F-35 JSF

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nelson38899

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« Responder #60 em: Dezembro 25, 2007, 09:35:22 pm »
The first Lockheed Martin F-35B short-take-off/vertical landing (STOVL) Lightning II Joint Strike Fighter (JSF) rolled off the production line at the company's assembly plant in Fort Worth, Texas, on 18 December.

The F-35B test aircraft, known as the BF-1, is the first of seven STOVL F-35 variants currently being produced for use in the system development and demonstration phase of the United States-led JSF programme.

Production models of the F-35B are also in the pipeline as long-lead procurement funds for the first six production STOVL aircraft have already been authorised by the US government.

The F-35B is expected to make its first flight in the second quarter of 2008 after undergoing extensive ground tests.

Customers include the US Marine Corps (USMC), which will replace the AV-8B Harriers with the F-35B; the UK Royal Navy/Royal Air Force, which will replace their Harrier GR.7/GR.9s with the F-35B; and the Italian Air Force/Navy, which intend to procure a mix of F-35B and conventional take-off and landing F-35A aircraft. The first USMC training aircraft are planned for a 2011 delivery.

The concept behind the F-35B is to maximise range and build upon the more limited capabilities of the Harrier: the world's first operational STOVL aircraft.

www.janes.com
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

F-35
« Responder #61 em: Janeiro 25, 2008, 01:52:57 am »
Ví no site acho do Jane´s que o F-35 teve problemas com a parte STEALTH. Alguém lembra desse detalhe???
Só  os melhores e inteligentes sobrevivem quando o bicho pega!!!!!!
 

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« Responder #62 em: Janeiro 30, 2008, 07:03:27 pm »
Jane´s

 21 April 2006
JSF - Hidden problems of stealth

Bill Sweetman IDR Technology and Aerospace Editor
Minnesota

While there is no Joint Strike Fighter (JSF) export 'variant' as such, it is apparent from a review of open sources that it would be practical to deliver JSFs in different configurations with different signatures to match national operational requirements documents, protecting US and UK aircraft from any compromise of their own low-observable (LO) systems.

Stealth is not like the mythical ring of invisibility in JRR Tolkien's Lord of the Rings: it is not a single feature that confers invisibility. It is a blend of things on the aircraft that are obviously technologies that are generic and quite widely used and understood; components which are unique and exotic; and some features that are not visible on the aircraft at all but are nevertheless crucial to making the LO system work.

Building less-stealthy JSFs for export has been considered. One source close to the JSF programme has said that the US Department of Defense's theatre commanders-in-chief have advocated a single JSF configuration, because multiple levels of LO would complicate joint operations.

The LO community itself - covering JSF, F-22 and other programmes - opposed this view, fearing technology compromise.

"The commanders in the field want coalition allies to have highly capable aircraft. It's the lower level people who don't want to share the technology," the source said.

Further complicating this issue is that the rules on the export of stealth technologies, as well as of dual-use technologies that are important to stealth, are not made by the JSF programme office but by senior Pentagon leaders who define disclosure policy with the help of the Low Observables Executive Committee (LO-EXCOM). The EXCOM includes representatives from the services, intelligence agencies and all major stealth programmes, including 'black' or unacknowledged programmes.



Será que é mesmo importante para os EUA deixar de vender o que foi prometido aos outros países????
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Eurico Viegas

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« Responder #63 em: Janeiro 30, 2008, 07:18:16 pm »
Meninos para fazerem isso são eles...

Repara, quem usar o JSF vai ter que usar só as armas da USAF, porque tanto quanto sei eles não querem libertar o source-code do sistema informático de forma a permitir a outros países integrarem o seu próprio armamento.
Esse facto já quase fez a Grã-Bretanha sair do JSF, e eles são aliados preferenciais dos US and A... (Entretanto, lá ganharam juízo e mostraram as partes relevantes do source aos Britanicos)

Quanto aos problemas com a furtividade, segundo li restringiam-se a alguns quadrantes (assim de memória, quadrante traseiro) e não ao avião todo.
disce quasi semper victurus, vive quasi cras moriturus
 

(sem assunto)
« Responder #64 em: Janeiro 30, 2008, 08:07:47 pm »
Mas mesmo assim são problemas que podem determinar o fato do F-35 ser stealth. Pois se combinar uma dupla de SU-35 os radares podem fazer a varredura em conjunto e vai ser complicado pro piloto do F-35 se explicar depois(Se é que vai dar tempo...). Porém se esse avião americano que até então só está deixando ares de promessa virar realidade qual a grande vantagem dele sobre os outros aviôes fora o stealt e o stovl(em modelos diferentes)?
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Eurico Viegas

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« Responder #65 em: Janeiro 30, 2008, 08:24:18 pm »
É bom ver que o JSF vai substituir o A-10, F-16, o AV-8B e as versões mais antigas do F-18.
Logo, a função principal do JSF é ataque ao solo, ou se preferir um camião para bombas e misseis. É para isto que os americanos os querem, e se por acaso tiver alguma capacidade (no sentido de agilidade) para combate aereo, maravilha!, se não tiver azar...
A vantagem em relação aos tipos acima referidos é permitir maiores raios de acção e a utilização de armas mais sofisticadas sem grandes problemas. Todos os tipos acima referidos não estão a ficar mais novos nem a permitir melhor manutenção... Um tipo de avião de ataque ao solo com grande comunalidade nos três ramos permitie economias de escala em termos de sobressalentes, treino, etc..


Em relação à furtividade:

Não existem aviões que sejam absolutamente invisiveis, seja aos radars, a IRs ou até à vista humana!!
A tecnologia furtiva faz é com que a detecção seja muito mais dificil e reduzindo assim o tempo util de reacção das defesas(mas não torna a detecção impossivel)!

Agora, essa dos dois Su-35... Não estará a confundir com o MiG-31?
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« Responder #66 em: Janeiro 30, 2008, 10:12:15 pm »
Não estou trocando o Su-35, mesmo não entrando em serviço é
umas das armas mais modernas russas. Os Su-35/Su-37 possuem
o radar NIIP NO-11M, com alcance de detecção de 400 km e
200 km para alvos de superfície. Então se compare contra
qualquer avião inimigo uma melhor opção que é o Su-35. Já
que os mig-31m mesmo com o radar Zaslon-M SBI-16, com
alcance ampliado para cerca de 400 Km e capacidade para
gerenciar e rastrear até 24 alvos é um interceptador puro e
pode nao conseguir cumprir uma missão complexa contra um avião
de alta tecnologia como o F-35.
E essa minha comparação é para saber quanto o F-35 tem de
potencial. Só que está jogando tudo a perder devido ao grande
"egoísmo" dos EUA. Que quer vender pra outros países mas o
grande pedaço do queijo ninguém pode pegar. Se continuar assim
os compradores de F-35 terão um belo avião de demonstração em
shows aéreos.
E isso se o PAK-FA sair do papel, mesmo que os russos não
consigam fazer um avião melhor que o F-22, com certeza farão
melhor que o F-35. Nem coloco a questão de outros países estarem
pensando em trocar o F-35 pelo Eurofighter. Abraço
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Eurico Viegas

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« Responder #67 em: Janeiro 30, 2008, 10:29:20 pm »
Não entendeu bem a minha pergunta, que por sinal também não foi colocada da forma correcta... :lol: ) e um JSF com AMRAAMs...

Escolhia sempre o JSF.
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Sintra

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« Responder #68 em: Janeiro 30, 2008, 11:23:54 pm »
Citação de: "Eurico Viegas"
Meninos para fazerem isso são eles...

Repara, quem usar o JSF vai ter que usar só as armas da USAF, porque tanto quanto sei eles não querem libertar o source-code do sistema informático de forma a permitir a outros países integrarem o seu próprio armamento.
Esse facto já quase fez a Grã-Bretanha sair do JSF, e eles são aliados preferenciais dos US and A... (Entretanto, lá ganharam juízo e mostraram as partes relevantes do source aos Britanicos)

Quanto aos problemas com a furtividade, segundo li restringiam-se a alguns quadrantes (assim de memória, quadrante traseiro) e não ao avião todo.


 Neste momento, duas armas Europeias já fazem parte do "road map" de integração no F-35, isto a pedido dos Britânicos, o AIM-132 e o Storm Shadow, uma terceira está em negociações, o MBDA Meteor.

 Abraços  :wink:
 

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Eurico Viegas

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« Responder #69 em: Janeiro 30, 2008, 11:29:30 pm »
Citação de: "Sintra"
Citação de: "Eurico Viegas"
Meninos para fazerem isso são eles...

Repara, quem usar o JSF vai ter que usar só as armas da USAF, porque tanto quanto sei eles não querem libertar o source-code do sistema informático de forma a permitir a outros países integrarem o seu próprio armamento.
Esse facto já quase fez a Grã-Bretanha sair do JSF, e eles são aliados preferenciais dos US and A... (Entretanto, lá ganharam juízo e mostraram as partes relevantes do source aos Britanicos)

Quanto aos problemas com a furtividade, segundo li restringiam-se a alguns quadrantes (assim de memória, quadrante traseiro) e não ao avião todo.


 Neste momento, duas armas Europeias já fazem parte do "road map" de integração no F-35, isto a pedido dos Britânicos, o AIM-132 e o Storm Shadow, uma terceira está em negociações, o MBDA Meteor.

 Abraços  :wink:


Boas noticias!

Bem... ainda mais vantagem do JSF sobre o Su-35, só trocar os AMRAAMs por Meteors!
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Sintra

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« Responder #70 em: Janeiro 30, 2008, 11:29:34 pm »
Citação de: "Eduardo Reborn Soares"
Mas mesmo assim são problemas que podem determinar o fato do F-35 ser stealth. Pois se combinar uma dupla de SU-35 os radares podem fazer a varredura em conjunto e vai ser complicado pro piloto do F-35 se explicar depois(Se é que vai dar tempo...). Porém se esse avião americano que até então só está deixando ares de promessa virar realidade qual a grande vantagem dele sobre os outros aviôes fora o stealt e o stovl(em modelos diferentes)?


 Um fuel fraction impressionante (superior à do Flanker, por exemplo) e um conjunto de aviônicos dignos do "Star Wars", se toda a capacidade de Datalink que foi prometida pela Lock Mart for de facto integrada, a "situational awareness" que um piloto de lightning vai usufruir, por si só coloca este aparelho num patamar superior a tudo o que existe actualmente (o que não quer dizer que quando esta capacidade for de facto atingida, lá para 2020, outras plataformas não possam ter recebido upgrades que os coloquem no mesmo nivel).

Abraços  :wink:
 

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« Responder #71 em: Janeiro 30, 2008, 11:42:41 pm »
Vc está correto quando aos Su-35 fazer par. Só que não coloco um Mig-31 pq numa arena dessas ele perderia a manobrabilidade se fosse necessário um Dogfight.
Mas pra encerrar, deve parecer mas nao tenho nada contra os aviões americanos, acho o F-22 um avião incrível e que ninguém sabe o que realmente ele pode fazer. Só não acredito muito no F-35, não sei pq....rsrsrs.
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« Responder #72 em: Fevereiro 10, 2008, 09:42:04 pm »
Gostaria de saber como viria ser a Portugal um acordo de cooperação com os EUA que querem colocar a base de treinamento nos Açores. Já que possuem F-16 sendo modernizados, mas que não irão durar a vida toda. Como aqui no Brasil, o tamanho impede que algumas aeronaves sejam impedidas devido ao curto alcance, é certo que atualmente somente a família Flanker pode cumprir uma missão de grandes distâncias. Ou o sempre presente acordo Brasil-França que colocará os Rafales num futuro programa FX-2 poderia vir, mas em maior quantidade devido ao raio de  ação ser metade do raio dos Sukhois, a FAB sabe disso. Pois vejo que nesse fórum todos são bastantes entendidos e possuem um conhecimento técnico muito superior ao que vejo nos fóruns brasileiros. Então qual seria a melhor e real opção portuguesa, entre F-35, Eurofighter, Gripen, Rafale? A cooperação citada à cima seria mais fácil os F-35 virarem realidade da FAP? Se viesse F-35, seria aceito uma versão de exportação sem stealth e outros sistemas avançados? Dentro do que rege o sistema aéreo de defesa português, qual deles cumpriria os requisitos e necessidades do país?
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Get_It

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« Responder #73 em: Fevereiro 10, 2008, 10:06:38 pm »
Citação de: "Eduardo Reborn Soares"
Então qual seria a melhor e real opção portuguesa, entre F-35, Eurofighter, Gripen, Rafale? A cooperação citada à cima seria mais fácil os F-35 virarem realidade da FAP? Se viesse F-35, seria aceito uma versão de exportação sem stealth e outros sistemas avançados? Dentro do que rege o sistema aéreo de defesa português, qual deles cumpriria os requisitos e necessidades do país?

Já existiram algumas discussões aqui no fórum sobre isso, algo que foi mencionado é que o Typhoon e Rafale perdem contra o F-35 e Gripen por serem bimotores, aumentando assim os custos de operacionalidade e de manutenção. Quanto ao F-35 não existe nenhuma versão sem stealth, simplesmente algumas versões de exportação para outros países serão alteradas face às necessidades do cliente, logo poderão perder alguma capacidade de stealth ao serem removidos componentes de contra-medidas electrónicas ou ao serem adicionados outros sensores à fuselagem da aeronave -- existe um artigo na Aviation Week que explica melhor isto.

Em geral, e tendo logo em mente a falta de fundos para este tipo de programas, o Gripen seria provavelmente o vencedor de um concurso, pois teria capacidade para atender às necessidades do país e, no papel, seria a opção mais barata.

Cumprimentos,
PS: Outra coisa a ter em mente é que mesmo com o acordo entre Portugal e os EUA os F-35 seriam demasiado caros.
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Luso

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« Responder #74 em: Fevereiro 10, 2008, 11:07:47 pm »
Citação de: "Get_It"
PS: Outra coisa a ter em mente é que mesmo com o acordo entre Portugal e os EUA os F-35 seriam demasiado caros.


É também essa a minha opinião. Realisticamente, julgo que a "vantagem comparativa" dos EUA ao nível de fornececimento de material militar "realista" deve residir nas munições guiadas, radares e electrónica.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...