Venezuela e Colômbia

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André

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« Responder #15 em: Março 03, 2008, 07:23:02 pm »
Brasil quer evitar um conflito armado na região

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O Governo brasileiro acompanha a crise entre Colômbia, Equador e Venezuela, acirrada pela morte do número dois das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), e quer evitar uma guerra na região, informou hoje à Lusa o Itamaraty.

«O Brasil está a acompanhar com atenção a crise. O ministro (das Relações Exteriores) Celso Amorim está em contacto permanente com as autoridades sul-americanas e com o Presidente Lula da Silva sobre a questão«, informou fonte do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

O chanceler Amorim, que cancelou compromissos que teria nesta segunda-feira em São Paulo após voltar de Singapura e Vietname, retornou a Brasília para seguir a crise nas relações entre os três países.

Hoje, no Palácio do Planalto, sede da Presidência, Celso Amorim participou numa reunião da coordenação política do Governo, cujo tema principal foi o conflito aberto entre Colômbia, Equador e Venezuela.

Ficou decidido que o Presidente da República, Lula da Silva, fará um contacto telefónico hoje com a sua homóloga argentina Cristina Kirchner para tentar evitar uma guerra entre os vizinhos.

As relações da Colômbia com o Equador e com a Venezuela, degradadas há tempos, complicaram-se após o anúncio, no último dia 01, de que o Exército colombiano matou o número dois das FARC, conhecido como Raúl Reyes, além de outros guerrilheiros, num acampamento em território equatoriano, na área fronteiriça.

O Equador argumentou que houve uma violação do seu território e recebeu o apoio imediato do Presidente venezuelano, Hugo Chávez.

Equador e Venezuela retiraram os seus embaixadores de Bogotá e deslocaram tropas para a fronteira com a Colômbia.

Hoje, o vice-presidente colombiano, Francisco Calderón, acusou na sessão plenária do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas em Genebra que «alguns países« latino-americanos não estão a cumprir as determinações da ONU de lutar contra o terrorismo.

Diário Digital / Lusa

 

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Bravo Two Zero

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« Responder #16 em: Março 03, 2008, 08:32:54 pm »
Ainda vamos ver uma esquadrilha de F-16 USAF estacionados na Colômbia para o que der e vier. Os Mirages 5 e Kfir não estão à altura dos Su-30 Mk V venezuelanos
"Há vários tipos de Estado,  o Estado comunista, o Estado Capitalista! E há o Estado a que chegámos!" - Salgueiro Maia
 

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typhonman

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« Responder #17 em: Março 03, 2008, 08:48:25 pm »
Já era hora de a Colombia comprar uma esquadra de F-16C/D...
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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André

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« Responder #18 em: Março 03, 2008, 09:17:01 pm »
Embaixador português em Caracas "não comenta" conflito venezuelo-colombiano

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O embaixador de Portugal em Caracas, João Caetano da Silva, escusou-se hoje a comentar a tensão diplomática e militar entre a Venezuela e a Colômbia, alegando que se trata de "um assunto interno" do país.

No domingo, a Venezuela enviou militares para a sua fronteira com a Colômbia e encerrou a sua Embaixada em Bogotá, na sequência da incursão militar colombiana, no fim-de-semana, em território do Equador para combater guerrilheiros das FARC.

"É um assunto sobre o qual não presto declarações por se tratar de uma questão de política interna venezuelana", disse o diplomata à Agência Lusa.

João Caetano da Silva disse estar a informar o Governo português sobre os acontecimentos, mas insistiu que "não se trata de matéria da sua competência, do seu foro profissional".

"Relativamente a essa matéria sou apenas um observador e não faço qualquer tipo de declaração", sublinhou.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ordenou domingo o encerramento da Embaixada venezuelana em Bogotá e enviou 10 batalhões de tropas para a zona de fronteira, depois de militares colombianos terem morto Raul Reyes, o "número dois" das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), durante uma operação em território do Equador.

Hugo Chávez descreveu a operação como uma violação da soberania de um país vizinho e advertiu o seu homólogo colombiano, Álvaro Uribe, que uma eventual incursão militar colombiana em território venezuelano para atacar guerrilheiros das FARC seria "motivo de guerra".

A Colômbia e a Venezuela partilham uma fronteira com 2.219 quilómetros.

Lusa

 

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André

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« Responder #19 em: Março 03, 2008, 10:52:02 pm »
Caracas e Quito enviam tropas, Bogotá nega escalada militar

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A Venezuela e o Equador ordenaram o envio de tropas para as suas fronteiras com a Colômbia, em resposta à morte do "número dois" da guerrilha marxista das FARC em solo equatoriano mas Bogotá negou hoje qualquer escalada militar.

A morte de Raul Reyes e a subsequente escalada de tensão entre a Colômbia e os seus vizinhos, o Equador e a Venezuela, causaram a mais grave crise desde há uma década nesta região da América Latina.

A Colômbia respondeu hoje à decisão de Caracas e Quito com acusações de que os documentos encontrados num acampamento rebelde bombardeado ligavam o presidente venezuleano, Hugo Chavez às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC, guerrilha marxista).

O chefe da polícia colombiana, general Oscar Naranjo, disse que os documentos recuperados de um computador do líder rebelde assassinado indicam que Chavez enviou recentemente 300 milhões de dólares (197 milhões de euros) aos guerrilheiros colombianos. Adiantou que outros documentos indicam que os rebeldes enviaram dinheiro a Chavez quando ele era o líder detido de um golpe há mais de uma década.

Naranjo disse que os documentos foram recuperados de um computador portátil propriedade do líder rebelde conhecido como Raul Reyes, que foi morto sábado num ataque de um comando do exército colombiano a um campo na fronteira com o Equador.

Uma nota recuperada de Raul Reys fala de como Chavez está grato com os 100 milhões de pesos (cerca de 150.000 dólares na época) que as FARC entregaram a Chavez quando ele estava na prisão", disse Naranjo numa conferência de imprensa em Bogotá.

O vice-presidente venezuelano Ramon Carrizalez desmentiu estas acusações: "Estamos acostumados às mentiras do governo colombiano. Digam o que disserem, não tem importância. Nesta altura, podem inventar qualquer coisa para se limparem de terem violado território equatoriano".

A morte de Reys e de outros 16 rebeldes no Equador, sábado, aumentou de forma significativa as tensões entre os três vizinhos andinos.

Sábado, Chaves prometeu que a Venezuela responderá militarmente caso a Colômbia viole a sua fronteira, para onde ordenou o envio de tanques bem como milhares de soldados. Ordenou também o encerramento da Embaixada da Venezuela em Bogotá.

O presidente equatoriano Rafael Correa disse ter enviado tropas, ao mesmo tempo que retirava o seu embaixador de Bogotá e expulsava o embaixador da Colômbia.

"Não há justificação", disse Correa, domingo à noite, desdenhando um anterior anúncio da Colômbia de que iria apresentar desculpas pela incursão militar. As tropas equatorianas heli-transportadas dirigiram-se hoje para a fronteira.

Chavez qualificou a morte de Reyes e de outros rebeldes como um ataque por "um Estado terrorista", afirmando que o presidente colombiano Alvaro Uribe é um "criminoso".

"Senhor ministro da Defesa, envie-me 10 batalhões para a fronteira com a Colômbia, imediatamente. Com tanques. Envie a Força Aérea", disse Chavez durante o seu programa semanal na rádio e na televisão.

Correa disse que a Colômbia agiu deliberadamente, penetrando bem no interior do Equador para bombardear o campo rebelde. Disse que os rebeldes foram "bombardeados e massacrados quando dormiam, usando tecnologia de precisão".

Por sua vez, os militares colombianos informaram que o campo estava localizado a apenas 1,8 quilómetros da fronteira.

Há muito que as autoridades colombianas se queixam de que os rebeldes se refugiam no Equador e na Venezuela, atravessando as fronteiras.

Hoje, as tropas equatorianas estavam "em estado de alerta máximo" e efectuavam "patrulhas na fronteira com a Colômbia, declararam responsáveis do Ministério da Defesa a coberto do anonimato.

Por seu lado, o ministro da Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, disse hoje que o seu governo não está a enviar quaisquer tropas e que tem a situação "sob controlo".

"Nós temos a capacidade de mobilizar as nossas tropas mas não vemos qualquer necessidade de o fazer", declarou Santos.

"Preferimos deixar o presidente Chavez fora desta discussão", disse Santos à Rádio Caracol. "Não mencionamos essa pessoas, não fazemos quaisquer comentários ao que diz, faz ou sugere".

Em Washington, um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Tom Casey, disse que os Estados Unidos apoiam o direito da Colômbia a defender-se contra as FARC e apelaram ao diálogo entre a Colômbia e o Equador.

"Da nossa perspectiva, isto é uma questão entre a Colômbia e o Equador," disse. "Não estou convencido que isto tenha a ver com a Venezuela", acrescentou.

No Chile, a presidente Michelle Bachelet ofereceu-se para mediar o conflito.

"Uma situação como esta requer uma explicação da Colômbia aos equatorianos, disse Bachelet. "Estamos muito preocupados".

Do México ao Brasil, todos ofereceram ajuda diplomática.

O governo colombiano anunciou hoje que vai enviar às Nações Unidas e à Organização dos Estados Americanos (OEA) "revelações sobre os acordos do grupo terrorista das FARC com os governos do Equador e da Venezuela".

Desde há anos que as FARC utilizam a Venezuela e o Equador como base de retaguarda para aí se refugiarem a fim de escapar às operações do exército colombiano.

Raul Reys foi morto depois da libertação unilateral pelas FARC de seis reféns desde o início do ano, graças à mediação de Hugo Chavez. A sua eliminação pode tornar mais difíceis futuras libertações.

Lusa

 

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zé do bone

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« Responder #20 em: Março 03, 2008, 11:25:05 pm »
Boas

Já aqui se falou (brevemente) sobre o equipamento aéreo à disposição das "crianças".... :roll:
Alguém tem uma ideia mais em concreto sobre o material terrestre ???
Material americano ??? Russo ??? Que tipo ???

Obrigado.
É fácil ser idealista quando se tem os bolsos cheios. Com eles vazios, a conversa já é outra...
 

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André

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« Responder #21 em: Março 03, 2008, 11:49:28 pm »
Citação de: "zé do bone"
Boas

Já aqui se falou (brevemente) sobre o equipamento aéreo à disposição das "crianças".... :roll:
Alguém tem uma ideia mais em concreto sobre o material terrestre ???
Material americano ??? Russo ??? Que tipo ???

Obrigado.


Os tanques ao serviço do exército Colombiano são de origem Brasileira,  EE-9 Cascavel e EE-11 Urutu ...

A Venezuela têm muitas mais soluções:

86 AMX-30V
36 AMX-13C.90
78 Scorpion 90 FV-101  
42 Dragoon 300 LFV2  

Blindados de Transporte de Pessoal
75 AMX-13 VTT-VCI- (25 VTT/VCI +10 VTT/LT +20 VTT/PM +12 VTT/PC +8 VTT/TB)
8 FV104 Samaritan
2 FV105 Sultan
4 FV106 Samson
10 Transportpanzer Fuchs
59 Dragoon AFV APC - (25 APC +21 PM +11 PC +2 R)
130 V-100/V-150 Commando- (100 LAV-100, +30 LAV-150)
100 LAV-300 APC
38 EE-11 Urutu

 

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JuanL

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« Responder #22 em: Março 04, 2008, 08:53:36 am »
André, Colombia también tiene carros AMX-30, precisamente por ello quiso comprarle a España los suyos cuando empezó a darlos de baja ante la llegada de los Leos, autorizada la venta por el anterior gobierno, el de Zapatero la canceló (eso si podemos llamar "venta" a la entrega de 60 carros AMX-30 EM2 por 6 millones de euros claro :wink:  )
 

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nelson38899

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« Responder #23 em: Março 04, 2008, 10:38:38 am »
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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JuanL

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« Responder #24 em: Março 04, 2008, 12:08:59 pm »
¿Entonces por que se decidieron por nuestros viejos AMX-30?  :?
 

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André

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« Responder #25 em: Março 04, 2008, 02:27:07 pm »
Caracas expulsa embaixador colombiano

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A Venezuela expulsou, hoje, o embaixador da Colômbia em Caracas, Fernando Marín Valencia, na sequência da decisão do presidente Hugo Chávez de romper relações com o vizinho país, após a assassínio do «número 2» das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

O governo venezuelano decidiu expulsar o embaixador da Colômbia em Caracas e todo o pessoal diplomático da embaixada colombiana em Caracas», anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros da Venezuela, Nicolás Maduro.

O anúncio foi feito durante uma intervenção, numa sessão especial da Assembleia Nacional (parlamento) venezuelana, convocada para debater sobre uma alegada violação da soberania do Equador, por parte de colombianos que, no último sábado, assassinaram o «número 2» das FARC, Raul Reyes.

Segundo Nicolás Maduro a expulsão faz parte de «um conjunto de medidas que tivemos que tomar para proteger a soberania nacional, o respeito e a dignidade das nossas instituições e da nossa democracia».

O embaixador venezuelano, Fernando Marín Valencia, manifestou recentemente a esperança de que após a morte de Raul Reyes as FARC entendessem que «devem procurar o caminho da conciliação» com o governo do presidente colombiano, Álvaro Uribe.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ordenou, domingo, o encerramento da Embaixada venezuelana em Bogotá, Colômbia, e enviou dez batalhões de tropas para a zona de fronteira, depois de militares colombianos terem morto Raul Reyes, o número dois das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), durante uma operação no Equador.

Hugo Chávez descreveu a operação como uma violação da soberania de um país vizinho e advertiu o seu homólogo colombiano, Álvaro Uribe, que uma eventual incursão militar em território venezuelano, em busca de guerrilheiros das FARC, seria «motivo de guerra».

A Colômbia e a Venezuela partilham uma fronteira com 2.219 quilómetros.

Diário Digital / Lusa

 

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André

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« Responder #26 em: Março 04, 2008, 07:09:50 pm »
Militares dirigem-se para fronteira com a Colômbia

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Cerca de 9.000 militares venezuelanos começaram hoje a ser destacados para a fronteira com a Colômbia, país que tem o maior exército regular de entre os três envolvidos na crise político-diplomática desencadeada no último fim-de-semana.

Segundo a agência norte-americana AP, centenas de militares venezuelanos foram vistos hoje de manhã na base de Paramaracay, na cidade de Valencia (centro), a embarcar em oito autocarros e oito camionetas, enquanto um helicóptero sobrevoava a zona. A coluna incluía camiões de combustível e gruas.

Um oficial da base, que não quis ser identificado, disse que a tropa se dirigia para a fronteira com a Colômbia, embora não especificasse o local.

No estado de Lara (norte), o governador Luis Reyes disse hoje que batalhões no seu estado estavam a dirigir-se para a fronteira.

«Existe mobilização no estado de Lara em direcção à zona de fronteira», disse Reyes, antigo tenente-coronel, à televisão venezuelana Globovision.

Os militares venezuelanos têm mantido o silêncio acerca do movimento de soldados desde domingo, quando o presidente Chavez ordenou o envio de 10 batalhões para a fronteira, incluindo carros blindados.

O general retirado Alberto Muller Rojas, aliado próximo de Chavez, disse à AP que os 10 batalhões a ser enviados para a região da fronteira incluíam aproximadamente 9.000 homens. Classificou o destacamento das tropas de inteiramente «preventivo».

Chavez decidiu destacar tropas em resposta à operação militar de Bogotá com incursão no Equador, no sábado, da qual resultou a morte do «número dois» das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e de outros 16 guerrilheiros.

O Equador também enviou tropas para a sua fronteira com a Colômbia, classificando o ataque militar colombiano como uma violação da sua soberania.

Segundo Muller, vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela de Chavez, as forças armadas venezuelanas contam actualmente com cerca de 100.000 militares, ascendendo os reservistas a 280.000 homens.

A Colômbia, cujas forças armadas são apoiadas pelos Estados Unidos, tem 255.000 militares regulares e 62.000 reservistas, de acordo com o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos com sede em Londres.

No que se refere ao Equador, o site country-data.com indica que em 1989 o exército equatoriano tinha perto de 40.000 homens, quase quatro vezes mais que a soma dos da força aérea e da marinha.

As FARC contam com entre 9.000 a 12.000 guerrilheiros.

Diário Digital / Lusa

 

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dawn_to_dusk_

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« Responder #27 em: Março 04, 2008, 07:14:35 pm »
e se enventualmente equador e a venezuela declaram guerra à colombia e esta ganha-a... teriamos o regresso da Gran-Colombia ?  c34x
 

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JuanL

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« Responder #28 em: Março 04, 2008, 07:20:07 pm »
Citação de: "dawn_to_dusk_"
e se enventualmente equador e a venezuela declaram guerra à colombia e esta ganha-a... teriamos o regresso da Gran-Colombia ?  :lol:

En los tiempos que vivimos una anexión de un país por otro es poco probable
 

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dawn_to_dusk_

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« Responder #29 em: Março 04, 2008, 07:47:52 pm »
Citação de: "JuanL"
Citação de: "dawn_to_dusk_"
e se enventualmente equador e a venezuela declaram guerra à colombia e esta ganha-a... teriamos o regresso da Gran-Colombia ?  :lol:

En los tiempos que vivimos una anexión de un país por otro es poco probable


estava a fazer  um jogo mental de risk  :D
 

 

Venezuela-base do mercado negro de armas na América Latina?

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