Corrupção em Portugal

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Xerif3

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Corrupção em Portugal
« em: Novembro 09, 2007, 07:48:43 pm »
Olá, com este tópico gostaria de suscitar a discussão sobre a corrupção em Portugal.

Um exemplo de corrupção que é do conhecimento GERAL pelo menos no Norte, é as chamadas "Cunhas" dadas às Escolas de Condução, que por sua vez corrompem os Engenheiros para facilitar a aprovação dos candidatos a condutores na prova prática.

Como é que não há ninguem que faça algo para parar com esta chulisse?? Já são mal pagos...

Depois queixam-se que os portugueses são um perigo na estrada, pudera!!!...


Aguardo por comentários e experiencias vossas

Cumps



Editado a 22/10/2009:

Parece que finalmente acabou ou está para acabar a mama, após 2 anos após esta "denúncia"


Citação de: "Jornal de Notícias"
Detido 'cérebro' de rede que vendia cartas

A GNR pôs termo, ontem, quarta-feira, a um esquema de cartas fraudulentas e guias falsas. Os exames de condução também eram combinados e no Código os alunos usavam microcâmaras nos botões da roupa, recebendo as respostas por um auricular.

A investigação foi desencadeada pelo Ministério Público (MP) de Oliveira de Azeméis há cerca de um ano, na sequência da descoberta de um condutor que, interceptado pela Polícia, apresentou uma guia de substituição de carta de condução que, apesar de "extremamente perfeita", tinha um número que a ex-Direcção-Geral de Viação afirmava pertencer a outra pessoa que não o fiscalizado.

Segundo fonte ligada ao processo, o esquema usado era simples: um homem, de 64 anos, sem profissão, residente no concelho de Oliveira de Azeméis, prometia arranjar cartas a troco de uma quantia que oscilava entre os 1500 a dois mil euros, sem que os interessados tivessem de se esforçar muito ou dominassem sequer as técnicas de condução.

Inscreviam-se em duas escolas de Anadia, cujo proprietário, de Santa Comba Dão, emitia uma declaração a atestar que ali tinham sido ministradas todas as aulas de código e de condução obrigatórias. Só que os "alunos" nem sequer entravam nas instalações da escola.

Para garantir êxito aos "clientes" nos exames de código e de condução, o angariador recorria a microcâmaras de filmar e auriculares, que o Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR de Oliveira de Azeméis apreendeu ontem, e alegadamente subornava examinadores [ver texto na página ao lado].

Mas o alegado mentor do esquema, que vai ser hoje presente ao Tribunal de Oliveira de Azeméis para primeiro interrogatório, tinha aprimorado o serviço. Enquanto os alunos não obtinham a carta de condução, podiam adquirir, por 250 a 300 euros, guias de substituição de carta, que lhes permitiam conduzir durante três meses de forma "legal". Se fossem interceptados pela Polícia exibiam essa guia ou diziam que se tinham esquecido dos documentos em casa. Eram multados em 30 euros e obrigados a apresentar a carta no posto policial mais próximo. Entretanto, o angariador vendia-lhes uma guia que "provava" que o autuado tinha uma habilitação legal de condução, mas que esta estava a ser renovada.

Desde Abril que o NIC da GNR de Oliveira de Azeméis começou a apertar o cerco aos suspeitos, vigiando todos os seus movimentos, numa operação denominada de "Stop" e que culminou, ontem, com a detenção do alegado cabecilha do grupo. O empresário de Santa Comba Dão, de cerca de 40 anos, foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência pelo tribunal. Em casa do sexagenário, que tem processos em tribunal por furto e falsificação, o NIC apreendeu uma caçadeira de canos serrados, o carimbo usado para "validar" as guias, documentos falsos que serviriam para contrair empréstimos bancários, uma câmara de filmar e um auricular, entre outros objectos. Nas duas escolas de condução de Anadia a GNR apreendeu computadores e vários documentos.

Fonte policial disse ao JN que o dono das escolas de condução prometeria aos seus alunos um bónus pela inscrição no seu estabelecimento. "Tinham logo direito a conduzir 'legalmente', porque lhes eram facultadas guias até terem efectivamente a carta de condução. Para o cabecilha, este esquema era fantástico. Era uma renda sempre certinha, porque ao fim de três meses os 'clientes' tinham de renovar as guias, para poderem continuar a conduzir, e lá tinham de desembolsar mais 250 ou 300 euros", diz a nossa fonte.

Os beneficiários deste esquema, já identificados pelo NIC, são "condutores" de vários concelhos do Norte e Centro do país. O JN sabe que nos próximos dias mais pessoas poderão vir a ser constituídas arguidos.
« Última modificação: Outubro 26, 2009, 09:05:45 pm por Xerif3 »
 

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GinTonic

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« Responder #1 em: Novembro 09, 2007, 07:52:41 pm »
Essa de subornar os engenheiros confesso que não sabia. O que é pratica comum é pagarem a um médico para passar os atestados aos alunos sem sequer olhar para eles.
 

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P44

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« Responder #2 em: Novembro 10, 2007, 10:34:52 am »
como podemos discutir uma coisa que "não existe" :wink:
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Luso

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« Responder #3 em: Novembro 10, 2007, 01:12:28 pm »
Citação de: "P44"
como podemos discutir uma coisa que "não existe" :wink:


É mesmo! :mrgreen:
Além disso, todos sabemos que não se pode sobornar o que não existe (os "engenheiros" como o outro)
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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hellraiser

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« Responder #4 em: Novembro 10, 2007, 03:54:10 pm »
Citação de: "Luso"
Citação de: "P44"
como podemos discutir uma coisa que "não existe" :wink:

É mesmo! :roll:
"Numa guerra não há Vencedores nem Derrotados. Há apenas, os que perdem mais, e os que perdem menos." Wellington
 

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Daniel

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« Responder #5 em: Novembro 10, 2007, 05:16:26 pm »
O actual líder do CDS-PP, Paulo Portas, terá mandadodigitalizar cerca de 60 mil páginas que se encontravam no seu gabinete no Ministério da Defesa, uma semana antes das eleições que levaram à queda do Governo de Santana Lopes. Alguns dos documentos em causa tinham escrito "confidencial", "submarinos" ou "Iraque", segundo a empresa que procedeu à digitalização.


Citar
De acordo com a edição deste sábado do ‘Expresso’, os funcionários que digitalizaram os documentos comunicaram o facto à Polícia Judiciária, só que esta força nunca procedeu à audição de Portas.

O antigo ministro da Defesa explicou ao semanário que os papéis em causa eram “notas pessoais”, na sua maioria relativas ao CDS-PP.


Bom não sei se era o tópico mais acertado, mas aqui fica noticia, qual a vossa opinião  c34x
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Luso

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« Responder #6 em: Novembro 10, 2007, 05:46:32 pm »
Citação de: "Daniel"
O actual líder do CDS-PP, Paulo Portas, terá mandadodigitalizar cerca de 60 mil páginas que se encontravam no seu gabinete no Ministério da Defesa, uma semana antes das eleições que levaram à queda do Governo de Santana Lopes. Alguns dos documentos em causa tinham escrito "confidencial", "submarinos" ou "Iraque", segundo a empresa que procedeu à digitalização.


Citar
De acordo com a edição deste sábado do ‘Expresso’, os funcionários que digitalizaram os documentos comunicaram o facto à Polícia Judiciária, só que esta força nunca procedeu à audição de Portas.

O antigo ministro da Defesa explicou ao semanário que os papéis em causa eram “notas pessoais”, na sua maioria relativas ao CDS-PP.

Bom não sei se era o tópico mais acertado, mas aqui fica noticia, qual a vossa opinião  c34x


Em muito, muito menor escala já eu fiz o mesmo quando deixei de efectuar certas tarefas. Por exemplo, quando se informa que uma acção é ilegal e a ilegalidade é, apesar disso, cometida. Sabendo-se à partida que tais documentos processuais vão ser substituidos (muitas vezes com folhas brancas numeradas para regularizar a paginação) que melhor defesa que cópias desses documentos?
São armas: para defesa e ataque. E é a ocasião e o contexto que definem o seu carácter.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Spectral

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« Responder #7 em: Novembro 10, 2007, 06:12:28 pm »
Citar
m muito, muito menor escala já eu fiz o mesmo quando deixei de efectuar certas tarefas. Por exemplo, quando se informa que uma acção é ilegal e a ilegalidade é, apesar disso, cometida. Sabendo-se à partida que tais documentos processuais vão ser substituidos (muitas vezes com folhas brancas numeradas para regularizar a paginação) que melhor defesa que cópias desses documentos?
São armas: para defesa e ataque. E é a ocasião e o contexto que definem o seu carácter.


E se tivesse sido um governante do PS, merecia a mesma desculpabilização ?
I hope that you accept Nature as It is - absurd.

R.P. Feynman
 

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Luso

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« Responder #8 em: Novembro 10, 2007, 07:19:44 pm »
Citação de: "Spectral"
E se tivesse sido um governante do PS, merecia a mesma desculpabilização ?


Que maroto, Spectral!
Não estou a desculpabilizar ninguém. Pessoalmente vejo-o como um meio de salvaguardar a verdade, que tem a tendência a ser esquecida ou ignorada, por mais que a documentemos. E nada me move quem procura a verdade, independentemente de partidos políticos.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Lancero

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« Responder #9 em: Novembro 10, 2007, 08:24:22 pm »
Penso que todos fazem isso à saída.
Isto choca-me um pouco mais.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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« Responder #10 em: Novembro 19, 2007, 11:23:01 am »
Citar
Combate ao crime está com 'sérios problemas'


LICÍNIO LIMA  
A procuradora-geral adjunta Maria José Morgado, directora do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, admitiu ontem a possibilidade de o novo Código de Processo Penal (CPP) trazer "sérios problemas" de criminalidade dentro de alguns anos.

Cândida Almeida, directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), por seu lado, entende que o novo CPP faz letra morta da Constituição" da República Portuguesa e introduz "uma privatização do processo penal, de todo inaceitável".

Ambas as magistradas participaram ontem na última sessão do Colóquio sobre a Reforma do Processo Penal, que começou sexta-feira na Universidade Lusíada, em Lisboa.

"Ou vamos ser capazes de viver com este CPP ou daqui a quatro ou cinco anos vamos ter sérios problemas a nível da criminalidade grave ou organizada", salientou Maria José Morgado.

Defendendo que "temos de viver com o CPP que temos", a directora do DIAP sublinhou que o "desafio é agora enorme" e que os juízes, as polícias e o Ministério Público têm agora esse desafio pela frente para se adaptar ao novo CPP. Disse ainda ter consciência de que a responsabilidade de conseguir um bom resultado é destes intervenientes.

No entanto, alertou que o prazo de oito meses para fazer a investigação e descobrir como e quem cometeu um crime pode ser insuficiente em alguns processos, opinião que foi partilhada pela procuradora-geral adjunta Cândida Almeida.

"Tem de se partir da queixa para lentamente construir o puzzle e, se houve crime, concluir como e quem o cometeu. Todos os autores que consultei defendem o segredo de justiça como essencial" para conseguir aquela construção, afirmou a directora do DCIAP, defendendo que "há actos instrutórios que não devem ser subordinados ao contraditório".

Cândida Almeida considerou que "para que haja verdadeira justiça é preciso, na fase de recolha de elementos, haver secretismo da investigação", um requisito que lembrou estar mais salvaguardado no anterior CPP, de 1987. "Agora, o novo CPP faz letra morta da Constituição" e introduz "uma privatização do processo penal, de todo inaceitável", acrescentou , referindo-se ao segredo de justiça que disse ter sido "pretensamente" mantido no actual CPP mas que, "na prática, não existe". |Com Lusa

 
 
Fonte
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Luso

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« Responder #11 em: Novembro 22, 2007, 09:42:28 pm »
Mais Malta Gira!


http://grandelojadoqueijolimiano.blogsp ... ducao.html

Sociologia da Educação
Quarta-feira, Novembro 21, 2007
Esta notícia que segue , vai direitinha daqui, do RCP.

O ministério da Educação contratou duas vezes o mesmo advogado para fazer o mesmo trabalho.

No primeiro contrato, o advogado João Pedroso comprometia-se a fazer um levantamento das leis sobre a Educação e ainda a elaborar um manual de direito da Educação. O trabalho deveria estar concluído até Maio de 2006, mas tal não aconteceu. Apesar de não ter sido concluído nos prazos previstos, o advogado recebeu a remuneração.

Ainda assim,o ministério fez depois com João Pedroso um novo contrato com os mesmos objectivos, mas a pagar uma remuneração muito mais elevada. Em vez dos iniciais 1500 euros por mês, João Pedroso passou a receber 20 mil euros/mês.

Perante estes factos, o ministério da Educação justifica-se dizendo que os objectivos do primeiro contrato não foram cumpridos por erro de avaliação. O secretário-geral do ministério assume as responsabilidades da tutela. Ao Rádio Clube, João da Silva Baptista diz que o ministério não soube avaliar o volume de trabalho que entregou à equipa liderada por João Pedroso da primeira vez.

Por causa do erro de avaliação, o ministério da Educação acabou por ficar sem possibilidade de exigir a João Pedroso para acabar o trabalho pelo qual foi pago e decidiu por isso pagar mais e renovar o contrato.

João Pedroso, contactado pelo Rádio Clube, recusou comentar os contratos que assinou com o ministério da Educação, remetendo todos os esclarecimentos para o Governo.

Uma notícia Rádio Clube investigada pelo jornalista Nuno Guedes.

Como refere a notícia, logo a abrir, João Pedroso ( irmão de Paulo Pedroso) é advogado. Formado em Direito, Mestre e "doutorando" ( desde 2004) em Sociologia do Direito, pela faculdade de Economia da Univ. Coimbra, eventual especialista em questões de protecção de crianças e jovens, em nome do que lecciona em cursos de pós-graduação, na Universidade de Coimbra, no âmbito do Centro de Direito da Família - (uma Associação privada sem fins lucrativos, constituída em Novembro de 1997, composta por docentes da Faculdade de Direito de Coimbra e por investigadores dedicados ao estudo e ao desenvolvimento do Direito da Família e dos Menores).

É este indivíduo, com este currículo que o ministério da Educação do actual governo, contratou para elaborar um "manual de direito da Educação", pagando-lhe para tal, ( segundo a notícia do RCP) do Orçamento do nosso Estado, 20 mil euros por mês, depois de lhe ter pago outra, pela elaboração do tal manual que deveria estar concluído em Maio de 2006, mas não estava. Atrasos, derivados certamente da complexidade extrema da nossa legislação sobre Educação.
Temos por isso, uma avença. Perfeitamente legal. Os juristas, às dúzias, no ministério da Educação, entretanto, vão-se entretendo com os seus ofícios-circulares. Não servem para compilar um "manual de direito da Educação", pelo que o outsourcing, vindo de tão singular especialista em sociologia do Direito, torna-se mais do que justificado. Obrigatório até.

Segundo Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas, em entrevista à mesma rádio, em Portugal, os contratos com o Estado sofrem uma derrapagem de cem por cento, em média. Ou seja, uma boa parte, custa mais do dobro do inicialmente previsto...e tudo dentro dos conformes da lei

Como já se escreveu, a ética republicana, é a lei.

Publicado por josé 11:42:00
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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ricardonunes

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« Responder #12 em: Novembro 22, 2007, 10:29:48 pm »
Uiii, eles são tantos casos...

Vejam o último mais badalado, Estradas de Portugal, é um fartote de rir, mas um rir triste.

Com um gabinete jurídico tão grande, porquê tantas avensas, a escritórios externos  :wink:

Juros de mora, acordados, acima dos índices de preços no consumidor, com exclusão da habitação, com determinada empresa.

E mais muito mais, é um pantano.

Nun sei se o Almerindo se vai safar :lol:
Potius mori quam foedari
 

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Luso

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« Responder #13 em: Dezembro 17, 2007, 08:19:53 pm »
é muito possível que o responsável já esteja aposentado

Caso UGT: Acusados absolvidos de todos os crimes
Os Juízes consideraram que não ficou provada a existência de um «plano criminoso».

Tenho uma vaga ideia da primeira notícia sobre este processo. Vaga ideia. Tinha coisas mais importantes em que pensar. Tipo escolher entre a mochila do "He-Man" ou do "Era uma vez a vida". 1989 foi o ano em que União Soviética retirou do Afeganistão. Hoje sou casado, tenho dois filhos e subscrevo PPRs na Caixa Geral de Depósitos. Já não existe União Soviética e o Afeganistão está ocupado por americanos.

18 anos durou o processo. O suficiente para alguém nascer, ir para a escola, tirar a carta de condução e começar a votar. 18 anos. E há quem repita que confia na justiça.

publicado por Rodrigo Moita de Deus às 18:20


http://31daarmada.blogs.sapo.pt/

 :G-Kill:
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« Responder #14 em: Janeiro 12, 2008, 10:45:19 am »
Citar
Ser dispensado pelo sector privado para prestar serviço no sector público tem acontecido muitas vezes e, creio, é mesmo de Lei. Terminado o serviço no sector público, o dispensado tem direito a regresso ao sector privado. Agora ser dispensado pelo sector público ao sector privado, com direito a regresso ao sector público, está para acontecer com Armando Vara. Em vias de ser dispensado pela CGD ao BCP. Exactamente como acontecia, em regimes totalitários, com os comissários políticos. É necessária mais alguma prova da intervenção do Governo no caso?


http://poliscopio.blogspot.com/2008/01/ ... ia_10.html
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