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Unificação das Forças de Segurança (votar e apresentar argumentos)

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Votação encerrada: Fevereiro 14, 2009, 12:06:38 pm

Unificação das Forças de Segurança

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Cabeça de Martelo

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« Responder #45 em: Abril 03, 2009, 12:30:30 pm »
Eu defendo que as unidades que estão sob a tutela do MAI fiquem lá e as que estão sob a tutela do MDN a mesma coisa. São coisas diferentes.

Antes de unificar, temos que saber que tipo de Policia/Guarda queremos. Essa nova unidade seria "militar" como a GNR ou "civil" como a PSP?

Que tipo de unificação queremos? Assimilação pura e dura como foi a Guarda Fiscal (conheço um tipo que com os seus quase 50 anos se calhar vai sair porque não se adaptou ao ambiente na GNR), ou um integração dos elementos das várias forças numa nova unidade com caracteristicas e regras próprias?

É isso que ainda está para ser esclarecido e se não o for, estamos a ter uma conversa oca de significado, já que estamos a falar de coisas superficiais.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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inox

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« Responder #46 em: Abril 03, 2009, 06:45:11 pm »
O facto de haver um que não se adaptou por não ser significativo no meio de Centenas que se adaptaram.
Queremos uma Assimilação que seja Justa para os profissionais em questão e que maximize a sua Motivação.

No periodo de transição seria dada a opção do pessoal civil se manter como tal (tal como aconteceu com a guarda florestal).  
Todos os novos recrutas receberiam formação militar. Havendo porém, espaço para contratar quadros técnicos civis quando fosse necessário.
A Ideia é que o grosso da Força seja formado por Militares (num quadro permanente) e ter Pessoal civil quando/onde fosse justificado (contratado ou num quadro permanente).

A Hierarquia seria equivalente ao já existente com os postos/classes militares; e os Orgãos de direcção só podiam ser constituidos por pessoal do quadro permanente militar (até General).
A nova Força só faz sentido ser Militar como a GNR.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #47 em: Abril 04, 2009, 11:17:42 am »
Porquê? Por acaso a GNR é mais eficiente do que a PSP?

Tu básicamente querias que essa força fosse como as Forças Armadas, o que é basicamente o padrão que eu não concordo nem queria para uma força destas.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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inox

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« Responder #48 em: Abril 04, 2009, 12:30:46 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Porquê? Por acaso a GNR é mais eficiente do que a PSP?

A GNR é mais eficiente que a PSP.
Porque é que não concordas com uma Força tipo Gendarmerie?
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #49 em: Abril 04, 2009, 12:53:00 pm »
Eu não concordo que a GNR seja mais eficiente que a PSP. Em quê?

A GNR é a nossa instituição do género da Gendarmerie, mas tal como em França (Police Nationale), também nós temos uma Força Policial de carácter civil.

Em Espanha também há uma Guardia Civil e uma Cuerpo Nacional de Policía.

Acho que para um melhor entendimento de como é que se fez este processo lá fora (pelo que eu ouvi aqui no fórum já há vários países onde se unificaram as várias Forças de Segurança).
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Trafaria

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« Responder #50 em: Abril 04, 2009, 03:42:37 pm »
Inox,
A tendência é precisamente a inversa. A de acabar com as forças de segurança militares ou militarizadas. Tens ai o exemplo da Grécia, da Belgica e mais recentemente da Austria... que acabaram com as suas "GNRs"... Nuns casos fundiram-na na Policia Nacional e noutros criaram uma nova policia de raiz.

A Espanha será talvez a proxima. Já as colocaram (Guardia Civil e Policia Nacional) sob o mesmo comando. Já há uns anos sa tinham colocado no mesmo ministério.

A doutrina em que se basearam para essas alterações defende que a condição militar é perniciosa para um serviço publico com forte interacção e presença junto da população. Será obviamente benéfica noutras situações.

No entanto acho que a tradição/teimosia e aversão à mudança nos manterá por muitos mais anos num (estupido) sistema dual de forças de segurança territoriais...  nao tenho nada especialmente contra embora defenda obviamente algumas alterações (todos somos treinadores de bancada, não é? Eu tambem)
::..Trafaria..::
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #51 em: Abril 04, 2009, 05:18:33 pm »
E cá está a minha resposta. :wink:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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inox

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« Responder #52 em: Abril 06, 2009, 01:38:04 pm »
A questão entre a nova força ser militar ou civil acaba por ser secundária (apesar de eu preferir por várias razões que já fui referindo o cariz militar).

A questão principal é multiplicidade de "Forças e forcinhas" existente em Portugal quando seria muito melhor para todos (incluindo para o erário público) uma Instituição Forte e Bem Equipada.

Se a maior parte preferir que a Guarda Nacional / Policia Nacional seja civil por mim tudo bem. Agora que se discorde da fusão só para manter as quintas de cada um, isso já não aceito.

Já agora, gostava que o Trafaria desenvolvesse mais acerca das alterações que queria fazer.
 

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inox

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« Responder #53 em: Abril 09, 2009, 04:08:53 pm »
Citar
(...) Na reunião da EuroCOP, o ministro [Rui Pereira] disse ainda que 'é bom para Portugal o sistema dual', uma força de segurança militarizada (GNR) e outra civil (PSP) (...).

Como diz o Bruno Aleixo: "ka burro!".
O ministro, como tem as eleições à porta, não quer mexer em algo que causa controvérsia (como se verificou neste forum).
Mas não é a fugir da questão que ela desaparece!

Por várias razoes, o sistema dual é um desperdicio e consome recursos (FUNDOS) desnecessários. A Fusão tem de ocorrer!
Mas o processo vai ser complicado, começando pela discussão do militar VS civil; passando pela equivalencia de postos/funções; pela definilção de competências, pela definição de que forças devem ser unificadas (a GNR e a PSP serão de certeza); etc.

Vamos ver quem terá a coragem necessária para andar com isto para a frente e melhorar o nosso País.
 

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NinjaCode

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« Responder #54 em: Abril 11, 2009, 01:44:06 am »
Eu acho que o que é do MDN fica ai e o que esta no MAI fica ai.

A PSP, a GNR e a PJ (Pois já existem na psp, brigadas de investigação criminal na PSP) e todas as policias de investigação ou não devem passar para um só comando, mantendo certas divisões.

Tudo o que é investigação passa para uma departamento de investigação, tudo o que é policia para policiamento e segurança passa para um departamento proprio, tudo o que é intervenção e reação para o seu departamento e assim sucessivamente.

Os Proteção civil, bombeiros, Inem, Guarda Costeira e tudo o que esteja relacionado com salvamentos e respostas a calamidades publicas devia estar numa repartição propria.

Tambem acho que os bombeiros deviam ser proficionalizados e que a guarda costeira devia fazer salvamentos no mar e não a marinha.

Assim até se podia dar vazamento a pessoas do exercito para certos ramos civis, embora que grande parte das contratações provavelmente iria ser civil. Mas combatia-se bem o desemprego.
 

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inox

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« Responder #55 em: Abril 11, 2009, 11:35:55 am »
Uma sugestão a considerar na eventual Fusão:


Divisão Geral (DG): inclui o territorial mais as unidades de transito e de controlo costeiro e fiscal

Divisão de Investigação Criminal e Informações de Segurança (DICIS): como o proprio nome indica união da investigação criminal e informações.

Divisão de Intervenção e Operações Especiais (DIOE): inclui as unidades de intervenção (Infantaria e Cavalaria); de inactivação de engenhos explosivos; as cinotéctnicas; as un análogas ao GIPS; e as operações especiais incluindo ainda as de segurança pessoal (a VIPs e afins).

Divisão de Apoio de Serviços e Recursos Internos (DASRI): a parte financeira; os serviços sociais; os serviços de saude; manutenção; etc...

Divisão de Doutrina e Formação (DDF): tudo o que fosse relacionado com a parte de formação desde o recrutamento até aos cursos de promoção e especialização.

Cada divisão seria de Comando de General ou Equivalente.
As unidades de Honras de Estado e Etc ficariam directamente integradas no comando geral. De salientar a existencia de um departamento de Relações Públicas com consultores civis para lidar com os media e afins.
Logicamente que isto é em modo "treinador de bancada", possivelmente existem arestas a ajustar, mas é um ponto de partida.
 :idea:
« Última modificação: Abril 11, 2009, 11:40:50 am por inox »
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #56 em: Abril 11, 2009, 11:39:52 am »
Citação de: "NinjaCode"

Os Proteção civil, bombeiros, Inem, Guarda Costeira e tudo o que esteja relacionado com salvamentos e respostas a calamidades publicas devia estar numa repartição propria.

Tambem acho que os bombeiros deviam ser proficionalizados e que a guarda costeira devia fazer salvamentos no mar e não a marinha.


Guarda-Costeira? Mais uma instituição? Já temos A marinha de Guerra, A Policia Maritima e a GNR.

Em relação aos Bombeiros, a total profissionalização dos nossos Bombeiros Voluntários ainda é uma miragem, não há dinheiro para tal. Se conseguirem que todos os Corpos de Bombeiros Voluntários tenham um quadro de profissionais (assalariados) apoiado por voluntários já aumentamos e muito a operacionalidade. É que infelizmente à muito concelho do interior do país (onde a população é mais carente e precisa de mais apoio), quando tem um único Corpo de Bombeiros Voluntários, por vezes não há poucos assalariados, de tal forma que se há uma emergência é preciso chamar os voluntários própriamente ditos.

 :arrow: GNR: http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20 ... cle=174735
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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NinjaCode

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« Responder #57 em: Abril 11, 2009, 12:50:52 pm »
Citação de: "inox"
Uma sugestão a considerar na eventual Fusão:


Divisão Geral (DG): inclui o territorial mais as unidades de transito e de controlo costeiro e fiscal

Divisão de Investigação Criminal e Informações de Segurança (DICIS): como o proprio nome indica união da investigação criminal e informações.

Divisão de Intervenção e Operações Especiais (DIOE): inclui as unidades de intervenção (Infantaria e Cavalaria); de inactivação de engenhos explosivos; as cinotéctnicas; as un análogas ao GIPS; e as operações especiais incluindo ainda as de segurança pessoal (a VIPs e afins).

Divisão de Apoio de Serviços e Recursos Internos (DASRI): a parte financeira; os serviços sociais; os serviços de saude; manutenção; etc...

Divisão de Doutrina e Formação (DDF): tudo o que fosse relacionado com a parte de formação desde o recrutamento até aos cursos de promoção e especialização.

Cada divisão seria de Comando de General ou Equivalente.
As unidades de Honras de Estado e Etc ficariam directamente integradas no comando geral. De salientar a existencia de um departamento de Relações Públicas com consultores civis para lidar com os media e afins.
Logicamente que isto é em modo "treinador de bancada", possivelmente existem arestas a ajustar, mas é um ponto de partida.
 :idea:


Quais são as competencias do estado maior e do comando geral? Disses-te todas as competencias de todos menos destes dois. E eles estão subordinados a quem?
 

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NinjaCode

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« Responder #58 em: Abril 11, 2009, 01:11:21 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "NinjaCode"

Os Proteção civil, bombeiros, Inem, Guarda Costeira e tudo o que esteja relacionado com salvamentos e respostas a calamidades publicas devia estar numa repartição propria.

Tambem acho que os bombeiros deviam ser proficionalizados e que a guarda costeira devia fazer salvamentos no mar e não a marinha.

Guarda-Costeira? Mais uma instituição? Já temos A marinha de Guerra, A Policia Maritima e a GNR.

Em relação aos Bombeiros, a total profissionalização dos nossos Bombeiros Voluntários ainda é uma miragem, não há dinheiro para tal. Se conseguirem que todos os Corpos de Bombeiros Voluntários tenham um quadro de profissionais (assalariados) apoiado por voluntários já aumentamos e muito a operacionalidade. É que infelizmente à muito concelho do interior do país (onde a população é mais carente e precisa de mais apoio), quando tem um único Corpo de Bombeiros Voluntários, por vezes não há poucos assalariados, de tal forma que se há uma emergência é preciso chamar os voluntários própriamente ditos.

 :arrow: GNR: http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20 ... cle=174735


A Policia maritima acabava, os efectivos eram transferidos para a guarda costeira. A marinha de guerra patrulha em alto mar e a guarda costeira patrulha a zona costeira. As acções que mostras-te no link passariam a ser feitas pela guarda costeira.

Quais são as competencias da policia maritima e da gnr? Não havera conflito de jurisdição?
 

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Trafaria

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« Responder #59 em: Abril 11, 2009, 01:58:26 pm »
Citar
Guarda-Costeira? Mais uma instituição? Já temos A marinha de Guerra, A Policia Maritima e a GNR.


Cabeça de Martelo,
Sim, uma Guarda Costeira,
Na minha opinião faz todo o sentido. A junção de todos os organismos que superintendem ou têm jurisdição nessa area numa unica força; o ISN, Policia Maritima, Brigada Fiscal da GNR, Nadadores Salvadores, etc.. etc... são umas 20 entidades...

De resto e noutros locais deste forum já me referi mais detalhadamente sobre este tema.
::..Trafaria..::
 

 

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