Novo blindado 4x4

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Scarto

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« Responder #75 em: Março 11, 2008, 10:28:05 pm »
Caro Tyr,pode explicar isto:"mina anticarro de efeito Miznar Shirdin vertical ou uma mina anticarro off rout".

Desculpem o off-topic,mas fiquei curioso e não faço a minima do que seja..  :oops:

On Topic:

O Supacat,para já vai só equipar as SAS,tem uma velocidade maxima de 80kph.Restantes caracteristicas que encontro,são de Supacats civis(curiosamente a velocidade máxima é só de 64kph) em que nada de especial é adiantado.
« Última modificação: Março 11, 2008, 10:37:40 pm por Scarto »
 

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Lancero

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« Responder #76 em: Março 11, 2008, 10:32:19 pm »
Citação de: "Scarto"
O Supacat,para já vai só equipar as SAS,tem uma velocidade maxima de 80mph.Restantes caracteristicas que encontro,são de Supacats civis(curiosamente a velocidade máxima é só de 40mph) em que nada de especial é adiantado.


http://www.eliteukforces.info/special-a ... p/supacat/
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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Scarto

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« Responder #77 em: Março 11, 2008, 10:36:53 pm »
Muito obrigado caro Lancero!

P.S-Nunca é demais dizer..Parabens pelas excelentes fotos postadas todos os dias :)
 

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tyr

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« Responder #78 em: Março 12, 2008, 12:24:02 am »
off rout, são minas que são colocadas ao lado da estrada, funcionam de duas formas, ou são uma Granada Foguete anticarro adaptado ou usam o principio Miznar shardin numa plataforma horizontal (é um tipo de carga de esfeito dirigido), as de tipo vertical são aquelas que o carro passa por cima e normalmente são acionadas por vareta ou influencia magnética.
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

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zacarias

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« Responder #79 em: Março 12, 2008, 04:27:44 pm »
Citar
Se um chassi protege contra uma mina anticarro de sopro com cerca de 10kg de explosivo, de certeza protegera contra uma uma mina de salto e fragmentação (em português diz se  bailarina)
só se for no portugues do brasil, estamos a falar de que veículo? do supacat ou do guará?
o 1º não possui blindagem lateral, não suporta algo mais que uma mina anti-pessoal simples.
o 2º pode ser blindado mas fica ainda mais pesado e lento, está claramente submotorizado!

Citar
ou mina de fragmentação direcional (a mais conhecida é a claymore americana, apesar de longe não ser a mais potente).
são coisas muito diferentes, a claymore é uma mina direccional anti-pessoal desenvolvida por um escocês daí o nome, a bouncing-betty é uma mina de salto, inventada na alemanha durante a 2ª guerra mundial e posteriormente desenvolvida nos EUA a partir do desenho alemão.

Citar
Se me disseres que não resiste a uma mina anticarro de efeito Miznar Shirdin vertical ou uma mina anticarro off rout, ai ja teria que concordar (mas para dizer a verdade poucas coisas abaixo de Carros de Combat com reforço resistem).
o nome correcto é Misznay-Schardin e é usado nas claymore.
há muitos tipos de mina anti-tanque, de diferentes tamanhos e potencias.
a questão não étanto resistir a viatura mas protegeger os ocupantes.
mesmo um tanque não fica incolume a uma mina AC mas protege a tripulação, é o que conta.

Citar
quando se critica um equipamento tem que se saber quais as variaves e qual a prioridade ao nivel de protecção do projecto.
(mais uma vez, estou me a basear nos meus conhecimentos militares, não li as especificações da viatura)

eu lí
 

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zacarias

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« Responder #80 em: Março 12, 2008, 04:42:57 pm »
Citação de: "tyr"
off rout, são minas que são colocadas ao lado da estrada, funcionam de duas formas, ou são uma Granada Foguete anticarro adaptado ou usam o principio Miznar shardin numa plataforma horizontal (é um tipo de carga de esfeito dirigido), as de tipo vertical são aquelas que o carro passa por cima e normalmente são acionadas por vareta ou influencia magnética.


eh lá, grande confusão. carga dirigida não é o mesmo que o efeito Misznay-Schardin, quando muito podemos invocar aqui o efeito Munroe.

e minas off-route com granadas anti-carro são meras improvisações. as minas desse tipo usam 2 princípios o de munroe (carga focada ou dirigida) ou um projectil auto-formado pela esplosão, similar ao usado em algumas granadas e foguetes anti-carro
 

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tyr

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« Responder #81 em: Março 12, 2008, 06:20:10 pm »
o efeito Monroe é bastante diferente do miznar shardin, enquanto o primeiro se baseia na criação de um fuso que vai perfurar a blindagem por uma combinação de fuzo+efeito de sopro dirigido, mais altas tempraturas (e o seu interior é conico e revestido a cobre) e por isso a distancia da carga ao objectivo tem que ser reduzida (existe a distancia ideal, mas isso não vou dizer), o segundo efeito vai criar um projectil ou capacete que vai perfurar a blindagem somente com a sua energia cinetica(obviamente que se a carga estiver muito perto do objectivo as altas tempraturas e o efeito de sopro ajudam) e por isso este sistema tem muito maior alcance (para dizer a verdade atá uma distancia que varia dos 40 aos 200m perde pouca da sua capacidade de prefuração, mas precisa de mais explosivo para a mesma penetração que o outro efeito), ja me esquecia, de dizer o efeito miznar shardin baseia se num prato normalmente de aço concavo.

as off rout baseadas em foguetes, podem ser improvisadas, mas existem muitas de fabrica, tipo M24, M66, Argos, Dragon, Parm 1, etc...
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

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tyr

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« Responder #82 em: Março 12, 2008, 06:34:09 pm »
existem 3 tipos de granadas de fragmentação, que são:
 as de fragmentação direcional - (que o pessoal normalmente só conhece a claymore) que podem ter carga anti pessoal, mas existem versões antimaterial, e não se baseam no efeito miznar shardin mas sim na projecção de fragmentos disperso por um prato concavo (tanto para dentro tipo as Mon 100 ou para fora tipo a vulgar claymore);
 as de salto e fragmentação (que no exercito portugues são conhecidas por bailarinas), mas que o pessoal que só as conhece dos filmes chama de bouncing betty, estas são todas anti pessoal e têm um alcance muito inferior as de fragmentação direcional;
 e finalmente existem as estaticas de fragmentação.

e (levas ja uma instrução de sapadores de borla) existem 2 tipos genericos de minas anticarro, as K-Kill (destruição do veiculo e tripulação) e as M-Kill (destruição da mobilidade, verdade para os carros de combate, obviamente mentira para uma viatura ligeira).


 E o meu ponto contra as criticas da viatura é que não se pode criticar um conceito de viatura se não conhecemos a missão para o qual foi desenvolvida e as prioridades do design (o que é mais importante, capacidade de ser heli transportada (e por isso com limitações de peso), velocidade, resistencia a minas acar, transporte de pessoal, transporte de equipamento, longo raio de acção(por isso motor menos potente), etc...).
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zacarias

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« Responder #83 em: Março 12, 2008, 07:24:37 pm »
Citar
e não se baseam no efeito miznar shardin mas sim na projecção de fragmentos disperso por um prato concavo (tanto para dentro tipo as Mon 100 ou para fora tipo a vulgar claymore);

isso é a definição do efeito Misznay-Schardin


Citar
as de salto e fragmentação (que no exercito portugues são conhecidas por bailarinas), mas que o pessoal que só as conhece dos filmes chama de bouncing betty, estas são todas anti pessoal e têm um alcance muito inferior as de fragmentação direcional;
 e finalmente existem as estaticas de fragmentação.

não há minas de salto no exercito portugues, e o termo é brasileiro
genericamente avaliamos as minas pelo raio de letalidade,
a vantagem da claymore é a direccionalidade letal, podemos estar atrás dela a um palmo de distância, todo o ptencial letal é dirigido. aqui temos que falar em termos de raio e ângulo letais.
o raio letal de uma M-16 de salto são 35 metros mas é uma das mais fracas, a Prom-1 jugoslava tem um raio letal de 50 metros.
o raio letal de uma claymore são tb 50 metros, mas sendo a mina colocada no solo essa distancia só é efectiva em terreno regular(ex. urbano) e o ângulo letal é de 60º e não de 360º


Citar
e (levas ja uma instrução de sapadores de borla) existem 2 tipos genericos de minas anticarro, as K-Kill (destruição do veiculo e tripulação) e as M-Kill (destruição da mobilidade, verdade para os carros de combate, obviamente mentira para uma viatura ligeira).

M-kill e K-kill são definições dos estragos inflingidos por uma arma (qualquer uma, não só minas) num veículo.
existe ainda a definição F-Kill (firepower kill)).
não se podem classificar as minas deste modo já que o efeito depende do tipo de veículo e das circunstancias em que se dá a esplosão.




Citar
E o meu ponto contra as criticas da viatura é que não se pode criticar um conceito de viatura se não conhecemos a missão para o qual foi desenvolvida e as prioridades do design (o que é mais importante, capacidade de ser heli transportada (e por isso com limitações de peso), velocidade, resistencia a minas acar, transporte de pessoal, transporte de equipamento, longo raio de acção(por isso motor menos potente), etc...).


eu conheço o tipo de missão para a qual o guará foi concebido, além de que o modelo específico para missão está fora de moda. hoje em dia elegem-se a versatilidade e a adaptabilidade.
o guará é um conceito "económico", para determinado tipo de utilizadores com recursos limitados. a sua eficácia ressente-se disso
 

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JLRC

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« Responder #84 em: Março 12, 2008, 07:33:12 pm »
Citação de: "zacarias"
 não há minas de salto no exercito portugues, e o termo é brasileiro


Só se não as há agora. Eu coloquei muitas em Moçambique e o nome que lhes dávamos era de "Minas bailarinas".
 

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zacarias

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« Responder #85 em: Março 12, 2008, 07:40:03 pm »
Citar
o efeito Monroe é bastante diferente do miznar shardin, enquanto o primeiro se baseia na criação de um fuso que vai perfurar a blindagem por uma combinação de fuzo+efeito de sopro dirigido, mais altas tempraturas (e o seu interior é conico e revestido a cobre)
????

Citar
o segundo efeito vai criar um projectil ou capacete que vai perfurar a blindagem somente com a sua energia cinetica(obviamente que se a carga estiver muito perto do objectivo as altas tempraturas e o efeito de sopro ajudam)


deus do ceu, ambos os efeitos não se reportam a aplicações específicas em armas deste tipo massim a efeitos resultantes de explosões.
o termo sopro é pouco apropriado já que o efeito destrutivo de uma esplosão tem a ver com a chamada onda de choque(uma onda ultra-sónica) e não com o sopro.
no fundo o "som" da esplosão e não o efeito de "sopro" provoca os estragos. podemos dar uma forma a essa onda de choque, dando forma À própria carga esplosiva. este é o efeito munroe.

o efeito  MS, vamos chamar-lhe assim para evitar dificuldades tipográficas, tem a ver com a dinâmica da formação da onda de choque, se a esplosão se dá junto a uma superfície a onda de choque reflecte-se na superfície pelo que só há propagação da onda no sentido oposto ao da superfície, este é o efeito MS
 

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zacarias

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« Responder #86 em: Março 12, 2008, 07:42:40 pm »
Citação de: "JLRC"
Citação de: "zacarias"
 não há minas de salto no exercito portugues, e o termo é brasileiro

Só se não as há agora. Eu coloquei muitas em Moçambique e o nome que lhes dávamos era de "Minas bailarinas".


e há quantos anos foi isso?
 

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tyr

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« Responder #87 em: Março 12, 2008, 08:19:31 pm »
Zacarias,  a mina de salto e fragmentação no nosso exercito (antes de portugal implementar o tratado de otawa) era a M2A4 e no nosso exercito são conhecidas como bailarinas na actualidade.

e mais o principio MS tem finalidades diferentes do Monroe (que normalmente nas munições AC são conhecidas como HEAT), ja rebentei coisas destas (dos 2 tipos) e posso te garantir que são bem diferentes (não te posso diser mais que teria que te explicar o funcionamento da onda explosiva e isso para ai não vou num forum).

as minas de fragmentação direcional não se baseam no principio pois a propagação da onda não corresponde aos principios necessarios, nas minas direcionais a propagação da onda não é controlada para focalizar a energia, mas sim para a dipersar para um dos lados enquanto o lado concavo absorve a onda esplosiva (no caso das tipo clamore, nas do tipo mon não vou esplicar pois isso não é tema para forum), se percebes algo da propagação de uma explosão sabes que para o efeito dirigido se concratizar, a onda explosiva tem que chegar a todos os pontos criticos numa ordem predefenida e de forma coordenada, has de exprimentar iniciar uma Carga de efeito dirigido num sitio que não o orificio de escorvamento .

e o sopro é a compactação das particulas de ar em volta dos gases que se expandem de uma explosão.

as minas direcionais são mais destrutivas (no seu arco de fogo) que qualquer mina de salto e fragmentação (que dispersam a onda explosiva em todas as direcçoes e normalmente têm quer uma carga explosiva mais pequena quer menor numero total de fragmentos)

e as minas anticarro foram concebidas para destruir carros de combate (K kill) ou mobilidade dos mesmos (M kill), se outra coisa as acionar, não tem nada a ver com o que foram projectadas, e uma mina que foi projectada para destruir um rasto de um carro de combate (m kill), irá fazer voar um carro familiar cerca de 5 a 10 metros e em simultaneo "comer lhe" a roda que o acionou mais parte do chassi.

para dizeres que o efeito MS é o das minas tipo Claymore, só posso dedusir que nunca tiveste formação ou mexestes com coisas deste tipo, pois não tem nada a ver.
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

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tyr

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« Responder #88 em: Março 12, 2008, 08:38:03 pm »
no exercito chamamos MS a isto:

http://en.wikipedia.org/wiki/Explosively_formed_penetrator

e efeito monroe a isto:

http://en.wikipedia.org/wiki/Shaped_charge

apesar de na wikipedia dizer uma coisa a cerca da m18a1 (claymore), esta errado (desmonta uma e vê) na parte que diz que se baseia no efeito MS.
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zecouves

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