Marinha do Brasil

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1335 em: Julho 09, 2018, 09:15:21 pm »

Vídeo: mais detalhes do Porta-Helicópteros Atlântico A140
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1336 em: Julho 11, 2018, 09:35:23 pm »
PHM ‘Atlântico’ pronto para o FOST – Flag Officer Sea Training


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O Porta Helicópteros Multipropósito Atlântico (A 140) após um longo período quando sua tripulação passou por inúmeros treinamentos e cursos, se prepara agora para seu treinamento final antes de suspender de Plymouth – UK para o Brasil. Quando suspender para realizar o FOST – Flag Officer Sea Training, o CMG Giovani Corrêa, comandante do PHM Atlântico poderá por a prova toda a preparação de sua tripulação, na inspeção que será realizada por uma equipe da Royal Navy, a qual levará o navio ao limite, simulando situações onde a tripulação será avaliada. O navio realizará vários exercícios nos seguintes setores: Navegação, Controle de Avarias, Manobra do navio, condução do sistema de máquinas e emprego da lancha e EDVP – Embarcação de Desembarque de Viatura e Pessoal (LCVP MK5B). Além da tripulação, todos os equipamentos revisados pela Babcock serão avaliados afim de comprovar que o navio está pronto para sua viagem ao Brasil.

MATÉRIA NA ÍNTEGRA: http://www.defesaaereanaval.com.br/phm-atlantico-pronto-para-o-fost-flag-officer-sea-training/
 

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mafets

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1337 em: Julho 13, 2018, 10:51:27 am »
Menos mal. Pelo menos não vem desarmado.

http://tecnodefesa.com.br/phm-a-140-atlantico-e-armado-com-canhao-bushmaster-mk-44-ii-de-30-mm/
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O porta-helicópteros multifunção A-140 Atlântico, recentemente incorporado a Marinha do Brasil, e ainda no Reino Unido, teve seu armamento defensivo trocado.

Foram removidos os sistemas CIWS Phalanx com seis canos giratórios (venda negada ao Brasil), e em seu lugar foram instalados canhões automáticos de 30 mm Orbital ATK Bushmaster II MK.44 (MSI Defense Systems).





Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1338 em: Julho 13, 2018, 06:23:15 pm »
Corveta Barroso atenderá a duas operações navais em 55 dias


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Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval


O Ministério da Defesa da África do Sul liberou alguns dados sobre as duas operações navais multinacionais que terão lugar defronte ao seu litoral, no período de 31 de agosto a 14 de outubro, envolvendo, entre outras unidades, a corveta Barroso (V34).

Ambas as manobras – Atlasur XI e Ibsamar 2018 – são de responsabilidade dos chefes navais sul-africanos, que organizam os exercícios, disponibilizam provisões na Base Naval de Simon’s Town (QG da Força Naval anfitriã), e têm montado um esquema de atendimento a emergências no mar durante a fase operacional.

A primeira dessas manobras será a Atlasur XI que irá se prolongar de 31 de agosto a 21 de setembro e, este ano, reunirá navios das marinhas sul-africana, brasileira e uruguaia (veja texto Armada Argentina está fora da Operação Atlasur na África do Sul, publicado a 4 de julho último).

O tema do exercício – “Combinados estamos combatendo o comércio ilegal (de humanos, drogas e armas)” – gerou a montagem de uma série de ações hipotéticas que vão focar as buscas por embarcações suspeitas de atos ilícitos e o monitoramento desses alvos, além de incursões de abordagem e de ataque apoiadas por navios e aeronaves.

A corveta Barroso levará ao litoral africano um destacamento do GRUMEC, Grupamento de Mergulhadores de Combate da Marinha do Brasil.

O navio sul-africano de pesquisas hidrográficas Protea servirá ao treinamento de forças de elite, que irão simular a invasão do barco para o seu resgaste das mãos de piratas.

A fase marítima da Atlasur terá lugar entre a quinta-feira 6 e o domingo 9 de setembro. Em seguida as operações vão se mover para o litoral oeste sul-africano, de onde retornarão a Simon’s Town, onde acontecerá a cerimônia de encerramento do exercício.


Ibsamar – A Operação Ibsamar VI terá início no dia 1º de outubro, com forças navais da África do Sul, da Índia e do Brasil, e escopo bem diferente da Atlasur: as manobras de alto-mar que vão envolver técnicas de guerra de superfície, de detecção submarina, vigilância aérea, procedimentos para o engajamento de ameaças que se aproximem pelo ar e guerra eletrônica.

A Ibsamar V foi realizada em 2016, ao largo da cidade indiana de Goa.

Durante a travessia para a África do Sul, a corveta Barroso completará o seu 10º aniversário de incorporação à Marinha do Brasil.

Seu primeiro comandante foi o então capitão de fragata Luiz Roberto Cavalcanti Valicente, atual diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha.

O Poder Naval deseja um bom trabalho e mares tranquilos à tripulação da brava corveta Barroso.

FONTE: https://www.naval.com.br/blog/2018/07/12/corveta-barroso-atendera-a-duas-operacoes-navais-em-55-dias/
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1339 em: Julho 13, 2018, 06:32:37 pm »
Navios de Apoio Oceânico Classe “MEARIM” são incorporados à Marinha do Brasil


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Os Navios de Apoio Oceânico (NApOc) “Mearim”, “Iguatemi” e “Purus” foram batizados e participaram de Mostra de Armamento e Transferência para o Setor Operativo, no último dia 9 de julho, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.

A cerimônia foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior. O evento representou a incorporação do navio à Armada da Marinha do Brasil (MB) e, de acordo com a tradição naval, o batismo por uma madrinha traz sorte à embarcação.

O “Mearim”

O “Iguatemi”

O “Iguatemi”

O “Mearim”

O processo de aquisição dos Navios de Apoio Oceânico classe “Mearim” teve início no final de 2016, por meio de reuniões entre o Comando de Operações Navais (ComOpNav), a Diretoria de Gestão de Programas (DGePM) e a Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON).

Após uma averiguação minuciosa no mercado, realizada pela EMGEPRON, para verificar quais navios do tipo Anchor Handling Tug Supply (AHTS) estariam disponíveis, verificou-se a existência de 147 embarcações, porém nenhuma delas atendia aos requisitos apresentados pelo Setor Operativo.

Em novo estudo realizado, foram alterados os requisitos de maneira a permitir a continuidade do processo.

Foi realizado um pregão eletrônico internacional para aquisição de três navios, sob a responsabilidade da EMGEPRON. A vencedora do certame foi a empresa norueguesa Deep Sea Shipowing, com os AHTS “Sea Stoat”, “Sea Vixen” e “Sea Fox”.

Cabe destacar que a obtenção dos Navios de Apoio Oceânico (NApOc) “Mearim”, “Iguatemi” e “Purus” foi decorrente de um inédito processo de compra por oportunidade para a Marinha do Brasil, realizada pela EMGEPRON.

Os NApOc “Mearim”, “Iguatemi” e “Purus” estão aptos a desempenhar as seguintes tarefas: apoio logístico móvel, patrulha e inspeção naval, busca e salvamento – “Search and Rescue” (SAR) e minagem, nas áreas do Comando do 5º Distrito Naval (NApOc “Mearim”), Comando do 4º Distrito Naval (NApOc “Iguatemi”) e Comando do 1º Distrito Naval (NapOc “Purus”).

Os Navios possuem as seguintes características:

– Características:

. Comprimento Total: 63,40 m
. Comprimento Entre Perpendiculares: 56,53 m
. Boca Moldada: 15,80 m
. Pontal: 6,80 m
. Deslocamento Carregado: 1.943 t
. Calado de Navegação: 5,5 m
. Velocidade Máxima:13,5 nós
– Principais Equipamentos para Realização das Tarefas:

. 02 metralhadoras 12,7 mm (0,50 pol)
. 02 metralhadoras 7,62 mm
. Máquina de Reboque com Bollard Pull de aproximadamente 90 t

O Navio de Apoio Oceânico (NApOc) “Mearim” – G 150 é o primeiro navio da classe e o sexto a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Rio Mearim que banha o estado do Maranhão.

O Navio de Apoio Oceânico (NApOc) “Iguatemi” – G 151 é o segundo navio da classe e o quarto a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Rio Iguatemi que banha o estado do Mato Grosso do Sul.

O Navio de Apoio Oceânico (NApOc) “Purus” – G 152 é o terceiro navio da classe e o terceiro a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Rio Purus que banha os estados do Acre e Amazonas.

A escolha do indicativo visual de costado (G 150, G 151, G 152), é uma homenagem ao sesquicentenário das diversas ações ocorridas na Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870).

Observação do autor: Com a entrega destes novos meios, e de acordo com o texto divulgado, a capacidade de guerra de minas ofensiva/defensiva no 5º, 4º e 1º Distritos Navais receberá um significativo reforço, pois passarão a contar com um meio capaz de lançar uma expressiva quantidade de minas de contato e/ou de fundeio.

FONTE:  http://tecnodefesa.com.br/navios-de-apoio-oceanico-classe-mearim-sao-incorporados-a-marinha-do-brasil/
 

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Lusitano89

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1340 em: Julho 14, 2018, 02:45:17 pm »
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1341 em: Julho 16, 2018, 08:21:10 pm »
A Marinha do Brasil leva o A-140 Atlântico para o mar pela primeira vez


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A Marinha do Brasil leva seu novo brinquedo para o mar pela primeira vez.

O antigo HMS Ocean, o único porta helicópteros da Royal Navy, foi vendido por 85 milhões de libras a ser pago em prestações.

Dando sequência aos treinamentos da tripulação do PHM A-140 Atlântico, tarefa sob responsabilidade do Flag Officer Sea Training (FOST), organização da Real Marinha Britânica encarregada de formar e reciclar tripulantes britânicos e dos países que adquirem navios ingleses, o novo navio da Marinha do Brasil se fez ao mar para treinamento de sua tripulação.

Durante essa curta saída ao mar foram verificados a proficiência da tripulação brasileira em procedimentos de porto, manobras e evoluções com o navio, operação dos sistemas de propulsão, suporte de vida a bordo, controle de avarias, etc.

O principal período de treinamento e testes é chamado de Treinamento Operacional Básico no Mar ou Basic Operational Sea Training (BOST), que normalmente dura seis semanas.


O BOST combina levantamentos das condições físicas do navio com testes de preparação da tripulação, incluindo um cenário semanal de combate e controle de danos conhecido como ‘Guerra da Quinta-Feira’.


Após a conclusão do treinamento FOST, o PHM A-140 Atlântico estará em condições de empreender a viagem de traslado para o Brasil. O navio deverá chegar ao Rio de Janeiro no final do mês de agosto, quando será oficialmente apresentado aos brasileiros.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/a-marinha-do-brasil-leva-o-a-140-atlantico-para-o-mar-pela-primeira-vez/
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1342 em: Julho 17, 2018, 01:59:25 pm »
Vídeo mostra a 1.ª saída do Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico” iniciando a fase de mar para a inspeção operativa

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Após passar por uma inspeção de material do Centro de Treinamento da Marinha do Reino Unido, Flag Officer Sea Training (FOST), e por um intenso programa de exercícios no porto, o navio suspendeu, nesta segunda-feira, 16 de julho, da Base Naval de Devonport, em Plymouth, na Inglaterra, para início da fase de mar da inspeção operativa.

Durante a fase de porto, a equipe do FOST verificou se os equipamentos e sistemas de bordo estavam operando de acordo com seus rigorosos padrões de eficiência e segurança, comprovando a qualidade dos serviços executados durante o período de manutenção no Reino Unido.

O grupo também testou a organização administrativa e de combate do navio, com o propósito de verificar o nível de adestramento da tripulação para a condução do navio e para responder, de forma eficaz, as eventuais emergências. O programa dessa nova Fase, com duração de cinco dias, prevê a execução de exercícios de navegação em águas restritas e em baixa visibilidade; fundeio de precisão; avarias operacionais de máquinas; avaria no sistema de governo e combate a incêndios e alagamentos; manobras com a lancha e viaturas anfíbias; lançamento do pontão e; recolhimento de homem ao mar.

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com/2018/07/video-mostra-1-saida-do-porta.html

 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1343 em: Julho 18, 2018, 06:49:58 pm »
PHM Atlântico: Marinha do Brasil estuda adotar sistema CIWS para reforçar a defesa do navio


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Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval


O Comando da Marinha está considerando a importação de alguns sistemas do tipo CIWS (Close-in Weapon System), para defesa antiaérea a curta distância, aptos a reforçar as capacidades do porta-helicópteros multipropósito Atlântico (ex-HMS Ocean).

A informação foi passada ao Poder Naval por um oficial que acompanha a preparação do navio para a travessia que ele fará até o Rio de Janeiro, no mês de agosto.

Os chefes navais brasileiros devem deixar de lado, nas suas análises acerca de um CIWS para o porta-helicópteros, o equipamento americano Phalanx – que pode custar mais de 13 milhões de dólares por unidade em sua versão básica (Block 1B) –, considerado caro demais e de manutenção igualmente dispendiosa.

Tais exames devem se centrar sobre equipamentos de performance semelhante à do Phalanx (cuja cadência de tiro é de 4.500 disparos por minuto), produzidos por indústrias de material de Defesa da África do Sul (Denel 35mm Dual Purpose Gun), e Suíça (Oerlikon Millennium 35 mm Naval Revolver Gun). O sistema Goalkeeper holandês, que está sendo modernizado, custa quase o dobro do CIWS Phalanx e por isso deve ser destartado.

Segundo a fonte, estão fora desse estudo por enquanto as opções russa (Pantsir-M) e chinesa (Type 730).

O empenho da Marinha do Brasil (MB) em obter um CIWS para o Atlântico, pode traduzir a preocupação dos chefes navais com a impossibilidade de prover os deslocamentos do navio de uma escolta adequada, dotada de proteção antiaérea de ponto.

O mais indicado, nesse caso, seria empregar “fragatas antiaéreas”, algo impensável no momento, dado o esforço para se obter apenas quatro corvetas de 3.000 toneladas…

NAe São Paulo –

 Antenas de comunicações e radomes (cúpulas) protetores que se encontravam em pontos elevados da “ilha” do porta-aviões São Paulo – desmobilizado em fevereiro de 2017 –, já foram removidos da embarcação e se encontram guardados para o seu possível reaproveitamento no PHM Atlântico.

O planejamento de desmobilização do São Paulo, ao longo de três anos, vem trazendo certa perturbação a uma faixa da oficialidade que, em visitas incidentais ao navio, lamenta profundamente a baixa de seu único navio-aeródromo capaz de operar aeronaves de asa fixa.

Apesar de cuidado por tripulação reduzida – e de já ter sido esvaziado de vários dos seus componentes –, o navio conserva o aspecto de uma unidade em bom estado – o que não se aplica, claro, ao grupo propulsor, ou ao funcionamento de setores críticos como as catapultas.

No Comando da Marinha não se comenta a possibilidade de o sucessor do atual Comandante, almirante Leal Ferreira, vir a modificar o plano de dar baixa no porta-aviões, mas é visível a determinação dos almirantes de, por meio do Programa de Obtenção de Navios-Aeródromos (PRONe), conseguir para a Força um porta-aviões de concepção atualizada dotado de sistema de catapulta convencional.

O planejamento original previa que esse navio pudesse ser completado até o ano de 2028, época em que, de acordo com as evidências do presente, a construção do navio ainda deve estar sendo planejada.

A Marinha tencionava obter dois porta-aviões, mas questões básicas – como o local onde a primeira dessas embarcações será construída – permanecem indefinidas.

Nesse momento, as atenções do Comando da Marinha estão totalmente concentradas na viabilização do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) – quatro convencionais da Classe Scorpène e um de propulsão nuclear –, e na obtenção dos recursos que garantam a construção dos quatro navios da Classe Tamandaré.

FONTE: https://www.naval.com.br/blog/2018/07/17/phm-atlantico-marinha-estuda-adotar-sistema-ciws-para-reforcar-a-defesa-do-navio/
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1344 em: Julho 21, 2018, 03:27:53 am »




 

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Lusitan

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1345 em: Julho 21, 2018, 04:10:47 pm »
http://www.janes.com/article/81897/ukrainian-state-firm-ukrinmash-details-design-bid-for-brazilian-corvette-competition

Ukrainian state firm Ukrinmash details design bid for Brazilian corvette competition

Ukrainian state-owned company Ukrinmash, part of the Ukroboronprom conglomerate, is proposing a version of its Project 58250 corvette for the Brazilian Navy’s Tamandaré-class corvette acquisition programme.

The Brazilian bid, known as the Project 58300 ‘Amazonas’ corvette, is a version of the baseline Ukrainian Project 58280 design by the Nikolayev (Mykolaiv)-based State Research Design Shipbuilding Centre, tailored to meet Brazilian requirements.

Ukrinmash has teamed with Brazilian state-owned shipyard Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) in its attempt to win the four-ship Tamandaré-class project, which has a current budget of BRL2 billion (USD518.5 million).

Ukrinmash told Jane’s that, if selected, it is ready to deliver the ship as Brazilian Navy intellectual property.

Other companies participating in the Ukrainian proposal include Atlas Elektronik, Rohde & Schwarz, Thales, Leonardo, Zeppelin, Caterpillar, Chernomorsky Shipbuilding Yard, Transas, State Research & Design Shipbuilding Centre, China Precision Machinery Import and Export Corporation, Mykolayiv Shipyard, Zorya-Mashproekt Gas Turbine Research and Development Complex, and Yuzhnoye State Design Office.

Ukrinmash is proposing the Thales Nederland TACTICOS series combat management system (CMS) for the corvette.

Key characteristics of the design include a full displacement of 2,650 tonnes, a length of 112 m, a beam of 13.5 m, a range of up to 4,000 n miles at 14 kt, a maximum speed of 30 kt, as well as a hangar and flight deck to support operations by a medium-size helicopter up to 11 tonnes. Accommodation will provide for a complement of 110. Endurance is up to 30 days.

The weapon and sensor fit includes two quad surface-to-surface missile launchers, a vertical launcher for surface-to-air missiles, a 76 mm gun system, two 35 mm guns, two triple 324 mm torpedo launchers; two 12.7 mm machine gun mounts; chaff and decoy launchers; 3D medium-range and long-range surveillance radars; hull-mounted and towed sonars; an integrated bridge system; a fire control director; communications, navigation and electronic warfare equipment; a long-range targeting radar; and electro-optical surveillance payloads.
 

 

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