Enfermeiros Militares

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saojorgexercito

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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #15 em: Março 16, 2013, 11:19:40 pm »
Está a fazer mais de 20 anos que aprendi a fazer o mesmo simplesmente juntando os cintos das calças. Sério.  :D
As Forças Armadas são o espelho da Nação ... e da visão de quem a governa.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #16 em: Maio 02, 2013, 10:50:16 am »
Não é do Exército nem são enfermeiros, mas achei desnecessário criar outro tópico:


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Curso de Emergência em Combate

Decorreu no passado mês de Fevereiro, no Centro de Simulação Médica da Marinha (CSMM), a primeira edição do Curso de Emergência em Combate (ASS30).
Este curso, com a duração total de 36 horas distribuídas por 6 dias (10 horas teóricas e 26 horas práticas), foi ministrado por oficiais e sargentos das classes de médicos navais (MN), enfermeiros (HE), fuzileiros (FZ) e mergulhadores (U).
O objetivo é dotar oficiais, sargentos e praças da Marinha Portuguesa com o conhecimento e competências técnicas necessárias ao desempenho de funções de socorrismo sob fogo, sobretudo os que participam em missões de maior risco.
Considerando a tipologia das operações em que o isolamento dos militares longe das linhas amigas (ações de profundidade) é mais provável, o risco de ocorrência de incidentes na atividade operacional é maior.
Dado que a evacuação dum militar em operação pode ser mais demorada, este curso visa facultar uma formação mais exigente em termos de suporte de vida. Assim como um maior domínio da utilização de recursos/dispositivos médicos no terreno quando comparado com outros cursos de socorrismo também ministrados no CSMM.
Neste sentido, foram nomeados oito fuzileiros que integram o Destacamento de Ações Especiais (DAE), Batalhão Nº2 e Escola de Fuzileiros e três mergulhadores do Destacamento de Mergulhadores Sapadores.
O desenho do curso e o desenvolvimento dos seus conteúdos – o manual dos alunos, as aulas teóricas, os cenários práticos e os métodos de avaliação - efetuaram-se em estreita colaboração do CSMM com o Centro de Medicina Naval (representado pelo 1TEN MN Duarte e Silva), com o Corpo de Fuzileiros (1SAR FZ Miranda Neto) e com a Esquadrilha de Submarinos (SAJ H Dias Melo).
O curso tem por base as orientações mais recentes do Tactical Combat Casualty Care (TCCC), concebido em 1996 pelo Comando Conjunto de Operações Especiais norte-americano como resposta à necessidade de associar ao Advanced Trauma Life Support (ATLS) e ao Prehospital Trauma Life Support (PHTLS) a componente prática e tática dos cenários de guerra, nomeadamente visibilidade reduzida, sob fogo inimigo, temperaturas extremas, ambientes e terrenos áridos e pantanosos, entre outros.
Também em Portugal, o ensino de primeiros-socorros assenta no pressuposto da proximidade à estrutura de assistência hospitalar. A Marinha, através do treino e avaliação contínuos das Unidades Navais, sempre tentou contornaresta “limitação” desenvolvendo meios de actuação próprios que permitissem o socorro eficaz e atempado em alto mar.
A importância da concretização do Curso de Emergência em Combate (ASS30), ultrapassa a regular formação em socorrismo, por se tratar dum curso inédito, com um conteúdo específico e exigente, vocacionado para o ambiente de combate. Resulta dum longo trabalho de pesquisa, adaptação e reflexão no sentido de adequar os conhecimentos de socorrismo universalmente aceites à realidade da guerra e da Marinha Portuguesa.
Os contextos militar e civil apresentam diferenças significativas na abordagem de situações de emergência médica: numa sala de emergência hospitalar assistir uma vítima de trauma é a missão principal, em cenário de guerra essa assistência é apenas uma parte.
Os prestadores de cuidados no contexto militar e civil diferem grandemente. Em contexto de guerra, o primeiro-socorro e estabilizaçãodas vítimas está totalmente dependente da capacidade de resposta e dos conhecimentos dos próprios indivíduos envolvidos no combate.
O equipamento disponível no “kit” de socorrismo é também menor que os dispositivos médicos de qualquer infraestrutura de saúde, por mais simples que seja, mas o domínio das técnicas capazes de salvar uma vida humana é um objetivo possível para o qual se direcionou toda a conceção do curso ASS30 – Emergência em Combate.
Globalmente pretende-se minimizar a vulnerabilidade dos militares sem reduzir os padrões de desempenho. Os três objetivos-chave do curso são: (1) tratamento do ferido, (2) prevenção de feridos adicionais e (3) cumprimento da missão. As competências táticas e de emergência pré-hospitalar são ensinadas e treinadas neste curso, agrupadas em três fases distintas: (1) primeiros-socorros sob fogo, (2) socorro no terreno tático e (3) evacuação tática de feridos em combate.
Numa primeira fase, em que se verifiquem vítimas em combate, as funções do socorrista resumem-se a orientar o próprio ferido para se auto-socorrer e transportá-lo para um abrigo quando possível, mantendo-se ambos a salvo do fogo hostil.
Quando a vítima estiver segura, é prestado o socorro visando a sua estabilização e posterior evacuação. O choque hipovolémico por hemorragia de feridas nos membros, o pneumotórax hipertensivo e os traumas associados à via aérea são considerados as causas de morte evitáveis em combate mais frequentes. O perfeito domínio da atuação nestas situações específicas é o tema principal das componentes teórica e prática do ASS30.
Por fim, a fase de evacuação tática, que inclui o relato verbal e escrito sobre o incidente e os cuidados de socorro já prestados à vítima, termina com a transferência da vítima para a equipa médica e o seu transporte para terreno não hostil.
Tratando-se duma primeira edição, foram naturalmente identificados conteúdos e cenários de aprendizagem prática que podem ser otimizados. Decorre ainda o debriefing do curso com o objetivo de que o feedback dos alunos e dos formadores, vertido nos opinogramas preenchidos por todos, permita aperfeiçoar o Curso de Emergência em Combate de forma a ir ao encontro da realidade da nossa Marinha e eventualmente vir a tornar esta formação num instrumento conjunto e combinado, disponível a outros ramos das Forças Armadas, Forças de Segurança nacionais e países da CPLP.

Filipa Albergaria
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 :arrow: http://www.marinha.pt/PT/noticiaseagend ... 63_MAI.pdf
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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saojorgexercito

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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #17 em: Maio 02, 2013, 07:47:09 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Não é do Exército nem são enfermeiros, mas achei desnecessário criar outro tópico:


Citar
Curso de Emergência em Combate



 :roll:

Siga a marinha que o exército está cansado!

Já agora fica aqui: https://www.tacmedsolutions.com/store/video.php
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Lightning

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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #18 em: Maio 02, 2013, 11:40:05 pm »
Também acho que tem relevância para o assunto, já não faço ideia é onde é que isto anda aqui no Forum :? .

http://www.operacional.pt/cuidados-de-e ... e-tactico/
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #19 em: Maio 03, 2013, 11:34:28 am »
Citação de: "saojorgexercito"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Não é do Exército nem são enfermeiros, mas achei desnecessário criar outro tópico:


Citar
Curso de Emergência em Combate



 :roll:

Siga a marinha que o exército está cansado!

Já agora fica aqui: https://www.tacmedsolutions.com/store/video.php


Eles basicamente estavam a dar o velho TAT (Tripulante de Ambulância de Transporte) a militares! :lol:  :evil:
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ACADO

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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #20 em: Maio 03, 2013, 02:58:20 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Não é do Exército nem são enfermeiros, mas achei desnecessário criar outro tópico:


Citar
Curso de Emergência em Combate

Decorreu no passado mês de Fevereiro, no Centro de Simulação Médica da Marinha (CSMM), a primeira edição do Curso de Emergência em Combate (ASS30).
Este curso, com a duração total de 36 horas distribuídas por 6 dias (10 horas teóricas e 26 horas práticas), foi ministrado por oficiais e sargentos das classes de médicos navais (MN), enfermeiros (HE), fuzileiros (FZ) e mergulhadores (U).
O objetivo é dotar oficiais, sargentos e praças da Marinha Portuguesa com o conhecimento e competências técnicas necessárias ao desempenho de funções de socorrismo sob fogo, sobretudo os que participam em missões de maior risco.
Considerando a tipologia das operações em que o isolamento dos militares longe das linhas amigas (ações de profundidade) é mais provável, o risco de ocorrência de incidentes na atividade operacional é maior.
Dado que a evacuação dum militar em operação pode ser mais demorada, este curso visa facultar uma formação mais exigente em termos de suporte de vida. Assim como um maior domínio da utilização de recursos/dispositivos médicos no terreno quando comparado com outros cursos de socorrismo também ministrados no CSMM.
Neste sentido, foram nomeados oito fuzileiros que integram o Destacamento de Ações Especiais (DAE), Batalhão Nº2 e Escola de Fuzileiros e três mergulhadores do Destacamento de Mergulhadores Sapadores.
O desenho do curso e o desenvolvimento dos seus conteúdos – o manual dos alunos, as aulas teóricas, os cenários práticos e os métodos de avaliação - efetuaram-se em estreita colaboração do CSMM com o Centro de Medicina Naval (representado pelo 1TEN MN Duarte e Silva), com o Corpo de Fuzileiros (1SAR FZ Miranda Neto) e com a Esquadrilha de Submarinos (SAJ H Dias Melo).
O curso tem por base as orientações mais recentes do Tactical Combat Casualty Care (TCCC), concebido em 1996 pelo Comando Conjunto de Operações Especiais norte-americano como resposta à necessidade de associar ao Advanced Trauma Life Support (ATLS) e ao Prehospital Trauma Life Support (PHTLS) a componente prática e tática dos cenários de guerra, nomeadamente visibilidade reduzida, sob fogo inimigo, temperaturas extremas, ambientes e terrenos áridos e pantanosos, entre outros.
Também em Portugal, o ensino de primeiros-socorros assenta no pressuposto da proximidade à estrutura de assistência hospitalar. A Marinha, através do treino e avaliação contínuos das Unidades Navais, sempre tentou contornaresta “limitação” desenvolvendo meios de actuação próprios que permitissem o socorro eficaz e atempado em alto mar.
A importância da concretização do Curso de Emergência em Combate (ASS30), ultrapassa a regular formação em socorrismo, por se tratar dum curso inédito, com um conteúdo específico e exigente, vocacionado para o ambiente de combate. Resulta dum longo trabalho de pesquisa, adaptação e reflexão no sentido de adequar os conhecimentos de socorrismo universalmente aceites à realidade da guerra e da Marinha Portuguesa.
Os contextos militar e civil apresentam diferenças significativas na abordagem de situações de emergência médica: numa sala de emergência hospitalar assistir uma vítima de trauma é a missão principal, em cenário de guerra essa assistência é apenas uma parte.
Os prestadores de cuidados no contexto militar e civil diferem grandemente. Em contexto de guerra, o primeiro-socorro e estabilizaçãodas vítimas está totalmente dependente da capacidade de resposta e dos conhecimentos dos próprios indivíduos envolvidos no combate.
O equipamento disponível no “kit” de socorrismo é também menor que os dispositivos médicos de qualquer infraestrutura de saúde, por mais simples que seja, mas o domínio das técnicas capazes de salvar uma vida humana é um objetivo possível para o qual se direcionou toda a conceção do curso ASS30 – Emergência em Combate.
Globalmente pretende-se minimizar a vulnerabilidade dos militares sem reduzir os padrões de desempenho. Os três objetivos-chave do curso são: (1) tratamento do ferido, (2) prevenção de feridos adicionais e (3) cumprimento da missão. As competências táticas e de emergência pré-hospitalar são ensinadas e treinadas neste curso, agrupadas em três fases distintas: (1) primeiros-socorros sob fogo, (2) socorro no terreno tático e (3) evacuação tática de feridos em combate.
Numa primeira fase, em que se verifiquem vítimas em combate, as funções do socorrista resumem-se a orientar o próprio ferido para se auto-socorrer e transportá-lo para um abrigo quando possível, mantendo-se ambos a salvo do fogo hostil.
Quando a vítima estiver segura, é prestado o socorro visando a sua estabilização e posterior evacuação. O choque hipovolémico por hemorragia de feridas nos membros, o pneumotórax hipertensivo e os traumas associados à via aérea são considerados as causas de morte evitáveis em combate mais frequentes. O perfeito domínio da atuação nestas situações específicas é o tema principal das componentes teórica e prática do ASS30.
Por fim, a fase de evacuação tática, que inclui o relato verbal e escrito sobre o incidente e os cuidados de socorro já prestados à vítima, termina com a transferência da vítima para a equipa médica e o seu transporte para terreno não hostil.
Tratando-se duma primeira edição, foram naturalmente identificados conteúdos e cenários de aprendizagem prática que podem ser otimizados. Decorre ainda o debriefing do curso com o objetivo de que o feedback dos alunos e dos formadores, vertido nos opinogramas preenchidos por todos, permita aperfeiçoar o Curso de Emergência em Combate de forma a ir ao encontro da realidade da nossa Marinha e eventualmente vir a tornar esta formação num instrumento conjunto e combinado, disponível a outros ramos das Forças Armadas, Forças de Segurança nacionais e países da CPLP.

Filipa Albergaria
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O 1º as303 ou la o que lhe chamem poderá ser. Agora o 1º curso deste género nao foi de certeza...
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Cabeça de Martelo

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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #21 em: Maio 03, 2013, 04:13:58 pm »
ACADO 2010/11?
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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tiagodiasfz

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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #22 em: Agosto 28, 2014, 02:58:25 pm »
só tenho uma pergunta qual foi a ultima vez que um enfermeiro entrou realmente em combate, ou tem alguma noção do tC3 (Tactical Combat Casualty Care) sobre fogo ou alguma coisa dessas ?isto devia ser dado aos militares que não são enfermeiros porque eles efectivamente é que estão na acção o TC3 é feito no local e como não existe enfermeiros no local só chegam depois quando é efectuado os casevacs e os medevacs  e mesmo assim não ficam la e só recolher o ferido e sair dali porque eles não vão trata-lo sobre fogo, acho caricato estarem a dar este curso a quem nunca vai para o meio do combate isto devia fazer parte é de todos os cursos de formação de militares mas isto sou só eu a dizer que sou praça e tenho uma perspectiva diferente sei la. E só mais um à parte o exercito faz isto faz uma enorme publicidade convida médicos americanos para dar esta formação... isto foi feito na marinha já a muito tempo e agora é preciso vir alguém de fora para nos certificar ????? então que curso é que a marinha teve a dar este tempo todo? onde estava a certificação dos militares que frequentaram este curso ??? mas prontos isto é só a minha opinião.
 

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Clausewitz

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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #23 em: Agosto 28, 2014, 04:09:50 pm »
tiagodiasfz, leu a mensagem antes de comentar? Convem ler, para não debitar frases sem sentido. O Cabeça de Martelo até se deu ao trabalho de destacar algumas partes.

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isto devia ser dado aos militares que não são enfermeiros porque eles efectivamente é que estão na acção o TC3 é feito no local e como não existe enfermeiros no local só chegam depois quando é efectuado os casevacs e os medevacs e mesmo assim não ficam la e só recolher o ferido e sair dali porque eles não vão trata-lo sobre fogo, acho caricato estarem a dar este curso a quem nunca vai para o meio do combate

O curso foi dirigido a militares do Destacamento de Ações Especiais (DAE), Batalhão de Fuzileiros Nº2, Escola de Fuzileiros e Destacamento de Mergulhadores Sapadores.

Citar
E só mais um à parte o exercito faz isto faz uma enorme publicidade convida médicos americanos para dar esta formação... isto foi feito na marinha já a muito tempo e agora é preciso vir alguém de fora para nos certificar ?????

O curso foi dado pela Marinha e não pelo Exército. A formação foi ministrado por "oficiais e sargentos das classes de médicos navais (MN), enfermeiros (HE), fuzileiros (FZ) e mergulhadores (U)."
"O desenho do curso e o desenvolvimento dos seus conteúdos – o manual dos alunos, as aulas teóricas, os cenários práticos e os métodos de avaliação - efetuaram-se em estreita colaboração do CSMM com o Centro de Medicina Naval (representado pelo 1TEN MN Duarte e Silva), com o Corpo de Fuzileiros (1SAR FZ Miranda Neto) e com a Esquadrilha de Submarinos (SAJ H Dias Melo)."

Não consta que tenham vindo médicos americanos dar esta formação ou certificá-la. O que é dito é que o curso tem por base as orientações mais recentes de TCCC do JSOC.

Citar
isto devia fazer parte é de todos os cursos de formação de militares

Concordo que este tema deve fazer parte da formação geral e ser praticado e reciclado regularmente, mas é necessário existir formação diferenciada e mais aprofundada para alguns indivíduos e unidades, principalmente de operações especiais.
 

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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #24 em: Março 12, 2015, 06:26:18 pm »





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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #25 em: Maio 08, 2015, 02:53:24 pm »
Os nossos enfermeiros militares deviam era fazer este cursinho... :twisted:


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CPT Sarah Cudd from Public Health Command, Fort Knox is only 1 of the 46 candidates who earned the EFMB yesterday at Fort Dix, NJ..27 April 2015. This is her last few seconds of the 12 Mile Foot March. The Foot March is the last event of the Expert Field Medical Badge (EFMB), and must be completed within 3 hours. If you want it, you have to go get it. Watch this video. This EFMB candidate wanted it, and she got it. It took heart, guts, determination, falling down and getting up, and a little motivation from the crowd to get across the finish line. Check this out.

Final de uma marcha de 12 milhas (19,3 km).
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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #27 em: Abril 20, 2016, 07:17:54 pm »










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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #28 em: Setembro 01, 2016, 08:43:15 pm »

Earning The Expert Field Medical Badge
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United States Army Soldiers take part in the Expert Field Medical Badge (EFMB) testing at Schofield Barracks, Hawaii. The Expert Field Medical Badge (EFMB) is a Army special skills badge first created in 1965. This badge is the non-combat equivalent of the Combat Medical Badge and is awarded to U.S. military personnel who successfully complete a set of qualification tests. 163 Soldiers started the testing in this event with only 21 receiving their EFMB. The Soldiers were tested on evaluating a casualty under fire, day and night land navigation, a 12 mile ruck march and other various medical and combat related Soldier skills. With only a 17%, pass rate, the EFMB one of the most difficult and prestigious Army special skill badges to earn
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Re: Enfermeiros Militares
« Responder #29 em: Outubro 04, 2016, 12:27:18 pm »
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