Cabo Verde

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« Responder #60 em: Agosto 13, 2009, 11:22:09 pm »
Bis a Mayra Andrade
"(...) Eu 'tou sempre a dormir..." - Hélder, rei do Kuduro
 

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Heraklion

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« Responder #61 em: Agosto 22, 2009, 01:43:56 am »
Lamento Cabeça de Martelo, mas não consigo abrir o que me disse para ler.
Cumprimentos
Nos liberi sumus;
Rex noster liber est;
Manus nostrae nos liberverunt
 

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Chicken_Bone

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« Responder #62 em: Agosto 22, 2009, 08:31:31 am »
Fogo klingon, tens que instalar os módulos (shockwave, flash player, acrobat pdf reader, etc) que te faltam. A ligação do Martelão abre um PDF de uma apresentação do BES.
Tenta pelo google (o que não deverá fazer diferença); é logo a primeira ligação.
~http://www.google.pt/#hl=pt-BR&source=hp&q=banco+espirito+santo+republica+de+cabo+verde+oportunidades+de+investimento&btnG=Pesquisa+Google&aq=f&fp=557c72a085fe6d4a

Tb podes tentar a ligação seguinte:
http://www.google.pt/#hl=pt-BR&q=herakl ... a085fe6d4a
 :lol:
"Ask DNA"
 

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Lusitano89

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Re: Cabo Verde
« Responder #63 em: Maio 11, 2010, 08:08:07 pm »
Banco de Cabo Verde prevê crescimento entre 4 e 5% este ano


O Banco de Cabo Verde (BCV) prevê um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 4 e 5% para Cabo Verde em 2010.

Segundo o último Relatório de Política Monetária divulgado hoje pelo BCV, prevê-se igualmente um aumento moderado nos preços, devendo a taxa de inflação média fixar-se no intervalo entre 1,5 e 2,5%.

O relatório alerta no entanto para os dados provisórios do Ministério das Finanças até o primeiro trimestre de 2010, que apontam um agravamento na generalidade das contas do sector público, sobretudo nas receitas orçamentais e, em particular, das provenientes da cobrança de impostos.

Em termos prospectivos, espera-se, até ao final de 2010, uma ligeira recuperação das receitas públicas, em virtude sobretudo do acréscimo, ainda que moderado, das receitas tributárias e do aumento dos donativos.

Contudo as despesas públicas deverão acusar um acréscimo significativo, sobretudo no que toca as despesas de investimento relacionadas com obras de infra-estruturas, revelou o BCV.
Assim, para 2010, o défice público incluindo donativos deverá até o final do ano atingir os 9,7% do PIB, o que representa uma significativa deterioração da posição orçamental de 3,7% face ao ano anterior.

O BCV destacou ainda que o défice público, incluindo donativos, deverá atingir os 9,7% do PIB.

Já para o quadro de programação monetária, a previsão é de que haverá um crescimento da massa monetária em torno de 7,5% das reservas internacionais líquidas do BCV, de 7,8% e do crédito à economia de 8,4%.

Nas previsões divulgadas o BCV prevê a retoma do consumo privado e das exportações de bens e serviços no país.

No entanto nem tudo é motivo para optimismo. O relatório aponta para um agravamento do défice da conta corrente para 12,7%.

O documento revela que o consumo, a componente principal da procura interna, interrompeu o período de declínio registado a partir de 2007 e começa a dar mostras de recuperação.

Por seu lado as exportações, beneficiando de um enquadramento externo mais favorável, embora frágil, apresentam no período em análise uma evolução positiva, aponta o relatório.

A nível de investimento, apesar de dar sinais de alguma recuperação, continua a evoluir ainda em terreno negativo, confirma o documento.

Nesta perspectiva, para 2010, o crescimento do PIB deverá situar-se no intervalo 4 e 5%, mantendo-se a previsão apresentada no relatório publicado em Outubro de 2009.

O enquadramento externo mais favorável nos últimos meses tem tido reflexos positivos na evolução das transacções internacionais de Cabo Verde, conforme as informações do primeiro trimestre de 2010. Com efeito a retoma da actividade económica internacional tem tido um impacto positivo na recuperação das receitas do turismo e de fluxos direccionados para o sector da imobiliária turística.

Contudo o BCV confirma no seu relatório que as remessas dos emigrantes registaram uma diminuição de 10,7%.

As projecções da balança de pagamentos para 2010 apontam ainda para um agravamento do défice da conta corrente de 10,85 do PIB em 2009 para 12,7% em 2010, traduzindo o crescimento do défice da balança comercial, em resultado do aumento significativo das importações de bens de capital.

Em relação ao quadro de programação monetária revisto para 2010, os analistas prevêem o crescimento da massa monetária em torno de 7,5%. Neste cenário a criação monetária prevista é de cerca de 7,8 mil milhões de escudos, representando um aumento da procura de moeda relativamente aos valores de 2009, com o crescimento previsto do crédito à economia a evidenciar um ritmo inferior ao registado no ano anterior.

Lusa
 

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Re: Cabo Verde
« Responder #64 em: Julho 16, 2010, 05:12:16 pm »
Cabo Verde suspende exportação de pescado para a UE


A Direcção Geral das Pescas de Cabo Verde suspendeu a exportação de lagostas vivas e peixe fresco para a União Europeia (UE) a partir do complexo de pescas de Cova da Inglesa, na ilha de São Vicente.

A medida, que deixou descontentes os armadores de São Vicente, é justificada pelo director-geral das Pescas cabo-verdiano, Adalberto Vieira, como sendo temporária, para permitir a realização de "obras indispensáveis", que deverão servir para cumprir as exigências da UE.

Adalberto Vieira garantiu que é necessário dar a garantia de salubridade dos produtos da pesca, tendo em conta a responsabilidade para com os consumidores e os deveres de uma autoridade competente.

As obras de beneficiação no complexo devem iniciar-se na segunda-feira e custarão Estado cabo-verdiano 30.000 contos (272.000 euros).

Entre os problemas que deverão ser resolvidos destaca-se a necessidade da descarga em ambiente refrigerado dos produtos da pesca, melhoria da estrutura do pavilhão, construção de uma estrutura amovível refrigerada para a recepção do pescado e a reabilitação do piso e do teto das unidades de congelação.

"É uma aposta que visa também a melhoria da confiança dos consumidores nos produtos adquiridos e melhoria das condições de vida dos milhares dos intervenientes ligados ao sector das pescas, nomeadamente os armadores, os pescadores artesanais e as vendedeiras ambulantes do pescado", acentuou Adalberto Vieira.

A última inspecção da UE ao complexo de pesca de Cabo Verde foi em 2009. Na altura, apesar de recomendar algumas modificações, a missão da UE não restringiu a exportação dos produtos em causa.

Em breve deverá chegar nova missão de avaliação das condições de acondicionamento do pescado e o não cumprimento dos requisitos da UE pode levar ao embargo dos produtos de pescas de São Vicente.

Lusa
 

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Re: Cabo Verde
« Responder #65 em: Outubro 22, 2010, 07:08:47 pm »
Qatar estuda oportunidades de investimento em Cabo Verde


O Qatar, com quem Cabo Verde estabeleceu relações diplomáticas em Março de 2005, está a estudar oportunidades de investimento no arquipélago cabo-verdiano, disse hoje o ministro de Estado e da Cooperação Internacional do Emirado.

Khaled Ben Mohamed Al Atia está desde quinta-feira em Cabo Verde à frente de uma delegação do seu Ministério e terá ainda hoje contactos com os ministros cabo-verdianos das Infra-Estruturas e dos Transportes, Manuel Inocêncio Sousa, dos Negócios Estrangeiros, José Brito, e das Finanças, Cristina Duarte.

Al Atia, após uma visita de cortesia ao chefe de Estado cabo-verdiano, Pedro Pires, disse que Cabo Verde tem "muitas áreas para explorar", salientando ser esta uma "oportunidade" para ambos os países darem início a uma "boa cooperação".

A visita de Al Atia surge na sequência da participação de Pedro Pires na cimeira Árabo-Africana, que decorreu há cerca de duas semanas em Tripoli, onde o presidente de Cabo Verde se reuniu com altos responsáveis do Qatar, ficando acordada a vinda de uma delegação à Cidade da Praia.

"Estamos cá para estabelecer uma cooperação e vamos agora explorar em que áreas vamos fazer. É para isso que cá estamos, para ver as oportunidades que existem", disse o ministro do Qatar, sem adiantar as áreas em análise.

Lusa
 

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Re: Cabo Verde
« Responder #66 em: Novembro 30, 2010, 08:34:04 pm »
Parque Expo assina contrato de 100 mil euros com Cabo Verde


A Parque Expo assinou hoje com a Imobiliária, Fundiária e Habitat (IFH, de Cabo Verde) um contrato para a elaboração da proposta de gestão integrada da localidade de Palmarejo Grande no valor de mais de 100 mil euros.

Paralelamente, as duas partes assinaram também um protocolo de colaboração no domínio do desenvolvimento urbano.

O contrato tem o prazo de execução de quatro meses e prevê o apoio à IFH na elaboração do plano de gestão integrada de Palmarejo Grande, um dos novos bairros da Cidade da Praia, e também na execução do plano, à semelhança do trabalho feito no Parque das Nações, em Lisboa.

A ideia, segundo o presidente do conselho de administração da Parque Expo, Rolando Borges Martins, é pensar e estruturar o plano integrado e também trabalhar na sua materialização.

"Esta colaboração põe-nos a trabalhar com uma empresa também pública que trabalha nas mesmas áreas que começamos a trabalhar em Portugal: desenvolvimento urbano numa perspectiva pública e com preocupações de envolvimento de questões sociais, urbanísticas e de infra-estruturação dos territórios, sempre com o objectivo de melhorar a vida das pessoas", disse.

Rolando Borges Martins salientou que a experiência da empresa neste domínio é grande e que, através do contrato, vai poder-se trabalhar na execução do plano.

"No fundo, é como fazer acontecer no terreno o Palmarejo Grande: na gestão diária e quotidiana, nas suas vertentes urbanística e de gestão urbana. É isso que fazemos um pouco no Parque das Nações, porque somos a entidade que ainda faz a gestão daquele território e é esse know-how que queremos passar ao IFH, sempre com as necessárias adaptações ao território", adiantou.

O presidente da IFH, Paulo Soares, explicou que o projecto Palmarejo Grande é o que está melhor planificado no país e que o plano visa dar continuidade a este trabalho.

"No projecto do Palmarejo Grande estão previstos todos os equipamentos e infra-estruturas, bem como a gestão e a resposta célere e de forma planificada aos utentes da urbanização, conservação e manutenção do pavimento e passeios, acompanhamento de entidades especializadas de saneamento, electrificação e água, recolha de resíduos sólidos, sinalização e ainda a fiscalização do processo de consolidação da urbanização", enumerou.

O projecto Palmarejo Grande é desenvolvido numa área de 54 hectares, localizado no eixo Cidade da Praia/Cidade Velha, e integra 300 lotes de terreno infra-estruturados, permitindo a construção de 3000 habitações e 552 espaços comerciais.

Além do contrato, foi também assinado entre as duas empresas públicas um protocolo de colaboração, que estabelece que a Parque Expo vai apoiar a IFH e o Governo cabo-verdiano no planeamento e desenvolvimento urbano em vários municípios do país.

Segundo Paulo Soares, a meta é ter em Cabo Verde cada vez mais zonas urbanizadas e organizadas, para resolver os diversos problemas que a falta de urbanização tem criado no território.

A Ministra da Descentralização e Habitação cabo-verdiana, Sara Lopes, recordou que entre a Parque Expo, o governo e a Câmara praiense já existe um acordo de parceria para a requalificação da frente marítima da capital.

Em breve, acrescentou, deverá ser assinado um acordo semelhante para a ilha de São Vicente

Lusa
 

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Re: Cabo Verde
« Responder #67 em: Dezembro 23, 2010, 06:43:30 pm »
UE aumenta em 83% o apoio às pescas de Cabo Verde


A União Europeia vai aumentar em 83% o apoio financeiro concedido a Cabo Verde para o desenvolvimento das pescas, disse o director-geral das Pescas cabo-verdiano, Adalberto Vieira.
Adalberto Vieira falava depois das negociações, que decorreram na quarta-feira, para a renovação do Acordo de Parceria no Sector das Pescas que o arquipélago mantém com a UE.

A reunião, que definiu as novas regras do Acordo de Parceria no Sector da Pescas com a UE, aumentou o apoio financeiro passou agora a ser de 435 mil euros anuais.

Adalberto Vieira, citado pelo jornal A Semana, classificou a reunião de vantajosa para Cabo Verde.

"De entre os ganhos importantes, destacamos o facto de Cabo Verde ver aumentado em 83 por cento - relativamente ao último acordo - a parte respeitante ao apoio financeiro sectorial da UE para o desenvolvimento focalizado das Pescas no país", disse.

O novo acordo, que entrará em vigor a partir de 1 de Setembro de 2011, prevê ainda o recrutamento obrigatório de um número determinado de marinheiros cabo-verdianos por parte das embarcações de pesca europeias que operam nas águas nacionais.

Adalberto Vieira chefiou a delegação de Cabo Verde nessa ronda negocial, que integrou ainda representantes do INDP (Instituto Nacional para o Desenvolvimento das Pescas) e da embaixada de Cabo Verde em Bruxelas.

Lusa
 

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Re: Cabo Verde
« Responder #68 em: Fevereiro 16, 2011, 04:56:07 pm »
Turistas em Cabo Verde sobem 15,6%, Portugal é o 3.º mercado


Cabo Verde registou uma subida de turistas de 15,6% em 2010, em relação ao ano anterior, com a entrada no arquipélago de 382.831 hóspedes, indica uma nota do Instituto Nacional de Estatística (INE) cabo-verdiano.

Portugal mantém-se como o terceiro mercado emissor (12,8%), atrás do Reino Unido (26,1%) e da Alemanha (15,8%), e ultrapassando a Itália (11,9%), refere o documento.

Segundo o INE, no mesmo período de referência, o total de dormidas ascendeu a mais de 3,4 milhões, o que equivale a um aumento de 15,9%.

No inquérito à movimentação de hóspedes, o INE adianta que a ilha do Sal continua a ser o destino prioritário, com 40,5%, seguida pela da Boavista (32,95) e pela de Santiago (13,6%).

A taxa média de ocupação/cama em todo o país ao longo de 2010, foi de 50%, com os hotéis da Boavista a atingirem 79%.

Cabo Verde terá, ainda este ano, mais dois hotéis de cinco estrelas, estando em fase de conclusão a legislação sobre casinos (estão previstos quatro - Santiago, São Vicente, Sal e Boavista), que permitirá, diz o Governo, continuar a política de expansão turística, com vista a atingir o milhão de turistas num horizonte próximo.

O Turismo, uma das principais fontes de receita do arquipélago, tem sido alvo da prioridade do governo de José Maria Neves e, em 2010, dados do INE indicaram que a rede hoteleira local aumentou 9,5% em 2009, passando para 173 estabelecimentos, que disponibilizam 6.367 quartos, 11.720 camas e 14.096 lugares.

A ilha de Santiago, onde se situa a capital do país, Cidade da Praia, é a que dispõe do maior número de alojamentos turísticos, com 38 (22% do total), seguindo-se as do Sal (35 estabelecimentos), São Vicente (28) e Santo Antão (23).

No que se refere ao pessoal, em finais de 2009, os estabelecimentos hoteleiros inventariados empregavam 4.120 pessoas, o que corresponde a um acréscimo de 1% em relação ao ano de 2008.

Lusa
 

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Re: Cabo Verde
« Responder #69 em: Abril 09, 2011, 11:12:54 pm »
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The Economist avalia positivamente economia cabo-verdiana para 2011.

6-4-2011, 16:38:32

Um relatório elaborado por um grupo de peritos da revista The Economist, uma das mais prestigiadas publicações económicas a nível mundial, divulgado no início deste mês, faz uma avaliação positiva da economia de Cabo Verde para 2011.

De acordo com a Rádio de Cabo Verde (RCV), citada pela agência noticiosa Inforpress, o último relatório preparado pela Intelegent Unit da revista The Economist considera que, apesar dos riscos externos, Cabo Verde será o país mais estável da África.

O segundo relatório elaborado por esta revista económica e publicado este ano sobre Cabo Verde observa que devido à conjuntura internacional, o preço da matéria-prima vai aumentar, mas "não vai minar a estabilidade económica do país".

De acordo com os dados tornados públicos, os "preços praticados ao consumidor vão também sofrer aumento, passando de 5,5 por cento do PIB para 6,5 por cento".

O documento indica, ainda, que vai haver uma ligeira diminuição do investimento público, mas que as infra-estruturas e o turismo são os sectores onde vão haver mais investimentos.

O relatório sublinha que o turismo vai continuar a ser o sector estratégico para a economia cabo-verdiana, perspectivando que a procura do produto Cabo Verde vai continuar a aumentar no mercado internacional.

Em 2010, Cabo Verde recebeu 382 mil turistas, um aumento de 15,6 por cento em relação aos anos anteriores, estando previstas mais visitas em 2011 e com estadas mais prolongadas.

O grupo de peritos que analisou Cabo Verde afirma que o défice vai baixar de 8,2 por cento do PIB em 2011, para 6,5 em 2012, sendo também que a inflação vai aumentar um por cento.

O relatório preparado pela The Economist faz também referência a um outro documento do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Este documento faz uma avaliação positiva do país, sustentada pela redução de pobreza em 2009, referindo-se à boa governação, forte crescimento do PIB real e uma boa execução orçamental.

No entanto, o FMI, sem avançar com os dados em relação a 2011, sustenta que o desemprego "manteve-se persistentemente elevado", tendo descido de 21, 7 por cento em 2007 para 17,8 em 2009.

http://www.expressodasilhas.sapo.cv/pt/ ... l/id/24039
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

A diferença entre as 2 designações, é que a 1ª é a design. Grega, a 2ª é a design. Romana da península.

Mas tanto 1 como outra são sinónimo do domínio da língua, economia e cultura castelhana.

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Re: Cabo Verde
« Responder #70 em: Abril 13, 2011, 01:07:21 am »
Governo caboverdiano prepara respostas face à crise portuguesa


O governo de Cabo Verde iniciou hoje um retiro de dois dias no Convento de São Francisco, na Cidade Velha, para reflectir sobre o programa do Executivo já apresentado no Parlamento para a legislatura iniciada a 21 de Março.

Segundo a imprensa local, o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, decidiu juntar os 16 ministros e três secretários de Estado para preparar respostas ao desafio de manter os níveis de investimentos públicos, no momento em que a crise em Portugal, principal parceiro do arquipélago, e a catástrofe natural que afecta o Japão, ameaçam condicionar projectos em Cabo Verde.

José Maria Neves já disse que "a prioridade das prioridades" do programa de governo para os próximos cinco anos é a economia, pelo que irão ser analisadas acções que a dinamizem, criem riqueza e gerem emprego "para que haja mais justiça social".

Fonte da presidência do Conselho de Ministros indicou que o Executivo pretende com o encontro na Cidade Velha, 15 quilómetros a oeste da Cidade da Praia, "uma melhor integração de toda a actividade governativa".

Por outro lado, pretende-se perspectivar acções concretas para evitar que as "dificuldades internas" dos países parceiros, como os casos de Portugal e Japão, "atrapalhem o andamento" de projectos importantes para o país.

Lusa
 

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Re: Cabo Verde
« Responder #71 em: Junho 19, 2011, 11:19:24 pm »
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Regime económico de Cabo Verde entre os mais abertos do continente.

Cabo Verde é o terceiro país com mais liberdade económica na África Subsariana, atrás das ilhas Maurícias e do Botsuana, segundo a classificação publicada pelo instituto norte-americano Heritage Foundation.

A classificação do Índice de Liberdade Económica 2011, elaborado em parceria com a  publicação económica “The Wall Street Journal”, atribui a Cabo Verde 64,6 pontos, o que coloca o arquipélago no 65º lugar do “ranking” dos países onde o exercício da actividade económica é feito de forma mais transparente.

Em relação ao ano passado, Cabo Verde conquistou mais 2,8 pontos, resultado das melhorias alcançadas em seis dos dez critérios que servem de avaliação para elaborar o “ranking”.

A Heritage Foundation destaca que o “sólido desempenho económico reflecte o empenho de Cabo Verde em reformar as suas contas”.  O estudo aponta alguns pontos que devem ser melhorados para que o país tenha “uma economia mais vibrante”.

O relatório refere que “com um crescimento superior a quatro por cento, os investimentos em infra-estruturas e a liberalização do comércio melhoraram o ambiente empresarial”, acrescentando que “Cabo Verde tem um desempenho relativamente bom nos domínios da liberdade financeira, da liberdade de investimento e dos direitos de propriedade, que são particularmente protegidos pela jurisprudência”.

Entre as lacunas, aponta-se a reestruturação das “empresas estatais ineficazes que minam a produtividade nacional e a competitividade a longo prazo”, a revisão das leis laborais que “serviriam para tornar o mercado de trabalho mais flexível, mas dada a prevalência do sector informal, o seu efeito é quase nulo”. O Índice de Liberdade Económica 2011 é elaborado tendo em conta dez critérios: liberdade empresarial, liberdade de comércio, liberdade fiscal, despesa do Estado, liberdade monetária, liberdade de investimento, liberdade financeira, direitos de propriedade, combate à corrupção e liberdade laboral. Em seis destes critérios, Cabo Verde registou uma subida de pontuação, que foi mais acentuada na liberdade fiscal (77.3 pontos, mais 11.7), graças à eliminação pelo Governo do imposto de selo.

O índice assinala ainda o bom desempenho de Cabo Verde quanto à despesa do Estado (71 pontos, mais 5.7), mas critica o trabalho “insignificante” na reestruturação da companhia aérea cabo-verdiana, a TACV, e da empresa de produção e distribuição de electricidade e água, a Electra.

O arquipélago tem também nota positiva no capítulo da liberdade monetária (79.2 pontos, mais 4.7), que é a melhor obtida por Cabo Verde, um país onde “o mercado determina a maioria dos preços, mas o Governo controla os preços da água e da electricidade e regula outros, incluindo os derivados do petróleo e os alimentos básicos”.
No que diz respeito à liberdade de comércio (67.6 pontos, mais 2.1), o índice assinala que não há barreiras formais, mas que as restrições de acesso ao mercado, as taxas de importação, os processos de regulação ineficientes, as regras sanitárias pouco transparentes, a intervenção do Estado na comercialização de certos produtos e a reduzida força dos direitos de autor pesam no custo total do sector comercial em Cabo Verde.

Relativamente ao critério de liberdade empresarial (64.8 pontos, mais 1.5), o índice considera que o ambiente de negócios é cada vez mais eficiente em Cabo Verde, graças aos esforços de melhoria dos processos de abertura e licenciamento de empresas. A economia informal é um factor negativo.

http://jornaldeangola.sapo.ao/15/27/reg ... continente
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

A diferença entre as 2 designações, é que a 1ª é a design. Grega, a 2ª é a design. Romana da península.

Mas tanto 1 como outra são sinónimo do domínio da língua, economia e cultura castelhana.

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Re: Cabo Verde
« Responder #72 em: Agosto 29, 2011, 05:00:34 pm »
Entrada de turistas em Cabo Verde sobe 27,5% no 1.º semestre


A entrada de turistas em Cabo Verde subiu 27,5% no primeiro semestre deste ano em relação a idêntico período de 2010, com o Reino Unido, França e Itália, Alemanha e Portugal entre os principais mercados emissores.

Os dados são avançados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) cabo-verdiano, que adiantam que, nos primeiros seis meses deste ano, entraram em Cabo Verde 219.042 turistas, mais 47.291 que no semestre homólogo anterior.

O Reino Unido é responsável por 16,6% das entradas, seguido pela França e Itália (com 16%), Alemanha (13,8%) e Portugal (13,2%).

De Portugal foram oriundos 28.857 turistas - 9.654 para a ilha de Santiago, 9.087 para a do Sal, 8.037 para a da Boavista e 1.587 para a de São Vicente, com os restantes 492 a repartirem pelas restantes ilhas.

Em relação às dormidas, em que se registou um aumento de 17,8 % face ao primeiro semestre de 2010, também o Reino Unido continua em primeiro lugar, com 24,5% do total, seguido da Itália (19,6%), Alemanha (16%), França (11,9%) e Portugal (11,5%).

Segundo os dados do INE, os hotéis continuam a ser os mais procurados, representando 84% do total, seguidos das pensões (5,5%) e das residenciais (4,9%). Em relação às dormidas, os hotéis representam 91,5%, os aldeamentos turísticos 3,2% e as pensões 2,2%.

A ilha do Sal continua a ser a que maior número de turistas recebe, com 37,7%, seguida pela Boavista (35,6%), Santiago (13,4%) e São Vicente (6,2%), com as restantes cinco ilhas - Santo Antão, São Nicolau, Maio, Fogo e Brava - a representarem 7,1% do total.

Durante o primeiro semestre de 2011, em média, a taxa de ocupação/cama, a nível geral, foi de 55%, aumento de 10 pontos percentuais em relação aos primeiros seis meses de 2010.

As ilhas do Sal, com 76%, e da Boavista, com 74 %, foram as que tiveram maior taxa de ocupação/cama.

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Re: Cabo Verde
« Responder #73 em: Setembro 20, 2011, 08:12:41 pm »
Armando Cunha e Tâmega ganham construção de barragem


O governo cabo-verdiano assinou hoje com as empresas portuguesas Armando Cunha e Tâmega o contrato de construção da barragem de Canto das Cagarras na ilha de Santo Antão, no valor de mais de 5 milhões de euros. A barragem de Canto das Cagarras é financiada pela linha de crédito concedida pelo Banco Português de Investimento (BPI), destinado a projectos de energias renováveis e de construção de infra-estruturas de mobilização de água que aproveitarão as novas tecnologias.

Neste domínio, serão construídas seis barragens (quatro em Santiago, uma em São Nicolau e outra em Santo Antão), além de 74 furos e outros projectos de captação de água em vários pontos do país, segundo o Ministro cabo-verdiano das Infra-estruturas, José Maria Veiga.

"A meta é ter, até 2015, 75 milhões de toneladas de água. Hoje, estamos entre os 38 e os 40 milhões de toneladas, tendo em conta todos os eixos de intervenção: a dessalinização, a perfuração e a mobilização das águas residuais e das superficiais. São quatro eixos estratégicos, mas ainda temos muito para fazer", sublinhou o ministro.

A área irrigada será substancialmente aumentada e vai permitir sobretudo "revolucionar" a área da Agricultura, beneficiando os agricultores e produtores, gerando emprego (cerca de 1000 novos postos de trabalho só para a construção das infra-estruturas) e um aumento da produção agrícola.

A ministra do Desenvolvimento Rural, Eva Ortet, destacou que estas barragens terão uma novidade que será a construção de pontes que ligará as duas margens do vale da Garça onde se situa a infra-estrutura.

A barragem de Canto das Cagarras deverá estar concluída num prazo de aproximadamente dois anos. Espera-se que, a partir dessa altura, sejam mobilizados perto de 335 metros cúbicos de água de escoamento superficial.

A construção dessa barragem e as aduções para a irrigação no vale da Garça vão permitir valorizar as terras agrícolas nas zonas periféricas da barragem, prevendo-se que 50 hectares de terrenos passem a ser irrigados com recurso à água mobilizada com essa barragem.

A barragem do Canto das Cagarras terá uma albufeira que comportará um volume máximo de cerca de 420 metros cúbicos de água e um volume útil de perto de 335 metros cúbicos, numa extensão de cerca de 84 mil metros quadrados.

Depois de concluída terá uma altura máxima de 30 metros, 25 metros até ao descarregador e 100 metros de comprimento do coroamento por quatro metros de largura.

Lusa
 

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Re: Cabo Verde
« Responder #74 em: Outubro 20, 2011, 07:52:13 pm »
Cabo Verde inaugura hoje parque eólico no valor de 56 Milhões de €€€


O novo parque eólico da Cidade da Praia, com uma capacidade instalada de produção de 10 megawatts (MW), é hoje inaugurado, sendo já possível observar as 11 turbinas eólicas no Monte de São Filipe. A obra esteve a cargo da Cabeólica, empresa mista resultante de uma parceria público privada entre o Estado de Cabo Verde, a Electra, a InfraCO, a AFC e a FinnFund, e representa um investimento de 56 milhões de euros, dos quais 45 milhões são oriundos de bancos de desenvolvimento.

Ana Monteiro, responsável da Cabeólica, disse hoje à Agência Lusa que a cerimónia, a realizar às 15h00 locais (17h00 em Lisboa), contará com a presença do primeiro-ministro cabo- verdiano, José Maria Neves, vários membros do executivo e entidades nacionais e estrangeiras.

A parceria envolve a construção de quatro parques eólicos noutras ilhas de Cabo Verde - Santiago, São Vicente, Boavista e Sal -, que, na sua totalidade, irão garantir uma potência instalada de cerca de 25,5 mw.

Em Santiago, o parque ocupa cerca de 30 hectares, totalizando 11 turbinas eólicas, o que se traduz numa capacidade instalada de aproximadamente 10 MW.

Com a construção e entrada em funcionamento dos quatro parques eólicos, a Cabeólica irá contribuir "de forma significativa" para que o Governo de Cabo Verde possa alcançar, até 2012, a meta de produzir 25% da energia consumida a partir de fonte renovável, disse Ana Monteiro.

"O projecto da construção dos quatro parques eólicos irá impulsionar o desenvolvimento da economia cabo- verdiana, quer pela criação de novos postos de trabalho, quer pela transferência de conhecimento, proporcionado pela introdução de tecnologias modernas e avançadas no país", acrescentou.

Lusa
« Última modificação: Novembro 17, 2011, 08:44:42 pm por Lusitano89 »
 

 

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