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Gina

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« Responder #60 em: Abril 28, 2009, 04:55:40 pm »
"A democracia é uma forma de governo que prevê a livre discussão, mas que só é atingida se as pessoas pararem de falar"  Clement Attlee

Se aqueles badamecos todos que estão no parlamento diminuissem a conversa toda de ofensas verbais uns aos outros e a apregoação de promessas, mundos e fundos ao povo e tratassem mas é de pôr mãos à obra e de fazer mesmo com que as coisas boas acontecessem... menos blá blá blá e mais reflexão, pensamento e no fim acção! aí sim tinhamos uma democracia... porque só eles é que falam... o povo das duas uma: ou come e cala ou revolta-se mas sem resultados... democracia? aonde? Se nas maioria das vezes só a opinião dos "lá de cima" é que conta?!?  :evil:
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zeNice

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« Responder #61 em: Abril 30, 2009, 01:33:04 pm »
Citação de: "P44"
11 Março 2009 - 09h00
Cozido à portuguesa

A Galp chupa-chupa

Na passada quarta-feira, 4 de Março, a orgulhosa Galp anunciou os seus resultados de 2008. Ninguém se incomodou com o facto de a companhia petrolífera ter declarado um lucro de 478 milhões de euros, dos quais 105 milhões vieram direitinhos da lentidão de ajustamento à descida dos preços do petróleo internacional.


Ou seja, a Galp passou vários meses a demorar intencionalmente a descida dos preços da gasolina e do gasóleo ao público, ganhando com isso a módica quantia de... respire bem fundo, 105 milhões!


A administração e os accionistas da Galp sentiram certamente grande alegria pelo facto de a empresa ter tido um ano histórico de aumento de lucros. Em momento algum lhes passou pela cabeça que estavam a cometer um grave erro, faltando ao respeito aos seus conterrâneos! Claro que não: para eles era apenas uma forma esperta de ganhar mais dinheiro à custa do mexilhão. De cada vez que iam às bombas atestar, os portugueses pagavam sempre mais do que deviam. O preço do petróleo a descer a pique e nas bombas aquela teimosa resistência à descida, aquela sacanice tão típica de grande empresa que se está nas tintas para nós.

É por estas e por outras que eu, não sendo de esquerda, percebo perfeitamente a raiva que a esquerda destila contra as grandes empresas. O exemplo que a Galp deu ao País foi o de uma empresa insensível e predadora, que só se interessa em "maximizar o lucro", ou seja, encher os bolsos dos accionistas, e nem por um instante se incomoda com o facto de poder estar a cometer ilegalidades. E a responsabilidade social, para a Galp, não existe? Nas escolas de gestão mais avançadas, onde certamente estudaram muitos dos administradores da Galp e das empresas suas accionistas, ensina-se uma coisa chamada responsabilidade social, que no fundo é preocuparmo-nos com o mundo à nossa volta e não olhar para os consumidores apenas como malta a quem vamos chupar o dinheirinho o mais possível. Infelizmente, foi isso que fez a Galp. Chupou, chupou, chupou até mais não poder.

Infelizmente também, em Portugal não há no PSD ninguém capaz de tornar estas situações numa arma de arremesso política contra o Governo. Sobre o assunto, o PSD disse nada. Não vou aqui especular porquê, mas apenas dizer que o silêncio do PSD foi a medida da sua confrangedora incapacidade. Quem perde uma oportunidade política de ouro como esta para enfurecer a população contra o Governo e com isso se afirmar como alternativa não merece ganhar eleições.

Domingos Amaral, Director da ‘GQ

CM


em http://www.forumdefesa.com/forum/viewto ... 8&start=75


e pronto? fica assim? não lhes acontece nada ficam impunes?

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TOMSK

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« Responder #62 em: Maio 03, 2009, 09:38:28 am »
Citar
Consulado de Portugal em Sevilha
por Carlos Duarte


PASSE A PALAVRA ...

Um Símbolo de Portugal em Espanha.
O Governo Português anunciou que irá encerrar o Consulado Geral de Portugal em Sevilha.
Esse encerramento implica a perda de um Edifício Histórico Português, que foi construído
para albergar o Pavilhão de Portugal na Exposição Universal de Sevilha de 1929
e cuja propriedade será devolvida ao Ayuntamiento de Sevilha.

Este Edifício Histórico está localizado no centro da cidade de Sevilha,
ao lado do Hotel Alfonso XIII, um dos melhores de Espanha e é cobiçado
por grandes interesses espanhóis e internacionais.
Nós que o temos na mão, por direito, decidimos abandoná-lo.
Será que o Governo entende que temos demasiadas referências culturais
portuguesas em Espanha?
Será que, decididamente, preferimos acabar com todos os símbolos nacionais?
Como este que a Espanha nos cedeu gratuitamente há quase um século, no centro
de uma das suas mais importantes e bonitas cidades?
Um Consulado não se mede só pelos serviços que presta.
Conta por ser uma presença de um País numa cidade amiga.
Uma cidade onde trabalham Portugueses, onde estudam Portugueses,
onde se ensina o Português a centenas de estudantes espanhóis.
Uma cidade Amiga.
Por isso e por estar num Edifício Histórico Português, pode ser também
uma Referência da Cultura Portuguesa, a melhor Marca de Portugal.
Em Espanha.
Todo o Português que vai a Sevilha se orgulha de ver o seu País, a sua Imagem,
o seu Símbolo no centro da Cidade-Monumento.
O Governo Português vai acabar com ele.
E sem ganhar nada com isso. Provavelmente veremos em breve no seu interior uma
delegação do "Gungenheim" ou do "Rainha Sofia".
É que os Espanhóis tratam bem o que têm.
Denuncie esta situação aos seus amigos.
E se conhecer o Presidente da República, ou o Primeiro-Ministro envie-lhes também.
Para que não digam que o Povo não os avisou.
Não envie é para Amigos Espanhóis.
Por vergonha.
Grupo Promotor do
Círculo de Portugal em Sevilha
* Carlos Duarte


 :evil: Filhos da ....
 

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« Responder #63 em: Maio 03, 2009, 12:22:43 pm »
Citar
E se conhecer o Presidente da República, ou o Primeiro-Ministro envie-lhes também.
Para que não digam que o Povo não os avisou.
Não envie é para Amigos Espanhóis.


contrasenso...
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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« Responder #64 em: Maio 03, 2009, 12:25:22 pm »
Citação de: "Morkanz"
Citação de: "P44"
11 Março 2009 - 09h00
Cozido à portuguesa

A Galp chupa-chupa

Na passada quarta-feira, 4 de Março, a orgulhosa Galp anunciou os seus resultados de 2008. Ninguém se incomodou com o facto de a companhia petrolífera ter declarado um lucro de 478 milhões de euros, dos quais 105 milhões vieram direitinhos da lentidão de ajustamento à descida dos preços do petróleo internacional.


Ou seja, a Galp passou vários meses a demorar intencionalmente a descida dos preços da gasolina e do gasóleo ao público, ganhando com isso a módica quantia de... respire bem fundo, 105 milhões!


A administração e os accionistas da Galp sentiram certamente grande alegria pelo facto de a empresa ter tido um ano histórico de aumento de lucros. Em momento algum lhes passou pela cabeça que estavam a cometer um grave erro, faltando ao respeito aos seus conterrâneos! Claro que não: para eles era apenas uma forma esperta de ganhar mais dinheiro à custa do mexilhão. De cada vez que iam às bombas atestar, os portugueses pagavam sempre mais do que deviam. O preço do petróleo a descer a pique e nas bombas aquela teimosa resistência à descida, aquela sacanice tão típica de grande empresa que se está nas tintas para nós.

É por estas e por outras que eu, não sendo de esquerda, percebo perfeitamente a raiva que a esquerda destila contra as grandes empresas. O exemplo que a Galp deu ao País foi o de uma empresa insensível e predadora, que só se interessa em "maximizar o lucro", ou seja, encher os bolsos dos accionistas, e nem por um instante se incomoda com o facto de poder estar a cometer ilegalidades. E a responsabilidade social, para a Galp, não existe? Nas escolas de gestão mais avançadas, onde certamente estudaram muitos dos administradores da Galp e das empresas suas accionistas, ensina-se uma coisa chamada responsabilidade social, que no fundo é preocuparmo-nos com o mundo à nossa volta e não olhar para os consumidores apenas como malta a quem vamos chupar o dinheirinho o mais possível. Infelizmente, foi isso que fez a Galp. Chupou, chupou, chupou até mais não poder.

Infelizmente também, em Portugal não há no PSD ninguém capaz de tornar estas situações numa arma de arremesso política contra o Governo. Sobre o assunto, o PSD disse nada. Não vou aqui especular porquê, mas apenas dizer que o silêncio do PSD foi a medida da sua confrangedora incapacidade. Quem perde uma oportunidade política de ouro como esta para enfurecer a população contra o Governo e com isso se afirmar como alternativa não merece ganhar eleições.

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e pronto? fica assim? não lhes acontece nada ficam impunes?

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e que dizem da última da ANAREC, que preocupada por o abastecimento em postos de marca branca já representarem 30% do consumo total, "lembraram-se" de repente que esses combustiveis são de "qualidade inferior e podem danificar os motores dos carros"???????

engraçado, foi preciso o consumo já chegar a 30% para se lembrarem de "alertar" o comum dos mortais...

Anedótico!
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AC

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« Responder #65 em: Maio 03, 2009, 02:10:24 pm »
As afirmações da ANREC resultam da preocupação com o encerramento de postos. Contudo, é um tiro que lhes vai sair pela culatra porque, creio eu, não corresponde à verdade.

Já agora, se dividirem os 105 EUR referidos em cima pelos 16M toneladas de produtos refinados comercializados pela GALP, vão ver que dá aproximadamente ...  0,000656 € por kg.

Uma vez que o grosso disto será gasolina e gasóleo e que as densidades típicas destes combustíveis estão entre 0.71 e 0.85 kg/l, respectivamente, podemos concluir que estamos a falar de 0,000923 a 0,000771 € por litro.

Sim, a GALP como qualquer outra empresa, chula o cliente tanto quanto possível. E sim, os combustíveis em Portugal são caros.
Agora.. se vão agir como virgens ofendidas por causa dos lucros da GALP nunca vão a lado nenhum.
 

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Açoriano

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« Responder #66 em: Junho 11, 2009, 01:42:10 pm »
:shock:

Portugal concedeu um empréstimo de 500 milhões de euros a Angola para financiar projectos de infra-estruturas, avança a rádio angolana RNA.
O Governo de Angola aprovou ontem a revisão do Orçamento Geral do Estado para 2009 e um acordo de financiamento no valor de 500 milhões de euros celebrado entre os ministérios das Finanças de Angola e de Portugal, informa a rádio estatal.

http://economico.sapo.pt/noticias/portu ... 12574.html
 

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« Responder #67 em: Junho 12, 2009, 10:34:40 am »
Citação de: "Açoriano"
:shock: Portugal empresta 500 milhões de euros a Angola :evil:

VERGONHA!
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Gina

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« Responder #68 em: Junho 25, 2009, 12:25:34 pm »
1. Sabem em que consiste a "manutenção" do site do ministério da justiça?
 
Não ? Trata-se de actualizar conteúdos. Acham que o ministro Costa recorreu a um informático qualquer para tratar do assunto ???? Mas claro que não! Trata-se de uma tarefa altamente técnica que justifica uma remuneração de 3.254,00 euros mais o subsídio de almoço, claro!!!!  :roll:
 
A verificar no DR no Despacho nº 22 237/2005 (2ªserie)...
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PereiraMarques

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« Responder #69 em: Junho 25, 2009, 02:20:42 pm »
Espectáculo...uma notícia de 2005...até existe um desmentido...se fosse verdade não acham que em 2005 teria aparecido alguma coisa nas TV's (TVI) ou nos jornais e não apenas na anónima blogsfera?

Estas notícias servem mais o governo (tese da "cabála") do que propriamente o combate ao mesmo...
 

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ShadIntel

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« Responder #70 em: Junho 25, 2009, 02:24:49 pm »
Citação de: "Gina"
1. Sabem em que consiste a "manutenção" do site do ministério da justiça?
 
Não ? Trata-se de actualizar conteúdos. Acham que o ministro Costa recorreu a um informático qualquer para tratar do assunto ???? Mas claro que não! Trata-se de uma tarefa altamente técnica que justifica uma remuneração de 3.254,00 euros mais o subsídio de almoço, claro!!!!  :roll:
 
A verificar no DR no Despacho nº 22 237/2005 (2ªserie)...
Gina, são sem dúvida coisas que acontecem muito não só em Portugal como noutros países; mas ao que parece esta "notícia" com cerca de 4 anos não era verdadeira:

Citar
7- O Ministério da Justiça desmente de forma categórica a existência de qualquer relação de parentesco entre o ministro da Justiça, Alberto Costa, e a assessora de imprensa, Susana Isabel Costa Dutra.

09 de Fevereiro de 2006

Os nossos governantes têm pouca vergonha, mas daí a renegar os filhos apenas para desmentir este tipo de rumores...

Ainda que...
 

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Gina

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« Responder #71 em: Junho 25, 2009, 02:57:03 pm »
Hum... na altura ouvi falar disto e não me lembro de ouvir o "desmentido"... recebi este mail agora e lembrei-me de postar e relembrar a situação... se soubesse que tinha havido um "desmentido" provavelmente não teria postado...(desde já as minhas desculpas :wink:
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TOMSK

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« Responder #72 em: Julho 05, 2009, 08:56:08 pm »
Um insulto à Língua Portuguesa!

Citar
Governo está a estudar adesão a um acordo em que deixa de ser necessária a tradução para português das patentes

Cerca de 150 pessoas ficarão no desemprego caso o Governo de José Sócrates adira a um protocolo europeu em que deixa de ser necessária a tradução para português das patentes europeias. Quem o diz é Gonçalo Sampaio, secretário-geral da Associação Portuguesa dos Consultores em Propriedade Industrial (ACPI).

"Inglaterra, França e Alemanha criaram um protocolo em que deixa de ser necessária a tradução das patentes europeias em todas as línguas. Caso o Governo adira a este acordo, que está em estudo, as entidades que traduzem as patentes para português ficam sem trabalho", denuncia Gonçalo Sampaio. Além de colocar cerca de 150 pessoas no desemprego, tal medida colocaria ainda entre "50 a 75 pessoas numa situação precária", pois "são áreas muito técnicas".

Outra consequência da adopção deste protocolo é que as "empresas vão deixar de inovar". "Um custo que elas só teriam no fim - de traduzir a patente em várias línguas - passam a ter à partida", pois as empresas, quando querem inovar, têm de estudar os produtos já existentes. "Há muitos casos em que depois de lerem as patentes, as empresas percebem que não vale a pena. Os estudos que fizemos indicam que se este protocolo for para a frente, só à partida, as empresas vão ter de gastar entre 30 a 50 mil euros", salienta o secretário-geral.

Por fim, Gonçalo Sampaio alerta ainda que este protocolo se traduzirá num "ataque à língua portuguesa", pois esta deixa de existir nas patentes europeias.

Quanto ao provável sentido da decisão do Governo, que "não pediu pareceres a nenhuma entidade", Gonçalo Sampaio sabe que a decisão está a ser estudada e que o Executivo pondera aderir ao protocolo. "Os governantes de outros países afirmam que Portugal admite assinar o acordo", diz, sendo que para tal bastam as assinaturas do ministro da Justiça e do primeiro-ministro.
 

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Cabecinhas

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« Responder #73 em: Julho 07, 2009, 01:10:19 am »
Vergonha :shock:
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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« Responder #74 em: Agosto 13, 2009, 05:58:53 pm »
Se grande parte dos governantes tivesse um curso de Gestão em vez de um de Direito..
"(...) Eu 'tou sempre a dormir..." - Hélder, rei do Kuduro