Covilhã constrói aviões ligeiros

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Lancero

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Covilhã constrói aviões ligeiros
« em: Março 31, 2008, 02:49:34 pm »
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Aviação: Aleia instala-se na Covilhã para produzir aviões ligeiros

Covilhã, Castelo Branco, 31 Mar (Lusa) - A Covilhã vai produzir aviões  ligeiros através da Aleia, sociedade que junta capitais portugueses e franceses,  anunciaram num comunicado conjunto a empresa, Câmara da Covilhã e Universidade  da Beira Interior.  

 

   A Aleia - Indústria Aeronáutica de Portugal vai instalar a sede social  e uma linha de montagem de aeronaves em terrenos negociados com a Câmara  da Covilhã, próximos do Aeródromo Municipal.  

 

   A empresa vai fabricar peças para aviões numa sociedade aeronáutica  de capitais francesas de que faz parte e vai conceber uma gama própria de  aeronaves.    

 

   O objectivo passa por "entregar aeronaves certificadas a clientes finais  antes do Verão de 2009 e produzir e entregar na Covilhã aproximadamente  250 aviões por ano de três tipologias diferentes a partir do ano de 2014".  

 

   "Existe ainda o objectivo de colocar em voo, antes do final do primeiro  semestre de 2010, dois protótipos da gama de aviões da Aleia", acrescenta  o comunicado conjunto do presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto,  do reitor da UBI, Santos Silva e do presidente da Aleia, Jean Quiquempoix.  

 

   A empresa inclui capitais da Dyn'Aéro, sociedade francesa que concebe  aviões ligeiros e que já está presente em Portugal, e da a Equip'Aéro, uma  empresa francesa de equipamentos aeronáuticos com sede em Toulouse.  

 

   Do lado português, estão incluídas a Spinworks, gabinete português de  estudos aeronáuticos sediado em Lisboa, e a Plasdan, empresa portuguesa  ligada à indústria de moldes na Marinha Grande.  

 

   Os aviões a fabricar na Covilhã deverão incluir tecnologia de última  geração e utilizar um motor desenvolvido desde 2002 pela empresa francesa  Price-Induction premiado pela AAAF - Association des Ingenieurs Aéronautiques  Français no último ano.  

 

   A Aleia vai colaborar ainda com Universidade da Beira Interior (UBI)  nas áreas da investigação e desenvolvimento.  

 

   A apresentação pública da empresa e do investimento está marcada para  14 de Abril, no salão nobre dos Paços do concelho.  
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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comanche

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« Responder #1 em: Março 31, 2008, 06:53:28 pm »
Boa notícia, já tinha lido um artigo no expresso deste fim de semana a comentar esta notícia, querem construir um cluster na Covilhã ligado á industria aeronautica, aproveitando a colaboração da UBI e a fácil captação dos futuros engenheiros do curso de engenharia aeronautica.
Seria optimo para Portugal ter dois clusters, um na Covilhã e outro em Évora.
 

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André

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« Responder #2 em: Abril 02, 2008, 12:47:36 pm »
Empresa luso-francesa vai construir jactos na Covilhã

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Uma empresa de aeronáutica luso-francesa vai produzir aviões a jacto, na Covilhã a partir de 2011, revela a TSF.
De acordo com a estação de rádio, a empresa em questão, Aleia, de capitais luso-franceses, espera ter um volume de negócios anual de 160 milhões de euros, fruto da construção de aviões a jacto de quatro e seis lugares, «integralmente concebidos, construídos e montados na Covilhã a partir de 2011».

A par destes projectos, a Aleia espera ainda desenvolver outros projectos de maior fôlego, como «mini-jets», aeronaves que, segundo a gerente da CEBATE - Criação de Empresas de Base Tecnológica, responsável pela fixação deste investimento, «o mercado procura», com «base num motor desenvolvido em França».

Maria de Jesus Botelho, a gerente da empresa, adiantou, em declarações à TSF, que, em 2010, os protótipos de aviões a jacto estarão a voar, para depois se iniciar a produção em paralelo com os ultra-ligeiros.

O projecto vai criar «20 postos de trabalho directos» e exigir um investimento de «7,5 milhões de euros, que deverá ser aumentado» quando os «mini-jets» forem desenvolvidos, acrescentou a mesma responsável.

Diário Digital / Lusa

 

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Lancero

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« Responder #3 em: Abril 02, 2008, 02:44:20 pm »
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Covilhã: Fábrica vai produzir avião a jacto inovador e prevê volume de negócios de 160 milhões de euros/ano    

   Covilhã, Castelo Branco, 02 Abr (LUSA) - A empresa de aeronáutica Aleia  vai produzir aviões a jacto de quatro e seis lugares "integralmente concebidos,  construídos e montados na Covilhã a partir de 2011", adiantou à Agência  Lusa fonte ligada ao projecto.  

 

   A sociedade de capitais luso-franceses estima alcançar nessa altura  um volume de negócios da ordem dos 160 milhões de euros por ano.  

 

   Antes dos novos jactos, a empresa vai começar a montar aviões ultra-ligeiros  da empresa participada Dyn Aero, "a partir de Junho 2009", refere Maria  de Jesus Botelho, gerente da CEBATE - Criação de Empresas de Base Tecnológica,  que acompanhou o projecto a instalar na Covilhã.  

 

   "Vamos contribuir para as exportações do país e com isso melhorar as  condições de todos os agentes económicos", destacou a mesma fonte.  

 

   A produção deverá alcançar as duas centenas de ultra-ligeiros por ano  no prazo máximo de 18 meses.    

 

   "São aviões comprados e utilizados principalmente para lazer e alguma  actividade profissional dos seus proprietários", explicou aquela responsável.  

 

   "Consta do nosso plano que as peças para esse avião não sejam produzidas  por nós. Porém, para os jactos, tudo será produzido na nossa fábrica Aleia  na área industrial do Aeródromo da Covilhã", acrescentou.  

 

   Em 2010, "teremos os protótipos de aviões a jacto da Aleia a voar",  para depois se iniciar a produção em paralelo com os ultra-ligeiros, sublinhou.  

 

   Os novos modelos vão apresentar inovações tecnológicas em grande parte  dos sistemas, materiais, aerodinâmica e motor, já premiado pela AAAF - Association  des Ingenieurs Aéronautiques Français na categoria de inovação.  

 

   Ao nível da engenharia de concepção, a Aleia vai trabalhar com a Spinworks,  um jovem consórcio de engenheiros portugueses, e estabeleceu protocolos  com a Universidade da Beira Interior para recrutar finalistas e encomendar  serviços de engenharia.  

 

   Segundo Maria Jesus Botelho, os "mini-jets" da Aleia vão ocupar uma  fatia de mercado "muito significativa", num mercado "que não deverá parar  de crescer nos próximos 20 anos".  

 

   "Cerca de 80 por cento dos 100 mil proprietários de aviões nesta categoria  têm motores a pistão e desejam mudar para motores ligeiros a jacto", disse  Maria Jesus Botelho, relembrando que outros aviões "entretanto envelhecem  e necessitam de ser substituídos".  

 

   Os novos modelos deverão ser vendidos a sociedades de transporte na  modalidade aviões táxi, a empresas que necessitam de flexibilidade no transporte  de quadros para percursos típicos de 2000 quilómetros ou como aviões para  lazer.  

 



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Covilhã: Fábrica de aviões inicia recrutamento no final do ano

Covilhã, Castelo Branco, 02 Abr (LUSA) - A nova empresa de aeronáutica Aleia vai iniciar no final do ano o recrutamento de pessoal para uma fábrica de aviões na Covilhã, adiantou à Agência Lusa fonte ligada ao projecto.

 

    A sociedade luso-francesa vai criar 100 empregos até 2010 e funcionar em estreita ligação com a Universidade da Beira Interior (UBI), onde existe o único curso de Engenharia Aeronáutica do ensino superior público português.

 

    O trabalho vai começar no próximo ano com a montagem de aviões ultra-ligeiros para a empresa participada Dyn Aero.  

 

    "O investimento previsto é de 10 milhões de euros até 2011", explicou à Agência Lusa, Maria de Jesus Botelho, gerente da CEBATE - Criação de Empresas de Base Tecnológica.  

 

    A CEBATE resultou de uma parceria entre o IAPMEI e a Universidade Nova de Lisboa e acompanhou o projecto Aleia (entre outros ligados às novas tecnologias com implantação nacional), que acabou por eleger a Covilhã para se instalar.

 

    Para 2001 está previsto um reforço do investimento com recurso ao mercado de capitais, "quando estiver construído o protótipo de um futuro avião a jacto e quando a montagem de aviões ultra-ligeiros para terceiros começar a pagar o investimento", explicou a responsável.  

 

    Até 2010 vão ser criados 100 empregos directos, principalmente na área da montagem, número que "deverá crescer bastante mais e necessariamente criar dezenas de postos de trabalho adicionais", com o arranque dos novos modelos, acrescentou.  

 

    A especialização é palavra-chave, mesmo ao nível do operariado.  

 

    "O trabalho vai começar com um extenso programa de formação", sustentou.

 

    Haverá ainda equipas de engenharia e gestão especializadas, boa parte das quais formadas pela empresa, outras oriundas do estrangeiro.  

 

    Segundo Maria de Jesus Botelho, a Aleia espera "inverter a fuga de cérebros de que Portugal ciclicamente vem sofrendo" e também fixar os alunos finalistas de Aeronáutica da UBI, "até agora obrigados a deixar a região".  

 

    A formação ao nível médio e superior das equipas da Aleia deverá decorrer em interacção com a UBI.  

 

    "Como precisaremos de bastantes engenheiros aeronáuticos, foi assinado um protocolo com a UBI, quer para os recrutar, quer também para encomendar serviços de engenharia à Universidade", realçou aquela responsável.  

 

    Ao mesmo tempo, os estudos realizados para instalação da empresa prevêem um impacto muito positivo na região.  

 

    "Estima-se que para cada posto de trabalho directo sejam criados por efeito induzido, no mínimo, outros três postos de trabalho", descreveu.

 

    A Aleia vai funcionar num edifício semelhante a um hangar industrial junto ao aeródromo da Covilhã.  

 

    Terá inicialmente 2.000 metros quadrados e irá crescendo à medida do projecto até aos 10.000 metros quadrados, nos primeiros cinco anos.  

 

    A empresa considera o aeródromo da cidade como peça fundamental.  

 

    No âmbito do investimento, "a Câmara da Covilhã compromete-se a mantê-lo operacional e melhorar as pistas com todos os requisitos necessários", destacou Maria de Jesus Botelho.  

 

    "O apoio e interesse da Universidade da Beira Interior e da Câmara da Covilhã foram fundamentais para a definição deste projecto", concluiu.  

 

    A empresa inclui capitais da Dyn'Aéro, sociedade francesa que concebe aviões ligeiros e que já está presente em Portugal, e da Equip'Aéro, uma empresa francesa de equipamentos aeronáuticos com sede em Toulouse.  

 

    Do lado português, estão incluídas a Spinworks, gabinete português de estudos aeronáuticos sedeado em Lisboa, e a Plasdan, empresa portuguesa ligada à indústria de moldes na Marinha Grande.  

 

    A apresentação pública do investimento vai decorrer na Covilhã a 14 de Abril.  
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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« Responder #4 em: Abril 14, 2008, 09:37:31 pm »
Covilhã: Aleia vai montar avião até agora vendido em kit e jactos portugueses em 2011


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Covilhã, Castelo Branco, 14 Abr (Lusa) - A fábrica da empresa aeronáutica Aleia a construir na Covilhã vai começar por montar um avião ultraligeiro que até agora era vendido em kit (peça a peça) e que hoje foi apresentado no aeródromo da cidade.

Até agora, a falta de uma norma europeia deixava a responsabilidade da montagem do modelo MCR-4S da Dyn'Aero (empresa participada da Aleia), fabricado em Ponte de Sor, a cargo dos seus proprietários.

"Essa norma [com a designação NPA21] foi entretanto publicada. Agora vamos pedir a certificação do avião e instalar uma linha de montagem na Covilhã", que deverá começar a produção em Junho de 2009, explicou o presidente da empresa, Jean Quiquempoix.

O MCR-4S é um avião de quatro lugares equipado com motor a hélice de 100 cavalos, com uma carga máxima de descolagem de 750 quilos e com preços a partir de 110 mil euros, consoante as configurações.

A produção deverá alcançar as 250 centenas de ultra-ligeiros por ano no prazo máximo de 18 meses, com um volume de negócios a rondar os 32 milhões de euros.

"Isto é apenas o início", realçou aquele responsável. A partir de 2011 está prevista a produção de aviões a jacto, "integralmente concebidos, construídos e montados na Covilhã", acrescentou.

Nessa altura, o investimento na fábrica da Covilhã pode chegar aos 10 milhões de euros e criar 100 empregos. O primeiro protótipo pode estar no ar já em 2010.

A Aleia vai funcionar num edifício semelhante a um hangar industrial junto ao aeródromo da Covilhã, cuja ocupação foi hoje protocolada entre Jean Quiquempoix e o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto.

Terá inicialmente 2.000 metros quadrados e irá crescendo à medida do projecto até aos 10.000 metros quadrados, nos primeiros cinco anos.

Carlos Pinto, autarca da Covilhã, acredita que este pode ser "um impulso decisivo para criar um cluster ligado à aeronáutica na Covilhã".

"Merece ser acarinhado por nós e pelo Governo para que possa dar origem a algo de novo", realçou.

A Aleia vai trabalhar em colaboração com a Universidade da Beira Interior (UBI), para realização de trabalhos de engenharia e captação de finalistas do único curso de aeronáutica do ensino superior público português.

"Cerca de 90 por cento da investigação e desenvolvimento em Portugal passa pelas universidades e, além do mais, há muito que apostávamos nesta área. Por isso, esta ligação é uma ligação natural", destacou o reitor da UBI, Santos Silva.

A empresa Aleia nasce da junção de esforços da da Dyn'Aéro, sociedade francesa que concebe aviões ligeiros e que já está presente em Portugal (Ponte de Sor), e da a Equip'Aéro, uma empresa francesa de equipamentos aeronáuticos com sede em Toulouse.

Do lado português, estão incluídas a Spinworks, gabinete português de estudos aeronáuticos sediado em Lisboa, e a Plasdan, empresa portuguesa ligada à indústria de moldes na Marinha Grande.

 

 

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