Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil

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Vitor Santos

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #165 em: Setembro 25, 2018, 02:02:40 pm »
Corpo de Fuzileiros Navais recebe última unidade de Carros Lagarta Anfíbio de nova geração


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No dia 17 de setembro, na Base Aérea do Galeão, militares do Batalhão de Viaturas Anfíbias receberam da tripulação de um Boeing C-17A, da Força Aérea Americana, o último de um total de 23 novos Carros Lagarta Anfíbio (CLAnf). Estes CLAnf são a mais nova aquisição, no nível da Força de Fuzileiros da Esquadra, que possui em seu acervo operacional 49 desses carros, liderando o quantitativo no Hemisfério Sul, propiciando melhores condições para contribuir para a defesa nacional.

Veículos desse padrão trazem mais confiabilidade, disponibilidade e melhor logística de manutenção, proporcionando ao Corpo de Fuzileiros Navais e à Marinha do Brasil um considerável incremento em seu caráter anfíbio. Os CLAnf superam, em todos os aspectos, as gerações anteriores, em virtude de possuírem motor mais potente, nova transmissão e sistema de suspensão atualizado, oferecendo melhor mobilidade, maior velocidade, facilidade de operação e condições de conforto e segurança à tropa embarcada.


A coordenação entre o Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, a Adidância Naval nos EUA e no Canadá, o Comando do Material de Fuzileiros Navais, a Comissão Naval Brasileira em Washington (EUA) e a Diretoria de Abastecimento da Marinha foi fator decisivo para a concretização deste valoroso projeto.

Fonte: MB - http://www.planobrazil.com/adsumus-corpo-de-fuzileiros-navais-recebe-ultima-unidade-de-carros-lagarta-anfibio-de-nova-geracao/
 

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Vitor Santos

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #166 em: Outubro 10, 2018, 03:00:28 pm »
Com quase 2 mil militares, blindados, aeronaves e munição real Marinha realiza seu maior exercício no Planalto Central


Brasília, 03/10/2018 - A Marinha, por intermédio da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), realizou, no período de 21 de setembro a 3 de outubro de 2018,  a Operação Formosa 2018. O treinamento aconteceu no Campo de Instrução de Formosa (CIF), pertencente ao Exército Brasileiro (EB), no estado de Goiás. Considerado o maior exercício realizado pela Marinha do Brasil no Planalto Central, a Operação Formosa tem o propósito de manter as condições de pronto emprego dos Fuzileiros Navais, particularmente da Força de Emprego Rápido (FER).

A Operação envolveu cerca de 1.700 militares e contou com a participação de Fuzileiros Navais de Marinhas Amigas, tais como Estados Unidos da América e Paraguai, e empregou aeronaves de asas fixas e rotativas, veículos blindados, mísseis superfície-ar (MSA), aeronaves remotamente pilotadas (ARP), e lançador múltiplo de foguetes. Todos os armamentos e sistemas de armas empregaram munição real.  O exercício revestiu-se de grande importância para o Corpo de Fuzileiros Navais por ser, conforme a Estratégia Nacional de Defesa (END), uma força de caráter expedicionário por excelência.

Nesta quarta-feira (3), aconteceu uma Demonstração Operativa (DemOp) com o intuito de apresentar uma síntese das principais atividades realizadas pelos Fuzileiros Navais durante a Operação. Acompanharam a demonstração, o Comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira; o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho; o Ministro do Superior Tribunal Militar (STM), almirante Álvaro Luiz Pinto; Comandante-geral do Corpo de Fuzileiros Navais, almirante Alexandre José Barreto de Mattos; e militares da Marinha, Exército e Força Aérea. Além de representantes da Sociedade de Amigos da Marinha (SOAMAR) do Distrito Federal; componentes da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais (AVCFN), das sedes regionais do Rio de Janeiro e Brasília; e jornalistas convidados.

A demonstração foi dividida em duas partes, sendo a primeira realizada por militares da Tropa de Reforço, simulando o deslocamento de uma patrulha em um terreno hostil, onde os eventos iam ocorrendo; e outra em um local denominado “Pedra do Fogo”, onde foram realizadas atividades envolvendo paraquedistas, aeronaves, blindados, e disparo do armamento com munição real, além de grande efetivo de militares. Em ambas as demonstrações foi realizada uma narração explicativa de cada atividade.


Na primeira, foi simulado um ataque a uma patrulha, ocasionando ferimento em militares e gerando a necessidade de prestação de socorro, dando início a um “Atendimento Pré-hospitalar Tático (APH-tático)”, que se trata da utilização de técnicas pré-hospitalares para situação de combate, com o intuito de manter as condições vitais dos feridos, e posterior remoção para a Unidade Avançada de Traumas (UAT), estrutura leve, com grande mobilidade no terreno.

Em seguida aconteceu a simulação de uma emboscada, em que um militar da patrulha é contaminado com suspeita de agentes nucleares, biológicos, químicos e radiológicos (NBQR). A partir daí um Destacamento de Reconhecimento e Identificação do Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais (BtlEngFuzNav) é acionado, de modo a confirmar a presença de agentes NBQ no local do sinistro, demarcar a área contaminada e remover o militar para o Posto de Descontaminação.

Por fim, a encenação prossegue com a verificação da presença de um objeto suspeito é abandonado no terreno, momento em que o Grupo de Desativação de Artefatos Explosivos (GDAE) é acionado, e, empregando o veículo remotamente controlado Defender II,  comandado por militares equipados com trajes antibomba, tira o artefato explosivo suspeito do local  e o destrói em uma área segura.

O comandante da Marinha acompanhou atentamente o treinamento e disse que apesar de não estar perto do mar, os exercícios realizados durante a operação são importantes, pois prepara os Fuzileiros Navais para todas fazes seguinte a chegada a terra, no caso de um conflito anfíbio. E Destacou que o Corpo de Fuzileiros Navais é uma tropa de elite, moderna, preparada e profissional. “Os nossos fuzileiros estão no nível dos melhores fuzileiros navais do mundo”. Acrescentou ainda que a presença de militares estrangeiros na Operação, agrega valor pela oportunidade de troca de conhecimento. Todos ganham com isto, ressaltou o almirante.


Encerrada a primeira fase da demonstração, os militares e os convidados se deslocaram para uma área conhecida como Pedra do Fogo, para acompanhar a realização da segunda parte da demonstração, desta vez com a utilização de munição real.

Nesta etapa, a demonstração apresentou salto livre operacional de paraquedistas; ataque aéreo por aeronave de asas fixas (AF-1); tiros de artilharia de 105 mm Light Gum; sobrevôo de aeronave remotamente pilotado (ARP) - FT-100 Hórus; movimento de engenharia com viatura apoiada com cão de faro de explosivo; ataque com carros blindados (CLAnf, Piranha e M-113); apoio de helicóptero com carga externa; desfile de comboio logístico; e desembarque e progressão da infantaria.


Encerrando a parte da execução de tiros, foi realizado o lançamento de foguetes SS-09. Sendo a bateria Lançadora Múltipla de Foguetes composta por 12 viaturas, sendo seis viaturas lançadoras, três viaturas remuniciadoras, uma viatura de comando e controle, uma viatura meteorológica e uma viatura oficina.

Um exercício com as dimensões da Operação Formosa demanda um grande esforço logístico, com o deslocamento de tropa, viaturas e aeronaves pelos 1.625 quilômetros que separam o Rio de Janeiro de Goiás, via São Paulo. As características básicas de mobilidade, permanência, versatilidade e flexibilidade do Poder Naval, materializadas, no contexto de uma Operação Anfíbia, permitem o cumprimento da tarefa básica de projeção de poder sobre terra, abrindo o caminho para os elementos de manobra mais robustos característicos da Força Terrestre, em conjunto com as ações da Força Aérea.

O oficial de operações da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), Capitão de Mar e Guerra Fuzileiro Naval Dirlei Donizete Codo, destacou que para a realização da Operação foram mobilizados cerca de 1.700 militares, duas aeronaves UH-15,  uma aeronave UH-12, duas aeronaves A4, e 50 viaturas operativas, além das viaturas administrativas utilizadas no apoio. Relembrou ainda que a Operação durou 15 dias, mas para a sua prontificação demandou quase dois meses de preparação, desde a mobilização até a desmobilização. Enalteceu o trabalho da sua equipe e das Organizações Militares participantes, e disse que se sentia orgulhoso por fazer parte de toda a organização do evento. Ressaltou ainda, que uma Operação como esta contribui de maneira significativa para a manutenção da motivação da tropa. Pois, comprovam a disponibilidade dos meios e a preparação de todos os integrantes.



Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE)

A Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) é responsável por coordenar a área operativa dos Fuzileiros Navais na Marinha do Brasil. Realiza, anualmente, ampla gama de exercícios, a fim de preparar seus militares para atuar em diferentes tipos de conflito, desde os de alta intensidade, tais como as guerras convencionais, até em operações de caráter humanitário e de paz. Nos últimos dois anos, a FFE tem se destacado por atuar nas Operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), em diferentes estados do Brasil, dentre elas as operações conduzidas pelo Gabinete de Intervenção Federal, no estado do Rio de Janeiro.

A próxima Operação de grande monta a ser realizada pelo Corpo de Fuzileiros Navais será a Operação Dragão prevista para 6 a 13 de novembro. Ocasião em que haverá, também, a parte marítima do exercício.

Por comandante Cleber Ribeiro

FONTE: https://www.defesa.gov.br/noticias/48220-com-quase-2-mil-militares,-blindados,-aeronaves-e-muni%C3%A7%C3%A3o-real-marinha-realiza-seu-maior-exerc%C3%ADcio-no-planalto-central
 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #167 em: Outubro 11, 2018, 01:18:09 am »











 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #168 em: Outubro 11, 2018, 01:22:13 am »












 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil - 206 Anos
« Responder #169 em: Outubro 11, 2018, 01:28:03 am »








 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil
« Responder #170 em: Dezembro 10, 2018, 12:01:27 pm »

Clipe Operação Formosa (2018)
 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil
« Responder #171 em: Dezembro 10, 2018, 12:20:04 pm »

Conheça o Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais
 

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Re: Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil
« Responder #172 em: Dezembro 12, 2018, 12:48:24 pm »
Batalhão de Blindados do CFN realiza adestramento no Centro de Avaliações do Exército


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O Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais (BtlBldFuzNav) realizou, no período entre 27 e 30 de novembro, no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), um adestramento empregando um Pelotão de Carros de Combate (Pel CC) e duas Viaturas Blindadas Especiais sobre Rodas 8×8 Piranha IIIC (VtrBldEsp SR 8×8 Piranha IIIC), entre outros meios destinados ao apoio do evento.


 
O exercício contou com a participação de cerca de 80 militares do BtlBldFuzNav, além de militares de outras Unidades apoiadoras. O objetivo do adestramento foi a realização de Exercícios Operativos de tiro visando à manutenção da capacidade operativa das guarnições dos Carros de Combate e a realização de pistas de maneabilidade, obstáculos e transposição de curso d’água pelos alunos do Estágio de Qualificação Técnica Especial de Operações da Viatura Blindada Especial Sobre Rodas 8×8 Piranha IIIC.

Os adestramentos foram realizados com êxito, coroando o término do Estágio, ao formar 26 novos Operadores e Comandantes deste tipo de viatura que, a partir de agora, estão capacitados a serem empregados nas diversas Operações do Batalhão, entre elas, as de Garantia da Lei e da Ordem, atualmente em curso no estado do Rio de Janeiro.

Durante o exercício, ocorreu a simulação do ataque de um Pelotão de Carros de Combate (quatro carros), sendo realizado o tiro simultâneo do Pelotão, que consiste na execução do disparo das quatro viaturas ao comando do Comandante do Pelotão, garantindo um nível de aprestamento das guarnições dos Carros de Combate.


FONTE: https://www.forte.jor.br/2018/12/09/batalhao-de-blindados-do-cfn-realiza-adestramento-no-centro-de-avaliacoes-do-exercito/
 

 

Acidente durante exercício de tiro entre Brasil e Argentina

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