F-35 JSF

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nelson38899

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« Responder #90 em: Maio 26, 2008, 03:36:22 pm »
obrigado
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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nelson38899

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« Responder #91 em: Junho 30, 2008, 11:52:32 am »
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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« Responder #92 em: Julho 08, 2008, 09:21:48 pm »
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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nelson38899

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« Responder #93 em: Julho 10, 2008, 09:56:05 am »
Citar
KDA Enters $1.3B Deal With Lockheed

HELSINKI - Kongsberg Defense and Aerospace (KDA) has secured a long-term framework agreement with Lockheed Martin covering the production of composite and titanium parts for the new Joint Strike Fighter (JSF) F-35 Lightning II aircraft.

The deal, which has a potential value of $1.3 billion, is linked to Lockheed Martin winning the contract to produce replacement fighter aircraft for  norway .The partnership agreement is the result of negotiations conducted against the background of a Framework Agreement signed in January 2007 between KDA and Lockheed Martin.

Under this exclusive supplier agreement, Lockheed Martin contracts KDA to deliver aircraft components, including composite and titanium parts, for the JSF program. The value of the composite and titanium parts segment of the deal is worth $196 million.

KDA has invested $30 million to build and outfit two new 30,000 square-meter production plants in Kongsberg, Norway, to accommodate the future contract work expected from Lockheed Martin. Production is scheduled to commence in January 2009 and continue up to 2015.

http://www.defensenews.com/story.php?i= ... =AME&s=AIR
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Agostinho da Silva
 

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Smoke Trails

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« Responder #94 em: Julho 10, 2008, 12:23:04 pm »
o F35 tem mais probabilidade de brincar com o f16 antes de acabar com ele, pois o radar do f16 não o consegue detectar.[/quote]

O radar do F-16 pode não o conseguir detectar, mas, o RWR detecta as emissões do radar do F-35 e pode quebrar a aquisição. Já aconteceu entre o Typhoon e o F-22.


Defense Minister Ehud Barak two weeks ago submitted a request to purchase 25 F-35 warplanes from the United States, at $80 million a unit.
The request also stipulates an option to obtain 50 more such warplanes in the future.[/quote]

Os primeiros 25 F-35 serão da variante A e alguns dos 50 opcionais serão da variante B.


Lockheed Martin also manufactures the F-22 warplane, which is used by the U.S. Air Force. The F-22 is the most advanced warplane in the world and Israel has previously expressed interest in it.[/quote]

Á uns anos atrás Israel afirmou que pretendia ter um esquadrão de F-22 operacionais em 2010.
 

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nelson38899

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« Responder #95 em: Julho 10, 2008, 12:35:38 pm »
E ao que parece não é o unico que o quer, a coreia do sul e o Japão, também ja fizeram esse pedido, e ao que parece os USA estão a desenvolver uma versão de F22, para exportar.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Sintra

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« Responder #96 em: Julho 10, 2008, 04:08:19 pm »
Citação de: "nelson38899"
E ao que parece não é o unico que o quer, a coreia do sul e o Japão, também ja fizeram esse pedido, e ao que parece os USA estão a desenvolver uma versão de F22, para exportar.


 A exportação do F-22 Raptor é proibida por lei. Não existe nenhum programa a decorrer com o fim de desenvolver uma versão de exportação do caça e a linha de produção do mesmo fecha para o próximo ano (a não ser que exista um milagre).
 Quanto ao F-35A em Israel, foi efectuado um pedido formal por parte do Estado Judaico para a entrega de um primeiro "Batch" de 25 unidades através de uma venda do "Foreign Military Salles", este pedido está em negociações e preve-se que as primeiras unidades sejam entregues lá para 2014.
 

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nelson38899

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« Responder #97 em: Julho 10, 2008, 04:31:51 pm »
Citação de: "Sintra"
Citação de: "nelson38899"
E ao que parece não é o unico que o quer, a coreia do sul e o Japão, também ja fizeram esse pedido, e ao que parece os USA estão a desenvolver uma versão de F22, para exportar.

 A exportação do F-22 Raptor é proibida por lei. Não existe nenhum programa a decorrer com o fim de desenvolver uma versão de exportação do caça e a linha de produção do mesmo fecha para o próximo ano (a não ser que exista um milagre).
 Quanto ao F-35A em Israel, foi efectuado um pedido formal por parte do Estado Judaico para a entrega de um primeiro "Batch" de 25 unidades através de uma venda do "Foreign Military Salles", este pedido está em negociações e preve-se que as primeiras unidades sejam entregues lá para 2014.


eu detesto que me chamem mentiroso :evil:

veja este tópico:

http://www.forumdefesa.com/forum/viewto ... &start=105
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
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Smoke Trails

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« Responder #98 em: Julho 10, 2008, 06:11:02 pm »
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.
 

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typhonman

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« Responder #99 em: Julho 10, 2008, 08:54:31 pm »
Citação de: "Smoke Trails"
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.

Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.


Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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« Responder #100 em: Julho 10, 2008, 11:57:53 pm »
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "Sintra"
Citação de: "nelson38899"
E ao que parece não é o unico que o quer, a coreia do sul e o Japão, também ja fizeram esse pedido, e ao que parece os USA estão a desenvolver uma versão de F22, para exportar.

 A exportação do F-22 Raptor é proibida por lei. Não existe nenhum programa a decorrer com o fim de desenvolver uma versão de exportação do caça e a linha de produção do mesmo fecha para o próximo ano (a não ser que exista um milagre).
 Quanto ao F-35A em Israel, foi efectuado um pedido formal por parte do Estado Judaico para a entrega de um primeiro "Batch" de 25 unidades através de uma venda do "Foreign Military Salles", este pedido está em negociações e preve-se que as primeiras unidades sejam entregues lá para 2014.

eu detesto que me chamem mentiroso :evil:

veja este tópico:

http://www.forumdefesa.com/forum/viewto ... &start=105


 Eu não o estou a chamar mentiroso, longe de mim, o que estou a dizer é que as suas informações estão desactualizadas...
 E acredite no que lhe estou a dizer, neste momento não existe qualquer tipo de plano com o minimo de credibilidade para criar "uma versão de exportação" do Raptor, de facto um oficial do Pentagono referiu que custaria uma batelada de dinheiro criar uma versão "downgraded" mas apenas como exemplo de o porquê do F-22 não ser proposto para exportação.
 A linha de montagem está prestes a terminar e o próprio Congresso Norte Americano criou uma lei a proibir a venda do F-22 ao exterior. Nos ultimos dois meses foi dito claramente um "NÃO" à JASDF para a possibilidade de adquirir o Raptor e, a não ser que exista um milagre o plano de aquisição de 183 Raptor´s vai manter-se o que implica o fecho da linha em 2009. De notar que o principal defensor da manutenção da linha em funcionamento, o anterior Comandante em Chefe da USAF, o General T. Michael Moseley foi despedido e substituido por um oficial que veio da frota de transporte, sendo que as duas principais razões de ele ter sido posto no "olho da rua" foi a barracada com a substituição do KC-135 e a continuação da produção de Raptors que ele defendia ferozmente e à qual o actual Secretário de Estado da Defesa (equivalente ao nosso Ministro da Defesa) nem quer ouvir falar.
 Deixo-lhe o Budget oficial da USAF, encontra a informação acerca do fecho da linha de montagem em 2009 na página 55.
http://www.saffm.hq.af.mil/shared/media ... 04-081.pdf
« Última modificação: Julho 11, 2008, 12:08:33 am por Sintra »
 

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« Responder #101 em: Julho 10, 2008, 11:59:51 pm »
Citação de: "Typhonman"
Citação de: "Smoke Trails"
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.

Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.


 Por acaso essa discussão tem sido intensa nos meios militares e na imprensa especializada...
 

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Smoke Trails

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« Responder #102 em: Julho 11, 2008, 01:02:42 pm »
Citação de: "Typhonman"
[Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Pois não, eu só pretendi dizer que a capacidade de armamento externo dos aviões europeus é superior á capacidade interna dos aviões americanos.
Resta saber se a furtividade compensa essa menor capacidade interna.

 
Citar
Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.

5º geração? É por causa da furtividade?
Posso comparar porque estão em competição directa em vários concursos.
« Última modificação: Outubro 09, 2009, 01:31:30 pm por Smoke Trails »
 

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Smoke Trails

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« Responder #103 em: Julho 11, 2008, 01:04:33 pm »
Citação de: "Sintra"
Citação de: "Typhonman"
Citação de: "Smoke Trails"
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.

Citar
Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.

 Por acaso essa discussão tem sido intensa nos meios militares e na imprensa especializada...


Eu não percebo nada do que estou a dizer, e, esses meios militares, e, essa imprensa especializada devem estar enganados.
« Última modificação: Julho 11, 2008, 05:58:43 pm por Smoke Trails »
 

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« Responder #104 em: Julho 11, 2008, 05:53:30 pm »
Citação de: "Typhonman"
Citação de: "Smoke Trails"
Quem pensa no F-22 ou no F-35, ficaría mais bem servido com o Typhoon ou o Rafale.

O F-35 tem o motor mais potente jamais instalado num caça monomotor. No entanto, e, segundo um artigo escrito por um americano, poderá não dar o que promete. Porquê? Porque vai ter que levar armamento e combustivel internamente, sendo por isso relativamente pesado.

Assim não vai supor uma grande vantagem relativamente ao F-16 em termos de manobrabilidade e raio de acção. Na realidade vai depender de outro avião, tipo F-22 por exemplo, para obter superioridade aérea.

Segundo o referido autor isto não será um problema para os Estados Unidos, mas poderá ser para uma nação cujo único avião seja o F-35.

Quanto ao equipamento não se sabe o que os Estados Unidos estão dispostos a exportar, mas desde já sabemos que quem quiser integrar armamento diferente terá que contar com a boa vontade dos Estados Unidos.

No caso do Reino Unido eles cederam porque este era um importante parceiro e eles ameaçaram desistir do F-35 e procurar outra alternativa.

Nos Estados Unidos um Typhoon em testes foi detectado, a longa distancia, por um F-22; o piloto inglês não conseguiu detectar o F-22 no radar mas o RWR detectou as emissões de radar do F-22, o piloto quebrou a aquisição de radar do F-22; ao chegarem a curta distancia o Typhoon derrotou o F-22. Os americanos ficaram chocados e os combates previstos para o dia seguinte foram cancelados.

É um dado adquirido que um avião, ou é furtivo, ou é manobrável, por isso o F-22 foi desde o iniçio equipado com empuxo vectorado.
Além disso, e para não comprometerem a sua assinatura radar, o F-22 e o F-35 habitualmente não levam cargas externas.

Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Tudo bem, são furtivos, mas o F-117 tambem era furtivo (embora de tecnologia antiga segundo os americanos) e foi abatido por um SAM-2 no Kosovo, uma arma difiçilmente moderna.

Embora os caças europeus sejam mais caros, terão poucas ou mesmo nenhumas restrições no equipamento.
Talvez apenas a França possa impor algumas restrições, pois recorde-se que o Mirage 2000D nunca esteve disponivel para exportação; a versão para exportação era o Mirage 2000S uma versão degradada.
O Mirage 2000-5, com o radar RDY apenas ficou disponivel para exportação porque Força Aérea Francesa manifestou mais interesse no Rafale.
Os franceses apenas modernizaram os Mirage 2000C da Esquadra 2, em Dijon, para o padrão 2000-5F porque o Rafale estava atrasado e eles não tinham nenhum aparelho com misseis activos da classe do AMRAAM.

Convém também recordar que os aviões furtivos requerem uma manutenção mais rigorosa.

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Quanto ás opções europeias sacrificam a assinatura radar mas levam todo o equipamento externamente.
Por exemplo, o Typhoon pode levar três misseis Meteor, um pod de designação laser, três depósitos de combustivel, duas bombas guiadas por laser, dois misseis anti-radar Alarm e dois misseis ASRAAM. O F-22 e o F-35 podem ser furtivos mas não podem competir com isto.

Caro amigo ao dizer isto, ve-se que não percebe nada do que está a dizer.
O F-35 não vai utilizar sistemas de designação laser exteriores, vai ter este sistema integrado no seu "nariz", é o sistema EOTS, alem de muito outro equipamento electronico. E para as missões stealth vai ter o "bomb bay" disponivel, para levar AIM-120, AIM-9X, JDAM, SDB etc...

Não queira comparar aviões de 5º geração como o F-22 e F-35 com 4º geração.



Vejo que o meu caro amigo é um admirador da tecnologia americana.
Eu admiro ambas, a americana, e a europeia (incluindo a russa), temos que respeitar isso.

O meu avião preferido é o F-4 Phantom II, com o F-14 Tomcat e o F/A-18 Hornet ambos em segundo lugar e a uma curtissima distância.
Critiquei o F-22 e o F-35 e afinal os aviões de que mais gosto são todos americanos, ironía do destino.

Não vou categorizar estes aviões em gerações diferentes porque, são apenas abordagens diferentes com o mesmo objectivo: substituir os aviões actualmente em serviço.

Só acho é que há um deslumbramento excessivo, e, talvez prematuro sobre as capacidades destes aviões; da parte dos americanos isso já é habitual, e, no entanto a história já provou inumeras vezes que isso nem sempre está correcto.

O F-15 ainda é actualmente considerado um dos três melhores caças actualmente em serviço.
No 'William Tell', o F-15 era sempre o vencedor, quando os outros esquadrões voavam no F-4, no F-101, no F-106.
A primeira vez que os canadianos levaram o F-18 foram os vencedores.
A primeira vez que um esquadrão americano levou o F-16ADF foi o vencedor.

Na Europa, quando os F-15 de Bitburg enfrentavam os F-16 europeus, os seus pilotos gracejavam dizendo que tinham deixado em casa os misseis Sparrow.

Quando os F-18 canadianos chegaram a Baden Sollingen, na Alemanha, constataram que o radar do F-18 era superior ao do F-15.

No inicio dos anos 90 os pilotos do F-15 ficaram impressionados com as tacticas anti-AMRAAM empregues pelos pilotos dos Tornados F.3 da RAF.

Provavelmente o piloto inglês do Typhoon que derrotou o F-22 em combate próximo seja mesmo muito bom, ou, o piloto do F-22 era muito fraco; oxalá assim seja senão o dinheiro empregue no desenvolvimento do F-22 terá sido em vão.

Este verão, os Grippen suecos vão ao 'Red Flag'.
Os Typhoon da RAF já participaram no 'Torpedo Focus' em Abril.
Vamos aguardar que esses novos aviões entrem em serviço, e, algum dia acabarão por se enfrentar em exercicios e vamos ver como se portam.

Os pilotos franceses já afirmaram que o Rafale tém uma maior variedade de armamento ar-solo, e, é mais flexivel que o Typhoon, mas admitiram que o Typhoon é superior ao Rafale em combate ar-ar.

A Noruega é um dos participantes no programa do F-35, e, está a considerar seriamente o Grippen NG.

Acredita que o Reino Unido e a Italia estariam envolvidos no programa do F-35 se não fosse a variante VTOL?
No Reino Unido há quem defenda que deveriam optar pela variante C pois vão construir porta-aviões que permitem a utilização de aviões convencionais.

Eu não pretendo perceber nem saber tudo, porque ninguém percebe nem sabe tudo.
Eu gosto de aviação e não só, é um hobby. Como qualquer hobby, serve para descontraír e distraír da rotina diária.

Assino a 'Air Forces Monthly' e a 'International Air Power Review'; além disso também compro alguns numeros das revistas 'Air Combat', 'Air Fan', RAIDS, revistas de modelismo, livros da Osprey, Concord, WWP, Red Star, Aerofax, MCP, etc.
Anteriormente assinei a 'World Air Power Journal' e a 'Wings of Fame', mas estas já acabaram tendo sido substituidas pela 'International Air Power Review'.
A Internet tambem ajuda, sendo este forum e o do site Airliners.net bastante úteis.

São estas as minhas referencias para aquilo que eu sei e anteriormente escrevi.