Empresas de Defesa Portuguesas

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chaimites

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #45 em: Outubro 08, 2011, 12:03:46 am »
Sim!
 Montagem, tratamento dos materiais  e parte das peças
 

Tal como nas carabinas desportivas
A única peça que a Browning Viana nao tem capacidade de construir é o cano.

A Browning Maxus,  por exemplo  foi desemvolvida por Engenheiros Portugueses, (Browning viana)  Belgas( Browning Herstal, na Bélgica ) e Americanos (Browning Morgan, Utah)  com 33%  de  Participação de cada unidade.
Actualmente apenas o cano não é fabricado em Portugal e elas saem da fabrica  "Made in Belgium, Assembled in Portugal"
Com as Winshester é a mesma coisa.
 É a  politica da casa mãe  HERSTAL GROUP  que engloba a Browning a Winshester e a FN

se eu fosse Espanhol podia dizer que eram armas Potuguesas :mrgreen:
 

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HSMW

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #46 em: Outubro 08, 2011, 05:13:11 pm »
Citação de: "chaimites"
se eu fosse Espanhol podia dizer que eram armas Potuguesas :lol:
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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afonsinho

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #47 em: Outubro 09, 2011, 10:21:46 pm »
Citar
se eu fosse Espanhol podia dizer que eram armas Potuguesas :D
 

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chaimites

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #48 em: Outubro 10, 2011, 06:22:01 am »
Eu gosto mais da Winchester SX3  


winchster SX3 PT :festa:  :festa:

PS: desculpem a brincadeira tou a preparar-me psicologicamente para mais uma semana de trabalho!
 

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PereiraMarques

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #49 em: Outubro 11, 2011, 12:03:41 am »
 

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nelson38899

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #50 em: Outubro 28, 2011, 11:36:29 am »
alguem tem info sobre este projecto???

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FIBRAS NA PROTEÇÃO PESSOAL
O espetro das operações militares. A aplicação de fibras em novas dinâmicas de proteção e sobrevivência militar.

Escola Prática de Infantaria
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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PereiraMarques

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #51 em: Outubro 31, 2011, 07:07:33 pm »
Citar
By VMSB

TAP Maintenance & Engineering Brazil (a subsidiary of Portuguese TAP Portugal group) is now certified to perform maintenance works on Brazilian Air Force (Força Aérea Brasileira-FAB) Northrop Grumman F-5 Tiger II combat aircraft.

After a technical inspection performed by the Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP) on September 12, TAP Maintenance & Engineering Brazil (TAP M&E Brazil) was certified by the Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico (DIRMAB) materiel directorate, to perform periodical inspections on the aircraft type.

The Brazilian Air Force F-5 E/F aircraft fleet is being upgraded to the F-5M Tiger II standard by Embraer Defense and Security.

http://defesaglobal.wordpress.com/
 

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sergio21699

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #52 em: Dezembro 28, 2011, 01:31:29 pm »
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Critical desenvolve software para helicópteros Apache e para o novo AW159 Wildcat.

A Critical Software está a trabalhar num novo sistema de planeamento de missão para as frotas de helicópteros Apache e para o novo AW159 Wildcat do Reino Unido.
No âmbito do desenvolvimento de funcionalidades adicionais para o sistema, bem como da gestão da integração dos sistemas, a experiência da Critical Software é um factor essencial para assegurar a concretização destas plataformas, com a frota de Apaches actualmente a operar nas zonas de conflito do Médio Oriente.

Este projecto vai ser desenvolvido em colaboração próxima com a AgustaWestland e o Ministério da Defesa do Reino Unido. Em 2011, a subsidiária da Critical Software no Reino Unido obteve um crescimento de 100% no que se refere ao seu volume de negócios, contribuindo decisivamente para os resultados consolidados do grupo Critical Software.

Gonçalo Quadros, chairman da Critical Software, refere que “dada a relação que tempos com a AgustaWestland e a confiança que em nós depositam, foi-nos confiado o desenvolvimento deste importante sistema. O melhor sistema no mundo não vai atingir o seu potencial máximo se não estiver sempre a operar eficientemente e não for seguro. Se um componente crítico falha, o sistema falha. A nossa missão é ajudar a fazer deste o melhor sistema possível, minimizando os riscos enquanto otimizamos a performance.

Este projeto é outro grande passo no crescimento internacional da Critical Software no domínio da aeronáutica como um integrador de sistemas terrestres, logísticos e gestão de performance de frotas.”

Esta Ferramenta de Gestão de Frota apresenta em tempo real, a disponibilidade e disposição da frota, conferindo aos gestores da mesma a capacidade para uma tomada de decisão dinâmica, e consequentemente uma utilização óptima das aeronaves. Com este sistema é possível fazer a gestão distribuída de um conjunto de helicópteros por vários grupos dentro do Ministério da Defesa Britânico com diferentes requisitos no que toca às configurações das plataformas e teatros de operações.

A aplicação garante assim uma alocação da frota solicitada com o mínimo de custo de ciclo de vida, ao mesmo tempo que assegura a capacidade de voo com segurança, minimizando o tempo de manutenção e consequente desperdício de horas de operação. Esta ferramenta poderá no futuro ser utilizada por qualquer operador de qualquer tipo de aeronave ou veículo e tornar-se na aplicação standard no campo do planeamento e gestão de frotas.
Rui Cordeiro, Director-executivo da Critical Software, salienta que depois do trabalho já realizado no desenvolvimento de um HUMS/SHM (Health & Usage Monitoring System/Structural Healt Monitoring), este “sistema de Planeamento de Missão e Frota entra pelo porta grande no nosso portfólio, ao reforçar o bom trabalho que temos feito no desenvolvimento de sistemas no mercado de Aeronáutica.

O Sistema de Monitorização HUMS/SHM adquire, analisa, transmite e armazena a informação recolhida através de software a bordo que verifica os componentes essenciais para que o voo seja efectuado em segurança. As métricas recolhidas – por exemplo valores de torção, pressão ou temperatura a que as várias peças estão sujeitas – são depois enviadas para o sistema de apoio terrestre que as vai analisar para analisar com precisão a saúde dos sistemas,” refere.

De acordo com Mike May, responsável pelo Sistema de Suporte Logístico da AgustaWestland “a equipa dedicada da Critical Software tem sido um recurso chave no desenho, desenvolvimento e fase de projecto, concebendo uma solução que correspondeu ou excedeu todas as expectativas da AgustaWestland.”

http://pplware.sapo.pt/informacao/critical-desenvolve-software-para-helicopteros-apache/#more-99844
-Meu General, estamos cercados...
-Óptimo! Isso quer dizer que podemos atacar em qualquer direcção!
 

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miguelbud

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #53 em: Dezembro 29, 2011, 08:41:13 am »
Tecnológicas da Empordef concorrem para fornecer cargueiro militar da Embraer

O cargueiro militar da brasileira Embraer terá alguns dos seus componentes produzidos pela OGMA e pela Empresa de Engenharia Aeronáutica.

As tecnológicas da Empordef – Edisoft, EID e ETI – fazem parte de um consórcio de empresas portuguesas que está na corrida ao fornecimento de ‘software’ e tecnologia para o KC-390, cargueiro militar da brasileira Embraer, que terá alguns dos seus componentes (nomeadamente a fuselagem central) produzidos pela OGMA e pela Empresa de Engenharia Aeronáutica.

“Estamos muito interessados no projecto, onde temos as nossas três empresas em consórcio com outras empresas portuguesas”, explicou Vicente Ferreira, presidente da Empordef, acrescentando que uma das empresas principais a concurso para o fornecimento do avião militar é a Critical Software.

O responsável não quis dizer qual será o investimento, mas assumiu que se espera conseguir financiamento no âmbito do QREN.

http://economico.sapo.pt/noticias/tecno ... 34698.html
 

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nelson38899

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #54 em: Março 24, 2012, 11:09:57 am »
Citar
Desde Abril de 2011 que está a ser usado como sistema de suporte da Marinha Portuguesa para as operações de busca e salvamento, mas o Oversee Search and Rescue pretende "cruzar mares" e chegar a outros portos.

A plataforma foi desenvolvida pela Critical Sofware, com a cooperação da Marinha, e disponibiliza, num único interface, toda a informação de que um operacional de um centro de busca e salvamento necessita para responder perante um incidente.

O sistema inclui também um conjunto de ferramentas de análise de risco, apoio à decisão e de gestão de incidentes, oferecendo capacidade de antecipação.

O objetivo é oferecer uma visão integrada do panorama marítimo, permitindo correlacionar e fundir informação proveniente de várias fontes, extrair conhecimento e identificar padrões de comportamento relevantes, explica Ricardo Maia, da área de Maritime Solutions da Critical Software.

"Ao agregar os vários elementos de contexto nomeadamente, dados sobre tráfego marítimo, alertas, condições meteorológicas e oceanográficas, elementos hidrográficos, e informação sobre as embarcações evita-se a consulta de diferentes sistemas facilitando-se ao mesmo tempo o corelacionamento dos diferentes elementos", referiu o responsável ao TeK.

A solução acaba de conhecer uma nova versão, atualmente em fase de validação no Centro de Busca e Salvamento (MRCC) de Lisboa, a mesma que a Critical Software decidiu levou ao SAR Europe 2012, um evento que junta anualmente especialistas civis e militares internacionais da área.

A apresentação do Oversee no certame correspondeu a uma primeira ação no sentido de internacionalizar a solução, com o objetivo de estabelecer contactos e potenciar a sua comercialização. "Será a comercialização nos mercados internacionais que permitirá rentabilizar este enorme investimento que temos vindo a realizar", afirma Ricardo Maia.

O responsável nota que o sistema tira partido das competências internacionalmente reconhecidas da Marinha portuguesa, assim como de um conjunto de protótipos, "mas a verdade é que se trata de uma solução completamente inovadora, aliás protegida através de um pedido de patente".

Ricardo Maia salienta ainda que o Oversee responde a um conjunto de desafios enfrentados pela generalidade das guardas costeiras e para os quais ainda não existia uma resposta clara. "Posso referir que neste momento continuamos a trabalhar nas vertentes de antecipação de incidentes, análise de risco e apoio á decisão. O projeto envolve inclusivamente instituições de I&D que irão, com certeza, reforçar o caracter inovador da solução".



sapo.pt
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nelson38899

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #55 em: Abril 14, 2012, 03:04:19 pm »
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A empresa de engenharia e manutenção da TAP no Brasil está em contato com o Governo brasileiro para assegurar os contratos de apoio a frota de 47 caças F-5 da Força Aérea Brasileira. As conversações, segundo apurou o Dinheiro Vivo, estão ocorrendo, embora não esteja ainda nada garantido. Para a empresa que a companhia aérea portuguesa comprou há cinco anos da Varig, quando estava em processo de falência, isto seria duplamente importante.


Por um lado, seria mais um cliente de longo prazo, o que é fundamental para a viabilidade de um negócio que até agora nunca saiu do vermelho; por outro, numa altura em que o Governo se prepara para privatizar a TAP, assinar um contrato valioso favoreceria a inclusão desta unidade no pacote sem desvalorizar demasiado o preço final, apesar de nunca ter apresentado resultados positivos nos últimos cinco anos.

A alternativa seria a venda da empresa de engenharia e manutenção brasileira num acordo à parte e a outros compradores – o que o Governo português até já admitiu ser uma possibilidade. Esta hipótese sairia favorecida se a carteira de clientes fosse não apenas mais extensa, mas incluísse a Força Aérea Brasileira, com a credibilidade técnica que isso implica para o fornecedor do serviço.

Fernando Pinto, presidente executivo da companhia aérea portuguesa, apresenta amanhã, no Rio de Janeiro, os resultados da empresa de manutenção no Brasil – ainda negativos, mas menos do que em 2010. Há dois anos, os prejuízos foram de 167 milhões de reais, 61 milhões de euros ao câmbio de hoje. Tudo somado, desde que a TAP comprou o negócio por 15 milhões de euros à Varig, os prejuízos acumulados já rondam os 145 milhões de euros, aos quais há ainda a somar uma dívida (antiga) da empresa ao Estado brasileiro superior a 290 milhões de euros. Esta dívida esteve a ser negociada com o Governo de Dilma Rousseff, tendo ficado definido um plano parcelado de pagamento, mas não se conhecem os detalhes. O acordo deve permitir à empresa de engenharia e manutenção voltar a ser fornecedora do Estado brasileiro e a dar assistência aos caças da Força Aérea.

Fonte: Dinheiro Vivo
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AtInf

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #56 em: Maio 29, 2012, 11:34:42 am »
Noticia publicada no jornal i


Pistola-metralhadora LusaA2

A pistola-metralhadora de nome “Lusa”, desenvolvida em Portugal, e importada por uma empresa norte-americana, como só vendeu 2 mil unidades nos Estados Unidos, vai deixar de ser fabricada pelos portugueses e perder o nome.  

A arma vai ser redesenhada para ficar mais parecida com a HK e daqui a um mês voltará a ser comercializada nos EUA.

Tendo em conta que o nome “Lusa” não teve qualquer sucesso, a arma vai passar a chamar-se “Night Scout” e custará menos de 900 euros por unidade, o mesmo da antecessora. Para a qualidade da mesma, a relação qualidade/preço é muito satisfatória, esclarecem especialistas.

O modelo da pistola-metralhadora portuguesa em causa é o “LusaA2”, uma arma compacta de calibre 9x19mm, com uma velocidade de disparo de 790 metros por segundo e alcance de 400 metros, concebida e desenvolvida pelas Indústrias Nacionais de Defesa de Portugal (INDEP).

Portugal desenvolveu as três versões da arma, gastando para o efeito cerca de 10 milhões de euros, desde 1983, só que nunca foi produzida em massa, devido ao seu elevado custo. A metralhadora começou por ser criada para servir as forças de segurança e militares nacionais.

O negócio acabou por ser vendido a um grupo de empresários norte-americanos por 40 mil euros, em 2004. Apesar de ter tido um baixo índice de vendas,  foi considerada pelos especialistas, como fiável e de alta precisão.

Estima-se que com o novo nome, se venham a vender cerca de 300 armas por mês.
 

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chaimites

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #57 em: Maio 29, 2012, 10:26:39 pm »
Essa história faz lembrar as FNH,  winchester e browning,  produzidas na Browning Viana que quando vão para o mercado Americano vão com o carimbo "made in belgium" ou "made in  "FNH USA"
As mesmas armas que saem de Viana para o  mercado europeu saem de fabrica assim;



A FNH SLP (self-loading police shotgun)  é construida em Viana e sai da fabrica Nade in "FNH USA"

Eles tem um complexo enorme sobre armas construidas  em Portugal,  a mesma arma com carimbo  "Made in portugal" no mercado americano não venderia um único exemplar



E Tudo uma questão de markting. e imagem de marca

Deem uma vista de olhos pelos forum Americanos sobre armas e vejam, o que os menos esclarecidos,  que nao sabem que sai tudo da mesma fabrica,  dizem das armas    FNH,  winchestar e browning,  "made in portugal"
 

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PereiraMarques

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #58 em: Junho 19, 2012, 09:48:03 pm »
:o  :o

http://defesaglobal.wordpress.com/

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By VMSB

The Portuguese company Pinhol SA is developing a 4×4 mine resistant ambush protected vehicle (MRAP). The vehicle will be fitted with a COTS chassis coming from a Brazilian automotive manufacturer and will be trialed in Brazil in current 2012.



It has a combat weight of 13000 kg, a top speed of 120 km/h and a maximum range of 1500 km. The propulsion consists of a 480hp diesel engine which is coupled to a 7-speed (6 plus one reverse) automatic gearbox.

The vehicle made with SSAB ARMOX steel can be equipped with armoured add-on, slat armour, NBC protection system, climate control system, communication system, a protected manned weapon station or a remote weapon station. The hull feature several ports for light machine guns and protected windows around the hull and a windshield protected by a mesh. The crew is composed by the driver, commander and 9 fully equipped soldiers. The design is available in different configurations.

The company has also developed the Puma airborne multi-purpose lightweight mine-protected vehicle which has a combat weight of 3500 kg, a top speed of 140 km/h, a maximum range of 1000 km and a load capacity of 1500 kg. It includes a front winch from Warn Industries, two mounts for machine guns and space to transport seven troops or cargo.

The company proposes as well as 4×4 special operations vehicle based in the Land Rover Defender 130 Td4 chassis. 13 vehicles were delivered to the Portuguese Army. The company is expected to sign a contract with an Eastern Europe country for the supply of important quantities of special operations vehicles.

Pinhol SA supplied in the past 21 AM General M1025A2 (upgraded by Plasan Sasa with the APK protection kit) and 13 M1151A2 HMMWV (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle) wheeled vehicles to the Portuguese Army and as well as three M1165A1 W/B3 to the Portuguese Air Force which were fitted with a slat armour system developed in house.

Future´s plans include the development by the company of 6×6 and 8×8 wheeled armoured vehicles.

http://defesaglobal.wordpress.com/
 

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nelson38899

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Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Responder #59 em: Julho 06, 2012, 11:00:48 am »
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Centrais de Campanha para o Exército do Bangladesh
No passado mês de Abril, a EID firmou com o Ministério da Defesa do Bangladesh dois contratos para o fornecimento de centrais telefónicas de campanha CD-116. Prevê-se concretizar a respectiva entrega no decurso do corrente ano. A seleção e a aquisição destes equipamentos foi realizada no âmbito de um concurso público internacional, o que demonstra o elevado grau de confiança que o Exército do Bangladesh deposita na qualidade e na adequação dos equipamentos fornecidos pela EID para suporte do programa de modernização das comunicações tácticas das forças armadas. Este novo contrato resulta do esforço que a EID tem vindo a desenvolver nos últimos anos na procura de novos mercados, com o apoio dos seus representantes locais e através da presença em feiras internacionais, criando assim mais oportunidades para a divulgação e incremento da exportação dos produtos da EID nos mercados Asiáticos e do Médio Oriente.
http://www.empordef.pt/main.html
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