Sector Vinícola

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Sector Vinícola
« em: Fevereiro 23, 2008, 11:16:24 pm »
Vinhos: Sogrape compra empresa chilena Chateau Los Boldos por cerca de 20ME

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Porto, 22 Fev (Lusa) - A Sogrape Vinhos anunciou hoje a compra à família Dominique Massenez da empresa chilena Chateau Los Boldos, proprietária de mais de 270 hectares de vinhas no Vale de Rapel e presente em 70 países.

Fonte da Sogrape disse à agência Lusa que a aquisição envolveu um investimento de 30 milhões de dólares (cerca de 20 milhões de euros).

As vinhas da Chateau Los Lobos, localizadas próximo da cidade de Requinoa, "beneficiam de um microclima excepcional para completar o portfólio da Sogrape com mais e novos vinhos premium".

Para o presidente da empresa, Salvador Guedes, "este é mais um passo importante no processo de internacionalização da Sogrape", que está apostada em reforçar a penetração nos "países de maior êxito no cenário vitivinícola internacional".

Nesta linha, a Sogrape já exportou o processo produtivo para a Argentina, em 1997, e recentemente para a Nova Zelândia.

 

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« Responder #1 em: Fevereiro 25, 2008, 11:28:40 am »
Vinhos: Imprensa chinesa destaca marcas, castas e colheitas portuguesas

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Xangai, China, 25 Fev (Lusa) -- O maior jornal em língua inglesa de Xangai, centro económico e financeiro da China, põe hoje em destaque os vinhos portugueses poucas semanas depois de uma acção de promoção da Viniportugal na metrópole chinesa.

Com o título "O novo miúdo no bairro dos vendedores de vinho", o Shanghai Daily acolhe de braço abertos a acção que a associação para a promoção dos vinhos portugueses desenvolveu em Xangai a 01 de Fevereiro, afirmando mesmo que se tratou de "um gosto do que está para vir" no mercado chinês, onde "os amantes de vinho ainda sofrem alguma frustração com a pouca oferta disponível".

"O grupo veio trazer algo de diferente a esses paladares fatigados", diz o jornal.

O Shanghai Daily afirma também que os vinhos que a Viniportugal trouxe a Xangai são um acompanhamento "maravilhoso" para a culinária chinesa, dadas as suas características leves e frutadas.

O jornal, que destaca a oferta das marcas J Portugal Ramos (Conde de Vimioso 2005) e Finagra (Esporão Reserva 2005), guarda no entanto os maiores elogios para o moscatel de Favaios, que considera "excelente".

"O Vintage de 1975 da Adega Cooperativa de Favaios é simplesmente de perder a cabeça", diz um Shanghai Daily em êxtase, "com a sua maturidade aveludada e a sua turba de sabores a ervas aromáticas e a citrinos".

No entanto, a crítica aos vinhos portugueses do Shanghai Daily não se faz só de elogios e guarda o único reparo negativo para o Brutalis 2005, das Caves Vidigal.

'É um vinho de piada. Uma garrafa grande de castas Alicante bouschet e cabernet sauvignon selada a borracha...uma pessoa teria vergonha de levar tal marca à mesa", diz o jornal.

Sublinhando que os primeiros sinais são animadores, o Shanghai Daily conclui a crítica perguntando se o mercado chinês está já maduro o suficiente para que os vinhos portugueses consigam conquistar um nicho no país.

O consumo médio anual de vinho na China é de 0,3 litros por pessoa, contra uma média mundial de sete litros por pessoa e uma média de 45 litros por pessoa em Portugal, segundo os dados do sector.

"Com mais de 200 varietais indígenas, os vinhos de Portugal podem chegar demasiado cedo para um mercado que ainda se esforça para ver as diferenças entre o cabernet sauvignon e o cabernet franc", afirma o jornal.

"Com touriga nacional, tinta pinheira, trincadeira e quejandos, o consumidor local deverá ficar confuso e pedir antes uma cerveja", conclui o Shanghai Daily.

Apesar das confusões e das cervejas, os chineses estão no entanto a encher cada vez mais os copos de vinho numa tendência que, segundo estudos do sector, deverá continuar.

Uma recente pesquisa de mercado da consultora IWSR (International Wine and Spirit Record) prevê um aumento de 70 por cento no consumo chinês de vinho entre 2006 e 2011, no que tornará a China no oitavo maior mercado mundial.

 

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« Responder #2 em: Fevereiro 25, 2008, 09:24:27 pm »
Vinho: Instituto dos Vinhos do Douro e Porto investe 2,3 ME em promoção este ano

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Porto, 25 Fev (Lusa) - O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) vai investir 2,3 milhões de euros em promoção este ano, apostando em aumentar o consumo em novos mercados, mas concentrando a divulgação num número mais restrito de países.

Em comunicado, o instituto destaca o potencial do mercado russo, assim como do Japão, do Reino Unido e dos EUA.

"Neste momento, as atenções voltam-se para Reino Unido e Estados Unidos, como mercados que têm tido um crescimento sustentado em termos de volume de negócios. É nesses mercados, a par com Rússia, que será investida a grande fatia do montante que o IVDP vai despender na promoção e divulgação dos vinhos do Douro e Porto", lê-se no documento.

Segundo destaca, no mercado norte-americano estão centradas "grandes atenções e expectativas", dado o potencial de crescimento do volume de exportações e as margens que permite às empresas.

Para além destes mercados, o IVDP pretende também investir na promoção em Portugal, "até porque o mercado nacional está em reconversão".

As acções de promoção previstas irão centrar-se na educação e formação de públicos especializados, visitas de jornalistas e provas de harmonização como apoio à actividade comercial dos agentes do sector, quer em Portugal quer no estrangeiro.

No `ranking` dos principais mercados do Vinho do Porto a França e a Holanda ocupam, respectivamente, o 1º e 2º lugares, surgindo Portugal na 3ª posição.

Já o Vinho do Douro continua a ser maioritariamente consumido no mercado português, embora comece a conquistar "grande prestígio" no Canadá, Brasil e Angola, a par com mercados do Vinho do Porto.

 

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André

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« Responder #3 em: Fevereiro 26, 2008, 06:02:22 pm »
Universidade do Minho "ensina" empresas portuguesas a exportar vinhos através do Instituto Confúcio

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O Instituto Confúcio da Universidade do Minho (UMinho) anunciou hoje que vai organizar um curso para empresários exportadores, nomeadamente de vinhos portugueses para a China.

O curso, que é ministrado em português e em inglês, destina-se a empresários, directores e quadros superiores, gestores de mercado, responsáveis associativos, dirigentes e outros interessados no sector dos vinhos.

Luís Cabral, da universidade minhota, adiantou que, devido ao desenvolvimento económico, ao aumento do poder de compra e a uma melhor qualidade de vida, "o vinho de mesa, sobretudo o vinho maduro tinto do Sul da Europa, tem vindo a afirmar-se como símbolo de requinte e bom gosto nas metrópoles chinesas".

"Tem-se verificado também a procura da parte de muitos produtores e exportadores de vinhos portugueses para este mercado, com uma potência de consumo gigante", salientou o docente.

O curso, que decorre na Universidade do Minho, em Braga, quinta e sexta-feiras, visa transmitir informação qualificada sobre temas referentes à realidade chinesa e explorar as ligações dos vinhos portugueses com a gastronomia daqauele país.

Segundo Luís Cabral o curso vai também "apresentar técnicas e ferramentas de gestão e marketing que permitam às empresas maximizar os seus resultados na abordagem a este mercado".

"Os formadores que abordarão cada um dos temas são todos eles profissionais de mercado, enólogos e sinólogos", sublinhou Luís Cabral.

Lusa

 

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« Responder #4 em: Março 13, 2008, 07:17:24 pm »
Prémio francês
Melhor vinho tinto do mundo vem de Portugal

Por Pedro Guerreiro

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Os enólogos franceses elegeram o Syrah 2005 da Casa Ermelinda Freitas, de Palmela, como o melhor tinto de 2008. A concurso estavam mais de 3 mil vinhos de 36 países.
O vinho foi o grande vencedor do Vinailes Internacionales 2008, que se realizou em Paris. No concurso, mais de 3 mil vinhos são objecto de uma prova cega pelos mais conceituados enólogos franceses.

O Syrah 2005 foi produzido pela Casa Ermelinda Freitas, sediada na aldeia de Fernando Pó, concelho de Palmela.

Nos últimos anos, a adega familiar fundada em 1920 conquistou 18 medalhas de ouro, 21 de prata e 14 de bronze em concursos internacionais.

 

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André

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« Responder #5 em: Março 13, 2008, 07:20:12 pm »
No Tintol ninguém nos para  ....  :lol:

 

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« Responder #6 em: Março 24, 2008, 10:34:22 pm »
Vinhos: Alentejanos representaram quase metade das vendas em Portugal em 2007


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Lisboa, 24 Mar (Lusa) - Os vinhos alentejanos representaram quase metade das vendas em Portugal em 2007, num mercado que atingiu mais de 300 milhões de euros e cerca de 70 milhões de litros, segundo dados hoje divulgados pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA).

Os dados, com base num estudo da empresa de estudos de marketing ACNielsen, apontam para vendas de 33 milhões de litros de vinhos alentejanos no valor de 152,8 milhões de euros.

O volume de vinho alentejano vendido corresponde a 42,98 por cento do total, enquanto o valor das vendas equivale a 45,52 por cento.

"E se, em relação a 2006, a região vendeu 2,2 milhões de litros a menos [quebra de 2,83 por cento], em contraponto, o volume de negócios sofreu um incremento de 3,6 milhões de euros", referiu a CVRA.

Este decréscimo nas vendas deveu-se, segundo a CVRA, à "estabilização dos preços dos maiores produtores da região, nomeadamente das adegas cooperativas, que não caíram na tentação de uma desenfreada quebra dos preços durante o ano de 2007".

As vendas em volume na Grande Distribuição e no Canal Horeca [estabelecimentos de hotelaria, restauração e cafetaria] alcançaram, no ano passado, um total de 76,9 milhões de litros de vinho vendido, mais 2,2 milhões do que em 2006.

No total das regiões consideradas pela ACNielsen, a empresa estima que tenham sido transaccionados 335,7 milhões de euros na Grande Distribuição e no Canal Horeca, o que representa um aumento de 21,3 milhões de euros em relação a 2006.

De acordo com a CVRA, "os Vinhos do Alentejo continuam a liderar o mercado nacional".

 

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« Responder #7 em: Abril 22, 2008, 06:27:52 pm »
Vinho: Investigadora internacional salienta melhoria da qualidade dos vinhos do Douro

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Vila Real, 22 Abr (Lusa) - A investigadora internacional Carmo Vasconcelos, actualmente a trabalhar na Nova Zelândia, salientou hoje, em Vila Real, a "melhoria impressionante" da qualidade dos vinhos do Douro verificada nas duas últimas décadas.

O convite da Vinideas para participar no congresso técnico e científico de viticultura, enologia e mercado, "Infowine Fórum", que decorre entre hoje e quarta-feira, em Vila Real, representou a oportunidade da investigadora regressar a Portugal, de onde saiu há 23 anos.

Carmo Vasconcelos é actualmente cientista sénior da HortResearch Malborough, na Nova Zelândia, e é professora associada da Universidade do Estado do Oregon, nos Estados Unidos da América.

É considerada como das especialistas mundiais em Pinot Noir e possui um vasto trabalho publicado na área da viticultura.

"Eu apaixonei-me pela viticultura no Douro. É a minha região favorita do mundo", afirmou a especialista.

Carmo Vasconcelos tem 46 anos, nasceu em Lisboa e estudou no Instituto Superior de Agronomia, tendo estagiado há 25 anos na Cooperativa Vitivinícola do Peso da Régua.

"O que esta região tem de especial é a paisagem. Eu estive em regiões vitícolas de todo o mundo, mas não há nenhuma tão fantástica como o Douro", salientou.

Nestas duas últimas duas décadas, a especialista diz que a qualidade do vinho tem vindo a melhorar muito.

"É impressionante como os vinhos melhoraram durante o tempo em que estive fora. Como o vinho de mesa atingiu qualidade excepcional que não existia quando eu saí, numa altura em que o melhor fruto era dedicado ao vinho de benefício", frisou.

As informações sobre o Douro chegam a Carmo Vasconcelos através de Tiago Sampaio, que foi seu aluno em Oregon, mas que é natural da região.

Nas suas viagens à volta do mundo, a especialista diz que não tem visto muito o vinho de mesa do Douro nos mercados internacionais e considera que Portugal tem que apostar na qualidade do produto e não na quantidade.

"No mundo do vinho ou se é bastante pequeno ou bastante grande. No caso do Douro, os vinhos de nicho são a melhor estratégia", afirmou.

Porque diz gostar muito de desafios, depois de passar pela Régua a investigadora foi estagiar para a Suiça, onde acabou por tirar o doutoramento e um pós-doutoramento.

Da Suiça seguiu para os Estados Unidos da América, onde viveu durante 14 anos no Oregon, onde foi convidada para trabalhar na Nova Zelândia.

Entre a região vinícola do Douro e a Nova Zelândia, a especialista diz que não há comparação possível, apontando a escala é uma das maiores diferenças.

Segundo referiu, na Nova Zelândia a zona de maior crescimento é precisamente aquela onde está a trabalhar, a de Marlborough, que diz ter "já tem uma certa reputação internacional.

"Na Nova Zelândia é tudo grande, as vinhas são a perder de vista. Aqui no douro é tudo pequeno", frisou.

No outro lado do mundo, a investigadora diz que está a ser utilizada a tecnologia de ponta australiana, considerando que a parte enológica está também a ser muito influenciada pela Austrália.

Quanto à parte da viticultura, Carmo Vasconcelos refere que ainda "há muito para aprender".

"Na Nova Zelândia também estão no mercado de topo de qualidade não de quantidade. Eles ainda estão a aprender muito sobre a viticultura. Porque não há tradição, é tudo novo", salientou.

O grande sonho da investigadora é regressar a Portugal, lamentando, no entanto, que não hajam vagas para poder seguir uma carreira académica no nosso país.

Nesta sua primeira conferência em português, Carmo Vasconcelos falou sobre "as práticas culturais e níveis de produção: impacto na fisiologia da videira e composição final da uva".

A especialista considerou que a intercepção da luz solar e a redução de dióxido de carbono em carbohidratos através da fotossíntese regulam o crescimento vegetativo da videira, a produção, a composição do fruto e as reservas de carbohidratos que permanecerem para as épocas seguintes.

Frisou ainda que a escolha da combinação variedade - porta-excerto e a sua interacção com o ambiente, o sistema de condução, a nutrição mineral e a disponibilidade de água determinam o vigor da videira, a densidade da sebe vegetativa e a produção e a qualidade potencial do fruto.

Compreender a forma como os carbohidratos são produzidos e translocados dentro da videira e como podem ser controlados através das práticas culturais permitirá, de acordo com a especialista, a optimização da produção e da composição do fruto.

 

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« Responder #8 em: Abril 28, 2008, 07:09:24 pm »
Vinhos: Tinto alentejano da Herdade das Barras conquista medalha de ouro em concurso internacional


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Alvito, Beja, 28 Abr (Lusa) - O vinho tinto Herdade das Barras, de 2004, produzido no concelho de Alvito pela Sociedade Agro-Pecuária do Oeste Alentejano (Sapoa), conquistou a medalha de ouro no Concurso Mundial de Bruxelas deste ano, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a Sapoa congratula-se pela distinção obtida pelo Herdade das Barras Tinto 2004 no concurso internacional.

"É um importante reconhecimento internacional da qualidade dos vinhos" produzidos na herdade, localizada na zona de Vila Nova da Baronia, Alvito, sublinha a empresa.

Além desta medalha de ouro, a Sapoa dá conta de que outro dos seus vinhos, o tinto Serros da Mina, foi premiado no X Concurso Mundial de Vinhos Wine Masters Challenge, que decorreu no Estoril.

Pelo segundo ano consecutivo, o Serros da Mina Tinto obteve medalha de prata nesta competição, desta feita através da produção de 2005.

O Wine Masters Challenge distinguiu com a medalha de ouro 16 vinhos e com a de prata 173, de entre os 1.787 que chegaram à final, seleccionados de um total de 4.003 amostras.

"A Sapoa vê, assim, premiada a aposta na produção de vinhos com os mais elevados padrões de qualidade", o que confirma "um dos principais objectivos do projecto que a empresa começou a equacionar em 2000 e a que deu início, com a plantação da vinha, em 2002", destaca a empresa.

A Herdade das Barras está inserida numa das sub-regiões com mais tradição na produção de vinhos no Alentejo, a da Vidigueira.

Dos cerca de 500 hectares da exploração, 25 foram seleccionados para vinha, tendo sido plantadas castas tintas em 21 desses hectares, divididos em talhões, cada um dos quais apenas com uma casta.

O Herdade das Barras Tinto 2004 reúne as castas Syrah, Alicante Bouschet e Aragonez, enquanto que o Serros da Mina Tinto 2005 é formado por Aragonez, Trincadeira, Syrah, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon.

A adega recentemente construída permite à empresa apostar também no enoturismo, possibilitando aos visitantes provar os vinhos da herdade e realizar visitas guiadas, não só àquele equipamento, como também à vinha.

O X Concurso Mundial de Vinhos Wine Masters Challenge no Estoril foi também proveitoso para a Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz (Carmim), a maior produtora do Alentejo.

A Carmim granjeou duas medalhas de prata, para o Reguengos Reserva Tinto 2005 e para o Garrafeira dos Sócios Tinto 2001, e a medalha de Vinho Recomendado para o Régia Colheita Branco 2006.

A Carmim é responsável, desde 1971, pela produção e comercialização de uma vasta gama de vinhos regionais alentejanos e DOC's Alentejo, sendo a principal empresa da região, em representação de um milhar de associados.

 

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comanche

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« Responder #9 em: Outubro 10, 2008, 11:57:56 pm »
Vinhos: adega líder na produção de Alvarinho investe 6,5 ME na ampliação das instalações


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Viana do Castelo, 10 Out (Lusa) - A Adega Cooperativa de Monção, líder na produção e comercialização de vinho Alvarinho, assinala sábado o 50º aniversário com a inauguração da quarta fase da ampliação das instalações, um investimento de 6,5 milhões de euros.

Segundo fonte da direcção, este investimento permitiu criar estruturas físicas para a recepção das actuais quantidades de uvas e a sua vinificação, armazenamento e engarrafamento.

Foi também criado um novo laboratório para controlo de qualidade e apoio à produção e à inovação tecnológica e uma cave destinada à produção de espumantes.

"Estes investimentos estratégicos possibilitaram a criação de condições físicas que tornam possível o posicionamento da Adega Cooperativa de Monção como uma das mais modernas e rentáveis do país", sublinhou a fonte.

Paralelamente, a adega tem em curso uma candidatura ao Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) do Instituto de Financiamento de Agricultura e Pescas (IFAP), no valor de 2, 6 milhões de euros, que visa a construção de um armazém de produto acabado, linha completa para espumantes, melhorias no frio, investimentos em equipamento de laboratório e em fermentação de vinho branco.

O objectivo deste novo investimento é "iniciar a produção de espumante em escala e dotar a Adega Cooperativa de Monção de maior flexibilidade produtiva".

Fundada em 1958, por 25 viticultores, a Adega de Monção conta actualmente com mais de 1700 cooperantes.

A sua evolução tecnológica e social reflectiu-se também na produção, representando um crescimento contínuo: em 1990 facturava 1,5 milhões de euros, enquanto que em 2007 as vendas atingiram o maior valor de sempre, cerca de 12,2 milhões de euros.

Um valor que equivale a 50 por cento do total facturado pelo sector cooperativo da região dos vinhos verdes.

A exportação é cada vez mais o destino do vinho da Adega de Monção, que já chega "em força" a países à Alemanha, França, Brasil, Estados Unidos e Angola, os seus principais mercados externos.

A marca Muralhas de Monção é a terceira em volume de vendas da região dos vinhos verdes, sendo líder dos verdes no segmento horeca, ou seja, em restaurantes e hotéis.

A marca Deu-La-Deu é líder nos alvarinhos, sendo também a primeira nos vinhos de casta engarrafados na região dos vinhos verdes.

Em 2007, a adega lançou três novos produtos: espumante tinto e Alvarinho (branco) e um vinho Rosé.

Na colheita deste ano, a casta Alvarinho desceu quatro por cento em relação à produção de 2007, que por sua vez já tinha conhecido uma quebra de 26 por cento em relação a 2006.

No entanto, a maior quebra, na ordem dos 22 por cento, registou-se na casta trajadura, enquanto que na tinta se estima uma diminuição de 15 por cento em relação à última colheita.

VCP.

 

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André

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« Responder #10 em: Outubro 19, 2008, 05:06:47 pm »
Madeira promove vinho da região em Tóquio

O Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira (IVBAM) realiza segunda-feira, no Japão, várias acções promocionais de vinhos da região num «mercado considerado de valor acrescentado por litro superior à média»

Segundo uma nota do IVBAM, diversas iniciativas darão a conhecer os vinhos madeirenses em Tóquio, sendo sobretudo acções dirigidas «ao meio jornalístico da especialidade, importadores, escanções e sommeliers».

Nos últimos três anos, segundo a nota divulgada, «o mercado japonês foi o quarto mercado de exportação de Vinho Madeira, tendo em 2007 registado um volume de exportação de 190.117,8 litros o que representou um rendimento bruto 1.006.035,22 euros».

No mercado nipónico, «o vinho de três anos representa a principal fatia com um volume de comercialização de 184,096,80 litros, seguindo-se o vinho Madeira de 10 anos com um volume de 5.148,00 litros».

Esta acção promocional é financiada no âmbito do projecto a três anos do IFADAP/INGA 'Acções de Informação e Promoção a favor de Produtos Agrícolas em Países Terceiros', co-financiado pela União Europeia em 50 por cento, por Portugal em 20 por cento e o restante pela Região. Para além do Japão, contempla acções promocionais no Brasil, Estados Unidos da América e Canadá.

Lusa

 

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« Responder #11 em: Novembro 18, 2008, 08:02:03 pm »
Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2005 no 3º lugar do 'ranking' 2008 da Wine Spectator



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Porto, 18 Nov (Lusa) - O vinho Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2005 foi considerado este ano o terceiro melhor do mundo pela revista norte-americana Wine Spectator, que pela primeira vez classificou um vinho português nos 10 melhores do seu 'ranking' anual.

Considerada internacionalmente 'a Bíblia' dos vinhos, a Wine Spectator analisou mais de 19.500 vinhos na elaboração do Top 100 de 2008, tendo eleito o vinho chileno Clos Apalta Colchagua Valley 2005, Casa Lapostolle, como o melhor do mundo.

Seguiu-se o francês Château Rauzan-Ségla, Margaux 2005 e o vinho português Quinta do Castro, Douro Reserva Vinhas Velhas 2005.

"Nunca anteriormente um vinho português tinha entrado na lista dos 10 melhores", salientou fonte da Quinta do Crasto em declarações à agência Lusa, acrescentando que as primeiras posições do 'ranking' são, normalmente, ocupadas por vinhos franceses, italianos, argentinos, chilenos ou espanhóis.

Para além da posição destacada da Quinta do Crasto, surgem ainda entre os 100 melhores do mundo o Sogrape Dão Callabriga 2005 (no 57º lugar), o Churchill Douro Churchill Estates 2006 (no 90º lugar) e o Niepoort Douro Vertente 2005 (na 98ª posição).

A Região Demarcada do Douro surge, assim, como a mais representada de Portugal nesta lista, com três dos vinhos escolhidos, seguida pela região do Dão, com um vinho.

PD.

Lusa/fim

 

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« Responder #12 em: Novembro 26, 2008, 09:58:33 pm »
Reino Unido: Garrafas antigas de vinho da Madeira vão a leilão com preços entre 140 e 4220 euros


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Londres, 26 Nov (Lusa) - Uma série de garrafas de vinho da Madeira raras que inclui colheitas de 1795 vão a leilão no início de Dezembro em Londres, com preços estimados entre os 141 e os 4220 euros.

As garrafas são provenientes da colecção privada de William Leacock, último herdeiro da família inglesa que começou a produzir e comercializar o vinho da Madeira ainda no século XVIII.

A companhia, proprietária das marcas Leacock's e Blandy's, fundiu-se com outros produtores e pertence agora à Madeira Wine Company.

As valiosas garrafas estiveram guardadas durante anos na cave da mansão de Leacock no Funchal e após serem avaliadas pela leiloeira Christie's foram transportadas para a capital britânica.

De acordo com Chris Munro, responsável pelo departamento de vendas de vinho da leiloeira britânica, as garrafas "foram transportadas para Londres por mar à semelhança de inúmeras exportações ao longo do últimos 500 anos".

A estrela do leilão é o vinho Terrantez de 1795 produzido pela F. F. Ferraz & Cia., cujo lote de seis garrajas está avaliado entre 2111 e 2815 euros.

A um preço mais acessível, uma garrafa de Madeira Seco-Vintage de 1825 e engarrafada de novo em 1932 tem um valor estimado entre 141 e 178 euros.

O vinho da Madeira é muito apreciado no Reino Unido, onde foram encontradas referências que remontam a meados do século XVI e até em textos do dramaturgo William Shakespeare.

Segundo a página da Madeira Wine Company, o vinho da Madeira foi usado no brinde à declaração de independência dos Estados Unidos de América, a 04 de Julho de 1776, e era consumido diariamente pelo presidente George Washington.

Para dar a provar o conteúdo de algumas das garrafas do vinho português em leilão, a Christie's programou uma sessão de provas de 10 destes vinhos para 04 de Dezembro, antes da dada do leilão, a 11 de Dezembro. Participar nesta sessão custa por pessoa 77 euros.

BM.

Lusa/fim

 

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« Responder #13 em: Dezembro 09, 2008, 11:46:15 pm »
Vinhos portugueses aumentam vendas nos EUA


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As vendas de vinhos portugueses nos Estados Unidos da América aumentaram, segundo dados da Nielsen, 17,1% em valor e 15,4% em volume entre Julho de 2007 e Julho de 2008. Estes números, divulgados recentemente pela ViniPortugal no Fórum Anual do Sector do Vinho vêm confirmar a tendência de crescimento registada desde 2006: nos últimos dois anos, as vendas em valor neste país aumentaram 44,8% e em volume 37,9%.



No Fórum Anual do Sector do Vinho, reunião anual promovida pela ViniPortugal com os Agentes Económicos do Sector do Vinho, ficou a saber-se também que, na Alemanha, as vendas dos vinhos portugueses aumentaram 11,4% em volume e 21,6% em valor entre Outubro de 2007 e Outubro de 2008.

Já o mercado do Reino Unido registou uma ligeira quebra, face aos resultados obtidos o ano passado, o que reflecte a tendência da quebra do consumo de vinho naquele mercado: as vendas diminuíram no último ano 0,52% em volume e 0,29% em valor.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), as exportações de vinho aumentaram 12,5% entre 2006 e 2007, acima do aumento de 9,2% das exportações portuguesas no total. Os vinhos tranquilos (que não incluem Porto e Madeira) registaram um acréscimo de 16,9%, o maior aumento do sector do vinho.

Estes números reflectem uma tendência dos últimos anos: entre 2003 e 2007, as exportações dos vinhos tranquilos aumentaram 38,6%, também acima das exportações portuguesas que se situaram nos 30,8%.



http://lusowine.com/displayarticle4539.html
 

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André

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« Responder #14 em: Janeiro 07, 2009, 03:18:21 pm »
Vinho do Porto: Vendas caem para mínimo de duas décadas

As vendas de Vinho do Porto registaram em 2008 o pior desempenho das últimas duas décadas, caindo cinco por cento, o que leva o sector a reclamar do Governo alterações legislativas que permitam «enfrentar a crise» com mais «flexibilidade».

Em declarações à Lusa, a directora da Associação das Empresas de Vinho do Porto (AEVP) afirmou que não se pretende alterar «os pilares fundamentais» do sector, como a Lei do Terço ou do Benefício, mas «algumas regras deverão ser simplificadas», até porque «a legislação [em vigor] é muito antiga».

O objectivo é, num contexto mundial de crise de consumo que penaliza muito um sector altamente exportador como o Vinho do Porto, «dar-lhe mais flexibilidade para enfrentar a crise, quer a nível do comércio, quer da produção», salientou Isabel Marrana.

Apesar de os dados não serem ainda definitivos, a AEVP aponta para uma quebra na ordem dos cinco por cento nas vendas de Vinho do Porto, que se segue a um «ciclo de progresso extraordinário» nos últimos anos.

Em 2007, as vendas do sector haviam ultrapassado os 400 milhões de euros e os 10 milhões de caixas de 9 litros.

Apesar de a comercialização dos Vinhos do Douro ter aumentado, o facto de se tratarem de valores absolutos são largamente inferiores ao Vinho do Porto, não foi suficiente para compensar o recuo registado por este último.

Pela positiva, em 2008 Isabel Marrana destaca a capacidade do Vinho do Porto em manter «um reconhecimento e qualidade extraordinários no mundo inteiro», como provam os diversos prémios internacionais conquistados.

«O investimento produtivo [no sector] aumentou e há uma maior qualidade na forma de produzir e elaborar o vinho», referiu.

Apontado como estratégico, o mercado dos EUA não teve no ano passado o desempenho esperado, «devido à crise», mas continuará a ser uma grande aposta da AEVP.

A penalizar as exportações quer para este mercado, quer para o Reino Unido, estiveram em 2008 os «problemas cambiais», agravados pelo facto de o Vinho do Porto ser um produto cujas vendas estão ainda muito concentradas em determinadas ocasiões, como o Natal, e o 3º trimestre do ano ter sido dos mais difíceis.

Para Isabel Marrana, apesar de esta pior performance ser atribuível ao «contexto mundial de crise», há que «fazer uma reflexão», «repensar a eficácia de estratégias» e «eliminar desperdícios».

O objectivo é assegurar vendas «a níveis aceitáveis» durante a crise, assim como «manter o produto na sua notoriedade e qualidade» e «mitigar descidas».

Relativamente ao estudo estratégico para o sector dos Vinhos do Porto e Douro, elaborado pelo consórcio Quartenaire/Universidade Católica, a directora da AEVP acredita que será para por no terreno já este ano.

A Região Demarcada do Douro é a principal região vitícola do país, responsável por cerca de 80 por cento das exportações dos vinhos portugueses, ao exportar 85 por cento da produção.

Lusa

 

 

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