Notícias do Exército Português

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Migas

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1365 em: Abril 04, 2018, 02:09:43 pm »
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«O militares das Forças Armadas querem uma lei que defina as circunstâncias em que podem usar a força e as armas em ´missões nacionais em tempo de paz´ na defesa de instalações, locais de serviço e outros, como a prevenção e combate a incêndio», escreve o Correio da Manhã.

https://www.abola.pt/Mundos/Noticias/Ver/724169
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1366 em: Abril 05, 2018, 03:32:11 pm »
Exército vai criar Grupo de Intervenção Rápida em Catástrofes

Depois da experiência da intervenção nos incêndios do ano passado, o CEME reconhece que se exigem "respostas mais rápidas e consistentes" e vai reforçar a estrutura de comando, controlo e comunicações do Regimento de Apoio Militar de Emergência.
4 de Abril de 2018, 18:02

O Exército vai reforçar a sua capacidade ao nível da estrutura de Comando, Controlo e Comunicações do Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME), tendo sido anunciados esta quarta-feira um conjunto de investimentos para melhorar a sua operacionalidade.

"A intensa e relevante actividade que o RAME desenvolveu [em 2017] revelou a importância que deve assumir o comando, o controlo e as comunicações robustecidas e dedicadas exclusivamente às operações de Apoio Militar de Emergência e será agora necessário proceder a ajustamentos organizacionais, dos procedimentos de meios, e testá-los muito rapidamente", disse em Abrantes, no distrito de Santarém, o Chefe de Estado Maior do Exército (CEME), no âmbito de um seminário subordinado ao tema Apoio Militar de Emergência: os novos desafios'.

"As lições aprendidas também nos mostram que se exigem respostas mais rápidas e mais consistentes em consonância com o quadro de valências sobre o qual se construiu o modelo conceptual" [do Apoio Militar de Emergência], "pelo que está na linha de acção do Exército a criação de um Grupo de Intervenção Rápida em Catástrofes", revelou o General Rovisco Duarte.

"Estamos a ser reforçados com um conjunto de medidas que estão em curso, quer com a aquisição de equipamentos, quer na melhoria de sistemas de comando e controlo, que irão contribuir como um todo na criação de sinergias e melhorar esta operacionalidade", disse ainda o CEME, para quem é fundamental reforçar a capacidade instalada em permanência em Abrantes, nas instalações do RAME.
Criado em Novembro de 2016, com o início da actividade operacional do Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME) no Quartel de São Lourenço, um espaço global de 37 hectares situado em Abrantes, no Centro do país, é ali que se prepara e coordena uma resposta efectiva no apoio em situações de emergência que envolvam um número elevado de desalojados, riscos tecnológicos, actos terroristas, contaminação do meio ambiente, incêndios florestais, cheias e inundações, sismos e erupções vulcânicas.

"Neste processo de amadurecimento do RAME, ter uma capacidade muito própria pré-instalada é a grande diferença", defendeu Rovisco Duarte, tendo feito notar que as actuais "capacidades instaladas são mobilizáveis" e o RAME tem "muito pouco" em permanência.

"O que nós queremos é criar uma capacidade dedicada em permanência, e é o que chamamos de Grupo de Intervenção Rápida em Catástrofes", anunciou, tendo destacado a importância de "criar postos de comando projectáveis com capacidade de comando e controlo", um modelo que vai ser testado e que "resulta também do que foi visto e do que é a experiência internacional".

Para já, afirmou, "apostámos para este ano em fazer uma jornada de reflexão, em que estamos envolvidos, e a seguir, com os ensinamentos que temos, testar no terreno. E isso vai acontecer nos dias 16 e 17 [de Abril] na região de Loulé", no Algarve, adiantou.

"Vamos fazer um grande exercício e vamos testar a capacidade de comando, controlo e comunicações, ou seja, vamos passar desta fase conceptual para uma fase concreta no terreno (...). A partir daí, iremos aprimorar o modelo e estaremos preparados para as missões que vierem", afirmou.

Questionado sobre a formação dos militares nesta vertente, o CEME disse que esse é um dos pontos em que existem parcerias a nível internacional, para além de diligências internas.

"Quando se fala de Exército subentende-se falar de capacidades e um dos vectores de desenvolvimento considerados críticos é o da formação", afirmou Rovisco Duarte, tendo acrescentado que, "por isso, a par de diligências internas (...) realizámos contactos externos, entre parceiros estratégicos, designadamente com Espanha, França e Estados Unidos (...) que nos permitirão avaliar e estabelecer opções seguras e consolidar esta área".

O seminário de hoje, aberto à sociedade civil, conta com um conjunto de moderadores e palestrantes civis e militares e tem o objectivo de promover a reflexão sobre os novos desafios do Apoio Militar de Emergência, com enfoque na perspectiva nacional actual e futura, as capacidades do Exército neste âmbito, e o futuro modelo organizacional, em fase de implementação.

https://www.publico.pt/2018/04/04/politica/noticia/exercito-vai-criar-grupo-de-intervencao-rapida-em-catastrofes-1809120
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitan

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1367 em: Abril 06, 2018, 04:54:54 pm »
http://www.janes.com/article/79062/portugal-details-shorad-acquisition-plan

Portugal details SHORAD acquisition plan

The Portuguese Army expects to receive its first vehicle-mounted short-range air defence (SHORAD) systems in 2019, it has told Jane’s . The request for proposals (RFP) is expected to be launched through the NATO Support and Procurement Agency (NSPA) in 2018, as is the contract signing. The NSPA is conducting the procurement under an agreement with Portugal.

In 2017, EUR32 million (USD39.3 million) were allocated for the acquisition of eight light or medium tactical armoured vehicles equipped with a lightweight missile launch system, eight weapon terminals and two 3D air surveillance radars with a range of at least 20 km.
 

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Lusitan

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1368 em: Abril 11, 2018, 10:24:28 am »
http://www.janes.com/article/79169/portugal-to-establish-uav-based-istar-capability

Portugal to establish UAV-based ISTAR capability

Tekever, Elbit Systems, Airbus’ SURVEY Copter, AeroVironment, and Altus are competing to deliver the Portuguese Army’s first intelligence, surveillance, target acquisition, and reconnaissance (ISTAR) capability based on small unmanned aerial vehicles (UAVs).

The procurement, to run through 2021, is worth up to EUR6 million and is being executed by the NATO Support and Procurement Agency (NSPA) through an agreement with Portugal. A request for proposal (RFP) was issued on 21 December 2017 and closed on 28 February 2018. Bids are now being analysed, and a contract and initial deliveries are expected this year, the army told Jane’s . NSPA declined to elaborate on the bidders’ proposals.

Twelve systems, for a total of 36 aircraft, are to equip four sections within a surveillance systems company from an ISTAR battalion in a cavalry regiment. The aim is to gather information in support of battalion-sized units.

Each system comprises three fixed-wing, hand-launched unarmed UAVs. The UAVs are to have a three-axis gimbaled interchangeable electro-optical/infrared (EO/IR) payload (a colour EO sensor and an uncooled long-wave IR sensor); a ground-control station with day/night operable monitor, keyboard, backup data storage, rechargeable batteries, and display for near-real-time video and metadata for dissemination; and an EO/IR payload for training. They must also include GPS or Galileo navigation, and an encrypted digital datalink to deliver video and telemetry through an omni-directional antenna.

Portugal is also asking for software licences, spare parts for 300 launches, 18 video and data terminals that can operate without external power for at least 180 minutes, and other support functions.

Requirements call for a maximum take-off weight between 2 kg and 15 kg, an in-production and in-service aircraft, a maximum 10×10 m area landing, operation by a no more than two personnel, two aircraft simultaneous flight, 25–32 kt cruising speed, 90 minutes minimum autonomy, and 30 minutes positioning over a target at a maximum range of 10 km line-of-sight.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1369 em: Abril 18, 2018, 12:52:52 pm »
Fim do armamento a pedido. Militares só podem comprar o que já existe no mercado´

Decisão visa acabar com os atrasos sistemáticos na aquisição de equipamentos militares, como é o caso da arma ligeira.

As Forças Armadas (FA) vão passar adquirir sistemas de armas existentes no mercado e em uso por países aliados, soube o DN. A medida consta da diretiva ministerial para rever a Lei de Programação Militar (LPM) e é a mais recente alteração aprovada para combater os atrasos sistemáticos na conclusão dos concursos.

O caso da nova arma ligeira é o caso mais exemplar dos atrasos que, há anos, caracterizam os concursos de aquisição de equipamentos e armamento para as FA: a substituição da velhinha G3 da guerra colonial (1961-1974) já era equacionada no final dos anos 1980. Mesmo o atual concurso, feito através da agência especializada da NATO para esse efeito (NSPA), continua por concretizar porque o Exército tem apresentado novos requisitos operacionais que alteram o caderno de encargos ou, como noticiou o DN sobre outros concursos, nem existem no mercado. Agora os ramos definem os requisitos operacionais que pretendem. Se os fabricantes não têm produtos compatíveis ou não conseguem - como foi o caso dos helicópteros ligeiros EC-635 comprados para o Exército - satisfazer o estipulado, volta tudo à estaca zero.

Na "diretiva ministerial de orientação política para o investimento na Defesa", aprovada há uma semana pelo ministro Azeredo Lopes, diz-se que deverá ser dada preferência aos equipamentos "que já são adotados pelas FA de países aliados e, sempre que possível, mediante processos concursais multinacionais", para reduzir "custos de produção e manutenção" e obter "ganhos de interoperabilidade" com os aliados.

Os caças F-16 são exemplo disso, pois Portugal integra o consórcio de países europeus com essas aeronaves e cujas aquisições em conjunto permitem poupanças significativas a cada um deles.

Note-se que a opção do ministro Azeredo Lopes em recorrer à NSPA para organizar os concursos de modernização das Forças Armadas visou acelerar esses processos. Já Veiga Simão, na segunda metade dos anos 1990, tinha imposto a presença de juristas na elaboração dos concursos e cadernos de encargos para evitar a conflitualidade judicial que marcava esses processos e acabava por levar mesmo à sua anulação.

Reequipar por capacidades

Outra orientação apresentada por Azeredo Lopes diz respeito à lógica de definição sobre o que se vai comprar: em vez de atender às necessidades individuais de cada ramo, passa a privilegiar-se a noção de "capacidade".

A própria doutrina militar, que decorre da da NATO, define capacidade militar como o conjunto de elementos - material, pessoal, organização, interoperabilidade, doutrina, infraestruturas, treino, liderança - que contribuem para realizar determinadas tarefas operacionais ou atingir certos efeitos.

É esse "planeamento por capacidades" que justifica estudar "a hipótese" de fundir a LPM e a Lei de Infraestruturas Militares, a qual visa alienar o património imobiliário da Defesa para financiar novas construções ou reparar e manter os edifícios existentes. Dito de outra forma, tudo o que é investimento (armas, pessoal, infraestruturas) passaria a constar desse diploma único.

Ter "capacidades conjuntas das FA", numa lógica de complementaridade e "utilização racional dos recursos financeiros", adequar a sua edificação às missões em que Portugal participa "no exterior" e dar "prioridade aos equipamentos de proteção individual, armamento e sustentação logística" são outras orientações políticas para rever este ano a LPM.

https://www.dn.pt/portugal/interior/fim-do-armamento-a-pedido-militares-so-podem-comprar-o-que-ja-existe-no-mercado-9266784.html
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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perdadetempo

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1370 em: Maio 09, 2018, 11:52:17 pm »
http://www.janes.com/article/79062/portugal-details-shorad-acquisition-plan

Portugal details SHORAD acquisition plan

The Portuguese Army expects to receive its first vehicle-mounted short-range air defence (SHORAD) systems in 2019, it has told Jane’s . The request for proposals (RFP) is expected to be launched through the NATO Support and Procurement Agency (NSPA) in 2018, as is the contract signing. The NSPA is conducting the procurement under an agreement with Portugal.

In 2017, EUR32 million (USD39.3 million) were allocated for the acquisition of eight light or medium tactical armoured vehicles equipped with a lightweight missile launch system, eight weapon terminals and two 3D air surveillance radars with a range of at least 20 km.

Parece que se trata disto no site da NSPA

https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=18LDS015

Cumprimentos,

 

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PereiraMarques

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1371 em: Maio 19, 2018, 12:01:33 am »
Será que o uniforme n.º 2 em verde vai deixar de existir? Ou é o único que fica igual e por isso não fez parte do "desfile"?







http://www.exercito.pt/pt/informa%C3%A7%C3%A3o-p%C3%BAblica/not%C3%ADcias/525
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1372 em: Maio 19, 2018, 02:45:20 pm »
E depois como se distinguiam do resto da canalha?! Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, aquela farda manhosa vai ser mantida quase de certeza! :domador:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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nelson38899

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1373 em: Maio 20, 2018, 09:34:49 am »


"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 
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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1374 em: Julho 11, 2018, 02:35:16 pm »
Despacho n.º 6736/2018 - Diário da República n.º 132/2018, Série II de 2018-07-11 115674401
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Aquisição de Viaturas Táticas Médias para o Exército

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/115674401/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=115674397
 

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1375 em: Julho 13, 2018, 05:35:09 pm »
Despacho n.º 6736/2018 - Diário da República n.º 132/2018, Série II de 2018-07-11 115674401
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Aquisição de Viaturas Táticas Médias para o Exército

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/115674401/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&dreId=115674397

+ land rover e L200
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1376 em: Julho 13, 2018, 07:37:24 pm »
Despacho n.º 6736/2018 - Diário da República n.º 132/2018, Série II de 2018-07-11 115674401
Defesa Nacional - Gabinete do Ministro
Aquisição de Viaturas Táticas Médias para o Exército

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+ land rover e L200

O que sobrou de 20 milhões, " custo das viaturas 3.080.794,00 (euro) (três milhões, oitenta mil e setecentos e noventa e quatro euros) " , dá para comprar mais umas coisitas  :G-deal: :G-deal: :G-deal:a :rir: :rir: :rir:
 

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1377 em: Julho 13, 2018, 09:44:58 pm »
Com as L200 metem um "bitubo" em cima  :G-bigun: e faz um technical à maneira...bem bom para a RCA  :N-icon-Axe:
 
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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1378 em: Julho 17, 2018, 04:26:45 pm »
Com as L200 metem um "bitubo" em cima  :G-bigun: e faz um technical à maneira...bem bom para a RCA  :N-icon-Axe:

Bitubo não senão aquilo tomba para o lado...mas essa ideia com .50 há quem já tenha posto em prática...

Um abraço
Raphael
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