Energias Renováveis

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Lusitano89

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Re: Energias Renováveis
« Responder #225 em: Agosto 29, 2018, 03:40:07 pm »
Portugal promove gestão hídrica eficiente


 

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HSMW

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Re: Energias Renováveis
« Responder #226 em: Setembro 02, 2018, 03:24:51 pm »

Aqui está aquilo que tenho falado. Hidrogénio. Produzido a partir de energia eólica que separa o H2O em Hidrogénio e Oxigénio.
Autonomia de 600Km e abastece em 5 minutos.

Os elétricos são mais do mesmo. As baterias são feitas de Lítio que tem de ser extraído da terra e é limitado.
Tal como o petróleo.

Esqueçam os eléctricos!
O modelo da Hyundai a hidrogénio. Claro que em Portugal ainda não está disponível...
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
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Viajante

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Re: Energias Renováveis
« Responder #227 em: Setembro 02, 2018, 03:54:55 pm »
Os elétricos são mais do mesmo. As baterias são feitas de Lítio que tem de ser extraído da terra e é limitado.
Tal como o petróleo.

Esqueçam os eléctricos!
O modelo da Hyundai a hidrogénio. Claro que em Portugal ainda não está disponível...

Ainda não descobriram como taxar carros a hidrogénio :)

O meu receio nos caros a hidrogénio é que aconteça isto:

 

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Lusitano89

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Re: Energias Renováveis
« Responder #228 em: Janeiro 09, 2019, 05:55:24 pm »
Fábrica de painéis solares fecha e deixa 105 desempregados devido a concorrência chinesa


A fábrica de painéis solares de Moura, no Alentejo, vai fechar, porque a sua viabilidade económica é "impossível", revelou esta quarta-feira um porta-voz da empresa proprietária, situação que deixará 105 pessoas desempregadas.

O porta-voz da empresa espanhola ACCIONA, a dona da fábrica, justificou à Lusa "o encerramento definitivo" da MFS - Moura Fábrica Solar, no distrito de Beja, com o facto de a sua viabilidade económica ser "impossível, num ambiente de mercado competitivo dominado por fabricantes chineses".

Contactado hoje pela Lusa, o presidente da Câmara de Moura, Álvaro Azedo, afirmou que o fecho da fábrica, "o maior empregador privado do concelho", é "um drama", porque "vai deixar 105 pessoas no desemprego".

Segundo o mesmo porta-voz, a decisão da ACCIONA de fechar a MFS "foi comunicada verbalmente aos trabalhadores" na passada segunda-feira e "também às autoridades nacionais e locais".

"A partir de agora", disse o porta-voz, "haverá um período de conversações com os representantes sindicais dos trabalhadores" para "definir as condições concretas" do despedimento e das indemnizações.

Os trabalhadores vão ser notificados formalmente por carta da decisão da ACCIONA e, após o período de negociações com os representantes sindicais, irão receber os pré-avisos de despedimento e as cartas de indemnização e só depois a fábrica irá fechar.

"São 105 postos de trabalho que se vão perder", o que "para um concelho do interior como o de Moura, que tem problemas em termos de emprego, é, de facto, um rombo muito grande", lamentou o presidente da câmara municipal, o socialista Álvaro Azedo, mostrando-se "muito consternado" com a situação, que considerou "dolorosa e devastadora".

Segundo o autarca, entre os 105 trabalhadores da fábrica, que vão ficar desempregados, "há muitos jovens e casais".

"Vamos ter situações em que numa casa de família marido e mulher vão ficar sem emprego, o que é devastador", sublinhou.

O porta-voz da empresa disse à Lusa que a ACCIONA "cumpriu plenamente todos os seus compromissos com as autoridades nacionais e locais, mantendo a atividade da fábrica durante 10 anos, com uma média de mais de 100 empregados" e através de dois parceiros tecnológicos, um primeiro espanhol e um segundo chinês, que "a geriram consecutivamente".

No entanto, o segundo parceiro, chinês, que geria a fábrica, "anunciou em 10 de setembro de 2018 - sete dias depois de a União Europeia ter decidido eliminar as tarifas sobre a importação de painéis da China - que iria concluir definitivamente a sua atividade em Moura e transferir a sua produção para fábricas na Ásia", explicou o porta-voz.

"Ao longo de 2018", a ACCIONA tentou negociar a entrada de um terceiro parceiro tecnológico na gestão da MFS, mas "sem qualquer resultado, dada a evolução do setor à escala global", e, por isso, "não houve outra opção senão [a de] fechar a fábrica", que parou de produzir painéis solares no passado mês de setembro, frisou.

"A ACCIONA aprecia o clima de colaboração alcançado nos últimos anos com as autoridades nacionais e locais e o empenho demonstrado por todos os colaboradores da fábrica e lamenta que o contexto global fotovoltaico - praticamente já não existem fábricas de painéis fotovoltaicos na Europa - nos obrigue a tomar esta decisão, que não era esperada quando iniciámos este projeto em 2008", disse o porta-voz.

A criação da MFS, que implicou um investimento de 10 milhões de euros e começou a produzir em 2008, foi uma das contrapartidas do projeto de construção da Central Solar Fotovoltaica de Amareleja, no concelho de Moura.

Após ter comprado a empresa que tinha sido criada pela Câmara de Moura para construir e gerir a central, a ACCIONA construiu a MFS e, no âmbito de um acordo com o município, comprometeu-se a mantê-la a funcionar durante 10 anos, ou seja, até 2018, e com mais de 100 trabalhadores.

Nos 10 anos de atividade, a MFS parou de produzir durante vários períodos, mas manteve sempre a relação laboral com os trabalhadores.

Álvaro Azedo disse à Lusa que a Câmara de Moura "percebia que a continuidade" da MFS "após 2018 levantava muitas dúvidas" e, por isso, fez "várias diligências", sobretudo junto do Governo, "no sentido de manter a fábrica a laborar e os 105 postos de trabalho", o que não foi possível.


:arrow: https://www.jn.pt/local/noticias/beja/moura/interior/fabrica-de-paineis-solares-fecha-e-deixa-105-desempregados-devido-a-concorrencia-chinesa-10416773.html?fbclid=IwAR2mZ-sA6AyFwBZa2NCdRkYGvZSqkfCb1y7xFIsyJ3kqrbo7io-9Kjraz0k
 

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Lusitaniae

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Re: Energias Renováveis
« Responder #229 em: Fevereiro 16, 2019, 02:23:02 pm »
Bandeirada elétrica. Táxi da Tesla chega às ruas de Lisboa

Não é todos os dias que vemos um Tesla a circular pela cidade, muito menos um táxi Tesla. Em Lisboa há apenas um e a TSF foi conhecê-lo.

"Tem um painel todo em pele, no qual tem um tablet de 17 polegadas, na horizontal, no fundo é um minicomputador, um portátil. O capô da frente não tem motor, é uma mini bagageira, atrás, tem outra bagageira, grande e o teto é panorâmico, não abre e além disso é térmico, ou seja, a luz solar ao entrar não aquece o carro de maneira a que as pessoas fiquem aqui todas numa estufa". A descrição é do taxista Fernando Pinto. Tem o carro há pouco mais de um mês.

Ler todos  os pormenores no link
http://Https://www.tsf.pt/sociedade/ciencia-e-tecnologia/interior/amp/bandeirada-sem-carbono-taxi-da-tesla-nas-ruas-de-lisboa-10576982.html
Abbati, medico, potronoque intima pande
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Energias Renováveis
« Responder #230 em: Maio 21, 2019, 04:57:25 pm »
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EDP anuncia parceria com franceses da Engie para a energia eólica offshore
André Cabrita-Mendes e Shrikesh Laxmidas

O anúncio foi feito pela empresa esta terça-feira, semanas depois da OPA da CTG sobre a EDP ter terminado sem sucesso. O objetivo é criar uma “líder mundial na energia eólica offshore” com 5 a 7 gigawatts em operação ou construção até 2025. A parceria deve estar operacional até ao final de 2019.



A EDP Energias de Portugal fechou uma parceria com os franceses da Engie para as energias renováveis. A parceria vai contemplar a área da energia eólica offshore, as centrais marítimas que produzem eletricidade a partir do vento.


“A EDP e a Engie unem forças para criar líder mundial na energia eólica offshore”, segundo comunicado da elétrica portuguesa esta terça-feira, 21 de maio.

O objetivo é que esta parceria esteja operacional até ao final de 2019, com a execução do projeto a estar “sujeita aos respetivos processos de aprovação social, corporativo, legal, regulatório e contratual”.

Este acordo contempla a criação de uma parceria “controlada em partes iguais (50/50) no segmento eólico offshore, fixo e flutuante. A nova entidade será o veículo exclusivo de investimento da EDP, através da sua subsidiária detida em 82,6%, EDPR, e da ENGIE para oportunidades eólicas offshore em todo o mundo e passará a ser um dos cinco maiores operadores de offshore a nível global na área, combinando a competência industrial e a capacidade de desenvolvimento das duas empresas”, anuncia a companhia presidida por António Mexia.

“Segundo os termos do Memorando de Entendimento, a EDPR e a ENGIE combinarão os seus ativos eólicos offshore e os projetos em desenvolvimento na recém-criada joint-venture, iniciando com um total de 1,5 gigawatts em construção e 4,0 gigawatts em desenvolvimento, com o objetivo de atingir os 5 a 7 gigawatts de projetos em operação ou construção e 5 a 10 gigawatts em desenvolvimento avançado até 2025”, segundo o comunicado enviado à CMVM pela EDP.

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/edp-anuncia-parceria-com-franceses-da-engie-para-as-renovaveis-446920


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O sistema Windfloat, projecto da EDP Inovação



O “WindFloat” é uma tecnologia semi-submersível, semelhante a uma plataforma petrolífera com três pilares, sendo que num deles é instalada a torre eólica, com uma turbina.

Tem a vantagem de ser totalmente montada em terra e, posteriormente, rebocada até ao local onde produzirá energia, ou seja, a seis quilómetros da orla litoral, a cerca de 60 metros de profundidade.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Viajante

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Re: Energias Renováveis
« Responder #231 em: Julho 30, 2019, 05:25:04 pm »
Portugal tem o recorde na Europa em energia solar e obtém MWh a metade do preço

Não sendo reflectido na factura dos portugueses, a verdade é que o preço da energia solar em Portugal tem “abalado” a Europa. Segundo informações, em Portugal os 20 euros por MWh é metade do preço actual do Mercado Ibérico de Electricidade. Este foi o preço com que Portugal fechou o primeiro leilão solar fotovoltaico.
Além do valor que arrecadou o primeiro lugar no leilão, dentro do continente há preços ainda mais baixos. Na verdade, o país está a ser tido como um exemplo.



Portugal bate todos os recordes europeus em energia solar

Foram 1.400 MW colocados a concurso e participaram 64 empresas. Embora os resultados oficiais ainda não tenham sido publicados, existem alguns dados que têm passado para fora. Assim, sabe-se já que os preços muito baixos de alguns dos lotes premiados de energia solar nacional estão entre os mais baratos do mundo.
Este tipo de leilão permite aos governos atrair investimentos multimilionários (1,2 mil milhões de dólares no caso) para desenvolver infra-estruturas produtivas em troca de contractos estáveis (15 anos no caso), garantindo o retorno do investimento. Contudo, existem diferentes modalidades, mas o caso português mostra-nos que os preços da energia solar está a cair tanto que as diferenças são subtis.

Na verdade, o preço, como referido, varia entre 20 e 23 euros, dependendo das modalidades de retorno do investimento. O preço mais baixo visto até à data, de há algumas semanas, era de 15,49 euros por MWh no Brasil. No entanto, não é arriscado dizer que estes preços não vão ficar lá. Na verdade, os leilões solares tendem a bater os preços a um ritmo desenfreado à medida que a tecnologia se torna mais barata e os projectos com mais recursos para crescer.
Portanto, a chave é sem dúvida estamos a falar de Portugal. Por outras palavras, o nível de irradiação e as condições meteorológicas são um trunfo no mundo. Este é um factor-chave.



Poluição a quanto obrigas

Portugal pretende alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Além disso, o país pretende igualmente atender 80% da sua necessidade total de energia a partir da geração de energia limpa até 2030. Para alcançar esses objectivos, o Governo pretende aproveitar o potencial solar e a instalação de 1, 6 GW de capacidade solar fotovoltaica para 2021 e 8,1 GW a 9,9 GW para 2030.

“O leilão pretende localizar projectos solares de larga escala nas regiões sul do Alto Alentejo, Baixo Alentejo e Algarve. Este é um movimento estratégico, uma vez que as áreas do sul do Algarve e do norte do Alentejo estão entre os maiores locais de radiação solar na Europa.”
Conforme explicou Tarun Bhutani, gestor de projectos da GlobalData.



Segundo a GlobalData, Portugal já possui 1,22 GW de capacidade energética solar fotovoltaica em carteira nas diferentes fases de desenvolvimento. A capacidade instalada de energia solar fotovoltaica deverá ser de 1,74 GW até 2023. Considerando a alocação do actual leilão e o segundo leilão previsto para Janeiro de 2020, espera-se que a capacidade para 2023 suba para 3,8 GW a 4,3 GW.

“A energia solar fotovoltaica está a atingir a paridade de rede e está a tornar-se cada vez mais competitiva entre os mercados retalhistas de energia para impulsionar instalações de projectos não subsidiados.”
Concluiu Bhutani.

Em suma, temos tudo para ter energia aos melhores preços do mundo. Com isso, há condições para beneficiar as populações que ainda pagam uma das energias mais caras da Europa.

https://pplware.sapo.pt/ciencia/portugal-tem-o-recorde-na-europa-em-energia-solar-e-obtem-mwh-a-metade-do-preco/
 

 

Energias renovaveis e etanol

Iniciado por GI Jorge

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Última mensagem Novembro 17, 2010, 06:17:51 pm
por GI Jorge