Crise Financeira Mundial

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komet

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« Responder #60 em: Outubro 11, 2008, 07:31:34 pm »
Ironicamente, a economia americana está nas mãos dos chineses exactamente devido à ganância dos cabeças americanos, pois preferem fazê-lo a gerar emprego no próprio país!
"History is always written by who wins the war..."
 

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Miguel

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« Responder #61 em: Outubro 11, 2008, 08:53:57 pm »
O Duarte nao pode perceber......(contaminado pela doutrina yankee-sionista)

Estou feliz :banana:  :banana:

O fim do Império Americano começou.....

Nunca imaginava que ainda ia ver isto dos meus olhos.....


Nunca mais o mundo vai ser igual a partir de hoje....

Vamos voltar a ver potencias como a Russia,China,India,etc.....

Pessoalmente penso que a UE ou CEE vai acabar, ver apenas o que se passou quando fizeram domingo passado uma reuniao apenas a 4 (frança,GB,Alemanha,Italia) e os outros ... O nosso governo até protestou....


Restabelecer a ordem e disciplina em Portugal com um presidente forte é a nossa soluçao, desenvolver a nossa economia, as nossas forças armadas etc.... estou a sonhar

US GO HOME
 

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André

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« Responder #62 em: Outubro 11, 2008, 08:57:34 pm »
Citação de: "Miguel"
O Duarte nao pode perceber......(contaminado pela doutrina yankee-sionista)

Estou feliz :banana:  :roll:  :wink:

 

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Duarte

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« Responder #63 em: Outubro 11, 2008, 09:04:31 pm »
Citação de: "André"
Citação de: "Miguel"
O Duarte nao pode perceber......(contaminado pela doutrina yankee-sionista)

Estou feliz :banana:  :roll:  :wink:



 :conf: Que grande confusão vai aí..

O fim do império americano? Qual império? As economias mundiais estão tão interligadas, que o mal que desejas aos americanos ainda te vai tocar a ti e a muitos outros também.

Isto é apenas uma correcção normal do mercado. Já houve muito pior, e os EUA, e outros paises sobreviveram. Não vai ser desta.

Haja bom senso.
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«Os chamados partidos políticos, por definição e exigências da sua vida própria, não representam nem podem servir a unidade nacional» Salazar
 

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Miguel

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« Responder #64 em: Outubro 11, 2008, 09:10:10 pm »
Duarte

Anda para o nosso lado :wink:  deixa la esses tipos coms as suas hamburguers os seus raps etc....
 

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komet

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« Responder #65 em: Outubro 11, 2008, 09:17:47 pm »
Para quem tem créditos mal parados acima do PIB mundial... não vejo grandes perspectivas... e para ajudar a dívida externa americana é galopante... está tudo na mão de potências orientais...
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Chicken_Bone

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« Responder #66 em: Outubro 11, 2008, 09:24:39 pm »
Miguel:Seria melhor pensares na importância da economia americana;representa cerca de 28% da economia mundial (percentagem espectacularmente exorbitante). o Japão (q era a 2º maior ate ha pouco tempo) "só" tinha 10%; diferença bastante razoavel.

Por isso, como s tem vindo a notar, s os EUA perdem, o resto perde.

Agora, compartilho um pouco a tua alegria, pq acho q os otarios dos americanos já deviam ter começado a mexer o cu ha bastante mais tempo e mudar os super sistemas d só verem lucro à frente das fuças, d n regularem e com 1 sistema judicial estupido.

Em sumario, td bem q queiras q eles sofram, mas tv, em vez d desejares q levem 1 pontape nas bolas, t devesses ficar pela dor d dentes q n incapacita, mas q é incomodativa o suficiente para q mudem as suas maneiras de cowbois (sic).
"Ask DNA"
 

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Duarte

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« Responder #67 em: Outubro 11, 2008, 09:34:25 pm »
Citação de: "Miguel"
Duarte

Anda para o nosso lado :shock: Eu até nem gosto de rap  :lol:
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legionario

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« Responder #68 em: Outubro 12, 2008, 04:01:03 pm »
Eu sou muito ignorante en economia, mas nao seria melhor para os governos 'injectarem" dinheiro nas familias em dificuldade para que estas possam pagar os seus emprestimos à habitaçao ?
Outra maneira de fomentar o consumo seria tambem  aumentar as reformas e pensoes minimas. O dinheiro entraria assim no sistema financeiro beneficiando quem precisa.
IN HOC SIGNO VINCES
 

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Cabecinhas

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« Responder #69 em: Outubro 12, 2008, 04:42:46 pm »
Essa é a ideia do Paulinho, abolir o rendimento mínimo e aplica-lo no aumento das pensões. Esta a meu ver é uma ideia com pés e cabeça.
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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« Responder #70 em: Outubro 13, 2008, 12:10:23 pm »
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FORÇA, FORÇA COMPANHEIRO GORDON!


Ferreira Fernandes  

Qando disseram a Picasso, já velho, que os seus rabiscos de 45 segundos valiam uma fortuna, ele rectificou: "Não me levam 45 segundos, levaram-me 82 anos." O episódio foi contado, na semana passada, pelo primeiro-ministro inglês Gordon Brown. Ele estava a sublinhar o valor da experiência - a dos outros -, para chamar atenção para a sua. Ontem, o Palácio do Eliseu, em Paris, recebeu os líderes europeus que acabaram por decidir a nacionalização parcial da banca. Algum desconcerto havia de pairar naqueles salões prenhes de gente que viveu os últimos 20 anos a gabar o liberalismo puro e duro. O anfitrião Nicolas Sarkozy, por hábito mais expansivo, ilustrava esse mal-estar generalizado. Havia, porém, um experimentadíssimo político sobre aquilo que a reunião magna iria decidir: Brown. Já na Pré-História (no ano passado), ele resolvera a crise do privado Northern Rock com dinheiros do Banco de Inglaterra e há duas semanas fez o mesmo com o banco HBOS. Ele conhece o plano para salvar bancos: nacionalizá-los. Sócrates, se quisesse ter brilhado, poderia ter dito: "Sabem, sou do país do Vasco Gonçalves."|


http://dn.sapo.pt/2008/10/13/opiniao/fo ... ordon.html
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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André

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« Responder #71 em: Outubro 17, 2008, 12:06:02 pm »
«Crise financeira vai durar entre 18 e 36 meses»



O economista e prémio Nobel da Paz Muhammad Yunus alertou em entrevista exclusiva à Agência Lusa que os próximos quinze dias são cruciais na resolução da crise financeira, que previu durar pelo menos até 2010

«A tendência é que leve muito tempo: entre 18 e 36 meses. O tempo necessário para que o processo [da crise] volte atrás», disse à Agência Lusa Muhammad Yunus, o criador do microcrédito que fundou o Banco Grameen e recebeu o Nobel da Paz em 2006 pelos esforços para retirar populações da pobreza extrema concedendo-lhes pequenos empréstimos.

O antigo professor de Economia afirmou que «as próximas duas semanas são críticas para verificar se os níveis de confiança voltam ao normal» sem os quais os bancos não voltam a conceder empréstimos para reanimar o sistema económico.

Yunus frisou também que o pior ainda não passou e que a instabilidade pode repetir-se em breve.

«Esta crise não será a última. Pode voltar a acontecer no futuro próximo. Nos próximos 10, 20 anos, e será pior se voltarmos às tendências que condenamos agora como o capitalismo de casino, como o jogo nas bolsas de valores ou como a especulação a tornar-se jogo em vez de negócio».

Se a crise atingir a economia real vai destruir anos de esforços para reduzir a pobreza em todo o mundo, alertou também Yunus, autor do livro O Banqueiro dos Pobres.

«Os que estavam a tentar fugir da pobreza são empurrados de volta e não conseguem fugir. Aqueles que acabaram de sair da pobreza são sugados de volta», disse.

«Se um milionário perde meio milhão tem outro meio milhão. Sente-se mal, mas tem ainda muito dinheiro de sobra. Se um pobre perde o emprego perde tudo, até a roupa que traz no corpo. Perde a ração diária de comida. Os pobres perdem tudo», sublinhou.

Em 1976, ao perceber que os bancos recusavam emprestar aos mais pobres, que não ofereciam garantias, Yunus criou o Banco Grameen, que empresta pequenas quantias sem exigir garantias, papéis ou identificação.

O banco tem agora 6,6 milhões de clientes - quase todos a criar pequenos negócios próprios para fugir da pobreza - e orgulha-se de ter uma taxa de recuperação de 98,85 por cento.

Com uma crise que começou no sistema de crédito norte-americano e se espalha agora a todo o sistema monetário internacional, Muhammad Yunus apela a uma solução internacional rápida e concertada.

«É preciso mais esforços do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional, dos governos dos diferentes países», afirmou.

«Sempre que há perturbações económicas, são os mais pobres que sofrem mais, não importa onde estejam, seja em países ricos ou pobres», conclui o Nobel da Paz.

Lusa
« Última modificação: Outubro 20, 2008, 02:23:25 pm por André »

 

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Chicken_Bone

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« Responder #72 em: Outubro 17, 2008, 07:39:52 pm »
Jet Airways readmite 1900 trabalhadores

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A companhia aérea indiana Jet Airways vai readmitir os 1.900 trabalhadores que despediu na quarta-feira, depois de o presidente da transportadora ter confessado que vê-los em lágrimas o perturbou.

"Não consigo dormir à noite, perturba-me o facto de os ver em lágrimas. Por isso apresento as minhas desculpas por este terrível sofrimento e traumatismo", declarou Naresh Goyal em conferência de imprensa.

"Trata-se de uma decisão pessoal, na qualidade de pai de família, que este empregados possam voltar ao trabalho", acrescentou.

Quarta-feira, a transportadora anunciara o despedimento de 1.900 pessoas, ou seja, 15 por cento da massa salarial da empresa, devido à diminuição do tráfego de passageiros e à subida nos preços do petróleo.

O despedimento deste empregados provocou uma mini-tempestade política num país onde os sindicatos e o meio associativo são muito activos.

O ministro da Aviação Civil, Praful Patel, disse à imprensa que avisou na quarta-feira Naresh Goyal para a necessidade de "encontrar em 24 horas uma solução para este problema".

Desde quarta-feira, centenas de hospedeiras e comissários de bordo desfilaram em uniforme, alguns chorando, no aeroporto de Nova Deli.

Perante o anúncio de regresso ao trabalho, sorriram de contentamento, abraçaram-se ofereceram doces aos passageiros no aeroporto de Bombaim.

Os despedimentos, sem precedente desde a fundação da Jet Airways em 1992, foram anunciados dois dias após a companhia ter feito uma aliança com a sua concorrente Kingfisher, num sector plena falência na Índia.


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economi ... id=1030670
"Ask DNA"
 

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« Responder #73 em: Outubro 24, 2008, 08:09:20 am »
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Greenspan: crise revelou 'falha' na ideologia capitalista

Há 10 horas

NOVA YORK (AFP) — O ex-presidente do Federal Reserve (Fed) americano, Alan Greenspan, afirmou nesta quinta-feira que a crise financeira das últimas semanas revelou uma "lacuna" na ideologia capitalista na qual sempre acreditou.

"Sim, constatei uma falha. Não sei até que ponto é significativa ou duradoura, mas me deixou bastante desconcertado", admitiu Greenspan durante uma audiência no Congresso.

Greenspan, acusado de ter permitido o crescimento da bolha imobiliária cuja explosão provocou a crise financeira, foi confrontado com suas próprias declarações pelo presidente do Comitê de Controle de Ação Governamental da Câmara dos Representantes, o democrata Henry Waxman.

"Tenho uma ideologia. Minha opinião é a de que os mercados livres e competitivos são, de longe, a (melhor) maneira de organizar a economia. Testamos a regulação, nenhuma funcionou de verdade", havia declarado Greenspan antes da crise, segundo Waxman.

O ex-presidente do Fed disse nesta quinta no Congresso que o mercado de crédito vive "uma tsunami que se vê uma vez a cada século".

Dirigindo-se aos membros do Comitê encarregado da reforma governamental, Greenspan enfatizou que, na atual situação, "os bancos centrais e os governos se vêem obrigados a adotar medidas sem precedentes" e que os Estados Unidos dificilmente "evitarão um aumento das demissões e do desemprego".

Greenspan sobreviveu no Fed a quatro presidentes, duas recessões, uma década de crescimento, além da grande bolha da internet; bateu o recorde de permanência no cargo, tendo sido considerado o salvador da economia mundial ao reagir rapidamente ao "crash" da bolsa de outubro de 1987 e à crise financeira asiática.

Também comandou uma série de baixas impressionantes das taxas de juros depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.

Consciente do peso das suas palavras, seus discursos, que ele costumava escrever no banho, eram sempre muito prudentes, às vezes até enigmáticos. Mesmo seu comentário mais famoso, "a exuberância irracional" dos mercados em dezembro de 1996, foi cuidadosamente cercado por uma reflexão sobre a explosão da bolha financeira... no Japão.

Filho de um operador da bolsa e de uma vendedora, Alan Greenspan nasceu no dia 6 de março de 1926 em Nova York, três anos antes do "crack" da bolsa de 1929.

Foi criado em um pequeno apartamento na cidade, onde ele se dedicava a resolver problemas complicados de matemática desde bem pequeno. Depois do segundo grau, freqüentou a escola de música e trabalho como clarinetista e saxofonista de jazz em uma orquestra.

"Eu era ótimo como amador, mas um profissional mediano. Compreendi rápido meus limites no campo da música e deixei a orquestra para cursar a universidade de Nova York", disse.

Estudou economia e fundou em 1954 uma empresa de consultoria que funcionou até 1987. Entrou na política em 1968 como conselheiro econômico da campanha presidencial de Richard Nixon. Depois, fez parte da equipe de economistas do presidente Gérald Ford.

Em 1987, foi nomeado à frente do Fed pelo presidente Ronald Reagan, no lugar de Paul Volcker.

http://afp.google.com/article/ALeqM5hmI ... ecHo_IDrPQ
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André

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« Responder #74 em: Outubro 24, 2008, 12:45:06 pm »
O mundo vive «uma crise sem precedentes», alerta Sarkozy

O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse hoje que «o mundo está mal» e vive «uma crise sem precedentes».

A persistente crise financeira «põe em perigo o próprio futuro da humanidade», afirmou Sarkozy na abertura da 7ª edição da ASEM (Encontro Ásia-Europa), que decorre até sábado em Pequim com a participação de 43 países dos dois continentes.

Nicolas Sarkozy, que detém a presidência da União Europeia até ao final do ano, apelou à participação na anunciada cimeira internacional sobre a crise financeira global, que vai realizar-se em Washington dia 15 de Novembro.

A Europa «vai apresentar-se unida» e «deseja que a Ásia apoie este esforço», disse o Presidente francês.

A resposta da comunidade internacional à crise - afirmou Sarkozy - poderá assinalar «o momento em que o mundo entrou no século XXI».

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, que discursou na mesma cerimónia, defendeu tambem «uma resposta global» à crise e condenou o proteccionismo.

«Não podemos enfrentar os desafios actuais fehando a porta e olhar apenas para a nossa casa (...) Abertura e interdependência são as duas faces da moeda da globalização», disse Durão Barroso.

«No globalizado mercado de hoje - salientou ainda o presidente da Comissão Europeia - todos necessitamos de estar envolvidos».

Lusa

 

 

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