Marinha do Brasil

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1320 em: Maio 04, 2018, 03:24:50 pm »
Esquadrão HS-1 alcança a marca de 5.000 horas voadas nas aeronaves SH-16 Seahawk


No dia 20 de abril de 2018, o 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarinos (HS-1), alcançou a marca de 5.000 horas voadas nas aeronaves SH-16 (S-70B Seahawk).

O feito ocorreu durante um voo IFR entre São Pedro da Aldeia e o aeródromo de Campos, em proveito do adestramento de pilotos e operadores de sensores do Esquadrão.

As primeiras aeronaves SH-16 foram recebidas em agosto de 2012, tendo o início da qualificação com tripulantes brasileiros, a partir de setembro daquele ano. Desde então, e mesmo com as limitações logísticas e financeiras ditadas pela atual conjuntura de restrições econômicas, o HS-1 vem crescendo operacionalmente com foco na segurança e fatos memoráveis devem ser destacados nestas 5.000 horas de voo, como:


Lançamento do míssil Penguin no casco da ex-corveta FRONTIN,
Lançamento de torpedos de exercício,
Reaquisição da capacidade de realização de voos ASW noturno tático,
Reaquisição da capacidade de operação a bordo noturna,
Realização de diversos voos em proveito da Avaliação Operacional dos SH-16 para melhor utilização de seus sensores MAGE, FLIR, RADAR e SONAR,
Voos para homologação da metralhadora MAG-58 e
Resgate noturno de três náufragos do navio Beira Mar XXV em agosto de 2016, que culminou com o recebimento inédito pela MB do prêmio internacional Captain William J. Kossler.


Ressalta-se o significativo avanço das qualificações operacionais e de manutenção dos militares do Esquadrão HS-1, o que resulta em um emprego cada vez mais eficiente do braço armado mais longo da Esquadra.

Sobre terra e mar, diuturnamente – detectar, localizar, acompanhar e atacar! “AD ASTRA PER ASPERA”

FONTE: http://www.defesaaereanaval.com.br/esquadrao-hs-1-alcanca-a-marca-de-5-000-horas-voadas-nas-aeronaves-sh-16-seahawk/
 

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Lusitano89

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1321 em: Maio 07, 2018, 03:33:13 pm »
 

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1322 em: Maio 10, 2018, 03:40:01 pm »
Vídeo – Voando no Super Lynx modernizado da Marinha


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Por Guilherme Wiltgen

Acompanhe a decolagem do AH-11B Super Lynx N-4001 do patio de aeronaves da Leonardo Helicopters em Yeovil, no Reino Unido, a bordo da versão modernizada do Super Lynx da Marinha do Brasil.

A aeronave modernizada, designada Super Lynx Mk21B, também recebeu um Full Glass Cockpit, que pode ser visto no vídeo, sendo nítido a similaridade com o painel do AW159. O novo painel é totalmente compatível com o uso de OVN (Óculos de Visão Noturna) e complementado por um conjunto de avançados aviônicos, que compreende um processador tático, sistema de navegação baseado em satélite, TCAS, sistema de pouso por instrumento, RWR/ESM integrados e dispensers de contramedidas (Chaff/Flare).


Outro ponto a se observar no vídeo são os novos motores LHTEC CTS800-4N, os mesmo utilizados no AW159. A introdução deste motor alterou a tomada de ar e a saída dos gases quentes, em comparação com o R&R GEM 42-1 Mk1017, que equipa a versão Mk21A. As diferenças podem ser observadas comparando as fotos abaixo.


O CTS800-4N fornecerá ao Super Lynx brasileiro grandes melhorias de desempenho em ambientes quentes e altos, permitindo aumento da carga útil e uma extensa área de operação. O Programa de Modernização das aeronaves Super Lynx prevê a entrega, ainda este ano, de três das oito aeronaves a serem modernizadas, com as demais sendo recebidas pela Marinha do Brasil até 2020.

FONTE: http://www.defesaaereanaval.com.br/video-voando-no-super-lynx-modernizado-da-marinha/
 
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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1323 em: Maio 10, 2018, 03:47:49 pm »
Jane’s: MB prepara helicópteros Seahawk para o PHM Atlântico

SH-16 Seahawk da MB lançando míssil antinavio Penguin

Citar
Segundo o jornalista português Victor Barreira do Jane’s, a Marinha do Brasil tomará medidas para permitir que seu helicóptero multifuncional Sikorsky SH-16 Seahawk (designação do S-70B) opere no Porta-Helicópteros Atlântico (A140), ex-HMS Ocean, programado para ser incorporado em 29 de junho.

A aeronave foi previamente liberada para operações no Navio Doca Multipropósito NDM Bahia (G40) adquirido da Marinha Francesa em 2015, aumentando assim a capacidade da Esquadra Brasileira para realizar missões de longo alcance, incluindo busca e salvamento, antissubmarino e guerra anti-superfície, interdição marítima e patrulha e vigilância.

Seis aeronaves são operadas pelo Esquadrão HS-1 “Guerreiro” da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, que já ultrapassou as 5.000 horas de voo no tipo.

Seis montagens de armas modulares para a metralhadora FN Herstal MAG58M 7,62 mm foram adquiridas para complementar outros armamentos como o míssil antinavio Kongsberg Penguin Mk 2 Mod 7 e o torpedo Raytheon Mk 46 Mod 5A.

Convés de voo do HMS Ocean

FONTE:  http://www.naval.com.br/blog/2018/05/09/janes-mb-prepara-helicopteros-seahawk-para-o-phm-atlantico/
 
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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1324 em: Maio 17, 2018, 02:07:07 pm »
PROSUB: Submarino nuclear “terrestre” ficará pronto em 3 anos, diz Marinha

Protótipo em terra de equipamento está sendo montado no interior paulista; projeto consumiu cerca de R$ 10 bilhões em 4 décadas


Citar
IPERÓ (SP) – O protótipo em terra do submarino nuclear brasileiro projetado pela Marinha ficará pronto em pouco mais de três anos. As obras do prédio onde o modelo em tamanho natural está sendo montado foram apresentadas nesta quarta-feira, 16, a jornalistas pelo almirante André Luis Ferreira Marques, diretor de Desenvolvimento Nuclear da Marinha, em Iperó, no interior de São Paulo.

O projeto consumiu US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões) nos últimos 40 anos. Outros R$ 2,2 bilhões serão investidos até dezembro de 2021, quando o submarino “terrestre”, equipado com o reator nuclear, entra em funcionamento a 200 quilômetros do mar. A versão definitiva, que vai para o oceano, no Rio de Janeiro, só ficará pronta entre 2028 e 2030.

Na avaliação do almirante, as crises econômicas vividas pelo País afetaram mais o projeto do que a Operação Lava Jato, que levou à prisão um dos idealizadores do programa, o ex-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, por denúncia de corrupção na Eletronuclear, que ele dirigiu após passar para a reserva na Marinha, em 2005. Othon, que sempre negou as acusações, foi libertado em 2017, graças a um habeas corpus.

“O TCU (Tribunal de Contas da União) acompanha o projeto desde o início e nunca tivemos problema desse tipo aqui. Quando vimos algo errado, abrimos sindicância e até inquérito militar, mas não deixamos avançar”, afirmou Marques.

As obras do estaleiro da Marinha em Itaguaí (RJ) também têm participação da Odebrecht, uma das empresas que foram alvo da Lava Jato. A empreiteira, no entanto, não realizou obras em Iperó.

De acordo com Marques, o programa sofreu grande contingenciamento financeiro entre 1997 e 2007, mas nunca parou. Na época, houve redução de 50% no número de funcionários. No ano passado, o projeto foi afetado indiretamente pela crise, que levou à insolvência muitas empresas fornecedoras de equipamentos e insumos.

Avanço

A conclusão do modelo em terra do submarino equipado com reator nuclear construído no Brasil será o segundo grande avanço do programa nuclear da Marinha. O primeiro ocorreu na década de 1980, com o domínio do enriquecimento de urânio – o combustível do submarino.

O marco foi a inauguração, em abril de 1988, da Usina Almirante Álvaro Alberto, pelo então presidente José Sarney, na presença do presidente da Argentina na época, Raúl Alfonsín. Os 30 anos da inauguração da usina de enriquecimento de urânio serão lembrados no dia 8 de junho, com uma visita dos presidentes atuais dos dois países, Michel Temer e Mauricio Macri, ao Centro Tecnológico da Marinha, em Iperó.


Os chefes de governo irão conhecer as obras do Laboratório de Geração de Energia Núcleo Elétrica (Labgene), onde o modelo padrão do submarino está sendo montado em ritmo acelerado. “Estamos tocando ao mesmo tempo as obras civis e a montagem do protótipo com o reator. O Labgene tem de ficar pronto primeiro, para que possamos qualificar o projeto do submarino que será construído no complexo naval de Itaguaí ”, disse o almirante.

O prédio tem paredes com 33 metros de altura e já abriga parte do casco do submarino – um cilindro de aço com 10 metros de diâmetro que terá cerca de 70 metros de comprimento. A escala do protótipo é de um metro por um, ou seja, o modelo em terra será similar ao que vai navegar.

O compartimento que abrigará o reator é considerado instalação nuclear e segue normas para licenciamento pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O conjunto de turbinas e o freio dinamométrico já estão instalados. A base para o motor elétrico de propulsão, de 7,4 megawatts, também está pronta. O próprio equipamento está em testes em laboratório vizinho.

Conforme o almirante, todos os componentes do reator nuclear já foram testados individualmente. O início da montagem está previsto para este ano. “É similar ao que vai equipar o submarino e será testado aqui antes.”

FONTE: Estado de SP / http://www.defesaaereanaval.com.br/prosub-submarino-nuclear-terrestre-ficara-pronto-em-3-anos-diz-marinha/
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1325 em: Maio 17, 2018, 02:16:27 pm »
Esquadrão HU-4 completa 23 anos


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A presença da Marinha na região Centro-Oeste remonta ao ano de 1873, quando teve início a construção do Arsenal de Marinha de Ladário, tendo a história da Aviação Naval no Pantanal iniciado nos idos de 1932, quando foi inaugurada a Base de Aviação Naval de Ladário.

Até 1936, operavam na área cinco hidroaviões “Farey-Gordon” pertencentes à Primeira Divisão de Esclarecimento e Bombardeio, cabendo ressaltar que, daquela época, permanece até hoje, a antiga torre de controle, marco histórico localizado nas instalações do atual Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário.

Em 1984 se iniciou a construção do atual hangar do Esquadrão e, cinco anos mais tarde, foram retomadas as operações aéreas na região, quando o então Destacamento Aéreo operava 02 helicópteros UH-12 Esquilo.

Em 16 de Maio de 1995, de acordo com a Portaria nº 0292 do então Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Mauro Cesar Rodrigues Pereira, foi criado o 4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-4).


Sua ativação deu-se em 06 de Junho de 1995, tornando-se assim uma Unidade Aérea Operativa da Marinha do Brasil, subordinada ao Comando do 6º Distrito Naval, cuja área de jurisdição compreende os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

A partir de 29 de maio de 2004, o Esquadrão passou a operar 03 helicópteros IH-6B Bell Jet Ranger III.

Seus meios aéreos são empregados nas tarefas de busca e salvamento (SAR), evacuação aeromédica (EVAM), esclarecimento, transporte de tropa, ligação e observação, apoio aéreo aproximado, apoio logístico móvel, reconhecimento armado, cobertura aérea, escolta e ataque aéreo.


O HU-4 é conhecido como Esquadrão Gavião, assim como as aeronaves que opera, alusivo a espécie falconiforme, da família dos aciptrídeos e falconídeos, ave dotada de visão privilegiada, soberana na região do Pantanal. Frequenta terrenos abertos, descampados, margens dos rios, lagoas e cerrados, onde a qualquer momento pode capturar sua presa.


Em 23 de janeiro de 2012, o 1° Esquadrão de Helicópetros de Emprego Geral (HU-1) iniciou o deslocamento de duas aeronaves UH-12 Esquilo, a N-7052 e a N-7053, a fim de apoiar o 6º DN e qualificar oficiais e praças do 4° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-4) no novo modelo de aeronave.

Em 13 de julho de 2012 o HU-4 recebeu por transferência do Esquadrão HU-1, duas aeronaves UH-12 Esquilo de prefixos N-7052 e N-7053.

Símbolo deste Esquadrão, tradução de vivacidade, audácia e astúcia, este predador por natureza é a representação fiel dos sentimentos do Esquadrão HU-4 no cumprimento de suas missões.

Seu atual Comandante é o Capitão de Corveta Jorge Henrique da Mota Gomes de Souza.


FONTE: http://www.defesaaereanaval.com.br/esquadrao-hu-4-completa-23-anos/
 

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Lusitano89

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1326 em: Maio 17, 2018, 07:42:34 pm »
 

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1327 em: Maio 18, 2018, 02:23:22 pm »
 

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1328 em: Maio 19, 2018, 03:58:27 pm »
 

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1329 em: Julho 07, 2018, 02:17:09 am »
Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico é incorporado à Marinha do Brasil


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No dia 29 de junho, na Real Base Naval de Devonport, em Plymouth, Reino Unido, foi realizada a Mostra de Armamento do Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) “Atlântico” e a assunção do Comando do navio pelo Capitão de Mar e Guerra Giovani Corrêa.

A cerimônia foi presidida pelo Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, Chefe do Estado-Maior da Armada, e contou com a presença do Embaixador do Brasil junto ao Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, Senhor Eduardo dos Santos e o Comandante da Esquadra da Marinha do Reino Unido, Vice-Almirante Ben Key. A senhora Patrícia Monteiro da Costa, madrinha do navio, conduziu, a bordo, o primeiro Cerimonial à Bandeira.

O navio somará à Marinha do Brasil importantes capacidades anfíbias e de operações navais com helicópteros embarcados para a manutenção da segurança do Atlântico Sul e a defesa dos interesses marítimos do País em qualquer parte do planeta.

Projetado para operar com até sete aeronaves em seu convoo e 12 no hangar, pode transportar Grupamentos Operativos de 500 a 800 Fuzileiros Navais e projetá-los por movimentos helitransportados, ou por superfície, empregando suas quatro lanchas de desembarque, a partir de uma distância de até 200 milhas da costa (cerca de 321 km). Possui, ainda, diversas salas de planejamento para uso de Estado-Maior.

É dotado de um Sistema de Combate que integra o Sistema de Comando e Controle LPH CMS, quatro canhões de 30mm DS30M Mk2, dois Radares 1007, um Radar 1008 e do moderníssimo Radar Artisan 3D 997, com elevada capacidade de detecção e acompanhamento.

Nas próximas três semanas, o navio passará por um intenso programa de treinamentos no porto e no mar com o reconhecido e rigoroso Centro de Instrução da Marinha do Reino Unido Flag Officer Sea Training. A chegada ao Brasil está prevista para o final de agosto, em data próxima ao aniversário da Aviação Naval.


FONTE: https://www.naval.com.br/blog/2018/06/30/porta-helicopteros-multiproposito-phm-atlantico-e-incorporado-a-marinha-do-brasil/
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1330 em: Julho 07, 2018, 02:18:06 am »
 

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1331 em: Julho 07, 2018, 02:21:42 am »

Incorporação do Porta Helicópteros Multipropósito Atlântico (A 140)
 

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1332 em: Julho 07, 2018, 02:33:00 am »
DGS Defense entrega embarcação multimissão blindada à Marinha do Brasil


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A DGS Defense, Empresa Estratégica de Defesa, vai apresentar a DGS 888RAPTOR, sua nova embarcação multimissão totalmente blindada, na feira Rio
International Defense Exhibition (RIDEX), que acontece nos próximos dias 27, 28 e 29 de junho, no Píer Mauá, no Rio de Janeiro. Após a RIDEX 2018, que reúne empresas das áreas de Defesa, Segurança e Offshore, a nova DGS 888 RAPTOR será entregue à Marinha do Brasil.

A família de embarcações táticas multimissão DGS RAPTOR, composta por três modelos – DGS 650 RAPTOR, DGS 888 RAPTOR e DGS 1200 RAPTOR –, é uma avançada plataforma projetada para fornecer mobilidade tática e suporte de fogo em ambientes ribeirinhos e litorâneos. O design patenteado da família RAPTOR é resultado de mais de 11 anos de experiência no projeto e fabricação de embarcações exclusivamente militares.

Principais características técnicas

Alta velocidade
Alta estabilidade
Insubmergível
Material retardante a chamas
Grande facilidade de customização
Grande autonomia
Alta capacidade de manobra em lugares restritos
Baixo calado operacional
Capacidade de carga superior a 2.000 kg
Radar de alta definição
Cabines de comando blindadas abertas e fechadas, nível de proteção NIJ III –
STANAG 01
Grande volume de fogo (2 pedestais compatíveis com metralhadoras calibre 0.50” /
7,62 mm na proa e popa e 2 pedestais para 7,62 mm em ambos os bordos)
Pacote eletro-óptico (FLIR) para imageamento diurno e Infravermelho (Termal)
Elevada estabilidade lateral, o que facilita e otimiza o emprego do armamento
instalado nos pedestais, bem como do armamento portátil
Baixo custo de operação e manutenção
Longo ciclo de vida

FONTE http://www.defesaaereanaval.com.br/ridex-dgs-defense-entrega-embarcacao-multimissao-blindada-a-marinha-do-brasil/
 

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Vitor Santos

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1333 em: Julho 07, 2018, 03:26:32 am »
H225M (UH-15 B) da Marinha do Brasil, no convoo do NDM Bahia - Foto: Eny Miranda
 

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Re: Marinha do Brasil
« Responder #1334 em: Julho 07, 2018, 10:39:32 pm »

ADEREX-I/2018
 

 

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