Indústria Têxtil

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Indústria Têxtil
« em: Outubro 18, 2008, 10:25:57 am »
Ex-operários da M&P criam nova empresa

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20 trabalhadores da ex-empresa têxtil Menezes e Pacheco, de Vila Verde, meteram as mãos à obra e três meses depois criaram uma nova empresa e que já tem uma carteira de clientes para fazer face aos próximos meses.

Peixoto, Silva & Moreira. É assim que se chama a empresa que três ex-trabalhadores da Menezes e Pacheco, de Vila Verde, decidiram criar, no Lugar do Monte, em Pico de Regalados, e que usa o slogan "Força" como "grito de guerra". Alugaram uma ex-fábrica de estofos de automóveis e levaram com eles 17 colegas. O dinheiro saiu das indemnizações e de um donativo da Junta de Freguesia; os clientes eram "velhos conhecidos" da anterior empresa.

Em declarações exclusivas ao JN, os três sócios, que mais do que patrões são também eles trabalhadores, querem apenas "trabalhar, trabalhar, trabalhar" tendo em atenção que é fundamental cingirem-se "às despesas correntes e não pensar em grandes voos sem se estar bem enraizado como empresa num mundo de negócios que muda a cada palavra que se profere".

Com ideias bem definidas quanto ao futuro, os três sócios estão optimistas: "É necessário sermos positivos e viver positivamente, programar a médio prazo. Ninguém nos pode acusar de não termos tentado". Os trabalhadores que actualmente pertence à Peixoto, Silva & Moreira já se conhecem há muitos anos e, por isso, "foi difícil seleccionar porque "todos tinham uma qualidade de trabalho bem conhecida".

Numa altura que a crise do têxtil é apregoada todos os dias, a criação de uma nova empresa, que já tem encomendas até ao final do ano e contratos a serem estudados para todo o próximo ano, "é um passo arrojado" mas os três sócios sabem que não podem "usufruir de um porteiro, de um enorme e brilhante candelabro ou de um interior luxuoso".

Não acreditando muito na falência da fileira do têxtil, reconhecem que "é preciso ser prático e desenvolto" e que o trabalho "tem que ser feito por alguém, talvez pequenas empresas como a nossa que apenas trabalham e vivem do seu salário mensal." Deixando o aviso: "quando não dá para luxos, faz-se a vida à medida da carteira e nunca a carteira à nossa medida, caso contrário a falência é certa". Os responsáveis não esquecem que a empresa é criada numa zona do país "em que infelizmente não há nem abundam empregos quer sejam deste ou de outro sector para tantas pessoas que de um dia para o outro se vêm abraços com uma situação de desemprego", prometendo ir "até onde as encomendas, os clientes, os colaboradores, a sociedade em geral, deixar, contando com o esforço de cada membro para fazer face aos problemas actuais do sector".


http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/co ... id=1030807
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« Responder #1 em: Outubro 18, 2008, 12:07:48 pm »
Micropólis vendida a empresa belga

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A Micropólis, uma empresa sedeada em Braga e especialziada em microcápsulas, em particular de phase change materials, viu parte do seu capital ser transferido da InovCapital e de um business angel para a Devan, uma empreas belga que actua no sector químico. InovCapital e business angel registaram uma Taxa Interna de Rentabilidade de 37%, tornando-se assim mais um caso de uma alienação de capital de risco bem sucedida no mercado português.  


http://www.micropolis.pt/indexpt.html
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« Responder #2 em: Outubro 25, 2008, 07:08:36 pm »
Sector têxtil em crise pode originar “graves problemas sociais” no Vale do Cávado

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Dias difíceis na vida das empresas têxteis do Vale do Cávado. No último ano, 32 empresas faliram em Barcelos, na sequência de uma crise sectorial que se vem arrastando nos últimos meses, agora agravada pela crise financeira nos mercados internacionais. O tecido industrial da região e as autarquias queixam-se de falta de apoios do Governo de José Sócrates e procuram soluções.

Segundo dizem, os últimos executivos investiram noutros pólos industriais do país, como o do Vale do Ave, e esqueceram as dificuldades em que vivem milhares de pessoas no Cávado. “O que eu sinto é que o actual e os anteriores governos nunca olharam para o Cávado como, numa altura, entre 1990 e 1995, olharam para o Vale do Ave”, sublinhou Fernando Reis, presidente da Câmara de Barcelos. “E o Ave tinha problemas idênticos aos que o Cávado tem agora”, continuou. “Seria necessário atender aos problemas como fez no Ave”, disse ainda ao PÚBLICO o autarca do PSD.

Além de Barcelos, os concelhos de Esposende, Vila Verde, Amares e Terras de Boura completam, juntamente com Braga, a lista de autarquias do Vale do Cávado. Entre estes concelhos, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística e Ministério do Trabalho, “o de Barcelos abarca cerca de 74 por cento das indústrias têxteis, sendo responsável por cerca de 62 por cento do emprego ao nível da indústria têxtil existente na região”. Ao todo, quase 3200 empresas do sector assentam arraiais em Barcelos, onde vivem uma situação que, segundo Fernando Reis, “começa a ser insustentável”.

No final de Setembro, a empresa Tor encerrou e 200 trabalhadores foram para a rua. A têxtil contava dívidas que ascendiam aos três milhões de euros e, além dos despedimentos, deixou os antigos funcionários com salários em atraso, que receiam nunca vir a receber. O encerramento da empresa pôs, uma vez mais, a nu a fragilidade do tecido industrial do Vale do Cávado. Contudo, a preocupação do poder local não é de agora. “Há cerca de três semanas, estive numa reunião com deputados da Comissão de Economia e Finanças, onde alertei para a necessidade de criar um programa que apresentasse soluções para os problemas do Cávado”, informou o autarca barcelense. “Ficamos de continuar a conversar, em Braga”, em nova reunião, ainda sem data definida.

Dados de 2004 indicam que o Vale do Cávado açambarca um total superior a 7500 empresas, das quais 4333 exercem actividade no sector têxtil. Estes valores, equivalentes a 57 por cento do total de empresas, tornam evidente a excessiva dependência das indústrias de vestuário. Se o sector acabar por falir na região, mais de 50 mil pessoas terão os respectivos empregos em risco, o que, segundo realça Fernando Reis, poderá originar “graves problemas sociais na região”. “O diagnóstico está feito. Mas não vemos resposta por parte do Governo”, reforçou o autarca.

O secretário-geral da Associação Comercial e Industrial de Barcelos (ACIB), João Albuquerque, disse à Lusa que o QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) pode ser uma das ferramentas utilizadas, devendo conter programas e medidas dirigidas à modernização do sector têxtil. A este respeito, o presidente da Câmara de Barcelos disse existirem “possibilidades no QREN para ajudar a resolver o problema”, mas, segundo refere, pouca importa de onde vêm os apoios. “QREN, Orçamento de Estado... Não me interessa de onde vêm os fundos. Isso não me compete decidir”, afirmou.

Mão-de-obra pouco qualificada promove salários baixos na região

Nas empresas do Vale do Cávado, a baixa qualificação da mão-de-obra tem como consequência os baixos salários praticados. De acordo com dados do Observatório da Competitividade e Qualidade de Vida, 84 por cento da força laboral produtiva da região tem menos do que o 9º ano de escolaridade. Desses, 72 por cento têm apenas o 6º ano, ou nem isso.

Os números são preocupantes e representam um sério problema, numa região economicamente deprimida, onde o rendimento per capita é, de acordo com um estudo citado por Fernando Reis, um dos mais baixos do país. Da autoria de Daniel Bessa – antigo ministro da Economia do primeiro governo de António Guterres – o estudo concluiu, entre outras coisas, que o Vale do Cávado é uma das regiões mais desfavorecidas do país.


http://ultimahora.publico.clix.pt/notic ... idCanal=57
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« Responder #3 em: Outubro 30, 2008, 07:19:05 pm »
Têxtil avisa que o aumento do salário mínimo pode aumentar falências no sector    

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A Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção (ANIVEC/APIV) acusou hoje o Governo de "asfixiar" o sector ao estabelecer um aumento de 24 euros no salário mínimo e alertou para o risco de "aumento exponencial" de falências.

"Somos nós, os que trabalhamos nesta indústria, quem tem mais consciência da necessidade de melhorar as condições dos nossos trabalhadores, mas a baixa produtividade aconselha prudência na aplicação deste aumento, que é desejável, mas de momento impossível", defende o presidente da associação, em comunicado.

Para Orlando Lopes da Cunha, "é incomportável que se esteja a agravar uma situação económica e financeira já de si grave". "A persistir-se nesta falta de sensibilidade, as falências vão multiplicar-se exponencialmente", alerta.

Recusando estar apenas em causa um aumento de 24 euros, a ANIVEC/APIV argumenta que este valor, acrescido dos devidos descontos para a Segurança Social e multiplicado por 14 salários anuais, se traduzirá num custo acrescido de 416 euros por trabalhador/ano.

"E, como estamos a falar de pequenas e médias empresas com mão-de-obra intensiva, numa empresa com 100 trabalhadores resulta em mais 41.600 euros", sustenta, salientando que este aumento de custos acontece "numa altura em que as margens são reduzidas e a actividade está a diminuir, sendo os salários custos fixos".

Para o presidente da ANIVEC/APIV, "se, antes desta crise, os industriais do sector do vestuário já se encontravam em situação difícil, neste momento esta é simplesmente asfixiante".

Embora admita a necessidade de melhores salários no sector, a associação defende que, "para isso, terá que haver condições" e sustenta que "a negociação para o aumento do salário mínimo nacional pressupunha o estabelecimento de contrapartidas para os sectores que obrigatoriamente teriam dificuldades em o suportar", como os de mão-de-obra intensiva.


http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1348147
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« Responder #4 em: Outubro 30, 2008, 07:20:27 pm »
Negócio de vestuário para deficientes vence Prémio Start 2008    

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Quando falou ao PÚBLICO antes da cerimónia final do Prémio Nacional de Empreendedorismo Start, Miguel Ângelo Carvalho estava tudo menos convencido de que a sua ideia de desenvolver e comercializar on-line vestuário e acessórios para pessoas com necessidades especiais seria a vencedora.

Havia, contudo, uma certeza nas palavras do engenheiro têxtil de 39 anos: "Quer ganhemos quer não, isto vai para a frente". Ontem à noite, receberam um 'empurrão', ao ganhar o Prémio Start de melhor projecto empresarial. Traduzindo em cifras, são 50 mil euros, a incorporar no capital social da empresa.

Ao querer fazer a diferença "contribuindo para a inclusão de pessoas com necessidades especiais", a We Adapt contrariou a tendência dominante dos projectos científico-tecnológicos no concurso organizado pela Universidade Nova de Lisboa, BPI e Optimus. Afinal, estes projectos não só costumam estar em maioria (este ano representavam 21,5 por cento das 500 candidaturas) como conquistaram o primeiro lugar nas duas edições anteriores, com a Food Metric e a Stemmatters.

A história da We Adapt começou quando Miguel Carvalho, professor na Universidade do Minho, foi desafiado por uma aluna romena para ser seu orientador numa tese sobre vestuário para deficientes. A ideia acabou por o conquistar e reuniu uma equipa de mais quatro pessoas, com proveniências tão diversas como a indústria têxtil, engenharia de polímeros, electrónica, mecânica, física e psicologia. Após três anos de estudos, a We Adapt conseguiu sair do papel e tem em andamento a sua primeira colecção de roupa para pessoas com necessidades especiais.

Com a vitória no Prémio Start, "os custos da primeira colecção ficam quase cobertos", realça Miguel Ângelo, afastando a necessidade de a empresa recorrer, pelo menos para já, a crédito bancário. Em Janeiro ou Fevereiro do próximo ano, a We Adapt vai fazer um desfile para apresentar a sua colecção de 38 peças ao público português, mas, em 2010, quer já ter à venda têxteis electrónicos para reabilitação, monitorização dos sinais vitais e electroestimulação muscular.

Recorrendo à Internet para as vendas e aos correios para a distribuição, a We Adapt está a canalizar os seus esforços para entrar no mercado norte-americano - uma estreia que conta já com o apoio do programa UTEN (University Tecnhonoly Enterprise Network) e da Cisco Systems. Apesar de querer actuar num mercado de nicho, a We Adapt vê no sector um potencial enorme. Basta olhar para os números: dez por cento da população mundial tem necessidades especiais. Requerendo um investimento de 180 mil euros, a We Adapt espera resultados positivos de 1,6 milhões no terceiro ano de actividade.


http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1348062
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« Responder #5 em: Fevereiro 04, 2009, 08:47:00 pm »
Fábrica comprada por um euro aumenta número de operárias

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A fábrica de confecções de Arcos de Valdevez, que uma trabalhadora comprou há quatro anos por um euro após uma tentativa frustrada de deslocalização, resiste à crise internacional e até já aumentou o número de operárias.

Segundo Conceição Pinhão - a trabalhadora que liderou a luta contra a deslocalização e conseguiu convencer os patrões alemães a venderem-lhe a fábrica por aquele preço simbólico - o segredo está no trabalho e na qualidade.

Em declarações à Lusa, Conceição Pinhão admitiu que, neste cenário de crise, o futuro "é sempre incerto".

Acrescentou, no entanto, que a fábrica que dirige desde 2005 não se pode queixar porque encomendas "não têm faltado".

"O ano passado é que foi um bocadinho pior, mas neste início de 2009 até estamos bastante bem", disse.

A fábrica conta actualmente com 99 trabalhadores, mais dez do que na altura da tentativa de deslocalização e da compra simbólica.

A "Afonso - Produção de Vestuário" funciona há 19 anos na Zona Industrial de Paçô, em Arcos de Valdevez, sendo a sua gestão assegurada por Conceição Pinhão desde 29 de Novembro de 2004, dia em que os patrões, dois empresários alemães, "desapareceram" depois de uma alegada tentativa frustrada de deslocalização.

"Nesse dia, e já fora do horário laboral, eles tentaram retirar do interior da fábrica tecidos e máquinas para levar tudo para a República Checa, deixando-nos de mãos a abanar, o que só não conseguiram devido à pronta oposição dos trabalhadores", disse na altura, à Lusa, Conceição Pinhão.

A partir desse dia, e para evitar "uma qualquer surpresa desagradável", os trabalhadores revezaram-se durante longos meses em vigílias nocturnas nas instalações da empresa, para que nada de lá fosse retirado.

A "Afonso" continuou a funcionar numa insólita situação de "sem dono" até que Conceição Pinhão conseguiu convencer os empresários alemães a vender-lhe a fábrica por um euro, num negócio oficializado em Janeiro de 2005.

Nesse mesmo ano, e já sob a gerência da trabalhadora/empresária, a fábrica fechou as contas com um volume de negócios de cerca de meio milhão de euros, um valor que em 2008 ascendeu a 800 mil euros.

A fábrica concentrou a sua atenção na produção de camisas exclusivamente para exportação, nomeadamente para Espanha, que absorve a grande maioria das peças, destinando-se as restantes ao mercado alemão.

Entretanto, as operárias da "Afonso" continuam todas as semanas a apostar, cada uma delas, um euro no Euromilhões, na esperança de que um dia a sorte lhes bata à porta.

"Não temos tido sorte, mas a esperança é a última a morrer", frisou Conceição Pinhão.


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economi ... id=1130066
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« Responder #6 em: Maio 25, 2009, 07:26:45 pm »
Ideia interessante.

Deputados portugueses na moda por um dia
O sector têxtil e do vestuário estará depois de amanhã em destaque na Assembleia da República (AR). Além da conferência parlamentar Indústria Têxtil e do Vestuário - Trajectos de Futuro , na Sala do Senado e cuja abertura, pelas 9h00, cabe ao presidente da AR, Jaime Gama, haverá ainda uma mostra de têxteis técnicos de funcionais sob a chancela do Citeve Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal.

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O sector têxtil e do vestuário estará depois de amanhã em destaque na Assembleia da República (AR). Além da conferência parlamentar “Indústria Têxtil e do Vestuário - Trajectos de Futuro”, na Sala do Senado e cuja abertura, pelas 9h00, cabe ao presidente da AR, Jaime Gama, haverá ainda uma mostra de têxteis técnicos de funcionais sob a chancela do Citeve – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal.

O Grupo de Trabalho – Sector Têxtil e Vestuário, liderado pela deputada do Partido Socialista (PS), Teresa Venda, procura desta forma “dar uma nova imagem do sector, que se modernizou, tem uma forte componente tecnológica e soube resistir à liberalização mundial do comércio e, agora, à crise económica e financeira”.

Teresa Venda disse ainda ao Negócios que a indústria têxtil e do vestuário portuguesa demonstrou nos últimos três anos uma grande resiliência e “é preciso dar uma visão diferente de um sector que não tem apenas empresas a fechar ou trabalhadores a reivindicar os seus direitos às portas das fábricas”.

Assim, na próxima quarta-feira, os deputados da Assembleia da República poderão ver ‘in loco’ produtos como um cobertor de passeio e de aquecimento para cavalos de alta competição e terão mesmo um cavalo no corredor do Senado (em tamanho real, mas em fibra).

Outro dos produtos presentes nessa mostra será a t-shirt da empresa Biodevice, que monitoriza a onda cardíaca (chama-se VitalJacket). Entre as empresas convidadas estão, além da Biodevice, a Petratex, a Fitecom, a Impetus, a Dielmar, a Mundotextil e a Hozar (dona das marcas Throttleman e Red Oak).

A ocasião também servirá para dar a conhecer aos deputados o Pólo da Moda, que será apresentado por João Costa, presidente da Associação Pólo de Competitividade da Moda Fashion Cluster Portugal, constituída recentemente.


http://www.jornaldenegocios.pt/index.ph ... &id=369596
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« Responder #7 em: Junho 16, 2009, 11:21:18 pm »
"Elevador da Glória"

Fly London: quando os sapatos são as estrelas

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Convenceu primeiro no estrangeiro e só há cerca de dois anos «conquistou» Portugal. Actualmente a marca está em 1500 pontos de venda (600 no Reino Unido) e em 35 países. E é para continuar a crescerCresceu primeiro lá fora, calçou muitos pés famosos e deixou muitos jovens portugueses a suspirar por uns sapatos de marca Fly London. Que, afinal, é... portuguesa. A completar 15 anos, os Fly London são hoje as estrelas. No estrangeiro e em Portugal, onde, há cerca de dois anos, conseguiu conquistar o seu espaço.

A marca aposta no design, nos pequenos detalhes , na cor, e em modelos muito confortáveis. «São colecções jovens, divertidas, desportivas com muita cor, com muita inovação e alegria», acrescenta Amílcar Monteiro, um dos sócios da empresa Kyaia, que detém a marca Fly London.

Veja aqui a reportagem-vídeo sobre a Fly London

A Agência Financeira foi conhecer a colecção Primavera/Verão para 2010 para mulher, homem e criança e ainda a colecção de acessórios. São 40 linhas, 24 de mulher, nove de homem, três unisexo e quatro de criança. Clique nas fotos para ver alguns modelos. «Cerca de 20 linhas são novas, as outras 20 são de continuidade das épocas anteriores», explica Amílcar Monteiro.

Saiba aqui como criar o seu próprio negócio

E quanto às principais características dos sapatos Fly London, Amílcar Monteiro salienta a originalidade, os pequenos detalhes de design «com muita ênfase nas solas», que podem ser de cortiça, um material natural muito leve, e o conforto, porque, sublinha, «os sapatos para além de terem design, cor e moda têm de ser muito confortáveis».

Idealizada para o mercado global

Desde o início que a Fly London foi idealizada para o mercado global. Um objectivo claramente conquistado e visível nos números: 1500 pontos de venda, sendo que 600 estão no Reino Unido, o principal mercado externo, e 80 em Portugal. Os designers estão, também eles, espalhados pela Europa: três são ingleses, outro é italiano e outro português.

Com vários prémios de design já conquistados, com a adesão a tecnologias inovadoras de produção e evidentes ganhos de produttividade e flexibilidade, e com uma facturação a crescer todos os anos, os donos da kyaia encaram o ano de 2009 de forma positiva, apesar da crise.

«O ano de 2008 correu bem. A marca tem vindo a consolidar-se em alguns mercados, continuamos a crescer noutros e continuamos a abrir novos mercados,. Neste momento estamos em 35. Em 2008 crescemos 11 por cento, em 2009 vamos ver... Há algumas nuvens, a questão dos seguros de crédito e há alguns mercados, especialmente do Leste da Europa, com algumas dificuldades. O crescimento concerteza será mais brando», esclareceu Amílcar Monteiro.

Clique nas fotos para ver alguns modelos

Apesar das nuvens esperadas, aquele responsável considera que a factuaração de 2008 é para manter de certeza em 2009 e até pontam para um crescimento, «mas não será ao ritmo dos últimos dois ou três anos».

A única razão de queixa, salienta o sócio da Kyaia, centra-se nas seguradoras, que deixaram de fazer seguros de crédito e tornaram a vida quase impossível para as empresas essencialmente exportadoras. As empresas de calçado, assim como as têxteis, não estão a pedir subsídios, porque pagam estes seguros, apenas pedem para eles existirem. E se as seguradoras não querem arriscar, dizem, terá de ser o Governo a intervir. «Para que as exportações em Portugal continuem a existir», sublinha Amílcar Monteiro.


http://www.agenciafinanceira.iol.pt/not ... iv_id=1730
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« Responder #8 em: Junho 26, 2009, 06:59:43 pm »
Alta costura europeia "made in" José Falcão
Ateliê reúne dezenas de alfaiates a trabalhar para as principais casas de moda europeias

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Um francês, um espanhol e muitos portugueses. No imponente edifício da Rua de José Falcão, no Porto, dão--se os últimos retoques no Ateliê de Criadores, que reunirá dezenas de alfaiates a trabalhar para as principais casas de moda internacionais.

O francês é Gilles Zeitoun, mentor do projecto. O espanhol é José Gonzalez, sócio, que encontrou no Porto um nicho de mestres de alfaiataria como já não existe em muitos países. Os portugueses são os artesãos, os artífices, os alfaiates que vão materializar a ideia. Para já, serão 40, mas o número final de trabalhadores deverá ser o dobro. Mãos portuguesas a trabalhar para todo o Mundo, para os principais nomes da alta costura europeia.

"É um projecto ambicioso", entusiasma-se Gilles Zeitoun, que ambiciona abrir, numa segunda fase, um centro de formação. O objectivo é evitar o cenário francês: já não há mestres alfaiates para responder às encomendas.

Aliás, foi essa dificuldade sentida por José Gonzalez, com ateliê em terras gaulesas, que serviu de embrião ao projecto, que conta quatro anos de preparação. "Também é importante para revitalizar o centro da cidade do Porto", sustenta Gilles Zeitoun, que se confessa "apaixonado" pela Invicta. "Já imaginou os benefícios para esta zona de ter aqui mais 80 pessoas a trabalhar?"

Aqui: número 95 da Rua de José Falcão. A fachada é vistosa e, por dentro, o edifício mantém a traça de outros tempos. Tratando--se de um imóvel classificado, o processo de recuperação foi acompanhado pelo Igespar. "O volume de documentos do projecto é incrível", comentou Gilles Zeitoun. Numa visita aos trabalhos, destaca que foi preciso reforçar a estrutura para colocar o patamar onde se encontram as máquinas para dar forma aos fatos.

"O trabalho artesanal é sempre contemporâneo. E quisemos demonstrar isso com as obras, em que preservamos o que é antigo, conjugando-o com o que é contemporâneo", observou, admitindo que mal entrou naquele edifício disse que era ali que iria nascer o Ateliê. Findavam, assim, dois anos de busca. Os primeiros alfaiates deverão começar a instalar-se nos próximos dias, mas a inauguração do ateliê só acontecerá em finais de Setembro, princípios de Outubro.


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André

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« Responder #9 em: Julho 04, 2009, 12:07:50 pm »
Chapéus de filme de Johnny Depp são de feltro português



Os cerca de 80 chapéus que se vêem no filme «Public Enemies», protagonizado por Johnny Depp e Christian Bale, são de feltro português, disse um responsável do fabricante.

O filme estreou quarta-feira nos Estados Unidos - a Portugal chega a 6 de Agosto - e na tela exibe oito dezenas de chapéus em que o feltro foi produzido na empresa Fepsa, de S. João da Madeira.

A concepção dos chapéus coube à Optimo Hats, de Chicago, que é especializada em modelos de rigor idêntico ao dos anos 30 e 40, e que para a produção do guarda-roupa de «Public Enemies» solicitou o apoio da Fepsa, da qual é cliente há vários anos.

«Para o chapéu do Johnny Depp criámos especificamente o feltro 50X Black Rubby, que é de uma qualidade muito boa, de topo, num vermelho muito escuro, quase preto», conta Ricardo Figueiredo.

A aplicação do feltro no produto final foi da autoria do chapeleiro Graham Thompson, da Optimo Hats, em colaboração com a figurinista Colleen Atwood.

Para Ricardo Figueiredo, Graham Thompson é um «designer excepcional», cuja dedicação ao trabalho o leva a «torcer-se na cadeira de cada vez que vê num filme um chapéu historicamente incorrecto».

Na sua encomenda à Fepsa, o designer escolheu «apenas feltro da mais alta qualidade de castor», que aplicou depois em chapéus fedora.

Ricardo Figueiredo concorda que esse «é o modelo de chapéu mais adequado às personagens do filme», que relata a perseguição dos agentes do FBI ao assaltante de bancos John Dillinger, odiado pelas autoridades, mas ainda hoje encarado por grande parte dos americanos como um Robin Hood da era moderna.

«Tenho pena que ainda não seja o Diogo Infante ou o Nicolau Breyner a usar os nossos chapéus», confessa Fernando Figueiredo, «mas, quando o «Public Enemies» estiver em exibição em Portugal, vou vê-lo ao cinema no primeiro dia».

Lusa

 

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« Responder #10 em: Agosto 16, 2009, 12:56:59 pm »
Se continuarem a aparecer notícias neste âmbito, lá teremos que abrir um tópico novo.

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Pólo de Competitividade da Moda quer avançar com Campanha de Imagem
00h30m
ANA PAULA LIMA

O Pólo de Competitividade da Moda tem aprovados projectos no valor de 31,574 milhões de euros. Até ao final de Setembro vai apresentar três candidaturas a fundos públicos que envolvem 10 milhões de euros de investimento.

Reconhecido oficialmente no mês de Julho, no âmbito das Estratégias de Eficiência Colectiva (EEC), do QREN - Quadro de Referência Estratégica Nacional, este Pólo junta 26 instituições, entre associações empresariais, empresas e centros tecnológicos e científicos com ligações aos sectores do têxtil e vestuário, calçado e ourivesaria nacionais. Tem previsto um investimento de 2,150 milhões de euros para o desenvolvimento e funcionamento no período de três anos.

O investimento, explica João Costa, presidente da Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal (ATP), terá um incentivo público de aproximadamente 1,4 milhões de euros correspondente a 70% do montante de despesas de investimento elegíveis, que rondam os 1,9 milhões de euros.

O Pólo de Competitividade da Moda tem aprovados seis projectos âncora (ver texto ao lado) e três desses projectos fazem parte da primeira candidatura a apoios estatais, que tem de ser apresentada até ao final de Setembro. O desenvolvimento de uma "Campanha de Imagem", entre 2010 e 2011, é uma dessas iniciativas e, na opinião de João Costa, é um dos projectos essenciais. "A origem Portugal ainda tem, por vezes, conotações negativas. A campanha pretende combater o défice de imagem que a moda portuguesa tem. A campanha será transversal a todos os sectores (têxtil e vestuário, calçado e ourivesaria) para promover o país e a moda no exterior e cá dentro de forma integrada", refere João Costa.

Outra das candidaturas iniciais é o projecto "Competitividade responsável", que tem a finalidade de fomentar um crescimento destes sectores baseado em práticas de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. As linhas orientadoras deste projecto passam, por exemplo, pela "valorização da certificação de empresas e produtos, criação de políticas de apoio à inserção social e profissional de pessoas em situação de desfavorecimento e de promoção de uma cidadania mais activa e alargada", resume o presidente da ATP.

A terceira candidatura é o "Imatec - Intelligence em tecnologias e materiais avançados". Uma iniciativa orientada para a "inovação no domínio dos materiais avançados e das tecnologias inovadoras, com aplicação em toda a gama de produtos que integram a fileira Moda".


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Lusitano89

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Re: Indústria Têxtil
« Responder #11 em: Junho 25, 2010, 05:37:26 pm »
Greves na China beneficiam têxteis portugueses


A Associação Têxtil de Portugal (ATP) diz que as paralisações na China farão aumentar os custos de produção, aliviando a pressão sobre o preço das exportações portuguesas.

"Mais do que o aumento dos custos de produção, importa o aumento da capacidade de consumo, o que faz com que a China passe a exportar muito menos e a um preço superior", explicou João Costa, presidente da Associação de Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), comentando o aumento da agitação laboral na China.

O mesmo responsável avançou à Lusa, que "se os trabalhadores chineses começarem a ter níveis salariais superiores, vai haver um aumento da capacidade de consumo, o que é uma notícia extraordinariamente positiva", pois "a partir daí muita produção que é colocada no mercado internacional e que pressiona fortemente o preço das nossas exportações acabará por ser fortemente aliviada".

"Mesmo que a subida dos salários não desencadeasse um aumento de custos [de produção], o aumento do consumo era suficiente, porque ao passarmos a ter um país (1.400 milhões de habitantes) com um consumo de jeito, há um alívio e uma melhoria substancial dos preços internacionais", acrescentou João Costa.

O movimento grevista, que está a ter alguma expressão em muitas empresas e tem efeito por simpatia para outras empresas e outros sectores, levou a aumentos salariais na ordem dos 20 e 30%, e, no sul da China, o salário mínimo nacional foi elevado em 16%. Como tal, "importa que as greves continuem e que os trabalhadores chineses passem a ter alguns direitos em termos salariais, de horários de trabalho e dias de descanso", defende o responsável, adiantando que um trabalhador do sector têxtil e do vestuário no interior da China tem uma remuneração mensal na ordem dos 30 euros.

Diário Económico
 

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Re: Indústria Têxtil
« Responder #12 em: Setembro 11, 2010, 11:10:16 am »
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Indústria têxtil poderá perder 16 milhões


A indústria têxtil portuguesa poderá vir a perder 16 milhões de euros "e muitos empregos", caso a União Europeia aceite a proposta do Paquistão. Este país pediu a suspensão do pagamento de direitos aduaneiros nas importações de fora da UE para o espaço comunitário de 13 categorias de produtos, de acordo com um comunicado a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP).

Entre os produtos que poderão vir a entrar nas fronteiras europeias livres de taxas estão os tecidos e fios de algodão e os tecidos e fios de fibras descontínuas de poliéster.

Os 16 milhões de euros em perdas potenciais correspondem ao valor exportado por Portugal para a União Europeia, em 2009, tendo em conta as 13 categorias de produtos em causa.

As listas de produtos consideradas representaram, no ano passado, 187 mil toneladas e 518 milhões de euros nas importações feitas pela UE, provenientes de países não comunitários.

Entre os países que beneficiariam com a abertura de fronteiras estão o Paquistão, que é uma das referências principais, já que assegura 35% do volume e 30% do valor das importações da UE de origem não comunitária. Mas também a Indonésia, a China, a Índia e o Uzbequistão.

Para travar este cenário, a ATP e a Confederação Europeia do Sector (Euratex) já escreveram ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, a alertar para as "devastadoras consequências de tal medida", que pode "aniquilar a generalidade das empresas do sector".

Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, Portugal só admite uma ajuda "temporária e limitada" da UE ao Paquistão a nível do sector têxtil, acautelando sempre os interesses da indústria portuguesa.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economi ... id=1659781
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Re: Indústria Têxtil
« Responder #13 em: Setembro 17, 2010, 09:58:02 pm »
Citar
ATP: Têxtil terá prejuízo anual 18 M€ com apoio ao Paquistão

O sector têxtil e vestuário português terá um prejuízo anual de "pelo menos" 18 milhões de euros na sequência das medidas de apoio da União Europeia (UE) ao Paquistão, estima a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP).

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?id_news=143712

Mas afinal para que nos serve esta UE?!  :evil:
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Re: Indústria Têxtil
« Responder #14 em: Setembro 30, 2010, 09:45:58 pm »
Câmara do Cartaxo não vai respeitar ordem do Governo para encerrar empresa ilegal

Citar
Secretário de Estado da Administração Local ordenou, por despacho, encerramento imediato da Casa das Peles, uma das 20 maiores empresas de região, que emprega 100 pessoas.


A Câmara do Cartaxo decidiu, por unanimidade, não encerrar o complexo comercial da Casa das Peles, não acatando assim um despacho do secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, que há dois meses ordenou o encerramento imediato daquelas instalações, que violam o Plano Director Municipal do Cartaxo.

O líder da maioria PS que governa a autarquia alega que quer preservar 100 postos de trabalho naquela unidade e que é possível ultrapassar as irregularidades urbanísticas, através da revisão do PDM, que está actualmente em curso.... (...)

http://www.publico.pt/Local/camara-do-cartaxo-nao-vai-respeitar-ordem-do-governo-para-encerrar-empresa-ilegal_1458770

Não só por ser uma noticia da minha terra, mas também por não perceber como em tempos como estes se pode permitir que encerrem mais empresas.
Só se for por ser uma empresa pequena, porque se fosse um banco para os ricos ou um Freeport...
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Portugal fornecedor da indústria automóvel sul-africana?

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