Jogo do Reconhecimento das Personagens ForumDefesa.com

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PereiraMarques

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« Responder #15 em: Novembro 16, 2007, 01:30:23 pm »
Citação de: "Benny"
Arreda!

Benny

Certo... :lol:

Citar
O Infante D. Afonso, nascido Afonso Henrique Maria Luís Pedro de Alcântara Carlos Humberto Amadeu Fernando António Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis João Augusto Júlio Valfando Inácio de Bragança nasceu na Ajuda, Lisboa, a 31 de Julho 1865 e faleceu a 21 de Fevereiro 1920, em Nápoles, Itália. Foi Duque do Porto, [último]Condestável de Portugal e o último vice-rei da Índia Portuguesa. D. Afonso era o segundo filho do rei D. Luís I e da rainha D. Maria Pia de Sabóia, princesa da Sardenha, e irmão mais novo do rei D. Carlos I.

Desempenhou as funções de condestável do reino, tendo sido nomeado vice-rei da Índia em 1895, por ocasião de uma expedição a essas colónias . Representou algumas vezes o irmão nas cortes estrangeiras. Foi general de divisão do exército português e inspector geral da arma de artilharia. Era ainda comandante honorário dos Bombeiros Voluntários da Ajuda.

Foi jurado pelas Cortes herdeiro presuntivo da coroa portuguesa, durante o curto reinado de D. Manuel II, seu sobrinho. Depois da Implantação da República em 1910, D. Afonso exilou-se com a mãe, a rainha D. Maria Pia, em Itália, onde residiu na cidade de Pisa. Não teve filhos do seu casamento morganático, celebrado em Madrid, em 1917, com Nevada Stoody Hayes, cidadã americana. Encontra-se sepultado no Panteão dos Bragança em S. Vicente de Fora, Lisboa, para onde foi transladado em 1921.

Reza a crónica anedótica que era conhecido como «O Arreda». Amante de carros e de velocidade, corria pelas ruas da cidade no seu automóvel aos gritos «Arreda, Arreda!» para que as pessoas saíssem da frente, o que lhe valeu o cognome. Foi responsável pela organização das primeiras corridas de carros em Portugal.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_de_ ... e_do_Porto
 

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Benny

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« Responder #16 em: Novembro 16, 2007, 10:51:05 pm »


E quem será este Senhor?

Benny
 

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PereiraMarques

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« Responder #17 em: Novembro 16, 2007, 11:00:38 pm »
Francisco da Silveira Pinto da Fonseca Teixeira, Conde de Amarante.

 :roll: Vou estar é o fim de semana fora, por isso aguentem-se...
 

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Benny

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« Responder #18 em: Novembro 16, 2007, 11:17:55 pm »
Ora bolas - Nem se aguentou dez minutos!

Bom fim de semana para si, caro PereiraMarques.

Benny
 

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PereiraMarques

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« Responder #19 em: Novembro 16, 2007, 11:23:01 pm »
Citar
Bom fim de semana para si


OK, obrigado. Ainda ponho este a ver se ainda dá... c34x

 

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André

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« Responder #20 em: Novembro 16, 2007, 11:24:56 pm »
Duarte de Almeida, Alferes-mor de D. Afonso V

 

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PereiraMarques

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« Responder #21 em: Novembro 16, 2007, 11:29:54 pm »
Citação de: "André"
Duarte de Almeida, Alferes-mor de D. Afonso V

Certo...

Citar
Alferes-mor de D. Afonso V, conhecido na história pela alcunha do Decepado. Era filho de Pedro Lourenço de Almeida. Na batalha de Toro, em 1 de Março de 1476, entre tropas portuguesas e castelhanas, em que tanto se distinguiu o príncipe D. João, depois o rei D. João II, praticaram-se actos de valentia e heroísmo; entre os guerreiros que se tornaram notáveis, conta-se Gonçalo Pires e Duarte de Almeida, o alferes-mor do rei, a quem estava confiado o estandarte real português. A luta foi enorme; as quatro grandes divisões castelhanas, vendo os seus em perigo, acudiram a auxiliá-los, ao mesmo tempo que o arcebispo de Toledo, o conde de Monsanto, o duque de Guimarães e o conde de Vila Real avançavam em socorro dos portugueses. Subjugados pela superioridade do número, os portugueses caíram em desordem, abandonando o pavilhão real. Imediatamente, inúmeras lanças e espadas o cobrem, e todos à porfia pretendem apoderar-se de semelhante troféu. Duarte de Almeida, num supremo esforço, envolto num turbilhão de lanças, empunha de novo a bandeira, e defende-a com heróica bravura. Uma cutilada corta-lhe a mão direita; indiferente à dor, empunha com a esquerda o estandarte confiado à sua Honra e lealdade; decepam-lhe também a mão esquerda; Duarte de Almeida, desesperado, toma o estandarte nos dentes, e rasgado, despedaçado, os olhos em fogo, resiste ainda, resiste sempre. Então os castelhanos o rodearam, e caiem às lançadas sobre o heróico alferes‑mor, que afinal, cai moribundo. Os castelhanos apoderaram-se então da bandeira, mas Gonçalo Pires (V. este nome), conseguiu arrancá-la. Este acto de heroicidade foi admirado até pelos próprios inimigos.

Duarte de Almeida foi conduzido semimorto para o acampamento castelhano, onde recebeu o primeiro curativo, sendo depois mandado para um Hospital de Castela. No fim de muitos meses, voltou à, pátria, e foi viver para o castelo de Vilarigas, que herdara de seu pai. Havia casado com D. Maria de Azevedo, filha do senhor da Lousã, Rodrigo Afonso Valente e de D. Leonor de Azevedo. Diz-se que Duarte de Almeida morreu na miséria e quase esquecido, apesar da sua valentia e bravura com que se houve na batalha de Toro, que lhe custou ficar inutilizado pela falta das suas mãos. Camilo Castelo Branco, porém, nas Noites de insónia, diz que o Decepado não acabara tão pobre como se dizia, porque além do castelo de Vilarigas, seu pai possuía outro na quinta da Cavalaria, e em quanto ele esteve na guerra, sua mulher havia herdado boa fortuna duma sua tia, chamada D. Inês Gomes de Avelar. D. Afonso V, um ano antes da batalha, estando em Samora, lhe fizera mercê, pelos seus grandes serviços, para ele e seus filhos, de um reguengo no concelho de Lafões.


Fonte: http://www.arqnet.pt/dicionario/almeidaduarte2.html
 

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André

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« Responder #22 em: Novembro 17, 2007, 01:09:20 am »

 

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« Responder #23 em: Novembro 17, 2007, 01:22:45 am »
Mxxxxx Axxxxx xx Sxxxx  c34x
 

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André

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« Responder #24 em: Novembro 17, 2007, 01:45:05 am »
Citação de: "PereiraMarques"
Mxxxxx Axxxxx xx Sxxxx  :?

Citar
Foi um nobre e militar português. Senhor de Prado e de Alcoentre, parente do conde de Castanheira, D. António de Ataíde, tão influente sobre o rei D. João III de Portugal, Martim chegaria a governador das Índias Ocidentais ou Brasil.

Estudou Matemática, Cosmografia e Navegação. Foi nomeado pajem do Duque de Bragança e, mais tarde, do infante D. João, príncipe herdeiro. O qual, ao subir ao trono como D. João III, pediu-lhe em 1525 retornar e o nomeou para posições de prestígio, como o comando da expedição de 1530 ao território brasileiro. Havia vivido quatro anos na Espanha, onde se casou com D. Ana Pimentel e lutou sob Carlos V contra os franceses.

Acompanhou a rainha viúva D. Leonor a Castela. Iniciou sua carreira de homem de mar e guerra em 1531 na expedição que comandou à América, nomeado desde fins 1530 em razão dos seguintes factores: por ser primo-irmão de D. Antônio de Ataíde, membro do Conselho Real, e ter forte influência junto ao Rei.

 

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PereiraMarques

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« Responder #25 em: Novembro 20, 2007, 05:43:19 pm »
 

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« Responder #26 em: Novembro 21, 2007, 02:23:07 pm »
 

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Lancero

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« Responder #27 em: Novembro 21, 2007, 02:59:07 pm »
É Luís ou ganhou a Torre e Espada na 1ª Guerra  :?  :wink:
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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PereiraMarques

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« Responder #28 em: Novembro 21, 2007, 04:07:14 pm »
Efectivamente ganhou a Torre e Espada na I Guerra Mundial usando a Lewis. Lancero já percebi que sabe a resposta pedia-lhe apenas que a concretiza-se, se assim o desejar, de modo a evitar (possíveis) equívocos :wink:
 

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Lancero

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« Responder #29 em: Novembro 21, 2007, 04:27:16 pm »
Ok, desculpem estou um pouco irrascível nos últimos dias. :oops:

Aníbal Augusto Milhais, aka 'soldado Milhões'.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

 

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