Atividade Operacional/Exercícios

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Vitor Santos

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Re: Atividade Operacional/Exercícios
« Responder #60 em: Junho 13, 2016, 09:18:47 pm »
3º Batalhão de Aviação do Exército atua na Operção Planalto



Belo Horizonte (MG) – O 3º Batalhão de Aviação do Exército (3º BAvEx) realiza, desde 30 de maio, a segunda fase da Operação Planalto, como preparação de emprego nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, em Belo Horizonte (MG).

Nessa fase, além de operacionalizar o Sistema Olho de Águia e realizar reconhecimentos táticos, o Batalhão está viabilizando um exercício interagências, em que representantes do 1° Batalhão de Ações de Comando, do Pelopes do 12º Batalhão de Infantaria, da Polícia Federal e da Polícia Militar de Minas Gerais capacitam-se no emprego de técnicas aeromóveis.

A Operação contribuirá para a obtenção de capacidades, que permitirão ao Exército e aos órgãos de segurança pública garantirem a tranquilidade e a estabilidade necessárias durante os Jogos na capital mineira.

Fonte: http://exercito-rio2016.eb.mil.br/web/cda/-/segunda-fase-da-operacao-planalto-em-belo-horizon?inheritRedirect=true&redirect=%2F

 

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Re: Atividade Operacional/Exercícios
« Responder #61 em: Junho 22, 2016, 01:46:01 pm »
Exército na Operação Ágata 11



















 

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Re: Atividade Operacional/Exercícios
« Responder #62 em: Novembro 24, 2018, 02:39:51 pm »
MANOBRA ESCOLAR 2018: Operacionalidade, segurança e muito trabalho em favor da formação de profissionais militares brasileiros


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Resende (RJ) – Teve início, no dia 6 de novembro, as atividades conjuntas da Manobra Escolar 2018 na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), com um painel de ambientação e caracterização do exercício militar.

A manobra escolar reúne 4.300 militares, mais de 500 veículos e 10 aeronaves, no período de 5 a 16 de novembro. Organizada pelo Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), é uma das mais importantes atividades de combate simulado do Exército Brasileiro. Ela emprega os equipamentos e armamentos mais modernos disponíveis, além de contemplar diversos aspectos da guerra moderna, como o combate a forças irregulares e o enfrentamento em ambiente humanizado. Nesse período, os moradores da cidade de Resende e região presenciam uma grande movimentação de militares, aeronaves e viaturas pelos municípios e também pela Rodovia Presidente Dutra.

Paralelo aos exercícios tipicamente militares, também são realizadas ações cívico-sociais, nas quais o Exército tem a oportunidade de prestar diversos serviços à população, como atendimento médico-odontológico e ambulatorial, além de reforçar a integração da Força Terrestre com as comunidades. Serão visitadas as comunidades de Nossa Senhora do Amparo, em Barra Mansa, nos dias 8 e 9 de novembro; Quatis, nos dias 10 e 11 de novembro; Falcão, em Resende, no dia 11 de novembro; e Porto Real no dia 12 de novembro. Os atendimentos serão realizados das 8 h às 12 h e das 13 h às 17 h, nos postos de saúde de cada comunidade. Para serem atendidos, os interessados devem realizar o agendamento, no posto de saúde mais próximo da sua residência.

Para recepcionar os componentes de diferentes equipes e ambientá-los quanto às atividades operacionais, o Subcomandante da AMAN, Coronel Paulo Roberto Coriolano, fez a abertura da atividade no Teatro Acadêmico. Nela, procedeu-se a um pequeno histórico do exercício: “A manobra escolar da AMAN mudou muito dos anos 1980 para a que estamos realizando hoje. De um evento interno da AMAN, envolvendo os cadetes no treinamento e na execução naqueles anos, chegamos a um exercício que envolve diversos estabelecimentos de ensino vinculados ao DECEx, no qual participam cerca de 4.300 militares. Esse conjunto de atividades é impactado por duas equações: a do tempo e a da segurança, no que diz respeito a seu nível de realismo”, explicou o Subcomandante. Ele continuou sua explanação ressaltando aspectos garantidores de sucesso para o evento: “a equação do tempo, porque não é possível um planejamento que supere o período da própria manobra e a equação da segurança, porque não é possível praticar ações militares deixando à parte a gestão dos riscos”, destacou o Subcomandante da AMAN. Encerrou a sua fala com um chamamento a todos quanto às suas responsabilidades do princípio ao fim da exercício. “Há três fatores que proporcionam a segurança em operações: o primeiro é o próprio militar que é responsável pela sua integridade física; o segundo é o militar que o acompanha, uma vez que todas as atividades são realizadas com o mínimo de dois militares; e o terceiro é a responsabilidade do planejamento da operação”, concluiu.

A mais alta autoridade presente no painel de abertura foi o Comandante de Aviação do Exército, General de Brigada Carlos Waldyr Aguiar. Além da AMAN, participam da Manobra Escolar 2018 o DECEx; a Diretoria de Educação Superior Militar; o Comando de Operações Terrestres; o Centro de Comunicação Social do Exército; o Centro de Estudo de Pessoal e Forte Duque de Caxias; a Escola de Inteligência Militar do Exército; o 1º Batalhão de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear; o Comando de Aviação do Exército; o 1º Batalhão de Operações Psicológicas; o Centro de Adestramento Leste; o Hospital Militar de Resende; o 6º Grupo de Mísseis e Foguetes; o 6º Batalhão de Inteligência Militar; o 1º Batalhão de Guerra Eletrônica; o Centro de Instrução de Guerra Eletrônica; o Instituto Militar de Engenharia; o Hospital de Campanha; a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército; a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais; a Escola de Formação Complementar do Exército; a Escola de Saúde do Exército; a Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos; a Escola de Sargentos de Logística; a Escola de Instrução Especializada; a Escola de Sargentos das Armas; o Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército; e o Centro de Instrução de Artilharia, Mísseis e Foguetes.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/manobra-2018-operacionalidade-seguranca-e-integracao











 

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Re: Atividade Operacional/Exercícios
« Responder #63 em: Junho 21, 2019, 06:34:07 pm »
Exercício Pelotão de Morteiro Pesado no Centro de Adestramento Sul (CA-SUL)


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Santa Maria (RS) - Nos períodos de 10 a 11 e 12 a 13 de junho, ocorreu no Centro de Adestramento-Sul, respectivamente os Exercícios de Adestramento - Pelotão Morteiro Pesado 120 mm M2 Raiado AR do 3º Regimento de Cavalaria Mecanizado e do 8º Regimento de Cavalaria Mecanizado.

A atividade simula, em um ambiente virtual, o apoio de fogo solicitado pelos Observadores Avançados (OA), às suas respectivas Linhas de Fogo (LF), contribuindo desta forma, com o preparo técnico e tático da tropa usuária, uma vez que este sistema permite acompanhar todas as atividades necessárias à realização do tiro, desde a solicitação do apoio de fogo, até a conclusão da missão de tiro.


 

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Re: Atividade Operacional/Exercícios
« Responder #64 em: Julho 23, 2019, 02:15:46 pm »
Jornalistas em áreas de conflito

O Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil realizou o “Estágio de Jornalismo e Assessoria de Imprensa em Áreas de Conflito”


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Rio de Janeiro (RJ) - Profissionais de diversos meios de comunicação foram preparados, sob a coordenação do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil - Centro Sergio Vieira de Mello (CCOPAB), entre os dias 15 e 19 de julho, para cumprir suas funções em ambientes hostis. O “Estágio de Jornalismo e Assessoria de Imprensa em Áreas de Conflito” contou com cerca de 32 alunos, criteriosamente selecionados pelo Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEX), de diversas empresas de comunicação como: TV Globo, SBT, Record TV, Band, RedeTV!, TV Cultura, Jovem Pan, Rádio Gaúcha, Jornal O Dia, Defesa TV, Agence France-Presse (AFP), O Estado de Mato Grosso do Sul, Correio da Paraíba, dentre outras.

De acordo com o relatório sobre a “Segurança de Jornalistas e o Perigo da Impunidade”, da UNESCO, cerca de 182 jornalistas foram assassinados em todo mundo apenas nos anos de 2016 e 2017. Até outubro de 2018, já era possível registrar a morte de cerca de 80 profissionais. Os dados são alarmantes e impressiona ainda mais quando percebemos a participação do Brasil nas estatísticas. Em 2016, dos 102 jornalistas assassinados 5 estavam no Brasil. Esses dados colocaram o país atrás, apenas, do Afeganistão, México, Iêmen, Iraque, Síria e Guatemala. O relatório também mostra o aumento de mulheres jornalistas mortas no mundo entre 2006 e 2017 e que a maioria das vítimas são jornalistas locais.

É neste cenário que o “Estágio de Jornalismo e Assessoria de Imprensa em Áreas de Conflito”, oferecido pelo CCOPAB, comandado pelo Coronel Machado, vem ganhando, cada vez mais relevância na preparação desses profissionais que já incluíram coletes e capacetes balísticos no exercício de suas profissões. Ao longo de uma semana profissionais de várias regiões do país e de diversos meios de comunicação assistiram aulas teóricas e participaram de treinamentos intensivos que foram ministrados por militares de diversas guarnições da Vila Militar e do Centro de Instrução Especializada de Bombeiros (CIEB). Durante a jornada os estagiários puderam participar de treinamentos como: progressão em área de alto risco, minas e procedimentos em áreas suspeitas, noções de orientação, negociação, driving skills, efeitos das armas em diferentes superfícies, uso de máscaras contra gases, primeiros socorros e combate a incêndio.

Em sala de aula, o Coronel Guerra, do Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEX), o Coronel Grandis, do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER), e o Contra-Almirante Lampert, do Centro de Comunicação Social da Marinha (CCSM), discorreram sobre as ferramentas de comunicação social que estão sendo utilizadas pelas Forças Armadas. Marcelo Rech e Betinho Casas Novas trouxeram suas experiências na cobertura jornalística em ambientes hostis e o Tenente Aihara, do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, falou sobre os desafios encontrados em seu trabalho como porta-voz durante a tragédia de Brumadinho.

Temas como Direitos Humanos e Direito Internacional dos Conflitos Armados foram abordados pela Promotora de Justiça Militar, Najla Palma, e pelo Chefe da Comunicação Social do Comando Militar do Leste, Coronel Cinelli. Por fim, o Tenente-coronel Mouezy, do Exército da França, e o Capitão Elissalde, do Exército do Chile, expuseram os procedimentos adotados em países em guerra.

O aluno Carlos Ambioris Fabal Almonte, da Agence France-Presse (AFP), nascido na República Dominicana, país vizinho ao Haiti, contou que após o terremoto de 2010, pegou a sua câmera e foi realizar a cobertura. O dominicano declarou que desaconselha qualquer jornalista, sem nenhum preparo, a tomar essa atitude.

Sobre o “Estágio de Jornalismo e Assessoria de Imprensa em Áreas de Conflito”

O “Estágio de Jornalismo e Assessoria de Imprensa em Áreas de Conflito” destina-se a preparação de profissionais dos meios de comunicação para o cumprimento de suas funções em ambientes hostis. Dentre os objetivos propostos, destacam-se:

- Capacitar profissionalmente os concludentes a exercer coberturas jornalísticas em zonas de conflito, com ênfase nos procedimentos de segurança pessoal e relacionamento com as forças militares e demais organizações atuantes no terreno;

- Evidenciar os seguintes atributos da área afetiva: prudência, autoconfiança, coerência, cooperação, meticulosidade e responsabilidade;

- Promover nacional e internacionalmente a divulgação do trabalho das Forças Armadas Nacionais nas Operações de Paz sob a égide da ONU.

Texto: Ten Anderson Valim / Fotos: Sd R. Menezes / Informações adicionais: Com Soc CCOPAB

FONTE: http://www.cml.eb.mil.br/ultimas-noticias/1778-jornalistas-em-%C3%A1reas-de-conflito.html















 

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Lusitano89

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Re: Atividade Operacional/Exercícios
« Responder #65 em: Agosto 11, 2019, 06:48:10 pm »