Energias Renováveis

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André

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« Responder #45 em: Maio 03, 2009, 07:28:27 pm »
Citação de: "cromwell"
Pronto, vai tudo abaixo.






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Chicken_Bone

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« Responder #46 em: Maio 05, 2009, 10:05:08 pm »
boas noticias. apesar do jornalista ter escrito à pressa ou nao se dar mt bom ortografia.

Electricidade: uso de luz solar ultrapassa petróleo
Estudo revela que sol é fonte de energia em crescimento na Península Ibérica

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A luz solar produziu mais electricidade na Península Ibérica, no ano de 2008, do que o petróleo. Estes são dados da WWF/Adena, uma das maiores organizações mundiais dedicadas à preservação da natureza, noticia o «20minutos».

Heikki Willstedt, investigador do WWF na área da Energia e Mudanças Climáticas, revela que «em 2002, 7 por cento da electricidade peninsular era produzida através do petróleo, em 2008 apenas são produzidos 0,82 por cento». Wildstedt acredita que «graças à aposta nas energias renováveis, a energia solar conseguiu um feito histórico ao produzir 0,85 por cento da electricidade». Para o investigador «há a possibilidade de duplicar este número neste ano».

No entanto, considera que «em Espanha, devido ao último decreto aprovado, que diminui e limita o desenvolvimento da energia fotovoltaica, estão a ser arruinadas várias empresas e o emprego está a ser destruído». Willstedt afirma que enquanto nos Estados Unidos à empresas que dizem produzir electricidade mais barata com energia slar e com carvão, em Espanha o Governo tenta paralisar o sector.


http://diario.iol.pt/ambiente/energia-s ... -4070.html
"Ask DNA"
 

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oultimoespiao

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« Responder #47 em: Maio 05, 2009, 11:46:36 pm »
Do que ninguem fala e na falta de "back up"! Para toda a producao de energia renovavel instalada tem que haver 80% da mesma em "stand by". E a melhor forma de back up e nuclear ou combinado ciclo. A electricidade nao pode ser armazenada, e conforme a procura da rede temos que gerar mais para satisfazer a rede! Como a noite nao ha sol nao ha energia solar, se nao ha vento tambem nao ha energia eolica! E se e um dia quente e todos ligam o ar ao mesmo tempo? Nao pode ser so pelo lado das renovaveis!
 

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komet

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« Responder #48 em: Maio 05, 2009, 11:52:08 pm »
Citação de: "oultimoespiao"
Do que ninguem fala e na falta de "back up"! Para toda a producao de energia renovavel instalada tem que haver 80% da mesma em "stand by". E a melhor forma de back up e nuclear ou combinado ciclo. A electricidade nao pode ser armazenada, e conforme a procura da rede temos que gerar mais para satisfazer a rede! Como a noite nao ha sol nao ha energia solar, se nao ha vento tambem nao ha energia eolica! E se e um dia quente e todos ligam o ar ao mesmo tempo? Nao pode ser so pelo lado das renovaveis!


Para isso servem as centrais que aproveitam o "mau tempo", ou seja, marés e vento. Como suporte, no entanto, concordo absolutamente na solução nuclear, já que não estamos isentos de riscos devido às dos espanhóis, ao menos que obtenhamos as vantagens de as ter...
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Chicken_Bone

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« Responder #49 em: Maio 06, 2009, 12:01:48 am »
oultimoespiao: ó pá, tu existes mesmo ou é alguém que criou a personagem oultimoespiao para dar gozo? :D

já agora, a electricidade (ou devo dizer energia) pode ser armazenada. baterias, condensadores, etc.
"Ask DNA"
 

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komet

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« Responder #50 em: Maio 06, 2009, 12:19:11 am »
Citação de: "Chicken_Bone"
oultimoespiao: ó pá, tu existes mesmo ou é alguém que criou a personagem oultimoespiao para dar gozo? :D

já agora, a electricidade (ou devo dizer energia) pode ser armazenada. baterias, condensadores, etc.


A UPS onde este computador está ligado, pesa alguns 6 Kg e mantem o PC ligado durante uns 5 minutos...

Já vi uma UPS de bastidor, parece as baterias de um submarino! Não creio que a opção de armazenamento seja muito prática ou sequer económica!
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oultimoespiao

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« Responder #51 em: Maio 06, 2009, 12:48:51 am »
Citação de: "Chicken_Bone"
oultimoespiao: ó pá, tu existes mesmo ou é alguém que criou a personagem oultimoespiao para dar gozo? :D

já agora, a electricidade (ou devo dizer energia) pode ser armazenada. baterias, condensadores, etc.


Voce realmente entende alguma coisa do que esta a falar? Ou escrevestes umas coisas so para contar para o # de mensagens?
« Última modificação: Maio 06, 2009, 06:22:38 am por oultimoespiao »
 

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oultimoespiao

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« Responder #52 em: Maio 06, 2009, 01:06:28 am »
Citação de: "komet"
Citação de: "Chicken_Bone"
oultimoespiao: ó pá, tu existes mesmo ou é alguém que criou a personagem oultimoespiao para dar gozo? :D

já agora, a electricidade (ou devo dizer energia) pode ser armazenada. baterias, condensadores, etc.

A UPS onde este computador está ligado, pesa alguns 6 Kg e mantem o PC ligado durante uns 5 minutos...

Já vi uma UPS de bastidor, parece as baterias de um submarino! Não creio que a opção de armazenamento seja muito prática ou sequer económica!


E esses 6 kilos sao chumbo!

E impossivel armazenar energia em grande escala, pratica e logisticamente era um pesadelo! A escala que falamos e em milhoes de residencias! O que manda na energia que usamos e a rede de distribuicao, conforme a carga de uso a rede tem que responder momentaneamente ou retirando de uso fontes ou acrescentando fontes! por isso fontes de energia renovaveis sao muito boas mas so por si nunca bastam porque sempre temos que contar com o pior cenario! Nenhuma energia renovavel neste momento e fiavel nem as hidricas, a unica renovavel que pode no futuro ser excepcao e a das mares/ondas.

So, wake up and smell the coffee, either you keep those sand niggers rich, or you go nuke!
 

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AC

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« Responder #53 em: Maio 06, 2009, 08:44:56 pm »
Há ai vários niveis de "fiabilidade".

Barragens de albufeira estão num nível completamente diferente da eólica e solar.
Com a energia solar, se num momento houver solicitação mas não houver vento/sol suficiente não se produz. E se houver vento/sol mas não houver solicitação também não se produz e desperdiça-se potencial.

Já uma barragem de albufeira, enquanto houver àgua na albufeira, adapta rapidamente a produção às solicitações (mais rapidamente que uma central termoeléctrica convencional, diga-se), sem desperdicio de potencial.

Uma barragem de fio de água está num meio termo.

Já agora, há uma forma realista de armazenar alguma energia: bombear àgua de volta para barragens de albufeira.

Mas essencialmente o oultimoespiao foca um ponto importante: à medida que as energias renováveis forem assumindo uma fatia maior da produção nacional, vamos ter de manter muita capacidade de standby para poder responder a casos excepcionais.
 

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Chicken_Bone

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« Responder #54 em: Maio 06, 2009, 08:52:28 pm »
Martifer instala mais um parque solar no sul de Itália
Empresa garante que objectivos para 2009 são «ambiciosos»

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A Martifer Solar reforçou a sua presença no mercado italiano.

A empresa vai instalar um novo parque solar fotovoltaico na região de Puglia, em Itália, e nos próximos três dias marca presença na SolarExpo, onde vai apresentar dois novos produtos: o módulo fotovoltaico, desenvolvido e produzido pela Martifer Solar em Oliveira de Frades, e a solução solar fotovoltaica para parques de estacionamento exteriores.

Na Feira de Verona serão apresentados os módulos solares fotovoltaicos da Martifer Solar, cuja produção já se iniciou com uma capacidade produtiva de 50 MW, ampliáveis até 100 MW, nas suas próprias instalações, «até hoje uma das mais vanguardistas no sector devido à sua automação», acrescentam em comunicado.

Os módulos, em silício multicristalino, têm «uma garantia sobre a potência de 90% após os primeiros 10 anos e de 80% após 25 anos, bem como uma garantia de produto de 5 anos».

«Apesar da crise económico-financeira global estar a afectar toda a cadeia de valor do sector fotovoltaico, os nossos objectivos para 2009 são ambiciosos. A construção de um novo parque solar fotovoltaico em Puglia confirma isso mesmo, assim como outros projectos que em breve terão início», conclui Pedro Pereira.

Recorde-se que ainda no mês de Maio a Martifer Solar participa em nas Feiras Genera, em Madrid, e na Intersolar, em Munique.


http://diario.iol.pt/economia/martifer- ... -4058.html
"Ask DNA"
 

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oultimoespiao

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« Responder #55 em: Maio 06, 2009, 10:17:21 pm »
Citação de: "AC"
Há ai vários niveis de "fiabilidade".

Barragens de albufeira estão num nível completamente diferente da eólica e solar.
Com a energia solar, se num momento houver solicitação mas não houver vento/sol suficiente não se produz. E se houver vento/sol mas não houver solicitação também não se produz e desperdiça-se potencial.

Já uma barragem de albufeira, enquanto houver àgua na albufeira, adapta rapidamente a produção às solicitações (mais rapidamente que uma central termoeléctrica convencional, diga-se), sem desperdicio de potencial.

Uma barragem de fio de água está num meio termo.

Já agora, há uma forma realista de armazenar alguma energia: bombear àgua de volta para barragens de albufeira.

Mas essencialmente o oultimoespiao foca um ponto importante: à medida que as energias renováveis forem assumindo uma fatia maior da produção nacional, vamos ter de manter muita capacidade de standby para poder responder a casos excepcionais.


Eu sei que bombeiam agua nas barragens de noite quando a energia e mais barata e depois passam nas turbinas de dia quando a venda e mais vantajosa... Mas essa pratica nao e armazenar energia eu chamo a isso um "desenrrasque".  Agora se formos por ai tambem temos o problema do verao com a seca e a escasses de agua! Para termos um potencial energetico eficiente e inteligente temos que ter muitas plantas geradoras de turbinas a gas e a vapor. e tambem ter energia nuclear!
 

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cromwell

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« Responder #56 em: Junho 29, 2009, 09:07:37 pm »
"A Patria não caiu, a Pátria não cairá!"- Cromwell, membro do ForumDefesa
 

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André

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« Responder #57 em: Julho 27, 2009, 07:25:03 pm »
África do Sul e Botsuana interessados em renováveis portuguesas

Os governos da África do Sul e do Botswana querem cooperar com Portugal no domínio das energias renováveis e para conhecer a experiência portuguesa vão enviar missões já nos próximos meses.

A intenção dos dois países africanos foi manifestada ao secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João Gomes Cravinho, que terminou hoje em Gaborone, Botswana, um périplo pela região.

"Apesar de ser recente no perfil de Portugal a sua relação com as energias renováveis, a nossa reputação internacional começa a ganhar balanço", disse por telefone João Cravinho à Lusa.

O secretário de Estado português esteve hoje reunido, durante mais de três horas, com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Botsuana, Phandu Skelemani, que demonstrou "bastante interesse em conhecer melhor a experiência [portuguesa] nas energias renováveis", e apontou para o envio de uma missão de empresários do sector da energia a Portugal a partir do final de Setembro.

"O Botsuana é um país que importa a quase totalidade da sua energia, e no entanto tem muito sol e vento", condições necessárias para a instalação de parques eólicos e fotovoltaicos, sublinhou.

O mesmo interesse foi manifestado na semana passada pela ministra dos Negócios Estrangeiros sul-africana, Maite Nkoana-Mashabane, com quem a discussão "girou em torno de oportunidades no plano económico".

"Acredito que vamos em breve levar também uma delegação sul-africana a conhecer a nossa experiência, aquilo que estamos a fazer na energia solar e eólica", disse Cravinho à Lusa.

A cooperação com África do Sul e Botswana, adianta, pode ser no domínio das "joint-ventures" ou da assistência técnica.

Lusa

 

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PedroM

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« Responder #58 em: Agosto 05, 2009, 07:05:04 pm »
Britânica Orecon aposta na energia das ondas em Portugal

A empresa britânica Orecon assinou um acordo com a Estaleiros Navais do Mondego para a construção dos seus primeiros três aparelhos de produção de energia a partir das ondas.
A notícia é avançada pelo “Greenbang.com”, que adianta que este acordo se segue ao recente convénio da Orecon com a também portuguesa Eneólica para o desenvolvimento de uma instalação de produção de electricidade por conversão da energia das ondas, de 4,5 megawatts.

Nos termos deste contrato, a Estaleiros Navais do Mondego e a Orecon vão implementar a tecnologia de aproveitamento de energia de ondas, com a instalação de um conversor de energia das ondas (um sistema MRC) com uma potência de 1,5 megawatts, para o mercado português, refere a mesma fonte.

A construção da primeira unidade está prevista para ter início em Fevereiro de 2010, para estar pronta para instalação na Primavera de 2011.

A Estaleiros Navais do Mondego está sedeada na Figueira da Foz. A empresa tem 65 anos de experiência na construção, reparação e concepção de embarcações, salienta o “site” inglês.

“O mercado português das ondas é, de longe, o melhor da Europa”, afirmou Ken Street, director do departamento de desenvolvimento do negócio da Orecon, citado pela “Greenbang”. “Portugal dispõe de excelentes recursos ao nível das ondas e a forma comprida e estreita do país significa que a ligação e distribuição em rede é muito mais simples de conseguir do que noutro lugar qualquer”, acrescentou.

A Orecon adiantou ainda que pretende fixar e fazer crescer esta indústria em Portugal, o que criará e assegurará empregos locais, sublinha o "Greenbang.com". A tecnologia MRC, patenteada pela Orecon, usa o princípio da coluna de água oscilante. Esta estrutura é parcialmente submersa, oca, com abertura para o mar abaixo da superfície da água, de forma a que o ar contido no seu interior seja comprimido pela coluna de água. Este ar é conduzido através de uma turbina de ar para produzir energia.

Os países com melhores condições para conversão de energia das ondas são o Reino Unido, Irlanda, Noruega, norte de Espanha, França e Portugal, segundo um estudo apresentado pelo município de Peniche.
http://www.jornaldenegocios.pt/index.ph ... &id=381284
 

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PedroM

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« Responder #59 em: Agosto 11, 2009, 10:45:12 pm »
Editorial do jornal i de hoje. Assunto importante e a reter. Esperemos que não se perca o que já se alcançou e não se "rasgue" o que está planeado.

A energia que falta

A poderosa Inglaterra está em vias de ficar sem electricidade! Portugal, com o odiado Pinho, estava em vias de resolver o problema. Sócrates demitiu-o. E agora?
A Inglaterra corre o risco de ficar sem electricidade já em 2012. Isso: sem electricidade. Um dos países mais poderosos do planeta está em vias de se apagar porque não consegue produzir energia suficiente para as suas necessidades. Pior: essa incapacidade está a colocar a independente coroa britânica nas mãos de fornecedores estrangeiros - esses simpáticos monopolistas que ficam na Rússia e na Argélia. O que é que isso interessa, perguntam? Muito: Portugal tem um problema semelhante. Ou tinha - e pode facilmente voltar a ter. Vamos por partes.

A energia é essencial ao planeta, já se sabe, e o seu consumo é proporcional ao crescimento da economia. Ou melhor: é essencial ao seu crescimento, o que significa que para uma economia crescer é preciso investir antes em energia. É necessária na produção, claro, e torna-se indispensável no uso doméstico - já ninguém sabe viver sem gás, electricidade ou petróleo.

Sabe-se, igualmente, que em todo o planeta são estas fontes tradicionais (tanto as reservas subterrâneas de gás e petróleo, cavadas cada vez mais fundo, como o carvão e água necessários para as turbinas eléctricas) que estão a escassear. Além disso, só com investimentos em massa se consegue eficiência na produção. Barragens novas e modernas, centrais de carvão limpo, furos que acertem à primeira nos poços, enfim. Isso exige milhões, muitos milhões, o que gera um segundo problema: quem paga?

Em Inglaterra o governo de Blair quis dar ao mercado a possibilidade de gerir a procura desses investimentos. Falhou. Hoje o célebre e ex-CEO da BP, Lorde Browne, pede que se regressem aos grandes investimentos públicos. E aqui entra Portugal.

O odiado Manuel Pinho, com que todos embirravam pelas suas curiosas aparições públicas, sempre de cigarro na mão e gafe na ponta da língua, disse (ninguém quis ouvir) que o problema mais sério da economia portuguesa era a sua dependência energética face ao exterior. E por isso montou um plano de investimento em energias renováveis - vento e água, sobretudo - que chamou até a atenção do prémio Pullitzer, o americano Steven Pearlstein, que assina uma coluna no "Washington Post". Escrevia ele na crónica de 6 de Maio: "O ministro Manuel Pinho lançou-se a alterar a condição portuguesa de pequeno produtor de energia numa indústria suficientemente grande para alcançar economias de escala, investir em investigação e atrair milhões em investimento." Foi o que fez o nada mediático Pinho - conseguindo reduzir o défice energético nacional e criar uma indústria de produção de energia que não existia. A tal que, existindo em Inglaterra, não a deixaria agora nesta situação perigosa. Mesmo assim, Sócrates não hesitou em demiti-lo?

Em ano de eleições, é bom que os portugueses não esqueçam que este é um assunto-chave da economia nacional. Não há cheques- -poupança ou apostas em pequenas e médias empresas que resolvam nada de estrutural se esta aposta de Pinho não for continuada. Quem é o candidato que primeiro trará este assunto para a agenda?

http://www.ionline.pt/conteudo/17436-a- ... -que-falta
 

 

Energias renovaveis e etanol

Iniciado por GI Jorge

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Última mensagem Novembro 17, 2010, 06:17:51 pm
por GI Jorge