Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1050 em: Janeiro 25, 2018, 08:00:38 pm »
M992A2 remuniciador dos M109 A5+BR: novo blindado para o Exército Brasileiro


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De acordo com o Boletim do Exército de 19/01/2018, sexta-feira, foi autorizada a liberação do valor de US$ 156.354,00, referente ao adiantamento de pagamento dos serviços e taxas associados à doação de quarenta veículos blindados de esteiras M992A2 FAASV (Field Artillery Ammunition Supply Vehicle), Classificada no EB como Viatura Blindadas de Transporte Especial Remuniciadora (VBTE Remun), através do prograga FMS (Foreign Military Sales).


O M992A2 é um veículo de reabastecimento de munição blindado com um transportador hidráulico, para transferência de munição de uma única rodada, e destinam-se a acompanhar e municiar as Viaturas Blindadas de Combate – Obuseiro Autopropulsado (VBCOAP) M109 A5+BR, que irão equipar, quando entregues, os 3º e 5º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado, de Santa Maria/RS e Curitiba/PR, respectivamente, otimizando seu emprego e modernizando a arma de artilharia no Brasil.



FONTE: http://tecnodefesa.com.br/m992a2-remuniciador-dos-m109-a5br-novo-blindado-para-o-exercito-brasileiro/
« Última modificação: Janeiro 25, 2018, 08:02:11 pm por Vitor Santos »
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1051 em: Janeiro 25, 2018, 08:08:05 pm »
Minusca: Brasil manda comitiva de dez oficiais para reconhecimento na República Centro-Africana

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O Diário Oficial desta terça-feira (9) publica a designação uma equipe de dez oficiais das Forças Armadas para fazer o reconhecimento da área de operações da MINUSCA, na República Centro-Africana, nas cidades de Bangui, Bambari e localidades adjacentes.

Entre 21 de janeiro e 3 de fevereiro, estarão no país africano um contra-almirante, dois generais de brigada, três coroneis do Exército (sendo um da reserva), dois capitães de mar e guerra (um da reserva), um capitão de corveta e um capitão aviador.

As despesas correm por conta do Ministério da Defesa.

FONTE: montedo.blogspot.com.br / http://www.forte.jor.br/2018/01/09/minusca-brasil-manda-comitiva-de-dez-oficiais-para-reconhecimento-na-republica-centro-africana/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1052 em: Janeiro 26, 2018, 06:46:13 pm »
Exército Brasileiro avalia, no futuro, evoluir do Leopard 1A5 para o 2A4


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A incerteza sobre a disponibilidade de recursos nos próximos anos (alardeados como de recuperação da Economia), a necessidade de obter um modelo de viatura resultante da conversão da VBTP-MR Guarani 6×6 em um blindado de combate 8×8, as circunstâncias estratégicas nas fronteiras do país e o extenso rol de pendências no conjunto de programas do Exército Brasileiro (EB), estão levando o Comando da Força Terrestre a tratar de forma pragmática, cautelosa e conservadora, o assunto da atualização tecnológica de sua frota de carros de combate pesados.

Este ano e no próximo, a prioridade é obter um novo lote de veículos Leopard 1A5 que permita a padronização da principal força de choque (couraçada) da corporação.

O Forças Terrestres apurou que a atualização tecnológica dos MBTs (Main Battle Tanks) brasileiros acontecerá sobre a linha Leopard: primeiro com a obtenção, em meados dos anos de 2020, de uma pequena partida de carros Leopard 2 A4; e depois (dentro de uns dez anos) por meio da incorporação de um núcleo de viaturas mais modernas, das versões A6 ou A7.

Estudos conjuntos do Estado-Maior do Exército com o Centro de Instrução de Blindados General Walter Pires, de Santa Maria (RS), estimaram que o programa de desenvolvimento de um tanque pesado projetado no país, não pode ser concluído em menos que uma década – e, por enquanto, não há tranquilidade financeira para que essa empreitada seja tentada.

Isso, apesar das repetidas demonstrações de boa vontade da filial brasileira da companhia alemã KMW, fabricante do Leopard.

Técnicos da KMW já conhecem algumas das predileções dos militares da Arma Blindada para o futuro MBT nacional: peso no patamar das 50/54 toneladas (significativamente inferior às 62,3 toneladas do modelo alemão 2A6), canhão de 120 mm, armamento secundário remotamente operado e blindagem modular incluindo placas de proteção reativas. Mas isso ainda está no plano dos sonhos.

No atual estágio evolutivo do EB, a prioridade é, contudo, evitar que os carros de combate de 2ª mão adquiridos pela Força permaneçam em serviço por décadas, mesmo com altos índices de indisponibilidade.

Caso, por exemplo, das imponentes viaturas M-60 A3TTS, compradas pelo governo FHC no fim dos anos de 1990.

A conservação de máquinas antiquadas não representa apenas uma diminuição do poder de choque da corporação. De acordo com um oficial de blindados ouvido pelo Forças Terrestres, ela engessa os conhecimentos dos tanquistas em um patamar tecnológico inferior; e, em alguns casos, termina por desmotiva-los.

A opção, na próxima década, pela viatura Leopard 2A4 – um ícone da década de 1990 – não pode ser considerada “mais do mesmo” (blindado ultrapassado), pois, conforme ficou evidente nos carros adquiridos pelo Exército do Chile, o modelo A4 aceita bem o canhão e outros equipamentos da versão 2 A6.

Guarani 8×8 – A exequibilidade dos planos depende, entretanto, das circunstâncias.

Há dúvidas sobre a capacidade do Exército de investir em carros de combate pesados, enquanto as tropas da Infantaria Motorizada – candidatas à transformação em “tropas médias” das unidades Mecanizadas – demandam fortemente não apenas a viatura Guarani 6×6, mas também o modelo 8×8, dotado de canhão de 105 mm (ou de peças menores).

E na Força Terrestre Brasileira existem ainda outras limitantes para a aposta em tanques pesados.

MBTs exigem obras de arte (pontes e viadutos) que os suportem, além de rede ferroviária bem ramificada e estruturada, e infraestrutura de manutenção extremamente onerosa. Especialmente para uma corporação que não pode, simplesmente, remetê-los à conservação no fabricante.

Já os veículos Guarani podem, eventualmente, ser inspecionados e reparados na fábrica de Minas Gerais, de onde saíram novinhos em folha.

Por fim, existe a questão conceitual: em que medida, dentro de um cenário limitado de ameaças fronteiriças, como o nosso, deve o EB priorizar os tanques pesados, sobre lagartas, e não as viaturas bem mais ligeiras e baratas, sobre rodas, que transportam um canhão de 105 mm e chegam a alcançar, em estrada, velocidades em torno dos 100 km/h?

Como se vê, o assunto se espraia por uma rede de variáveis estratégicas, técnicas e financeiras que se entrelaçam, sugerindo a uma Força de poucos recursos – e, do ponto de vista geopolítico, excêntrica –, uma ousadia medida, nos centímetros, pelo pragmatismo e pela cautela (mas não, necessariamente, pelo conservadorismo).

FONTE:  http://www.forte.jor.br/2018/01/25/eb-avalia-no-futuro-evoluir-do-leopard-1a5-para-o-2a4/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1053 em: Janeiro 27, 2018, 02:18:50 pm »
Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes é inaugurado dando um novo status a Artilharia do Exército


O dia 25 de janeiro de 2018 ficará marcado na história do Exército Brasileiro. Foi inaugurado o Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes, em Formosa. Com a presença de autoridades civis e militares, uma formatura inaugurou as instalações da nova Unidade, que terá como missão capacitar e habilitar oficiais e praças para o emprego de mísseis e foguetes e contribuir para o aperfeiçoamento e o desenvolvimento da Doutrina de Emprego. A inauguração faz parte do Projeto Estratégico ASTROS 2020. Para o Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, General de Exército Juarez Aparecido de Paula Cunha, a inauguração do Centro representa a evolução da Artilharia, que a permite ficar em consonância com o projeto de transformação do Exército.


Projeto Estratégico ASTROS 2020

A fim de dotar o Exército Brasileiro de meios capazes de prestar um apoio de fogo de longo alcance, com elevada precisão e letalidade. O Projeto ASTROS 2020 contém, em seu escopo e estrutura, as seguintes etapas: criação e implantação de uma Unidade de Mísseis e Foguetes, um Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes, um Centro de Logística de Mísseis e Foguetes, uma Bateria de Busca de Alvos, paióis de munições e uma Base de Administração e Campo de Instrução de Formosa (CIF); modernização do atual 6º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes, transformando-o em 6º Grupo de Mísseis e Foguetes; desenvolvimento de dois novos armamentos, o foguete guiado, que utiliza a concepção do atual foguete SS 40, da família de foguetes do sistema ASTROS II, em uso pelo Exército Brasileiro, e o míssil tático de cruzeiro com alcance de 300 km; além disso, está previsto a construção de Próprios Nacionais Residenciais (PNR) e outras instalações necessárias ao bem-estar da família militar na Guarnição de Formosa.

As duas Unidades de Mísseis e Foguetes estarão estruturadas com um Comando e Estado-Maior, uma Bateria de Comando e três Baterias de Mísseis e Foguetes mobiliadas com viaturas e equipamentos em fase de desenvolvimento com base no atual sistema ASTROS II. O sistema ASTROS 2020 irá possibilitar a realização do lançamento, partindo das plataformas da nova viatura lançadora múltipla universal na versão MK-6, dos vários foguetes da família ASTROS e também do míssil tático de cruzeiro de 300 km. Além disso, permitirá fazer toda a preparação para a realização do tiro, desde o recebimento e análise da missão, o comando e controle, a trajetória de voo e o controle de danos.


FONTE - https://orbisdefense.blogspot.com.br/2018/01/centro-de-instrucao-de-artilharia-de.html
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1054 em: Janeiro 30, 2018, 06:24:06 pm »
Ativada a primeira Unidade de Artilharia Antiaérea na Região Amazônica - 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva (12º GAAAe Sl)


Dentre as principais missões do 12º GAAAe Sl, está a de realizar a defesa antiaérea de áreas e pontos sensíveis, bem como de instalações de infraestrutura estratégica do País e de tropas estacionadas ou em movimento

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Manaus (AM) – Nova etapa do Programa de Defesa Antiaérea, integrante do Portifólio Estratégico do Exército, é materializada no Norte do Brasil. Assim, a data de 24 de janeiro de 2018 marcou o início dos trabalhos da primeira Unidade de Artilharia Antiaérea na Região Amazônica, com a solenidade de ativação do 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva (12º GAAAe Sl), “Grupo Tenente Juventino da Fonseca”.

Dentro da concepção de racionalização da Força e de acordo com o Planejamento Estratégico do Exército, a nova organização militar deixou de ser núcleo e passou à subordinação da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea (1ª Bda AAAe) por determinação do Comandante do Exército, publicada na Portaria nº 1.050, de 21 de agosto de 2017.

Dentre as principais missões do 12º GAAAe Sl, está a de realizar a defesa antiaérea de áreas e pontos sensíveis, bem como de instalações de infraestrutura estratégica do País e de tropas estacionadas ou em movimento. Essa defesa se dá contra todo e qualquer tipo de vetores aeroespaciais hostis, em qualquer ponto do território nacional, especialmente da Região Amazônica. Como única estrutura militar de guerra ativada desde o tempo de paz, a Unidade atuará em operações de guerra ou de não-guerra, em prol do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro, de um Comando Operacional Conjunto ou de uma Força Terrestre Componente, seja simultaneamente ou não.

Durante a mesma solenidade, ocorreu, ainda, a assunção do primeiro comandante nomeado da organização militar, o Tenente-Coronel de Artilharia Alexandre Barboza Rocha.

A cerimônia contou com a presença do Comandante Militar do Sudeste, General de Exército João Camilo Pires de Campos; do Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Geraldo Antonio Miotto; do Chefe da Procuradoria de Justiça Militar em Manaus, Dr José Luis Pereira Gomes; além do Comandante da 1ª Bda AAAe, General de Brigada Maurilio Miranda Netto Ribeiro.

Outro MANPADS em serviço, e mais capaz que o Igla-S, é o RBS-70 da Saab. Normalmente, os dois tipos de mísseis são utilizados em unidades AAAe.  (Imagem: Roberto Caiafa).

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx /  http://tecnodefesa.com.br/12o-grupo-de-artilharia-antiaerea-de-selva-12o-gaaae-sl-e-ativado-em-manaus/
 

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Lusitano89

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1055 em: Janeiro 31, 2018, 01:40:14 pm »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1056 em: Janeiro 31, 2018, 10:28:43 pm »

Exército inaugura Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1057 em: Fevereiro 15, 2018, 11:45:32 am »
Exército irá modernizar mais 150 VBTP M113


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PROCESSO: PO nº 1600005 – Gab Cmt Ex
EB: 64536.001331/2018-39
ASSUNTO: autorização para assinatura do Complemento nº 6 à Carta de Oferta e Aceitação referente à linha de fornecimento BR-B-UUG, objetivando a utilização de saldo remanescente para o fornecimento de peças de reposição, visando à modernização de 150 (cento e cinquenta) Viaturas Blindadas de Transporte de Pessoal M113BR, por meio do programa Foreign Military Sales (FMS).

COMANDO LOGÍSTICO

1. Processo originado no Comando Logístico, por meio do DIEx nº 321-Seç CLIX Bld/ S Dir Mat/DMAT, de 13 de dezembro de 2017, com a finalidade de obter autorização para a assinatura, pelo Chefe da Comissão do Exército Brasileiro em Washington, em nome do Exército Brasileiro, do Complemento nº 6 à Carta de Oferta e Aceitação referente à linha de fornecimento BR-B-UUG (Letter of Offer And Acceptance BR-B-UUG), para a utilização de saldo remanescente para o fornecimento de peças de reposição, visando à modernização de 150 (cento e cinquenta) Viaturas Blindadas de Transporte de Pessoal M113BR, por meio do programa Foreign Military Sales (FMS).

Sobre a modernização das VBTP M113 no Exército Brasileiro

O Projeto de Modernização, da VBTP M113B para a versão M113 BR, teve início em 2012, por meio de acordo internacional, via programa Foreign Military Sales (FMS) entre os Governos do Brasil e dos Estados Unidos da América, com a participação da empresa BAE Systems. A primeira medida adotada pelo Pq R Mnt/5 foi a preparação da linha de produção para que fosse modernizada a viatura protótipo; em seguida, essa viatura seguiu para o Centro de Avaliações do Exército (CAEx), onde foi submetida a diversos testes em concordância com as Normas do Exército Brasileiro (NEB), bem como algumas normas internacionais. Na sequência, produziu-se um lote-piloto, que foi apreciado e aprovado por aquele Centro.

FONTE:  https://pt.dfns.net/2018/02/14/exercito-ira-modernizar-mais-150-vbtp-m113/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1058 em: Fevereiro 19, 2018, 01:24:50 pm »
Governo federal decide decretar intervenção na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro


Decreto será publicado nesta sexta-feira (16), segundo o presidente do Senado, Eunício Oliveira. Decisão foi tomada em meio à escalada de violência na capital carioca

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O presidente Michel Temer decidiu decretar intervenção na segurança pública no Estado do Rio de Janeiro. O decreto será publicado na manhã desta sexta-feira (16), segundo o presidente do Senado, Eunício Oliveira.

Com essa medida, as Forças Armadas assumem a responsabilidade do comando das Polícias Civil e Militar no estado do Rio. A decisão ainda terá que passar pelo Congresso Nacional.

Durante a intervenção, a Constituição Federal não pode ser alterada, o que pode afetar o andamento a reforma da Previdência, que é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e tem votação marcada para a semana que vem.

Dentro do governo, foi discutida a hipótese de suspender a intervenção durante a votação da Previdência, e depois retomá-la. Mas ainda não há definição sobre essa estratégia.

O decreto da intervenção será assinado pelo presidente Michel Temer no início da tarde desta sexta-feira (16). Segundo ministros do governo, o período da intervenção vai até o dia 31 de dezembro de 2018.

A decisão foi tomada após reunião de emergência no Palácio da Alvorada, na noite de quinta-feira (15). A intervenção na segurança teve a anuência do governador Luiz Fernando Pezão.

Temer designou também que o General Walter Souza Braga Neto, do Comando Militar do Leste, será o interventor. Ele foi um dos responsáveis pela segurança durante a Olimpíada do Rio, em 2016.

O Congresso Nacional será convocado para apreciar o decreto, como prevê a Constituição. Cabe agora ao presidente do Congresso, Eunício Oliveira, convocar em até 10 dias a sessão para que Câmara e Senado aprovem ou rejeitem a intervenção.

A reunião foi longa. Estavam no Palácio da Alvorada o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, os ministros Raul Jungmann, da Defesa, Torquato Jardim, da Justiça, Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional, Henrique Meirelles, da Fazenda, Dyogo Oliveira do Planejamento e Moreira Franco, da secretaria geral da presidência. Além dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia e do senado, Eunício Oliveira.

Participantes do encontro relataram que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, foi, inicialmente, contrário a essa solução para a escalada da violência no Rio. Mas depois foi convencido a aceitar a decisão já que o próprio governador estava de acordo.

O texto do decreto foi escrito durante o encontro. Eunício Oliveira disse que, até o fim da reunião, não ficou estabelecido o período que a intervenção vai durar.

Violência no RJ
A reunião, logo após o carnaval, ocorreu em meio à escalada de violência registrada no Rio de Janeiro. Houve arrastões, assaltos nos blocos, pessoas foram roubadas a caminho da Sapucaí, saque a supermercado, entre outros crimes, da Zona Sul até a Zona Norte da capital. Além disso, três PMs foram mortos durante o carnaval.

O governador Luiz Fernando Pezão admitiu que houve falha no planejamento de segurança. “Não estávamos preparados. Houve uma falha nos dois primeiros dias, e depois a gente reforçou aquele policiamento. Mas eu acho que houve um erro nosso”, disse na quarta-feira (14).

FONTE: G1 /  http://www.forte.jor.br/2018/02/16/governo-federal-decide-decretar-intervencao-na-seguranca-publica-do-rj/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1059 em: Fevereiro 19, 2018, 01:38:49 pm »
Estágio de manutenção das "novas' Viaturas Blindadas M109 A5


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Curitiba (PR) – No prosseguimento das atividades atinentes à modernização da Força, o Exército Brasileiro, por intermédio da 5ª Região Militar (5ª RM), realizou, de 5 a 9 de fevereiro, o primeiro Estágio de Manutenção das Viaturas Blindadas de Combate Obuses Autopropulsados M109 A5. A capacitação visa ao preparo dos militares para manutenir o novo obuseiro adotado na Força Terrestre.

Dentre os objetivos do treinamento estão o de salientar semelhanças e diferenças entre os modelos M109 A3, atualmente em uso, e os novos M109 A5, além de padronizar os procedimentos de manutenção no âmbito da 5ª RM.

A atividade contou com a presença de 14 militares integrantes do Parque Regional de Manutenção da 5ª Região Militar (Pq R Mnt/5), do 5º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (5º GAC AP) e do 15º Grupo de Artilharia de Campanha de Autopropulsado (15º GAC AP).

Atualmente, o 15º GAC AP possui a versão A3 da viatura M109, no entanto, nas próximas semanas, o Pq R Mnt/5 receberá a versão A5 do blindado para a colocação de tubo e, posteriormente, a realização de tiro técnico no Campo de Instrução Marechal Hermes. O 5º GAC AP deverá receber, também, a versão A5 da viatura.

O estágio foi realizado nas instalações do 15º GAC AP e do Pq R Mnt/5.









FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx  /  http://www.forte.jor.br/2018/02/15/estagio-de-manutencao-das-novas-viaturas-blindadas-m109-a5/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1060 em: Fevereiro 23, 2018, 01:44:31 pm »
Brasil adquire sistema de ponte IRB da General Dynamics European Land Systems

A encomenda brasileira incluirá os diversos módulos de ponte, três caminhões configuração 8×8,  e uma embarcação especial usada para elevação de ponte.

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O BAC, ou Brazilian Army Comission, publicou em seu website, na sessão de compras em andamento, o pedido do Exército Brasileiro, dentro do Programa Estratégico do Exército OCOP (Obtenção da Capacidade Operacional Plena), visando a aquisição de modernas pontes de alta capacidade, multifuncionais, do tipo Improved Ribbon Bridge (IRB), da empresa General Dynamics European Land Systems.

O pedido para aquisição desse material foi emitido no final de 2017 através do BAC, sediado em Washington, DC. O contrato está sendo finalizado e a entrega poderá ocorrer dentro de um ano após a assinatura do mesmo.

O modelo selecionado pelo Exército Brasileiro é similar ao adquirido recentemente pelas Forças Armadas da Suécia.

Esse material encontrava-se no escopo das compras desejadas pelas unidades de Engenharia do EB há alguns anos, já que sua demanda no território brasileiro, cortado por inúmeros rios e cursos dágua, é enorme.

O sistema irá substituir outro mais antigo, do tipo EWK Faltschwimmbrücken* (FSB), e será pago para o 5º Batalhão Blindado de Engenharia de Combate (Batalhão Juarez Távora), baseado na cidade de Porto União.


Se for lançado um olhar sobre a missão dessa unidade de elite do Exército, fica clara a natureza da compra:

a. Multiplicar o poder de combate da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada, proporcionando a mobilidade, assegurando a contramobilidade e contribuindo para a proteção de suas peças de manobra.

b. Ficar em condições de ser empregado, em sua área de responsabilidade, na Garantia da Lei e da Ordem, de acordo com o previsto nos planejamentos em vigor.

c. Como ação subsidiária, ficar em condições de cooperar com os Poderes Federal, Estadual e Municipal nas ações de Defesa Civil e de apoiar o desenvolvimento regional de acordo com as orientações e diretrizes do Escalão Superior.

d. Ficar em condições de participar de Missões Internacionais.

Na frota dessa unidade estão veículos blindados especializados de socorro para outros carros de combate, veículos de engenharia especializados e mesmo os singulares veículos lançadores de pontes, todos baseados na família Leopard 1.

Viatura de Engenharia da família Leopard 1.

Veículo Lança Pontes da Família Leopard 1.

Veículo de Engenharia da Família Leopard 1, em marcha.

Transposição de curso dágua transportando carro de combate Leopard 1A5 BR.

Uma das missões do 5º Batalhão Blindado de Engenharia de Combate é prover os meios para que os carros de combate Leopard 1A5, obuseiros autopropulsados M-109 e demais veículos blindados designados consigam superar obstáculos naturais ou criados pelo homem, mantendo a fluidez do avanço das vanguardas blindadas e garantindo a mobilidade logística na retaguarda, tanto para o pessoal de intendência quanto para o pessoal de material bélico.

A encomenda brasileira incluirá os diversos módulos de ponte, três caminhões especiais de transporte dos módulos de ponte, veículos de grande porte e configuração 8×8,  e uma embarcação especial usada para elevação de ponte.


O IRB pode ser operado como uma balsa de vários módulos, bem como uma ponte flutuante. Ele fornece ampla capacidade de cruzamento a seco de rios transportando cargas dentro das especificações MLC80 Tracked / 96 Wheeled do US Army (componentes homologados para transportar, lançar, erguer e recuperar até 210 metros de ponte flutuante, com máximo de 80 toneladas de peso parado ou 96 toneladas em trânsito-rodando), incluindo aí o manejo, transporte com segurança e entrega de um veículo blindado de combate de até 60 toneladas.

Os módulos da ponte IRB são transportados e lançados a partir de um caminhão multiuso multifunções. O IRB encontra-se em serviço em todo o mundo e vem apoiando operações de combate, de manutenção da paz, bem como missões humanitárias e ambientais. Ela também permite interoperar com outras pontes, como a portada “M3” que já é operada pelo Exército Brasileiro.

O IRB é totalmente interoperável com os sistemas de pontes flutuantes legais da General Dynamics European Land Systems, incluindo a Floating Support Bridge (Ponte de suporte flutuante), a Ponte de fita padrão (Standard Ribbon Bridge-SRB) e o M3 Anfibious Bridge e Ferry System.


Sobre o BAC


O Brazilian Army Comission é mantido pelo Exército Brasileiro em Washington D.C para atender as seguintes demandas:

I. Adquirir material de defesa, sistemas e serviços no exterior e enviá-los para o Brasil, de acordo com os pedidos de nossas entidades importadoras.

II. Realizar pesquisas de mercado de Material de Defesa.

III. Executar o registro, gerenciamento e controle do orçamento, finanças e ativos do Exército Brasileiro no exterior.

IV. Apoiar o aditante do Exército em relação aos militares e pessoal dependente em missão ou em tratamento médico nos Estados Unidos da América.

V. Promover o Brasil, o Ministério da Defesa, o Exército e a indústria de defesa brasileira, de acordo com suas possibilidades e deveres.

*Projetado pelo oficial do exército francês coronel Jean Gillois e fabricado pela empresa alemã Eisenwerke Kaiserslautern, o EWK-Gillois era um conceito engenhoso e totalmente exclusivo.

O Gillois foi aceito em serviço em 1961, mas a alternativa M2 alemã logo foi introduzida como superior. O M2 era um veículo anfíbio classe 24 com flutuabilidade, deck e rampas necessárias para construir uma ponte ou um ferry.

Os pontões laterais ficam armazenados e são girados hidraulicamente na posição antes de entrar na água. “Juntas” adicionais podem ser usadas para fazer rampas ou unir unidades adjacentes.

Uma plataforma single M2 pode ser usada como uma balsa Classe 10, duas plataformas juntas e unidas formam uma Balsa Classe 30 e mais combinações podem chegar a um máximo de 60 toneladas (Classe 60). Em serviço, o M2B foi convertido em M2D, o que aumentou a capacidade de carga para as especificações MLC70 Tracked e MLC93 wheeled.

Fica clara a superioridade do produto RIB da GDELS, que já atende as especificações MLC80 Tracked / 96 Wheeled do US Army.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/brasil-adquire-sistema-de-ponte-irb-da-general-dynamics-european-land-systems/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1061 em: Fevereiro 23, 2018, 07:50:38 pm »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1062 em: Fevereiro 24, 2018, 02:26:01 pm »




 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1063 em: Fevereiro 28, 2018, 02:12:54 am »
EB estuda proteção blindada das tropas de Paz que atuarão na África


Citar
O Forças Terrestres traz para seus leitores o trecho central do artigo intitulado “Rompendo a LP”, de autoria do Tenente-Coronel Carlos Alexandre Geovanini dos Santos, comandante do Centro de Instrução de Blindados General Walter Pires, sediado na cidade gaúcha de Santa Maria.

Os parágrafos que publicamos dão bem a ideia das prioridades da Arma Blindada brasileira.

A Trilogia Forças de Defesa cumprimenta o coronel Geovanini por suas colocações objetivas e bastante pertinentes em relação às demandas atuais da Força Terrestre brasileira.

Eis o texto:

“Rompendo a LP

(…)

Os desafios à frente são:

um possível desdobramento de tropas brasileiras em teatro de operações africano ensejará uma modificação no perfil do equipamento de nossas forças de paz, onde o aumento da proteção blindada e do poder de fogo colocados à disposição do comandante tático será uma imposição. Cabe ao CI Bld preparar tais recursos humanos, bem como assessorar nossos escalões superiores nas demandas por eles divisadas, tudo em prol do cumprimento do mandato da missão e da projeção de nossa bandeira no exterior;
o prosseguimento da mecanização de parte da infantaria e a introdução de nossa mais recente plataforma de combate em unidades de cavalaria, a brasileira viatura GUARANI. Esse projeto, ainda em construção, testará nossa criatividade e capacidade de organização para ultrapassar os obstáculos que emergem da necessidade de adaptação ao novo meio, quer nos campos da doutrina militar, quanto da técnica do material. Precisamos estar presentes, lado a lado, apoiando através do aporte de décadas de experiência;
a muito bem vinda chegada dos novos obuseiros autopropulsados da família “M”, já denominados com orgulho de M109 A5+ BR e sua viatura remuniciadora M992 A2, trará ganhos consideráveis em nossa capacidade de apoiar a manobra pelo fogo, tanto pelo seu alcance, quanto pela melhoria no processo de automação do tiro. Estaremos atentos à adaptação de nossas grades curriculares, após refletido estudo das consequências da introdução do novo material para as nossas FT Bld;
o velho axioma de que “os exércitos marcham sobre seus estômagos” pode ser traduzido para nossa natureza de tropa para “nossas colunas de blindados marcham sobre suas áreas de trens”, pois lá está nossa capacidade de sustentar o combate. Dessa forma, o incremento do estudo da logística no nível de nossas subunidades blindadas e mecanizadas é uma necessidade, não só visando buscar as melhores práticas, mas também produzindo conhecimentos que nos permitam atualizar nossos dados médios de planejamento;
com cerca de dez anos de experiência no emprego de simuladores, o CI Bld manterá o ímpeto de cooperação com o COTER na consolidação e no amadurecimento da implantação plena dos meios de simulação virtual, tão caros à formação de nossas capacidades individuais e sempre com esse intuito. Tal desafio envolve, ainda, a incorporação, em nosso processo de planejamento e condução de operações terrestres, do incremento da sistematização do processo decisório relativo às evoluções do combate, nossas famosas “condutas”, fiéis à natureza do combate embarcado, ambiente marcado pela incerteza, velocidade, letalidade e necessidade de planejamento centralizado e ações descentralizadas. Sintetizando, a complementaridade e a apropriada medida do simulador e do terreno impõem-se como desafio;
(…)

Unidade onde os quadros vivenciam desde muito cedo na carreira o “combate de armas combinadas”, o CI Bld é uma organização militar interdisciplinar por excelência e, pela diversidade de seus talentos, que abarca operadores e mecânicos, promove os vínculos de convivência e a sinergia das ações capazes de nos projetar como mais do que a forja do combatente blindado, mas na própria célula mater da transformação das forças blindadas e mecanizadas do Exército de Caxias; portanto, um lugar onde o futuro é moldado. Somada a experiência pregressa, contamos com 97 anos de utilização de blindados e o emprego real nos campos de batalha da Itália, na Segunda Grande Guerra. Assentados em sólido passado, miramos o futuro que, certamente, nos trará muitas realizações.

Trens de rolamento verificados! Tanque cheio! Rede rádio em condições! Escotilha aberta! Antenas para o alto! Prontos para o combate! CI Bld, para o ciclo que agora se inicia, abandonar o conforto da zona de reunião, romper a linha de partida rumo aos objetivos finais! Sempre em frente!

Carlos Alexandre Geovanini dos Santos – Ten Cel
Comandante do Centro de Instrução de Blindados

FONTE: http://www.forte.jor.br/2018/02/27/eb-estuda-protecao-blindada-das-tropas-de-paz-que-atuarao-na-africa/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1064 em: Março 02, 2018, 06:26:02 pm »
 

 

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