Apetece-me gritar bem alto, FO...

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TOMSK

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« Responder #45 em: Janeiro 17, 2009, 01:34:33 pm »
Explica-se por mais uma vergonhosa delapidação de dinheiros públicos. Em tempo de crise, quando pedem-nos para apertar o cinto, estes andam com a braguilha aberta...
 

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typhonman

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« Responder #46 em: Abril 17, 2009, 02:04:16 am »
http://www.youtube.com/watch?v=k_eM7oB9Sow

-Neste video vemos o nosso PM a falar mal dos Espanhois..

Quem diria.. hein.. :D
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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jmosimoes

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« Responder #47 em: Abril 17, 2009, 10:31:08 am »
Este só terraplanado e construido de novo, isto nunca se endireita é tudo a mamar, com a companhia dos amigos e familiares, viram no Expresso,
o oragnigrama do governo regional, enganei-me arvore genealógia, depois ainda dizem que foi tudo feito de forma democrática e transparente esta porra só a ferro e fogo
DEUS FEZ OS HOMENS SAMUEL COLT TORNOU-OS IGUAIS
BEM DA TRISTE E POBRE NAÇÃO  E DA CORRUPTA DEMOCRACIA
 

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P44

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« Responder #48 em: Abril 17, 2009, 10:38:16 am »
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Famílias de Entre-os-Rios chamadas a pagar custas

por C HELDER ROBALO Ontem




As famílias das vítimas da tragédia de Entre-os-Rios começaram a ser notificadas para pagar as custas judiciais do processo que absolveu seis técnicos - da ex-Junta Autónoma de Estradas e de uma empresa projectista -, acusados de terem violado regras técnicas e com isso terem contribuído para a queda da Ponte Hintze Ribeiro, a 4 de Março de 2001.

Ao todo são 350 a 400 mil euros de custas judiciais que os familiares, que se constituíram assistentes no processo, têm de pagar até final de Abril. Mas as cerca de 200 pessoas agora notificadas pedem para não pagar as custas, por considerarem que assim serão as únicas condenadas no processo.


http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/inter ... id=1202701
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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TOMSK

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« Responder #49 em: Abril 17, 2009, 11:36:52 am »
Noticía perfeita para o título do tópico...
 :bang:
 

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komet

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« Responder #50 em: Abril 17, 2009, 03:14:02 pm »
Citação de: "P44"
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Famílias de Entre-os-Rios chamadas a pagar custas

por C HELDER ROBALO Ontem




As famílias das vítimas da tragédia de Entre-os-Rios começaram a ser notificadas para pagar as custas judiciais do processo que absolveu seis técnicos - da ex-Junta Autónoma de Estradas e de uma empresa projectista -, acusados de terem violado regras técnicas e com isso terem contribuído para a queda da Ponte Hintze Ribeiro, a 4 de Março de 2001.

Ao todo são 350 a 400 mil euros de custas judiciais que os familiares, que se constituíram assistentes no processo, têm de pagar até final de Abril. Mas as cerca de 200 pessoas agora notificadas pedem para não pagar as custas, por considerarem que assim serão as únicas condenadas no processo.

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/inter ... id=1202701



É fantástico não se acharem culpados, mas quando a tragédia aconteceu, não faltou quem se demitisse com vergonha na cara...
"History is always written by who wins the war..."
 

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« Responder #51 em: Abril 17, 2009, 08:07:54 pm »
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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zeNice

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« Responder #52 em: Abril 18, 2009, 01:05:18 pm »
... isto anda tudo maluquinho, mas o pessoal parece que continua a não querer ver.
 

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TOMSK

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« Responder #53 em: Abril 28, 2009, 12:01:06 pm »
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O Vampiro do Século XXI:

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os «administradores - principescamente pagos - daquela instituição bancária.
A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em oferecer ao seu cliente as melhores condições de preço qualidade em toda a gama de prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas contas à ordem.
As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de conta, o estimado/a cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a usufruir da isenção da comissão de despesa de manutenção, terá de ter em cada trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à respectiva conta.
Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal.
É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma.
Como se compreende, casos como este - e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza - não podem, de todo, preencher o requisito imposto pela
CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria.
O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos.
É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.
Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa.
Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.
Medita e divulga... Mas divulga mesmo por favor...
Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que nos atira para a miserabilidade social.

Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e
rádios... Porque será?

Eu já fiz a minha parte. Faz a tua.
 

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« Responder #54 em: Abril 28, 2009, 01:25:41 pm »
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Governo não perdoa multas a pensionistas e reformados

Eudora Ribeiro  
22/04/09 17:30


Sócrates disse que "não é o momento para, por demagogia e eleitoralismo, sermos mais simpáticos".


Sócrates garantiu hoje que o Governo não vai perdoar as multas aos contribuintes que não entregaram as declarações de rendimentos, a maioria pensionistas e reformados.

"Este não é o momento para, por demagogia e eleitoralismo, sermos mais simpáticos", disse José Sócrates, durante o debate quinzenal.

O primeiro-ministro respondia ao líder do CDS-PP, Paulo Portas, sobre a recusa do Estado em perdoar a multa de 150 euros aos 120 mil contribuintes que não entregaram a declaração de rendimentos no ano passado.

"Não o faço [perdoar a multa] em nome da sensibilidade eleitoral, para dar votos. Não posso dar à administração fiscal nenhum sinal equívoco no que diz respeito ao cumprimento da lei", disse José Sócrates à saída do debate.

"É preciso declarar e pagar impostos", sublinhou o primeiro-ministro. "Não posso dizer aos portugueses que temos uma política fiscal de relaxe", acrescentou.


http://economico.sapo.pt/noticias/gover ... _8715.html

Canalhas! Ele e os Amigos não precisam de declarar impostos, mas os pobres não têm perdão!  :evil:
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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TOMSK

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« Responder #55 em: Abril 28, 2009, 01:38:25 pm »
Ó P44, neste caso eu acho que o Sócrates tem razão.

É uma questão de justiça e imparcialidade. Todos temos direitos, mas deveres também.
Ou seja, tu compras o bilhete para ir apanhar o autocarro.
E os que não compram porque não querem, não sabem, ou não tem dinheiro, também podem ir, sem lhes acontecer nada?

Não é justo tu teres o trabalho de estar a preencher e entregar aquilo, e ao mesmo tempo haver outros que se estiveram a marimbar, independentemente da razão!

Então se não lhes acontece nada, também eu não me estou para chatear na próxima vez e não entrego!
Entendes?
É que isto é uma círculo vicioso, e tem que ser parado.
 

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FoxTroop

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« Responder #56 em: Abril 28, 2009, 01:57:29 pm »
Caro Tomsk. Também sou a favor de que não se perdoem estas coisas, mas, neste caso, existem toda uma serie de atenuantes que convem ter em conta.

O Estado mudou os prazos de entrega e ninguém soube de nada. Não foi anunciado em lado nenhum. Nem na TV nem na radio nem por editais, nada.

O Estado é o primeiro a esgrimir-se a cumprir os seus próprios prazos e com conhecimento dos mesmos ao contrario deste caso.

O Estado perdoou aos bancos uns milhõezitos de euros por deixar passar o prazo e como estes são uns desgraçados que não se podem mover, pagam e não bufam.

Caro Tomsk. Neste caso penso que o governo deveria ter a sensibilidade de deixar cair as multas.
 

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123go

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« Responder #57 em: Abril 28, 2009, 02:30:32 pm »
Citação de: "FoxTroop"

Caro Tomsk. Neste caso penso que o governo deveria ter a sensibilidade de deixar cair as multas.


Acho que o governo faz mal em não perdoar, é mal jogado, porque estamos em época de eleições e todos os votos contam.

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« Responder #58 em: Abril 28, 2009, 04:42:03 pm »
Ó Tomsk,

não gosto muito de citar o Paulo Portas mas desta vez (até porque está lá a explicação)

Citar
«É uma questão de sensibilidade», frisou, recordando que o problema está relacionado com uma «mudança de regras» por parte do Estado, que criou a obrigação de entrega de declaração de rendimentos, mas não avisou da alteração.

Apenas «falharam um papel», «não falharam os impostos»

«Do ponto de vista da sensibilidade social isto não faz sentido nenhum», insistiu, considerando que teria sido possível encontrar uma «solução justa», tal como aconteceu com os trabalhadores independentes, porque não se trata de pessoas que «falharam impostos», mas apenas «falharam um papel», porque não sabiam da mudança de regras.

«Qualquer pessoa dotada de um sentido de solidariedade percebe que é muito injusto estar a pedir a mais de 100 mil pensionistas, que são pessoas que têm reformas de algumas magras centenas de euros, façam o favor de pagar uma multa de 150 euros não por terem falhado um impostos, mas por terem falhado um papel, e ainda por cima só falharam porque o Estado não avisou da mudança das regras»,


http://diario.iol.pt/economia/impostos- ... -4058.html
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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TOMSK

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« Responder #59 em: Abril 28, 2009, 04:44:32 pm »
Pronto, se alteraram as datas sem aviso prévio, então aí o caso muda de figura!