Notícias do Exército Brasileiro

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alfagis

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #60 em: Fevereiro 22, 2011, 10:35:07 pm »
Biba,

Estive a ler o documento e fiquei desiludido.

Acho que é um trabalho fraquito, uma mera compilação de factos históricos e dados que se conseguem com maior ou menor facilidade na Internet. Até os dados sobre os veículos brasileiros (Osorio, Tamoyo, Charrua) eu tinha já há mais de quinze anos de umas edições da Planeta Agostini. E quando havia oportunidade de desenvolver um bocado e colocar opiniões fundamentadas, como o porquê de os tanques serem actualmente tão bem vistos na guerra urbana e não o serem antigamente, o autor passa à frente. Também seria interessante que tivesse dissertado sobre a reorganização, nomeadamente de terem dois tipos de brigadas que são afinal a mesma coisa ou da relocalização das bases, mas mais uma vez silêncio.

E depois há pouco critério com que os dados são colocados, por exemplo nas características definidoras dos modernos carros de combate é incluído o carregador automático, o que é no mínimo discutível (pouca fiabilidade do sistema, redução da elevação ou depressão da arma principal e principalmente redução demasiadada tripulação já muito sobrecarregada). Como disse, é discutível, mas acho que precisamente deveria ser discutido neste documento.

Por fim, certas coisas são ditas de uma forma... Por exemplo, quando fala do Sherman escreve que este foi o tanque mais utilizado pelas forças aliadas. Pedi a uma pessoa (que não sabe nada destas coisas) que lêsse a ver se entendia o mesmo que eu do texto. Isto é, o texto dá a entender que o tanque foi o mais utilizado por ser de qualidade superior. Ora sabemos que longe disso, o Sherman foi o mais utilizado mercê da grande capacidade industrial e logística dos EU.

Seja como for, é sempre bom conhecer mais um link para estas coisas.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #61 em: Março 16, 2011, 05:49:35 pm »
Citação de: "Cross"
Citação de: "Cavaleiro Teutônico"
Achei essas imagens em uma busca no google:


IA2 762


IA2 556


IA2 556

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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GI Jorge

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #62 em: Março 16, 2011, 09:35:56 pm »
Lá bonita ela é.
Confunde-se em Portugal tantas vezes a justiça com a violência que é vulgar não haver reacções contra o crime e haver reacções contra a pena.

Oliveira Salazar
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #63 em: Março 19, 2011, 01:30:33 pm »
Tropa destacada para a protecção do Obama ao Brasil:

Citação de: "Pablo Maica"







Um abraço e t+ :D
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

Re: Exército Brasileiro
« Responder #64 em: Abril 13, 2011, 07:44:34 pm »
SantaCatarinaBR - LAAD 2011, Fuzil Imbel IA2, Blindado Iveco VBTP-MR Guarani e radar SABER M60

Reportagem do dia 13/04/2010 sobre as novidades que o Exército Brasileiro apresenta na LAAD 2011. Entre elas: Nova família de blindados, nova família de fuzis IA2 e a aquisição de um moderno sistema de deesa antiaérea.

SantaCatarinaBR - Reportegens, vídeos y noticias sobre las Fuerzas Armadas de Brasil
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BLOG: http://santacatarinabr.blogspot.com/
 

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marcelo bahia

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #65 em: Abril 19, 2011, 05:34:53 pm »
Impressionante o desempenho do IA2!! :shock:

Sds.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #66 em: Abril 20, 2011, 02:39:26 pm »
Citação de: "marcelo bahia"
Impressionante o desempenho do IA2!! :shock:

Sds.

Na verdade é um desempenho perfeitamente normal:




etc.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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marcelo bahia

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #67 em: Abril 24, 2011, 07:28:48 am »
Ok.

Mas se você está comparando com o desempenho da HK-416 e o SCAR, então é porque o desempenho do IA2 não poderia ser classificado como "normal". Veja bem. Eu não estou dizendo que o IA2 trouxe um desempenho inovador ou nunca visto antes, apenas afirmando que me surpreendeu bastante. Foi muito mais do que aquilo que eu esperava. Depois da Imbel ter desenvolvido aquela merda que o antecedeu, o MD-97, o desempenho do IA2 não deixa de assustar.

Sds.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #68 em: Maio 04, 2011, 06:34:04 pm »
Citação de: "Bravo"
Facas de Campanha IMBEL - IA2 e AMZ

IA2 – IMBEL Modelo A2


AMZ – Amazônia



Origem


As pesquisas de mercado da IMBEL, em 2008, identificaram a demanda das Forças Armadas brasileiras por uma faca com requisitos militares, importante instrumento de trabalho do soldado em campanha. Foi constatado que as facas usadas por soldados brasileiros eram cópias importadas ou modelos civis adaptados a desenhos militares.

As Facas de Campanha IA2 e AMZ têm origem nas Facas-Baioneta que foram desenvolvidas para os novos fuzis IA2, projetadas apara atender às severas condições do uso militar.

Os requisitos operacionais foram obtidos nas pesquisas feitas junto aos usuários finais da Brigada de Operações Especiais,  da Brigada Paraquedista e dos guerreiros de selva.

O design obedeceu as linhas dos fuzis IA2, com traços mais retos, com as mesmas cores das novas armas e com cuidadosa ergonomia.




Dois modelos: IA2 e AMZ


O modelo IA2 (IMBEL, modelo A2) tem dimensões equilibradas para multiuso, sugerida para tropas de apoio ao combate, logísticas, guarnições de blindados, unidades de PE, de guarda e forças policiais.

O modelo AMZ (Amazônia) foi inicialmente desenvolvido para uso do soldado da Amazônia. Tem peso e dimensões projetados para atender aos trabalhos individuais em área de selva, sem afetar a agilidade do soldado. Entretanto, nos testes das facas de campanha, as Facas AMZ mostraram-se as mais indicadas para uso militar em qualquer ambiente operacional.


O que as facas IA2 e AMZ têm?

As facas de campanha IA2 e AMZ são resistentes à corrosão e permitem tanto golpes de impacto quanto cortes precisos. O tipo de aço e o tratamento térmico foram projetados para equilibrar flexibilidade a torções com a dureza para deter o fio e, se necessário,  recuperá-lo em campanha.

O pomo do punho, em formato de bico de águia, além de ajudar a reter a faca na mão do soldado, permite o uso para martelagem. O punho foi projetado para resistir ao ressecamento e tem alta resistência a impactos ou abrasão.

As bainhas caracterizam as facas IA2 e AMZ como instrumentos de trabalho em campanha. As bainhas são resistentes à umidade, robustas, leves e possuem características fundamentais para conservar a faca de campanha: uma forte mola interna reduz os ruídos nos deslocamento e sua estrutura permite que a água escorra pelo orifício do cadarço. Os cadarços são os mesmos usados em pára-quedas.

São possíveis dois tipos de conexão no equipamento individual: uma presilha de aço para acoplagem rápida no equipamento e uma alça para instalação direta no cinto. Isso permite a acoplagem aos diversos tipos de coletes usados por tropas em operações urbanas.

A ligação da alça com o corpo da bainha recebe o reforço de uma fita de segurança interna para o caso de eventuais danos nos rebites. Este uma solução pouco visível, que será notada somente nos momentos de uso intenso, portanto, de maior necessidade.

Esses características colocam as Facas de Campanha IA2 e AMZ no nível das melhores facas do mercado internacional militar.


Testes das Facas de Campanha

Além dos exaustivos testes de fábrica, realizados na Seção de Pesquisa da Fábrica de Itajubá, as facas de campanha IA2 e AMZ foram testadas por todos os alunos e instrutores do Curso de Comandos e do Curso de Selva, do Exército Brasileiro, em 2010.

Um total de 152 facas foram submetidas aos dois cursos operacionais de maior exigência em campanha do Exército Brasileiro. As facas resistiram sem danos ou quebras. Os relatos dos usuários ficaram acima da expectativa dos desenvolvedores, que esperavam identificar eventuais pontos de fragilidade, naturais em um produto novo. Os requisitos obtidos nas pesquisas, ainda em 2008, foram validados pelos usuários.

Algumas sugestões surgiram desse uso e foram implementadas nas atuais facas de campanha. Um exemplo é o pomo em formato de “bico de águia”, com um fiador para garantir o uso seguro da faca em ambiente aquático, sugestão dos alunos do Curso de Selva.

As Facas de Campanha IA2 e AMZ foram expostas aos competentes colaboradores da Revista Magnun, com os resultados publicados na sua edição Nr 110. Os testes e a reportagem foram do Sr Hélio Barreiros, estudioso e profundo conhecedor das armas e da cutelaria.

Fonte: http://www.imbel.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=124&Itemid=151&lang=pt

Video: http://www.youtube.com/imbelbr
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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #69 em: Maio 14, 2011, 02:17:35 pm »
Citar
Com apenas R$ 20 mi anuais, professores Pardais criam Exército do futuro

Centro Tecnológico cria radar que será usado nas Olimpíadas, novo blindado para a PM do Rio, carro 4x4 aerotransportável e monóculo de visão térmica - Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro 12/05/2011 08:00

O radar Saber será usado nas Olimpíadas de 2016 e na Copa do Mundo





Com escassos R$ 20 milhões anuais de orçamento, o Centro Tecnológico do Exército (CTEx) é o principal órgão responsável pela pesquisa e desenvolvimento de projetos tecnológicos da Força e conta principalmente com seus “professores Pardais” para criar novos produtos de Defesa para o País. O CTEx se vale hoje de convênios com a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) responsável por 70% dos recursos e maior parceira nos últimos cinco anos, e a Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro).

Adaptando-se às circunstâncias, os cerca de 700 militares 15% deles oficiais engenheiros e civis do centro desenvolvem, entre outras coisas, novos veículos blindados para a polícia, carros aerotransportados para paraquedistas, monóculo de visão térmica e um radar de baixa altitude que será usado nos Jogos Mundiais Militares este ano, na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016.

A “menina dos olhos” do coronel Roberto Castelo, assessor da subchefia do CTEx, é o radar móvel Saber M60, que tem o objetivo de integrar sistema de defesa antiaérea de baixa altura e proteger pontos sensíveis como indústrias, usinas e instalações governamentais, no raio de 60km e altura até 5km. Montável em 15 minutos e pesando 200kg, identifica aviões e helicópteros.

O aparelho é ligado a um centro de comando e controle instalado em furgão também feito pelo CTEx, e conectado ao sistema de defesa antiaérea do Exército. Quando a ameaça é identificada, a unidade antiaérea mais adequada para fazer a proteção recebe o alerta. Basta um clique de mouse para revelar a posição do avião, altura, distância e o ângulo em relação ao centro de operações antiaéreas, e disparar.

De acordo com o Exército, o Saber é o mais moderno do mundo em sua classe. O radar foi criado para complementar a defesa antiaérea, porque muitas aeronaves escapam dos radares tradicionais, voltados para maiores altitude, em especial em regiões montanhosas. “Fecha 100% da cobertura e está com uma procura muito grande”, disse o coronel Castelo, que participou do projeto.


Blindado projetado pelo CTEx, a pedido do governo do Rio, pode ser usado pelo Bope

O CTEx também criou o protótipo da nova geração de blindados que pode passar a ser usado pelo Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e por outras unidades da Polícia Militar do Rio, em substituição aos atuais Caveirões. Menor, mais robusto e ágil, o Vespa 02 (Viatura Especial de Patrulhamento) foi financiado pela Faperj, a pedido do governo do Rio e seguindo especificações da PM e já passou por testes na Restinga da Marambaia. (link)

Destinado a operações em favelas, é robusto, tem blindagem para fuzis, seteiras (buracos para pôr o cano das armas e disparar), proteção do cofre do motor e capacidade para oito homens, além do motorista e um passageiro no frente. O novo modelo introduziu a pestana (capa de aço no parabrisa), com acionamento interno e aumentou a parte interna, agora com capacidade para transportar oito policiais. É mais alto que os anteriores, pesa 7,2 toneladas e atinge 100 km/h. Como “luxos”, tem ar-condicionado, sirene e tração nas quatro rodas, para facilitar a circulação em aclives e declives e garante a aderência, evitando derrapagem.

“É uma solução customizada e ouvi bastante o Bope, que participou dos requisitos. É um projeto para atender a baixo custo e usa chassi e motor a diesel da Volks. Temos capacidade de fazer, preço interessante, Não será preciso importar”, disse o major Paulo Aguiar, responsável pelo projeto, cujo custo foi de R$ 430 mil. Além do emprego em segurança pública, uma variante do veículo também pode ser adaptada futuramente para o uso do Exército em missões de Paz da ONU.

O primeiro Vespa foi apresentado em 2007 e ficou mais conhecido como “Caveirinha”. Era menor e voltado para o patrulhamento de vias especiais, não para incursões em favelas. Quebrou durante o uso pela PM nos 60 dias em que ficou com a corporação. Segundo o Exército, o problema foi causado pelo uso inadequado do carro. O motorista teria tentado passar, em alta velocidade, por cima de uma mureta que divide as pistas da Avenida Brasil. “Nenhum carro é indestrutível”, disse o major Aguiar, que atuou nos dois projetos, com mais três engenheiros.



Outro veículo, com propósitos completamente diversos é outro lançamento do CTEx, o “Gaúcho”, parceria binacional com o Exército da Argentina – para otimizar recursos e aumentar a escala de produção –, feito só com componentes do Mercosul. Uma espécie de jipe aberto, com tração e suspensão independente nas quatro rodas, o veículo trafega em qualquer terreno e servirá para ações de reconhecimento. Parece com jipes dos Comandos em Ação, brinquedos que fizeram sucesso nos anos 80 e 90.

“O Gaúcho é 100% mobilidade e 0% blindagem. Além disso, é praticamente uma viatura descartável, que pode ser deixada no terreno”, explicou o major Santoro, gerente do projeto.

O carro foi desenhado para poder ser empilhado sobre outro, permitindo o transporte de até cinco unidades em aviões Hércules, e lançamento ao solo com paraquedas. O veículo, que porta uma metralhadora MAG 7.62mm e duas armas leves anticarro. O protótipo custou R$ 270 mil, mas esse valor deve baixar cerca de 30% com a escala de produção. O Brasil vai adquirir apenas cerca de 100 a 200 unidades, para a Brigada de Infantaria Paraquedista.



Outra inovação do centro é o míssil superfície-superfície anticarro de combate (comumente chamado de tanque de guerra) guiável por feixe laser, com alcance de 3 km. O operador pode corrigir a mira do míssil após o disparo, mudando a posição do lançador e apontando-o ao alvo que tenha se deslocado (um carro de combate, por exemplo). “É uma arma sofisticada, de alto valor tático”, disse o coronel Castelo. A arma pode ser carregada por um homem pesa 8kg, sem o míssil, e 23kg, com e, por ser pequena, se camufla no terreno, funcionando com tripé.



Com propósito semelhante, o CTEx desenvolveu também a Arma Leve Anticarro (Alac), de ombro. Conhecida como bazuca, tem alcance útil de até 500 metros e dispara munição de 84mm, que perfura blindagens de até 30cm e detona munição a temperatura de até 1000ºC. É uma arma descartável e de baixo custo, equivalente à sueca AT-4 ou à argentina M-57.

Lembra-se do filme “O Predador”, em que a besta protagonista via os soldados independentemente da camuflagem e do escuro? O CTEx desenvolveu equipamentos de visão térmica, como o usado no reparo (suporte) de metralhadora (.50” ou 7.62mm) automatizado para viaturas blindadas sobre rodas ou lagartas.

Mais que equipamento de visão noturna, a câmera com imagem termal é mais avançado que o de visão noturna, porque é capaz de mostrar imagens sem nenhuma luminosidade, enquanto a outra funciona intensificando luz residual. Além disso, consegue identificar alguém escondido atrás de folhagem mesmo durante o dia, por exemplo.

Outro equipamento é o monóculo Olhar VDN-X1, para observação diurna ou noturna, mesmo em condições de neblina ou cobertura de fumaça. Pode ser acoplado em capacetes, metralhadoras e fuzis.

Para quem pergunta por que o Brasil precisa investir em tecnologia se pode comprar material já pronto e mais barato, o coronel Castelo já tem uma resposta pronta.


Para o coronel Castelo, do CTEx, país com aspiração internacional precisa investir em tecnologia de Defesa

“Todo país que aspira a uma posição de destaque precisa ter o domínio sobre tecnologia de defesa. Não é preciso ter tudo, mas sim deter o conhecimento para produzir, se necessário. Pode ter origem importada, mas precisa ter indústria de defesa e competência para fazer, atualizar e acompanhar a última tecnologia. Defesa não é barato”, disse.

Castelo citou como exemplo a proibição, pelos EUA, da venda de aviões Tucano pelo Brasil para a Venezuela porque tinham componentes norte-americanos.

A indústria de Defesa do Brasil já teve uma posição internacional relevante. Para Castelo, a queda se deveu muito mais ao fim da Guerra Fria do que à redemocratização dom País. “Houve muito material excedente dos dois blocos e saturou o mercado com produtos usados muito baratos. A indústria que não tinha mercado interno se enfraqueceu."

Fotos: Leonardo Ramos

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/r ... 73362.html
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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #70 em: Maio 28, 2011, 04:22:25 pm »
Fotos tiradas pelo Túlio do DB:

Citação de: "Túlio"
Senhores, algumas dúvidas que me ocorreram:




O M-60 veio preparado para operar em ambiente NBC? Leiam o que está escrito na ampliação...





Nunca li nada a respeito... :?  8-]


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Que visor é esse no Leo1A5? Só um periscópio comum ou tem termal/NVG/telêmetro?


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Estou viajando ou vi uma bandeira de Portugal no Carrousel da Cavalaria Hipo?





É tuga mesmo ou herança tradicional?

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Detalhe legal sobre a 'casca' lateral extra de blindagem na torre do Leo1A5. Mas parece ser feita por fundição e aparafusada, resolve algo?


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Painel do Marruá. Havia uma porção lá, pensei que o EB havia comprado umas poucas unidades...




Marruá operacional.
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Re: Exército Brasileiro
« Responder #71 em: Junho 28, 2011, 05:14:41 am »
SantaCatarinaBR - Ctex Centro Tecnologico de Exercito , REMAX , ALAC , MSS 1.2 , SABER M60
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Re: Exército Brasileiro
« Responder #72 em: Julho 01, 2011, 07:35:21 pm »
SantaCatarinaBR - 8 Blindados Leopard 1A5 chegando em Santa Maria - RS (ClicRBS)

O Parque Regional de Manutenção, em Santa Maria, recebeu oito blindados Leopard 1A5, na tarde de sábado(25/06). Eles fazem parte do quinto lote de viaturas adquiridas pelo programa de renovação da frota do Exército Brasileiro. Conforme a 3ª Divisão do Exército (DE), outros 30 carros de combate devem chegar à cidade esta semana.

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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #73 em: Julho 05, 2011, 11:14:36 am »
Citação de: "binfa"
EB - Faca do Pára-quedista



Força Estratégica do nosso Exército, a Brigada de Infantaria Pára-quedista é capaz de atuar em qualquer parte do território nacional. Essa condição exige que os combatentes aeroterrestres tenham materiais capazes de auxiliá-los no cumprimento das mais variadas missões. Entre esses, destaca-se uma faca que seja, ao mesmo tempo, resistente, rústica e versátil. O Comando da Bda Inf Pqdt decidiu realizar um sonho antigo e criou a FACA DO PARAQUEDISTA. Para isso, foi estabelecida uma parceria com um dos mais renomados cuteleiros do País: Sr Ricardo Vilar (criador do Facão do Guerreiro de Selva). Desde que foi criada, a FACA DO PARAQUEDISTA se transformou no objeto mais cobiçado de todo "PQD" da ativa e da reserva; até de civis e de amigos da nossa querida Bda Inf Pqdt.

Algumas informações sobre a FACA DO PARAQUEDISTA:
- comprimento: 32,5cm
- comprimento da lâmina: 19,5cm
- largura da cruzeta: 7,5cm
- comprimento da bainha: 38,5cm
- material da bainha: couro legítimo
- valor: R$ 330,00 (trezentos e trinta reais) à vista ou 3x (cheque) R$ 110,00 (cento e dez reais).

Obs: os paraquedistas terão seus nomes de guerra e números gravados a "laser" na lâmina.

Àqueles que desejarem, a FACA DO PARAQUEDISTA está em exposição na Seção de Comunicação Social da Bda Inf Pqdt (Av General Benedito da Silveira, s/nº, Vila Militar, Rio de Janeiro-RJ).

Mais informações: (21) 2457-1030 (de 2ª a 5ª feira, das 09:30h às 16:30h; e às 6ª feiras, das 09:30h às 12:00h) ou pelo e-mail: http://www.facebook.com/paraquedista.exercito

credito: http://www.bdainfpqdt.eb.mil.br
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Re: Exército Brasileiro
« Responder #74 em: Julho 13, 2011, 10:45:52 pm »
Citar
Rio de Janeiro – No período de 17 a 20 de maio, o Centro de Avaliações do Exército (CAEx) acompanhou a realização de testes antiminas executados na avaliação da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal – Média de Rodas (VBTP-MR) – Guarani.

Os testes foram realizados pela empresa IBD, acompanhada por especialistas da Divisão de Veículos de Defesa da IVECO do Brasil, no Campo de Provas da empresa TDW, localizado na cidade de Schrobenhausen, na República Federal da Alemanha.

Durante o teste, a viatura foi submetida à explosão de minas anticarro de seis quilogramas de explosivo do tipo trinitrotolueno (TNT), sendo a primeira sob a roda mais próxima do motorista, e a segunda, sob a roda mais próxima do banco da guarnição.

Os efeitos das explosões na tripulação e guarnição da viatura blindada foram medidos, por meio de manequins padronizados, de acordo com requisitos estabelecidos em normas internacionais, que simulam as dimensões, as proporções de peso e articulação do corpo humano (dummies). Os manequins foram devidamente fardados e equipados com capacete e colete à prova de balas, conforme situação de combate a ser enfrentado pelos ocupantes do Guarani.

O teste evidenciou que a viatura possui elevada capacidade de proteção à integridade física da guarnição embarcada contra ameaça antiminas. Cabe acrescentar que a viatura Guarani utilizada para testes é fabricada especificamente para este fim, apenas com a blindagem e rodas.

http://www.defesanet.com.br/terrestre/noticia/1851/BLINDADOS---Guarani-realiza-testes-antiminas
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

 

Aviação do Exército (AvEx)

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