Gibraltar

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ZADOK

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« Responder #15 em: Abril 27, 2009, 10:13:37 pm »
Pienso que no se puede comparar el caso de Gibraltar con el de Ceuta y Melilla, por favor... Ceuta y Melilla son españolas desde la época de los reyes católicos!

Además, hay otra diferencia importante:

 La población de Gibraltar prefiere ser independiente de España y de UK (Ya que Gibraltar es un paraíso fiscal y les convendría ser independientes)

La población ceutí y melillense quiere ser española, estan todos muy contentos de ser españoles, y además, Marruecos no tiene derecho a reclamar estas ciudades ya que pertenecen a España desde antes que Marruecos existiera.
El futuro tiene muchos nombres: para los débiles lo inalcanzable, para los temerosos lo desconocido, para los valientes... la oportunidad.
 

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PereiraMarques

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« Responder #16 em: Abril 27, 2009, 10:35:26 pm »
Citação de: "ZADOK"
Ceuta y Melilla son españolas desde la época de los reyes católicos!


Queira fazer o favor de estudar primeiro...a história do seu próprio país.
 

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André

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« Responder #17 em: Abril 27, 2009, 10:43:40 pm »
Citação de: "ZADOK"
Ceuta y Melilla son españolas desde la época de los reyes católicos!


 :shock:  :shock:  :shock:

 :roll:  :roll:

 

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ZADOK

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« Responder #18 em: Abril 27, 2009, 10:52:15 pm »
Perdón, sé que Ceuta fue una ciudad fundada por los portugueses. Pero...
"En 1668 el Tratado de Lisboa firmado entre España y Portugal reconoce la Soberanía española sobre Ceuta."

Lo que yo quiero decir es que nunca fueron de Marruecos. Eran de España cuando aún no existía Marruecos!

Sé que debo estudiar más, pero amigos, sabía que Ceuta fue fundada por los portugueses, perdón, no me lapiden  :wink: Cumprimentos
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André

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« Responder #19 em: Abril 27, 2009, 10:57:06 pm »
Não foi fundada por nós, foi conquistada aos Mouros, por isso sim já pertenceu a Marrocos  ...  :roll:  :roll:

 

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ZADOK

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« Responder #20 em: Abril 27, 2009, 11:01:54 pm »
Citação de: "André"
Não foi fundada por nós, foi conquistada aos Mouros, por isso sim já pertenceu a Marrocos  ...  :roll:  :roll:


Te equivocas, fue robada a los moros, no a Marruecos... la fundación de Marruecos fue mucho tiempo después. Cuando Marruecos se creó ahí ya vivían españoles. Entiendo que protesten, pero pensandolo... creo que no llevan razón.

Además, toda negociación no tendrá fruto. Ceuta y Melilla son españolas porque lo dice la constitución española, así que para poder darlas a Marruecos habría que cambiar la constitución, o hacer la guerra.

Es imposible que pasen a ser de marruecos...
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Ataru

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« Responder #21 em: Abril 27, 2009, 11:45:20 pm »
Zadok, antes de mais bem vindo ao Fórum.

Em relação á questão aqui descutida, vendo as coisas pelo seu prisma então não só ceuta e melilla se não todo o antifo marrocos espanhol deveriam continuar a ser Espanha. E na mesma linha de pensamento, grande parte das colónias europeias em àfrica deveriam continuar a pertencer á Europa pois foram conquistadas a povos indigenas e nunca a países como Marrocos, Angola, Argélia ou Nigéria...

A verdade é que os tempos mudam e os argumentos deixam de ter razão.

Em relação a Gibraltar, enquanto não devolverem Olivença a Portugal não têm estão a ser incoerentes em exigir Gibraltar. E mesmo que o façam têm outra desvantagem, Olivença foi nos roubada de forma ilegal e posteriormente afirmaram internacionalmente (com o Tratado de Viena) que a iriam devolver, e não cumpriram, já Gibraltar foi um espólio de uma guerra que o Reino Unido venceu contra a Espanha e nunca foi devolvido. Mas quem sabe pode ser que consigam comprar o Rochedo daqui a uns anos...

P.S. Acho muita graça ao Mr.Burns  :P
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe.
 

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ZADOK

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« Responder #22 em: Abril 28, 2009, 12:13:40 am »
"E na mesma linha de pensamento, grande parte das colónias europeias em àfrica deveriam continuar a pertencer á Europa pois foram conquistadas a povos indigenas e nunca a países como Marrocos, Angola, Argélia ou Nigéria... "


Tienes razón, pero el caso de Ceuta y Melilla es algo distinto. Las colonias son lugares que se explotan para el beneficio de la Metrópoli. Ceuta y Melilla no son colonias, ya que viven españoles, y no hay nativos (solo inmigrantes de otros lugares de África)

Porque entonces, el mismo sur de España puede ser considerado una colonia del reino de Castilla...

P.D:  Es Mr. Burns con el uniforme de la Legión española

 :P
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Vicente de Lisboa

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« Responder #23 em: Abril 28, 2009, 01:13:53 pm »
Olha que essa dos limeys a vir falar de Olivença por causa de Gibraltar tem piada... Também não mexeram um dedo quando Goa & companhia foram invadidas... :evil:
 

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VICTOR4810

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GIBRALTAR...
« Responder #24 em: Maio 27, 2009, 06:25:17 pm »
Fue expoliada a España por Inglaterra, posteriormente España se vio obligada a ceder la soberanía a Inglaterra por el tratado de Utrech, tratado que nunca ha cumplido Inglaterra, la cesión se hizo sin aguas territoriales y el itsmo fue ocupado ilegalmente.
   El tratado de Utrech prohibía el establecimiento en Gibraltar de judios y moriscos -curiosamente hoy el 90 % de esa poblacción ilegalmente asentada que vota ccomo nó, ser ciudadano de segunda categoría, pero británico.
    No han cumplido el tratado de Utrech.¡¡
    Pero ese mismo tratado que les concede la soberanía para siempre, tambien dice que en el caso de que Su Majestad Británica, abandonase, cediese, vendiese..etc. el territorio este pasará a España.
    Por mi que se lo queden y que cumplan las ordenanzas fiscales europeas, pero que los llanitos no se hagan ilusiones, o ciudadanos de segunda o españoles.¡¡¡
    Y no hay mas, Tomás.¡¡¡¡
1.492, DESCUBRIMOS EL PARAISO.
"SIN MAS ENEMIGOS QUE LOS DE MI PÁTRIA"
 

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VICTOR4810

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LA VISITA A GIBRALTAR...
« Responder #25 em: Maio 27, 2009, 06:29:02 pm »
De esa señora, como en su tiempo del principe carlos y Lady Di, son una muestra evidente de que determinadas monarquías no viven ya en esta realidad.
Solo nos tenemos que dar cuenta que el principe de las grandes orejas y escasa moral (solo hay que fijarse en lo que le decía a su actual paareja, en vida de la otra), es además de heredero el futuro representante de Dios, para los britanicos (es el Jefe de la Iglesia Anglicana).
    Absurdo, como todo lo britanico.¡¡¡¡¡
1.492, DESCUBRIMOS EL PARAISO.
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André

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« Responder #26 em: Julho 22, 2009, 06:42:52 pm »
MNE Espanhol em visita histórica a Gibraltar




Miguel Moratinos, titular dos Negócios Estrangeiros no Executivo de Madrid, fez uma visita histórica à colónia britânica para assinar acordos nos domínios da cooperação marítima e ambiental, além do combate às redes de crime organizado

Foi a primeira visita de um ministro espanhol a Gibraltar - colónia britânica que Madrid diz estar ilegalmente ocupada por Londres no extremo Sul da Península Ibérica. Miguel Moratinos, que tutela os Negócios Estrangeiros no Executivo socialista de Zapatero, deu um passo histórico ao percorrer ontem o istmo que separa Espanha de Gibraltar - o Rochedo, como os habitantes da colónia gostam de afirmar, entre reiteradas proclamações de fidelidade à Coroa britânica por parte dos 30 mil habitantes deste território com apenas sete quilómetros quadrados. Quem tivesse dúvidas bastaria olhar para as janelas enquanto passava o cortejo ministerial espanhol - muitas ostentavam a Union Jack, bandeira nacional britânica.

Moratinos e Zapatero sujeitaram-se a um coro de críticas em Madrid por este gesto de cooperação com os britânicos. O Partido Popular, principal força da oposição, acusou o Governo socialista de ter cometido um "erro terrível" ao criar o "perigoso" precedente de visitar um território que Espanha considera seu de direito. Isto apesar de Gibraltar ter sido oferecido pela Coroa espanhola ao Reino Unido, em 1713, pelo Tratado de Utrecht, e de o referendo de 2002 ter dado a vitória, por larga maioria, aos defensores da união com Londres. Durante o franquismo, as reivindicações espanholas aumentaram. Ao ponto de Franco ter ordenado em 1969 o encerramento da fronteira terrestre, só reaberta na vigência do actual regime democrático espanhol.

Indiferente às críticas da oposição conservadora, Moratinos subiu ao alto do Rochedo, onde se fez fotografar ao lado do seu homólogo britânico David Milliband e do chefe do Governo de Gibraltar, Peter Caruana. Mas esta deslocação não teve só um carácter simbólico, acentuando o degelo entre espanhóis e britânicos, parceiros na União Europeia: Madrid e Londres assinaram ontem, em Gibraltar, acordos nos domínios da cooperação marítima e ambiental, da luta contra o crime organizado e da emissão de vistos. Dando assim seguimento ao diálogo iniciado em 2004, com resultados concretos na vida quotidiana de espanhóis, britânicos e gibraltinos: o uso partilhado do aeroporto da colónia é um deles.

"Esta visita é um gesto político importante, mas nós não a vemos nem como um passo em frente nem como um passo atrás em relação a tudo quanto nos separa", declarou Peter Caruana à edição de ontem do El País. Ninguém falou das questões mais polémicas, como o controlo das águas circundantes de Gibraltar, que continua a dividir ingleses e espanhóis.

DN

 

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VICTOR4810

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OJALÁ TODO TUVIESE LA SOLUCIÓN DE GIBRALTAR.¡¡¡
« Responder #27 em: Agosto 03, 2009, 11:40:15 am »
Fue cedida (a la fuerza) pero cedida tras haber sido ocupada ilegalmente eso si, pero las cosas son como son y aprovechando un momento de debilidad de España Inglaterra la invadió (sin provocación previa ni estar declarado el estado de guerra), el tratado de Utrech, tuvo el siguiente antecedente: ""En 1704, como es bien sabido, fuerzas británicas y holandesas, desembarcaron en Gibraltar y lo ocuparon para el pretendiente austríaco, que había solicitado ser reconocido por la ciudad. El Cabildo afirmó su lealtad a Felipe V y la inmensa mayoría de la población no quiso jurar fidelidad a Carlos III y prefirió el éxodo.
La ocupación del Peñón era un viejo objetivo de Londres. Hubo un gran esfuerzo para britanizar la plaza. Sin base jurídica alguna, ni siquiera el derecho de conquista que hubiese correspondido al bando austríaco español. Hasta 1711 no se logró que se marchasen los holandeses y la guarnición fuese totalmente británica".
A partir de 1711 la guerra empezó a pintar mal para Francia. Pero al morir el Emperador José I y sucederle el Archiduque Carlos hubo miedo en Londres a una repetición del doble Imperio de Carlos V y se iniciaron negociaciones bilaterales con Francia de las que salió la injustísima fórmula, consagrada después en Utrecht, por la que se forzaba a España a pagar los platos rotos. Los inconvenientes de aceptar a un Príncipe francés como Rey de España quedaban neutralizados para la Gran Bretaña por la posesión de Gibraltar y Menorca y el dominio del Estrecho y del Mediterráneo Occidental.
Felipe V intentó, sin éxito, resistirse a lo que se le impuso. Sus sucesores, conscientes de lo que el cambio de dinastía había costado a España se esforzaron en utilizar la alianza francesa para recuperar la isla balear y el peñón andaluz. De ahí los asedios fallidos del Peñón en 1727-28 y 1779-82.
El artículo X del Tratado de Utrecht limita el territorio cedido a la Gran Bretaña «a la ciudad y castillo de Gibraltar, juntamente con su puerto, defensas y fortaleza que le pertenecen... sin jurisdicción alguna territorial». Esta última expresión confirma que la administración del Peñón no se extenderá al término municipal anterior.
El territorio de la plaza terminaba en la puerta de la muralla que daba al istmo. Los negociadores británicos no habían logrado en Utrecht, aunque lo intentaron, que el istmo fuese cedido. En cuanto entró en vigor el Tratado (1713) ocuparon dos pequeñas y arruinadas edificaciones por considerarlas parte de las defensas de la fortaleza. Alegaron también que cuando se cede una plaza se debe suponer cedido también el espacio al alcance de sus cañones. Lo que equivalía a reivindicar toda la bahía de Algeciras.
Para rebatir este argumento empezó en 1731 la construcción de dos fuertes en el extremo norte del tómbolo, con piezas del mismo alcance que las británicas. Se establece de hecho un campo neutral situado todo él en territorio español.
En 1815, ante una epidemia de fiebre amarilla, el gobernador de la plaza consigue la instalación provisional de un campamento sanitario en el istmo. Vencida la epidemia las construcciones no se derribaron y fueron la base de otra expansión.
En 1854 una nueva epidemia sirve de pretexto para instalar en el istmo una línea de garitas. Los límites terrestres de la fortaleza habían avanzado ochocientos metros. Lo que se consolidaría en 1908 con la construcción de la verja de hierro, a lo largo del borde británico del territorio neutral, según la explicación del embajador del Reino Unido.
Hubo presiones británicas para que no se instalasen baterías artilleras en las alturas que dominan el Peñón. Era menoscabar la soberanía española con un hinterland desarmado de Gibraltar.
Las rapiñas ístmicas culminaron en 1938 con la construcción de la pista del aeropuerto que atraviesa el tómbolo y se adentra en la bahía de Algeciras. Se aprovechó que en plena guerra civil no era pensable una protesta española eficaz.
Por parte británica se utilizó el argumento de que sus avances no habían dado lugar a protestas de España, por lo que debían considerarse legitimados por prescripción adquisitiva. En verdad las protestas habían sido continuas. En 1966 la Gran Bretaña se declaró en las Naciones Unidas soberana del sector meridional del istmo que limitaba con la verja.
El artículo X del Tratado de Utrecht nada dice de la población puesto que considera a Gibraltar como un punto de apoyo estratégico sin dimensión demográfica. Dispone la reversión a España del Peñón si la Gran Bretaña lo abandona. No solo se impide así la transferencia a un tercer país sino también a un Gibraltar independiente. Esto lo avalan las Naciones Unidas en su resolución 2253 de 1967 al establecer que para la descolonización de Gibraltar es aplicable la vía del sexto párrafo de la resolución 1514, es decir, el restablecimiento de la integridad territorial de España mediante negociaciones bilaterales con la Gran Bretaña en la que se tendrán en cuenta los intereses de la población llanita.
La Gran Bretaña acepta la imposibilidad de la independencia de Gibraltar pero ha hecho ambiguas concesiones a la población como el decreto que otorga una Constitución a Gibraltar. En el preámbulo del decreto se dice que nunca será cedida la soberanía sobre el Peñón sin el consentimiento de sus habitantes. Al consagrar el derecho de veto de la población la Gran Bretaña enajenó una parte importante de su soberanía sobre Gibraltar y contradijo lo establecido en Utrecht. Provocó además la aplicación por España de la incomunicación terrestre del Peñón prevista también en el artículo X. Esta sumisión a los deseos de los habitantes no la aplicó Londres cuando realizó la retrocesión de Hong Kong a China sin consultarlos, a sabiendas de que querían en su gran mayoría seguir siendo británicos.
Sería equivocado hacer un juicio moral de la aplicación por la Gran Bretaña del artículo X del Tratado de Utrecht. Las potencias, en especial las grandes, piensan que la defensa de sus intereses debía prevalecer sobre cualquier otra consideración. Así actuaba a veces España en su breve etapa hegemónica.
La Gran Bretaña estimaba necesario, como vimos, disponer del Peñón de Gibraltar. Fracasó en Utrecht ante la firmísima postura española de no ceder al istmo. Decidió conseguirlo paso a paso y sacar partido de la debilidad de España, especialmente cuando dejó de contar con la alianza francesa y se enredó en guerras civiles."""
   RESULTADO. el Peñón Inglés a perpetuidad y no hay mas que hablar, pero...si Inglaterra se vá, EL PEÑÓN ESPAÑOL, no hay vuelta de hoja, eso es lo que especifica el Tratado de Utrech y eso es lo que hay, el peñón Inglés, lo robado -que lo devuelvan- y si lo dejan nuestro.
    Eso es lo que dice el Tratado de Utrech que si ha servido para legitimar el expolio debe servir para solucionar el problema.
    Pero s deciden continuar como ocupantes y Gibraltar como Colonia, no hay nada que hacer, lo firmado firmado está y el peñón inglés.¡¡¡
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Lusitano89

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Re: Gibraltar
« Responder #28 em: Maio 24, 2012, 07:51:00 pm »
Guarda Civil pede proteção militar contra a Royal Navy


A União dos Oficiais da Guarda Civil (UO) pediu hoje a intervenção da Armada espanhola para "defender os interesses de Madrid" em Gibraltar e "fazer frente" às embarcações da Royal Navy, mais bem equipadas do que as espanholas.

Embarcações da Polícia de Gibraltar e da Guarda Civil espanhola viveram na noite de quarta-feira "momentos de tensão" em águas próximas da colónia britânica, quando agentes espanhóis tentaram proteger vários pesqueiros que estavam a ser intercetados pela polícia britânica de Gibraltar.

No incidente, um navio patrulha de Gibraltar chegou a colidir com uma embarcação da Guarda Civil, sem causar danos materiais ou humanos.

Mesmo assim, a UO refere em comunicado que "os recentes incidentes têm um grau de intensidade maior tendo em conta os interesses nacionais. Trata-se da proteção dos nossos pesqueiros e o problema surge quando 'David e Golias' se enfrentam".

A organização recorda que as embarcações da Guarda Civil têm 18 metros e armamento ligeiro e "são insuficientes para se protegerem, em casos extremos", frente a um navio da Armada Inglesa de 70 metros e armamento militar.

"É a mesma coisa que enfrentar um veículo da polícia com dois agentes com pistolas contra uma unidade do Exército equipada com um carro de combate Leopard armado com metralhadora e canhão de 120 milímetros", diz o mesmo comunicado dos oficiais da Guarda Civil.

Os oficiais espanhóis consideram necessária a intervenção coordenada da Armada para evitar riscos desnecessários.

Gibraltar é um dos últimos territórios ultramarinos britânicos. Em 1704, uma força inglesa apoderou-se do rochedo no sul de Espanha, na baía de Algeciras, e em 1713 o território foi cedido a Londres, no Tratado de Ultrech, como parte do pagamento da Guerra da Sucessão Espanhola.

Gibraltar continua a constituir um diferendo diplomático entre Espanha e o Reino Unido.

Na recente Cimeira da NATO, em Chicago, nos Estados Unidos, o chefe do executivo espanhol e o primeiro-ministro britânico abordaram o assunto e no princípio do mês a Rainha Sofia de Espanha declinou o convite para as cerimónias do Jubileu da Rainha Isabel II, por causa da questão de Gibraltar.

Lusa
 

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urso bêbado

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Re: Gibraltar
« Responder #29 em: Maio 26, 2012, 01:36:59 pm »
Quando um governo espanhol qualquer coloca Gibraltar nas preocupações, é que a coisa corre bem ainda pior do que mal  :cry:  :cry:

Há um jornal madrileno que nos últimos tempos semelha uma mistura de jornal desportivo e revista de coscuvilhice; hoje primeira página do Nadal a ganhar um trofeu tenístico menor; amanhã, o Real Madrid ganhou a liga... e ao dia seguinte, protesto espanhol por Gibraltar...

Cabeçalhos que acompanham muito bem o pequeno-almoço dos seis milhões de desempregados, cada dia.

Se falamos em soberanias, mirai cá o que dizem os verdes alemães relativamente a Espanha: " eles adotaram todas as receitas; fizeram todos os deveres que lhes impusemos; são ainda uns alunos avantajados"...

España una, grande, libre, gibraltareña y con los deberes hechos... que nos pone Alemania.

 :oops:  :oops:
 

 

Gibraltar y conflictos en el Mediterraneo

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Gibraltar

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