Substituição dos Lynx

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Lightning

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« Responder #75 em: Outubro 22, 2008, 08:39:11 pm »
Citação de: "Sintra"
Se os Royal Marines não têm helis de ataque, se a Marine Nationale também não tem helis de ataque, se a Marinha Chinesa também não tem helis de ataque...


A China não sei como funciona mas os Britânicos e os Franceses:

Na Marinhal Real, que tem a sua propria força de aviação naval, existe a Força de Helicopteros Commando que serve para apoiar desembarques anfíbios, a maior parte das esquadras desta força operam Sea Kings para transporte dos Marines mas, também tem uma esquadra de Lynxs do Exército com armamento anti-tanque, fala-se em substitui-los por Apaches do Exército Britânico previamente navalizados.

http://en.wikipedia.org/wiki/Commando_Helicopter_Force

Na França, os Marines como força de desembarque, são unidades do Exército e não da Marinha como é comum na maior parte das nações, logo os meios aéreos que os apoiam também são do Exército, a Marinha apenas os transporta da França para a costa onde querem desembarcar, assim num futuro proximo poderemos ver, os LHD da Marinha Francesa a desembarcar Marines do Exército, apoiados por Tigers do Exército.

http://en.wikipedia.org/wiki/Troupes_de_Marine
http://en.wikipedia.org/wiki/French_Army_Light_Aviation
 

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Sintra

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« Responder #76 em: Outubro 23, 2008, 12:30:33 pm »
Citação de: "Lightning"
Citação de: "Sintra"
Se os Royal Marines não têm helis de ataque, se a Marine Nationale também não tem helis de ataque, se a Marinha Chinesa também não tem helis de ataque...

A China não sei como funciona mas os Britânicos e os Franceses:

Na Marinhal Real, que tem a sua propria força de aviação naval, existe a Força de Helicopteros Commando que serve para apoiar desembarques anfíbios, a maior parte das esquadras desta força operam Sea Kings para transporte dos Marines mas, também tem uma esquadra de Lynxs do Exército com armamento anti-tanque, fala-se em substitui-los por Apaches do Exército Britânico previamente navalizados.

http://en.wikipedia.org/wiki/Commando_Helicopter_Force

Na França, os Marines como força de desembarque, são unidades do Exército e não da Marinha como é comum na maior parte das nações, logo os meios aéreos que os apoiam também são do Exército, a Marinha apenas os transporta da França para a costa onde querem desembarcar, assim num futuro proximo poderemos ver, os LHD da Marinha Francesa a desembarcar Marines do Exército, apoiados por Tigers do Exército.

http://en.wikipedia.org/wiki/Troupes_de_Marine
http://en.wikipedia.org/wiki/French_Army_Light_Aviation


 Lightning

 Como é obvio eu estava a referir-me ao facto de nem a RN ou a Marine Nationale não disporem de helicopteros de ataque.

 E a Marine Nationale Francesa dispõe de uma brigada de Fuzileiros orgânica pertencente à Marinha propriamente dita, não estando de forma nenhuma dependente do exercito para efectuar missões de desembarque...

http://www.defense.gouv.fr/marine/decou ... dos_marine
 

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Firefigther

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« Responder #77 em: Outubro 23, 2008, 02:23:21 pm »
User Sintra , voçê vem para aqui manda meia-duzia d larachas que depois s vêm a revelar serem falsas , aconselho-o a preparar-se melhor antes d vir aqui com ares de ser superior que sabe mt ( mas depois demonstra que ñ sabe nada ) . . . E já agora msm o que disse-s fosse verdade ñ é por as outras armadas ñ terem , que nós ñ poderia-mos a vir ter . . . Que me lembre Portugal lutou duas vezes pela sua indepencia e conseguio a obter por isso ñ deve-mos seguir metodos , ideias iguais aos outros mas sim inovar , criar novas ideias . . .
Se for minimamente estudioso de historia notará que em relação a grandes vitorias em guerras no passado ,  mts delas foram obtidas por inovações no campo de batalha , quer as mesmas fossem em uma nova arma em si ou na novo/a  método/metodologia em liderar unidades d combate (ex: os Nazis antes da WWA II , simplesmente ao soldar as placas de metal do casco do navio e ñ colocar os arrebites tradicionais na construção naval da altura , reduzio o seu peso respeitando assim a sanção que lhe tinha sido imposta depois da Primeira grande guerra e pode armar fortemente os seus navios de guerra d tal forma que depois resultou infelizmente na estrondosa vitoria dos Nazis ). . .


Diz que ñ há dinheiro , esse é o motivo que apresenta e depois fala em numeros e mais numeros do orçamento americano que para mim como Português ñ têm interesse nenhum . . . Se o problema é dinheiro (um exemplo de contenção de despesas : o Lynx têm uma guarnição d 3 pessoas e o Cobra só de 2) ou melhor dizendo a falta dele  então faça-mos como na Islândia deixa-mos d ter forças armadas e a Nato que assegure a nossa segurança de ataques externos , é da maneira que os nosos impostos diminuem um bocadinho e será uma ajuda imensa pra que o nosso "defice" para que ele seja menor . . .

O que eu digo acho ser possivel basta que em vez d s comprar mais Lynx porque tere-mos que  comprar mais com a vinda da Classe Bartolomeu Dias , compre-se helicopteros d Ataque " tipo Cobra ou similares " para apoiar os fuzileiros e ñ só , porque eles podem fazer outros tipos d funções. . .

Agora será que alguem me pode dizer qt custa em média a aquisição e manutenção de um Lynx e a de um helicoptero d Ataque estilo "Cobra" ???. . .



User Ligthning qd falo no apoio a fuzileiros por parte de um helicoptero de Ataque claro que ñ será somente no desembarque em costa , ( embora qd voçê poem em questão esse desembarque em costa hostil ñ fazer sentido ou ñ poder vir aconteçer , eu o relembro novamente que já o fize-mos aquando o conflito na Guiné e olhe que ñ eram 200 homens , eram mt menos :-) . . . ou voçê sabe alguma coisa mais d concreto sobre esse tal Navio Polivalente que Portugal queria obter ???? . . .
« Última modificação: Outubro 23, 2008, 02:48:20 pm por Firefigther »
 

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Lightning

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« Responder #78 em: Outubro 23, 2008, 02:41:32 pm »
Citação de: "Sintra"
Como é obvio eu estava a referir-me ao facto de nem a RN ou a Marine Nationale não disporem de helicopteros de ataque.

 E a Marine Nationale Francesa dispõe de uma brigada de Fuzileiros orgânica pertencente à Marinha propriamente dita, não estando de forma nenhuma dependente do exercito para efectuar missões de desembarque...

http://www.defense.gouv.fr/marine/decou ... dos_marine

Então aconselho-o a ler o site que colocou, não está escrito em lado nenhum que fazem desembarques anfíbios, não deve confundir as funções dos Fuzileiros da Marinha com as funções dos Comandos da Marinha e esqueça isso da Brigada que eles são só 1.700 militares divididos em 2 grupos, 1.200 Fuzileiros e 500 Comandos.

Citar
Les fusiliers marins
Les compagnies de fusiliers marins sont des formations spécialisées dans la protection et la défense des points sensibles à terre de la Marine.
Elles regroupent 1200 personnes environ.
Formant corps, elles sont, dès le temps de paix, mises pour emploi auprès des autorités maritimes pour assurer la protection des sites sensibles dont elles ont la responsabilité


Isso numa tradução meia tosca, refere que os Fuzileiros da Marinha são especializados na defesa de pontos sensiveis pertencentes à Marinha, em terra, isto é, fazem o mesmo que o Batalhão de Fuzileiros nº1 e a Unidade da Polícia Naval, mas não fazem o mesmo que o Batalhão Ligeiro de Desembarque.

Os Comandos da Marinha são equivalentes ao nosso Destacamento de Acções Especiais, e esses sim fazem desembarques anfíbios, mas são forças de operações especiais e não infantaria anfíbia.
 

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Lightning

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« Responder #79 em: Outubro 23, 2008, 05:59:35 pm »
Citação de: "Firefigther"
o Lynx têm uma guarnição d 3 pessoas e o Cobra só de 2)

O que é que tem um helicóptero a ver com o outro? São aeronaves com funções distintas. Ou quer por um helicoptero de ataque a lançar torpedos?

Citar
ou melhor dizendo a falta dele  então faça-mos como na Islândia deixa-mos d ter forças armadas e a Nato que assegure a nossa segurança de ataques externos , é da maneira que os nosos impostos diminuem um bocadinho e será uma ajuda imensa pra que o nosso "defice" para que ele seja menor . . .

Então para si, se não der para termos helicopteros de ataque na Marinha não vale a pena ter Forças Armadas?

Citar
O que eu digo acho ser possivel basta que em vez d s comprar mais Lynx porque tere-mos que  comprar mais com a vinda da Classe Bartolomeu Dias , compre-se helicopteros d Ataque " tipo Cobra ou similares " para apoiar os fuzileiros e ñ só , porque eles podem fazer outros tipos d funções. . .

Em primeiro lugar a Marinha tem mais necessidade de Lynxs do que de helicopteros de ataque, porque a função principal da Marinha é combater no mar e o Lynx dá muito mais jeito para caçar submarinos ou transportar uma equipa de abordagem do que um helicoptero de ataque. E gostava de saber que outras funções pode um helicoptero de ataque fazer além de disparar misseis, rockets ou o canhão.

Citar
eu o relembro novamente que já o fize-mos aquando o conflito na Guiné e olhe que ñ eram 200 homens , eram mt menos :-) . . . ou voçê sabe alguma coisa mais d concreto sobre esse tal Navio Polivalente que Portugal queria obter ???? . . .


Mas mesmo com a existencia de um navio do género, a Marinha não vai comprar helicopteros de ataque para operar a partir deles, o mais parecido que poderia acontecer seria o Exército adquirir helicopteros de ataque (que também não pensa ter) que tivessem capacidade de embarcar em navios (como fazem os britânicos). É que se a Marinha nem pensa em ter helicopteros de transporte, nem pensar em helicopteros de ataque.

Mas não quero que pense que estou aqui só para o contradizer, só estou a tentar ser realista, toda a gente pode ter as suas ideias e opiniões, eu também gostava que a Marinha tivesse um Porta-aviões  :D .
 

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Firefigther

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« Responder #80 em: Outubro 24, 2008, 01:37:54 am »
Eu adoraria que a Marinha tive-se optado pelos Submarinos Nucleares mas enfim . . .
 

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LuisC

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« Responder #81 em: Outubro 25, 2008, 02:24:33 am »
E de preferência com uns quantos SLBM Trident II.   :lol:
 

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jmg

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« Responder #82 em: Outubro 25, 2008, 10:47:04 am »
Citação de: "Lightning"

Em primeiro lugar a Marinha tem mais necessidade de Lynxs do que de helicopteros de ataque, porque a função principal da Marinha é combater no mar e o Lynx dá muito mais jeito para caçar submarinos ou transportar uma equipa de abordagem do que um helicoptero de ataque. E gostava de saber que outras funções pode um helicoptero de ataque fazer além de disparar misseis, rockets ou o canhão.


E não podemos esquecer que a maioria dos helicopteros podem ser equipados com metralhadoras para apoiar as tropas em terra em conflitos de baixa intensidade (O IN normalmente nestas situações é composto por tropas apeadas e não dispõe de meios blindados).
Lembro o exemplo dos alouettes helicanhão que faziam missões de apoio em ultramar.
Assim para missões como a evacuação da Guinée, helis com metralhadora deverão ser suficientes.
Uma dúvida agora para quem conhece o Lynx: Este sistema existe se sim temos em Portugal? Ou deve ser feito uma adaptação/bricolage?
Não te fies de mim, se te faltar valentia.
(Inscrição gravada num antigo punhal.Autor desconhecido)

ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
 

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Lightning

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« Responder #83 em: Outubro 25, 2008, 02:32:05 pm »
Citação de: "jmg"
Uma dúvida agora para quem conhece o Lynx: Este sistema existe se sim temos em Portugal? Ou deve ser feito uma adaptação/bricolage?


Na Royal Navy existe.
 

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luis filipe silva

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« Responder #84 em: Outubro 25, 2008, 02:34:13 pm »
Citar
Uma dúvida agora para quem conhece o Lynx: Este sistema existe se sim temos em Portugal? Ou deve ser feito uma adaptação/bricolage?

Creio que basta apertar um apoio com uns parafusos, e está pronto.
Agora voltando aos devaneios de um heli de ataque para a marinha, Na Guiné e no Congo, os Lynx voaram om autorização do governo guineense.
Não se entra por um país dentro de qualquer maneira em missão humanitária. Tem que ser com o aval das autoridades locais, e em vinte anos, só tivemos(fuzileiros) duas ou três ocasiões.
-----------------------------
saudações:
Luis Filipe Silva
 

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PereiraMarques

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« Responder #85 em: Março 03, 2009, 10:08:37 pm »
 

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Pedro Monteiro

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« Responder #86 em: Maio 06, 2009, 11:39:24 pm »
A revista espanhola "Fuerzas Militares del Mundo" publica na edição deste mês um trabalho sobre a Esquadrilha de Helicópteros da Marinha
http://pedromonteiro-photography.blogsp ... ation.html
Traz algumas novidades no plano da aquisição de equipamentos para os Lynx, um programa já em curso.

Cumprimentos,
Pedro Monteiro
 

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pchunter

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Re: Substituição dos Lynx
« Responder #87 em: Novembro 16, 2009, 07:32:01 pm »
Para substituir os Lynx nada melhor que um Lynx melhor :wink:

Lynx Wildcat helicopter makes first flight Dubai Air Show


By Craig Hoyle

The UK armed forces' new Lynx Wildcat helicopter made its first flight on 12 November, with the programme milestone to boost AgustaWestland's marketing efforts for the internationally branded AW159 during the Dubai air show.The AW149 multi-role military medium twin helicopter meanwhile completed its maiden flight the following day, at AgustaWestland's Vergiate plant in Italy.

The AW159's flight debut at the company's Yeovil, UK site included "a range of general handling checks", says AgustaWestland. Flown by chief test pilot Donald Maclaine, "the aircraft performed as expected", it adds. Carrying the military registration ZZ400, the helicopter was painted in British Army markings for its debut.

A new-generation development of the ubiquitous Lynx light transport and maritime helicopter flown by 14 nations, the AW159 is powered by two Honeywell/Rolls-Royce LHTEC CTS800-4N engines. These can produce a combined 2,560shp (1,910kW), and give the roughly 6t aircraft "exceptional hot and high performance", its manufacturer says.

The UK Ministry of Defence signed a contract for the then-named Future Lynx aircraft in June 2006, with AgustaWestland to deliver 34 to the British Army and 28 to the UK Royal Navy under the deal. The company says its development programme "continues to be on time and on budget", with a further two aircraft to enter flight-testing next year.

The first Lynx Wildcat will be handed over in 2011, and the type will enter full service with the army in 2014 and navy in 2015. Their two variants will be around 98% common in airframe and system design.

AgustaWestland began its international marketing efforts with the AW159 earlier this year. The type will "continue the remarkable success the Lynx has achieved in service worldwide", it says. "The AW159 will be the most cost-effective, capable and advanced helicopter in its class," claims AgustaWestland chief executive Giuseppe Orsi.

"We believe there is good potential for the aircraft in the Middle East and North Africa," says a company source. Existing regional operators of its legacy Lynx and Super Lynx designs include Nigeria and Oman, while Algeria is awaiting delivery of its first example.The AW149 is on offer for Ankara's Turkish utility helicopter programme requirement, where it faces competition from Sikorsky's T-70 Black Hawk.

Flown by AgustaWestland chief test pilot Giuseppe Lo Coco, the aircraft made a 20min flight that included an assessment of the helicopter's general handling and basic systems. The first helicopter will be followed by a second prototype in 2010 with the aim of achieving initial operational capability in 2014.



http://www.agustawestland.com/mediagallery?tid_1=248&tid=All&keys=

http://theasiandefence.blogspot.com/
 

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Charlie Jaguar

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Re: Substituição dos Lynx
« Responder #88 em: Dezembro 17, 2009, 09:06:13 pm »
Citação de: "Lightning"
Citação de: "jmg"
Uma dúvida agora para quem conhece o Lynx: Este sistema existe se sim temos em Portugal? Ou deve ser feito uma adaptação/bricolage?


Na Royal Navy existe.

O sistema M3M da FN Herstal está a ser adquirido por boa parte dos clientes do Super Lynx. Mais dois exemplos:

Alemanha




Dinamarca



E sim, existe em Portugal, não é bricolage algum.

Citar
La Marina portuguesa dotará a su flota de helicópteros AgustaWestland Super Lynx MK-95 con equipos de protección, para lo cual se adquirieron dos ametralladoras pesadas de 12,7 mm. FN Herstal M3M MKIII en soporte y cinco conjuntos de blindaje. Esta fuerza contribuirá con una de sus tres fragata MEKO 200PN Mod III al dispositivo naval internacional desplegado en las costas de Somalia para combatir la piratería marítima. La Escuadrilla de Helicópteros de la Marina (EHM), con sede en la Base Aérea Nº 6 do Montijo, cuenta con cinco ejemplares operados desde esas fragatas de la clase Vasco da Gama y las Tipo M (la segunda de las cuales, la F334 NRP Dom Francisco de Almeida, se entregará en enero de 2010) de la clase Bartolomeu Dias en misiones de lucha antisubmarina y antisuperficie, búsqueda y salvamento, abordaje táctico y transporte logístico. Una MK3M fue provisionalmente cedida por la Marina alemana, que opera este tipo de armamento en sus helicópteros Super Lynx MK88A (Victor M.S. Barreira, corresponsal de Grupo Edefa en Portugal).
 http://www.defensa.com/index.php?option ... Itemid=186


http://barcoavista.blogspot.com/2009/06 ... arnha.html

 :arrow: http://www.the-grey-lynx.com/armamento/armament_m3m.htm
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 

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dc

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Re: Substituição dos Lynx
« Responder #89 em: Agosto 17, 2010, 04:01:09 pm »
Boas
Seria possivel modernizar os actuais Lynx da Marinha para AW-159 Lynx Wildcat ?
Cumps
 

 

Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama

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