

Eis o texto:

“Rompendo a LP

(…)

Os desafios à frente são:

um possível desdobramento de tropas brasileiras em teatro de operações africano ensejará uma modificação no perfil do equipamento de nossas forças de paz, onde o aumento da proteção blindada e do poder de fogo colocados à disposição do comandante tático será uma imposição. Cabe ao CI Bld preparar tais recursos humanos, bem como assessorar nossos escalões superiores nas demandas por eles divisadas, tudo em prol do cumprimento do mandato da missão e da projeção de nossa bandeira no exterior;
o prosseguimento da mecanização de parte da infantaria e a introdução de nossa mais recente plataforma de combate em unidades de cavalaria, a brasileira viatura GUARANI. Esse projeto, ainda em construção, testará nossa criatividade e capacidade de organização para ultrapassar os obstáculos que emergem da necessidade de adaptação ao novo meio, quer nos campos da doutrina militar, quanto da técnica do material. Precisamos estar presentes, lado a lado, apoiando através do aporte de décadas de experiência;
a muito bem vinda chegada dos novos obuseiros autopropulsados da família “M”, já denominados com orgulho de M109 A5+ BR e sua viatura remuniciadora M992 A2, trará ganhos consideráveis em nossa capacidade de apoiar a manobra pelo fogo, tanto pelo seu alcance, quanto pela melhoria no processo de automação do tiro. Estaremos atentos à adaptação de nossas grades curriculares, após refletido estudo das consequências da introdução do novo material para as nossas FT Bld;
o velho axioma de que “os exércitos marcham sobre seus estômagos” pode ser traduzido para nossa natureza de tropa para “nossas colunas de blindados marcham sobre suas áreas de trens”, pois lá está nossa capacidade de sustentar o combate. Dessa forma, o incremento do estudo da logística no nível de nossas subunidades blindadas e mecanizadas é uma necessidade, não só visando buscar as melhores práticas, mas também produzindo conhecimentos que nos permitam atualizar nossos dados médios de planejamento;
com cerca de dez anos de experiência no emprego de simuladores, o CI Bld manterá o ímpeto de cooperação com o COTER na consolidação e no amadurecimento da implantação plena dos meios de simulação virtual, tão caros à formação de nossas capacidades individuais e sempre com esse intuito. Tal desafio envolve, ainda, a incorporação, em nosso processo de planejamento e condução de operações terrestres, do incremento da sistematização do processo decisório relativo às evoluções do combate, nossas famosas “condutas”, fiéis à natureza do combate embarcado, ambiente marcado pela incerteza, velocidade, letalidade e necessidade de planejamento centralizado e ações descentralizadas. Sintetizando, a complementaridade e a apropriada medida do simulador e do terreno impõem-se como desafio;
(…)

Unidade onde os quadros vivenciam desde muito cedo na carreira o “combate de armas combinadas”, o CI Bld é uma organização militar interdisciplinar por excelência e, pela diversidade de seus talentos, que abarca operadores e mecânicos, promove os vínculos de convivência e a sinergia das ações capazes de nos projetar como mais do que a forja do combatente blindado, mas na própria célula mater da transformação das forças blindadas e mecanizadas do Exército de Caxias; portanto, um lugar onde o futuro é moldado. Somada a experiência pregressa, contamos com 97 anos de utilização de blindados e o emprego real nos campos de batalha da Itália, na Segunda Grande Guerra. Assentados em sólido passado, miramos o futuro que, certamente, nos trará muitas realizações.

Trens de rolamento verificados! Tanque cheio! Rede rádio em condições! Escotilha aberta! Antenas para o alto! Prontos para o combate! CI Bld, para o ciclo que agora se inicia, abandonar o conforto da zona de reunião, romper a linha de partida rumo aos objetivos finais! Sempre em frente!

Carlos Alexandre Geovanini dos Santos – Ten Cel
Comandante do Centro de Instrução de Blindados

FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/02/27/eb-estuda-protecao-blindada-das-tropas-de-paz-que-atuarao-na-africa/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1081 em: Março 02, 2018, 05:47:49 pm »
Estágio de Adaptação à Vida na Selva (EAVS)


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Cruzeiro do Sul (AC) – De 14 a 23 de fevereiro, o 61º BIS realizou o Estágio de Adaptação à Vida na Selva (EAVS) para oficiais, subtenentes e sargentos recém-chegados à Guarnição de Cruzeiro do Sul.

22 militares oriundos de diversas regiões do País participaram de instruções de tiro embarcado, transposição de curso d’água, construção de abrigos, ofidismo, sobrevivência, dentre outras.

O coroamento do EAVS se deu com a realização de uma formatura no Batalhão com a presença de familiares dos estagiários.

O Estágio é uma atividade obrigatória para quem serve na região amazônica, visa ambientar os militares do Batalhão para o cumprimento de missões específicas em ambiente de selva e teve como destaque o 2º Sgt Bruno Miranda Mesquita.













FONTE:Agência Verde-Oliva/CCOMSEx / http://www.forte.jor.br/2018/02/28/estagio-de-adaptacao-vida-na-selva-eavs/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1082 em: Março 02, 2018, 06:26:02 pm »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1083 em: Março 02, 2018, 06:35:07 pm »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1084 em: Março 10, 2018, 07:48:18 pm »
3ª Divisão de Exército – Lideranças Civis do Governo Federal visitam Organizações Militares em Santa Maria


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Santa Maria (RS) – Com a finalidade de conhecer as atividades operacionais do Exército Brasileiro (EB), realizadas pelo Comando Militar do Sul, no dia 6 de março, a Guarnição Federal de Santa Maria recebeu a visita de uma Comitiva da Secretaria de Economia e Finanças (SEF/EB) e de Lideranças Civis do Governo Federal.

Os objetivos da visita foram o de elevar o nível de interatividade com a sociedade e incrementar a relação do Exército com os Poderes Constituídos.

A comitiva da SEF, chefiada pelo Assessor Especial do Chefe do Estado-Maior do Exército, General de Exército Luis Eduardo Ramos Baptista Pereira, estava constituída pelo Secretário Interino de Economia e Finanças, General de Divisão Expedito Alves de Lima, e oficiais representantes de diversos órgãos do Exército.

Entre as Lideranças Civis que participaram do evento, destaca-se os Senadores Álvaro Fernandes Dias e Ana Amélia de Lemos; o Secretário do Orçamento Federal, Sr George Alberto De Aguiar Soares; o Diretor do Departamento de Planejamento, Orçamento e Finanças da Secretaria de Organização Institucional do Ministério da Defesa (MD), Sr José Roberto de Moraes Rego Paiva Fernandes Júnior; o Diretor do Departamento de Pessoal da Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do MD, Sr Herval Lacerda Alves; e outros servidores do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, da Casa Civil da Presidência da República e do Comando do Exército.

As autoridades foram recepcionadas com uma escolta mecanizada, guarda de honra e salva de honra. Após, participaram de uma formatura da tropa da 3ª Divisão de Exército (3ª DE) “Divisão Encouraçada”, realizada no 1º Regimento de Carros de Combate (1º RCC), local onde, também assistiram a uma demonstração de um Pelotão de Cavalaria Mecanizada.

Durante a solenidade, o General Ramos destacou “a importância da visita da comitiva de representantes do governo federal que lidam com o orçamento, pois em Brasília veem em planilhas, os números de quanto se gasta com blindados, com simulação, mas aqui terão a oportunidade de atestar a relevância de ter um Exército bem preparado”.

No prosseguimento, nas instalações do Centro de Instrução de Blindados (CI Bld), o Comandante da 3ª Divisão de Exército, General de Divisão Marcos Antonio Amaro dos Santos realizou uma apresentação sobre as atividades, potencialidades e demandas da “Divisão Encouraçada”.

No CI Bld, conheceram os simuladores de combate e tiveram a oportunidade também, de travar contato com as atividades desenvolvidas na missão de especializar militares das Forças Armadas e de Nações Amigas na operação de meios blindados e mecanizados, entre eles, o Guarani, que está entre os principais projetos estratégicos do Exército, e no emprego tático de frações de mesma natureza até o nível subunidade.

No Centro de Adestramento Sul, Organização Militar síntese do que há de mais moderno no Exército Brasileiro na preparação e treinamento de tropa, participaram de uma palestra de seu Comandante, Coronel Rickmann Schmidt, quando destacou os benefícios da simulação, entre os quais, a economia de recursos, a diminuição de acidentes/incidentes e a eficácia no adestramento. Após, conheceram o Simulador de Apoio de Fogo (SIMAF) e o Simulador de Adestramento de Comando e Estado-Maior (SIMACEM).

No prosseguimento, tiveram a oportunidade de ver o poder de fogo da 3ª Divisão de Exército, quando assistiram a uma sessão de tiro das armas coletivas, destacando-se as metralhadoras MAG e .50, canhão “Carl Gustaf”, canhão 90 e do obuseiro autopropulsado M109.

Como última atividade, assistiram a demonstração de um ataque coordenado de uma Força Tarefa Blindado, coordenado pelo 29º Batalhão de Infantaria Blindado, com a participação de caças AMX (A-1) da Força Aérea Brasileira.

“Foi uma oportunidade de ver a demonstração da eficiência, eficácia, do preparo e profissionalismo do Exército Brasileiro. Também, a parte do sistema virtual de treinamento (simuladores) que permite uma eficiência maior ainda, preparo melhor e com custos menores”, afirmou o Secretário do Orçamento Federal, Sr George Alberto De Aguiar Soares.

Em suas palavras finais, o Comandante da “Divisão Encouraçada” afirmou que “é uma honra, satisfação e alegria recebermos a comitiva da SEF, senadores convidados e integrantes de diversos órgãos ligados ao orçamento e Finanças da União e outras autoridades que também tenham participação na definição de responsabilidades relacionadas à Defesa”. Destacou ainda, que “a cidade de Santa Maria” é um centro de excelência em blindados e simuladores, e com certeza, essas duas vertentes foram plenamente demonstradas no dia de hoje”.

FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/03/08/3a-divisao-de-exercito-liderancas-civis-do-governo-federal-visitam-organizacoes-militares-em-santa-maria/








 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1085 em: Março 10, 2018, 07:51:09 pm »
General do Exército Brasileiro critica tratado global contra arma nuclear


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Em uma apresentação feita ontem na Fundação FHC, o general Sérgio Etchegoyen, ministro da Segurança Institucional, criticou a adesão do Brasil ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, acordo global que completa 50 anos e que recebeu a adesão do Brasil em 1998, sob o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Depois de dizer que é “adepto fervoroso da não proliferação”, Etchegoyen explicou que, da perspectiva militar, o armamento nuclear representa “a única possibilidade que resta a um país ameaçado […] com a concentração de forças […] que possam marchar sobre o seu território”. Ele citou as guerras do Iraque (1991 e 2003) como exemplos: “O esforço de concentração de todo o aparato militar da aliança que invadiu o Iraque jamais teria sido possível se o Iraque dispusesse de armas nucleares de pequena capacidade”.


 
Na avaliação do ministro, a adesão do Brasil em 1998 coincidiu com “um monumental desinvestimento” do país na área nuclear, acarretando atraso em conhecimento. Ele atribui isso a uma “visão ideológica equivocada” sobre o tema, que associou energia nuclear à ideia de confronto nuclear.

Etchegoyen expôs sua visão crítica também em relação aos resultados globais do tratado. “Apesar de tratar da extinção dos arsenais […], não se avançou nada nisso”, disse, ao lembrar que eram cinco os países “nuclearmente armados” 50 anos atrás, mas são nove hoje.

Ele lembrou que o tratado cita o “direito inalienável” dos países em desenvolver energia nuclear para fins pacíficos, mas alertou que isso não ocorre tal como estabelecido.

“É direito inalienável, mas vem sendo negado, restringido, bloqueado por diversas ações diretas e indiretas, pressões internacionais, para que não entre um novo agente no mercado, que é altamente lucrativo”, acusou. “O que se discute é: quanto ganhamos até aqui com a assinatura feita lá atrás, além da fotografia na galeria dos bem comportados? Ganhamos bloqueio no nosso desenvolvimento, desinvestimento pelo viés ideológico e ganhamos mais países nucleares no mundo.”

Antes de concluir, citou como a questão é tratada pelos EUA. “A nova estratégia nuclear dos Estados Unidos, lançada em 2 de fevereiro, abre a perspectiva de uso de armamento nuclear inclusive contra Estados não nucleares em determinadas circunstâncias. Estados não nucleares em determinadas circunstâncias somos nós”, disse.

FONTE: Valor Econômico / http://www.forte.jor.br/2018/03/07/general-etchegoyen-critica-tratado-global-contra-arma-nuclear/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1086 em: Março 12, 2018, 02:09:32 pm »









« Última modificação: Março 12, 2018, 02:11:11 pm por Vitor Santos »
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1087 em: Março 13, 2018, 01:41:42 pm »
Exército Brasileiro adquire 04 novas embarcações


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O Exército Brasileiro adquiriu 04 novas embarcações para o Sistema Integrado de Proteção de Estruturas Estratégicas Terrestres (PROTEGER).

Trata-se do modelo MRCD-1200 MADERA-RIBS High Performance Patrol Watercraft, fabricado pela VON SUCKOW TRADING GROUP LTDA.CORP

O modelo dispõe de 4 potentes motores náuticos e está equipado com dois reparos para metralhadoras .50, e sua espaçosa cabine fechada (capacidade para 6 militares armados mais operador) está protegida com vidros balísticos reforçados. A MRCD-1200 foi desenhado para desenvolver grande velocidade, apresenta pequeno calado e fundo reforçado para resistir a choques com obstáculos na calha dos rios onde vai operar.

FONTE: http://www.defesaaereanaval.com.br/exercito-brasileiro-adquire-20-novas-embarcacoes/
 

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Lusitano89

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1088 em: Março 14, 2018, 11:20:52 am »
Exército doa Blindados para a Policia do Rio de Janeiro


 

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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1089 em: Março 16, 2018, 11:27:23 am »
Uma (entre outras) grande diferença dos vossos para os nossos, a forma como recrutas e seleccionados os futuros Comandos. Nos nossos em cada cinco Comandos, um é Sargento e os restantes são Praças e grande parte do efectivo é constituído por Contratados e não por pessoal do Quadro. É claro que as dimensões de cada Exército é muito diferente.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1090 em: Março 17, 2018, 03:09:00 pm »
Uma (entre outras) grande diferença dos vossos para os nossos, a forma como recrutas e seleccionados os futuros Comandos. Nos nossos em cada cinco Comandos, um é Sargento e os restantes são Praças e grande parte do efectivo é constituído por Contratados e não por pessoal do Quadro. É claro que as dimensões de cada Exército é muito diferente.

Entendo. Contudo observo a algum tempo que a tropa de Comandos do Exército de seu país, aparentemente compacta, é extremamente profissional e muito bem equipada. A experiência em combate desta unidade é considerável e invejável. Acredito que eles não devem em nada a qualquer outra tropa congênere no espectro da NATO. De fato, inspiram enorme respeito.

Os daqui são submetidos a treinamentos pesados e constantes. Há uma abundância de material e muitos equipamentos modernos. Os Comandos e F.Es do EB operam como se fossem um pequeno Exército dentro do próprio EB. 

Afora o caso ‘Traíra’ (resposta do EB a guerrilheiros colombianos que atacaram covardemente um pelotão de fronteira), Haiti e operações de caráter de segurança pública (incluindo incursões em zona de fronteira amazônica), o histórico de ações de grande intensidade dos Comandos brasileiros não são tão extensos quanto os dos vossos.

Esperamos que na RCA, se necessário for, a tropa de Comandos do EB seja bem-sucedida em situação de combate real.
« Última modificação: Janeiro 31, 2019, 12:52:03 pm por Vitor Santos »
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1091 em: Março 17, 2018, 04:15:35 pm »
Penso que irá um Destacamento para a RCA, certo?
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1092 em: Março 17, 2018, 04:29:13 pm »
Penso que irá um Destacamento para a RCA, certo?

Sim, muito provavelmente. Havia um destacamento no Haiti, portanto seria natural a ida de outro à RCA.
 
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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1093 em: Março 26, 2018, 06:18:46 pm »
MTC-300 – Primeiro míssil de cruzeiro brasileiro entra na fase final de desenvolvimento


O primeiro míssil brasileiro de cruzeiro, o MTC-300, com 300 km de alcance e precisão na escala de 50 metros, entra na fase final de desenvolvimento esse ano, com a retomada dos voos de teste. As primeiras entregas para o Exército estão previstas para 2020 – encomenda inicial de 100 unidades, definida em 2016, está sendo negociada e será entregue em lotes sequenciais até 2023. O investimento no programa é estimado em R$ 2,45 bilhões.

O míssil é o vetor mais sofisticado do desenvolvimento do Astros 2020, a sexta geração de um sistema lançador múltiplo de foguetes de artilharia criado há cerca de 35 anos pela empresa Avibras, de São José dos Campos.

O Programa Estratégico Astros 2020 cobre a compra e a modernização de uma frota de 67 carretas lançadoras e de veículos de apoio, a pesquisa do MTC-300 e também a de um novo foguete guiado, o SS40G, de 45 km de raio de ação. No pacote entra a instalação do Forte Santa Bárbara, em Formosa (GO), sede do grupo, que já opera 53 viaturas da versão 2020.

“O míssil expande a capacidade de dissuasão do País e confere ao Exército apoio de fogo de longo alcance com elevados índices de precisão e letalidade porém com mínimos danos colaterais”, analisa um oficial da Força ligado ao empreendimento.

É um recurso empregado para missões de destruição de infraestrutura, como uma central geradora de energia ou um complexo industrial. A cabeça de guerra de 200 kg de explosivos é significativa. “Com duas delas é possível comprometer o funcionamento de uma refinaria de petróleo de grande porte”, considera o engenheiro militar.

A configuração do MTC 300 é o resultado de 13 anos de aperfeiçoamento.

O desenho é moderno, compacto, e utiliza asas retráteis que se abrem depois do disparo partir do casulo transportado por uma carreta. O motor de aceleração usa combustível sólido e só é ativado no lançamento.

Até agora foram realizados 16 voos de ensaio. Há ao menos mais quatro em fase de agendamento antes do começo da produção de pré-série.

Durante o voo de cruzeiro, subsônico, o míssil tem o comportamento de uma pequena aeronave – a propulsão é feita por uma turbina desenvolvida também pela Avibrás. Ela foi construída para durar 40 horas, dez vezes mais que as quatro horas do tempo máximo de uma missão de ataque. A navegação é feita por uma combinação de caixa inercial e GPS. O míssil faz acompanhamento do terreno com um sensor ótico-eletrônico, corrigindo o curso em conformidade com as coordenadas armazenadas a bordo.

Regras. A arma está no limite do Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, o MTCR, do qual o Brasil é signatário. O acordo restringe o raio de ação máximo a 300 quilômetros e as ogivas a 500 quilos. O MTC-300 está dentro da distância fixada e atua com folga no peso, sustenta o presidente da Avibras, João Brasil de Carvalho Leite.

O míssil ainda não tem o radar necessário para buscar alvos móveis. O recurso permitiria realizar por exemplo, um disparo múltiplo contra uma frota naval, liderada por um portaaviões, navegando a até 300 quilômetros do litoral – no caso do Brasil, eventualmente ameaçando províncias petrolíferas em alto- mar. Uma bateria do sistema é composta por seis carretas lançadora com suporte de apoio de viaturas remuniciadoras, um blindado de comando, um carro- radar de tiro, um veículo-estação meteorológica, um de manutenção e, quando houver uso do míssil, um de preparo de combate.

O MTC 300 é disparado por rampas duplas – cada carreta levará quatro unidades. O Astros 2020 completo pode utilizar quatro diferentes tipos de foguetes.

O modelo SS-30 atua em salvas de 32 unidades e o SS- 40, de 16. Os maiores, SS-60 (70 km de alcance) e SS-80 (cerca de 90 km), de três em três. O grupo se desloca a 100 km/hora em estrada preparada e precisa de apenas 15 minutos de preparação antes do lançamento. Cumprida a missão, deixa o local deslocando-se para outro ponto da ação, antes que possa ser detectado.

O mercado internacional para o produto é amplo. Uma prospecção feita há dois anos pela Avibras entre países clientes, operadores das versões mais antigas do sistema de foguetes – Arábia Saudita, Malásia, Indonésia e Catar, além de três novos interessados, não identificados – indicou um potencial de negócios entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3,5 bilhões a serem definidos até 2025. A empresa, que atravessou uma séria crise até 2015, quando registrou receita bruta de R$ 1,1 bilhão, cresceu 20% em 2017, obtendo receita liquida de R$ 1,7 bilhões.


Fase final

100 unidades foram encomendadas para 2020, mas a entrega está sendo negociada em lotes sequenciais até 2023, em um valor de investimento no programa estimado em R$ 2,45 bi.

Fonte: O ESTADO DE S. PAULO / http://www.defesaaereanaval.com.br/mtc-300-primeiro-missil-de-cruzeiro-brasileiro-entra-na-fase-final-de-desenvolvimento/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1094 em: Março 26, 2018, 06:23:04 pm »
Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) - Estágio de Operações contra Forças Irregulares


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Conduzido pela Seção de Instrução Especial da AMAN e destinado aos Cadetes do 4º ano de todas as Armas, Quadro e Serviço, o Estágio de Operações contra Forças Irregulares prepara o futuro oficial combatente para atuar em ambiente humanizado e possibilita a prática e o aprendizado das técnicas, táticas e procedimentos para a instalação e execução de postos de bloqueio e controle de estradas e vias urbanas; revista de pessoal e veículos; patrulhamento ostensivo de localidades; operações de controle de distúrbios e outras atividades típicas das Operações para a Garantia da Lei e da Ordem.

Durante o Estágio, o futuro oficial combatente desenvolve uma série de atitudes essenciais para o crescimento profissional, como perseverança, decisão, determinação, dedicação e superação dos limites pessoais. O esforço físico despendido ao longo da semana de atividades, o atendimento aos padrões exigidos pela equipe de instrução, as atividades em ritmo continuado e o alto grau de dificuldade dos exercícios propostos são experiências que tornam o cadete mais preparado para vivenciar e superar os desafios que são impostos diariamente pela profissão militar. Este ano, o Estágio ocorre entre os dias 12 e 23 de março.

FONTE: http://www.aman.eb.mil.br/ultimas-noticias/152-secao-de-instrucao-especial-conduz-estagio-de-operacoes-contra-forcas-irregulares

 

 

Comando de Aviação do Exército (Cavex)

Iniciado por Vitor Santos

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Última mensagem Fevereiro 01, 2019, 04:30:47 pm
por Vitor Santos
Novo fuzil do Exército

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Última mensagem Abril 19, 2011, 12:25:10 pm
por Cabeça de Martelo
Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro

Iniciado por Vitor Santos

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Exército Brasileiro usará dirigíveis na Amazônia

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por J.Ricardo
Novas Armas para o Exército Brasileiro

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Última mensagem Novembro 11, 2006, 08:26:03 am
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