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Unificação das Forças de Segurança (votar e apresentar argumentos)

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Votação encerrada: Fevereiro 14, 2009, 12:06:38 pm

Unificação das Forças de Segurança

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Cabeça de Martelo

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #75 em: Maio 12, 2011, 04:25:41 pm »
Pedro, em certos países da Europa até os militares das Forças Armadas são sindicalizados.

Em relação ao que disseste a seguir...sinceramente não entendo o que queres dizer. A PSP manda os seus agentes para onde bem a instituição quer e eles têm que cumprir com as ordens dadas superiormente (isso até eu tenho e não estou numa instituição destas).
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Cabeça de Martelo

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #76 em: Maio 12, 2011, 04:28:35 pm »
Citação de: "PereiraMarques"

Também existe GNR:

Citar
Nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, os comandos territoriais têm sede em Ponta Delgada e no Funchal e, sem prejuízo de outras missões que lhes sejam especialmente cometidas, prosseguem, na respectiva área de responsabilidade,as atribuições da Guarda no âmbito da vigilância da costa e do mar territorial e da prevenção e investigação de infracções tributárias e aduaneiras, dependendo funcionalmente da Unidade de Controlo Costeiro e da Unidade de Acção Fiscal, relativamente às respectivas áreas de competência.

Está bem, mas são unidades especializadas, não é a guarda que faz a patrulha nas localidades.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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militar03

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #77 em: Maio 12, 2011, 05:25:25 pm »
concordo em parte com a unificação,temos chefias a mais e determinados departamentos simultaneos com funções identicas.
em época de crise acho que se deviam ver as coisas por esse prisma.

temos C,I,GOE,cinotecnia,explosivos,segurança pessoal na psp
temos as mesma mas com nomes diferentes na GNR
ou seja pagamos a duas diferentes forças quando podíamos usar uma

temos asae e pj que investigam por vezes as mesmas coisa. crimes económicos
temos a unidade costeira, que em contra partida temos a policia maritima
temos a força de elite dos bombeiros, mas tambem temos os gisps da gnr...


não defendo unificação, mas a melhor racionalização dos meios e acabar com alguns "tachos"
 

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Trafaria

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #78 em: Maio 13, 2011, 01:47:48 am »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "PereiraMarques"

Também existe GNR:

Citar
Nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, os comandos territoriais têm sede em Ponta Delgada e no Funchal e, sem prejuízo de outras missões que lhes sejam especialmente cometidas, prosseguem, na respectiva área de responsabilidade,as atribuições da Guarda no âmbito da vigilância da costa e do mar territorial e da prevenção e investigação de infracções tributárias e aduaneiras, dependendo funcionalmente da Unidade de Controlo Costeiro e da Unidade de Acção Fiscal, relativamente às respectivas áreas de competência.

Está bem, mas são unidades especializadas, não é a guarda que faz a patrulha nas localidades.
Tens razão cabeça. Nas ilhas o GNR faz basicamente aquilo que lá fazia a extinta Guarda Fiscal.
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Camuflage

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #79 em: Maio 13, 2011, 11:31:05 pm »
Para mim é simples:

-Fim de todos os órgãos de fiscalização que existem actualmente ligados aos vários ministérios (ex: na saúde há o IGAS e ERS) e essas funções serão assumidas pela única entidade que tem competência e meios para fiscalizar crimes económicos é a ASAE ao qual deveria alagar-se e fiscalizar a segurança e higiene no trabalho. Ter a capacidade de entrar em empresas pedir contratos e meter esta gente na linha.

-Mais autonomia para a policia desenvolver investigação, deixando para a PJ os crimes complexos;

-Uma só policia, GNR ou PSP, não há  lugar para a duplicação de meios.

-Menos oficiais, menos pagode e mais gente a trabalhar a sério.
 

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tyr

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #80 em: Maio 23, 2011, 11:59:32 pm »
Eu acredito numa total fuzão de todas as forças policiais numa só (como acontece em muitos paises).

porque é que a ASAE, o SEF e a PJ não podem ser futuramente preenchidos com elementos vindos da PSP, porque é que temos duas policias com a mesma função (sendo que uma é uma verdadeira policia (a PSP) e a outra uma guarda pretoriana que assumiu funções policiais (GNR)).

se acham que a fusão de policiais não funciona, então a absorção pela GNR da Guarda Fiscal e dos guardas florestais foi um rotundo falhanço.

Acabar com as policias municipais (exepto nos moldes que acontecem em por exemplo lisboa, onde é pessoal da psp que tem essa função), pois grande parte do pessoal que lá esta é pessoal que não conseguiu entrar para forças policiais, por não ter perfil.

e vou mais longe, porque é que cada força tem escolas de formação duplicadas (inclusive com as forças armadas), por exemlo temos actualmente em portugal 5 escolas de inactivação de engenhos explosivos, e eu pergunto, não faz mais sentido ter uma só que forneceria os modulos de formação requeridos a cada força?
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

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Desertas

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #81 em: Maio 24, 2011, 12:03:34 am »
Citação de: "Camuflage"
-Menos oficiais, menos pagode e mais gente a trabalhar a sério.


E menos polícias a trabalhar em gabinetes , secretárias e oficinas .

Um Abraço
God and the soldier all men adore
in time of trouble and no more
for when war is over and all things righted
God is neglected and the old soldiers slighted
 

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Get_It

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #82 em: Maio 24, 2011, 02:13:12 am »
Citação de: "tyr"
Eu acredito numa total fuzão de todas as forças policiais numa só (como acontece em muitos paises).

porque é que a ASAE, o SEF e a PJ não podem ser futuramente preenchidos com elementos vindos da PSP, porque é que temos duas policias com a mesma função (sendo que uma é uma verdadeira policia (a PSP) e a outra uma guarda pretoriana que assumiu funções policiais (GNR)).

se acham que a fusão de policiais não funciona, então a absorção pela GNR da Guarda Fiscal e dos guardas florestais foi um rotundo falhanço.

Acabar com as policias municipais (exepto nos moldes que acontecem em por exemplo lisboa, onde é pessoal da psp que tem essa função), pois grande parte do pessoal que lá esta é pessoal que não conseguiu entrar para forças policiais, por não ter perfil.

e vou mais longe, porque é que cada força tem escolas de formação duplicadas (inclusive com as forças armadas), por exemlo temos actualmente em portugal 5 escolas de inactivação de engenhos explosivos, e eu pergunto, não faz mais sentido ter uma só que forneceria os modulos de formação requeridos a cada força?
tyr indique países como exemplo que eu não estou a perceber completamente a sua ideia.

Fusão da PSP e GNR concordo plenamente. ASAE e SEF não sei. Mas PJ? Como a sua função é a investigação acho que até faz muito sentido que seja independente.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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tyr

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #83 em: Maio 24, 2011, 04:04:16 pm »
Get_it, queres um exemplo de um pais, dou te a Islândia.
E se não concordas com o SEF e a ASAE serem absorvidos, fica sabendo que antigamente o controlo de estrangeiros era efectuado internamente pela PSP e a nível de fronteiras pela Guarda Fiscal. E a ASAE só foi criada há coisa de 5 anos, antes disso o trabalho no terreno era feito principalmente pela PSP e GNR.

e pergunto, qual é a diferença entre o pessoal da investigação criminal da PSP e GNR do que faz a PJ (as diferenças a nível operacional, têm mais a ver com politiquices, do que com capacidades).


E a extinção da GNR, pensando bem não é a melhor opção, pensando bem o reestruturação seria (a meu ver):
a PSP absorvia todas as unidades territoriais da GNR, absorvia a PJ, a ASAE, o SEF e as policias municipais.

e a GNR ficava com o SEPNA, Brigada de transito, brigada fiscal e absorvia todas as forças policiais especiais que se fundiriam, absorvia a guarda prisional, e a policia marítima (mas esta continuaria a nível operacional dependente da Armada).

o GIPS seria absorvido pelos bombeiros sapadores (pois policias a fazerem trabalho de bombeiro é uma parvoíce e uma clara declaração de quintismo).
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

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Trafaria

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #84 em: Maio 25, 2011, 12:46:58 am »
Ó Tyr, você parece que está na carreira de tiro…. Deu-lhe para ai e vai de descarregar… hahaha

A segurança, a sua orgânica e estrutura é bem complexa, bem mais que a sua tropa. Envolve para, alem das forças e das pessoas e seus estatutos, vários ministérios, aspectos legais complicadíssimos e muito diferentes.

Citar
E se não concordas com o SEF e a ASAE serem absorvidos, fica sabendo que antigamente o controlo de estrangeiros era efectuado internamente pela PSP e a nível de fronteiras pela Guarda Fiscal. E a ASAE só foi criada há coisa de 5 anos, antes disso o trabalho no terreno era feito principalmente pela PSP e GNR.
Tudo errado. Desculpa: o controlo dos assuntos de estrangeiros nunca foi atribuição da PSP. Até ao 25 de Abril de 74 essa uma das competências da PIDE (como também era a Protecção Pessoal e de Altas entidades e instalações sensíveis – estas sim, passaram para a PSP a partir dessa data).
Com a dissolução dessa policia (e que não era somente politica de combate ao PCP) o controlo dos postos fronteiriços foi entregue à Guarda Fiscal (que já lá estava mas controlando sobretudo a entrada e saída de mercadorias) e o seu serviço de estrangeiros passou para a PJ.

Em 94, quando se dá a extinção da Guarda Fiscal e consequente criação do SEF, o novo serviço de segurança (atenção, não é uma força de segurança) herda o controlo dos postos fronteiriços dessa extinta Guarda e recebe o serviço de estrangeiros da PJ.

A ASAE é sobretudo a antiga e também famosa IGAE (inspecção geral das actividades económicas) à qual se juntaram mais uns quantos e pequenos serviços de inspecção. Esse nunca foi trabalho da PSP.


Citar
e pergunto, qual é a diferença entre o pessoal da investigação criminal da PSP e GNR do que faz a PJ (as diferenças a nível operacional, têm mais a ver com politiquices, do que com capacidades).
As pessoas não podem ser diferenciadas em função da força ou serviço onde trabalham …  as da PJ não serão só por isso certamente mais capazes que as da PSP, concordo.

Citar
E a extinção da GNR, pensando bem não é a melhor opção, pensando bem o reestruturação seria (a meu ver):
a PSP absorvia todas as unidades territoriais da GNR, absorvia a PJ, a ASAE, o SEF e as policias municipais.


Isto aqui já são opiniões e cada um tem direito à sua. A minha é de que a fiscalização das actividades económicas e dos assuntos administrativos deveria continuar a ter sempre os seus serviços próprios. Leia-se, sou a favor da manutenção da ASAE e das Policias Municipais, são complementares e não concorrenciais às forças de segurança.

A manutenção de um sistema de segurança dual (com uma força de segurança civil e outra militar) nem é bom nem mau, é uma opção, ainda está para nascer quem consiga dizer qual é inequivocamente o melhor. Pessoalmente já fui mais a favor duma polícia nacional única, hoje tenho muitas duvidas. Todavia acho que a tendência será para que a PSP cada vez mais seja a policia no terreno e a GNR cada vez mais uma força de retaguarda, de reserva; por muitas razoes e porque a tem 11 vagas para general do exercito a GNR não acabará nas décadas mais próximas.

À semelhança do que ocorreu em Espanha, Belgica e Austria, sou a favor da anexação da PJ à PSP constituindo um corpo especilizado. Neste momento a PJ é uma policia altamente especializada no combate ao crime complexo mas está amputada, não tem homens na rua. Só tem inspectores, é como um exercito de elite sem sargentos nem soldados, ou seja, não tem olhos nem ouvidos na rua, é cada vez mais uma policia de gabinete. O país e essa policia só ficaria a ganhar se a ela fossem associadas as esquadras e divisões de investigação criminal da PSP, os homens da rua, os furões. Muito teria a dizer sobre o tema… mas mais não é apropriado referir aqui.


Citar
e a GNR ficava com o SEPNA, Brigada de transito, brigada fiscal e absorvia todas as forças policiais especiais que se fundiriam, absorvia a guarda prisional, e a policia marítima (mas esta continuaria a nível operacional dependente da Armada).
Uma vez mais estamos no campo da opinião.
Então você entregava o policiamento do pais quase todo à PSP e tirava-lhe as forças especiais?
As forças especiais da PSP (e falo dessa por que é a que melhor conheço) não são como os páras ou comandos, não são avisadas com 3 meses de antecedência antes irem para o Afeganistão, são avisadas em cima da hora. Sabe o que isso significa, não sabe?

Quando a um agente (ou carro patrulha) da PSP é transmitido que deve ocorrer a qualquer situação (na psp vai quem nessa zona estiver mais próximo; na gnr assim não é e não percebo porquê – orgânicas diferentes), chegado ao local faz uma avaliação e em função dessa, acciona ele mesmo imediatamente os meios necessários à resolução da ocorrência. Para ai em 70% dos casos ele mesmo resolve o caso sozinho (ou com apoio do pessoal da sua esquadra). Nos restantes 30% ele (por intermédio do seu coordenador) chama pessoal especializado … e isso vai desde uma comum ambulancia ou agente de transito até peritos em inactivação ou elementos do GOE. Veja: esses meios altamente especializados não existem só para existir, existem para servir e actuar a qualquer instante e efectivamente estão em permanete protidão… e a força que os tem de ter é aquela que mais probabilidade tem de a eles recorrer, aquela que está no terreno … e nos aeroportos, nas embaixadas, na protecção das altas entidades, etc…locais onde a susceptibilidade de serem necessários é maior. Retirar isso à PSP (e entregar ou faze-la depender da GNR) seria como você ir à sua cozinha e transferir o frigorifico e fogão para casa do vizinho…. O mais provável era que quando precisasse de comer ou beber o vizinho ano estivesse em casa.

Quanto á policia marítima, pô-la a depender da armada, apraz-me dizer-lhe o seguinte:
Num pais moderno, civilizado, de lei e de direito as forças militares não tutelam forças policiais. São campos distintos.
Eu sou a favor da fusão da Brigada Fiscal da GNR, do ISN, da Policia Marítima, etc… (são cerca de 20 as entidades que superintendem no mar e orla marítima em Portugal) numa única entidade militarizada do tipo duma Guarda Costeira, copiando assim o que de melhor se faz lá fora.

Já a Guarda Prissional… é um caso muito especial, lida com um grupo social muito especial… deve estar onde está e como está, no ministério da justiça.

Citar
o GIPS seria absorvido pelos bombeiros sapadores (pois policias a fazerem trabalho de bombeiro é uma parvoíce e uma clara declaração de quintismo).
Os Gips devem simplesmente ir para onde fazem falta: reforçar o dispositivo territorial da GNR.
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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #85 em: Maio 25, 2011, 01:55:13 am »
Pois Trafaria, estou chateado, farto de corrupção, farto de quintismos, farto de incompetência institucional, farto de burocracias, farto de desvio de pessoal operacional para trabalhos administrativos, farto de competição entre forcas que deveriam cooperar, farto da ver má gestão de fundos publico, etc...

mas aqui vai a minha resposta.


eu tentei simplificar a resposta relativamente ao SEF e ASAE (e só olhei para o pós 25 Abril) e não falei do IGAI, pois  tirando as inspecções a estabelecimentos comerciais, nunca vi pessoal do IGAI a fiscalizar feiras, mas via pessoal da PSP e GNR a faze-lo. E o IGAI que eu siaba não tinha nada de policial.

a minha questão das policias municipais não é a de serem concorrenciais, mas sim a de serem uma força que muitas vezes não passam de securitas mal formados e seleccionados, com autoridade excessiva e sem chefias competentes (em muitos municípios a chefia da policia municipal é um menino politico sem conhecimentos nem competência). Simplesmente não vejo a utilidade de muitas destas forças policiais (mas só posso falar das que conheço).

relativamente as forças de elite, o meu raciocínio é simples, fundir tudo e mete-las debaixo de um comando (mas com vagas abertas a pessoal de qualquer das forças policiais) que poderia ser GNR (por ser militar na sua natureza) ou dependentes de uma estrutura superior que coordenasse todo o policiamento.


Relativamente a marinha o problema de Portugal é a de que o trabalho de guarda costeira é executado pela marinha (a maior parte dos meios navais estão vocacionados exactamente para isso) pois se tirarmos os meios de guarda costeira, a armada resume se a 2 submarinos, 5 fragatas e um navio reabastecedor. a fiscalização das nossas aguas (excepto em alguns pontos junto da costa) é efectuada exclusivamente pela marinha.

a minha solução seria dar a função de guarda costeira à marinha, pois (se exceptuarmos os navios que mencionei acima, os navios hidrográficos, navios escola e o corpo de fuzileiros) a maior parte do trabalho executado pela marinha é esse. Pois a única coisa que se faria para criar essa guarda costeira seria a marinha mudar de nome e repintar os seus navios (e as fragatas seriam o equivalente aos cutters da guarda costeira americana).

mas pelo menos concordamos com a fusão da guarda com a policia marítima, mas eu faria a fusão total de todas as forças que mandam na nossa costa e a nível operacional coloca las ia sob a tutela da marinha, para não andar a criar uma força de coordenação das actividades marítimas (mais tachos).

a guarda prisional pode ter sido mal pensado da minha parte mas o serviço que é feito por ela, pode ser executado perfeitamente por pessoal da GNR ou PSP, o que isto faria seria reduzir cadeias de comando, serviços administrativos e daria capacidade de adaptação à estrutura de comando (quer para reforçar o pessoal nas prisões, quer para reforçar os meios humanos na rua).

relativamente ao GIPS concordamos que não faz sentido a sua existência (apesar de eu (chateado) pensar, ai querem ser bombeiros, então que o sejam  :G-bigun: ).


mas sublinho que o que digo é a minha opinião e ela vem do que experiencio e o que conheço das forças de segurança (passei grande parte da minha vida num um bairro da GNR (porque tinha familiares nela)  e a grande maioria dos meus amigos é ou policia ou guarda)
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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #86 em: Maio 29, 2011, 01:07:30 pm »
O que para mim é importante, é aumentar o produto operacional, reduzir os serviços de apoio e  de comando.
Tornar praticamente desnecessários gabinetes de coordenação entre as varias forças e reduzir drasitcamentes custos com materiais (se houver uma standardização de meios e menos chefes a gastarem dinheiros com luxos desnecessários poupa se e de que maneira), reduzir o custo com pessoal (menos oficiais (e descorromper a estrutura da PSP, pois houveram alguns iluminados que quiseram aumentar os ordenados dos oficiais dizendo que para a função x era preciso um oficial de patente superior ao que é realmente necessário (e hipocritamente boicotarem completamente as carreiras de agentes e chefes)) e nivelar os subsidios por baixo, não só nas forças de segurança, mas em todo o estado, pois não existem policias de primeira, nem de segunda (pois eu sou mais militar que um praça e menos que um oficial, pois os meus subsidios quer de condição militar, quer de missão quer de especialidade assim o indicam (pois se ganho mais subsidio ou menos, quer dizer que sou mais ou menos)) e se alguem com um ordenado base baixo se desenrrasca com um subsidio baixo, qual é a razão para quem ganha mais ter um subsidio mais alto (a não ser que o praça/guarda/agente tenha que obrigamente comer na tasca mais rasca e na pensão mais xungosa, que os sargentes/chefes tenham que comer num restaurante medio e dormir em hoteis 3 estrelas e os oficiais/classes dirigentes tenham que ter tudo 5 estrelas (obviamente pago pelo erário publico)).

E se as coisas a nivel policial são exessivamente complexas, assim o é porque existem interesses que o defendem, pois a necessidade dessa complexidade é a de criar muitos lugares de chefia, quer para seduzir as chefias com cargos altos (e assim serem bem cooperantes), quer para arranjar lugares para os amiguinhos e boys.
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securita

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #87 em: Junho 03, 2011, 03:06:22 pm »
Hoje quando abri o JN deparei me com a seguinte noticia: PSD congela admissão de novos polícias.
 
A proposta do psd que prevê a criação de uma policia nacional (pn) , mediante a fusão do sef,PSP;PJ, permitirá congelar a ADMISSÃO de novos polícias nos próximos três a cinco anos. E empreenderá uma redução de órgãos e cargos dirigentes, que  se situará em mais de  30%.
 As metas constam de um documento interno do psd, a que o jn teve acesso, alicerce da proposta eleitoral que a direcção de passos coelho tem evitado explicar. A junção do sef, psp, pj. O documento começa por apoiar a opção por um sistema dual- com uma policia civil (pn) e outra de natureza militar(gnr)- no argumento de que é o modelo de todos os países da Europa do sul.
 
O PSD está a tapar os olhos a todos nós,o psd nunca falou da área da segurança , se não fosse o JN a informar esta situação através de um documento retirado do alicerce do psd . O mais provável é o PSD , ganhar as eleições e espetar com esta bomba no parlamento. O meu voto é cds-pp, pois o cds vai votar contra isto tudo.
  A união faz a força.
 

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #88 em: Junho 03, 2011, 04:16:03 pm »
Será assim tão mar fundir o SEF com a PSP?
Quanto à PJ é que não concordo. Deverá ser sempre independente de todas as outra forças.
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Trafaria

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Re: Unificação das Forças de Segurança
« Responder #89 em: Junho 03, 2011, 11:03:07 pm »
Citação de: "HSMW"
Será assim tão mar fundir o SEF com a PSP?
Quanto à PJ é que não concordo. Deverá ser sempre independente de todas as outra forças.
Só para começar:
Imagina que um "soldado" do SEF ganha mais que um "tenente" da PSP ... e agora põe a imaginação de lado par que eu te acorde: isto é a pura verdade.
E como é que fazias: punhas os agentes da psp (cerca de 20 mil) a ganhar como tenentes ou despromovias os (cerca 500) "carimbadores" do sef?

Isto foi só um detalhe... francamente... do HSMW esperava que fosse uma pessoa mais atenta.

Se nao te importares explica porque é que, a teu ver, a PJ tem de ser independente.
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